MEU MARIDO, MEU FILHO E MEUS SEIOS
Era normal se deparar e conviver com a perversão, acostumei e aproveitei toda a tara desse tema e me cedi como mamãe peituda pra todos os homens que me admiraram.
Sabia que o desejo incontrolável por meus seios, seria algo extremamente frequente, a prova cabal de que isso seria duradouro, foi quando constatei que, meu próprio filho, possuía essa doença incontrolável... O vício pervertido de admirar meu peito.
Já o havia pego me es pi an do algumas vezes em momentos de intimidade, penteando o cabelo com os seios expostos, ou na praia de biquíni, com toda a fartura em evidencia, quase nunca pelada, mas tive a sensação e a impressão de que algumas vezes, o Vitor me espreitava e se masturbava, pela duvida sempre acabava não me preocupando.
Vitor tinha uma fixação sexual por meu imenso par de seios; Desde a in fan ci a ou a do les cencia ele admirava o meu peitão de forma quase que descontrolada, sempre tentando espiá-los de algum modo.
Ele me espreitava com frequência, pegando-me à vontade em casa; de camisola e sutiã; citava gostar mais de algumas roupas e ao vesti-las; ele sempre me observava de forma insinuante; fitando quase que hipnotizado meu volume gigantesco.
Lembro que meu marido não gostava muito dos meus seios, passei anos de casamento sem poder desfrutar desse prazer com ele, era obrigada a mamar o meu próprio peito enquanto fazíamos sexo, porque ele não gostava muito disso, eu não conseguia levar pirocada sem que meios peitos estivessem sendo usados, apertava o meu peitão e me doava o mamilo, sugando a dando linguada, era chato mas não tinha outro jeito.
Meu filho completamente louco para me usar os seios, delirando e sonhando dia após dia, enquanto o meu marido que é marido, não me chupava o peito, não tratando e desperdiçando o peitão da sua esposa; as vezes sentia raiva da situação e me pegava pensando em dar as minhas tetas pro meu filho mamar, só de vingança, já que o meu próprio esposo não estava dando conta do recado.
Era um pensamento depravado, e mesmo com essa consciência, eu me permitia pecar e me deixar levar pelo prazer e torpor materno, por vezes exagerava e ultrapassava os limites do bom senso, sentindo prazer em pensamentos in ces tuosos.
Sabia que o desejo incontrolável por meus seios, seria algo extremamente frequente, a prova cabal de que isso seria duradouro, foi quando constatei que, meu próprio filho, possuía essa doença incontrolável... O vício pervertido de admirar meu peito.
Já o havia pego me es pi an do algumas vezes em momentos de intimidade, penteando o cabelo com os seios expostos, ou na praia de biquíni, com toda a fartura em evidencia, quase nunca pelada, mas tive a sensação e a impressão de que algumas vezes, o Vitor me espreitava e se masturbava, pela duvida sempre acabava não me preocupando.
Vitor tinha uma fixação sexual por meu imenso par de seios; Desde a in fan ci a ou a do les cencia ele admirava o meu peitão de forma quase que descontrolada, sempre tentando espiá-los de algum modo.
Ele me espreitava com frequência, pegando-me à vontade em casa; de camisola e sutiã; citava gostar mais de algumas roupas e ao vesti-las; ele sempre me observava de forma insinuante; fitando quase que hipnotizado meu volume gigantesco.
Lembro que meu marido não gostava muito dos meus seios, passei anos de casamento sem poder desfrutar desse prazer com ele, era obrigada a mamar o meu próprio peito enquanto fazíamos sexo, porque ele não gostava muito disso, eu não conseguia levar pirocada sem que meios peitos estivessem sendo usados, apertava o meu peitão e me doava o mamilo, sugando a dando linguada, era chato mas não tinha outro jeito.
Meu filho completamente louco para me usar os seios, delirando e sonhando dia após dia, enquanto o meu marido que é marido, não me chupava o peito, não tratando e desperdiçando o peitão da sua esposa; as vezes sentia raiva da situação e me pegava pensando em dar as minhas tetas pro meu filho mamar, só de vingança, já que o meu próprio esposo não estava dando conta do recado.
Era um pensamento depravado, e mesmo com essa consciência, eu me permitia pecar e me deixar levar pelo prazer e torpor materno, por vezes exagerava e ultrapassava os limites do bom senso, sentindo prazer em pensamentos in ces tuosos.
1年前