As minhas experiências

Aquilo que me proponho relatar é rigorosamente verdadeiro.
Sou um tipo nascido em Lisboa, crescido em Lisboa, cresci num bairro como tantos outros, onde as pessoas se conheciam todas, onde os adultos tomavam conta dos miúdos de várias famílias se isso fosse necessário, com personagens iguais ás de outros bairros, havia ao fundo da rua uma velha, que dizíamos ser bruxa que estava sempre de mau humor, passados quarenta anos, percebo que o aspeto da velha senhora devia-se á muita pobreza e o facto de estar sempre de mau humor tinha a ver com a morte prematura do marido e ser mãe de um filho com défice cognitivo, portanto, poucas razões para rir, tínhamos um bêbedo, tínhamos um policia e tínhamos um policia que depois vim a saber que afinal não o era, trabalhava na estiva e tínhamos a D Edite, esposa do Sr. Aníbal, o tal que era estivador e são exatamente estas duas personagens que posso dizer mudaram a minha vida, ou melhor, fizeram-me ver melhor a minha vida. Como disse, toda a gente se conhecia e se vivêssemos no prédio ao lado isso era mais vincado, era comum a D Edite, ou outra vizinha qualquer, pedir para a malta nova para fazer alguns recados, ou ir buscar compras á mercearia, ou ajudar a transportar algumas coisa mais pesadas, ou de casa para a rua , ou de casa para o quintal, ou para a arrecadação. Num dia de Maio de 1980 a D Edite viu-me sair de casa a meio da tarde e chamou-me, pediu para subir que precisava de mim, entrei no prédio, subi ao 4º andar e lá estava a D Edite com a sua habitual bata (acho que nunca vi esta Sra. sem estar vestida de bata), a D Edite á data devia ter por volta dos 60 anos, é daquelas mulheres tipo varina, forte, mamas grandes, ancas largas, braços gordos, cabelo apanhado, entrei e começou por dizer, tenho aqui umas coisas que são capazes de te ficar bem e encaminhou-se para um dos quartos, tirou então de um armário, dois calções de desporto e uma camisola, disse que eram do filho, embora o filho já não morasse ali há já algum tempo. Olhei para os calções, uns deles eram giros, o resto nem por isso, mas nada disse, começa então a D Edite a dizer-me para eu experimentar os calções, fiquei atrapalhado, mas rapidamente a Sra. começa a dizer:
- Não me digas que estás com vergonha, ó rapaz despe lá isso, não tenhas vergonha!
a verdade é que a vergonha era muita e a muito custo lá foi despindo as calças, fiquei de cuecas e ia começara vestir os calções, voltou á carga:
Vais vestir esses calções por cima das cuecas? Esses calções já têm cueca, tira as tuas!
Ato continuo, levantou-se e veio ter comigo e começa a dizer num tom quase carinhoso
Estás com medo que te faça mal? ou não me queres mostrar a pixa?
e eu calado
Devagar começou colocar as mãos no meu peito e barriga e eu sem perceber nada do que estava a acontecer, colocou a mão dentro das minhas cuecas, quase entrei em pânico, aquela Sra. que tantas e tantas vezes me tinha pegado ao colo, com quem a minha mãe falava quase todos os dias, em quem a minha mãe confiava para me deixar quando eu era miúdo, estava a meter as mãos dentro das minhas cuecas, rapidamente chegou ao meu caralho que começava a dar sinais de vida, a respiração dela junto ao meu pescoço, a mão a mexer-me faziam o seu efeito, em menos que nada as minhas cuecas estavam no chão. Sem aviso beijou-me na boca e colocou uma das minhas mãos sobre as mamas, eu só tremia, puxou-me a outra mão e colocou-a também nas mamas, neste momento eu não fazia ideia se havia de estar muito contente, por ir foder, ou se havia de estar triste por ter de foder uma velha. A verdade, é que eu nunca tinha visto a D Edite pelo ponto de vista sexual e nunca me passou pela ideia o que a D Edite me podia ensinar. Eu estava estático, com as duas mãos por cima da bata da D Edite, embora estivesse por baixo um valente par de mamas, a Sra. continuava a mexer no meu caralho agora com as duas mãos, foi movimentando as minhas mãos a pouco e pouco, até que recebi a ordem:
-Tira-as para fora!
A estas palavras obedeci de imediato, três botões desapertados e ei-las, ainda por cima sem soutien, mamas grandes mamilos grandes e escuros, segurei-as duas com as duas mãos, nesse momento a D Edite põe uma das suas mãos na minha cabeça e empurra-a contra as mamas e sussurra:
Chupa-as! lambe-as! aperta-as!
Eu estava nas nuvens, agora já cheio de tesão e contente por ir dar uma foda numa Sra. que se não tivesse outro motivo de interesse, pelo menos as mamas agradavam-me.
Ali, os dois de pé, lambi, chupei apertei, embora a medo, não queria que a Sra. levasse a mal, entretanto a Sra. diz-me:
-Vem comigo
Saímos do quarto e entrou na casa de banho que se encontrava em frente, sentou-me no bidé e lavou-me, lavou-me suavemente, a mão abarcava o meu caralho por completo e ela masturbava-me devagar, quando fazia o movimento descendente apertava o mais que podia e puxava a pele o mais que podia, sem perguntas passou com os dedos no meu cú, com os dedos cheios de sabonete forçou um pouco o cú a sensação passou de desconfortável a ligeiramente agradável (nunca isto me tinha acontecido) de seguida troamos de posição e tocou-me a mim lavar-lhe a cona, coisa que naquela idade nunca tinha feito, eu estava delirante, as instruções iam sendo dadas e eu cumpria-as á risca, até que a D Edite diz:
- Aí passa devagarinho, só com a pontinha dos dedos
A minha ignorância revela-se
-Aí onde?
-Mais a cima! Mais um bocadinho! AÍ mesmo
Noto então um altinho e noto que sempre que lhe toco aquilo faz efeito e sai gemido, a D Edite diz-me então que daí a pouco já me mostra o que é e como tratar, eu tinha acabado de descobrir o Clitóris, coisa que até aí a minha experiencia não tinha dado nenhuma importância.
Voltamos para o quarto de onde tínhamos saído, eu acabo por tirar a t-Shirt que trago e a D Edite acaba por tirar a bata deita-se atravessada na cama de um só corpo e pela primeira vez via uma mulher feita toda nua, os meus olhos passam das mamas para o monte de vénus e vice versa, surge então uma pergunta
-Gostas do que vês?
Para de seguida vir a ordem
-Toca-me
Agora já com menos medo passo uma das mãos na cona da D Edite, ela abre ligeiramente as pernas, consigo perceber que os pelos continuam por ali abaixo, tento pôr um dedo e de imediato as pernas se abrem de par em par e dou de caras com uma cona fenomenal, linda, cor de rosa, afasto os grandes lábios e aparece a mão direita da D Edite, passa os dedos pela cona e de seguida dois deles desaparecem dentro daquela cona linda, demora alguns segundos e retira-os de lá de dentro meios húmidos e encaminha-os para a minha boca, eu fiquei atrapalhado, aquilo era outro nível, não estava preparado para aquilo, nem eu nem muitos dos que comigo cresceram, era tudo novo, hesitante levei os dedos da Sra. á boca, não me pareceu mal, de seguida colocou os mesmos dedos junto ao tal altinho e fê-lo sair e disse:
Passa lá para baixo e chupa-me!
Eu estava a um bocadinho de fazer o meu primeiro minete, puxou-me a cabeça posicionou-a e foi dando instruções, passa a língua devagar, chupa um bocadinho, mete a língua dentro, põe e mete a língua, as instruções repetiam-se e eu ia cumpria o melhor que conseguia, de seguida a D Edite pede para eu me deitar para me chupar...que broche!
Passados quarenta anos ainda tenho bem presente as sensações que aquela boca me fez sentir.
Envolvemo-nos das mais variadas maneiras sempre com as instruções da D Edite, quando ela via que a coisa estava a aquecer demais para mim, dava-me um ligeiro puxão nos colhões e a coisa passava, coisa a que eu não achei muita graça a explicação veio mais tarde.
Outra coisa nova para mim foi a D Edite estar a cavalgar em cima de mim e das duas vezes que se veio, fê-lo na minha boca, saiu de cima do caralho rapidamente e veio colocar-se de cócoras em cima da minha boca, veio-se assim duas vezes.
De repente barulho no corredor, entrei em pânico, a D Edite diz para eu ter calma que vai ver o que é, entra o Sr. Aníbal porta dentro, meu este meu aquele, filho desta e filha daquela, sai do quarto a dizer que vai buscar o gancho (foi aí que eu soube que o Sr. Aníbal não era policia, mas sim estivador), eu precipito-me para a minha roupa e o Sr. Aníbal diz-me para eu não me mexer, para me manter nu, a D Edite coloca-se á minha frente e diz para o Sr. não me fazer mal, o Sr. Aníbal neste momento já tem na mão um gancho em aço utilizado pelos estivadores e diz que me mata e que faz mais não sei o quê e a D Edite continua com a voz calma a dizer para não me fazer mal.
Saem os dois do quarto e eu achei que para o que tinha acabado de acontecer, até que não tinha corrido mal e se p homem não me tinha morto até ali provavelmente já não faria, no entanto as ameaças de queixas aos meus pais estavam a fazer-me confusão.
Continuava em pé junto da minha roupa á espera da ordem para me vestir, curiosamente a D Edite continuava nua.
Os dois estavam no quarto ao lado a conversar, até que a D edite entra no quarto e o Sr. Aníbal foi para a casa de banho, eu aflito pergunto
-E agora
e a resposta foi tudo aquilo que eu não esperava
- Ainda nos vamos rir disto os três!
A D Edite tinha-se sentado na beira da cama e pediu para eu me sentar ao lado dela e ali ficamos alguns minutos, ela ia fazendo festas nas minhas pernas, eu continuava a olhar para as manas, mas agora sem me darem tesão, entretanto, entra o Sr. Aníbal porta dentro, sem gancho e pasmem-se, todo nu, aproxima-se de nós, coloca-se em frente aos dois e começa a masturbar-se devagar, O Sr. Aníbal é um tipo de mais ou menos 60 anos, gordo, muito peludo media talvez 1.70m e tinha aquilo que eu chamo um caralho interessante, cabeça mais fina que o resto do membro que mediria talvez 16 a 17cm, eu não sabia o que dizer, nem fazer, a ideia de mamar no caralho não me alarmava, já o tinha feito algumas vezes, aliás meses antes tinha feito amizade com dois Srs. mais ou menos da mesma idade (esta experiencia conto oportunamente), o Sr. Aníbal decide apontar o caralho na direção da mulher, que sem mais conversa começa a chupar, eu continuava parado sem saber o que ia acontecer, até que o Sr. Aníbal, decide tirar o caralho da boca da esposa e coloca-lo na minha, eu chupo o melhor que sei, ele então tira o caralho da minha boca, diz para me ajoelhar e diz para eu lhe chupar os colhões, nesse instante sinto uma mão a mexer-me no caralho, ora com o Sr. Aníbal estava de pé, só podia ser a D Edite, brutal, neste momento a tesão já havia regressado e eu estava empenhadíssimo a mamar no caralho e colhões do Sr. curiosamente a minha experiencia permitia que eu necessitasse de menos instruções agora do que há uma hora a trás. Mudamos de posição e ficamos desta forma, o Sr. Aníbal deitado, a esposa por cima em posição 69 e eu em frente dela os dois a mamarmos no caralho do Sr. Aníbal, de seguida o Sr. Aníbal pediu para trocarmos passando eu para o lugar dele, só que o Sr. Aníbal iria foder a esposa, assim o Sr. Aníbal ia metendo na cona da D Edite e de vez em quando tirava e ponha na minha boca, eu por minha vez tinha a cona da Sra. e os colhões do Sr. para lamber. Tudo corria bem até o Sr. Aníbal dizer que me queria comer, eu achava o caralho do Sr. demasiado grande, com grandes cuidados o Sr. foi metendo dentro de mim, com a ajuda da D Edite, que colocou primeiro um dedo e depois dois e besuntou-me o cú com azeite e foi ela que me abria o cu á medida que ia encaminhando o caralho do marido, quando já estava a entrar e a sair foi colocar-se de cócoras e a masturbar-se a verme ser comido.
Alguns minutos passados a D Edite veio-se pela terceira vez, o Sr. Aníbal veio-se motivado pela esposa a vir-se na minha boca e eu acabei por me vir fortemente chupado pelos dois.
Este foi o primeiro episodio de muitos que tive com este casal e só acabou quando sai de casa dos meus pais
発行者 zemaduro
5年前
コメント数
xHamsterは 成人専用のウェブサイトです!

xHamster で利用できるコンテンツの中には、ポルノ映像が含まれる場合があります。

xHamsterは18歳以上またはお住まいの管轄区域の法定年齢いずれかの年齢が高い方に利用を限定しています。

私たちの中核的目標の1つである、保護者の方が未成年によるxHamsterへのアクセスを制限できるよう、xHamsterはRTA (成人限定)コードに完全に準拠しています。つまり、簡単なペアレンタルコントロールツールで、サイトへのアクセスを防ぐことができるということです。保護者の方が、未成年によるオンライン上の不適切なコンテンツ、特に年齢制限のあるコンテンツへのアクセスを防御することは、必要かつ大事なことです。

未成年がいる家庭や未成年を監督している方は、パソコンのハードウェアとデバイス設定、ソフトウェアダウンロード、またはISPフィルタリングサービスを含む基礎的なペアレンタルコントロールを活用し、未成年が不適切なコンテンツにアクセスするのを防いでください。

운영자와 1:1 채팅