CORRIDAS NA MATA - I
Acabado o secundário, e feita a inevitável separação do grupo de amigos que isso acarreta, eu também aproveitei o novo começo para, mudando de ares, mudando de companhias, viver como hétero, ter gajas, enfim, levar uma vida normal, ou pelo menos, verificar se era para mim.
Nesse tempo comecei a ir correr para uma mata perto de minha casa ao fim do dia para manter a forma e, pese embora fosse uma altura em que não estava digamos activo na paneleirice, há qualquer coisa de homoerótico na mata. A sério. Em primeiro lugar, é um lugar onde só se vê praticamente homens. Mulheres não se arriscam a isso. Há lá homens a correr, homens lá nas suas hortinhas, caçadores na época da caça, depois houve lá umas obras e seus trolhas, portanto muita salsicha ali a passear e a minha mente de puta, mesmo em recuperação (lol) ficava toda afoita.
Enquanto corria às vezes apanhava-me a fantasiar e quando passava um homem por mim, secretamente desejava que ele se fizesse a mim. Eu até parava lá a meio e fazia uns alongamentos e por vezes eram alongamentos com o cu bem empinado quando passava um macho e tal.
Mas eu estava determinado também em levar uma vida hétero. Tipo, as loucuras do secundário com os meus amigos estavam para trás das costas - má escolha de palavras ahahahaha - e queria começar uma vida nova, num novo ambiente, de faculdade, no fundo, reprimir o que tinha cá dentro, e por isso mantinha me na minha.
Também existiam lá muitos restos de obras e tal. Tipo detritos que levavam para lá de varias obras. Era uma mata ainda muito selvagem, nada cuidada, o que a tornava uma mata pouco frequentada e acima de tudo frequentada sempre pelas mesmas pessoas. Praticamente todos os vias via lá as mesmas caras.
Certo dia, topei lá um cabo de uma vassoura. Passava por ele todos os dias e geravam-se na cabeça certas ideias. Debatia-me com isso, numa de "Ok, não quero arranjar macho porque agora quero ser hétero, mas se for com um objecto inanimado e se ninguém me vir, não conta".
Aquele ambiente secludido, machos a passar, a pulsação acelerada, pá um dia não resisti. Peguei na água que levava e lavei o cabo da melhor maneira que pude e levei-o comigo para procurar um cantinho mais escondido. Pelo caminho passei por dois corredores e fiquei vermelho de vergonha. Será que perceberam? Tipo porque raio alguém haveria de estar a levar um cabo de vassoura partido? Bom, mas agora já estava. Segui por um caminho mais ente as árvores onde não passava quase ninguém e achei um sítio onde havia lá um pneu no chão (é como digo, aquilo era uma mata selvagem e nada cuidada) e pensei "é aqui". Espetei o cabo no chão e toca de sentar ali. No dia a seguir fiz a a mesma coisa, e no seguinte. Estava algo conflituante, por dentro, e pensava "bolas, já estás a recair para a putice".
Já fazia parte da rota da corrida parar ali naquele pneu, e sentar no cabo da vassoura. Uns 5 dias seguidos disto. Ao sexto, ouvi uns barulhos, só tive tempo de me levantar à pressa e puxar o calção e foi por pouco que não fui apanhado por dois gajos a correr. Caramba, eu achara que ninguém nunca ia por aquele caminho. Era uma trilha de cabras, ali por meio das árvores. Com o susto estive uns dias sem lá ir mas depois... a putice chamou mais alto e passado uns dias voltei lá. Ainda estava la tudo no lugar, ok, toca de baixar o calção, e enfiar.
Passado um pouco começo a ter uma sensação de estar a ser observado. Parece coisa de filme, mas eu senti-me desconfortável. Olhei bem em redor e não vi nada. Continuei, mas a sensação não me deixou. Passado mais um bocado ouço um barulho, ténue. Meti apressadamente o calção para cima, e ouço uma voz "Podes continuar, não queria incomodar".
Ora porra, um homem estava ali entre o mato a observar. Fiquei para morrer, e agora!? Respondo com "já estava a terminar" - como se tivesse a usar o urinol e ele estivesse na fila lol - mas na atrapalhação, foi o que me ocorreu. Ele depois sai de entre o mato e elogiou "saltas bem em cima disso" e atirou "já experimentaste um real?" Eu não sabia o que dizer. Não quis expor-me logo e engonhei, mas topei que ele estava a mexer no piço por cima do calção.
Ele era um cota praí de 40 anos. Baixito, magrito, já a ficar calvo. Eu disse que se ele quisesse mostrar podia mostrar-me o pau. Ele disse para mostrar o meu também. Fizemo-lo ao mesmo tempo e o dele era muito maior que o meu. Aproveitei para dizer "pois, já percebeu que eu sou passivo ahahaha". Olhei para um lado e para o outro e pus-me de joelhos em frente a ele e sem dizer nada e sem pensar muito abocanhei o pau. Hmmm, pau suado é secretamente muito bom. É daquelas coisas que a gente conscientemente não admite, mas em modo de excitação não resiste. Ele disse que nunca tinha sido chupado por um rapaz, ao que eu respondo com o clássico "há uma primeira vez para tudo" para desanuviar.
Perguntei depois "deduzo que então que também nunca tenha comido um cu de gajo?" e ele confirmou, mas perguntou de pronto "será que para isso também há uma primeira vez?". Eu, que já estava mega excitado, queria aquele pau no cu e, já tendo atravessado a ponte até meio, decidi arriscar o resto da travessia. Tirei o calção, encostei me a uma árvore empinei o cu. Ele veio por trás e começou ali a tentar enfiar. Não sei se era por ele não ser experiente, se não estava habituado a comer cu, mas foi muito à bruta. Deu-me duas piçadas que deram cabo de mim. "Mais devagar, ao inicio" pedi e fugi um pouco.
Fiquei ali a queixar-me, ele pediu desculpa e eu fui dar uma última chupada no caralho só para o deixar extra suculento e voltámos a tentar. Ele agora foi com menos sede ao pote e coisa deu-se melhor. Começou a bombar forte na peida. Hmmm eu já estava a adorar; o pau dele estava a inchar, eu sentia e ficava doida e por isso comecei a pedir "dá me meita!”. Ele ficou ainda mais doido que eu e perguntou onde queria que eu me viesse eu disse, "no cu!! inunda me o cu". Ele ficou surpreso com esta informação e eu tive se repetir "sim, inunda me o cu!". Ele bombou cada vez mais e começou a urrar, mas contido. Hmmm, aí estavam, os saudosos jactos de esporra bem dentro do cu que eu já não sentia há algum tempo. Quando ele tirou o pau, a esporra era tanta que caiu quase toda directamente no chão, não deu para segurar dentro.
Ele perguntou se eu também me queria vir, eu disse que não, que já me tinha satisfeito. É que depois do acto fica sempre um clima estranho. que se faz agora, dois desconhecidos que um acabou de comer o cu do outro? Aquela conversa de ocasião "vens aqui muitas vezes?" quando eu só queria ir para casa pois agora estava a ficar com vergonha. Evadi um bocado a conversas e fui me embora com um "a gente vê se por aqui". Fui o resto do caminho metade a recriminar-me e metade em euforia. A razão era precisamente a mesma para os dois sentimentos: "não acredito que voltei a ser puta!"
Nesse tempo comecei a ir correr para uma mata perto de minha casa ao fim do dia para manter a forma e, pese embora fosse uma altura em que não estava digamos activo na paneleirice, há qualquer coisa de homoerótico na mata. A sério. Em primeiro lugar, é um lugar onde só se vê praticamente homens. Mulheres não se arriscam a isso. Há lá homens a correr, homens lá nas suas hortinhas, caçadores na época da caça, depois houve lá umas obras e seus trolhas, portanto muita salsicha ali a passear e a minha mente de puta, mesmo em recuperação (lol) ficava toda afoita.
Enquanto corria às vezes apanhava-me a fantasiar e quando passava um homem por mim, secretamente desejava que ele se fizesse a mim. Eu até parava lá a meio e fazia uns alongamentos e por vezes eram alongamentos com o cu bem empinado quando passava um macho e tal.
Mas eu estava determinado também em levar uma vida hétero. Tipo, as loucuras do secundário com os meus amigos estavam para trás das costas - má escolha de palavras ahahahaha - e queria começar uma vida nova, num novo ambiente, de faculdade, no fundo, reprimir o que tinha cá dentro, e por isso mantinha me na minha.
Também existiam lá muitos restos de obras e tal. Tipo detritos que levavam para lá de varias obras. Era uma mata ainda muito selvagem, nada cuidada, o que a tornava uma mata pouco frequentada e acima de tudo frequentada sempre pelas mesmas pessoas. Praticamente todos os vias via lá as mesmas caras.
Certo dia, topei lá um cabo de uma vassoura. Passava por ele todos os dias e geravam-se na cabeça certas ideias. Debatia-me com isso, numa de "Ok, não quero arranjar macho porque agora quero ser hétero, mas se for com um objecto inanimado e se ninguém me vir, não conta".
Aquele ambiente secludido, machos a passar, a pulsação acelerada, pá um dia não resisti. Peguei na água que levava e lavei o cabo da melhor maneira que pude e levei-o comigo para procurar um cantinho mais escondido. Pelo caminho passei por dois corredores e fiquei vermelho de vergonha. Será que perceberam? Tipo porque raio alguém haveria de estar a levar um cabo de vassoura partido? Bom, mas agora já estava. Segui por um caminho mais ente as árvores onde não passava quase ninguém e achei um sítio onde havia lá um pneu no chão (é como digo, aquilo era uma mata selvagem e nada cuidada) e pensei "é aqui". Espetei o cabo no chão e toca de sentar ali. No dia a seguir fiz a a mesma coisa, e no seguinte. Estava algo conflituante, por dentro, e pensava "bolas, já estás a recair para a putice".
Já fazia parte da rota da corrida parar ali naquele pneu, e sentar no cabo da vassoura. Uns 5 dias seguidos disto. Ao sexto, ouvi uns barulhos, só tive tempo de me levantar à pressa e puxar o calção e foi por pouco que não fui apanhado por dois gajos a correr. Caramba, eu achara que ninguém nunca ia por aquele caminho. Era uma trilha de cabras, ali por meio das árvores. Com o susto estive uns dias sem lá ir mas depois... a putice chamou mais alto e passado uns dias voltei lá. Ainda estava la tudo no lugar, ok, toca de baixar o calção, e enfiar.
Passado um pouco começo a ter uma sensação de estar a ser observado. Parece coisa de filme, mas eu senti-me desconfortável. Olhei bem em redor e não vi nada. Continuei, mas a sensação não me deixou. Passado mais um bocado ouço um barulho, ténue. Meti apressadamente o calção para cima, e ouço uma voz "Podes continuar, não queria incomodar".
Ora porra, um homem estava ali entre o mato a observar. Fiquei para morrer, e agora!? Respondo com "já estava a terminar" - como se tivesse a usar o urinol e ele estivesse na fila lol - mas na atrapalhação, foi o que me ocorreu. Ele depois sai de entre o mato e elogiou "saltas bem em cima disso" e atirou "já experimentaste um real?" Eu não sabia o que dizer. Não quis expor-me logo e engonhei, mas topei que ele estava a mexer no piço por cima do calção.
Ele era um cota praí de 40 anos. Baixito, magrito, já a ficar calvo. Eu disse que se ele quisesse mostrar podia mostrar-me o pau. Ele disse para mostrar o meu também. Fizemo-lo ao mesmo tempo e o dele era muito maior que o meu. Aproveitei para dizer "pois, já percebeu que eu sou passivo ahahaha". Olhei para um lado e para o outro e pus-me de joelhos em frente a ele e sem dizer nada e sem pensar muito abocanhei o pau. Hmmm, pau suado é secretamente muito bom. É daquelas coisas que a gente conscientemente não admite, mas em modo de excitação não resiste. Ele disse que nunca tinha sido chupado por um rapaz, ao que eu respondo com o clássico "há uma primeira vez para tudo" para desanuviar.
Perguntei depois "deduzo que então que também nunca tenha comido um cu de gajo?" e ele confirmou, mas perguntou de pronto "será que para isso também há uma primeira vez?". Eu, que já estava mega excitado, queria aquele pau no cu e, já tendo atravessado a ponte até meio, decidi arriscar o resto da travessia. Tirei o calção, encostei me a uma árvore empinei o cu. Ele veio por trás e começou ali a tentar enfiar. Não sei se era por ele não ser experiente, se não estava habituado a comer cu, mas foi muito à bruta. Deu-me duas piçadas que deram cabo de mim. "Mais devagar, ao inicio" pedi e fugi um pouco.
Fiquei ali a queixar-me, ele pediu desculpa e eu fui dar uma última chupada no caralho só para o deixar extra suculento e voltámos a tentar. Ele agora foi com menos sede ao pote e coisa deu-se melhor. Começou a bombar forte na peida. Hmmm eu já estava a adorar; o pau dele estava a inchar, eu sentia e ficava doida e por isso comecei a pedir "dá me meita!”. Ele ficou ainda mais doido que eu e perguntou onde queria que eu me viesse eu disse, "no cu!! inunda me o cu". Ele ficou surpreso com esta informação e eu tive se repetir "sim, inunda me o cu!". Ele bombou cada vez mais e começou a urrar, mas contido. Hmmm, aí estavam, os saudosos jactos de esporra bem dentro do cu que eu já não sentia há algum tempo. Quando ele tirou o pau, a esporra era tanta que caiu quase toda directamente no chão, não deu para segurar dentro.
Ele perguntou se eu também me queria vir, eu disse que não, que já me tinha satisfeito. É que depois do acto fica sempre um clima estranho. que se faz agora, dois desconhecidos que um acabou de comer o cu do outro? Aquela conversa de ocasião "vens aqui muitas vezes?" quando eu só queria ir para casa pois agora estava a ficar com vergonha. Evadi um bocado a conversas e fui me embora com um "a gente vê se por aqui". Fui o resto do caminho metade a recriminar-me e metade em euforia. A razão era precisamente a mesma para os dois sentimentos: "não acredito que voltei a ser puta!"
4ヶ月前