HOTEL (Continuação II)
No capitulo anterior os nomes estão trocados
Uwe=Mike
João=John
Rosa=Rose
Cap. III – O paquete
Mari foi abrir a porta e lá estava um paquete com a garrafa de champanhe e uns copos.
Mari: “Ponha em cima daquela mesa se faz favor”
O rapaz entrou e Mari fechou a porta. Piscando o olho a Rosa. Ele colocou o que trazia, na mesa e Rosedirigiu-se para ela e apalpando-lhe o pénis sobre as calças, perguntou-lhe.
Rosa: “Não te queres divertir com duas gajas maduras?”
O paquete, que não estava à espera daquela receção, com o ritmo cardíaco acelerado e com o pénis inchado, balbuciou “Siiiim” …
Rosa, que sentiu o pénis crescer debaixo da sua mão, desapertou-lhe a braguilha e retirou-lhe o pénis para fora e uau …
Rosa: “Mari, já viste como o nosso homem é bem dotado?”
Mari: “Ele vai ter de satisfazer as duas ”
O paquete ainda não acreditava no que lhe estava acontecendo. A ser comido por duas mulheres maravilhosas. O sonho da vida dele ….
Rose puxou-lhe, suavemente, o prepúcio para trás e dirigiu a boca para aquela glande enorme (Como ela adora) e envolveu-a com os lábios, beijando-a com enorme prazer e utilizando a língua complementarmente …
Mari beijava-o na boca, enquanto lhe desapertava a camisa e lhe acariciava o peito …
Ele com uma das mãos acariciava a cabeça de Rose e com a outra mão acariciava os peitos de Mari.
Rosa, lambia e sugava aquele pénis grosso, que lhe enchia completamente a boca … Tentou fazer uma “garganta funda“, mas era impossível engoli-lo todo.
Entretanto Mari baixou-se e foi ajudar Rose a degustar aquele belo exemplar …
Mari: “Julgavas que fazias isto sozinha?;-)”
Rosa: “Com este caralho, preciso muito de ajuda ”
Ambas lambiam e sugavam o caralho, também beijando-se mutuamente. O paquete arfava de prazer …
Enquanto fazia o broche conjunto, ambas auto estimulavam-se, acariciado o clitóris …
Rosa. “Mari, deita-te ali no canto da cama”
Mari deitou-se no canto da cama, virada para cima e de pernas abertas.
Rosa: “Queres ser comido pela minha amiga? Primeiro vais ter de acalmá-la com a língua.”
O paquete que entretanto já tinha tirado a roupa, ajoelhou-se ente as pernas de Mari e a sua língua começou a lamber o enorme clitóris de Mari Esta envolveu o pescoço do paquete com as suas pernas, puxando-o para si.
O paquete estava deliciado com tamanho manjar … A sua língua percorria a cona de Mari, desde o clitóris atá ao ânus, ficando todo lambuzado. A cona de Mari escorria …
Rosa, deitada a ao lado de Mari, beijava-a, auto estimulava-se e enfiava os dedos na cona. Com a mão livre acariciava os peitos de Mari. Mari gemia com profundidade …
O paquete não resistiu. Levantou-se, inclinou-se sobre Mari e enfiou, com alguma violência (sem ser violento), o caralho na cona de Mari e começou a fodê-la …
Mari, que não estava à espera, gritou, mas o grito foi abafado pela boca de Rosa.
Paquete: “Se vocês queriam festa, vão tê-la, suas putas”
Mari estava deleitada com o vaivém daquele enorme caralho. O paquete estava louco …
O paquete, tirava o caralho da cona e batia com ele no clitóris de Mari. Ela vinha-se logo. Eram orgasmos atrás de orgasmos …
Entretanto, Rosedeitou-se sobre Mari, virada para ela e com a parte de trás virada para o paquete, proporcionando a este mais opções de diversão.
Perante este cenário, ele optou por foder as duas, enquanto estas se beijavam. Divertia-se a tirar e a enfiar nas duas conas. Mari e Rose estavam loucas e gemiam de prazer.
Enquanto as fodia, o paquete reparou no ânus (ali tão a jeito) de Rose e sorriu, pensando “E porque não?”
Sem avisar, começou a enfia o polegar no ânus de Rosa, preparado o terreno para a etapa seguinte. Rosa, que não estava à espera, estremeceu … Quase que ficou em pânico por saber que ia ser enrabada pela aquela enorme vara e segredou a Mari “ Vai rebentar-me o cu”. Mas como estava para tudo, decidiu ir até ao fim …
Mari: “Não tenhas medo. Estou aqui para te apoiar” disse Mari beijando-a.
O paquete lubrificou o cu de Rose com os sucos vaginais de ambas e começou a enfiar vagarosamente no ânus. Num misto de dor e prazer, Roseia recebendo aquele enorme caralho e atingiu quase de imediato o orgasmo. Depois de o ter enfiado todo, o paquete iniciou um vaivém acelerado, ao qual Rose correspondia com movimentos da anca e com gritos de prazer.
Rose: “ Não pares, por favor, Não pares …”
Naquele frenesim todo, ambas estavam a ter muiti-orgasmos.
Perante tal ambiente o paquete não resistiu, retirou o caralho do ânus de Rose e “Vou-me vir …Uaaauuuuu”. Veio-se para as costas de Rosa, esporrando-a toda. Ambas estavam felicíssimas …
O paquete limpou-se, vestiu-se e antes de se ir embora … “Quando as posso voltar a ver outra vez? Foi excecional!”
Mari: “ Quando voltarmos cá novamente. Mas tens de trazer um amigo como tu;-). Certo?”
Paquete: “ Mal posso esperar”. E foi-se embora …
Ambas sabiam que a noite ainda não tinha terminado e foram-se lavar e rearranjar. A noite ia ser longa …
Uwe=Mike
João=John
Rosa=Rose
Cap. III – O paquete
Mari foi abrir a porta e lá estava um paquete com a garrafa de champanhe e uns copos.
Mari: “Ponha em cima daquela mesa se faz favor”
O rapaz entrou e Mari fechou a porta. Piscando o olho a Rosa. Ele colocou o que trazia, na mesa e Rosedirigiu-se para ela e apalpando-lhe o pénis sobre as calças, perguntou-lhe.
Rosa: “Não te queres divertir com duas gajas maduras?”
O paquete, que não estava à espera daquela receção, com o ritmo cardíaco acelerado e com o pénis inchado, balbuciou “Siiiim” …
Rosa, que sentiu o pénis crescer debaixo da sua mão, desapertou-lhe a braguilha e retirou-lhe o pénis para fora e uau …
Rosa: “Mari, já viste como o nosso homem é bem dotado?”
Mari: “Ele vai ter de satisfazer as duas ”
O paquete ainda não acreditava no que lhe estava acontecendo. A ser comido por duas mulheres maravilhosas. O sonho da vida dele ….
Rose puxou-lhe, suavemente, o prepúcio para trás e dirigiu a boca para aquela glande enorme (Como ela adora) e envolveu-a com os lábios, beijando-a com enorme prazer e utilizando a língua complementarmente …
Mari beijava-o na boca, enquanto lhe desapertava a camisa e lhe acariciava o peito …
Ele com uma das mãos acariciava a cabeça de Rose e com a outra mão acariciava os peitos de Mari.
Rosa, lambia e sugava aquele pénis grosso, que lhe enchia completamente a boca … Tentou fazer uma “garganta funda“, mas era impossível engoli-lo todo.
Entretanto Mari baixou-se e foi ajudar Rose a degustar aquele belo exemplar …
Mari: “Julgavas que fazias isto sozinha?;-)”
Rosa: “Com este caralho, preciso muito de ajuda ”
Ambas lambiam e sugavam o caralho, também beijando-se mutuamente. O paquete arfava de prazer …
Enquanto fazia o broche conjunto, ambas auto estimulavam-se, acariciado o clitóris …
Rosa. “Mari, deita-te ali no canto da cama”
Mari deitou-se no canto da cama, virada para cima e de pernas abertas.
Rosa: “Queres ser comido pela minha amiga? Primeiro vais ter de acalmá-la com a língua.”
O paquete que entretanto já tinha tirado a roupa, ajoelhou-se ente as pernas de Mari e a sua língua começou a lamber o enorme clitóris de Mari Esta envolveu o pescoço do paquete com as suas pernas, puxando-o para si.
O paquete estava deliciado com tamanho manjar … A sua língua percorria a cona de Mari, desde o clitóris atá ao ânus, ficando todo lambuzado. A cona de Mari escorria …
Rosa, deitada a ao lado de Mari, beijava-a, auto estimulava-se e enfiava os dedos na cona. Com a mão livre acariciava os peitos de Mari. Mari gemia com profundidade …
O paquete não resistiu. Levantou-se, inclinou-se sobre Mari e enfiou, com alguma violência (sem ser violento), o caralho na cona de Mari e começou a fodê-la …
Mari, que não estava à espera, gritou, mas o grito foi abafado pela boca de Rosa.
Paquete: “Se vocês queriam festa, vão tê-la, suas putas”
Mari estava deleitada com o vaivém daquele enorme caralho. O paquete estava louco …
O paquete, tirava o caralho da cona e batia com ele no clitóris de Mari. Ela vinha-se logo. Eram orgasmos atrás de orgasmos …
Entretanto, Rosedeitou-se sobre Mari, virada para ela e com a parte de trás virada para o paquete, proporcionando a este mais opções de diversão.
Perante este cenário, ele optou por foder as duas, enquanto estas se beijavam. Divertia-se a tirar e a enfiar nas duas conas. Mari e Rose estavam loucas e gemiam de prazer.
Enquanto as fodia, o paquete reparou no ânus (ali tão a jeito) de Rose e sorriu, pensando “E porque não?”
Sem avisar, começou a enfia o polegar no ânus de Rosa, preparado o terreno para a etapa seguinte. Rosa, que não estava à espera, estremeceu … Quase que ficou em pânico por saber que ia ser enrabada pela aquela enorme vara e segredou a Mari “ Vai rebentar-me o cu”. Mas como estava para tudo, decidiu ir até ao fim …
Mari: “Não tenhas medo. Estou aqui para te apoiar” disse Mari beijando-a.
O paquete lubrificou o cu de Rose com os sucos vaginais de ambas e começou a enfiar vagarosamente no ânus. Num misto de dor e prazer, Roseia recebendo aquele enorme caralho e atingiu quase de imediato o orgasmo. Depois de o ter enfiado todo, o paquete iniciou um vaivém acelerado, ao qual Rose correspondia com movimentos da anca e com gritos de prazer.
Rose: “ Não pares, por favor, Não pares …”
Naquele frenesim todo, ambas estavam a ter muiti-orgasmos.
Perante tal ambiente o paquete não resistiu, retirou o caralho do ânus de Rose e “Vou-me vir …Uaaauuuuu”. Veio-se para as costas de Rosa, esporrando-a toda. Ambas estavam felicíssimas …
O paquete limpou-se, vestiu-se e antes de se ir embora … “Quando as posso voltar a ver outra vez? Foi excecional!”
Mari: “ Quando voltarmos cá novamente. Mas tens de trazer um amigo como tu;-). Certo?”
Paquete: “ Mal posso esperar”. E foi-se embora …
Ambas sabiam que a noite ainda não tinha terminado e foram-se lavar e rearranjar. A noite ia ser longa …
5年前