A minha viola

Quando era mais jovem gostava de sair de férias com a mochila às costas, saco-cama e a minha viola. Levava no saco da viola a armação para uma harmónica, um kazoo e debaixo do pé tinha uma guizeira para fazer o acompanhamento. Sempre gostei de tocar na rua, levava dinheiro para as férias, não tocava para comer, mas a viola sempre me aproximou de mulheres interessantes... e interessadas.
Rumei a vários pontos do país, mas as praias eram o meu destino favorito pela frequência de veraneantes e acima de tudo estrangeiros que com mais facilidade deixavam a moeda no saco da viola. O Algarve foi a zona do país mais visitada e recordo um ano em que cheguei a meio da tarde e pousei a mochila ********* a um banco de jardim, saquei da viola e da harmónica e comecei o espectáculo. A dado momento vi um homem quarentão, bem vestido a olhar para mim, atento à música. Quando acabei a canção não comecei a seguinte, fiz um compasso de espera mexendo na mochila e ele veio ter comigo. Convidou-me a tocar na esplanada do seu bar nessa noite. Expliquei que tinha acabado de chegar e não tinha ainda quarto para dormir. Respondeu que não me preocupasse.
Apanhei boleia dele, pois o bar ficava numa zona de praia distanciada da localidade. Lá chegado vi o bar de madeira bem cuidado e apontou-me o lugar onde podia tocar.
- Agora deixe aí a bagagem e venha comigo.
Segui o meu anfitrião e entrámos numa pequena casa atrás do bar. Era de madeira, mas uma pequena casa com dois quartos, uma salinha com cozinha e wc. Gostei! Tive casa de borla e oportunidade de ganhar mais dinheiro que na rua!
- Só precisa de tocar à noite, de preferência instrumentais como vi no banco da praça. O que ganhar é para si, eu incentivo os clientes a deixarem algo. Come, bebe e dorme à minha custa.
Estendi-lhe a mão direita com um sorriso.
- Aceito, obrigado!
Tinha praia perto de casa, copos e comida, cama para descansar...
- Mas há um pormenor! Aquela miúda que está no bar... mora aqui também! É maior e vacinada, o que acontecer entre vocês não me diz respeito, mas espero que a respeite... aliás, tem que a respeitar!
- Não se preocupe!

Já toquei nessa noite, um pouco a medo, sempre a olhar os clientes para tentar entender se estavam a gostar. Rendeu mais essa noite do que qualquer dia na rua!
Fui para casa antes da miúda, ela teve que arrumar o interior do balcão, mas eu tinha ajudado a arrumar cadeiras! Quando chegou tinha um ar cansado mas ainda sorria.
- Tocar é melhor que servir copos!
- Sim, é verdade! Gosto tanto que faço isto nas minhas férias do trabalho.
- Também eu! Já venho para aqui há ******. Desde pequena.
- Por gosto?
- No primeiro ano o meu pai arranjou este serviço porque reprovei na escola, mas a partir daí fui eu quem quis. Ganho o meu e estou em ambiente que me agrada.
- Aventureira?
- Não! Não sou muito aventureira.
- Não tens vontade de aventuras? Sair por aí de férias sozinha?
- Há coisas mais simples que ainda não fiz por não ser aventureira.
Pensei logo em levar a conversa para a intimidade, mas esperei melhor oportunidade. Era apenas o primeiro dia. Perguntei de onde era, fiz uma apresentação de conveniência e dei-lhe espaço para falar dela. Mostrou-se contente por ter companhia.
- Costumo estar aqui sozinha. Às vezes, depois de um dia de trabalho apetece-me beber um copo com alguém.
- Durante uns dias tens a minha companhia! Queres beber um copo?
- O que bebemos? Vou buscar ao bar, mas olha que não costumo beber...
- Traz o que mais gostares.

Voltou com uma garrafa de vinho tinto e dois copos. Mais uma vez me avisou que não era habitual beber e se porventura ficasse bêbada a desculpasse, mas apetecia-lhe beber!
Começou a conversa de circunstância e quando íamos a meio da garrafa achei que podia voltar à conversa das aventuras.
- Há pouco falaste que tens aventuras adiadas.
- Falei? Hummm não... Talvez não considere aventuras.
- Então? Mas falta fazer algo?
- Falta fazer muitas coisas, como a toda a gente!
A partir deste momento era eu quem enchia os copos. Notei-a abanada e decidi levantar-me para lhe mostrar (sem falar) o meu pau enorme nas calças justas.
- Isso é do vinho?
- Não digas que entornei vinho nas calças.
- Não! (risos) O volume!
- Não é do vinho mas talvez provocado por uma bela companhia.
- Eu? Ninguém me quer! Nem me estreei!
- Não acredito! A trabalhar verões aqui!
- Lembras-te que disse: - Há coisas mais simples que ainda não fiz por não ser aventureira?
- Sim!
- A intimidade é uma delas... Lamento dizer-te que sou um zero nessa matéria.
- Há sempre uma primeira vez...
- Ui... (risos) Se me tocasses fugia a sete pés!
- Há formas de começar que não assustam, pelo contrário, aliciam.
- O vinho é uma delas, até já falo de intimidades com um desconhecido!
- As melhores curtes que tive foram com desconhecidas.
- É por isso que andas sozinho e de viola?
- Também ajuda.
- Que formas são essas? Queres contar?
- Sei lá! Com carinho, calma...
Deitei o resto do vinho nos copos e desta vez levantei-me para que ela visse de novo o volume nas calças. Levou a mão aos olhos e exclamou:
- Ui... estás mesmo mal!
- Estou bem demais!
- É enorme!
- Não é nada, é normal. Queres ver? sentir?
- Sentir? onde?
- Mete a mão nas calças...
- Não ia conseguir!
Estendi-lhe as mãos e convidei-a a levantar-se. Riu-se mas levantou-se. Abracei-a, encostei-me bem a ela.
- Sente!
Ficámos assim. Pousou a cabeça no meu ombro, apertámos o abraço, puxei-a para mim.
- Sentes?
- Sim! Mas não te mexas muito ou fujo!
- Não foges nada. Encosta mais se quiseres.

Foi o início, com a ajuda do vinho permanecemos encostados e o meu pau aumentou mais ainda. Precionei a sua anca contra mim e esfreguei o pau no seu ventre.
- O que sentes?
- Uma coisa dura.
- Não fugiste! Queres sentir melhor?
- O que queres dizer?
- Se tirarmos as calças sentes melhor. Ficamos com a roupa interior.
Abriu muito os olhos, esticou os braços a afastar-me.
- Não perdes tempo!
- Queres sentir? Realizas uma fantasia que nunca realizaste com medo das aventuras.

Sem dizer mais nada baixei as minhas calças e o pau ficou bem mais saliente apenas nas cuecas.
- Se baixares as calças sentes melhor.
Abracei-a de novo e encostei-me. As minhas mão desceram e apalpei-lhe o cu. Não reclamou e aproveitei para levar uma das mãos ao botão das suas calças.
- Não...
- Porque não? Sentes melhor!
- Vais querer tudo!
- Apenas o que tu quiseres também.
Desabotoei as calças e baixei com a sua ajuda. Ficámos apenas em cuecas e voltámos ao encosto. Eu já tinha uma vontade enorme de a comer, mas lembrei-me de algo que adoro, estar a roçar a cona sem penetrar! Roçámos bem, ela já pendia a cabeça para trás para eu não ver as suas expressões de tesão. Sem que ela notasse tirei a piça para fora e meti entre as suas pernas. Para além de sentir a piroca a tentar entrar entre as pernas, sentiu-lhe o calor nas suas coixas.
- Tiraste para fora das cuecas?
Sorri e abanando a cabeça disse que sim.
- Queres senti-la melhor?
- Vais fazer asneira!
- Não. Vem comigo.
Dei-lhe a mão e encaminhei-a para o quarto. Deitei-a e tirei-lhe as cuecas sem grande reacção, mas ficou de pernas bem juntas. Cavalguei-a e com a piroca na mão fui roçando os lábios da sua cona. Já estava nas minhas sete quintas! Rocei durante muito tempo. Ela abanava a cabeça para um lado e outro cobrindo o rosto com a mão. Já estava mortinha para ser penetrada. As humidades já permitiam que a cabeça entrasse entre os lábios, já me sentia dentro dela. Fui forçando a entrada e ela ia permitindo sem nada dizer. Até que disse:
- Dói um pouco. Sou virgem. Mas já senti cá dentro!
- Estás a ver que não fugiste? A primeira vez dói sempre um pouquinho, mas dá prazer também. É um momento único!
- Sim, mas queres levar até ao fim?
- Se quiseres permites-me.
- Se não permitir?
- Paramos!

Abriu um pouco as pernas. Saí da posição em cima das suas pernas, abri-as, coloquei-me na posição do missionário e continuei a roçar a cona à miúda. Beijei-a pela primeira vez, entregou-se no beijo e forcei a entrada da piroca. Tirei-lhe os três e continuei a foder. Ela gemeu dizendo que doía, mas os gemidos passaram a ser de prazer e senti as suas unhas nas costas. Dei-lhe bem, veio-se na sua primeira vez e quando senti que me ia vir retirei a piça ensanguentada e vim-me na sua barriguinha sexy de menina de 20 anos!

Chamavam-lhe Cuca, foi assim que a chamei durante a minha estadia no bar. Passamos a dormir juntos, a foder com muito carinho.
Nunca soube o seu verdadeiro nome e nunca mais lá voltei!
発行者 LxBull
4年前
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