Desventuras da Sissy Kelly Sofia - Conto 2

Arranjei um amante há uma semana atrás e depois de muita conversa, combinámos  passear de carro, para longe da cidade..
Depois de muita estrada percorrida, parámos perto de uma mata, para podermos estar mais à vontade e longe de olhares de ocasião.

Ia muito maquilhada, com umas botas de vinil preto enormes quase até às virilhas. Usava uma mini saia plissada, como eu gosto, bem rosinha. A  camisinha de alças que levava era bem apertadinha e exibia os meus mamilos bem durinhos.

O meu macho parou o carro e tirou do porta luvas dois sugadores de vácuo para mamilos e disse-me para levantar a camisa. Colocou-os bem apontados e fazendo vácuo começou a esticá-los. A tusa que estava a sentir era insuportável.. Esteve nisto durante mais de uma hora. Estive quase o tempo todo de olhos fechados a acariciar o meu grelinho e a esgalhar o mastro dele, que estava fora das calças quase desde o início deste devaneio..

Quando terminou, pediu-me para baixar a camisinha. Como estava muito apertada, fiquei com umas maminhas daquelas que fazem parar o trânsito.Agarrou-me a cabeça e em menos de um segundo estava com o tronco dele enfiado até a garganta, em movimentos cima a baixo enquanto ele me apalpava e apertava o peitinho com uma força que até me faltava o ar..
Sem avisar e sem o mais pequeno indício levei, de repente, com um jato dentro da boca que me engasguei toda...
Após ter engolido tudo e lambido o mastro dele, até a última gota, arrancamos e passado uns quilómetros passamos por uma zona de ataque, com várias meninas, a fazerem pela vida.

Assim que deixámos esta zona de pecado, mas ainda na mata, ele parou o carro e pediu-me com uma voz muito meiga que saísse e me exibisse na beira da estrada, porque gostava de me ver a andar com aquelas botas e com o rabo a abanar. Garantiu-me que ia estacionar o carro e que depois me viria comer toda, pois estava de novo com uma grande vontade.

Sai, fechei a porta do carro e, naqueles trejeitos, caminhei na direção da mata, decidida e sem olhar para trás. Nem dez segundos e o barulho que ouvi foi tudo menos de um carro a estacionar. Com uma grande aceleração e a levantar toda a poeira da estrada pôs-se a milhas e em menos de nada nem homem, nem carro, nem um barulhinho sequer...

Não vos digo no que fiquei a pensar, porque não fiquei a pensar literalmente em nada. 

Sozinha, sem carteira, sem dinheiro, quase despida, com uns peitos de franguinha que de tão espetados quase me rompiam a blusa, imaginei coisas horríveis. Talvez não tão horríveis como o que me aconteceu nas horas seguintes.

De repente ouvi um carro e fiquei de pé, bem na beira da estrada, pensando que o meu macho tinha ganho juízo e terminara aquela brincadeira de tão mau gosto. 

No entanto, o que ouvia era um carro com três rapagões que assim que me viram travam a fundo, bem junto a mim, e que quase me fizeram voar mata a dentro.

Dois deles saíram do carro que nem foguetes e perguntaram-me o que estava ali a fazer, gritando - ESTA MATA É NOSSA! SÓ AS NOSSAS MENINAS E OS NOSSOS TRAVESTIS AQUI PODEM TRABALHAR! PERCEBESTE PUTA!

Nem tive tempo de responder. Levei duas galhetas, tão bem dadas, que a minha cara só parou no chão.

Ainda com a boca cheia de areia, fui levantada, e arrastada para dentro do carro.. As mãos bem atadas, atrás das costas,os olhos tapados e a boca amordaçada.

Não tenho noção de quanto tempo andámos, apenas sei que íamos bem depressa, dado o balanço que apanhava nas curvas, com o rapagão que ia atrás a agarrar-me para não tombar para cima dele.

Estava tão aterrada, tão mijadinha que nem me lembro se falaram, ou o que falaram durante a viagem.
 
Sei que, de repente,  travam a fundo. Fui literalmente arrancada do carro e transportada, quase de rojo, durante uns bons metros. 

Enquanto sentia uns odores horríveis a *********** de animais e ouvia vários sons da quinta. Tiraram-me as correntes e amarraram-me as mãos ao nível do peito, suspensas numa corda.

Tiraram-me a venda e a mordaça e pude verificar que estava num interior de um chiqueiro, com vacas, porcos, cabras e sei lá o que mais à minha volta.

O chão, perdoem-me, mas estava carregadinho de merda e bosta de vários animais. Já tinha as botas todas sujas, mas acreditem que, naquela altura, era a ***** das minhas preocupações.

Antes que eu tivesse tempo de dizer alguma coisa levei mais quatro galhetas de seguida distribuídas pelas duas faces. Comecei a chorar e a soluçar e tentei dizer que não era prostituta, e que tudo não tinha passado de uma partida de mau gosto do meu namorado, mas eles nem quiseram saber.

Perguntaram-me quantas vezes tinha estado naquele lugar.. Respondi que foi a primeira e levei mais duas estaladas. Voltaram a perguntar e respondi o mesmo. As duas que levei a seguir foram com tanta força que os meus joelhos aterraram bem na merda que estava no chão e senti-me a criatura mais porca na face da terra.

Estava completamente banhada em lágrimas e à vez aplicaram-me mais dois pares bem no rosto, que sentia cada vez menos, de tão inchado que me parecia.

Então do nada, um deles gritou-me - VAMOS APLICAR-TE UM CASTIGO! VAIS VER QUE É A ÚLTIMA VEZ QUE VAIS FICAR NA BEIRA DA NOSSA ESTRADA!!!

Dizendo isto rasgaram-me a blusa, deixando-me com os mamilos a baloiçar no ar. Continuava de joelhos, agora com as mãos bem esticadas pela corda e de tronco completamente desnudado.

Ouvi, atrás de mim, o barulho assustador de um chicote no ar e urinei-me toda pelas perninhas abaixo, o que provocou uma risada enorme. Um deles disse a sorrir - Esta vaquinha está a mijar no sítio certo.

Voltaram a  amordaçar-me, e começaram a chicotear-me. Gemi, chorei, solucei, tentei gritar em cada chicotada, mas eles não paravam.

Não as contei, mas devo ter levado 20 chicotadas, todas bem dadas. Fiquei com marcas nas costas, na barriga e no peito.

Cada chicotada primeiro batia nas costas e depois a ponta do chicote dava a volta e completava o movimento, provocando dores insuportáveis.

Só um deles me bateu, sempre a dizer - GRITA MINHA PUTA! MINHA FÊMEA TRANSVIADA!

Os outros dois riram do princípio ao fim.

Quando o rapagão do chicote terminou, vieram os três para a minha frente, despertaram a braguilha e mijaram em simultâneo diretamente para a minha boca já, de novo, sem a mordaça.

Iam gritando - ABRE A BOCA PUTA OU QUERES LEVAR MAIS DO CHICOTE ?.

Não tive outro remédio e assim engoli o que me pareceram litros de urina.

Deixaram-me ali e foram para dentro. Passada uma eternidade, voltaram com várias garrafas de cerveja na mão. 
Estava a tremer de frio e de medo. Continuava literalmente em pânico.

Voltaram todos a desapertar a braguilha, e enquanto bebiam cerveja iam mijando, cuspindo e esporrando em cima de mim.
ABRE ESSA BOQUINHA MINHA VACA, SE NÃO JÁ SABES...
No fim ainda agitaram algumas garrafas e jorraram a cerveja na minha cara, contribuindo para a mistura de odores desagradáveis..

Desamarraram-me e ordenaram que me levantasse, porque me iam levar de volta. Até ao carro não pararam de me dar pontapés no rabinho. Ainda cai umas 5 vezes, mas com a esperança de sair dali, consegui levantar-me bem rapidinho, em todas elas.
 
Como estava a cheirar horrores enrolaram-me num tapete e colocaram-me na bagageira. Ao chegar à mata, desenrolaram o tapete e fui varrida, de novo, para a poeira da beira da estrada.
Arrancaram, ameaçando que se me voltassem a ver ali, não seriam tão meiguinhos. 

Ali fiquei 30 minutos, até que vi o carro do meu namorado.
Pensei que ia ser caloroso comigo, mas espumava de raiva e gritou comigo durante toda a viagem. Antes de me levar a casa, ainda me deu uma valente galheta por ter saído do sítio onde me tinha deixado, outra por ter estado com outros homens, outra por estar em top-less, outra por  cheirar a merda e uma última por ter estragado a maquilhagem.
Acreditem que passadas 3 semanas ainda sentia as costas bem doloridas, a cara inchada e os odores do estrume e da cerveja misturada com a urina, a esporra e o cuspo deles.,, 

FIM
発行者 Vicosisu
4年前
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