SEGREDOS DA SUÍTE 27
Com a reabertura dos bares e um calor que chega aos 40 graus aqui no norte de Minas eu que já estava a tempos com vontade de sair não pude negar a ideia de Thabata em reunir as meninas do serviço e ir a algum barzinho já que ela estaria nesse fim de semana “solteira” pois seu “namorido” viajaria para a cidade dos pais, e eu como também estou bem distante do meu namorado (quem leu as outras histórias sabe), não teria motivos para não aceitar.
Convidamos também Mara e Raquel que eram do mesmo grupo de trabalho da gente até pouco tempo, éramos muito parceiras no início, infelizmente cada uma foi transferida para outros departamentos e perdemos um pouco do contato, seria legal reuni-las.
Mara é uma morena de um jeito naturalmente provocante (cara de safada) mas é exatamente o contrário, tinha vergonha de falar sobre sexo com a gente e de se vestir de uma maneira mais ousada por exemplo, é assim por ser criada dentro de uma família extremamente conservadora, nunca vi ninguém demonstrar tanta vergonha ao ter sua beleza elogiada. Raquel é o contrário, uma “agora loira” não tão bonita assim, mas que sabe muito bem “vender” a sua imagem. Sempre bem maquiada e de cabelo impecável, roupas que destacam os seios que é sem dúvida o seu ponto de atração, tipo de pessoa divertida de sair, pois não sabe o que é timidez, sem nenhum medo de tomar iniciativas, não tem vergonha de ter vergonha, brincávamos que é dela o Whatsapp que mais recebe nudes no Brasil!
Combinamos todas de nos encontrar em um bar muito conhecido aqui na região central da cidade e como a muito, muito tempo eu não saía me senti motivada a caprichar no visual e me sentir sexy mesmo que não tivesse inicialmente na cabeça a ideia de ficar com ninguém.
Vestido justo e curto, saltinho, brinco, colar, pulseira, maquiagem, cabelo, depilação (vai que...) e uma calcinha preta minúscula que comprei para que não marcasse o vestido, me senti sedutora e atraente em frente ao espelho, estava pronta para a diversão.
Ao chegar no bar já avistei em uma mesa logo na entrada a Thabata com uma amiga que havia vindo com ela, eram aparentemente da mesma idade (vinte e poucos anos) e exageradamente bonita. Elis tem um corpo que a cada vez que se levantava para ir ao banheiro todos na casa a comiam com os olhos, os homens acompanhados disfarçando, os desacompanhados babando e as mulheres a secando mas todos sem exagero admiravam!
Thabata por outro lado não faz esse estilo mulherão, pelo contrário é uma beleza mais delicada e discreta (falei um pouco sobre ela no conto “A minha quarentena”), faz o estilo ******* o que parece atrair principalmente o olhar dos homens mais velhos.
As outras meninas demoraram bastante, quando chegaram nós já havíamos consumido “alguns” dos deliciosos drinks da casa que infelizmente não ia ficar por muito mais tempo aberta devido as restrições de horário da Pandemia, o que era uma pena, estávamos gostando de estar ali.
Mara e Raquel que não costumavam beber pra nossa surpresa entraram no clima, estávamos nos divertindo quando o garçom informou que seria a hora de encerrar a conta, a casa deveria fechar as 23:00 horas. Que ducha de água fria!
Focamos em encontrar uma alternativa, a noite estava só começando e ninguém queria ir pra casa, noite quente, clima agradável, papo descontraído... Mas todos os bares fechariam em minutos.
Estava pensando em convidar as meninas pra irem lá pra casa quando ouvi uma ideia tão bizarra quanto interessante vinda de Mara:
- “Oh! Que acha da gente ir pra um motel?”
É claro que rimos, rimos muito e aí ela justificou a ideia;
- “Pelo menos lá não vai fechar uai, a gente leva uma bebida e pode ficar quanto tempo quiser, quem sentir sono tem lugar pra dormir, baita calor, a gente pode pegar um quarto com piscina, lá na minha cidade a gente sempre fazia isso”.
A proposta de início absurda já não era tão idiota assim e rapidinho estávamos animadas com a ideia, alguns telefonemas para os namorados de Thabata e de Elis pra dizer que iríamos pra minha casa (Thabata resolveu não seguir com a gente mas Elis sim), compramos uma Garrafa de Gyn, energéticos e então saímos as quatro rumo a rodovia para o Motel que segundo Raquel teria os quartos mais apropriados pra nossa festa.
Ela acertou!
Ficamos com um quarto simplesmente enorme, não me recordo o nome da suíte mas era pensada para orgias; duas camas enormes, piscina, sauna, banheira gigante, luzes diversas. De inicio parecíamos crianças (inclusive eu que sou a mais velha do grupo). Elis já chegou tirando o vestido e pulando na piscina, Mara toda encantada já foi ver as opções de filmes eróticos na TV e ligar a hidro, Raquel preparar as bebidas e responder seus “amigos” do Whatsapp e alguém foi ligar o som nas alturas (euzinha no caso).
Em pouco tempo a bebida subiu e a adrenalina abaixou, nos reunimos na piscina onde Raquel relatava muito empolgada sobre o dia que havia ido a este mesmo motel com dois homens. Nós escutamos muito atentas, nenhuma tinha tal experiência e a forma dela contar era empolgante, foi entrevistada por nossas curiosidades e não se curvou das respostas e nem dos detalhes, o tema tomou conta da noite e a festa virou uma espécie de “mesa redonda” (batizada de “cama redonda”), um rodízio onde cada uma contou uma experiência marcante e respondeu algumas rodadas de perguntas. As confissões eram variadas, as vezes excitantes, as vezes horríveis e muitas vezes engraças. As melhores eram as de Raquel até pela forma teatral dela contar embora uma mais me chamou a atenção, o exemplo de como “o mundo é pequeno”, contando sobre o caso dela com um homem casado que por incrível coincidência era meu vizinho e que no dia contou que curtia uma “inversão de papéis”.
Mara tinha pouco a dizer, só teve o atual namorado até hoje além de algumas punhetas que ela batia pra um menino da escola quando *********te, contou que o namorado não gosta de sexo oral e que as vezes sente muito tesão andando de bicicleta a ponto de chegar ao orgasmo. Ela ficou muito bêbada, logo deitou na cama e quando achamos que fosse se masturbar vendo o pornô ela dormiu.
Quando chegou a vez de Elis eu já estava bastante bêbada e ela só de calcinha se movendo na piscina me desconcentrava. Contou que um cara que ela ficava vivia pedindo para ela tirar a virgindade do irmão mais novo e embora ela negasse por bastante tempo acabou acontecendo, menino de sorte.
Falei sobre os tempos de universidade e o dia que eu e uma amiga “dividimos o mesmo pau” (já falei sobre isso em outro conto). Claro que tive que responder sobre o que rolou entre nós duas o que pra mim é fácil, não rolou nada, nós éramos muito amigas, morávamos juntas e não tinha qualquer clima, foi só uma maldadezinha mesmo.
Relembrar esse dia ainda hoje me acende o desejo, o álcool, o ambiente, as confissões, o pornô na televisão, nós seminuas me deixou ainda mais excitada e tenho certeza que as outras meninas também, embora ninguém tenha demonstrando qualquer segunda intenção estávamos bêbadas, diante daquela facilidade uma “faísca” poderia ser fatal, fingíamos naturalidade mas era sim uma ocasião perfeita para novas experiências.
Me pegava admirando agora pelo espelho o corpo de Elis tirando a calcinha e se secando, com ela eu toparia mas meu cérebro passou a imaginar *****santemente como seria meu namorado com ela. Fantasio sozinha muitas vezes ele transando com outra mulher e esse fetiche me invadiu naquele momento.
Ela se enrolou na toalha e deitou de bruços, pelo espelho eu via por trás a sua bunda semi descoberta, grande e empinada, ao gargalhar balançava eroticamente enquanto a xoxota bem pequena se escondia na sombra daquelas coxas grossas.
Raquel passou a compartilhar com a gente sua coleção de nudes do celular, um arquivo pessoal de pau de todos os modelos que alguém possa imaginar, Elis se sentiu a vontade para mostrar as fotos do seu amigo virtual e ao se virar para pegar o telefone no carregador ficou de quatro parada por uns segundos com a buceta agora completamente exposta para mim que ***********emente à comi com os olhos e brinquei;
- “Nossa Elis, se eu fosse homem agora não perdoava!”
Ela somente riu me olhando pelo espelho, fez uma “dancinha” se empinando ainda mais e voltou a posição de bruços, a toalha não cobria mais nada.
Eu no auge da bebedeira fui contagiada pelo clima e abri minha “pasta secreta” mostrando fotos do Rodrigo sentado no sofá de casa e tomando banho, todas com aquele pau de respeito bem em pé, ela não sabia quem era Rodrigo e espontaneamente comentou;
- “Credo, que delicia, já sentou nesse sofá Cris?”.
Soltei um irônico;
- “É? Gostou?”
Ela respondeu;
- “Seria tudo um desse!”
Embora sem qualquer motivo eu senti raiva, ciúmes e vontade de sair dali, levantei e fui ao banheiro com a intenção de tomar um banho, melhorar um pouco da bebedeira e ir pra casa, Mara já dormia a algum tempo e pra mim aquela loucura estava suficiente.
Debaixo de uma ducha deliciosa voltei um pouco da consciência, raciocinei sobre onde estava mas voltei a notar o quanto minha buceta estava sensível e molhada, massageava ela discretamente pois através de algumas divisórias de vidro eu poderia ser vista, porém era a oportunidade de aliviar o tesão acumulado, fiquei ali me sentindo santa e puta ao mesmo tempo, desejando sexo, queria ser devorada por um homem mas aquele tesão me permitia imaginar mais do que nunca gozar com uma mulher, viajei por alguns minutos, fantasiei e quando abri os olhos vi por um vidro já embaçado pelo vapor do chuveiro Elis beijando ferozmente os seios de Raquel a beira da piscina enquanto ambas se masturbavam, aquela cena disparou o meu coração, eu havia acabado de gozar mas minha buceta reacendeu imediatamente, claro que fiquei com vontade de ir participar ou pelo menos buscar meu celular para registrar a cena, mas travei, me senti nervosa e fiquei ali assistindo com medo de atrapalhar algo e perder a imagem, eu que desde nova me excitava vendo vídeos de mulheres estava ali vendo um pornô lésbico passar de fundo na TV enquanto as meninas se comiam com os dedos, demonstravam não ter muita experiência mas o tesão entre elas era louco.
Raquel “coitada” gozava a cada toque de Elis que parecia ter os dedos encantados, tudo que ela fazia causava um orgasmo, Elis tecnicamente comeu a Raquel, a menina comandou as ações, seus dedos em pouco tempo fizeram de tudo, até o cuzinho ela comeu, deu tapas na bunda, mamou, lambeu, chupou, usou, abusou e no fim deu um show se esfregando muito sensualmente em Raquel, de frente e de costas, uma verdadeira massagem com a buceta no corpo da amiga, se remexia olhando no espelho, montou na bunda da Raquel como se estivesse enfiando o pau, esfregou ppk com ppk, passou delicadamente nos seios e sentou na cara da amiga, sempre se assistindo. Ainda rolou um 69 bem rapidinho mas voltou apressada pra encostar as bucetas pois queria gozar ali e assim fez intensamente numa cavalgada descontrolada, Raquel apertava e abria a bunda de Elis tentando fazer com que seus dedos alcancem o cú mas os movimentos eram tão frenéticos que ela não conseguiu, Elis gozou se tremendo toda.
A cena era obscena e eu também gozei gostoso demais ali em pé, precisei me escorar, minhas pernas tremiam de tanto prazer.
Mantive o chuveiro ligado o tempo todo e pra lá voltei, após algum tempo percebi Elis se aproximando, fingi que havia passado mau e que não tinha visto nada, ela me abraçou nua e com o corpo ainda quente de sexo se desculpou pelo comentário sobre Rodrigo, disse que em determinado momento se sentiu atraída por mim e por conta disso tinha acabado de fazer algo que não estava com vontade (Não foi o que me pareceu assistindo).
Depois que a bebedeira e o tesão diminuiu veio a realidade, segui fingindo que não estava bem, disse que havia *****ado e queria ir embora, rapidamente todas se arrumaram e fomos.
Nós quatro não nos falamos mais até então, Thabata, (a que resolveu não ir conosco) me mandou mensagens querendo saber o que tinha acontecido pois a Elis não contou nada, eu também omiti alguns fatos.
Um dia desses contei pra Rodrigo, claro que não tudo, nessa versão da história viemos pra casa ao invés do motel, ninguém transou, só conversamos e flertamos, inacreditavelmente contei sobre ter exibido a foto do seu corpo e do seu pau pra uma das meninas e que ela elogiou o tamanhão, ele se fez de sem graça mas certamente gostou. Fim de semana passado Elis me adicionou em uma rede social e no mesmo dia comentou diversas fotos sempre me elogiando. Hora fico constrangida, hora com tesão e me pego excitada com essa fantasia, embora com receios vejo como excitante imaginar uma festinha regada a Gyn e energético a três.
Convidamos também Mara e Raquel que eram do mesmo grupo de trabalho da gente até pouco tempo, éramos muito parceiras no início, infelizmente cada uma foi transferida para outros departamentos e perdemos um pouco do contato, seria legal reuni-las.
Mara é uma morena de um jeito naturalmente provocante (cara de safada) mas é exatamente o contrário, tinha vergonha de falar sobre sexo com a gente e de se vestir de uma maneira mais ousada por exemplo, é assim por ser criada dentro de uma família extremamente conservadora, nunca vi ninguém demonstrar tanta vergonha ao ter sua beleza elogiada. Raquel é o contrário, uma “agora loira” não tão bonita assim, mas que sabe muito bem “vender” a sua imagem. Sempre bem maquiada e de cabelo impecável, roupas que destacam os seios que é sem dúvida o seu ponto de atração, tipo de pessoa divertida de sair, pois não sabe o que é timidez, sem nenhum medo de tomar iniciativas, não tem vergonha de ter vergonha, brincávamos que é dela o Whatsapp que mais recebe nudes no Brasil!
Combinamos todas de nos encontrar em um bar muito conhecido aqui na região central da cidade e como a muito, muito tempo eu não saía me senti motivada a caprichar no visual e me sentir sexy mesmo que não tivesse inicialmente na cabeça a ideia de ficar com ninguém.
Vestido justo e curto, saltinho, brinco, colar, pulseira, maquiagem, cabelo, depilação (vai que...) e uma calcinha preta minúscula que comprei para que não marcasse o vestido, me senti sedutora e atraente em frente ao espelho, estava pronta para a diversão.
Ao chegar no bar já avistei em uma mesa logo na entrada a Thabata com uma amiga que havia vindo com ela, eram aparentemente da mesma idade (vinte e poucos anos) e exageradamente bonita. Elis tem um corpo que a cada vez que se levantava para ir ao banheiro todos na casa a comiam com os olhos, os homens acompanhados disfarçando, os desacompanhados babando e as mulheres a secando mas todos sem exagero admiravam!
Thabata por outro lado não faz esse estilo mulherão, pelo contrário é uma beleza mais delicada e discreta (falei um pouco sobre ela no conto “A minha quarentena”), faz o estilo ******* o que parece atrair principalmente o olhar dos homens mais velhos.
As outras meninas demoraram bastante, quando chegaram nós já havíamos consumido “alguns” dos deliciosos drinks da casa que infelizmente não ia ficar por muito mais tempo aberta devido as restrições de horário da Pandemia, o que era uma pena, estávamos gostando de estar ali.
Mara e Raquel que não costumavam beber pra nossa surpresa entraram no clima, estávamos nos divertindo quando o garçom informou que seria a hora de encerrar a conta, a casa deveria fechar as 23:00 horas. Que ducha de água fria!
Focamos em encontrar uma alternativa, a noite estava só começando e ninguém queria ir pra casa, noite quente, clima agradável, papo descontraído... Mas todos os bares fechariam em minutos.
Estava pensando em convidar as meninas pra irem lá pra casa quando ouvi uma ideia tão bizarra quanto interessante vinda de Mara:
- “Oh! Que acha da gente ir pra um motel?”
É claro que rimos, rimos muito e aí ela justificou a ideia;
- “Pelo menos lá não vai fechar uai, a gente leva uma bebida e pode ficar quanto tempo quiser, quem sentir sono tem lugar pra dormir, baita calor, a gente pode pegar um quarto com piscina, lá na minha cidade a gente sempre fazia isso”.
A proposta de início absurda já não era tão idiota assim e rapidinho estávamos animadas com a ideia, alguns telefonemas para os namorados de Thabata e de Elis pra dizer que iríamos pra minha casa (Thabata resolveu não seguir com a gente mas Elis sim), compramos uma Garrafa de Gyn, energéticos e então saímos as quatro rumo a rodovia para o Motel que segundo Raquel teria os quartos mais apropriados pra nossa festa.
Ela acertou!
Ficamos com um quarto simplesmente enorme, não me recordo o nome da suíte mas era pensada para orgias; duas camas enormes, piscina, sauna, banheira gigante, luzes diversas. De inicio parecíamos crianças (inclusive eu que sou a mais velha do grupo). Elis já chegou tirando o vestido e pulando na piscina, Mara toda encantada já foi ver as opções de filmes eróticos na TV e ligar a hidro, Raquel preparar as bebidas e responder seus “amigos” do Whatsapp e alguém foi ligar o som nas alturas (euzinha no caso).
Em pouco tempo a bebida subiu e a adrenalina abaixou, nos reunimos na piscina onde Raquel relatava muito empolgada sobre o dia que havia ido a este mesmo motel com dois homens. Nós escutamos muito atentas, nenhuma tinha tal experiência e a forma dela contar era empolgante, foi entrevistada por nossas curiosidades e não se curvou das respostas e nem dos detalhes, o tema tomou conta da noite e a festa virou uma espécie de “mesa redonda” (batizada de “cama redonda”), um rodízio onde cada uma contou uma experiência marcante e respondeu algumas rodadas de perguntas. As confissões eram variadas, as vezes excitantes, as vezes horríveis e muitas vezes engraças. As melhores eram as de Raquel até pela forma teatral dela contar embora uma mais me chamou a atenção, o exemplo de como “o mundo é pequeno”, contando sobre o caso dela com um homem casado que por incrível coincidência era meu vizinho e que no dia contou que curtia uma “inversão de papéis”.
Mara tinha pouco a dizer, só teve o atual namorado até hoje além de algumas punhetas que ela batia pra um menino da escola quando *********te, contou que o namorado não gosta de sexo oral e que as vezes sente muito tesão andando de bicicleta a ponto de chegar ao orgasmo. Ela ficou muito bêbada, logo deitou na cama e quando achamos que fosse se masturbar vendo o pornô ela dormiu.
Quando chegou a vez de Elis eu já estava bastante bêbada e ela só de calcinha se movendo na piscina me desconcentrava. Contou que um cara que ela ficava vivia pedindo para ela tirar a virgindade do irmão mais novo e embora ela negasse por bastante tempo acabou acontecendo, menino de sorte.
Falei sobre os tempos de universidade e o dia que eu e uma amiga “dividimos o mesmo pau” (já falei sobre isso em outro conto). Claro que tive que responder sobre o que rolou entre nós duas o que pra mim é fácil, não rolou nada, nós éramos muito amigas, morávamos juntas e não tinha qualquer clima, foi só uma maldadezinha mesmo.
Relembrar esse dia ainda hoje me acende o desejo, o álcool, o ambiente, as confissões, o pornô na televisão, nós seminuas me deixou ainda mais excitada e tenho certeza que as outras meninas também, embora ninguém tenha demonstrando qualquer segunda intenção estávamos bêbadas, diante daquela facilidade uma “faísca” poderia ser fatal, fingíamos naturalidade mas era sim uma ocasião perfeita para novas experiências.
Me pegava admirando agora pelo espelho o corpo de Elis tirando a calcinha e se secando, com ela eu toparia mas meu cérebro passou a imaginar *****santemente como seria meu namorado com ela. Fantasio sozinha muitas vezes ele transando com outra mulher e esse fetiche me invadiu naquele momento.
Ela se enrolou na toalha e deitou de bruços, pelo espelho eu via por trás a sua bunda semi descoberta, grande e empinada, ao gargalhar balançava eroticamente enquanto a xoxota bem pequena se escondia na sombra daquelas coxas grossas.
Raquel passou a compartilhar com a gente sua coleção de nudes do celular, um arquivo pessoal de pau de todos os modelos que alguém possa imaginar, Elis se sentiu a vontade para mostrar as fotos do seu amigo virtual e ao se virar para pegar o telefone no carregador ficou de quatro parada por uns segundos com a buceta agora completamente exposta para mim que ***********emente à comi com os olhos e brinquei;
- “Nossa Elis, se eu fosse homem agora não perdoava!”
Ela somente riu me olhando pelo espelho, fez uma “dancinha” se empinando ainda mais e voltou a posição de bruços, a toalha não cobria mais nada.
Eu no auge da bebedeira fui contagiada pelo clima e abri minha “pasta secreta” mostrando fotos do Rodrigo sentado no sofá de casa e tomando banho, todas com aquele pau de respeito bem em pé, ela não sabia quem era Rodrigo e espontaneamente comentou;
- “Credo, que delicia, já sentou nesse sofá Cris?”.
Soltei um irônico;
- “É? Gostou?”
Ela respondeu;
- “Seria tudo um desse!”
Embora sem qualquer motivo eu senti raiva, ciúmes e vontade de sair dali, levantei e fui ao banheiro com a intenção de tomar um banho, melhorar um pouco da bebedeira e ir pra casa, Mara já dormia a algum tempo e pra mim aquela loucura estava suficiente.
Debaixo de uma ducha deliciosa voltei um pouco da consciência, raciocinei sobre onde estava mas voltei a notar o quanto minha buceta estava sensível e molhada, massageava ela discretamente pois através de algumas divisórias de vidro eu poderia ser vista, porém era a oportunidade de aliviar o tesão acumulado, fiquei ali me sentindo santa e puta ao mesmo tempo, desejando sexo, queria ser devorada por um homem mas aquele tesão me permitia imaginar mais do que nunca gozar com uma mulher, viajei por alguns minutos, fantasiei e quando abri os olhos vi por um vidro já embaçado pelo vapor do chuveiro Elis beijando ferozmente os seios de Raquel a beira da piscina enquanto ambas se masturbavam, aquela cena disparou o meu coração, eu havia acabado de gozar mas minha buceta reacendeu imediatamente, claro que fiquei com vontade de ir participar ou pelo menos buscar meu celular para registrar a cena, mas travei, me senti nervosa e fiquei ali assistindo com medo de atrapalhar algo e perder a imagem, eu que desde nova me excitava vendo vídeos de mulheres estava ali vendo um pornô lésbico passar de fundo na TV enquanto as meninas se comiam com os dedos, demonstravam não ter muita experiência mas o tesão entre elas era louco.
Raquel “coitada” gozava a cada toque de Elis que parecia ter os dedos encantados, tudo que ela fazia causava um orgasmo, Elis tecnicamente comeu a Raquel, a menina comandou as ações, seus dedos em pouco tempo fizeram de tudo, até o cuzinho ela comeu, deu tapas na bunda, mamou, lambeu, chupou, usou, abusou e no fim deu um show se esfregando muito sensualmente em Raquel, de frente e de costas, uma verdadeira massagem com a buceta no corpo da amiga, se remexia olhando no espelho, montou na bunda da Raquel como se estivesse enfiando o pau, esfregou ppk com ppk, passou delicadamente nos seios e sentou na cara da amiga, sempre se assistindo. Ainda rolou um 69 bem rapidinho mas voltou apressada pra encostar as bucetas pois queria gozar ali e assim fez intensamente numa cavalgada descontrolada, Raquel apertava e abria a bunda de Elis tentando fazer com que seus dedos alcancem o cú mas os movimentos eram tão frenéticos que ela não conseguiu, Elis gozou se tremendo toda.
A cena era obscena e eu também gozei gostoso demais ali em pé, precisei me escorar, minhas pernas tremiam de tanto prazer.
Mantive o chuveiro ligado o tempo todo e pra lá voltei, após algum tempo percebi Elis se aproximando, fingi que havia passado mau e que não tinha visto nada, ela me abraçou nua e com o corpo ainda quente de sexo se desculpou pelo comentário sobre Rodrigo, disse que em determinado momento se sentiu atraída por mim e por conta disso tinha acabado de fazer algo que não estava com vontade (Não foi o que me pareceu assistindo).
Depois que a bebedeira e o tesão diminuiu veio a realidade, segui fingindo que não estava bem, disse que havia *****ado e queria ir embora, rapidamente todas se arrumaram e fomos.
Nós quatro não nos falamos mais até então, Thabata, (a que resolveu não ir conosco) me mandou mensagens querendo saber o que tinha acontecido pois a Elis não contou nada, eu também omiti alguns fatos.
Um dia desses contei pra Rodrigo, claro que não tudo, nessa versão da história viemos pra casa ao invés do motel, ninguém transou, só conversamos e flertamos, inacreditavelmente contei sobre ter exibido a foto do seu corpo e do seu pau pra uma das meninas e que ela elogiou o tamanhão, ele se fez de sem graça mas certamente gostou. Fim de semana passado Elis me adicionou em uma rede social e no mesmo dia comentou diversas fotos sempre me elogiando. Hora fico constrangida, hora com tesão e me pego excitada com essa fantasia, embora com receios vejo como excitante imaginar uma festinha regada a Gyn e energético a três.
5年前