O Inicio de tudo
Mais uma vez, o que vou contar é rigorosamente verdade.
Apanhei o elétrico 25 na Rua do Arsenal com destino a casa, estávamos em Outubro de 1979, começava a escurecer, o elétrico ia cheio como sempre, naquela altura o transito em Lisboa era uma coisa fora do comum, para se ter uma ideia do que digo, esta viagem até Campo de Ourique podia demorar mais de 1.00h, para quem conhece Lisboa e tem mais de 50 anos, lembrar-se-á que esta carreira de elétrico, fazia “Praça do Comércio”, “Gomes Freire” isto equivale por dizer que é mais ou menos percorrer meia cidade da altura, digo isto porque após a entrada na União Europeia (na altura CEE), Lisboa sofreu uma alteração brutal e acabou por se estender. Bom apanhei o elétrico, que como já disse ia cheio, acomodei-me como pôde e seguimos o nosso caminho, na paragem do “Corpo Santo”, acabaram por entrar mais 2, ou 3 pessoas, mais um aperto e sinto algo a empurrar-me na zona pélvica, na altura não liguei muito, só notei porque a batida foi com força, mas também com tanta gente era natural, a pressão mantinha-se até que sinto nitidamente o que me estava empurrar a mexer-se para a direita e depois para esquerda, sempre a fazer pressão e continuava, tentei perceber quem poderia estar a fazer aquilo, olhei em volta como pôde e verifiquei que naquela quantidade de gente iam talvez umas 8 a 10 Sras. a verdade é que nenhuma delas ia suficientemente perto de mim para poder estar a fazer aquilo, ao mesmo tempo que penso, o movimento começa a fazer efeito e começo a ficar com alguma tesão, não sendo nenhuma Sra. só podia ser um homem, tentei então perceber que homens é que estavam em condições de me provocar aquela sensação. Encostado á minha frente de lado ia um Sr. gordo pelo que eu podia ver pela cara, ou parte dela cabelo branco, barba cavanhaque e óculos, vestia um casaco azul e camisa aos quadrados, colado a ele e ainda á minha frente ia um Sr. com um fato de trabalho, careca, alto, cabelo preto e óculos de massa com umas lentes que faziam lembrar o fundo de uma garrafa, mas tinha um ara simpático, por de trás desse Sr. ia um outro que ainda hoje não percebe como é que conseguia equilibrar-se sem se segurar e lia o jornal “A Bola”, pela maneira como estávamos dispostos não havia muita escolha, tentei olhar cada um desses homens nos olhos para perceber qual deles me estava provocar, nada, não obtive sucesso, a pressão intensifica-se e o Sr. agora decide agarrar no volume que se forma nas minhas calças e simula uma punheta, agarra a minha picha com força, esta situação é completamente nova para mim, nunca tinha percebido que tivesse alguma prazer com homens, joguei á bola partilhei balneários e nunca manifestei qualquer vontade de me relacionar com homens, no entanto, aquela ideia de um homem mais velho, bem mais velho a apalpar-me estava a mexer comigo. Eu tentava segurar-me o melhor que podia com a mão esquerda e tinha mão direita para baixo, decidi então aproximar a minha mão da mão que me estava a dar tesão, a pouco e pouco fui chegando a mão para junto da estranha até que lhe toquei, a mão que me apalpava colocou-se em cima da minha e empurrou-a contra a minha picha tesa, eu tentava olhar para os homens á minha volta mas nenhum me dizia coisa nenhuma, entretanto a mão estranha sai de cima da minha, o elétrico dá um solavanco e o Sr. do casaco azul vira-se e fica de frente para mim, a mão volta para junto da minha , agarra-a e conduzia para umas calças onde se percebia um volume , nessa altura percebi que estava a ser seduzido pelo Sr. do casaco azul, fiquei com a mão estática, tinha acabado de ser apalpado por um homem com mais que idade para ser meu pai e isso estava dar-me tesão, mais, sentia a tesão do Sr. na minha mão e gostava. Que coisa tão estranha. Recebo dois toques da mão do Sr. que entretanto me tinha voltado a segurar na picha, como eu não fiz nada, ou porque não percebi, ou por medo , ou por outra razão qualquer, a mão deixa de me apalpar e sinto que o Sr. está a mexer nas calças e qual não é o meu espanto, pega na minha mão e coloca-a dentro da braguilha dele, nessa altura percebi que ia mexer num caralho dum homem, a excitação foi muita mas contida , fiz alguns movimentos como se me estivesse a acomodar, mas a intenção era mexer naquele caralho que o Sr. do casaco azul tinha posto á minha disposição, íamos parando de mexer á medida que íamos parando nas paragens, quando chegamos á” Estrela”, ainda eu não tinha conseguido chegar ao caralho do Sr., culpa das cuecas que eram enormes de pano grosso e que me pareceu terem braguilha, a “Estrela” era e ainda é um local central, entrava e saia gente e também era a paragem onde eu devia sair, mas claro, não me passava pela ideia sair ali naquele momento tão perto que estava de experimentar algo novo e que proporcionava sensações boas, as pessoas começam a pedir licença para saírem e vamo-nos acomodando outra vez, tirei a mão de dentro das calças do Sr. e cheguei-me a ele o mais que podia, nesse momento começo a sentir na anca do meu lado esquerdo um toque que eu entendi que era para me virar, virei-me ficando então com o rabo encostado ao Sr. do casaco azul, este por sua vez apalpa-me o mais que pode e empurra os dedos dele contra o meu cu como se quisesse furar as minhas calças, alivia essa pressão e vem apalpar-me entre as pernas e sobe a té ao meio do meu traseiro, sinto a mão direita do Sr. puxar a minha mão direita para as calças dele, muito a medo aperto o chumaço que se me apresenta, estivemos naquilo alguns momentos até que oiça o Sr. do casaco azul quase a falar-me ao ouvido:
-O Sr. dá-me licença para eu sair na próxima, ou também sai?
Eu quase com a voz embargada, respondi que também ia sair, a voz pareceu-me calma suave, julgo que foi fruto do momento, tudo me parecia bem.
Chegados a Campo de Ourique, eu fui o primeiro a sair e fiquei sem perceber muito bem o que fazer, acendi um cigarro e esperei para ver o que o Sr. do casaco azul fazia, ele desceu procurou-me com o olhar e encaminhou-se para um café icónico “O Canas”, encaminha-se para a zona da casa de bano e eu sigo-lhe os passos embora com alguma distancia, entrei e Sr. do casaco azul estava urinar no 1º de 3 urinóis, eu fui colocar-me no 3º, não sei porquê mas coloquei-me o mais longe possível, tiro o membro para fora como se tivesse com vontade de urinar, mas não estava, aliás naquele momento nem tesão tinha, tinha medo, olho para baixo com a minha picha murcha na mão, nesse momento, pelo canto do olho vejo o Sr. do casaco azul mexer-se, viro a cabeça e vejo-o de frente para mim com o caralho de fora e faz movimentos com a cabeça com a convidar-me, eu ia mexer no caralho dum homem, a tesão começou a voltar, ele aproxima-se mais e mexe-me no cu, com uma das mãos puxa a minha mão direita sem resistência para o caralho dele eu toco-lhe depois a minha mão abraça aquele caralho que não é grande nem grosso, tem a cabeça toda exposta, a luz da casa de banho não é muita o que impede de ver pormenores, estou em completo êxtase vou masturbando devagar aquele Sr. que a avaliar pelo dureza do caralho está a sentir-se muito bem, ele olha para uma janela pequena que se encontra na parede junto á porta, de seguida olha para mim e diz:
- Dá um beijinho, põe na boca
Eu levo a coisa á letra e dou-lhe um beijo no corpo do caralho, retomo a posição inicial e o Sr. diz para eu chupar, retraiu-me e ele volta:
- Chupa! Não tenhas medo, se aparecer sombra naquela janela, é sinal que vem ai gente e eu vejo.
Respondi que tinha medo e de facto tinha, isso aliado ao facto de estar a fazer aquilo pela primeira vez, dava-me cabo dos nervos. Após tanta hesitação da minha parte o sr. pergunta:
- Não gostas?
Ao que respondi que não sabia, a cara do Sr. mudou
-Nunca chupas-te?
- Não! É a primeira vez que faço isto
- Mas estavas a gostar!
- Sim, mas aqui tenho medo
- Então dá só um beijinho e vamos embora
Voltou a olhar para a janela ao mesmo tempo que procurava aminha cabeça para me indicar o caminha do caralho dele, a esse movimento achei muita graça, senti a mão na minha cabeça a pressionar-me contra o caralho dele, beijei-o uma e outra vez, passei ao de leve com a língua na cabeça e endireitei-me, o Sr. passou a mão pelo meu membro que estava a meio gás, colocou o dele para dentro das calças e saiu, eu fiquei um pouco mais e sai também.
Cá fora o Sr. do casaco azul aguardava-me e pergunta se eu no dia a seguir queria ir ter com ele mas tinha de ser depois das 19.30h, explica que tem uma tabacaria em frente á “Valenciana” (mais uma vez para quem tem mais de 50 anos e conhece Campo de Ourique sabe do que falo) e que depois dessa hora podemos estar á vontade, para mim foi um choque, o meu clube jogava ao outro dia para a taça UEFA e eu tinha combinado ir, após breves instantes respondi que sim, que ia ter com ele, só tinha de chegar e bater á porta.
Eu estava completamente fora de mim, toda aquela estória no elétrico, agora a possibilidade de ter durante mais tempo um caralho dum homem na mão, as horas até às 19.30h demoraram a passar, antes das 19.00h já eu rondava o sitio vendo quem entrava e quem saia tentava perceber onde estava o Sr. que me fazia estar ali ansioso por sexo, não quer dizer que tivesse falta de sexo, nada disso, tinha namorada e fodia regularmente, mas aquilo era diferente. Como já estava escuro cá fora tive a oportunidade de ver ao longe, que o Sr. estava atrás do balcão, mais uns minutos e a porta fecha depois de toda a gente sair, o Sr. volta a abrir a porta e corre até meio uma proteção em chapa ondulada que protege a porta em madeira e vidro. 19.30h passo para junto da montra e nada vejo bato á porta no vidro de baixo e ato imediato a porta abriu, baixo-me e entro o meu coração está acelerado, o Sr. fecha a porta e cumprimenta-me com um “Olá” e encaminha-me para dentro da loja para lá da zona de clientes, está tudo escuro, seguimos por um pequeno corredor e entramos numa sala á direita, acende a luz e fecha a porta era uma sala de trabalho ao meio tinha um conjunto de mesas tipo mesa de café, mas um pouco mais baixas, havia algumas cadeiras e um balcão junto a uma parede com muitos pacotes de tabaco e começou desta forma:
- Achei que não vinhas, gostas-te de ontem no elétrico?
Perguntas de circunstancia para quebrar o gelo, aproveitamos para nos apresentamos um ao outro, aproxima-se de mim, mexe-me na zona pélvica que estava completamente morta, com a outra mão mexe-me no rabo, ato continuo leva a mão á minha cabeça e beija-me, detestei e ele percebeu, pediu para abrir as calças ao mesmo tempo que desaperta as dele, seguidamente baixa as cuecas ficando então com o caralho já teso a apontar para mim, nessa altura já o meu também estava teso, coloca-se á minha frente e tentou aproximar a boca da minha, dei-lhe a face, beijou-me, levantou-me a camisola e beijou-me com força os bicos das mamas, com uma das mãos procura o meu caralho e massaja-o, ajoelha-se e chupa-me de uma maneira que eu só tinha como comparação algumas putas que me tinham chupado, endireita-se, aperta-me as mamas e pergunta:
- Gostas?
Eu digo que sim, neste momento eu também queria fazer aquilo, queria ter um caralho na boca, no entanto, estava á espera que a mão do Sr. me encaminhasse para lá, aquele movimento do dia anterior tinha feito muito efeito em mim, como que a ler o meu pensamento tira as mão do meu peito e encaminha-me a cabeça, não para o caralho mas para as mamas dele ao mesmo tempo que levanta a camisa, tal como me tinha parecido no dia anterior o Sr. Manuel era gordo, barriga grande, mamas salientes da gordura e muitos pelos brancos, imito o que me acabou de fazer, aperto com os dedos os bicos das mamas mas com muita contenção, pede-me para o fazer com mais força, quase em sussurro pede para lhe chupar as mamas, agrada-me procurar com a boca os bicos nomeio dos pelos, com uma mão mexe no meu caralho, com a outra encaminha a minha mão direita para o caralho dele, apercebo-me que está húmido, massajo devagar, de seguida vem aquilo que eu estava á espera, coloca uma das mãos na minha cabeça e encaminha-me para baixo, ao mesmo tempo que diz para lhe dar beijinhos, ajoelho-me e tenho uma visão que não tinha visto nunca, uns colhões enormes, pesados, bonitos, nunca tinha visto nada de parecido e muito francamente só vi maiores depois de ter acesso á NET, mas ao vivo foi até hoje o maior par de colhões que vi.
O Sr. Manuel percebeu o que se estava passar, encaminha o caralho para mim e eu mais uma vez beijo uma vez e outra, mexo nos colhões e beijo-os, massajo-os com as duas mãos e volto a beijá-los, agrada-me o cheiro da intimidade dele e endireito-me, ao que o Sr. Manuel diz:
- Então?
-Já dei beijinhos, ele faz um ar de espanto e explica
- Quando digo para me dares beijinhos é para chupares e lamberes para fazeres o que quiseres e gostares, não tenhas medo.
Após esta explicação, voltou a encaminhar-me para baixo e ai sim pôde fazer o que secretamente desejava, o Sr. Manuel sentou-se numa das cadeiras disponíveis e eu coloquei-me de joelhos em frente a ele e chupei e lambi e voltei a chupar e voltei a lamber, o Sr. Manuel como se apercebeu que a experiencia era nenhuma foi dando instruções, só não precisei de instruções para brincar com as bolas, o pináculo desse momento foi quando o Sr. Manuel se levanta e fletiu ligeiramente as pernas deixando os colhões em suspenso sem tocar em nada e aproveitei para os lamber e chupar da forma que me estava a dar mais prazer e julgo que não dava só a mim. O Sr. Manuel pede-me para me levantar e vem para trás de mim roçar aquele caralho bem duro em mim, de seguida pede-me para me colocar de gatas abrir o cu e lhe mostrar o buraquinho, nesse momento a coisa complica-se as estórias que tenho na cabeça que correram mal eram muitas, o Sr. Manuel diz que temos que nos conhecer e para eu não ter medo e como em ato de exemplo ajoelha-se e mostra o cu todo e diz:
- Mexe, mexe onde quiseres!
Aquela visão dá-me muita tesão, aquele cu a ser aberto e a visão dos colhões pendurados, levam-me a ajoelhar-me e passar a mão por toda aquela zona, baixo-me mais e vou mais uma vez beijar aqueles colhões descomunais, com uma das mãos masturbo-me, oiço o pedido para me roçar naquele cu, ajeito-me roço-me o mais que posso, sinto a mão do Sr. Manuel a tocar-me nos colhões a sensação é única, o Sr. coloca-se de joelhos e ficamos os dois frente a frente mas de joelhos, mais uma vez tenta beijar-me a boca, desvio-me, pede para me colocar de gatas como ele tinha feito, faço-o o Sr. Manuel coloca-se de um dos lados de forma que eu o consiga chupar e agora quase sem instruções percebo a intenção, com a mão passa a mão no meu cu fazendo a cada passagem pressão no meu buraco, percebo que vai levando a mão á boca para humedecer os dedos, a sensação que tenho é boa, a tesão é muita e deixo as coisa acontecerem o Sr. Manuel tira o caralho da minha boca e vai posicionar-se atrás de mim, mexe-me nos colhões e volta a passar os dedos no meu buraco, eu começo a ficar inquieto e digo que não quero que tenho medo, o Sr. Manuel então debruçado sobre mim diz-me que só vai roçar e que no dia que tiver de acontecer a penetração será porque eu quero, a medo aceito e sinto-o a roçar-se no meu cu coloca o caralho nomeio das duas bordas aperta-as e aumenta o ritmo em menos que nada a respiração aumenta de ritmo também, sinto o cu todo molhado, pára e respira fundo, tinha acabado de ter a primeira esporradéla no cu.
Ainda mal reposto de se ter vindo levanta-se e dirige-se para uma prateleira por de trás do balcão e trás um trapo o qual limpo o cu depois pede para me sentar e masturba-me com força, em três tempos venho-me também. Eu estava radiante, aquilo tinha sido melhor do que eu pensava, nunca tinha pensado numa situação destas, mas a verdade é que tinha acontecido e eu gostava. Depois de prontos para eu ir embora o Sr. Manuel pergunta se eu quero ir ter com ele no Sábado á mesma hora, sem hesitação disse que sim.
Fui para casa e até ao dia combinado a situação não me saia da cabeça e uma coisa importante para mim, o Sr. Manuel disse se tivesse de acontecer qualquer coisa era porque eu queria, começava aqui uma confiança forte neste Sr. que tinha acabado de conhecer.
As visitas tornaram-se frequentes, quase sempre combinadas de uma visita para outra, no entanto também acontecia eu aparecer para compar tabaco e combinar, embora o Sr. Manuel não gostasse muito, há medida que o tempo passava eu ia começando a desenvolver alguma vontade de ser penetrado, em casa ia metendo um dedo quando me masturbava, começava a tentar meter dois, começava a fazer comparações entre a dimensão do meu caralho e o do Sr. Manuel e achei que estava na altura de passar do roçar os dedos a fazer pressão no buraco para tentar por um dedo e depois passar para o caralho, embora a vergonha ainda me impedia de fazer isso por minha iniciativa. Chegava o mês de Dezembro e a meio da primeira semana tive uma boa noticia tinha arranjado emprego a começar em Janeiro, nesse mesmo dia desloquei-me a Campo de Ourique e marcamos para esse mesmo dia como sempre depois das 19.30h, bati á porta abriu-se encaminhei-me para salinha do sexo, estava tão bem disposto que decidi dar ao Sr. Manuel aquilo que ele tanto gostava e que pelos vistos era importante para ele, beija-lo na boca, o Sr. Manuel entra eu aproximo-me dele tiro-lhe os óculos coloco-os em cima da mesa grande, volto-me para ele e beijo-o demoradamente, enquanto beijava fui desapertando o cinto das calças dele e desapertando os botões das calças, coisa que não se tornava fácil por via da barriga gorda, levantei-lhe a camisa , beijei-lhe e chupei-lhe as mamas como ele gostava e sem necessidade de instruções, voltou a pegar-me na cabeça e voltou a beijar-me a boca, de seguida veio o que eu mais gostava, a mão por cima da cabeça a encaminhar-me para baixo, chupei com vontade tudo o que havia e gostava de chupar, quando já estava com muita tesão fui a minha vez de baixar as calças e sem conversas coloquei-me de gatas o Sr. Manuel sem perguntas veio para junto de mim já de joelhos, foi quando lhe pedi para colocar um dedo no meu cu, a cara do Sr. Manuel iluminou-se, disse-me para esperar e saiu, regressou com os dedos besuntados numa substancia que não era sabão, mas escorregava, ajoelhou-se ao meu lado, eu comecei a chupa-lo e ele foi lentamente colocando o dedo médio no meu cu muito devagar, retirava-o e voltava a pô-lo dentro, tudo isto sem sensação de dor, á colocação do segundo dedo a coisa foi um pouco mais complicada mas, consegui apenas contraindo-me um pouco, depois relaxei e entrou, o Sr. Manuel fazia o movimento de vai vem com os dedos dentro de mim cada vez mais depressa, a esse ritmo movimentava a anca e eu chupava ao mesmo ritmo, a experiencia com o Sr. Manuel dizia-me que ele estaria quase a vir-se manteve-se o ritmo e, ai estava aquela esporra na boca, era imensa e muito espessa, mantive-me a chupar, parte daquele leite saiu pelos cantos da boca, parte engoli e o resto estava na boca para mandar fora. Fui para a casa de banho para cuspir e lavar a boca, estava radiante, tinha arranjado emprego, tinha conseguido ter dois dedos no cu sem grande dor e tinha experimentado fazer um broche até ao fim e beijado o Sr. Manuel na boca o que com certeza o tinha deixado muito contente, estou eu a pensar nesta alegria toda entra o Sr. Manuel com a mão direita levantada pergunto o que foi e ele mostra-me os dedos que tinham estado dentro de mim todos sujos, fui a maior vergonha que tinha sentido até ao momento, aquilo tinha acabado com o meu dia, fiquei de rastos, só queria sair dali, o Sr. Manuel tentou por todos os meios que eu voltasse ao normal, mas eu queria ir embora, limpei-me e sai.
Aquilo afetou-me, pensei em não voltar lá, mas era mais forte que eu, na semana a seguir fui comprar tabaco e combinamos.
Nesse dia antes de alguma coisa, perguntou o porquê de tanta coisa da última vez, disse-lhe que estava contente, que tinha arranjado emprego e que ia começar em Janeiro e que me tinha apetecido fazer o que fiz:
- E gostas-te?
-Sim e tu?
- Foi das melhores coisas que me aconteceram
Estas palavras caíram muito bem em mim e perguntei:
- Podemos experimentar com o caralho hoje?
- Claro!
Nessa altura revelo que só tomei o pequeno almoço e como tal não deve haver problema, iniciamos as caricias como habitualmente, o Sr. Manuel depois de me pedir para me ajoelhar flete as pernas e fica com os colhões como eu gostava de os ver, depois de alguns momentos eu decido colocar-me de joelhos com habitualmente, mas o Sr. Manuel pede para eu me deitar de barriga para cima em cima da mesa grande, sai da sala e vem com o caralho besuntado com a tal substancia que julgo ser vaselina, eu não percebi o que ia acontecer até que me puxa as pernas para frente e fiquei com o cu á beira da mesa, abriu-me as pernas e começa a penetrar-me, fiquei a saber que também se podia foder um cu desta maneira, começou a movimentar-se devagar, muito devagar, quando por fim tenho caralho todo dentro de mim aumenta um pouco ritmo ao mesmo tempo que me mexe no caralho intervalando com alguns puxões nas mamas, sinto os colhões a baterem-me no cu vejo que o Sr. Manuel gosta da posição onde está, suavemente tira-o todo para fora e volta a meter devagar sem paragens até ao fim, uma vez e outra, ás paginas tantas diz:
-Agora é capaz de doer um bocadinho
Tira tudo de uma vez, afasta-se um pouco e volta a meter, mas desta vez com alguma violência, eu faço notar que me tinha doido um pouco e ele volta a fazer o mesmo e pergunta:
- Gostas?
A dor não tinha sido assim tão grande, mas percebi que para o Sr. Manuel era importante fazer-me doer o caralho dele não era assim tão grande para que pudesse ter esse efeito, então decido entrar naquele jogo e digo que sim que gosto e faço trejeitos com a cara como se me tivesse de facto doído e ele volta á carga:
- Queres mais
- Sim
Até que lhe sai pela boca fora uma frase que teve o seu peso:
- Gostas puta? Queres caralho nesse cu puta?
No fim desta frase o caralho ficou metido até ao fundo e o Sr. Manuel ficou estático, eu tinha acabado de ter um homem a vir-se no meu cu.
Isto para mim foi uma espécie de prenda de Natal, no espaço de aproximadamente dois meses, eu passei de uma curiosidade em relação ao caralho de um homem, para ser comido desta forma e a vir-se dentro de mim, o Sr. Manuel como de costume masturba-me mas mantivemos a mesma posição até eu me vir.
A partir desse momento algo mudou na nossa relação, comíamo-nos um ao outro sempre com a premissa de que eu não me podia vir primeiro, depois de me vir não conseguia dizer mais nada, era quase uma rejeição ao que tinha acabado de acontecer, começo também a perceber que tenho alguma influencia no Sr. Manuel, na verdade o Sr. estaria a viver um bom momento, embora eu nunca lhe tivesse perguntado como eram as relações sexuais dele fora dali, julgo que não seriam grande coisa, ou até talvez não existissem e agora o Sr. tinha sexo pelo menos duas vezes por semana, fazia coisa que quase com certeza não fazia em casa, ora eu comecei a ter consciência disso e fala a verdade até receber o primeiro ordenado do novo trabalho acabei por tirar um bocadinho de partido dessa influencia, ganhando uns maços de tabaco e alguns trocos para o café. Inicia-se o ano de 1980 e eu começo a trabalhar o que levou a que tivesse menos tempo disponível, num dos dias que consegui estar em Campo de Ourique mais cedo acabamos de combinar para esse mesmo dia, depois das 19.30h. Antes de começarmos com as caricias o Sr. Manuel pergunta se eu gostava de conhecer um amigo dele, eu digo de imediato que não, que nem pensar, que eu não o conhecia e isto e aquilo, sei que o Sr. Manuel iniciou a conversa antes de termos sexo senão já não conseguia que eu ouvisse alguma coisa, ao fim de alguma conversa e fruto da tal influencia que eu tinha sobre o Sr. Manuel combinamos então que eles os dois iam tomar café ao “Raiano” (café que ainda existe, junto ao jardim da parada) eu entrava no café e se agradasse a fisionomia do amigo dele sentava-me á mesa, caso contrario saia, muito a custo o Sr. Manuel aceita, nessa altura e pela primeira vez o Sr. Manuel pede o meu número de telefone para me dizer a que horas no Sábado era o café, nesse dia acabei por me vir primeiro e o Sr. Manuel masturbou-se sozinho.
Então quem era o tal amigo? Era um tal Sr. Oliveira da mesma faixa etária do Sr. Manuel envolveram-se algumas vezes mas agora não acontecia, viúvo, vivia ao fundo da Rua Ferreira Borges, virando á esquerda com quem vai para a rua Maria Pia, mais uma vez quem conhece Campo de Ourique, sabe do que falo. Ao outro dia perto da hora de jantar, toca o telefone em minha casa, era o Sr. Manuel a dizer que iam beber café no Sábado por volta das 4 da tarde, Sábado ás 15.30h já eu andava ás voltas no jardim á espera de os ver entrar, perto das 4 vejo entrar o Sr. Manuel, mas ia sozinho, minutos passados entro no “Raiano” e vejo os dois numa mesa chegada á parede, o individuo estava de lado, eu dirijo-me ao balcão e qual não é o meu espanto ao meu lado um individuo alto muito moreno, uma cabeleira farta e um bigode farto pede em voz alta um copo de água, era o tal Sr. Oliveira, gostei do gesto, aquilo serviu para eu poder ver e tirar dúvidas, sem explicação até hoje está o facto de o Sr. Oliveira não ter a fisionomia que mais me cativa, a verdade é que me fui sentar, ali estivemos a conversar disto e daquilo, o Sr. Oliveira pergunta o que faço, eu respondo que tenho um trabalho novo e explico o que faço e o sr. Oliveira rapidamente se prontifica a tentar arranjar-me algo melhor e pede o meu número de telefone, é claro que o Sr. começou logo a marcar pontos na minha consideração, depois de mais alguns momentos de conversa o Sr. Manuel diz que tem que fazer, eu também onde ir e o Sr. Oliveira propõe encontrarmo-nos ao outro dia, Domingo da parte da tarde por volta das 4 em casa dele para nos conhecermos melhor, ficamos combinados. Ao outo dia, mais uma vez só tomei o pequeno almoço, calculava que o convívio desse cama e então achei melhor prevenir, 4 e poucos minutos eu a tocar á campainha do 1º Dto da tal rua, o Sr. Oliveira vem á janela, não dissemos nada e abriu a porta, subo e a porta já estava meia entreaberta bati ligeiramente e o Sr. Manuel espreita, abre a porta eu entro e fecha rapidamente, depois de entrar percebi o porquê da pressa, o Sr. Manuel estava de robe. Encaminhou-me casa dentro e quando eu achava que íamos conversar um pouco e depois talvez…nada disso, o Sr. Manuel disse-me:
- Tira a roupa neste quarto e depois vai ter connosco a este ao lado.
Assim fiz, entrei no quarto, era um quarto como tantos outros, limpo e arrumado, tirei a roupa, para mim isto era estranho, das vezes que me tinha envolvido com o Sr. Manuel no máximo tirava as calças e as cuecas, mas não disse nada, encaminhei-me então para o quarto ao lado onde já estavam os dois na cama debaixo dos lençóis (não esquecer que estávamos em Janeiro), sou convidado a entrar para o meio dos dois, as caricias começaram de imediato, percebi que o Sr. Oliveira também gostava de beijos o que me deixou desconfortável, o Sr. Manuel percebeu e foi em meu socorro, dizendo que eu ao principio não gosto de beijos mas é só enquanto não ganha confiança, o Sr. Manuel aproveita para me beijar fortemente, sinto uma mão nas minhas pernas e preciso de algum tempo para perceber de quem é, era do Sr. Oliveira, entretanto sinto que se mexe paro de beijar o Sr. Manuel viro-me ligeiramente e dou por ele de joelhos na cama, quando olho bem, vejo então o tipo alto que já conhecia, todo muito moreno, muito peludo e um caralho comprido não muito grosso, quase preto, que não se faz rogado, assim que me apanha de boca livre ajeita-se para eu o chupar, eu ainda não estou bem em mim, nesse preciso momento o Sr. Manuel abocanha o meu caralho, o Sr. Oliveira, quase a ler-me o pensamento põe a mão esquerda de baixo da minha cabeça e ajuda-me a chupar, eu estava nas nuvens, mamava o mais que podia aquele caralho, ao mesmo tempo era chupado e começava assentir um dos dedos do Sr. Manuel de volta do meu cu, decidem entretanto sentarem-se os dois com as costa na cabeceira da cama e pedirem para os mamar, um bocadinho a um, um bocadinho a outro, ali estive algum tempo, o Sr. Oliveira levanta-se e vem posicionar-se atrás de mim, ao contrario do que eu pensava não me tentou comer, começa a beijar-me as costas até que chegou ao meu buraco, mais uma coisa nova para mim, nessa altura eu estava entretido a dar e tirar prazer dos colhões do Sr. Manuel, que ás páginas tantas diz qualquer coisa deste tipo:
- Isto é que ele gosta dos meus colhões!
Nesse mesmo instante o Sr. Manuel põe-se de pé em cima da cama flete as pernas e volta á carga:
- Ele gosta mesmo é assim
E faz-me sinal com as mãos para os colhões bem pendurados, nestas circunstâncias eu não resistia e atacava em força e lambuzava-me todo. Notei que o Sr. Manuel estava mais solto enquanto pessoa, deu para perceber também que o Sr. Oliveira era muito mais extrovertido e mais sabido também, aproveitando a conversa do Sr. Manuel diz:
- Os meus são mais pequenos, mas também mereço, ou não?
Claro que merecia, posicionou-se e eu fiz exatamente o que fiz ao Sr. Manuel, lambi e chupei com costumava fazer, entretanto vi o Sr. Manuel levantar-se e dirigir-se para a mesa de cabeceira, momentos depois pede para eu me colocar de gatas e posiciona-se a trás de mim, percebo que vou ser comido, o Sr. Oliveira põe-se á minha frente e põe-me a chupar mais uma vez, é nessa altura que reparo que o caralho do Sr. Oliveira embora fino, a cabeça aumentou de tamanho mais do que eu esperava, agora via uma caralho quase preto com uma cabeça cor de rosa que quase me enchia boca, entretanto o Sr. Manuel já tinha iniciado a foda no meu cu, movimentava-se devagar mas com firmeza e foi aumentando o ritmo, sinto o caralho sair por completo e sou levado a pôr a mão por baixo para ver em que estado estava o meu cu, verifico que está entreaberto, nesse momento o Sr. Manuel põe o caralho dele na minha mão e pede para o guiar, assim fiz, chegado á entrada levo uma estocada valente e aquele caralho entra todo de uma vez só, repete o procedimento e eu volto a pegar nele e sigo-o mais uma vez para dentro de mim e levo outra estocada, sem que nada o fizesse esperar o Sr. Manuel tira-o todo e não espera pela mão, volta enfiar todo de uma vez só e volta a fazer e outra vez e outra e outra e outra, no principio não me pareceu bem, mas ao fim de duas ou três bombadas comecei a gostar, nesse momento levanta-se o Sr. Oliveira, besunta o caralho com um produto que estava na mesa de cabeceira e toma o lugar do Sr. Manuel, antes eu havia colocado a mão para ver em estado estava…estava aberto, muito ao de leve o Sr. Oliveira foi-se acercando do meu buraco, no inicio como a cabeça tinha tomado um tamanho que eu não estava á espera tive medo, mas o Sr. devia ter muita experiencia, como era alto o Sr. conseguia estar quase todo debruçado em cima das minhas costas mas sem meter mais do que queria e ia empurrando á medida que me falava quase em murmúrio:
- Queres?
- Sim
- Queres o meu caralho?
- Sim!
A cada resposta ia empurrando um pouco mais, até entrou a parte complicada, o que para mim foi um alívio, depois foi bombar e dar e receber prazer, sem aviso tira-o de dentro de mim e diz para me virar, neste entretanto o Sr. Manuel masturbava-se devagar a olhar para nós, depois de eu deitado de barriga para cima e perna para cima também o Sr. Oliveira posiciona-se e coloca a cabeça do caralho bem á porta do meu cu, não faz força nem nenhuma tentativa de meter, vai-se movimentando ligeiramente sem fazer força e pergunta:
- Queres que meta?
Eu respondo que sim, dito isto deita-se quase em cima de mim, mas sem fazer força com o membro que continuava á porta, o Sr. Manuel vem colocar-se junto á minha cabeça e dá-me os colhões para eu chupar, o Sr. Oliveira volta a perguntar:
- Queres que meta»?
Eu volto a responder que sim, ao que ele responde:
- Então tens de me puxar para dentro de ti
Ele acaba de dizer isto e eu forçado por tanta tesão puxo de uma vez só o Sr. Oliveira que sem se fazer rogado mete aquele caralho todo até ao fim e começa a bombar só parou quando se veio, eu ,masturbava-me e acabei logo depois do Sr. Oliveira nessa altura o Sr. Manuel masturbava-se comigo a chupar e a lamber os colhões dando origem a uma esporradela por cima de mim.
Estes encontros aconteceram algumas vezes, se não fossem estes encontros eu provavelmente, quando me deparei com a situação com o meu vizinho Aníbal, não teria corrido como correu, eu acabei por provar do meu próprio veneno, no que diz respeito á influencia que eu tinha sobre o Sr. Manuel, neste caso o Sr. Oliveira quando queria que fosse ter com ele, ligava-me a dizer que tínhamos de falar por causa do emprego, por tinha surgido uma oportunidade, em determinada altura achamos por bem não dizer ao Sr. Manuel do que se passava para não ferir o ego dele, a minha vida sexual nesse tempo chegou a ser assim: Por exemplo ao Sábado de manhã o Sr. Oliveira não tinha nada que fazer e eu ia a casa dele de manhã, da parte da tarde ia ter com aminha namorada e dávamos uma foda e depois das 19.30h ia dar uma foda com o Sr. Manuel, quando me comecei a relacionar com o Sr. Aníbal, cheguei a dar uma foda com o Sr. Aníbal ao Sábado á tarde e na mesma tarde dar uma foda com estes dois amigos
Apanhei o elétrico 25 na Rua do Arsenal com destino a casa, estávamos em Outubro de 1979, começava a escurecer, o elétrico ia cheio como sempre, naquela altura o transito em Lisboa era uma coisa fora do comum, para se ter uma ideia do que digo, esta viagem até Campo de Ourique podia demorar mais de 1.00h, para quem conhece Lisboa e tem mais de 50 anos, lembrar-se-á que esta carreira de elétrico, fazia “Praça do Comércio”, “Gomes Freire” isto equivale por dizer que é mais ou menos percorrer meia cidade da altura, digo isto porque após a entrada na União Europeia (na altura CEE), Lisboa sofreu uma alteração brutal e acabou por se estender. Bom apanhei o elétrico, que como já disse ia cheio, acomodei-me como pôde e seguimos o nosso caminho, na paragem do “Corpo Santo”, acabaram por entrar mais 2, ou 3 pessoas, mais um aperto e sinto algo a empurrar-me na zona pélvica, na altura não liguei muito, só notei porque a batida foi com força, mas também com tanta gente era natural, a pressão mantinha-se até que sinto nitidamente o que me estava empurrar a mexer-se para a direita e depois para esquerda, sempre a fazer pressão e continuava, tentei perceber quem poderia estar a fazer aquilo, olhei em volta como pôde e verifiquei que naquela quantidade de gente iam talvez umas 8 a 10 Sras. a verdade é que nenhuma delas ia suficientemente perto de mim para poder estar a fazer aquilo, ao mesmo tempo que penso, o movimento começa a fazer efeito e começo a ficar com alguma tesão, não sendo nenhuma Sra. só podia ser um homem, tentei então perceber que homens é que estavam em condições de me provocar aquela sensação. Encostado á minha frente de lado ia um Sr. gordo pelo que eu podia ver pela cara, ou parte dela cabelo branco, barba cavanhaque e óculos, vestia um casaco azul e camisa aos quadrados, colado a ele e ainda á minha frente ia um Sr. com um fato de trabalho, careca, alto, cabelo preto e óculos de massa com umas lentes que faziam lembrar o fundo de uma garrafa, mas tinha um ara simpático, por de trás desse Sr. ia um outro que ainda hoje não percebe como é que conseguia equilibrar-se sem se segurar e lia o jornal “A Bola”, pela maneira como estávamos dispostos não havia muita escolha, tentei olhar cada um desses homens nos olhos para perceber qual deles me estava provocar, nada, não obtive sucesso, a pressão intensifica-se e o Sr. agora decide agarrar no volume que se forma nas minhas calças e simula uma punheta, agarra a minha picha com força, esta situação é completamente nova para mim, nunca tinha percebido que tivesse alguma prazer com homens, joguei á bola partilhei balneários e nunca manifestei qualquer vontade de me relacionar com homens, no entanto, aquela ideia de um homem mais velho, bem mais velho a apalpar-me estava a mexer comigo. Eu tentava segurar-me o melhor que podia com a mão esquerda e tinha mão direita para baixo, decidi então aproximar a minha mão da mão que me estava a dar tesão, a pouco e pouco fui chegando a mão para junto da estranha até que lhe toquei, a mão que me apalpava colocou-se em cima da minha e empurrou-a contra a minha picha tesa, eu tentava olhar para os homens á minha volta mas nenhum me dizia coisa nenhuma, entretanto a mão estranha sai de cima da minha, o elétrico dá um solavanco e o Sr. do casaco azul vira-se e fica de frente para mim, a mão volta para junto da minha , agarra-a e conduzia para umas calças onde se percebia um volume , nessa altura percebi que estava a ser seduzido pelo Sr. do casaco azul, fiquei com a mão estática, tinha acabado de ser apalpado por um homem com mais que idade para ser meu pai e isso estava dar-me tesão, mais, sentia a tesão do Sr. na minha mão e gostava. Que coisa tão estranha. Recebo dois toques da mão do Sr. que entretanto me tinha voltado a segurar na picha, como eu não fiz nada, ou porque não percebi, ou por medo , ou por outra razão qualquer, a mão deixa de me apalpar e sinto que o Sr. está a mexer nas calças e qual não é o meu espanto, pega na minha mão e coloca-a dentro da braguilha dele, nessa altura percebi que ia mexer num caralho dum homem, a excitação foi muita mas contida , fiz alguns movimentos como se me estivesse a acomodar, mas a intenção era mexer naquele caralho que o Sr. do casaco azul tinha posto á minha disposição, íamos parando de mexer á medida que íamos parando nas paragens, quando chegamos á” Estrela”, ainda eu não tinha conseguido chegar ao caralho do Sr., culpa das cuecas que eram enormes de pano grosso e que me pareceu terem braguilha, a “Estrela” era e ainda é um local central, entrava e saia gente e também era a paragem onde eu devia sair, mas claro, não me passava pela ideia sair ali naquele momento tão perto que estava de experimentar algo novo e que proporcionava sensações boas, as pessoas começam a pedir licença para saírem e vamo-nos acomodando outra vez, tirei a mão de dentro das calças do Sr. e cheguei-me a ele o mais que podia, nesse momento começo a sentir na anca do meu lado esquerdo um toque que eu entendi que era para me virar, virei-me ficando então com o rabo encostado ao Sr. do casaco azul, este por sua vez apalpa-me o mais que pode e empurra os dedos dele contra o meu cu como se quisesse furar as minhas calças, alivia essa pressão e vem apalpar-me entre as pernas e sobe a té ao meio do meu traseiro, sinto a mão direita do Sr. puxar a minha mão direita para as calças dele, muito a medo aperto o chumaço que se me apresenta, estivemos naquilo alguns momentos até que oiça o Sr. do casaco azul quase a falar-me ao ouvido:
-O Sr. dá-me licença para eu sair na próxima, ou também sai?
Eu quase com a voz embargada, respondi que também ia sair, a voz pareceu-me calma suave, julgo que foi fruto do momento, tudo me parecia bem.
Chegados a Campo de Ourique, eu fui o primeiro a sair e fiquei sem perceber muito bem o que fazer, acendi um cigarro e esperei para ver o que o Sr. do casaco azul fazia, ele desceu procurou-me com o olhar e encaminhou-se para um café icónico “O Canas”, encaminha-se para a zona da casa de bano e eu sigo-lhe os passos embora com alguma distancia, entrei e Sr. do casaco azul estava urinar no 1º de 3 urinóis, eu fui colocar-me no 3º, não sei porquê mas coloquei-me o mais longe possível, tiro o membro para fora como se tivesse com vontade de urinar, mas não estava, aliás naquele momento nem tesão tinha, tinha medo, olho para baixo com a minha picha murcha na mão, nesse momento, pelo canto do olho vejo o Sr. do casaco azul mexer-se, viro a cabeça e vejo-o de frente para mim com o caralho de fora e faz movimentos com a cabeça com a convidar-me, eu ia mexer no caralho dum homem, a tesão começou a voltar, ele aproxima-se mais e mexe-me no cu, com uma das mãos puxa a minha mão direita sem resistência para o caralho dele eu toco-lhe depois a minha mão abraça aquele caralho que não é grande nem grosso, tem a cabeça toda exposta, a luz da casa de banho não é muita o que impede de ver pormenores, estou em completo êxtase vou masturbando devagar aquele Sr. que a avaliar pelo dureza do caralho está a sentir-se muito bem, ele olha para uma janela pequena que se encontra na parede junto á porta, de seguida olha para mim e diz:
- Dá um beijinho, põe na boca
Eu levo a coisa á letra e dou-lhe um beijo no corpo do caralho, retomo a posição inicial e o Sr. diz para eu chupar, retraiu-me e ele volta:
- Chupa! Não tenhas medo, se aparecer sombra naquela janela, é sinal que vem ai gente e eu vejo.
Respondi que tinha medo e de facto tinha, isso aliado ao facto de estar a fazer aquilo pela primeira vez, dava-me cabo dos nervos. Após tanta hesitação da minha parte o sr. pergunta:
- Não gostas?
Ao que respondi que não sabia, a cara do Sr. mudou
-Nunca chupas-te?
- Não! É a primeira vez que faço isto
- Mas estavas a gostar!
- Sim, mas aqui tenho medo
- Então dá só um beijinho e vamos embora
Voltou a olhar para a janela ao mesmo tempo que procurava aminha cabeça para me indicar o caminha do caralho dele, a esse movimento achei muita graça, senti a mão na minha cabeça a pressionar-me contra o caralho dele, beijei-o uma e outra vez, passei ao de leve com a língua na cabeça e endireitei-me, o Sr. passou a mão pelo meu membro que estava a meio gás, colocou o dele para dentro das calças e saiu, eu fiquei um pouco mais e sai também.
Cá fora o Sr. do casaco azul aguardava-me e pergunta se eu no dia a seguir queria ir ter com ele mas tinha de ser depois das 19.30h, explica que tem uma tabacaria em frente á “Valenciana” (mais uma vez para quem tem mais de 50 anos e conhece Campo de Ourique sabe do que falo) e que depois dessa hora podemos estar á vontade, para mim foi um choque, o meu clube jogava ao outro dia para a taça UEFA e eu tinha combinado ir, após breves instantes respondi que sim, que ia ter com ele, só tinha de chegar e bater á porta.
Eu estava completamente fora de mim, toda aquela estória no elétrico, agora a possibilidade de ter durante mais tempo um caralho dum homem na mão, as horas até às 19.30h demoraram a passar, antes das 19.00h já eu rondava o sitio vendo quem entrava e quem saia tentava perceber onde estava o Sr. que me fazia estar ali ansioso por sexo, não quer dizer que tivesse falta de sexo, nada disso, tinha namorada e fodia regularmente, mas aquilo era diferente. Como já estava escuro cá fora tive a oportunidade de ver ao longe, que o Sr. estava atrás do balcão, mais uns minutos e a porta fecha depois de toda a gente sair, o Sr. volta a abrir a porta e corre até meio uma proteção em chapa ondulada que protege a porta em madeira e vidro. 19.30h passo para junto da montra e nada vejo bato á porta no vidro de baixo e ato imediato a porta abriu, baixo-me e entro o meu coração está acelerado, o Sr. fecha a porta e cumprimenta-me com um “Olá” e encaminha-me para dentro da loja para lá da zona de clientes, está tudo escuro, seguimos por um pequeno corredor e entramos numa sala á direita, acende a luz e fecha a porta era uma sala de trabalho ao meio tinha um conjunto de mesas tipo mesa de café, mas um pouco mais baixas, havia algumas cadeiras e um balcão junto a uma parede com muitos pacotes de tabaco e começou desta forma:
- Achei que não vinhas, gostas-te de ontem no elétrico?
Perguntas de circunstancia para quebrar o gelo, aproveitamos para nos apresentamos um ao outro, aproxima-se de mim, mexe-me na zona pélvica que estava completamente morta, com a outra mão mexe-me no rabo, ato continuo leva a mão á minha cabeça e beija-me, detestei e ele percebeu, pediu para abrir as calças ao mesmo tempo que desaperta as dele, seguidamente baixa as cuecas ficando então com o caralho já teso a apontar para mim, nessa altura já o meu também estava teso, coloca-se á minha frente e tentou aproximar a boca da minha, dei-lhe a face, beijou-me, levantou-me a camisola e beijou-me com força os bicos das mamas, com uma das mãos procura o meu caralho e massaja-o, ajoelha-se e chupa-me de uma maneira que eu só tinha como comparação algumas putas que me tinham chupado, endireita-se, aperta-me as mamas e pergunta:
- Gostas?
Eu digo que sim, neste momento eu também queria fazer aquilo, queria ter um caralho na boca, no entanto, estava á espera que a mão do Sr. me encaminhasse para lá, aquele movimento do dia anterior tinha feito muito efeito em mim, como que a ler o meu pensamento tira as mão do meu peito e encaminha-me a cabeça, não para o caralho mas para as mamas dele ao mesmo tempo que levanta a camisa, tal como me tinha parecido no dia anterior o Sr. Manuel era gordo, barriga grande, mamas salientes da gordura e muitos pelos brancos, imito o que me acabou de fazer, aperto com os dedos os bicos das mamas mas com muita contenção, pede-me para o fazer com mais força, quase em sussurro pede para lhe chupar as mamas, agrada-me procurar com a boca os bicos nomeio dos pelos, com uma mão mexe no meu caralho, com a outra encaminha a minha mão direita para o caralho dele, apercebo-me que está húmido, massajo devagar, de seguida vem aquilo que eu estava á espera, coloca uma das mãos na minha cabeça e encaminha-me para baixo, ao mesmo tempo que diz para lhe dar beijinhos, ajoelho-me e tenho uma visão que não tinha visto nunca, uns colhões enormes, pesados, bonitos, nunca tinha visto nada de parecido e muito francamente só vi maiores depois de ter acesso á NET, mas ao vivo foi até hoje o maior par de colhões que vi.
O Sr. Manuel percebeu o que se estava passar, encaminha o caralho para mim e eu mais uma vez beijo uma vez e outra, mexo nos colhões e beijo-os, massajo-os com as duas mãos e volto a beijá-los, agrada-me o cheiro da intimidade dele e endireito-me, ao que o Sr. Manuel diz:
- Então?
-Já dei beijinhos, ele faz um ar de espanto e explica
- Quando digo para me dares beijinhos é para chupares e lamberes para fazeres o que quiseres e gostares, não tenhas medo.
Após esta explicação, voltou a encaminhar-me para baixo e ai sim pôde fazer o que secretamente desejava, o Sr. Manuel sentou-se numa das cadeiras disponíveis e eu coloquei-me de joelhos em frente a ele e chupei e lambi e voltei a chupar e voltei a lamber, o Sr. Manuel como se apercebeu que a experiencia era nenhuma foi dando instruções, só não precisei de instruções para brincar com as bolas, o pináculo desse momento foi quando o Sr. Manuel se levanta e fletiu ligeiramente as pernas deixando os colhões em suspenso sem tocar em nada e aproveitei para os lamber e chupar da forma que me estava a dar mais prazer e julgo que não dava só a mim. O Sr. Manuel pede-me para me levantar e vem para trás de mim roçar aquele caralho bem duro em mim, de seguida pede-me para me colocar de gatas abrir o cu e lhe mostrar o buraquinho, nesse momento a coisa complica-se as estórias que tenho na cabeça que correram mal eram muitas, o Sr. Manuel diz que temos que nos conhecer e para eu não ter medo e como em ato de exemplo ajoelha-se e mostra o cu todo e diz:
- Mexe, mexe onde quiseres!
Aquela visão dá-me muita tesão, aquele cu a ser aberto e a visão dos colhões pendurados, levam-me a ajoelhar-me e passar a mão por toda aquela zona, baixo-me mais e vou mais uma vez beijar aqueles colhões descomunais, com uma das mãos masturbo-me, oiço o pedido para me roçar naquele cu, ajeito-me roço-me o mais que posso, sinto a mão do Sr. Manuel a tocar-me nos colhões a sensação é única, o Sr. coloca-se de joelhos e ficamos os dois frente a frente mas de joelhos, mais uma vez tenta beijar-me a boca, desvio-me, pede para me colocar de gatas como ele tinha feito, faço-o o Sr. Manuel coloca-se de um dos lados de forma que eu o consiga chupar e agora quase sem instruções percebo a intenção, com a mão passa a mão no meu cu fazendo a cada passagem pressão no meu buraco, percebo que vai levando a mão á boca para humedecer os dedos, a sensação que tenho é boa, a tesão é muita e deixo as coisa acontecerem o Sr. Manuel tira o caralho da minha boca e vai posicionar-se atrás de mim, mexe-me nos colhões e volta a passar os dedos no meu buraco, eu começo a ficar inquieto e digo que não quero que tenho medo, o Sr. Manuel então debruçado sobre mim diz-me que só vai roçar e que no dia que tiver de acontecer a penetração será porque eu quero, a medo aceito e sinto-o a roçar-se no meu cu coloca o caralho nomeio das duas bordas aperta-as e aumenta o ritmo em menos que nada a respiração aumenta de ritmo também, sinto o cu todo molhado, pára e respira fundo, tinha acabado de ter a primeira esporradéla no cu.
Ainda mal reposto de se ter vindo levanta-se e dirige-se para uma prateleira por de trás do balcão e trás um trapo o qual limpo o cu depois pede para me sentar e masturba-me com força, em três tempos venho-me também. Eu estava radiante, aquilo tinha sido melhor do que eu pensava, nunca tinha pensado numa situação destas, mas a verdade é que tinha acontecido e eu gostava. Depois de prontos para eu ir embora o Sr. Manuel pergunta se eu quero ir ter com ele no Sábado á mesma hora, sem hesitação disse que sim.
Fui para casa e até ao dia combinado a situação não me saia da cabeça e uma coisa importante para mim, o Sr. Manuel disse se tivesse de acontecer qualquer coisa era porque eu queria, começava aqui uma confiança forte neste Sr. que tinha acabado de conhecer.
As visitas tornaram-se frequentes, quase sempre combinadas de uma visita para outra, no entanto também acontecia eu aparecer para compar tabaco e combinar, embora o Sr. Manuel não gostasse muito, há medida que o tempo passava eu ia começando a desenvolver alguma vontade de ser penetrado, em casa ia metendo um dedo quando me masturbava, começava a tentar meter dois, começava a fazer comparações entre a dimensão do meu caralho e o do Sr. Manuel e achei que estava na altura de passar do roçar os dedos a fazer pressão no buraco para tentar por um dedo e depois passar para o caralho, embora a vergonha ainda me impedia de fazer isso por minha iniciativa. Chegava o mês de Dezembro e a meio da primeira semana tive uma boa noticia tinha arranjado emprego a começar em Janeiro, nesse mesmo dia desloquei-me a Campo de Ourique e marcamos para esse mesmo dia como sempre depois das 19.30h, bati á porta abriu-se encaminhei-me para salinha do sexo, estava tão bem disposto que decidi dar ao Sr. Manuel aquilo que ele tanto gostava e que pelos vistos era importante para ele, beija-lo na boca, o Sr. Manuel entra eu aproximo-me dele tiro-lhe os óculos coloco-os em cima da mesa grande, volto-me para ele e beijo-o demoradamente, enquanto beijava fui desapertando o cinto das calças dele e desapertando os botões das calças, coisa que não se tornava fácil por via da barriga gorda, levantei-lhe a camisa , beijei-lhe e chupei-lhe as mamas como ele gostava e sem necessidade de instruções, voltou a pegar-me na cabeça e voltou a beijar-me a boca, de seguida veio o que eu mais gostava, a mão por cima da cabeça a encaminhar-me para baixo, chupei com vontade tudo o que havia e gostava de chupar, quando já estava com muita tesão fui a minha vez de baixar as calças e sem conversas coloquei-me de gatas o Sr. Manuel sem perguntas veio para junto de mim já de joelhos, foi quando lhe pedi para colocar um dedo no meu cu, a cara do Sr. Manuel iluminou-se, disse-me para esperar e saiu, regressou com os dedos besuntados numa substancia que não era sabão, mas escorregava, ajoelhou-se ao meu lado, eu comecei a chupa-lo e ele foi lentamente colocando o dedo médio no meu cu muito devagar, retirava-o e voltava a pô-lo dentro, tudo isto sem sensação de dor, á colocação do segundo dedo a coisa foi um pouco mais complicada mas, consegui apenas contraindo-me um pouco, depois relaxei e entrou, o Sr. Manuel fazia o movimento de vai vem com os dedos dentro de mim cada vez mais depressa, a esse ritmo movimentava a anca e eu chupava ao mesmo ritmo, a experiencia com o Sr. Manuel dizia-me que ele estaria quase a vir-se manteve-se o ritmo e, ai estava aquela esporra na boca, era imensa e muito espessa, mantive-me a chupar, parte daquele leite saiu pelos cantos da boca, parte engoli e o resto estava na boca para mandar fora. Fui para a casa de banho para cuspir e lavar a boca, estava radiante, tinha arranjado emprego, tinha conseguido ter dois dedos no cu sem grande dor e tinha experimentado fazer um broche até ao fim e beijado o Sr. Manuel na boca o que com certeza o tinha deixado muito contente, estou eu a pensar nesta alegria toda entra o Sr. Manuel com a mão direita levantada pergunto o que foi e ele mostra-me os dedos que tinham estado dentro de mim todos sujos, fui a maior vergonha que tinha sentido até ao momento, aquilo tinha acabado com o meu dia, fiquei de rastos, só queria sair dali, o Sr. Manuel tentou por todos os meios que eu voltasse ao normal, mas eu queria ir embora, limpei-me e sai.
Aquilo afetou-me, pensei em não voltar lá, mas era mais forte que eu, na semana a seguir fui comprar tabaco e combinamos.
Nesse dia antes de alguma coisa, perguntou o porquê de tanta coisa da última vez, disse-lhe que estava contente, que tinha arranjado emprego e que ia começar em Janeiro e que me tinha apetecido fazer o que fiz:
- E gostas-te?
-Sim e tu?
- Foi das melhores coisas que me aconteceram
Estas palavras caíram muito bem em mim e perguntei:
- Podemos experimentar com o caralho hoje?
- Claro!
Nessa altura revelo que só tomei o pequeno almoço e como tal não deve haver problema, iniciamos as caricias como habitualmente, o Sr. Manuel depois de me pedir para me ajoelhar flete as pernas e fica com os colhões como eu gostava de os ver, depois de alguns momentos eu decido colocar-me de joelhos com habitualmente, mas o Sr. Manuel pede para eu me deitar de barriga para cima em cima da mesa grande, sai da sala e vem com o caralho besuntado com a tal substancia que julgo ser vaselina, eu não percebi o que ia acontecer até que me puxa as pernas para frente e fiquei com o cu á beira da mesa, abriu-me as pernas e começa a penetrar-me, fiquei a saber que também se podia foder um cu desta maneira, começou a movimentar-se devagar, muito devagar, quando por fim tenho caralho todo dentro de mim aumenta um pouco ritmo ao mesmo tempo que me mexe no caralho intervalando com alguns puxões nas mamas, sinto os colhões a baterem-me no cu vejo que o Sr. Manuel gosta da posição onde está, suavemente tira-o todo para fora e volta a meter devagar sem paragens até ao fim, uma vez e outra, ás paginas tantas diz:
-Agora é capaz de doer um bocadinho
Tira tudo de uma vez, afasta-se um pouco e volta a meter, mas desta vez com alguma violência, eu faço notar que me tinha doido um pouco e ele volta a fazer o mesmo e pergunta:
- Gostas?
A dor não tinha sido assim tão grande, mas percebi que para o Sr. Manuel era importante fazer-me doer o caralho dele não era assim tão grande para que pudesse ter esse efeito, então decido entrar naquele jogo e digo que sim que gosto e faço trejeitos com a cara como se me tivesse de facto doído e ele volta á carga:
- Queres mais
- Sim
Até que lhe sai pela boca fora uma frase que teve o seu peso:
- Gostas puta? Queres caralho nesse cu puta?
No fim desta frase o caralho ficou metido até ao fundo e o Sr. Manuel ficou estático, eu tinha acabado de ter um homem a vir-se no meu cu.
Isto para mim foi uma espécie de prenda de Natal, no espaço de aproximadamente dois meses, eu passei de uma curiosidade em relação ao caralho de um homem, para ser comido desta forma e a vir-se dentro de mim, o Sr. Manuel como de costume masturba-me mas mantivemos a mesma posição até eu me vir.
A partir desse momento algo mudou na nossa relação, comíamo-nos um ao outro sempre com a premissa de que eu não me podia vir primeiro, depois de me vir não conseguia dizer mais nada, era quase uma rejeição ao que tinha acabado de acontecer, começo também a perceber que tenho alguma influencia no Sr. Manuel, na verdade o Sr. estaria a viver um bom momento, embora eu nunca lhe tivesse perguntado como eram as relações sexuais dele fora dali, julgo que não seriam grande coisa, ou até talvez não existissem e agora o Sr. tinha sexo pelo menos duas vezes por semana, fazia coisa que quase com certeza não fazia em casa, ora eu comecei a ter consciência disso e fala a verdade até receber o primeiro ordenado do novo trabalho acabei por tirar um bocadinho de partido dessa influencia, ganhando uns maços de tabaco e alguns trocos para o café. Inicia-se o ano de 1980 e eu começo a trabalhar o que levou a que tivesse menos tempo disponível, num dos dias que consegui estar em Campo de Ourique mais cedo acabamos de combinar para esse mesmo dia, depois das 19.30h. Antes de começarmos com as caricias o Sr. Manuel pergunta se eu gostava de conhecer um amigo dele, eu digo de imediato que não, que nem pensar, que eu não o conhecia e isto e aquilo, sei que o Sr. Manuel iniciou a conversa antes de termos sexo senão já não conseguia que eu ouvisse alguma coisa, ao fim de alguma conversa e fruto da tal influencia que eu tinha sobre o Sr. Manuel combinamos então que eles os dois iam tomar café ao “Raiano” (café que ainda existe, junto ao jardim da parada) eu entrava no café e se agradasse a fisionomia do amigo dele sentava-me á mesa, caso contrario saia, muito a custo o Sr. Manuel aceita, nessa altura e pela primeira vez o Sr. Manuel pede o meu número de telefone para me dizer a que horas no Sábado era o café, nesse dia acabei por me vir primeiro e o Sr. Manuel masturbou-se sozinho.
Então quem era o tal amigo? Era um tal Sr. Oliveira da mesma faixa etária do Sr. Manuel envolveram-se algumas vezes mas agora não acontecia, viúvo, vivia ao fundo da Rua Ferreira Borges, virando á esquerda com quem vai para a rua Maria Pia, mais uma vez quem conhece Campo de Ourique, sabe do que falo. Ao outro dia perto da hora de jantar, toca o telefone em minha casa, era o Sr. Manuel a dizer que iam beber café no Sábado por volta das 4 da tarde, Sábado ás 15.30h já eu andava ás voltas no jardim á espera de os ver entrar, perto das 4 vejo entrar o Sr. Manuel, mas ia sozinho, minutos passados entro no “Raiano” e vejo os dois numa mesa chegada á parede, o individuo estava de lado, eu dirijo-me ao balcão e qual não é o meu espanto ao meu lado um individuo alto muito moreno, uma cabeleira farta e um bigode farto pede em voz alta um copo de água, era o tal Sr. Oliveira, gostei do gesto, aquilo serviu para eu poder ver e tirar dúvidas, sem explicação até hoje está o facto de o Sr. Oliveira não ter a fisionomia que mais me cativa, a verdade é que me fui sentar, ali estivemos a conversar disto e daquilo, o Sr. Oliveira pergunta o que faço, eu respondo que tenho um trabalho novo e explico o que faço e o sr. Oliveira rapidamente se prontifica a tentar arranjar-me algo melhor e pede o meu número de telefone, é claro que o Sr. começou logo a marcar pontos na minha consideração, depois de mais alguns momentos de conversa o Sr. Manuel diz que tem que fazer, eu também onde ir e o Sr. Oliveira propõe encontrarmo-nos ao outro dia, Domingo da parte da tarde por volta das 4 em casa dele para nos conhecermos melhor, ficamos combinados. Ao outo dia, mais uma vez só tomei o pequeno almoço, calculava que o convívio desse cama e então achei melhor prevenir, 4 e poucos minutos eu a tocar á campainha do 1º Dto da tal rua, o Sr. Oliveira vem á janela, não dissemos nada e abriu a porta, subo e a porta já estava meia entreaberta bati ligeiramente e o Sr. Manuel espreita, abre a porta eu entro e fecha rapidamente, depois de entrar percebi o porquê da pressa, o Sr. Manuel estava de robe. Encaminhou-me casa dentro e quando eu achava que íamos conversar um pouco e depois talvez…nada disso, o Sr. Manuel disse-me:
- Tira a roupa neste quarto e depois vai ter connosco a este ao lado.
Assim fiz, entrei no quarto, era um quarto como tantos outros, limpo e arrumado, tirei a roupa, para mim isto era estranho, das vezes que me tinha envolvido com o Sr. Manuel no máximo tirava as calças e as cuecas, mas não disse nada, encaminhei-me então para o quarto ao lado onde já estavam os dois na cama debaixo dos lençóis (não esquecer que estávamos em Janeiro), sou convidado a entrar para o meio dos dois, as caricias começaram de imediato, percebi que o Sr. Oliveira também gostava de beijos o que me deixou desconfortável, o Sr. Manuel percebeu e foi em meu socorro, dizendo que eu ao principio não gosto de beijos mas é só enquanto não ganha confiança, o Sr. Manuel aproveita para me beijar fortemente, sinto uma mão nas minhas pernas e preciso de algum tempo para perceber de quem é, era do Sr. Oliveira, entretanto sinto que se mexe paro de beijar o Sr. Manuel viro-me ligeiramente e dou por ele de joelhos na cama, quando olho bem, vejo então o tipo alto que já conhecia, todo muito moreno, muito peludo e um caralho comprido não muito grosso, quase preto, que não se faz rogado, assim que me apanha de boca livre ajeita-se para eu o chupar, eu ainda não estou bem em mim, nesse preciso momento o Sr. Manuel abocanha o meu caralho, o Sr. Oliveira, quase a ler-me o pensamento põe a mão esquerda de baixo da minha cabeça e ajuda-me a chupar, eu estava nas nuvens, mamava o mais que podia aquele caralho, ao mesmo tempo era chupado e começava assentir um dos dedos do Sr. Manuel de volta do meu cu, decidem entretanto sentarem-se os dois com as costa na cabeceira da cama e pedirem para os mamar, um bocadinho a um, um bocadinho a outro, ali estive algum tempo, o Sr. Oliveira levanta-se e vem posicionar-se atrás de mim, ao contrario do que eu pensava não me tentou comer, começa a beijar-me as costas até que chegou ao meu buraco, mais uma coisa nova para mim, nessa altura eu estava entretido a dar e tirar prazer dos colhões do Sr. Manuel, que ás páginas tantas diz qualquer coisa deste tipo:
- Isto é que ele gosta dos meus colhões!
Nesse mesmo instante o Sr. Manuel põe-se de pé em cima da cama flete as pernas e volta á carga:
- Ele gosta mesmo é assim
E faz-me sinal com as mãos para os colhões bem pendurados, nestas circunstâncias eu não resistia e atacava em força e lambuzava-me todo. Notei que o Sr. Manuel estava mais solto enquanto pessoa, deu para perceber também que o Sr. Oliveira era muito mais extrovertido e mais sabido também, aproveitando a conversa do Sr. Manuel diz:
- Os meus são mais pequenos, mas também mereço, ou não?
Claro que merecia, posicionou-se e eu fiz exatamente o que fiz ao Sr. Manuel, lambi e chupei com costumava fazer, entretanto vi o Sr. Manuel levantar-se e dirigir-se para a mesa de cabeceira, momentos depois pede para eu me colocar de gatas e posiciona-se a trás de mim, percebo que vou ser comido, o Sr. Oliveira põe-se á minha frente e põe-me a chupar mais uma vez, é nessa altura que reparo que o caralho do Sr. Oliveira embora fino, a cabeça aumentou de tamanho mais do que eu esperava, agora via uma caralho quase preto com uma cabeça cor de rosa que quase me enchia boca, entretanto o Sr. Manuel já tinha iniciado a foda no meu cu, movimentava-se devagar mas com firmeza e foi aumentando o ritmo, sinto o caralho sair por completo e sou levado a pôr a mão por baixo para ver em que estado estava o meu cu, verifico que está entreaberto, nesse momento o Sr. Manuel põe o caralho dele na minha mão e pede para o guiar, assim fiz, chegado á entrada levo uma estocada valente e aquele caralho entra todo de uma vez só, repete o procedimento e eu volto a pegar nele e sigo-o mais uma vez para dentro de mim e levo outra estocada, sem que nada o fizesse esperar o Sr. Manuel tira-o todo e não espera pela mão, volta enfiar todo de uma vez só e volta a fazer e outra vez e outra e outra e outra, no principio não me pareceu bem, mas ao fim de duas ou três bombadas comecei a gostar, nesse momento levanta-se o Sr. Oliveira, besunta o caralho com um produto que estava na mesa de cabeceira e toma o lugar do Sr. Manuel, antes eu havia colocado a mão para ver em estado estava…estava aberto, muito ao de leve o Sr. Oliveira foi-se acercando do meu buraco, no inicio como a cabeça tinha tomado um tamanho que eu não estava á espera tive medo, mas o Sr. devia ter muita experiencia, como era alto o Sr. conseguia estar quase todo debruçado em cima das minhas costas mas sem meter mais do que queria e ia empurrando á medida que me falava quase em murmúrio:
- Queres?
- Sim
- Queres o meu caralho?
- Sim!
A cada resposta ia empurrando um pouco mais, até entrou a parte complicada, o que para mim foi um alívio, depois foi bombar e dar e receber prazer, sem aviso tira-o de dentro de mim e diz para me virar, neste entretanto o Sr. Manuel masturbava-se devagar a olhar para nós, depois de eu deitado de barriga para cima e perna para cima também o Sr. Oliveira posiciona-se e coloca a cabeça do caralho bem á porta do meu cu, não faz força nem nenhuma tentativa de meter, vai-se movimentando ligeiramente sem fazer força e pergunta:
- Queres que meta?
Eu respondo que sim, dito isto deita-se quase em cima de mim, mas sem fazer força com o membro que continuava á porta, o Sr. Manuel vem colocar-se junto á minha cabeça e dá-me os colhões para eu chupar, o Sr. Oliveira volta a perguntar:
- Queres que meta»?
Eu volto a responder que sim, ao que ele responde:
- Então tens de me puxar para dentro de ti
Ele acaba de dizer isto e eu forçado por tanta tesão puxo de uma vez só o Sr. Oliveira que sem se fazer rogado mete aquele caralho todo até ao fim e começa a bombar só parou quando se veio, eu ,masturbava-me e acabei logo depois do Sr. Oliveira nessa altura o Sr. Manuel masturbava-se comigo a chupar e a lamber os colhões dando origem a uma esporradela por cima de mim.
Estes encontros aconteceram algumas vezes, se não fossem estes encontros eu provavelmente, quando me deparei com a situação com o meu vizinho Aníbal, não teria corrido como correu, eu acabei por provar do meu próprio veneno, no que diz respeito á influencia que eu tinha sobre o Sr. Manuel, neste caso o Sr. Oliveira quando queria que fosse ter com ele, ligava-me a dizer que tínhamos de falar por causa do emprego, por tinha surgido uma oportunidade, em determinada altura achamos por bem não dizer ao Sr. Manuel do que se passava para não ferir o ego dele, a minha vida sexual nesse tempo chegou a ser assim: Por exemplo ao Sábado de manhã o Sr. Oliveira não tinha nada que fazer e eu ia a casa dele de manhã, da parte da tarde ia ter com aminha namorada e dávamos uma foda e depois das 19.30h ia dar uma foda com o Sr. Manuel, quando me comecei a relacionar com o Sr. Aníbal, cheguei a dar uma foda com o Sr. Aníbal ao Sábado á tarde e na mesma tarde dar uma foda com estes dois amigos
5年前