BOLEIA DE CAMIÃO

Numa noite chuvosa do mês de Novembro, viajava eu no meu carro, quando ouvi
um estrondo que parecia vir do motor.
De imediato encostei o carro na berma daquela estrada escura e sem iluminação
e desliguei o carro.
Eu tinha ido jantar com algumas amigas e de seguida seguimos todas para uma
festa de amigas.
Agora eu esta ali ás 3 horas da manhã, sem carro e sem telemóvel.
O telemóvel havia ficado sem bateria, depois de tantas fotos tiradas com as
amigas
Ali estava eu, nervosa, sozinha, de vestido curto e saltos altos transparentes.
Foi então que num silencio da noite, ouvi o som de um robusto motor a aproximarse e a abrandar.
Olhei pelo retrovisor e vi um camião estacionar alguns metros atrás do meu carro,
com os faróis a encadearem-me.
Assustada, continuei a olhar pelo espelho retrovisor do meu carro.
Era um camião grande e quando a porta do lado esquerdo abriu, desceu um
homem robusto, que caminhou até ao meu carro.
Aproximando-se do meu carro, com um ar seguro de quem já viu de tudo nas
estradas e braços fortes e bigode.
Eu sai do carro e ele perguntou-me com a sua voz grossa e rouca:
- Então senhora, está com problemas?
Estendi os braços e segurei no volante, fingindo estar calma e respondi-lhe:
- Parece-me que sim… Ouvi um estrondo vindo do motor e encostei. Ainda por
cima estou com o telemóvel sem bateria, para poder pedir ajuda. Acho que a
noite não me podia correr melhor.
Respondi-lhe eu com um sorriso irónico.
O homem olhou-me lentamente de cima a baixo, com uma demasiada atenção e
de uma forma rude disse-me:
- Bem… Talvez não esteja com tanto azar assim. Pense que pelo menos encontrou
o homem certo para lhe dar uma mãozinha.
Sorrindo por debaixo do bigode, acrescentou ainda:
- E se precisar até lhe darei mais do que uma mãozinha. Abra lá o capô, para eu ver
se vejo alguma coisa.
Abri o capô do meu carro e o homem tirou de um dos bolsos do seu macacão,
uma pequena lanterna.
Eu limitava-me a observá-lo, e confesso: mais do que agradecida, eu estava
fascinada.
Havia algo nos braços fortes, no jeito confiante que me prendia aquele homem.
Ele aparentava ter uns quarenta anos, e parecia ser um daqueles halterofilista
que eu via á muitos anos, na televisão, nos jogos olímpicos.
Quando ele terminou, limpou as mãos a um pano e olhou para mim com um
sorriso e disse-me:
- Lamento mas não consigo ajudar o seu carro, mas terei todo o prazer em a ajudar
a si.
Assustada, tentei não o demonstrar e falsamente segura de mim, perguntei-lhe:
E como acha que me pode ajudar?
Ele olhou-me novamente de cima a baixo e respondeu-me:
- Posso dar- lhe boleia.
Disse-me ele apontando para o seu camião. Prometo não lhe cobrar muito, pelo
transporte.
Acrescentou ele, sorrindo uma vez mais por debaixo do bigode.
Eu ri-me e abananei a cabeça.
A ideia soava perigosa e tentadora, ao mesmo tempo.
Pois ali naquela estrada escura, sem bateria no telemóvel, sem carro e com
aquele homem a olhar-me como se já fosse sua passageira há muito tempo, eu
não tinha muitas mais opções.
- Pois bem, aceito espero que saiba guiar melhore esse seu camião, do que
arranjar motores de carros.
- Ah, isso… A senhora vai poder confirmar com os seus próprios olhos e tirar a sua
própria conclusão.
Voltou ele a responder-me, enquanto caminhávamos para o camião.
O camião era grande, tinha uma galera fechada em forma de contentor, era
vermelho e cromado.
Ele subiu o camião, pelo lado direito, abriu a porta, desceu e disse-me:
- Bem vinda a bordo.
Eu puxei o meu curto vestido, para baixo e subi dois degraus, do camião, quando
senti uma mão quente, bem aberta, no meu rabo, ajudando-me a subir, para a
cabine do camião.
Eu entrei na cabine do gigante camião, sentei-me e reparei em como aquele
camião era diferente do meu carro.
O camião era espaçoso, o banco do motorista ficava do outro lado e havia uma
entrada ao meio, tapada com um cortinado.
Enquanto o homem deu a volta ao camião, eu espreitei, para ver o que estava
atrás daquele cortinado.
Era uma cama e alguns posters de mulheres com elegantes corpos nus.
Nisto ele abre a porta do camião, entra, senta-se e coloca o camião a trabalhar.
O barulho do camião ao ser acelerado era um verdadeiro ronco, que rompia com o
silencio da noite.
Quando ele acendeu as luzes exteriores do camião, iluminou-se toda a cabine
com uma suave luz vermelha e acenderam-se alguns corações.
A viagem iniciou-se e lá fora a chuva começou a acompanhar-nos de forma
intensa.
Cruzei as pernas devagar, sentindo o meu vestido curto subir mais um pouco.
Notei o olhar rápido dele, e confesso que isso deixou-me com tesão.
De seguida, perguntei-lhe com um ar provocante:
- Costuma dar boleias a todas as mulheres que encontra na estrada?
Ele sorriu por baixo do bigode, mantendo os olhos na estrada e respondeu-me:
- Só às que sabem sorrir como tu. Tu desvia-me a atenção mais do que qualquer
curva.
Eu mordi o lábio e disse-lhe.
- Então espero não causar um acidente…
Ele sorriu e com a sua voz rouca, replicou:
- Não creio. Já estou vacinado.
Cada vez que a cabine balançava, o meu rabo parecia saltar do banco e sentia o
olhar dele sobre mim.
A cabine cheirava a tabaco e a couro, mas logo o meu perfume tomou conta de
todo o espaço.
Descruzei as minhas pernas e cruzei-as devagar, para o outro lado e os meus
saltos altos brilhavam com a luz existente na cabine.
Com o seu olhar preso nas minhas pernas, disse:
-Lindos sapatos… Mas não parecem feitos para caminhadas longas. Experimenta
relaxar… Descalça-te e coloca os teus bonitos pezinhos sobre este espaço entre
nós.
Sorri de lado e assim fiz, respondendo-lhe.
- Estou relaxada e felizmente, não estou a pensar em caminhar esta noite.
Ele soltou uma gargalhada rouca e replicou de novo:
- Ainda bem… Porque se tropeçares, vai ser em mim.
As mãos grandes dele seguravam o volante com firmeza, mas quando a sua mão
esquerda se afastou, e pousou-a no espaço entre nós.
Como quem não queria nada, aproximou a sua mão e acariciou-me os pés, na
direção das minhas coxas, dizendo-me:.
- Sabes… A estrada é como uma mulher. Precisa de firmeza… Mas também de
saber quando a deixar correr solta.
O atrevimento arrancou-me um arrepio delicioso. Retirei os meus pés, inclinei-me
sobre ele, abri-lhe o fecho das calças, peguei no seu pau e brinquei com a minha
língua húmida.
De seguida comecei a fazer-lhe um broche.
Ele virou o rosto, os olhos brilhando, perguntou:
- Queres testar os meus reflexos, putinha?
Nesse instante, os seus dedos afastaram-se do banco e pousaram-se sobre a
minha cabeça.
O motor do camião roncava, mas o que ecoava dentro de mim era outro tipo de
vibração, impossível de ignorar.
O caralho dele era grande e grosso e palpitava muito.
Parecia estar sedento por ser engolido pela minha boca gulosa.
A mão dele subiu e deslizava firme e atrevida, em toda a minha coxa.
De seguida senti a sua mão acariciar brutamente o meu rabo e os seus dedos a
percorrem-me o ânus.
O prazer nascia e o meu ânus abria a cada passar dos seus dedos.
No meio de todo o meu prazer, disse:
- Ora, senhor camionista… Isto não é muito regulamentar.
Ele sorriu e com aquele tom grave que parecia vibrar nos colhões, respondeu-me:
- Os regulamentos não foram feitos para noites como esta. Além disso, eu trabalho
com cargas pesadas.
Murmurou ele, enfiando-me três dedos no cu.
Não aguentei e soltei um forte gemido.
Levantei a cabeça e disse-lhe:
- Cargas pesadas? Pois olhe que aqui na cabine não tem só mercadoria…
Nisto ele empurrou a minha cabeça para o seu maravilhoso pau e murmurou:
- Não pares de mamar, puta.
- E se perder o controlo do volante?
Perguntei eu, com ar provocante.
- Não te preocupes, porque eu sei conduzir só com uma mão.
Passados uns sete minutos de silêncio, onde só se ouvia o meu mamar no seu pau
e eu sentia os seus deliciosos dedos a entrar e sair do meu cu, faminto, ele
exclamou:
- Agora vou encostar, porque quero foder-te o cu.
Senti ele desviar o camião da estrada e parei de o mamar.
Ele havia parado o camião num recanto discreto da estrada.
De seguida levantou-se e foi para a cama atrás dos cortinados, dizendo-me:
Senti a sua mão vir até mim e puxando-me para a cama, dizendo:
- Antes de te comer esse cu gostoso, deixa-me roubar-te um beijo.
Logo me agarrou na cabeça e me deu um longo e sentido beijo molhado.
Confesso que aquele seu beijo, deixou o meu corpo inteiro em chamas.
Empinei o cu só o suficiente para o provocar mais, mas logo me colocou de quatro
e penetrou o seu mastro no meu cu guloso e faminto.
A cabine parecia pequena demais para conter tanta eletricidade.
Eu deixei-me puxar, enquanto sentia a cabine a balouçar como se fosse um barco,
cúmplice do nosso prazeroso desvario.
As mãos dele exploravam cada um dos meus peitos com a mesma firmeza com
que segurava no volante a uns instantes antes.
O prazer aumentava, a cada penetração que ele fazia e eu perdi todos os filtros e
disse-lhe:
- Vai! Fode-me cabrão… Se continuares assim, vais ter de repetir.
Ele piscou-me o olho e respondeu.
-Vou-me vir puta.
Inundando o meu cu com o seu leite quente, saiu de cima de mim e deitou-se ao
meu lado, acendendo um cigarro.
Enquanto fumava, nós íamos provocando-nos um ao outro.
Coladinhos um ao outro, o vidro do camião ia embaciado denunciando a
intensidade do nosso prazer. Eu ajeitei o vestido sorrindo como quem sabe que
venceu a noite.
Ele passou o braço pelos meus ombros e murmurou, ainda ofegante:
- Anda cá puta, foste a melhor passageira que já tive… Não há estrada que se
compare. Por isso vou-te dar uma recompensa
Beijei-o de novo, com um molhado beijo.
Ele empurrou-me deitando-me e colocou-se de joelhos ao fundo das minhas
pernas.
Beijou-me os pés, lambeu-me lentamente cada sola e num rápido movimento,
abriu-me as pernas, desviou-me a cueca e ao ver o meu caralho perguntou:
- Foda-se, o que é isto?
Eu sorrindo, respondi-lhe:
- Isto querido, como tu mesmo disseste, isto é apenas a tua melhor passageira. Eu
sou uma crossdresser.
発行者 CasalGresopio
6ヶ月前
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