ARROMBANDO A MINHA MÃ E
CAPÍTULO 1
Este é o relato do primeiro dia, em que tive relações sexuais com a mulher que me deu a luz, ela é uma coroa bonita, de bem com a vida e separada, Loira e com descendência Holandesa, sua pele é branca e com sardinhas, tem 1, 70m de altura, silhueta magra, corpo frágil e um detalhe que chama a atenção: Seus seios são Tamanho Extra G!
Sempre animada, ela, adorava ir a praia aos finais de semana, sua pele avermelhada do sol sempre a dava um tom saudável... Mamã e não aparentava ter a idade que tinha.
Era uma Sábado em Cabo Frio (Rio de Janeiro), mais um dia tranquilo de visita a minha querida Mã e, acordamos por volta das 10hs, tomamos um breve café da manhã e fomos os dois para a praia, ao chegar, montamos nossas coisas e já começamos a beber aquela cervejinha, o verão daquele ano castigava a pele, permanecemos nas cadeiras de praia e em baixo do guarda-sol, conversávamos e admirávamos a praia e o mar calmo daquele dia, a terceira cerveja passara sem que percebamos o tempo fugir.
Olhei para o lado e fitei minha Mã e despercebida, a reparei es pi an do o volume da minha sunga e imediatamente me constrangi com a situação, Envergonhado, virei o rosto, dei o último gole na cerveja e fingi nada ter visto, ela sem me perceber, continuou es pi an do de forma hipnótica o meu membro em repouso, mamã e mantinha a descrição mas olhava com o rabo do olho todo o contorno do meu órgão sexual e isso já não era novidade: De tr ês anos para cá, essa situação vinha acontecendo com certa frequência, em diversas ocasiões reparava a mesma atitude, me distraía e lá estava ela...
Mamã e disfarçava, mas sempre dava um jeito de manjar a minha piroca.
Sentia vontade de reclamar daquele assédio, mas sempre faltava-me coragem e algo me impedia... me sentia culpado e indigno, por culpa e peso na consciência, acabava conformado á tolerar as atitudes estranhas de Mamã e, como fi lho, Eu não tinha moral para reclamar... e vou explicar o por que.
Desde a a do les cên cia, desenvolvi o péssimo hábito de es pi ar os seios de mamã e, não sei se era um vício ma ter no ou doentio, mas era uma mania que me assolava com frequência, não conseguia controlar meus impulsos e acabava cometendo aquela perversão, as vezes me pegava lembrando daquele tetão, Quando cri an ça, abocanhava aquelas auréolas gigantes e sugava forte sua peitaria, aqueles seios ficavam tão cheios de leite, que chegavam até a escorrer sobre os mamilos, acabei mamando até os se te anos de idade, de tanto que gostava daqueles peitões.
Aquelas Recordações me traziam prazer, sempre tentei afastar esse pensamentos da cabeça mas não conseguia, a cada dia que passava, espiava aqueles melões com mais frequência que o habitual, eu desconfiava que Mamã e já havia reparado, parecia fingir não perceber mas sabia de tudo que acontecia ao nosso redor...
Acabamos com a sexta cerveja e enfim, resolvemos voltar pra casa.
Ao chegar, fui direto pro banho, enquanto Mamã e com fome, foi preparar um lanche, ao terminar me dei conta que havia esquecido a toalha, sai do box, abri a porta e pedi ajuda, voltei ao chuveiro mantendo a porta aberta e esperei a toalha chegar, Ela entrou rapidamente, botou a toalha a meu dispor e disse que estava morrendo de vontade de fazer Xixi e não conseguia segurar, entrou, fez as necessidades e começou a papear, Eu queria sair do box para trocar de roupa mas não estava conseguindo, depois de 5 minutos de conversa fora, avisei a mamã e que ia sair, ela disse: "tudo bem" e permaneceu sentada sobre a tampa do vaso, me dirigi a pia, tirei a toalha do corpo pra vestir a cueca e me lembrei que não a havia pego, virei, peguei a bermuda pra vestir, quando de repente, Mamã e soltou um exclamação... Olhou em direção a meu pênis e falou:
-Nossa! O que é isso meu fi lho? Meu deus... olha o tamanho dessa coisa!
Fiquei sem graça e me calei, sorri constrangido e fingi não entender, minha Mã e tinha motivos para se assustar, mesmo mole, o meu cacete era enorme e media próximo a 17 centímetros, quando ereto, a piroca ficava ainda mais gigantesca, era uma tora grossa de quase 30; mamã e pareceu se preocupar com o meu dote, olhava e bradava que aquilo não podia ser normal, me perguntou se estava com algum inchaço ou dor na região pubiana, eu ri da pergunta e respondi em negativa, expliquei que este era o meu tamanho normal e que mesmo estando mole, o meu órgão era daquele jeito: Grande e grosso; incrédula, ela rebateu, me explicou que nunca havia visto algo tão grosso em toda a sua vida; suspirou, inclinou um pouco seu corpo, chegou mais perto de mim e parou, calada, observou atentamente todo o contorno do meu cacete, olhava chocada para sua grossura...
Não acreditava no que estava a sua frente!
Eu não sabia o que fazer, estava morrendo de vergonha, peguei novamente a toalha com o intuito de me cobrir, com o movimento, meu cacete grosso balançou para um lado e para o outro, Mamã e olhou aquele pêndulo de rola e se manifestou mais uma vez:
-Nossa meu amor!! Olha esse negócio balançando! É muito grosso meu anjo... Mamã e tá preocupada... Tá muito inchado! Não é possível...Você deve estar com algum problema por ai! Deixa eu dar uma olhadinha meu fi lho...
Sem me deixar reagir, Ela chegou mais perto , esticou a mão, botou- a por debaixo da minha rola e suspendeu o meu cacete bem devagar... Eu não pude acreditar naquilo!
CAPITULO 2
Mamã e estava com o meu caralho grosso sobre a palma de sua mão, observava ele á poucos centímetros, olhando-o por todos os ângulos, ela examinava aquela jamanta como se fosse médica; estava espantada e analítica enquanto Eu, não sabia aonde enfiar a cara:
-Nossa fi lho, isso não é normal! Ele é muito pesado, deve ter mais de 1kg... parece até um pênis de ca va lo, sabia? (risos) Querido...Você consegue ter ereção? Deve ser difícil deixar duro um negócio desse tamanho! Explica pra mamã e, vai!
Constrangido, respondi timidamente que sim, mesmo tendo um pau gigante, conseguia ter ereção normalmente, não satisfeita, minha mã e continuou me examinado e falando:
-Nossa... ele é gigantesco! Deve ter uns 20 centímetros e ele ainda está mole, incrível! Você é um ca va lo, meu fi lho!
Mamã e não sabia que tinha um fi lho ca va lo, meu Deus do Céu! (risos) Ele ainda cresce mais do que isso?
Sorri sem graça e novamente respondi a Mamã e, expliquei qual era o tamanho real do meu cacete duro (28cm) ela me olhou com cara de espanto e não acreditou, soltou meu cacete pesado, o observou quicar no ar e o pôs novamente na palma da mão, senti meu caralho ameaçando a ficar meia-bomba:
-Nossa Fi lho, não é possível, você é um animal! Nunca vi isso, nem em filme! E a cabeça dele? Também é gigante?
A minha chapeleta, que estava escondida sob a pele, começou a florescer, mamã e ficou hipnotizada e observava atentamente o cabeção querendo crescer, ela soltou meu caralho mais uma vez e o deixa balançar, o pegou novamente e liberou metade do cogumelo pra fora da pele... olhou fixamente e disse:
-Me desculpa fi lho! Mamã e não tá aguentando mais! Desculpe a Mamã e...
Não entendi aquele pedido de desculpas, mas em segundos tudo ficou claro; mamã e havia abocanhado a cabeça do meu piru de uma só vez; ela foi esfolando a pele do meu cacete com os lábios e botando a chapeleta pra dentro de sua boca; recuou, respirou, e repetiu o feito; abriu os lábios ainda mais e abocanhou todos os 15cm de cogumelo; parou, permaneceu assim por segundos e soltou a mão... aquela jeba meia bomba já começava a crescer:
-Que isso, mã e! Você tá chupando meu Pau, para! Eu sou seu fi lho...Shhh... olha o que você tá fazendo!
Minha ge ni to ra fingiu não ouvir, gemeu levemente e cuspiu meu cabeção pra fora, suspirou ofegante, admirou todo aquele volume e tornou a abocanhar bem devagar; insistiu e superou os limites da chapeleta, encheu a boca de cacete e tentou engolir mais rola... Não conseguiu chegar nem a metade! Se engasgava com a grossura e o cuspia novamente.
Pegou fôlego e não desistiu, abocanhou o limão rosado e o manteve na boca, abria os lábios mais e mais, for çan do a chapeleta contra a goela com bastante vontade, via a saliva escorrendo pelo rosto de Mamã e que parecia não se importar, permaneceu assim por alguns segundos e se su fo cou... golfou a piroca pra fora da boca e a observou balançar, parecia hipnotizada pelo meu caralho, ela via que a vara estava crescendo e contemplava seu serviço, admirava a rola balançando e escorrendo sua própria saliva; respirou novamente e não hesitou, abocanhou o cacete em movimento sem o mínimo pudor; engoliu a chapeleta e gemeu baixinho com ela sobre a língua... me descontrolei e gemi bem alto:
-Porra mã e, você precisa parar! Olha o que você tá fazendo... tá deixando ele duro, Mã e! Você tá chupando o meu cacete!
Mamã e me ignorou e prosseguiu; fechou os olhos, se concentrou, abriu a boca ao máximo e engoliu a cabeça de uma só vez, permanecendo assim por uns dez segundos, não resisti e urrei de tesão; arranquei meu pau de sua boca, deixando seu rosto encharcado e o cuspe escorrendo por sua face, ela estava possuída, repetia a perversão sem parar, for ça va o cogumelo contra a boca, só para se engasgar e o cuspir pra fora; sentia meu cacete pulsando e as veias latejantes; minha mã e parou, olhou aquela jamanta dura que nem ferro e admirou seu feito:
-Nossa fi lho, que piroca enorme! Tá muito duro...Shhh.... Isso parece uma barra de ferro! Não consegui aguentar, fi lho! Precisava ver se era de verdade, desculpa a mamã e...Shhh... Precisava ver se esse pau de ca va lo era de verdade mesmo!
O rosto babado de saliva revelava a face oculta de mamã e, contemplava minha ge ni tor a respirando de forma ofegante e observando o pulsar da minha rola; ela limpou o rosto com os dedos, botou a mão no talo e esticou, esfolando toda a pele do mastro e exibindo minha ereção; gemi e e ouvi seu comentário:
-Nossa, o que que é isso?...Shhh... Isso é uma piroca de Ca va lo! (risos) Me desculpa, fi lho! Não dá pra resistir!
Estávamos fora de controle, mamã e estava quase me masturbando, passeava a mão bem devagar por toda a extensão do meu cacete, o esfolava da chapeleta até o talo e depois apertava, firme e com muita for ça; as veias se estufavam e bombeavam san gue pra chapeleta, enquanto ela admirava e aumentava o ritmo da punheta, via meu mastro pulsando em sua mão e tentava conter o prazer:
-Você tá tocando punheta, mã e! Para com isso, por favor!!...Shhhh.... Meu pau já tá latejando, mã e!
-Nossa, fi lho! Mamã e nunca viu nada igual...Shhh....Deixa mamã e continuar um pouco, vai? Só mais um pouquinho!
CAPITULO 3
Mamã e pedia olhando em meus olhos, ela me masturbava que nem uma prostituta e falava com os lábios sobre a chapeleta, usava meu cogumelo como se fosse um microfone e pedia autorização pra masturbar o próprio fi lho; não resisti e gemi; ela me olhou novamente e sem parar a punheta, suplicou:
-Deixa mamã e te chupar, fi lho?! Por favor, vai!...Shhh.... Daqui á pouco eu paro! Só mais um pouquinho, tá? É o primeiro cacete de ca va lo que eu vi... Nossa senhora, querido! Isso é anormal!
Gritei de tesão e desviei o olhar, senti a segunda mão de mamã e circundar meu pau, esfolou ao máximo e começou uma punheta rápida com as duas mãos, enquanto sua boca novamente abocanhava meu cabeção, gritei de tesão e falei:
-Para mã e, por favor!! Olha o que você tá fazendo! ...Shhhh... Eu sou homem, não tô aguentando! Você tem que parar! Olha isso! Você parece uma punheteira!...Shhh... Que chupada é essa, hein?
Isso tá errado, mã e! Não pode!...Shhh....Tá me chupando que nem uma puta, para com isso!
Ela sorriu e aumentou o ritmo, segurei toda a porra na cabeça do meu pau mas não contive meu tesão, retirei rapidamente meu cacete pra não gozar, vi meu membro ereto balançando e a saliva escorrendo pelos seios de Mamã e, não resisti e cedi ao in ces to...
Taquei uma de minhas mãos no peitão de minha ge ni to ra; senti aquele seio farto enchendo minha mão e quase saltando pra fora, mamã e punhetava e linguava minha cabeçona inflada, me olhando e gemendo com a boca cheia, se afastou, continuou masturbando e me observou, testemunhava seu fi lho, segurando com for ça o seio de sua própria mã e, curvou sua coluna estufando ainda mais sua peitaria e com a outra mão, pu xou o biquíni pra baixo, deixando um dos seus peitões saltar pra fora e quicar no ar.
Observei aquele melão farto se exibir para mim, enquanto o outro, se mantinha guardado, não resisti, apertei aquela teta gigante com for ça e observei seu bicão gostoso se estufando todo para mim, Mamã e observou meu tesão e sorriu, ela expunha seus seios sem o me nor pudor.
A marquinha do biquíni ressaltava ainda mais aquelas auréolas rosadas e grandes, sentia aquele seio pesado sobre minha mão enquanto recebia aquela chupada de puta, não resisti e balancei aquela peitaria com for ça, mamã e gemeu alto e esfolou meu pau:
-Nossa Mã e, que peitão gigante! Shh... Olha isso! Que bicão é esse.. Da vontade até de mamar nele!
Imediatamente, Mamã e levantou, afastou mais o biquíni de seu seio e veio em direção a mim, sem reação e instintivamente, abri a boca e recebi aquele bico em meus lábios: - Mama fi lho.. Shhh... mama no peito da mamã e...Shhh....Vem matar a saudade, vem. - Sentia meu cacete gigante latejando de tesão, minha mã e segurava seu peitão com for ça o fazendo ficar gigantesco, enquanto mantinha aquela auréola gigante toda em minha boca.
Eu sugava aquele peito que nem um bezerro, abocanhando e mamando na teta como se fosse um bebê, me afastei e linguei o bico com tesão, observei aquela peitaria gigante por uns segundos e novamente tive minha boca selada:
-Isso fi lhão, continua vai! Mata a saudade e mama nesse peito!...Shhh... Mama o peito da mamã e, vai!
-Nossa mã e, que peitão gostoso!...Shhh... Que saudade de mamar nessa teta, não consigo parar.
Mamã e não me deixava respirar e segurava ele contra meus lábios.. Me obrigava a sugar seu próprio seio... Sem pudor:
-Isso Fi lhão...Shh... Realiza seu sonho! Pode mamar, tá? Mamã e deixa, meu anjo! Continua... Mama assim, desse jeito. Suga esse peito com for ça! Mama na teta da mamã e, mama! Se alimenta vai!
-To mamando, mã e! To mamando...Shhh.... Olha esse bicão, olha! To caindo de boca nessa teta!
Eu estava descontrolado de prazer, de uma vez só, abaixei o outro lado do biquíni e observei seu melão gigante saltar pra fora, permaneci mamando seu outro seio enquanto admirava aquele peito gigante pendurado sobre seu traje de banho... aquela teta era enorme! Não resisti e segurei firme por de baixo dela, parei, deslumbrei aquele monumento e balancei com ainda mais for ça aquele peitão de va ca; mamã e gemeu e se afastou, apertei os dois peitos por baixo do biquíni com toda a minha for ça; balançava com carinho todo aquele volume sobre meus olhos, enquanto admirava em minha frente aqueles dois melões, um em cada mão:
-Nossa mã e! Olha esses peitos, que isso!...Shhh... To apertando com for ça e caindo de boca, olha!
-Assim seu puto! Mama! Faz o que o seu pai não faz, vai! Cai de boca nesse peito e mama sua mã e!
Cheguei mais perto e passei suavemente a língua nos dois bicos, alternava 3 linguadas pra cada aureola e depois apertava aquela mama com bastante pressão, Mamã e urrou de prazer e sem pensar, tacou a mão no meu cacete, senti minha rola latejar sobre seus dedos, meu caralho estava sendo esfolado por minha ge ni to ra enquanto eu me alimentava em seus peitões!
Em um só suspiro, Abocanhei sua bicaria esquerda de uma só vez:
-Caralho fi lho, que mamada gostosa! Mama com vontade nesse peito, vai! Chupa essa peitaria enquanto mamã e esfola o seu caralho!..Shhh... Olha só sua mã e esfolando a sua rola, olha, meu amor!
-To vendo, mã e! To vendo...Shhh... A senhora tá esfolando a minha rola, olha só! Ela tá dura que nem um ferro... A senhora tem que parar, isso tá errado! Tá esticando meu cacete e olhando pra ele duro!
Sugava aquele peito enorme que nem um bebê, mamando ela com todo o carinho do mundo, mamã e segurou meu cabelo e me pu xou em sua direção, sem me deixar pensar, me aproximou dela e beijou a minha boca... Sem nenhum escrúpulo! Tentei me afastar e fugir, ela me conteve e esfolou meu pau com ainda mais for ça, ela esticava meu cacete até o talo e me punhetava de forma selvagem; senti os lábios dela encostarem os meus, sem perceber, suguei sua boca com amor enquanto ela botava a língua pra fora... tentava evitar á qualquer custo aquele beijo, mas Mamã e não permitiu... De uma só vez, pegou minha mão, tirou ela de seu cabelo e a levou até a sua bucetinha:
-Beija a mamã e, beija! Ama a sua mã e, meu anjo, vem! Aqui a bucetinha da sua mã e, como tá molhada, sente! Vou ficar com a mão nessa piroca de ca va lo, enquanto você mama gostoso, vem!
-Não mã e! Temos que parar...Shhh... Olha o que eu to fazendo, você é minha mã e!
-Obedece a sua mã e, meu fi lho! Beija essa boca, beija! Pega a sua mã e com vontade, fi lho! Vem!
Vira meu macho, Vitor! Me pega de jeito, vai! Faz a mamã e virar sua puta... Eu quero ser a sua puta!
Fiquei confuso... Não sabia o que fazer... Tentei tirar a mão dali mas mamã e não desistiu, for çou meus dedos sobre seu sexo e me fez senti-lo completamente encharcado! Manteve meus dedos pressionados e sem pestanejar, já foi afastando o biquíni para o lado, abriu mais suas pernas e levou minha mão ao encontro de seu grelinho.... Fiquei totalmente em choque! A xaninha de Mamã e estava ensopada! Meu dedo deslizou sem querer, espalhando aquele suco sobre seu sexo!
-Toca na minha buceta, vitor, vai!...Shhh... Olha aqui como sua mã e, está! Você que me deixou assim!
-Caralho mã e! Você tá toda molhada...Shhh... Para de ser safada, por favor! Solta a minha piroca!
Ela gemeu de mansinho e for çou seu quadril contra meus dedos, com a outra mão me obrigava a tocar siririca levemente enquanto meu pau latejava de tesão, instintivamente fui no ritmo de Mamã e, passava meu indicador sobre seu grelão e sentia seu mel escorrer, Ela reparou minha iniciativa e se aproveitou, me beijou com for ça e de uma só vez botou cacetão na direção proibida! Senti minha própria genitora passando aquela chapeleta sobre o seu clitóris!
PARTE 4
Gemi e me esquivei, Mamã e revidou, esfolou meu cacete até o talo, fazendo minha chapeleta inflar e pulsar, parou, se afastou e observou meu cabeçote inchado... gemeu baixinho e admirou! Contemplava aquela cabeçona á poucos centímetros do seu sexo e balançava o mastro ereto perto de seu botão, Eu tentava me afastar mas o tesão me dominava, mamã e aproveitou e repetiu a operação, segurou os 28cm pelo talo, observou a jeba grossa pulsando em veias e arrastou com for ça o cogumelo sobre seu clitóris:
-Olha essa rola de ca va lo, puta que pariu!..Shhh... Que caralho gigante você tem, Vitor! Olha essa chapeleta, olha! To passando esse cogumelo no meu grelo, olha! Seu ca va lo gostoso! Deixa mamã e usar essa bola de sinuca, deixa!...Shhh.... Olha esse cabeçote arrastando meu grelo, olha fi lho!
-Eu to vendo, mã e! Eu to vendo!....Shhhh... Você tá tocando siririca com a cabeça da minha rola!
Gritei e acabei cedendo a perversão, minha chapeleta pulsava que nem um coração, ao mesmo tempo sentia o liquido daquela bucetinha se espalhar sobre ela, a safada me pu xou pelo cabelo, encostou meu mastro sobre seu grelinho e sugou a parte inferior de meus lábios, não aguentei e urrei sobre sua boca, mamã e Usava minha chapeleta como se fosse um dedo, se masturbava com ela sobre seu grelinho e tocava siririca com a ponta do meu cabeção, sentada sobre a mesa do computador e discretamente, Ela ia aumentando a velocidade da punheta, esfolava meu cacete com for ça e buscava minha boca de forma carinhosa:
-Me beija gostoso, fi lho! Beija sua mã e gostoso, vai! Eu quero que você seja meu macho, não para!
Quero que meu fi lho ca va lo seja meu macho, bem gostoso! Pega a sua mã e, pega, seu puto!
To usando esse cabeção pra masturbar meu grelo, olha aqui, olha! Olha essa chapeleta me arrastando!
Segurou meu rosto, for çou a chapeleta sobre seu botão e chupou meus lábios em um beijo apaixonado! Senti a língua de Mamã e de encontro com a minha enquanto minha piroca latejava sobre sua mão, gemi e sem pensar beijei seu pescoço, Mamã e retribuiu, me doando sua nuca enquanto arrastava com for ça o cogumelo em seu grelão molhado, me inclinei e deixei meu cacete a disposição, ela se afastou, observou toda a rigidez daquele ferro e gemeu alto, me pu xou pra perto e continuou com a punheta bem na porta da sua vagina:
-Nossa fi lho... tá muito duro!! Nunca vi nada desse tamanho, nem em filme!! Essa cabeça tá muito inchada! Tá pulsando, eu tô sentindo fi lho!! Deixa mamã e tocar siririca com essa chapeleta, deixa!
Mamã e estava hipnotizada, observava a chapeleta pulsar bem na porta da sua buceta, admirava toda a grossura daquele mastro e o esfolava até o talo... Ela contemplava incrédula o cacete de seu fi lho:
-Mamã e nunca fez sexo com um pênis assim...Shhh...Nossa...Shhh... O maior que vi foi o do seu Pai, 13 centímetros, e o dele é fino, Fi lho!...Shhh... Você é um ca va lo....Nunca vi nada tão grosso na minha vida! Shhh.... Isso não cabe em ninguém! Deve entrar tirando san gue! ....Shhh... Não é Possível! Essa cabeça tá latejando bem na porta da minha buceta.
Tentei me afastar mais uma vez, sem sucesso...Mamã e parou a punheta e direcionou o mastro todo esfolado em direção ao seu sexo, botou a chapeleta bem na portinha da buceta e for çou levemente... contraiu a bucetinha, gemeu alto e tirou...novamente esfolou o cacete, repousou a chapeleta sobre seu canal e for çou, senti a ponta do meu cacete tentando abrir espaço naquele xaninha apertada, mais logo mamã e retraiu, gemeu e abortou a operação, contemplou mais uma vez todo o porte daquele tronco de árvore, o balançou e soltou, passou a colocar a pontinha da chapeleta e tirar, bem devagar e por diversas vezes, meu cogumelo dilatava a entrada daquela vagina, bem de leve, depois saia mostrando ela se contrair por completo, Mamã e estava tão molhada que dava pra ouvir o barulho da cabeçona tentando adentrar seu interior:
-Para com isso Mã e! Olha o que você tá fazendo! ...Shhh.... Tá passando meu cacete na porta da sua vagina...Shhh....Não pode...Shhh....Você é minha Mã e! Meu caralho já tá todo melado, olha isso!
Ela continuou usando o meu pênis como vibrador, esfolava meu mastro pelo talo, e usava aquela cabeça inchada bem na porta da sua vagina, Eu observava que somente a metade da minha cabeçona conseguia penetrar, por mais que estivesse úmida, minha chapeleta era conduzida somente até a metade e não vencia aquele barreira apertada, Mamã e estava hipnotizada e observava aqueles 28cm pulsando em seu sexo, minhas veias estavam estufadas de tanto que sua mão apertava a base da minha piroca:
-Nossa fi lho! Shh....Tá vendo o que tá acontecendo? Seu pau de ca va lo é tão grande que nunca entraria em mim! Nem metade da cabeça..Shhhh.... Mamã e nunca sentiu nada igual, fi lho...Shhh...Olha como não entra! Shhh...Essa chapeleta é do tamanho de um limão!
Mamã e abriu mais suas pernas e me deixou ainda mais próximo, continuava com a operação mas agora se mostrava totalmente arreganhada e disposta a superar seus limites, empurrou o cogumelo contra si e tirou, repetiu o movimento por quatro vezes, sempre botando e tirando a ponta da cabeçona em seu interior, na quinta vez, ela respirou, abriu mais suas pernas e deixou minha chapeleta adentrar bem devagar, senti aquela xaninha apertada se contraindo e recebendo milímetro por milímetro do meu cabeçote, aquele limão rosado ia se inserindo até entrar por completo na buceta da minha Mã e... Então, ouvimos um barulho.. "ploc" ...finalmente Mamã e havia recebido toda o cabeção dentro dela!
Ela gritou, se contraiu e me abraçou, sem tirar aquela bola de sinuca de dentro de si, me segurou com for ça e falou:
-Caraaaaalho fi lho! Não se mexe, não se mexe! Por favor!!! ..Shh.... Se esse cabeção de ca va lo sair, não vai entrar aqui dentro nunca mais...Shhhh.... deixa aqui dentro fi lho...Shhh... Por favor!! Shhh.... Deixa Mamã e sentir ele um pouco!
Eu instintivamente gemi e pulsei minha chapeleta dentro de Mamã e, sentia ela travar com toda a sua for ça a circunferência da minha cabeçona, aquele safada abraçava o contorno do cogumelo e o sentia por completo dentro de si, respeitava os limites e não os ultrapassava, somente o mantinha por completo em seu interior:
-Para Mã e!! Shhh... Você botou a cabeça do meu cacete dentro de você! Shhh... Olha o que você tá fazendo Mã e!! Shhh.... Tá apertando essa chapeleta inchada com a buceta!! Shh... Deixa eu tirar mã e, por favor! Shhh... Isso tá errado....Tá com o pau do seu fi lho dentro de você...Shhh... e ainda sem camisinha!
PARTE 5
Mamã e fazia um expressão de dor e me abraçava, segurava meu corpo como um pedido de asilo e permanecia imóvel, contraia e soltava sua bucetinha, mordendo a cabeça do meu cacete enquanto me sentia latejar dentro dela, rapidamente me afastei e removi o cogumelo de seu interior, senti ele sair todo babado de uma só vez, ela gemeu, trancou a vagina, pu xou meu corpo contra o seu e abriu suas pernas ao máximo, manteve seu sexo relaxado permitindo a penetração sem oferecer nenhuma resistência, dessa vez meu cabeção entrou deslizando suavemente e penetrou desrespeitando sua própria circunferência, adentrou por completo e continuou por mais 2 centímetros até mamã e não aguentar e trancar sua xaninha! Ela gritou de prazer... reservando meu cogumelo e mais 2 dedos de piroca grossa, tudo dentro de si, permaneceu imóvel não me permitindo mexer, tentei me afastar mas imediatamente ela abraçou meu corpo não me deixando sair:
-Caralho Mã e....Shhh... Você tá en for can do esse cabeção! Nossa....Shhhh... é muito apertado Mã e, vai machucar a senhora....Shhh... Me deixa tirar ele, por favor!! Tá esfolando meu pau...Shhh...Tá te arrombando Mã e! Cuidado!!!
A pressão em volta da minha chapeleta era tanta, que o gozo daquela buceta fez com que ela fosse cuspida de seu interior, observei minha Mã e urrar de alivio e repetir o feito, direcionou o cacete inchado para si, esfolou e o deixou penetrar até a chapeleta... parou, trancou seu sexo com for ça, mordeu meu pau com a bucetinha e o cuspiu de novo pra fora, via aquela xaninha pequena se dilatar por completo a cada investida, suas paredes se alargavam, parecendo que iam rasgar de uma só vez, mamã e sofria para receber minha bola de sinuca mas não parava, for ça va o mastro e me fazia sentir toda a resistência daquele buraquinho apertado, era perceptível que seu sexo nunca tinha sido penetrado por algo daquele tamanho, parecia uma bucetinha de quin ze anos:
-Para Mã e! Shhh.. Tá te abrindo toda....Shhhh... Olha isso Mã e, vai te machucar, tá te alargando! Shhh.... Você é muito apertada Mã e....Shhh... Para!
Ela parecia deslumbrada e observava atentamente aquela penetração, não perdia nenhum detalhe, estava quase que boquiaberta e incrédula mas não parava de for çar seus limites e observar aquele entra e sai; repetia a operação minuciosamente; pela terceira vez recebia a chapeleta toda, á travava dentro de si, sentia o cogumelo latejar e o cuspia pra fora... assim permaneceu, repetiu a operação por mais de 5 minutos e sem parar, usava a minha chapeleta inchada como alargador de vagina e se arrombava levemente, me dei conta do que acontecia e cai na real... Estava fodendo minha ge ni to ra com a cabeça da minha piroca:
-Não para fi lho, por favor! Shhhh... Poe a cabeça e tira..Shhh...Sem parar! Shhh... Tá me abrindo fi lho! Tá abrindo minha buceta com essa bola de sinuca...Shhhh.....Essa chapeleta parece a ponta de um mastro...Shhh... Tá me abrindo toda por dentro...Shhh... Você é um ca va lo fi lho... Shhh... Nunca vi isso na vida...Shhh....Não para!
Por favor!! Shhh... Deixa dentro de mim, deixa? Shhhh.. Mamã e já tá acostumando!
O entra e sai ficou mais fácil, sentia aquela xaninha totalmente molhada e tolerante ao meu cabeção, a cada investida, minha piroca adentrava um pouco mais, Mamã e permitia a minha invasão até seu limite e quando não aguentava, contraia seu sexo e bloqueava a minha investida, agora, a chapeleta entrava e ultrapassava de 1 á 2cm, sendo inserida em seu interior e cuspida pra fora, aquilo estava me deixando maluco de tesão, sentia toda a extensão dos meus 28cm de cacete latejarem dentro de minha mã e, olhei para baixo e vi todo o meu cabeçote entrar enquanto mamã e se abria ao máximo.
Sem querer, minha rola penetrou por mais 3 centímetros, deslizando facilmente pra dentro dela até ser travada em uma chave de buceta a gre ssi va, ela se contraiu por completo, trancou as pernas e gritou em um misto de dor e incredulidade, inclinou o pescoço e observou as veias do meu cacete pulsando que nem um coração, fazia cara de dor e abria a boca sem acreditar no que via á sua frente, tentei tirar meu pau devagarzinho mas não consegui, Mamã e trancava meu cacete e observava o cogumelo todo dentro de si e com mais 2 dedos de cacete de presente:
- Nossa meu anjo, agora passou da cabeça! Shhhh... Tá vendo? Entrou mais dois dedos desse tronco gigante ...Shhhh.... tudo dentro de mim, querido!! Não tira fi lho! Não tira de dentro, por favor! Shhh... Olha isso... Shhh....Caraaaalho! É muito grosso! Que pica de ca va lo, puta que pariu! Shhh....Olha isso fi lho! Nunca senti isso na vida, tá me abrindo toda! Caralho...Shhh...Não entra mais do que isso, to sentindo o inicio do seu caralho me preencher ...Shhh....Tá latejando meu amor...Shhhh...Ela tá pulsando dentro de mim que nem um coração! Não tira de dentro da Mamã e, por favor ...Shhhh....Deixa aqui dentro fi lho!!
Este é o relato do primeiro dia, em que tive relações sexuais com a mulher que me deu a luz, ela é uma coroa bonita, de bem com a vida e separada, Loira e com descendência Holandesa, sua pele é branca e com sardinhas, tem 1, 70m de altura, silhueta magra, corpo frágil e um detalhe que chama a atenção: Seus seios são Tamanho Extra G!
Sempre animada, ela, adorava ir a praia aos finais de semana, sua pele avermelhada do sol sempre a dava um tom saudável... Mamã e não aparentava ter a idade que tinha.
Era uma Sábado em Cabo Frio (Rio de Janeiro), mais um dia tranquilo de visita a minha querida Mã e, acordamos por volta das 10hs, tomamos um breve café da manhã e fomos os dois para a praia, ao chegar, montamos nossas coisas e já começamos a beber aquela cervejinha, o verão daquele ano castigava a pele, permanecemos nas cadeiras de praia e em baixo do guarda-sol, conversávamos e admirávamos a praia e o mar calmo daquele dia, a terceira cerveja passara sem que percebamos o tempo fugir.
Olhei para o lado e fitei minha Mã e despercebida, a reparei es pi an do o volume da minha sunga e imediatamente me constrangi com a situação, Envergonhado, virei o rosto, dei o último gole na cerveja e fingi nada ter visto, ela sem me perceber, continuou es pi an do de forma hipnótica o meu membro em repouso, mamã e mantinha a descrição mas olhava com o rabo do olho todo o contorno do meu órgão sexual e isso já não era novidade: De tr ês anos para cá, essa situação vinha acontecendo com certa frequência, em diversas ocasiões reparava a mesma atitude, me distraía e lá estava ela...
Mamã e disfarçava, mas sempre dava um jeito de manjar a minha piroca.
Sentia vontade de reclamar daquele assédio, mas sempre faltava-me coragem e algo me impedia... me sentia culpado e indigno, por culpa e peso na consciência, acabava conformado á tolerar as atitudes estranhas de Mamã e, como fi lho, Eu não tinha moral para reclamar... e vou explicar o por que.
Desde a a do les cên cia, desenvolvi o péssimo hábito de es pi ar os seios de mamã e, não sei se era um vício ma ter no ou doentio, mas era uma mania que me assolava com frequência, não conseguia controlar meus impulsos e acabava cometendo aquela perversão, as vezes me pegava lembrando daquele tetão, Quando cri an ça, abocanhava aquelas auréolas gigantes e sugava forte sua peitaria, aqueles seios ficavam tão cheios de leite, que chegavam até a escorrer sobre os mamilos, acabei mamando até os se te anos de idade, de tanto que gostava daqueles peitões.
Aquelas Recordações me traziam prazer, sempre tentei afastar esse pensamentos da cabeça mas não conseguia, a cada dia que passava, espiava aqueles melões com mais frequência que o habitual, eu desconfiava que Mamã e já havia reparado, parecia fingir não perceber mas sabia de tudo que acontecia ao nosso redor...
Acabamos com a sexta cerveja e enfim, resolvemos voltar pra casa.
Ao chegar, fui direto pro banho, enquanto Mamã e com fome, foi preparar um lanche, ao terminar me dei conta que havia esquecido a toalha, sai do box, abri a porta e pedi ajuda, voltei ao chuveiro mantendo a porta aberta e esperei a toalha chegar, Ela entrou rapidamente, botou a toalha a meu dispor e disse que estava morrendo de vontade de fazer Xixi e não conseguia segurar, entrou, fez as necessidades e começou a papear, Eu queria sair do box para trocar de roupa mas não estava conseguindo, depois de 5 minutos de conversa fora, avisei a mamã e que ia sair, ela disse: "tudo bem" e permaneceu sentada sobre a tampa do vaso, me dirigi a pia, tirei a toalha do corpo pra vestir a cueca e me lembrei que não a havia pego, virei, peguei a bermuda pra vestir, quando de repente, Mamã e soltou um exclamação... Olhou em direção a meu pênis e falou:
-Nossa! O que é isso meu fi lho? Meu deus... olha o tamanho dessa coisa!
Fiquei sem graça e me calei, sorri constrangido e fingi não entender, minha Mã e tinha motivos para se assustar, mesmo mole, o meu cacete era enorme e media próximo a 17 centímetros, quando ereto, a piroca ficava ainda mais gigantesca, era uma tora grossa de quase 30; mamã e pareceu se preocupar com o meu dote, olhava e bradava que aquilo não podia ser normal, me perguntou se estava com algum inchaço ou dor na região pubiana, eu ri da pergunta e respondi em negativa, expliquei que este era o meu tamanho normal e que mesmo estando mole, o meu órgão era daquele jeito: Grande e grosso; incrédula, ela rebateu, me explicou que nunca havia visto algo tão grosso em toda a sua vida; suspirou, inclinou um pouco seu corpo, chegou mais perto de mim e parou, calada, observou atentamente todo o contorno do meu cacete, olhava chocada para sua grossura...
Não acreditava no que estava a sua frente!
Eu não sabia o que fazer, estava morrendo de vergonha, peguei novamente a toalha com o intuito de me cobrir, com o movimento, meu cacete grosso balançou para um lado e para o outro, Mamã e olhou aquele pêndulo de rola e se manifestou mais uma vez:
-Nossa meu amor!! Olha esse negócio balançando! É muito grosso meu anjo... Mamã e tá preocupada... Tá muito inchado! Não é possível...Você deve estar com algum problema por ai! Deixa eu dar uma olhadinha meu fi lho...
Sem me deixar reagir, Ela chegou mais perto , esticou a mão, botou- a por debaixo da minha rola e suspendeu o meu cacete bem devagar... Eu não pude acreditar naquilo!
CAPITULO 2
Mamã e estava com o meu caralho grosso sobre a palma de sua mão, observava ele á poucos centímetros, olhando-o por todos os ângulos, ela examinava aquela jamanta como se fosse médica; estava espantada e analítica enquanto Eu, não sabia aonde enfiar a cara:
-Nossa fi lho, isso não é normal! Ele é muito pesado, deve ter mais de 1kg... parece até um pênis de ca va lo, sabia? (risos) Querido...Você consegue ter ereção? Deve ser difícil deixar duro um negócio desse tamanho! Explica pra mamã e, vai!
Constrangido, respondi timidamente que sim, mesmo tendo um pau gigante, conseguia ter ereção normalmente, não satisfeita, minha mã e continuou me examinado e falando:
-Nossa... ele é gigantesco! Deve ter uns 20 centímetros e ele ainda está mole, incrível! Você é um ca va lo, meu fi lho!
Mamã e não sabia que tinha um fi lho ca va lo, meu Deus do Céu! (risos) Ele ainda cresce mais do que isso?
Sorri sem graça e novamente respondi a Mamã e, expliquei qual era o tamanho real do meu cacete duro (28cm) ela me olhou com cara de espanto e não acreditou, soltou meu cacete pesado, o observou quicar no ar e o pôs novamente na palma da mão, senti meu caralho ameaçando a ficar meia-bomba:
-Nossa Fi lho, não é possível, você é um animal! Nunca vi isso, nem em filme! E a cabeça dele? Também é gigante?
A minha chapeleta, que estava escondida sob a pele, começou a florescer, mamã e ficou hipnotizada e observava atentamente o cabeção querendo crescer, ela soltou meu caralho mais uma vez e o deixa balançar, o pegou novamente e liberou metade do cogumelo pra fora da pele... olhou fixamente e disse:
-Me desculpa fi lho! Mamã e não tá aguentando mais! Desculpe a Mamã e...
Não entendi aquele pedido de desculpas, mas em segundos tudo ficou claro; mamã e havia abocanhado a cabeça do meu piru de uma só vez; ela foi esfolando a pele do meu cacete com os lábios e botando a chapeleta pra dentro de sua boca; recuou, respirou, e repetiu o feito; abriu os lábios ainda mais e abocanhou todos os 15cm de cogumelo; parou, permaneceu assim por segundos e soltou a mão... aquela jeba meia bomba já começava a crescer:
-Que isso, mã e! Você tá chupando meu Pau, para! Eu sou seu fi lho...Shhh... olha o que você tá fazendo!
Minha ge ni to ra fingiu não ouvir, gemeu levemente e cuspiu meu cabeção pra fora, suspirou ofegante, admirou todo aquele volume e tornou a abocanhar bem devagar; insistiu e superou os limites da chapeleta, encheu a boca de cacete e tentou engolir mais rola... Não conseguiu chegar nem a metade! Se engasgava com a grossura e o cuspia novamente.
Pegou fôlego e não desistiu, abocanhou o limão rosado e o manteve na boca, abria os lábios mais e mais, for çan do a chapeleta contra a goela com bastante vontade, via a saliva escorrendo pelo rosto de Mamã e que parecia não se importar, permaneceu assim por alguns segundos e se su fo cou... golfou a piroca pra fora da boca e a observou balançar, parecia hipnotizada pelo meu caralho, ela via que a vara estava crescendo e contemplava seu serviço, admirava a rola balançando e escorrendo sua própria saliva; respirou novamente e não hesitou, abocanhou o cacete em movimento sem o mínimo pudor; engoliu a chapeleta e gemeu baixinho com ela sobre a língua... me descontrolei e gemi bem alto:
-Porra mã e, você precisa parar! Olha o que você tá fazendo... tá deixando ele duro, Mã e! Você tá chupando o meu cacete!
Mamã e me ignorou e prosseguiu; fechou os olhos, se concentrou, abriu a boca ao máximo e engoliu a cabeça de uma só vez, permanecendo assim por uns dez segundos, não resisti e urrei de tesão; arranquei meu pau de sua boca, deixando seu rosto encharcado e o cuspe escorrendo por sua face, ela estava possuída, repetia a perversão sem parar, for ça va o cogumelo contra a boca, só para se engasgar e o cuspir pra fora; sentia meu cacete pulsando e as veias latejantes; minha mã e parou, olhou aquela jamanta dura que nem ferro e admirou seu feito:
-Nossa fi lho, que piroca enorme! Tá muito duro...Shhh.... Isso parece uma barra de ferro! Não consegui aguentar, fi lho! Precisava ver se era de verdade, desculpa a mamã e...Shhh... Precisava ver se esse pau de ca va lo era de verdade mesmo!
O rosto babado de saliva revelava a face oculta de mamã e, contemplava minha ge ni tor a respirando de forma ofegante e observando o pulsar da minha rola; ela limpou o rosto com os dedos, botou a mão no talo e esticou, esfolando toda a pele do mastro e exibindo minha ereção; gemi e e ouvi seu comentário:
-Nossa, o que que é isso?...Shhh... Isso é uma piroca de Ca va lo! (risos) Me desculpa, fi lho! Não dá pra resistir!
Estávamos fora de controle, mamã e estava quase me masturbando, passeava a mão bem devagar por toda a extensão do meu cacete, o esfolava da chapeleta até o talo e depois apertava, firme e com muita for ça; as veias se estufavam e bombeavam san gue pra chapeleta, enquanto ela admirava e aumentava o ritmo da punheta, via meu mastro pulsando em sua mão e tentava conter o prazer:
-Você tá tocando punheta, mã e! Para com isso, por favor!!...Shhhh.... Meu pau já tá latejando, mã e!
-Nossa, fi lho! Mamã e nunca viu nada igual...Shhh....Deixa mamã e continuar um pouco, vai? Só mais um pouquinho!
CAPITULO 3
Mamã e pedia olhando em meus olhos, ela me masturbava que nem uma prostituta e falava com os lábios sobre a chapeleta, usava meu cogumelo como se fosse um microfone e pedia autorização pra masturbar o próprio fi lho; não resisti e gemi; ela me olhou novamente e sem parar a punheta, suplicou:
-Deixa mamã e te chupar, fi lho?! Por favor, vai!...Shhh.... Daqui á pouco eu paro! Só mais um pouquinho, tá? É o primeiro cacete de ca va lo que eu vi... Nossa senhora, querido! Isso é anormal!
Gritei de tesão e desviei o olhar, senti a segunda mão de mamã e circundar meu pau, esfolou ao máximo e começou uma punheta rápida com as duas mãos, enquanto sua boca novamente abocanhava meu cabeção, gritei de tesão e falei:
-Para mã e, por favor!! Olha o que você tá fazendo! ...Shhhh... Eu sou homem, não tô aguentando! Você tem que parar! Olha isso! Você parece uma punheteira!...Shhh... Que chupada é essa, hein?
Isso tá errado, mã e! Não pode!...Shhh....Tá me chupando que nem uma puta, para com isso!
Ela sorriu e aumentou o ritmo, segurei toda a porra na cabeça do meu pau mas não contive meu tesão, retirei rapidamente meu cacete pra não gozar, vi meu membro ereto balançando e a saliva escorrendo pelos seios de Mamã e, não resisti e cedi ao in ces to...
Taquei uma de minhas mãos no peitão de minha ge ni to ra; senti aquele seio farto enchendo minha mão e quase saltando pra fora, mamã e punhetava e linguava minha cabeçona inflada, me olhando e gemendo com a boca cheia, se afastou, continuou masturbando e me observou, testemunhava seu fi lho, segurando com for ça o seio de sua própria mã e, curvou sua coluna estufando ainda mais sua peitaria e com a outra mão, pu xou o biquíni pra baixo, deixando um dos seus peitões saltar pra fora e quicar no ar.
Observei aquele melão farto se exibir para mim, enquanto o outro, se mantinha guardado, não resisti, apertei aquela teta gigante com for ça e observei seu bicão gostoso se estufando todo para mim, Mamã e observou meu tesão e sorriu, ela expunha seus seios sem o me nor pudor.
A marquinha do biquíni ressaltava ainda mais aquelas auréolas rosadas e grandes, sentia aquele seio pesado sobre minha mão enquanto recebia aquela chupada de puta, não resisti e balancei aquela peitaria com for ça, mamã e gemeu alto e esfolou meu pau:
-Nossa Mã e, que peitão gigante! Shh... Olha isso! Que bicão é esse.. Da vontade até de mamar nele!
Imediatamente, Mamã e levantou, afastou mais o biquíni de seu seio e veio em direção a mim, sem reação e instintivamente, abri a boca e recebi aquele bico em meus lábios: - Mama fi lho.. Shhh... mama no peito da mamã e...Shhh....Vem matar a saudade, vem. - Sentia meu cacete gigante latejando de tesão, minha mã e segurava seu peitão com for ça o fazendo ficar gigantesco, enquanto mantinha aquela auréola gigante toda em minha boca.
Eu sugava aquele peito que nem um bezerro, abocanhando e mamando na teta como se fosse um bebê, me afastei e linguei o bico com tesão, observei aquela peitaria gigante por uns segundos e novamente tive minha boca selada:
-Isso fi lhão, continua vai! Mata a saudade e mama nesse peito!...Shhh... Mama o peito da mamã e, vai!
-Nossa mã e, que peitão gostoso!...Shhh... Que saudade de mamar nessa teta, não consigo parar.
Mamã e não me deixava respirar e segurava ele contra meus lábios.. Me obrigava a sugar seu próprio seio... Sem pudor:
-Isso Fi lhão...Shh... Realiza seu sonho! Pode mamar, tá? Mamã e deixa, meu anjo! Continua... Mama assim, desse jeito. Suga esse peito com for ça! Mama na teta da mamã e, mama! Se alimenta vai!
-To mamando, mã e! To mamando...Shhh.... Olha esse bicão, olha! To caindo de boca nessa teta!
Eu estava descontrolado de prazer, de uma vez só, abaixei o outro lado do biquíni e observei seu melão gigante saltar pra fora, permaneci mamando seu outro seio enquanto admirava aquele peito gigante pendurado sobre seu traje de banho... aquela teta era enorme! Não resisti e segurei firme por de baixo dela, parei, deslumbrei aquele monumento e balancei com ainda mais for ça aquele peitão de va ca; mamã e gemeu e se afastou, apertei os dois peitos por baixo do biquíni com toda a minha for ça; balançava com carinho todo aquele volume sobre meus olhos, enquanto admirava em minha frente aqueles dois melões, um em cada mão:
-Nossa mã e! Olha esses peitos, que isso!...Shhh... To apertando com for ça e caindo de boca, olha!
-Assim seu puto! Mama! Faz o que o seu pai não faz, vai! Cai de boca nesse peito e mama sua mã e!
Cheguei mais perto e passei suavemente a língua nos dois bicos, alternava 3 linguadas pra cada aureola e depois apertava aquela mama com bastante pressão, Mamã e urrou de prazer e sem pensar, tacou a mão no meu cacete, senti minha rola latejar sobre seus dedos, meu caralho estava sendo esfolado por minha ge ni to ra enquanto eu me alimentava em seus peitões!
Em um só suspiro, Abocanhei sua bicaria esquerda de uma só vez:
-Caralho fi lho, que mamada gostosa! Mama com vontade nesse peito, vai! Chupa essa peitaria enquanto mamã e esfola o seu caralho!..Shhh... Olha só sua mã e esfolando a sua rola, olha, meu amor!
-To vendo, mã e! To vendo...Shhh... A senhora tá esfolando a minha rola, olha só! Ela tá dura que nem um ferro... A senhora tem que parar, isso tá errado! Tá esticando meu cacete e olhando pra ele duro!
Sugava aquele peito enorme que nem um bebê, mamando ela com todo o carinho do mundo, mamã e segurou meu cabelo e me pu xou em sua direção, sem me deixar pensar, me aproximou dela e beijou a minha boca... Sem nenhum escrúpulo! Tentei me afastar e fugir, ela me conteve e esfolou meu pau com ainda mais for ça, ela esticava meu cacete até o talo e me punhetava de forma selvagem; senti os lábios dela encostarem os meus, sem perceber, suguei sua boca com amor enquanto ela botava a língua pra fora... tentava evitar á qualquer custo aquele beijo, mas Mamã e não permitiu... De uma só vez, pegou minha mão, tirou ela de seu cabelo e a levou até a sua bucetinha:
-Beija a mamã e, beija! Ama a sua mã e, meu anjo, vem! Aqui a bucetinha da sua mã e, como tá molhada, sente! Vou ficar com a mão nessa piroca de ca va lo, enquanto você mama gostoso, vem!
-Não mã e! Temos que parar...Shhh... Olha o que eu to fazendo, você é minha mã e!
-Obedece a sua mã e, meu fi lho! Beija essa boca, beija! Pega a sua mã e com vontade, fi lho! Vem!
Vira meu macho, Vitor! Me pega de jeito, vai! Faz a mamã e virar sua puta... Eu quero ser a sua puta!
Fiquei confuso... Não sabia o que fazer... Tentei tirar a mão dali mas mamã e não desistiu, for çou meus dedos sobre seu sexo e me fez senti-lo completamente encharcado! Manteve meus dedos pressionados e sem pestanejar, já foi afastando o biquíni para o lado, abriu mais suas pernas e levou minha mão ao encontro de seu grelinho.... Fiquei totalmente em choque! A xaninha de Mamã e estava ensopada! Meu dedo deslizou sem querer, espalhando aquele suco sobre seu sexo!
-Toca na minha buceta, vitor, vai!...Shhh... Olha aqui como sua mã e, está! Você que me deixou assim!
-Caralho mã e! Você tá toda molhada...Shhh... Para de ser safada, por favor! Solta a minha piroca!
Ela gemeu de mansinho e for çou seu quadril contra meus dedos, com a outra mão me obrigava a tocar siririca levemente enquanto meu pau latejava de tesão, instintivamente fui no ritmo de Mamã e, passava meu indicador sobre seu grelão e sentia seu mel escorrer, Ela reparou minha iniciativa e se aproveitou, me beijou com for ça e de uma só vez botou cacetão na direção proibida! Senti minha própria genitora passando aquela chapeleta sobre o seu clitóris!
PARTE 4
Gemi e me esquivei, Mamã e revidou, esfolou meu cacete até o talo, fazendo minha chapeleta inflar e pulsar, parou, se afastou e observou meu cabeçote inchado... gemeu baixinho e admirou! Contemplava aquela cabeçona á poucos centímetros do seu sexo e balançava o mastro ereto perto de seu botão, Eu tentava me afastar mas o tesão me dominava, mamã e aproveitou e repetiu a operação, segurou os 28cm pelo talo, observou a jeba grossa pulsando em veias e arrastou com for ça o cogumelo sobre seu clitóris:
-Olha essa rola de ca va lo, puta que pariu!..Shhh... Que caralho gigante você tem, Vitor! Olha essa chapeleta, olha! To passando esse cogumelo no meu grelo, olha! Seu ca va lo gostoso! Deixa mamã e usar essa bola de sinuca, deixa!...Shhh.... Olha esse cabeçote arrastando meu grelo, olha fi lho!
-Eu to vendo, mã e! Eu to vendo!....Shhhh... Você tá tocando siririca com a cabeça da minha rola!
Gritei e acabei cedendo a perversão, minha chapeleta pulsava que nem um coração, ao mesmo tempo sentia o liquido daquela bucetinha se espalhar sobre ela, a safada me pu xou pelo cabelo, encostou meu mastro sobre seu grelinho e sugou a parte inferior de meus lábios, não aguentei e urrei sobre sua boca, mamã e Usava minha chapeleta como se fosse um dedo, se masturbava com ela sobre seu grelinho e tocava siririca com a ponta do meu cabeção, sentada sobre a mesa do computador e discretamente, Ela ia aumentando a velocidade da punheta, esfolava meu cacete com for ça e buscava minha boca de forma carinhosa:
-Me beija gostoso, fi lho! Beija sua mã e gostoso, vai! Eu quero que você seja meu macho, não para!
Quero que meu fi lho ca va lo seja meu macho, bem gostoso! Pega a sua mã e, pega, seu puto!
To usando esse cabeção pra masturbar meu grelo, olha aqui, olha! Olha essa chapeleta me arrastando!
Segurou meu rosto, for çou a chapeleta sobre seu botão e chupou meus lábios em um beijo apaixonado! Senti a língua de Mamã e de encontro com a minha enquanto minha piroca latejava sobre sua mão, gemi e sem pensar beijei seu pescoço, Mamã e retribuiu, me doando sua nuca enquanto arrastava com for ça o cogumelo em seu grelão molhado, me inclinei e deixei meu cacete a disposição, ela se afastou, observou toda a rigidez daquele ferro e gemeu alto, me pu xou pra perto e continuou com a punheta bem na porta da sua vagina:
-Nossa fi lho... tá muito duro!! Nunca vi nada desse tamanho, nem em filme!! Essa cabeça tá muito inchada! Tá pulsando, eu tô sentindo fi lho!! Deixa mamã e tocar siririca com essa chapeleta, deixa!
Mamã e estava hipnotizada, observava a chapeleta pulsar bem na porta da sua buceta, admirava toda a grossura daquele mastro e o esfolava até o talo... Ela contemplava incrédula o cacete de seu fi lho:
-Mamã e nunca fez sexo com um pênis assim...Shhh...Nossa...Shhh... O maior que vi foi o do seu Pai, 13 centímetros, e o dele é fino, Fi lho!...Shhh... Você é um ca va lo....Nunca vi nada tão grosso na minha vida! Shhh.... Isso não cabe em ninguém! Deve entrar tirando san gue! ....Shhh... Não é Possível! Essa cabeça tá latejando bem na porta da minha buceta.
Tentei me afastar mais uma vez, sem sucesso...Mamã e parou a punheta e direcionou o mastro todo esfolado em direção ao seu sexo, botou a chapeleta bem na portinha da buceta e for çou levemente... contraiu a bucetinha, gemeu alto e tirou...novamente esfolou o cacete, repousou a chapeleta sobre seu canal e for çou, senti a ponta do meu cacete tentando abrir espaço naquele xaninha apertada, mais logo mamã e retraiu, gemeu e abortou a operação, contemplou mais uma vez todo o porte daquele tronco de árvore, o balançou e soltou, passou a colocar a pontinha da chapeleta e tirar, bem devagar e por diversas vezes, meu cogumelo dilatava a entrada daquela vagina, bem de leve, depois saia mostrando ela se contrair por completo, Mamã e estava tão molhada que dava pra ouvir o barulho da cabeçona tentando adentrar seu interior:
-Para com isso Mã e! Olha o que você tá fazendo! ...Shhh.... Tá passando meu cacete na porta da sua vagina...Shhh....Não pode...Shhh....Você é minha Mã e! Meu caralho já tá todo melado, olha isso!
Ela continuou usando o meu pênis como vibrador, esfolava meu mastro pelo talo, e usava aquela cabeça inchada bem na porta da sua vagina, Eu observava que somente a metade da minha cabeçona conseguia penetrar, por mais que estivesse úmida, minha chapeleta era conduzida somente até a metade e não vencia aquele barreira apertada, Mamã e estava hipnotizada e observava aqueles 28cm pulsando em seu sexo, minhas veias estavam estufadas de tanto que sua mão apertava a base da minha piroca:
-Nossa fi lho! Shh....Tá vendo o que tá acontecendo? Seu pau de ca va lo é tão grande que nunca entraria em mim! Nem metade da cabeça..Shhhh.... Mamã e nunca sentiu nada igual, fi lho...Shhh...Olha como não entra! Shhh...Essa chapeleta é do tamanho de um limão!
Mamã e abriu mais suas pernas e me deixou ainda mais próximo, continuava com a operação mas agora se mostrava totalmente arreganhada e disposta a superar seus limites, empurrou o cogumelo contra si e tirou, repetiu o movimento por quatro vezes, sempre botando e tirando a ponta da cabeçona em seu interior, na quinta vez, ela respirou, abriu mais suas pernas e deixou minha chapeleta adentrar bem devagar, senti aquela xaninha apertada se contraindo e recebendo milímetro por milímetro do meu cabeçote, aquele limão rosado ia se inserindo até entrar por completo na buceta da minha Mã e... Então, ouvimos um barulho.. "ploc" ...finalmente Mamã e havia recebido toda o cabeção dentro dela!
Ela gritou, se contraiu e me abraçou, sem tirar aquela bola de sinuca de dentro de si, me segurou com for ça e falou:
-Caraaaaalho fi lho! Não se mexe, não se mexe! Por favor!!! ..Shh.... Se esse cabeção de ca va lo sair, não vai entrar aqui dentro nunca mais...Shhhh.... deixa aqui dentro fi lho...Shhh... Por favor!! Shhh.... Deixa Mamã e sentir ele um pouco!
Eu instintivamente gemi e pulsei minha chapeleta dentro de Mamã e, sentia ela travar com toda a sua for ça a circunferência da minha cabeçona, aquele safada abraçava o contorno do cogumelo e o sentia por completo dentro de si, respeitava os limites e não os ultrapassava, somente o mantinha por completo em seu interior:
-Para Mã e!! Shhh... Você botou a cabeça do meu cacete dentro de você! Shhh... Olha o que você tá fazendo Mã e!! Shhh.... Tá apertando essa chapeleta inchada com a buceta!! Shh... Deixa eu tirar mã e, por favor! Shhh... Isso tá errado....Tá com o pau do seu fi lho dentro de você...Shhh... e ainda sem camisinha!
PARTE 5
Mamã e fazia um expressão de dor e me abraçava, segurava meu corpo como um pedido de asilo e permanecia imóvel, contraia e soltava sua bucetinha, mordendo a cabeça do meu cacete enquanto me sentia latejar dentro dela, rapidamente me afastei e removi o cogumelo de seu interior, senti ele sair todo babado de uma só vez, ela gemeu, trancou a vagina, pu xou meu corpo contra o seu e abriu suas pernas ao máximo, manteve seu sexo relaxado permitindo a penetração sem oferecer nenhuma resistência, dessa vez meu cabeção entrou deslizando suavemente e penetrou desrespeitando sua própria circunferência, adentrou por completo e continuou por mais 2 centímetros até mamã e não aguentar e trancar sua xaninha! Ela gritou de prazer... reservando meu cogumelo e mais 2 dedos de piroca grossa, tudo dentro de si, permaneceu imóvel não me permitindo mexer, tentei me afastar mas imediatamente ela abraçou meu corpo não me deixando sair:
-Caralho Mã e....Shhh... Você tá en for can do esse cabeção! Nossa....Shhhh... é muito apertado Mã e, vai machucar a senhora....Shhh... Me deixa tirar ele, por favor!! Tá esfolando meu pau...Shhh...Tá te arrombando Mã e! Cuidado!!!
A pressão em volta da minha chapeleta era tanta, que o gozo daquela buceta fez com que ela fosse cuspida de seu interior, observei minha Mã e urrar de alivio e repetir o feito, direcionou o cacete inchado para si, esfolou e o deixou penetrar até a chapeleta... parou, trancou seu sexo com for ça, mordeu meu pau com a bucetinha e o cuspiu de novo pra fora, via aquela xaninha pequena se dilatar por completo a cada investida, suas paredes se alargavam, parecendo que iam rasgar de uma só vez, mamã e sofria para receber minha bola de sinuca mas não parava, for ça va o mastro e me fazia sentir toda a resistência daquele buraquinho apertado, era perceptível que seu sexo nunca tinha sido penetrado por algo daquele tamanho, parecia uma bucetinha de quin ze anos:
-Para Mã e! Shhh.. Tá te abrindo toda....Shhhh... Olha isso Mã e, vai te machucar, tá te alargando! Shhh.... Você é muito apertada Mã e....Shhh... Para!
Ela parecia deslumbrada e observava atentamente aquela penetração, não perdia nenhum detalhe, estava quase que boquiaberta e incrédula mas não parava de for çar seus limites e observar aquele entra e sai; repetia a operação minuciosamente; pela terceira vez recebia a chapeleta toda, á travava dentro de si, sentia o cogumelo latejar e o cuspia pra fora... assim permaneceu, repetiu a operação por mais de 5 minutos e sem parar, usava a minha chapeleta inchada como alargador de vagina e se arrombava levemente, me dei conta do que acontecia e cai na real... Estava fodendo minha ge ni to ra com a cabeça da minha piroca:
-Não para fi lho, por favor! Shhhh... Poe a cabeça e tira..Shhh...Sem parar! Shhh... Tá me abrindo fi lho! Tá abrindo minha buceta com essa bola de sinuca...Shhhh.....Essa chapeleta parece a ponta de um mastro...Shhh... Tá me abrindo toda por dentro...Shhh... Você é um ca va lo fi lho... Shhh... Nunca vi isso na vida...Shhh....Não para!
Por favor!! Shhh... Deixa dentro de mim, deixa? Shhhh.. Mamã e já tá acostumando!
O entra e sai ficou mais fácil, sentia aquela xaninha totalmente molhada e tolerante ao meu cabeção, a cada investida, minha piroca adentrava um pouco mais, Mamã e permitia a minha invasão até seu limite e quando não aguentava, contraia seu sexo e bloqueava a minha investida, agora, a chapeleta entrava e ultrapassava de 1 á 2cm, sendo inserida em seu interior e cuspida pra fora, aquilo estava me deixando maluco de tesão, sentia toda a extensão dos meus 28cm de cacete latejarem dentro de minha mã e, olhei para baixo e vi todo o meu cabeçote entrar enquanto mamã e se abria ao máximo.
Sem querer, minha rola penetrou por mais 3 centímetros, deslizando facilmente pra dentro dela até ser travada em uma chave de buceta a gre ssi va, ela se contraiu por completo, trancou as pernas e gritou em um misto de dor e incredulidade, inclinou o pescoço e observou as veias do meu cacete pulsando que nem um coração, fazia cara de dor e abria a boca sem acreditar no que via á sua frente, tentei tirar meu pau devagarzinho mas não consegui, Mamã e trancava meu cacete e observava o cogumelo todo dentro de si e com mais 2 dedos de cacete de presente:
- Nossa meu anjo, agora passou da cabeça! Shhhh... Tá vendo? Entrou mais dois dedos desse tronco gigante ...Shhhh.... tudo dentro de mim, querido!! Não tira fi lho! Não tira de dentro, por favor! Shhh... Olha isso... Shhh....Caraaaalho! É muito grosso! Que pica de ca va lo, puta que pariu! Shhh....Olha isso fi lho! Nunca senti isso na vida, tá me abrindo toda! Caralho...Shhh...Não entra mais do que isso, to sentindo o inicio do seu caralho me preencher ...Shhh....Tá latejando meu amor...Shhhh...Ela tá pulsando dentro de mim que nem um coração! Não tira de dentro da Mamã e, por favor ...Shhhh....Deixa aqui dentro fi lho!!
1年前