O concurso
Júlia organizou uma pequena festa em sua casa. Ela e uma amiga e 4 homens. A ideia era, claro, haver uma sessão de foda mas Júlia tinha uma proposta para fazer. Uma aposta.
“A ideia é a seguinte - resumiu, enquanto ela e a outra putona se despiam diante dos homens. - Um de vocês vai enrabar-me e, ao mesmo tempo, a Lídia vai lamber-lhe os tomates. Vamos ver quanto tempo aguenta sem se vir.”
Todos aplaudiram a ideia mas um dos homens, ao mesmo tempo que se ofereceu imediatamente para ser ele a enrabá-la, acrescentou:
“Está tudo muito bem mas, se a puta que vai lamber-me os colhões não conseguir fazer vir-me, tem de ter um castigo pela incompetência.”
Júlia riu-se.
“Parece-me bem - disse. E perguntou à outra puta: - Concordas?”
“Sim” - respondeu a outra.
“Que castigo?” - perguntou Júlia.
“20 chicotadas - respondeu o homem. - Sem discussão.”
Todos os homens aprovaram, sem ligarem ao protesto que a outra putona tentou fazer. E ela, ao ver isso, calou-se.
“Muito bem - disse o homem, levantando-se. - Vamos a isso. - Deu uma grande palmada no rabo de Júlia. - Estou mesmo com vontade de te meter o caralho por esse cu dentro, grande puta.”
Júlia deitou-se num sofá e foi amarrada pés com mãos, de costas, de forma a ficar de coxas abertas e levantadas, a rata e o cu bem expostos.
“Já sabes, puta - resumiu o homem para Lídia, que aguardava em pé - é assim: eu vou encavar esta cabra e tu vais lamber-me os colhões. Tens 5 minutos para me fazer esporrar. Se ultrapassares esse tempo, levas 20 chicotadas nesse lombo. Entendido?”
A puta fez que sim.
A sessão começou imediatamente. O homem colocou-se diante de Júlia, o cacete na mão como se fosse uma faca, e de um só golpe enterrou-se-lhe no cu.
“Toma, vaca! Que belo cu. Vou adorar limar-te esse buraco. Até vais ver estrelas!”
A outra puta começou imediatamente a lamber-lhe os colhões. O homem penetrava Júlia com grandes golpes, sem qualquer piedade e sem ligar aos berros que ela soltava.
Por duas vezes o homem esteve quase a vir-se mas Júlia pedia-lhe que se aguentasse:
“Aguenta-te! Não te venhas!”
O homem ria-se.
“Queres foder a tua amiga, puta? Assim vai levar de chicote naquele lombo.”
E parava por um bocado, até se acalmar. A puta que o lambia, entretanto, dava à língua com desespero.
“Estás fodida, vaca - ria-se o homem. - A tua amiga não quer que eu me venha.”
A seguir voltava a martelar o cu de Júlia. Sem piedade, retirava a verga até quase retirar a cabeça da anilha e a seguir enterrava-se todo de um só golpe, até bater com os colhões na carne dela. Júlia berrava a cada espetadela. O homem insultava-a, cuspia-lhe na cara, esbofeteava-a.
Por fim, o homem estava quase a vir-se:
“Sinto a esporra no cano, porra! É agora! Vou esporrar-me todo nesse teu cu de puta!”
“Faltam 20 segundos!” - disse uma voz.
“Não, não! - gritou Júlia. - Aguenta! Aguenta!”
O homem continuou a bombar mas aguentou-se. Os segundos passaram. A outra vaca esforçava-se, tentando fazê-lo vir-se antes dos 5 minutos fatídicos serem atingidos.
Os outros homens contavam em coro os segundos que faltavam.
“Acabou - disse então outro dos homens. - Acabou o tempo.”
“Estás fodida, vaca! - gritou o homem. - Vou arrancar-te essa pele à chicotada.”
A puta, transida, parou de lamber, mas ele berrou-lhe que continuasse:
“Continua a lamber-me os colhões até me vir, puta de merda, ou levas mais 20 chicotadas nesse lombo - berrou. - É agora! Vou esporrar-me! Vou esporrar-me todo, porra!”
Retirou por fim o caralho do cu de Júlia e lançou grandes jactos de esporra por cima da peida, das coxas e da barriga dela, enquanto gritava de gozo.
“Foda-se! Grande foda! Maravilha de foda! Mas que grandes vacas que são estas duas!”
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“A ideia é a seguinte - resumiu, enquanto ela e a outra putona se despiam diante dos homens. - Um de vocês vai enrabar-me e, ao mesmo tempo, a Lídia vai lamber-lhe os tomates. Vamos ver quanto tempo aguenta sem se vir.”
Todos aplaudiram a ideia mas um dos homens, ao mesmo tempo que se ofereceu imediatamente para ser ele a enrabá-la, acrescentou:
“Está tudo muito bem mas, se a puta que vai lamber-me os colhões não conseguir fazer vir-me, tem de ter um castigo pela incompetência.”
Júlia riu-se.
“Parece-me bem - disse. E perguntou à outra puta: - Concordas?”
“Sim” - respondeu a outra.
“Que castigo?” - perguntou Júlia.
“20 chicotadas - respondeu o homem. - Sem discussão.”
Todos os homens aprovaram, sem ligarem ao protesto que a outra putona tentou fazer. E ela, ao ver isso, calou-se.
“Muito bem - disse o homem, levantando-se. - Vamos a isso. - Deu uma grande palmada no rabo de Júlia. - Estou mesmo com vontade de te meter o caralho por esse cu dentro, grande puta.”
Júlia deitou-se num sofá e foi amarrada pés com mãos, de costas, de forma a ficar de coxas abertas e levantadas, a rata e o cu bem expostos.
“Já sabes, puta - resumiu o homem para Lídia, que aguardava em pé - é assim: eu vou encavar esta cabra e tu vais lamber-me os colhões. Tens 5 minutos para me fazer esporrar. Se ultrapassares esse tempo, levas 20 chicotadas nesse lombo. Entendido?”
A puta fez que sim.
A sessão começou imediatamente. O homem colocou-se diante de Júlia, o cacete na mão como se fosse uma faca, e de um só golpe enterrou-se-lhe no cu.
“Toma, vaca! Que belo cu. Vou adorar limar-te esse buraco. Até vais ver estrelas!”
A outra puta começou imediatamente a lamber-lhe os colhões. O homem penetrava Júlia com grandes golpes, sem qualquer piedade e sem ligar aos berros que ela soltava.
Por duas vezes o homem esteve quase a vir-se mas Júlia pedia-lhe que se aguentasse:
“Aguenta-te! Não te venhas!”
O homem ria-se.
“Queres foder a tua amiga, puta? Assim vai levar de chicote naquele lombo.”
E parava por um bocado, até se acalmar. A puta que o lambia, entretanto, dava à língua com desespero.
“Estás fodida, vaca - ria-se o homem. - A tua amiga não quer que eu me venha.”
A seguir voltava a martelar o cu de Júlia. Sem piedade, retirava a verga até quase retirar a cabeça da anilha e a seguir enterrava-se todo de um só golpe, até bater com os colhões na carne dela. Júlia berrava a cada espetadela. O homem insultava-a, cuspia-lhe na cara, esbofeteava-a.
Por fim, o homem estava quase a vir-se:
“Sinto a esporra no cano, porra! É agora! Vou esporrar-me todo nesse teu cu de puta!”
“Faltam 20 segundos!” - disse uma voz.
“Não, não! - gritou Júlia. - Aguenta! Aguenta!”
O homem continuou a bombar mas aguentou-se. Os segundos passaram. A outra vaca esforçava-se, tentando fazê-lo vir-se antes dos 5 minutos fatídicos serem atingidos.
Os outros homens contavam em coro os segundos que faltavam.
“Acabou - disse então outro dos homens. - Acabou o tempo.”
“Estás fodida, vaca! - gritou o homem. - Vou arrancar-te essa pele à chicotada.”
A puta, transida, parou de lamber, mas ele berrou-lhe que continuasse:
“Continua a lamber-me os colhões até me vir, puta de merda, ou levas mais 20 chicotadas nesse lombo - berrou. - É agora! Vou esporrar-me! Vou esporrar-me todo, porra!”
Retirou por fim o caralho do cu de Júlia e lançou grandes jactos de esporra por cima da peida, das coxas e da barriga dela, enquanto gritava de gozo.
“Foda-se! Grande foda! Maravilha de foda! Mas que grandes vacas que são estas duas!”
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5年前