O HOTEL (Continuação)
O HOTEL
Cap. II – O quarto de hotel
Rosa e Mari foram para o quarto preparar a surpresa para o João e Uwe.
Começaram a mudar de indumentária …
Rosa, calçava sapatos altos pretos, vestia stockings vermelhos com um cinto de ligas preto, uma minissaia de cabedal preto e preparava-se para vestir um casaco de cabedal preto sobre o tronco nu …
Mari, calçava sapatos altos vermelhos, vestia stockings pretos com um cinto de ligas vermelho, uma minissaia de cabedal vermelho e preparava-se para vestir uma camisa branca sobre o tronco nu …
Rosa, preparava para se pintar, quando sentiu os lábios quentes de Mari no seu pescoço. Sentiu um arrepio percorreu-lhe a espinha dorsal, deixando-a excitada …
Mari, por detrás de Rosa, beijava-lhe o pescoço, mordiscava-lhe o lóbulo da orelha e com as mãos acariciava-lhe as mamas, deixando Rosa completamente extasiada …
Rosa: “Como eu te amo Mari!”
Mari: “Gostas?”
Rosa: “Oh! Se gosto …”
Rosa, pegou numa das mãos de Mari, beijou-a e começou a chupar os dedos com muita sensualidade … Desta vez foi a vez de Mari sentir um arrepio de prazer.
Entretanto Ma voltou-se e ficou frente a frente com Mari. Seus peitos ficaram colados …
Rosa, colocou a mão por detrás do pescoço de Mari e puxou a sua cabeça para si, de modo a que os lábios de ambas se juntassem … Beijaram-se apaixonadamente, metendo freneticamente a língua na boca uma da outra e trocando de sucos alivares ….
Suas mãos livres, automaticamente, desceram até entre as pernas de cada uma e iniciaram a masturbação da companheira.
Entre beijos e masturbação, ambas chupavam os dedos uma da outra, saboreado e trocando os sucos vaginais.
Passado algum tempo …
Rosa: ”Estou desejosa de te beijar a cona”
Rosa, arrastou suavemente Mari para a cama. Deitou-a de costas. Abriu-lhe ligeiramente as pernas e ficou com uma visão absolutamente desconcertante. O clitóris de Mari mais parecia um pequeno pénis e as escorrências vindas do interior eram extremamente abundantes. E o cheiro ….
Rosa ajoelhou-se e a sua língua dedicou-se a lamber o rígido clitóris de Mari. Esta, ao primeiro toque da língua, quase que se veio.
Mari: “ Lambe, querida, lambe … É tão boooommmm”
Rosa, enquanto lambia a cona de Mari, também enfiava dois dedos, iniciando um vaivém delicioso. Mari, que não conseguia estar quieta, acariciava os seus peitos com uma das mãos e com a outra mão acariciava os cabelos de Rosa.
Mari: “Cada vez estou mais apaixonada por ti … Beija-me por favooooor!”
Rosa, levantou-se, puxou Mari para si e ambas se beijaram longamente e apaixonadamente.
O grau de excitação era tanto que ….
Rosa: “Mari, beija a minha cona com a tua cona …”
Mari posicionou Rosa de modo a que, as suas pernas ficassem encaixadas e as suas conas se roçando. E ambas escorrendo abundantemente.
No ar, sentia-se o cheiro a sexo e principalmente a cona …
Passando algum de tempo …
Rosa: “Vou-me vir. Mari veeeemmm-te comiiiigo” Disse Rosa gritando de prazer.
Mari: “Uauuuuu … É tão booooommmm gozar ao mesmo teeeempo”
Depois de se virem, beijaram-se e …
Rosa. “Temos de nos arranjar. Eles devem estar a chegar”
Mari: “Achas? Os cabrões devem estar a divertir-se. Vamos pedir champanhe e celebrar o nosso encontro”
Rosa: “ És uma puta. O que é que tens em mente?”
Mari: “Já vais ver”
Mari pegou no telefone e “Serviço de quartos? Quero uma garrafa de champanhe para o quarto 232, se faz favor.” E desligou o telefone.
Rosa: “Serviço completo?” Perguntou Rosa sorrindo.
Mari: “Também temos direito a nos divertirmo-nos” Disse Mari com um sorriso sacana.
Entretanto bateram à porta … “Serviço de quartos”
Cap. II – O quarto de hotel
Rosa e Mari foram para o quarto preparar a surpresa para o João e Uwe.
Começaram a mudar de indumentária …
Rosa, calçava sapatos altos pretos, vestia stockings vermelhos com um cinto de ligas preto, uma minissaia de cabedal preto e preparava-se para vestir um casaco de cabedal preto sobre o tronco nu …
Mari, calçava sapatos altos vermelhos, vestia stockings pretos com um cinto de ligas vermelho, uma minissaia de cabedal vermelho e preparava-se para vestir uma camisa branca sobre o tronco nu …
Rosa, preparava para se pintar, quando sentiu os lábios quentes de Mari no seu pescoço. Sentiu um arrepio percorreu-lhe a espinha dorsal, deixando-a excitada …
Mari, por detrás de Rosa, beijava-lhe o pescoço, mordiscava-lhe o lóbulo da orelha e com as mãos acariciava-lhe as mamas, deixando Rosa completamente extasiada …
Rosa: “Como eu te amo Mari!”
Mari: “Gostas?”
Rosa: “Oh! Se gosto …”
Rosa, pegou numa das mãos de Mari, beijou-a e começou a chupar os dedos com muita sensualidade … Desta vez foi a vez de Mari sentir um arrepio de prazer.
Entretanto Ma voltou-se e ficou frente a frente com Mari. Seus peitos ficaram colados …
Rosa, colocou a mão por detrás do pescoço de Mari e puxou a sua cabeça para si, de modo a que os lábios de ambas se juntassem … Beijaram-se apaixonadamente, metendo freneticamente a língua na boca uma da outra e trocando de sucos alivares ….
Suas mãos livres, automaticamente, desceram até entre as pernas de cada uma e iniciaram a masturbação da companheira.
Entre beijos e masturbação, ambas chupavam os dedos uma da outra, saboreado e trocando os sucos vaginais.
Passado algum tempo …
Rosa: ”Estou desejosa de te beijar a cona”
Rosa, arrastou suavemente Mari para a cama. Deitou-a de costas. Abriu-lhe ligeiramente as pernas e ficou com uma visão absolutamente desconcertante. O clitóris de Mari mais parecia um pequeno pénis e as escorrências vindas do interior eram extremamente abundantes. E o cheiro ….
Rosa ajoelhou-se e a sua língua dedicou-se a lamber o rígido clitóris de Mari. Esta, ao primeiro toque da língua, quase que se veio.
Mari: “ Lambe, querida, lambe … É tão boooommmm”
Rosa, enquanto lambia a cona de Mari, também enfiava dois dedos, iniciando um vaivém delicioso. Mari, que não conseguia estar quieta, acariciava os seus peitos com uma das mãos e com a outra mão acariciava os cabelos de Rosa.
Mari: “Cada vez estou mais apaixonada por ti … Beija-me por favooooor!”
Rosa, levantou-se, puxou Mari para si e ambas se beijaram longamente e apaixonadamente.
O grau de excitação era tanto que ….
Rosa: “Mari, beija a minha cona com a tua cona …”
Mari posicionou Rosa de modo a que, as suas pernas ficassem encaixadas e as suas conas se roçando. E ambas escorrendo abundantemente.
No ar, sentia-se o cheiro a sexo e principalmente a cona …
Passando algum de tempo …
Rosa: “Vou-me vir. Mari veeeemmm-te comiiiigo” Disse Rosa gritando de prazer.
Mari: “Uauuuuu … É tão booooommmm gozar ao mesmo teeeempo”
Depois de se virem, beijaram-se e …
Rosa. “Temos de nos arranjar. Eles devem estar a chegar”
Mari: “Achas? Os cabrões devem estar a divertir-se. Vamos pedir champanhe e celebrar o nosso encontro”
Rosa: “ És uma puta. O que é que tens em mente?”
Mari: “Já vais ver”
Mari pegou no telefone e “Serviço de quartos? Quero uma garrafa de champanhe para o quarto 232, se faz favor.” E desligou o telefone.
Rosa: “Serviço completo?” Perguntou Rosa sorrindo.
Mari: “Também temos direito a nos divertirmo-nos” Disse Mari com um sorriso sacana.
Entretanto bateram à porta … “Serviço de quartos”
5年前