Insaciável
Era aparentemente um dia de verão como todos os outros. Calor, suor e moleza... até que dei por mim irrequieta como nunca havera estado antes. Apetecia-me algo, mas não sabia o quê. Comi variadas coisas, nada me satisfazia. Fiz exercício físico, tentei cansar-me, mas não resultou. Tinha um brinquedo na gaveta que ainda não tinha tido coragem de utilizar e pensei "será?". Fechei um pouco os estores, procurei um vídeo na internet que me agradasse e comecei a masturbar-me. Fui ao céu e voltei. Abafei os berros e controlei a respiração. Vim-me e mantinha-se o sentimento de insatisfação. Vim-me a 2ª...3ª...4ª...5ª...6ª...7ª...8ª...9ª...10ª...11ª vez. O meu clitóris estava imparável e eu estava quase em harmonia comigo mesma, mas faltava algo! As chaves do meu namorado penetrataram a fechadura de casa e eu rapidamente percebi o que faltava...
Assim que ele entrou fiz-lhe sinal que não falasse e puxei-o até ao quarto. Empurrei-o para a cama e beijei-o loucamente enquanto as minhas mãos o despiam. Quando deu por si, ele estava tão despido como teso. Mordi o meu lábio e olhei-o de forma arrasadora. O meu olhar penetrante fez com que ele percebesse o que estava prestes a acontecer. Beijei-o e mordisquei-o enquanto descia lentemente do pescoço em direção ao seu pénis grande e duro que me chamava de forma exurbitante. Quando o cumprimentei lá em baixo com um beijo, parei e despi a camisola e o sutiã. Agarrei-o e meti-o entre os meus seios enquanto dançava com ele a melhor espanholada da sua vida. Ele gemia ela mordia o lábio de tesão enquanto eu estava ansiosa por provar o que tanto me pertencia. Agarrei o seu pénis e lambi-lhe a cabecinha como se de uma cadela eu me tratasse enquanto lhe batia uma punheta vigorosa e ritmática. Que calor que estava... Ele suava e gemia enquanto eu o chupava até ao tutano. Ele revirava os olhos, mordia o lábio e eu brincava com o pénis dele na minha boca... a baba escorria-me pelos cantos da boca e eu estava deliciada com a minha ceia até que ele disse "estou quase a vir-me". Esbocei um pequeno sorriso e continuei a engolir repetidamente o seu orgão sexual de dimensões perfeitas até sentir o esperma dele a ir direito à minha garganta. Engoli como se de um calipto se tratasse e continuei a chupá-lo até ele me pedir para parar.
Puxou-me pelos cabelos até ele e segredou-me ao ouvido direito "prepara-te que me abriste o apetite".
Deitou-me enquanto rodou para cima de mim, desceu a mão até à minha vagina que já estava húmida e disse "já assim?" sorrindo. "Já me vim 11 vezes hoje, queres participar na 12ª ronda?" disafiei-o. Abriu-me as pernas e sorriu, chupou o dedo e começou a cumprimentar o meu clitóris com movimentos lentos e circulares que me começaram a endurecer os mamilos. Ele chupou-os à vez com pujança enquanto eu gemia na calada da noite. Percorreu a língua desde os meus seios até à minha vagina e lambeu-a como se passasse fome há semanas. As minhas pupilas dilatavam, a minha respiração estava ofegante e os meus gritos estavam cada vez mais dificeís de controlar. Agarrava as pernas com as minhas mãos e transpirava por todos os lados enquanto me sentia a ser devorada de forma selvagem e prazerosa. Ele enfiou dois dedos na minha vagina enquanto me lambia e eu vi estrelas. Avisei-o que me estava quase a vir e vim-me segundos depois. Inundei os lençóis e certamente acordei os vizinhos. Senti uma dormência agradável por todo o corpo, como se a minha alma o tivesse abandonado e vi pelo canto do olho a cara de triunfante dele. Deitou a cabeça no meu peito, estávamos ambos exaustos e a sentir-nos fenomenais.
Assim que ele entrou fiz-lhe sinal que não falasse e puxei-o até ao quarto. Empurrei-o para a cama e beijei-o loucamente enquanto as minhas mãos o despiam. Quando deu por si, ele estava tão despido como teso. Mordi o meu lábio e olhei-o de forma arrasadora. O meu olhar penetrante fez com que ele percebesse o que estava prestes a acontecer. Beijei-o e mordisquei-o enquanto descia lentemente do pescoço em direção ao seu pénis grande e duro que me chamava de forma exurbitante. Quando o cumprimentei lá em baixo com um beijo, parei e despi a camisola e o sutiã. Agarrei-o e meti-o entre os meus seios enquanto dançava com ele a melhor espanholada da sua vida. Ele gemia ela mordia o lábio de tesão enquanto eu estava ansiosa por provar o que tanto me pertencia. Agarrei o seu pénis e lambi-lhe a cabecinha como se de uma cadela eu me tratasse enquanto lhe batia uma punheta vigorosa e ritmática. Que calor que estava... Ele suava e gemia enquanto eu o chupava até ao tutano. Ele revirava os olhos, mordia o lábio e eu brincava com o pénis dele na minha boca... a baba escorria-me pelos cantos da boca e eu estava deliciada com a minha ceia até que ele disse "estou quase a vir-me". Esbocei um pequeno sorriso e continuei a engolir repetidamente o seu orgão sexual de dimensões perfeitas até sentir o esperma dele a ir direito à minha garganta. Engoli como se de um calipto se tratasse e continuei a chupá-lo até ele me pedir para parar.
Puxou-me pelos cabelos até ele e segredou-me ao ouvido direito "prepara-te que me abriste o apetite".
Deitou-me enquanto rodou para cima de mim, desceu a mão até à minha vagina que já estava húmida e disse "já assim?" sorrindo. "Já me vim 11 vezes hoje, queres participar na 12ª ronda?" disafiei-o. Abriu-me as pernas e sorriu, chupou o dedo e começou a cumprimentar o meu clitóris com movimentos lentos e circulares que me começaram a endurecer os mamilos. Ele chupou-os à vez com pujança enquanto eu gemia na calada da noite. Percorreu a língua desde os meus seios até à minha vagina e lambeu-a como se passasse fome há semanas. As minhas pupilas dilatavam, a minha respiração estava ofegante e os meus gritos estavam cada vez mais dificeís de controlar. Agarrava as pernas com as minhas mãos e transpirava por todos os lados enquanto me sentia a ser devorada de forma selvagem e prazerosa. Ele enfiou dois dedos na minha vagina enquanto me lambia e eu vi estrelas. Avisei-o que me estava quase a vir e vim-me segundos depois. Inundei os lençóis e certamente acordei os vizinhos. Senti uma dormência agradável por todo o corpo, como se a minha alma o tivesse abandonado e vi pelo canto do olho a cara de triunfante dele. Deitou a cabeça no meu peito, estávamos ambos exaustos e a sentir-nos fenomenais.
4年前