CORRIDAS NA MATA - 2 O AGRICULTOR

Aquela bendita mata, para além de me render saúde e figura esbelta, também me rendeu um sem fim de aventuras. A mata era grande, mas era um bocado selvagem. Não tinha, digamos, actividades assim de família nem nada disso. Só corredores, e uma malta que tinham lá umas hortas ilegais.
Claro que a correr ali, passavam-me sempre pela mente ideias eróticas, ideias de, de algum modo, engatar ali um macho que me fodesse. Mas havia sempre uma voz cá dentro que me dizia que era melhor não. Não só é sempre arriscado essa abordagem a outro homem – pode resultar em hostilidade – mas porque, como já havia dito, eu andava a tentar uma vida hétero agora que estava na faculdade – sem grande sucesso, deveria ter percebido mais rapidamente que a cena hétero não era para mim.
Havia lá um cota que tinha uma horta que eu o via passar lá muito à mesma hora que eu lá ia, e já nos cumprimentávamos. Aquele, ‘bom dia, boa tarde’, nada de mais. Eu corria sei lá, uns 6 kms, não sei bem, e a meio fazia uma paragem, quase sempre no mesmo sitio, onde estava um calhau grande para esticar os músculos, etc. e era ali perto da horta dele, por isso às vezes se nos encontrássemos ali, aproveitando a paragem, lá dávamos dois dedos de conversa.
Ele tinha os seus 50 e tal. cota assim rijo, de bigode, o tipico tuga, com uma barriguinha, mas nada de especialmente grande. Mas era boa gente, a gente trocava às vezes algumas palavras, ele falava que já tinha sido atleta – não me lembro onde, nem em que disciplina – assim uma conversa de cortesia genérica. Mas devo assumir que havia ali toda um aura de macho que me deixava assim, digamos ,com a putice desperta, não posso esconder. Estando ali às vezes em conversa, só me apetecia brotar em "quer foder?", mas é impulso que a gente deve controlar.
Por alturas do verão comecei a usar uns calções mais curtos. Não eram calções femininos, mas eram mais curtinhos. Já com ideia a correrem me pela cabeça, um planeamento de um dia encher-me de coragem e make a move. Um certo dia estava eu a alongar e ele passa. tronco nu, como era muito seu hábito no verão. Lá estávamos a dar dois dedos de conversa – mas eu confesso já nem ouvia nada, estava numa luta interior, um anjo a dizer que não, um diabo a dizer que sim, numa de se me fazia ao homem ou não.
Estava a alongar e empinava bem a bunda. Já o tinha feito noutras ocasiões e notara que ele olhara. Mas podia ser por acaso, por isso desta vez estava a testar. Estiquei bem a bunda para fora a ver se ele reagia. Ele olhou. Pareceu-me que olhou com um olhar guloso. Hmm, fiquei decidido a fazer a minha jogada, mas precisava de uma deixa, um pretexto para escalar. Ele começou a falar de dor antiga que tinha não sei o quê, do seu passado de atleta, e foi ali que eu vi uma nesga. Comecei "ah pois também tenho uma dor aqui na coxa, não sei bem o que é"
e apontado ali para para a parte de trás da coxa, ali quase ao pé da fronteira com a peida. Ah e tal para aqui, ah e tal para acolá, lá me sai um "quer tocar a ver?” ali quase sugerindo um exame médico, inpromptu ali no meio da mata dado por uma agricultor. Ele lá tocou, “pois pois”, eu "ah é aí", aquela coisa uma desculpa para haver contacto físico, para se quebrar essa barreira e teve o fruto de ele comentar sobre a suavidade da minha pele, eu digo "ah eu gosto de andar sem pêlo", ele "ah macho que é macho anda com pelo" e eu atiro qualquer coisa tipo "eu tb gosto de macho com pêlo". Ups, acho que já tinha ido longe demais, era o limiar, a hora da verdade.
Ele "ah sim? Como assim?". E eu puxei o calção bem para cima para que ele visse a totalidade das minhas coxas depiladas – e já agora a fronteira do rabo, também desprovido de pelo – numa assumir já bem evidente das minhas intenções. Os olhos deles arregalaram-se e eu quebrei o silêncio com uma barragem de artilharia pesadas, um tudo-ou-nada do qual não se pode recuar: “Bem se me levar aí para um cantinho da sua horta, eu mostro lhe como gosto de macho”.
Depois de largada a bomba, o coração pára, pára o relógio, pára tudo, até que não venha a resposta. Mas o cota revelou entusiasmo – é por isso que eu gosto de maduros, têm sempre um entusiasmo para a fodaça que a juventude parece não ter – e eu lá fui com ele. Eram pouco metros, mas eu ia à frente dele e a rebolar o cu, máxima tentação. Lá escolhemos um local na horta dele que ficava bem escondido, e como já estaria perto do pôr do sol, decidimos que já não passaria ali ninguém – evidentemente, uma mata tão descuidada e selvagem, não tinha luz alguma e quem ficasse lá pós o astro-rei sumir, ficava entregue às trevas.
Sem grandes conversas – e porque o tempo urgia e eu ainda tinha uns 2Km até à civilização – pus-me de joelhos à frente dele, já a indicar para o que estava ali (como se ele não soubesse) lá sai o piço dele para fora, e correspondia ao dono, assim grosso, e peludo, algo suado mas o homem tinha estado a laborar na horta, não me podia queixar. Meti-o à boca e ele pá adorou.
Enquanto o mamava passava as mãos no seu ventre de macho, aquela barriguinha oval clássica. Pedi umas piladas na cara, mas ele nem soube bem o que isso era, tive de ser eu a auto-dá-las. Ele ficou louco de excitação, mas como eu não queria que ele se viesse já (não saberia se ele teria tesão outra vez para me enrabar) parei o broche, levantei-me e fui me despir, mass de modo sexy à frente dele, quase um strip tease rural. Ele estava a adorar.
Num vaipe, agarrei numa enxada que ele lá tinha, sem pensar muito passei-a assim por água e meti-a na boca - ele ficou doido - e para o atiçar ainda mais, pá, com a excitação, enfiei-a no cu. A custo, claro, e com cuspe, e enfiando só a pontinha mas entrou o suficiente para ele se passar. Ele vem por trás de mim e tomou o controle da enxada - e eu tive algum receio que ele fosse ser bruto, mas não – e fodeu-me o cu com o cabo da enxada durante um bocado
Isto foi bom, em parte, mas ao mesmo tempo era desconfortável, por isso rapidamente pedi piça. Debrucei-me em cima do tanque de água e ele veio por trás e zás! O meu cu já estava aberto, o caralho não teve dificuldades em entrar. Foi tao bom sentir me a dar prazer a um macho, um macho à séria, um gajo do campo, um cota, rude, de trabalho, hmmm, que delicia. Mas ele também estava já tão estimulado que não durou muito tempo.
Uns poucos minutos depois ele estava a urrar. Eu perguntei-lhe onde ele se queria vir, ele pediu na cara, eu propus boca (não queria ir para casa com a esporra na cara né) e ele aceitou. Tirei o pau do cu, voltei a por me de joelhos, e ele aos urros depositou me a sua meita na minha boca. Enquanto engolia lembro-me de ele me dizer "eu pensei que tu andavas a correr para ficares bonito para agradar à mulheres, afinal andas a correr para agradar aos homens" o que foi um diagnóstico bastante acertado.
Já estava bem escuro, o que foi a desculpa ideal para me pôr a andar dali rapidamente numa de "tenho de chegar a casa antes que fique noite" e vim curar a ressaca de uma certa vergonha que bate depois de uma situação daquelas. Mas vinha feliz por ter conquistado semelhante espécime de virilidade.
発行者 xhalv
4ヶ月前
コメント数
xHamsterは 成人専用のウェブサイトです!

xHamster で利用できるコンテンツの中には、ポルノ映像が含まれる場合があります。

xHamsterは18歳以上またはお住まいの管轄区域の法定年齢いずれかの年齢が高い方に利用を限定しています。

私たちの中核的目標の1つである、保護者の方が未成年によるxHamsterへのアクセスを制限できるよう、xHamsterはRTA (成人限定)コードに完全に準拠しています。つまり、簡単なペアレンタルコントロールツールで、サイトへのアクセスを防ぐことができるということです。保護者の方が、未成年によるオンライン上の不適切なコンテンツ、特に年齢制限のあるコンテンツへのアクセスを防御することは、必要かつ大事なことです。

未成年がいる家庭や未成年を監督している方は、パソコンのハードウェアとデバイス設定、ソフトウェアダウンロード、またはISPフィルタリングサービスを含む基礎的なペアレンタルコントロールを活用し、未成年が不適切なコンテンツにアクセスするのを防いでください。

운영자와 1:1 채팅