Dar o cu na Mata
Andando agora uns anos mais para a frente, quando entrei para a faculdade comecei a ir correr para uma mata perto da minha casa. Queria perder uns kilos, manter-me em forma. A esta altura estava a ter relações hétero e (achava eu) reformado dos dias de levar no cu.
Aquela mata tinha muita vida. Alguns corredores como eu (mas não muito, pq era uma mata selvagem mesmo, sem luzes e eu ia correr ao fim do dia) e havia muita gente que tinha a sua hortinha. Havia também uma porção do percurso onde umas obras (escavações de pedra ou brita ou assim). Acho que era do ambiente em si (conjugado com uma quiçá freudiana mas ***********e saudade de levar no cu) que me levava, por vezes a fantasiar enquanto estava na minha corrida, com ser comido (violado, na verdade) na mata. Sempre que passava junto dos trolhas que laboravam na tal zona de escavações ficava com uma certa esperança/fantasia de que eles me chamassem lá e me obrigassem a mamar-lhes o caralho.
Ainda corria uns bons quilómetros e por isso fazia uma ou duas paragens ao longo do percurso para descansar um pouco e fazer uns alongamentos. As vezes passava outro corredor e trocava-se umas palavras. As vezes passavam os homens que tinham lá hortas e também se trocavam umas palavras de circunstância. Certo diz fiquei uns bons 15 minutos à conversa com um agricultor. Um homem dos seus 45/50 anos. Forte, alto, com uma barriguinha. O que se chama hoje, um dad bod. Reparei que ele costumava andar lá descamisado e nesse da tb o estava. Enquanto falava com ele, ia fantasiando, com aquela vontade que ele de repente me perguntasse se eu queria mamá-lo ali. Mas segui caminho. No entanto comecei a fazer uma das paragens mesmo ao pé da horta dele. E fazia uns alongamentos lá, empinando a bunda. Era 100% para o atiçar, mas daí poderia não resultar nada; o homem podia não estar para aí virado. As vezes reparava que ele estava a olhar, mas não podia concluir muito mais desse facto.
Certa vez estando ali parado, ele tinha concluído os seus trabalhos e estava a sair da horta, com o seu material (um balde, uma enxada). Começámos a falar. Eu estava era doido para que ele me comesse e queria ter um nesga para introduzir o tema. Aliás, eu andava tão excitado, que antes de sair de casa untava o cu todos os dias com vaselina, sempre prevendo que ia ser hoje o dia em que…
Ele estava a dizer que antigamente tb corria, mas depois teve uma lesão que ainda hoje lhe causava dores. “é isto!” pensei eu. Pus uma perna de cima de um calhau grande lá, afastei-as, empinei a bunda, com a desculpa “ah, a mim tb me doi aqui às vezes” a ver como ele reagia. Ele não mordeu o isco. Passei para o assunto das suas ferramentas “ah e tal isso é uma enxada ou um sacho?” ele pos-se a falar e eu peguei na enxada. Comecei subrepticiamente a passar a mão para cima e para baixo na enxada, sim como se faz a um caralho. Ele reparou. Eu reparei que ele reparou. Pensei “já está”.
Ele continuava a falar, mas estava só a olhar para a enxada, para o meu movimento de mãos. Ele estava fisgado. Arrisquei tudo. Lentamente levei a enxada ao pé da boca. All in: lambi a enxada. Ele percebeu. “Oh diacho, você gosta de lamber enxadas?” disse me ele, mas já na brincadeira marota “Gosto mais de lamber outras coisas”. Cheguei me ao pé dele. Nestas situações nunca se sabe bem o que fazer. Há homens que não toleram beijos de outros homens, por isso acariciei-lhe logo a zona da braguilha, para ir directo ao ponto. Ele disse para eu o acompanhar à horta. Assim fui à frente dele, sempre a abanar a bunda em exagero para o picar. Resultava, ele elogiava-me o cu.
“pensei que você andava a correr para ficar mais bonito para as raparigas, afinal é para ficar mais atraente para os homens é?” ele perguntou, eu não respondi, apenas bati com o cabo da enxada repetidamente na bunda. Ele ficou doido e pediu me para eu brincar mais com a enxada. Eu pedi para brincar com outra ferramenta (apontado para o caralho), mas ele foi perentório. Queria que eu brincasse com a enxada.
Confesso que fiquei algo apreensivo. Pq pensei que ele só quisesse gozar comigo. Meter e a mamar a enxada, a mete-la no cu, e depois ia-se embora sem me comer só para fazer pouco de mim. Mas com a excitação obedeci. Lavei o cabo, desci os calções e upa, o cu estava bem viscoso da vaselina entrou a enxada que nem um mimo. Mostrei-lhe À procura de aprovação. Ele deu-me tirando o caralho para fora. Era um caralho grosso, não muito grande, mas grosso. Ele instrui-me para eu saltar de cima dela. Assim fiz. Passado um pouco com a excitação a tomar conta de mim decidi colocar em prática todo um show. Atirei com os calções e os boxers fora, abri bem as pernas e comecei a saltar bem de cima da ferramenta. Ele adorou. Eu pedi para ele me dar o caralho, ele meteu o à frente de mim. Comecei a mamá-lo. Que excitação. Ele ia enfiando a enxada, mas não estava a ser muito cuidadoso com o meu cuzinho, por isso eu decidi que era hora de levar no cu.
Virei-me para ele, pus-me de quatro e abanei o cu. Ele pos-se de joelhos alojou o caralho bem fundo. Logo de uma vez. Que sensação, estar a levar no cu ao ar livre, de um desconhecido. Uma verdadeira puta. Afinal os meus dias de levar no cu não estava atrás de mim como pensara. Atrás de mim estava era um macho, um homem à seria a urrar enquanto me comia o cu. Socou forte, mas a excitação já era muita, acabou por se vir rápido. Ele perguntou onde se podia vir. "Onde quiser", foi a resposta. Ele tirou do cu e veio-se nas costas. Para o picar mais, fui lá com um dedo buscar um bocado da esporra e levei o à boca. “Ah gosta da esporra? Podia me ter vindo na boca se soubesse” protestou ele “Vem-se da próxima” respondi eu a piscar um olho. Vesti-me e fui me embora. Com a desculpa que estava a ficar escuro (e estava), mas na verdade era aquela vergonha que bate depois do sexo com um desconhecido numa horta, numa mata ao entardecer…
Aquela mata tinha muita vida. Alguns corredores como eu (mas não muito, pq era uma mata selvagem mesmo, sem luzes e eu ia correr ao fim do dia) e havia muita gente que tinha a sua hortinha. Havia também uma porção do percurso onde umas obras (escavações de pedra ou brita ou assim). Acho que era do ambiente em si (conjugado com uma quiçá freudiana mas ***********e saudade de levar no cu) que me levava, por vezes a fantasiar enquanto estava na minha corrida, com ser comido (violado, na verdade) na mata. Sempre que passava junto dos trolhas que laboravam na tal zona de escavações ficava com uma certa esperança/fantasia de que eles me chamassem lá e me obrigassem a mamar-lhes o caralho.
Ainda corria uns bons quilómetros e por isso fazia uma ou duas paragens ao longo do percurso para descansar um pouco e fazer uns alongamentos. As vezes passava outro corredor e trocava-se umas palavras. As vezes passavam os homens que tinham lá hortas e também se trocavam umas palavras de circunstância. Certo diz fiquei uns bons 15 minutos à conversa com um agricultor. Um homem dos seus 45/50 anos. Forte, alto, com uma barriguinha. O que se chama hoje, um dad bod. Reparei que ele costumava andar lá descamisado e nesse da tb o estava. Enquanto falava com ele, ia fantasiando, com aquela vontade que ele de repente me perguntasse se eu queria mamá-lo ali. Mas segui caminho. No entanto comecei a fazer uma das paragens mesmo ao pé da horta dele. E fazia uns alongamentos lá, empinando a bunda. Era 100% para o atiçar, mas daí poderia não resultar nada; o homem podia não estar para aí virado. As vezes reparava que ele estava a olhar, mas não podia concluir muito mais desse facto.
Certa vez estando ali parado, ele tinha concluído os seus trabalhos e estava a sair da horta, com o seu material (um balde, uma enxada). Começámos a falar. Eu estava era doido para que ele me comesse e queria ter um nesga para introduzir o tema. Aliás, eu andava tão excitado, que antes de sair de casa untava o cu todos os dias com vaselina, sempre prevendo que ia ser hoje o dia em que…
Ele estava a dizer que antigamente tb corria, mas depois teve uma lesão que ainda hoje lhe causava dores. “é isto!” pensei eu. Pus uma perna de cima de um calhau grande lá, afastei-as, empinei a bunda, com a desculpa “ah, a mim tb me doi aqui às vezes” a ver como ele reagia. Ele não mordeu o isco. Passei para o assunto das suas ferramentas “ah e tal isso é uma enxada ou um sacho?” ele pos-se a falar e eu peguei na enxada. Comecei subrepticiamente a passar a mão para cima e para baixo na enxada, sim como se faz a um caralho. Ele reparou. Eu reparei que ele reparou. Pensei “já está”.
Ele continuava a falar, mas estava só a olhar para a enxada, para o meu movimento de mãos. Ele estava fisgado. Arrisquei tudo. Lentamente levei a enxada ao pé da boca. All in: lambi a enxada. Ele percebeu. “Oh diacho, você gosta de lamber enxadas?” disse me ele, mas já na brincadeira marota “Gosto mais de lamber outras coisas”. Cheguei me ao pé dele. Nestas situações nunca se sabe bem o que fazer. Há homens que não toleram beijos de outros homens, por isso acariciei-lhe logo a zona da braguilha, para ir directo ao ponto. Ele disse para eu o acompanhar à horta. Assim fui à frente dele, sempre a abanar a bunda em exagero para o picar. Resultava, ele elogiava-me o cu.
“pensei que você andava a correr para ficar mais bonito para as raparigas, afinal é para ficar mais atraente para os homens é?” ele perguntou, eu não respondi, apenas bati com o cabo da enxada repetidamente na bunda. Ele ficou doido e pediu me para eu brincar mais com a enxada. Eu pedi para brincar com outra ferramenta (apontado para o caralho), mas ele foi perentório. Queria que eu brincasse com a enxada.
Confesso que fiquei algo apreensivo. Pq pensei que ele só quisesse gozar comigo. Meter e a mamar a enxada, a mete-la no cu, e depois ia-se embora sem me comer só para fazer pouco de mim. Mas com a excitação obedeci. Lavei o cabo, desci os calções e upa, o cu estava bem viscoso da vaselina entrou a enxada que nem um mimo. Mostrei-lhe À procura de aprovação. Ele deu-me tirando o caralho para fora. Era um caralho grosso, não muito grande, mas grosso. Ele instrui-me para eu saltar de cima dela. Assim fiz. Passado um pouco com a excitação a tomar conta de mim decidi colocar em prática todo um show. Atirei com os calções e os boxers fora, abri bem as pernas e comecei a saltar bem de cima da ferramenta. Ele adorou. Eu pedi para ele me dar o caralho, ele meteu o à frente de mim. Comecei a mamá-lo. Que excitação. Ele ia enfiando a enxada, mas não estava a ser muito cuidadoso com o meu cuzinho, por isso eu decidi que era hora de levar no cu.
Virei-me para ele, pus-me de quatro e abanei o cu. Ele pos-se de joelhos alojou o caralho bem fundo. Logo de uma vez. Que sensação, estar a levar no cu ao ar livre, de um desconhecido. Uma verdadeira puta. Afinal os meus dias de levar no cu não estava atrás de mim como pensara. Atrás de mim estava era um macho, um homem à seria a urrar enquanto me comia o cu. Socou forte, mas a excitação já era muita, acabou por se vir rápido. Ele perguntou onde se podia vir. "Onde quiser", foi a resposta. Ele tirou do cu e veio-se nas costas. Para o picar mais, fui lá com um dedo buscar um bocado da esporra e levei o à boca. “Ah gosta da esporra? Podia me ter vindo na boca se soubesse” protestou ele “Vem-se da próxima” respondi eu a piscar um olho. Vesti-me e fui me embora. Com a desculpa que estava a ficar escuro (e estava), mas na verdade era aquela vergonha que bate depois do sexo com um desconhecido numa horta, numa mata ao entardecer…
5年前