VISITA AO MÉDICO

V I S I T A A O M É D I C O

O que a seguir aqui vou relatar ainda está quente embora já tenham decorrido quase três anos.

Passou-se num consultório médico de um Sr. Dr. nosso "conhecido", ou ... mais amigo que outra coisa.

A Maria fazia tempo que se queixava com dores nas costas e, farta de dizer "tenho que ir ao Dr. João", naquela segunda feira ligou-me a seguir ao almoço e disse-me: "olha, tenho consulta ás 16h30 com o Dr. João. Despacha-te e vem-me buscar.
Apanhei-a um pouco antes do combinado mas, bolas, fez-me olhar bem para ela. Saia bem justa, sapatos com salto acima da média e uma blusa de decote pronunciado. Entrou no carro, cumprimentou-me como sempre, com aquele beijo na boca e emanava um perfume que hipnotizava.

Vai daí que, à hora certa, no local exacto, entrávamos no dito consultório.
Entretanto, na sala de espera, vimos irromper por ali adentro o bom do Dr. que, após uma breve troca de palavras com a recepcionista chamou Maria: "chega aqui miúda" - e vi-os desaparecer para dentro do gabinete dele.
Fiquei um bocado intrigado, mas ... esperei.
Não passaram mais que dois minutos e já Maria se sentava a meu lado e contava o que o Sr. Dr. lhe pedira que foi que deixava passar dois doentes à frente que eram "urgências".
Pensei - está feito, ficamos para último!

Chegou a hora da consulta. O Dr. saiu do gabinete, falou com a recepcionista que a seguir saiu e fechou o consultório.
Maria olhou-me com um sorriso maroto e pediu que a acompanhasse na consulta.
Cumprimentos trocados e elogios aceites ("Dr. tá na mesma", "rapariga estás cada vez mais jeitosa", "António tás mais novo") ... só graxa!

Passando à parte da consulta ... ouvidas as queixas, entretanto pede-lhe que levante a blusa para que a auscultasse. Ela começou por desapertar um botão e ... dois mas o estetoscópio no meio do seu peito causou-lhe um calafrio e depressa abriu por completo a blusa.
Via agora o aparelho na mão do Dr. que deslizava no meio dos seios de Maria. O peito dela elevava-se em alguns momentos deixando transparecer uma respiração algo perturbada.
De seguida o Dr. "ordenou" que passasse à sala do lado, que despisse a blusa e se deitasse na marquesa de barriga para baixo.
Fiquei ali olhando e senti que algo se passava com ela.

Sentado num banco o Dr. falava com ela e ia-lhe apalpando as costas perguntando se sentia dores aqui e ali. Via-lhe o pescoço e desapertou-lhe o soutien para a poder examinar mais à vontade.
Ali especado, olhei e pude ver a mão do Dr. que deslizava entre as pernas dela e lhe envolvia o sexo através do fino tecido da saia.
Ás tantas vejo o Dr. virá-la e levantá-la direita para si, esmagando a boca dela contra a sua num tórrido beijo. Estremeci pois não esperava nada daquilo
Ela rambém estremeceu toda quando dois dedos a penetraram profundamente e, num gesto muito rápido, a mão dela empurrou mais aqueles dedos que haviam desaparecido na profundeza das suas pernas, como que desejando senti-los ainda mais fundo.
A outra mão do Dr. apodera-se de um seio onde desponta um mamilo petrificado.
Eu estremeci de novo com o deflagrar daquele incêndio.
Ela arqueava as costas, dominada pela situação, e entreabria os lábios num imenso gemido de gozo. Ele recua beliscando-lhe fortemente o grelinho, desencadeando-lhe uma torrente de dor e prazer que a avassalavam por completo. Ele puxa-a para si e massaja-lhe o sexo intensamente. Penetra-a com 1, 2 e 3 dedos com mais ou menos vigor. Ela geme invadida por aquela onda de sensações e grita de surpresa quando ele a agarra, levantando-lhe as pernas, aterrando com a boca naquela coninha encharcada. A língua dele penetrava-a habilmente e só se a ouvia: "ooohhhhhhhhh, simmmmmmm", "iiiiiiiiiiiissssooooooo", "hhhhhaaaaaaaaaaaa".
Levanto-me e vejo-a a empurrar a cabeça dele como se o quisesse mais dentro de si.
A minha "impaciência" faz com que me desloque de um lado para o outro vezes sem conta. Estou dominado por uma tesão tão grande que desaperto as calças e as deixo cair. Agarrei na gaita e toca de me masturbar violentamente - eles nem davam por mim.
Maria gemia cada vez mais. Estava a ficar descontrolada. O Dr. levanta-se, passa-lhe os dedos na rata que escorria e inadvertidamente chupa-os um a um, olhando-a fixamente.
Os meus olhos deitavam faíscas mas permanecia ali de pé exercitando com o membro mais que endurecido pelo clima que ali se vivia.
O toque de um telemóvel desviou-me por momentos a atenção do foco de incêndio até ouvir o som do correr de um fecho metálico. Os meus sentidos ficaram em alerta vermelho. Vejo o Dr. tirar os sapatos e despir as calças, chutando-os para longe. Ele não usava roupa interior o que fez com que, a vista desarmada, visse o piçalhão que à muito pedia para ser libertado.

Aproximei-me tanto deles que quase lhes caio em cima. Ele tinha a piça toda molhada. Olhei bem e vi que daquela cabeçorra escarlate escorriam umas gotículas que se deviam à agitação de que também era vítima.
Mais uma vez não dão por mim - sou ignorado!
O meu lado voyeur permitiu que me mantivesse sem lhes dizer nada e que as coisas se fossem desenrolando.
O Dr. puxa Maria para si, põe-lhe as pernas por cima dos ombros e desata a enfiar-lhe os dedos naquela racha que pedia para ser preenchida. Ela vibrava e contorcia-se cada vez mais, estremecendo e gemendo tanto que já gritava.
Ele tira os dedos, beija-lhe de novo o sexo e agarra no pau e esfrega-lhe o grelo molhado *****santemente. Ela pedia: "Dr., meta-mo", "enfie-mo", "hummmm, não aguento mais".
Sem nada dizer, o Sr. Dr. continuou a "massacrá-la" e para Maria a situação já estava fora de controlo. Ela suplicava: "Váaaaaaa, c***-meeee", e ele enfiava os dedos, esfregava o grelo, dava-lhe palmadinhas no sexo. Maria respirava com dificuldade.

Até a mim me fazia confusão tanta "tortura".

O Dr. lambeu-a toda de novo. Abriu-lhe bem a rata que não pedia clemência e meteu-lhe a língua o mais fundo que pôde.
De súbito o inevitável acontecia. Ele agarrou na gaita, esfregou-a na entrada e num gesto de magia para Maria, enfiou-lha toda de uma só vez, deixando-acravada no fundo, cortando-lhe a respiração.
Ele começou a "comê-la" lentamente, só que a avidez dela acelerou-o e vejo-o dando estocadas mais fortes e rápidas, como ela queria, mas...Maria ergueu-se e gritou: "Oooohhhhh, simmm!, Ohhhhh, é issso!". Sem mais demora ele investiu mais duas ou três vezes e ... ela estava fora de si e ... "ohhh, pooorrraaa", "isssooo, porrrra" ... "tou a vir-mmmme", "ooohhhh".

Não descrevo aqui mais as palavras pois eu encolhi-me todo. Não acreditava mas estava mesmo a vir-me com aquele aparato todo. Rapidamente fui direito a uma caixa de toalhinhas e limpei-me.
Virei-me para eles de novo. Maria contraía-se com espasmos múltiplos e o Dr. saiu inesperadamente dela, esfregou-se no grelo dela até se vir copiosamente ali na sua entrada.

Após uns momentos de pausa. Olhamo-nos mutuamente e rimo-nos. O Dr. beijou-a, abraçou-me e voltou à consulta.
Rapidamente, sentou-se à secretária escrevinhando uma prescrição. Voltando-se para Maria diz-lhe: "minha querida, quero que faças este exame", "assim que estiver pronto, ligas-me e passas aqui para eu ... te ver"!!!
Saímos e pelo caminho quase não falámos pois a menina Maria vinha tão derretida que até lhe custava articular duas palavras seguidas.

Uns dias depois de ter o resultado do exame Maria foi marcar consulta mas o Sr. Dr. estava de férias...
発行者 umcasal
5年前
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