A minha iniciação
Há já algum tempo que penso em partilhar a minha iniciação, aqui fica ela.
As coisas para mim começaram em Outubro de 1980, tinha ainda não era maior de idade feitos e num inicio de noite como qualquer outro, fazia o caminho de regresso a casa dos meus pais depois de ter idos falar com um amigo do meu pai no sentido de ele me arranjar emprego. Tinha deixado de estudar de dia pouco tempo antes e fui trabalhar, mas naquela altura encontrava-me na situação de desempregado. Final da tarde, elétrico cheio de gente que vinha dos trabalho, toda agente muito apertada, quando me pareceu ter sido tocado no meu baixo ventre, fiquei atento mas nada aconteceu, devia ter sido impressão minha, quando pela segunda vez, senti algo a pressionar-me, deixe-me estar e a pressão começou a ser constante aproveitando os balanços do transporte, comecei a ficar entusiasmado e procurei perceber qual das Senhoras me estava fazer aquilo, olhei em volta e percebi que nenhumas das Senhoras que iam ali, estavam em posição de me poder tocar, o que queria dizer que estava ser apalpado por um homem, curiosamente a excitação não diminuiu, com essa descoberta e quem me estava a apalpar percebeu também que havia correspondência e deixou de fazer apenas pressão (imagino que com as costas da mão) para mexer e apertar com os dedos o enchumaço que já se fazia notar. Nunca me tinha acontecido nada de parecido e eu estava a gostar, tentei perceber qual dos homens que se encontravam à minha volta me podia estar afazer aquilo, levei uma das minhas mãos para junto daquela mão misteriosa que ao perceber o que se passava parou mas não tirou a mão, toquei-lhe quase a medo e o mesmo se passou com o sujeito, nesse momento o individuo que estava mais ou menos à minha frente mas de lado virou-se ligeiramente para mim e uma pequena troca de olhares foi o suficiente para perceber que era aquele Sr. que me estava a provocar tão boas sensações, pegou na minha mão e encaminhou-a para as calças dele, onde verifiquei que havia excitação. O Sr. era gordo, de óculos com talvez 60 anos ou até um pouco mais, usava calças de fazenda largas, tipo calças de fato, em menos de nada encaminhou a minha mão para dentro da braguilha dele, depois de me deixar lá a minha mão voltou a apalpar-me, eu estava radiante e muito excitado mas mexia dentro das calças do Sr. com algum medo, percebendo que a minha experiencia era pouca, ou nenhuma, mas com muita tesão o Sr. foi-me pedindo só com toques com a mão para eu me virar de costas para ele e eu assim fiz, aquilo era tudo novo para mim e contra tudo o que eu tinha aprendido, a verdade é que estava excitado com o toque de um homem, velho e gordo e com o pau dele na mão. Bom...com o pau dele na mão não, sentia de facto o volume para por cima das cuecas. Quando me pediu para me virar ruçou-se o mais que pude e apalpou-me o mais que pude, eu estava completamente em êxtase e fui mudando de posição aproveitando os solavancos do transporte para poder mexer melhor ou ser mexido melhor. Chegados à zona dos Prazeres, o Sr. diz em voz audível: Dá-me licença para eu sair na próxima, eu percebi e respondi que também ia sair . Saí e acendi um cigarro, sem perder a atenção do que se ia desenrolar, o Sr. saiu e com um pequeno olhar pediu para o seguir, assim fiz a alguma distancia, vejo que o sr. se encaminha para o Café Canas (hoje restaurante canas). O canas tinha uma particularidade, quem estivesse de frente para a porta, do lado esquerdo tinha um corredor mal iluminado com talvez 5, ou 6m que terminava no WC de homens, do lado direito tinha então os urinóis, ou seja, quem percorresse o corredor, não via quem estava a mijar. Quando aí cheguei já o Sr. estava em posição de quem estava a mijar, logo no primeiro urinol, eu fui colocar-me na ponta oposta, embora não fosse muito longe, já que só existiam 4 urinóis, o Sr. então aproximou-se de mim com o pau na mão e tentou dar um beijo e coisa que não achei muita graça, depois do nada agarrou-me no pau e apertou-o com força, a minha tesão que se tinha ido embora depressa voltou e em força, eu que me tinha mantido virado para o urinol, agora esta de frente para o individuo que pegou na mão e colocou no seu pau, que também se encontrava teso, nesse momento eu estava fora de mim, tinha o caralho de um homem na mão e o mais estranho é que nunca tinha vivido nenhum momento que me levasse a pensar que desejava tal situação, a verdade é que estava vive-la e gostava. O Sr. então diz-me quase ao ouvido: Dá um beijinho! eu muito a medo digo que tenho medo, que pode aparecer alguém, ele volta pedir e eu acedo, mas literalmente dei um beijinho e voltei para cima rapidamente é nesse momento que aprendo mais uma coisa sobre mim mesmo, o Sr. coloca a mão dele na minha cabeça faz um pouco de força e encaminha-me para baixo ao mesmo tempo que vai dizendo: chupa um bocadinho! Percebi que este movimento para mim é quase que irrecusável e levado pela tesão chupei um bocadinho. Chupei um bocadinho mas pouco, o suficiente para perceber que era um caralho relativamente pequeno, mas para mim era qualquer coisa de extraordinário, eu não percebia porquê ( e ainda hoje não percebo) mas a verdade é que estava bastante contente por ter posto o caralho dum homem na boca, mas o medo falou mais alto e depressa voltei à posição inicial e disse que não podia fazer aquilo que tinha medo, o sujeito ia me metendo o membro na mão ao mesmo tempo que perguntava se eu gostava, eu só dizia não sei, nunca fiz, tenho medo, até que o individuo sai-se com uma proposta, perguntou-me se eu queria ir ter com ele ao outro dia, disse que era dono de uma tabacaria mais ou menos a meio da Rua Ferreira Borges ( que eu conhecia bem, aliás estava perto da minha casa), disse-me então para eu aparecer depois das 7 da tarde, hora a que fechava a tabacaria e lá estaríamos à vontade, disse que sim e saí dali depressa mas contente e cheio de tesão. Aquilo não me saiu da cabeça o dia todo fartei-me de olhar para as horas, ainda não eram 6,30h da tarde, já eu andava a rodear a porta da tabacaria, vi o sujeito ao fundo do balcão, mais um Sr. junto à caixa e duas Sras. que iam e vinham de uma porta tipo guarda vento, ali andei de um lado para o outro, até que as pessoas começaram a sair, até ficar só o sujeito, fechou a porta que na verdade eram duas meias portas de madeira e vidro e puxou para baixo até meio das portas uma proteção ondulada em metal, desligou as luzes, aproximei-me da porta e sem mais a porta abriu-se. A porta abriu-se e e o individuo disse de lá dentro para eu entrar, entrei a medo, baixou um pouco mais a proteção exterior e fechou a porta, estava escuro naquele local,, começou a encaminhar-se para a porta guarda vento que separava a zona de atendimento ao público do interior, aí havia luz e pôde ver bem quem tinha à minha frente, tentou beijar-me como no dia anterior, evitei, colou-se de frente comigo e depressa começou a apalpar-me ao mesmo tempo que me pegava na mão e a colocava junto a braguilha dele, rapidamente fiquei com tesão embora tremesse, colocou as mãos por debaixo da minha camisa em direção às minhas mamas, nunca tinha sentido qualquer prazer aí, mas hoje estava a funcionar, eu ia mexendo a um ritmo lento e sem grandes avanços, a inexperiência, a falta de maturidade e o medo imponham-se, foi-me desabotoando as minhas calças e puxou-me as cuecas para baixo, o meu caralho esta ao rubro, apalpava-me agora tanto à frente como a trás com vontade e ia perguntando se eu gostava e dizia em voz baixa que sim, como eu continuava quase estático decidiu baixar as calças dele e de seguida as cuecas e disse-me para lhe mexer, agora era oficial, eu estava quase nu em frente a um homem também quase nu e com o caralho dele na mão, comecei a fazer movimentos de vai vem muito devagar ao mesmo tempo que me ia apalpando o rabo, pediu-me para o por na boca e hesitei e voltou a acontecer o tal movimento com a mão na minha cabeça que me levou ao destino, foi nesse momento que aprendi mais uma coisa sobre mim, quando olhei para ver pela primeira vez o membro dele de perto, já que no dia anterior a luz era pouca, deparei com uma coisa que me deixou de boca aberta, o tamanho dos colhões, enormes pesados,, só muito mais tarde com o acesso à NET é que voltei a ver bolas daquele tamanho, fiquei a saber que gostava de colhões grandes, eu estava parado a olhar quando se chegou à frente e me colou o caralho na à boca, abri a boca e fiz o melhor que pôde, como ele percebeu que a destreza não era grande foi-me dando instruções, de como queria que eu fizesse, ora chupava, ora lambia, no entanto tomei a iniciativa de lhe beijar as bolas, empurrado pela tesão da imagem e pelo odor intimo que emanava dali, pediu-me para me levantar masturbou-me lentamente e com a outra mão ia-me mexendo no cu, eu por minha vez não largava o pau dele alternando com as bolas, às páginas tantas disse-me vira-te e aí as coisas complicaram-se, eu fiz uma cena maca que não queria , que tinha medo, que devia doer muito, até que o Manuel (entretanto disse o nome dele) disse que era ó roçar no buraquinho, mas eu não confiava e voltei à estória do medo, aí o Sr. Manuel olhou para mim de frente e disse: Olha, se continuares a vir ter comigo, é natural que qualquer dia eu entre em ti, mas isso só vai acontecer quando tu pedires! Eu fiquei sem palavras e ele voltou a dizer-me para me virar, muito a medo e com o cu o mais fechado que podia lá me virei, ele percebeu que eu estava tenso e decide beijar-me o cu e as costas, de seguida disse para eu tirar as calças e as cuecas, já que ambas as coisas só estavam para baixo, meteu então o pau no meio das nádegas e roçou-se o mais que pode, ao mesmo tempo que me masturbava e me mexia nas bolas, ao perceber que eu estava muito excitado, deu-me um pequeno puxão nas bolas que fez com que eu acalmasse, os movimentos começaram a ser mais rápidos, começou a urrar e senti o meu cu a ficar quente, tinha-se esporrado Cu e pernas ficaram cheias de leite, virei-me e a imagem daquele membro murcho todo molhado ficou-me na memoria, eu esta felicíssimo Quando me virei estava à espera não sei bem de quê, a verdade é que o Sr. Manuel disse; Não saias daí e saiu da sala para o lado oposto ao que tínhamos entrado e eu fiquei sozinho com o cu todo esporrado e com uma sensação de ter sido usado, ele entra outra vez na sala e trás com ele papel higiénico e disse para me limpar, a minha tesão entretanto já tinha acabado, limpei-me e à medida que o ia fazendo ele ia-me perguntando se eu tinha gostado, a verdade é que eu tinha gostado, embora o final fosse decepcionante, despedimo-nos não sem antes termos combinado que se eu quisesse voltar, iria à loja durante o dia e tentávamos combinar , dois dias depois, eu lá da parte da tarde para comprar cigarros e combinamos para Sábado da parte da tarde, já que a loja fechava às 13, este processo repetiu-se algumas vezes, eu ia ganhado confiança, quando entrava enquanto ele ia buscar papel higiénico eu ficava na sala e quando ele vinha já eu estava nu da cintura para baixo, sentado numa das mesas que era invulgarmente baixas e que eu nunca percebi para que serviam, a forma como eu o chupava quase não tinha reparos da parte dele e quando estava quase a vir-se pedia-me para me virar e esporrava-se no meu cu e costas. Até determinada altura, eu mais ou menos só usado, o Sr. Manuel tinha arranjado um puto que o fazia vir-se e que o mamava coisa que estou convencido que a esposa não o faria, num dos dias em que o Sr. Manuel estava mais demorado a vir-se, mas turbou-me mais do que era normal e eu acabei por me vir, quase de imediato apoderou-se de mim uma sensação de asco, de nojo, eu só queria sair dali, o Sr. Manuel tentou acalmar-me dizendo que era normal, mas que tinha de aprender a controlar aquela sensação, mas eu não queria ouvir nada, só queria ir embora. Saí e foi um instante em que cheguei a casa, pelo caminho ia dizendo a mim próprio que nunca mais voltava afazer tal coisa, achava eu que ia acontecer o que pensava naquela altura, pois bem, dois dias depois estava outra vez meio nu, à espera que o Sr. Manuel viesse ter comigo para iniciarmos mais uma sessão de sexo, aliás nesse dia acho que me entreguei mais do que acontecia nos dias anteriores. A esta distancia posso entender a frieza que se apoderava do Sr.. Manuel depois de se vir. As minhas idas á tabacaria continuaram e eu comecei a imaginar como seria se o pau entrasse em mim, o pau do Sr. Manuel não era assim tão grosso, comecei então a simular a penetração com os dedos, primeiro 1, depois 2, depois o que houvesse em casa que tivesse um aspeto fálico, sempre com a ajuda de, ou azeite, ou manteiga, ou margarina, ou ainda sabão, a verdade é batia grandes punhetas imaginando que era o Sr. Manuel que estava comigo. Estávamos mais ou menos a meio do mês de Dezembro, eu continuava à procura de emprego e voltei a ir ter com tal amigo do meu pai para ver se a coisa se compunha e nesse dia trazia boas noticias, tinham-me arranjado emprego para começar logo a seguir ao ano novo, eu estava radiante, fora de mim, ainda por cima o ordenado era superior ao que eu tinha tido anteriormente, tinha de partilhar a noticia e quem melhor do que o homem que me conhece os segredos? Fui então ter com ele contentíssimo, por sorte disse para ir ter com ele nesse dia depois das 7, tudo me corria bem, rapidamente a mente me levou para outro nível e se o Sr. Manuel me penetrasse hoje? Estava decidido, ia levar no cu pela primeira vez, O processo repetiu-se como de costume, com a variante de assim que entrei lhe ter contado a boa nova, ele foi buscar o papel como habitualmente e eu foi-me despindo, só que desta vez estava completamente nu, o Sr. entra e faz um ar de espanto e diz que gosta de me ver assim, eu estava completamente fora de mim e rapidamente lhe baixei as calças e cuecas e comecei a mamar de uma forma sôfrega, entretanto coloquei-me de pé e pedi quase ao ouvido para ele por dentro do meu rabo . O Sr. Manuel olhou para mim como ar mais feliz que eu lhe tinha visto e perguntou-me se eu tinha a certeza, eu disse que sim, ele saiu da sala e momentos depois entrou com um frasco de boca larga na mão, com um liquido viscoso dentro e com um pincel dentro também, via-se que aquilo era um ferramenta profissional,, pediu-me então para me virar e aplicou uma boa quantidade daquilo no meu cu, à medida que ia deixando escapar para dentro do meu cu um dos dedos, besuntou o pau com aquilo, pediu-me para eu me debruçar por cima das mesas baixas e encostou-se a mim, apontou o pau ao meu buraco e de uma forma meiga foi entrando dentro de mim, aquilo não foi tão fácil como eu pensei, nem tão difícil como eu achava, o caralho dele não era muito grande nem muito grosso, mas tinha uma cabeça mais ou menos larga em forma de cogumelo que ao inicio dificultava a entrada, mas com o tal produto a coisa acabou por correr bem. Depois de entrar começou o movimento de vai vem. Como a cabeça era larga, parecia que estávamos colados, beijou-me as costas como nunca tinha feito e pela primeira vez ouvi asneiras da boca dele, sem mais disse: anda puta, mexe-te! Fiquei muito bem impressionado e mexi-me o que podia, a velocidade dos movimentos aumentou e eu percebi pela respiração que estava prestes a acontecer, aconteceu acompanhado de um Toma puta! senti tudo e fiquei quieto à espera do que ia acontecer, eu tinha uma sensação estranha no cu, diferente do que tinha sentido com tudo o que tinha metido.
Tinha acabado de levar no cu, pela primeira vez, um homem tina acabado de se esporrar dentro de mim e a verdade é que eu tinha gostado, até aí todo eram rosas, até ao momento em que me virei e apanhei a maior vergonha da minha vida, quando me apercebi qie o Sr. Manuel tinha o caralho todo sujo, deu-me papel para me limpar e eu também estava sujo, só não chorei por vergonha que já era muita, o Sr. Manuel tentou desvalorizar a situação dizendo que era normal, que podia acontecer, mas eu estava envergonhado, saí o mais depressa que pôde e até chegar a casa jurei mil vezes não voltar ali e assim aconteceu...durante dois dias, passado esse tempo, eu lá estava pronto para sentir aquele caralho entrar em mim outra vez.
Daí para a frente passei a dar o cu com regularidade ao Sr. Manuel, passado algum tempo a coisa passou para um patamar superior, o sexo a três com um amigo do Sr. Manuel
As coisas para mim começaram em Outubro de 1980, tinha ainda não era maior de idade feitos e num inicio de noite como qualquer outro, fazia o caminho de regresso a casa dos meus pais depois de ter idos falar com um amigo do meu pai no sentido de ele me arranjar emprego. Tinha deixado de estudar de dia pouco tempo antes e fui trabalhar, mas naquela altura encontrava-me na situação de desempregado. Final da tarde, elétrico cheio de gente que vinha dos trabalho, toda agente muito apertada, quando me pareceu ter sido tocado no meu baixo ventre, fiquei atento mas nada aconteceu, devia ter sido impressão minha, quando pela segunda vez, senti algo a pressionar-me, deixe-me estar e a pressão começou a ser constante aproveitando os balanços do transporte, comecei a ficar entusiasmado e procurei perceber qual das Senhoras me estava fazer aquilo, olhei em volta e percebi que nenhumas das Senhoras que iam ali, estavam em posição de me poder tocar, o que queria dizer que estava ser apalpado por um homem, curiosamente a excitação não diminuiu, com essa descoberta e quem me estava a apalpar percebeu também que havia correspondência e deixou de fazer apenas pressão (imagino que com as costas da mão) para mexer e apertar com os dedos o enchumaço que já se fazia notar. Nunca me tinha acontecido nada de parecido e eu estava a gostar, tentei perceber qual dos homens que se encontravam à minha volta me podia estar afazer aquilo, levei uma das minhas mãos para junto daquela mão misteriosa que ao perceber o que se passava parou mas não tirou a mão, toquei-lhe quase a medo e o mesmo se passou com o sujeito, nesse momento o individuo que estava mais ou menos à minha frente mas de lado virou-se ligeiramente para mim e uma pequena troca de olhares foi o suficiente para perceber que era aquele Sr. que me estava a provocar tão boas sensações, pegou na minha mão e encaminhou-a para as calças dele, onde verifiquei que havia excitação. O Sr. era gordo, de óculos com talvez 60 anos ou até um pouco mais, usava calças de fazenda largas, tipo calças de fato, em menos de nada encaminhou a minha mão para dentro da braguilha dele, depois de me deixar lá a minha mão voltou a apalpar-me, eu estava radiante e muito excitado mas mexia dentro das calças do Sr. com algum medo, percebendo que a minha experiencia era pouca, ou nenhuma, mas com muita tesão o Sr. foi-me pedindo só com toques com a mão para eu me virar de costas para ele e eu assim fiz, aquilo era tudo novo para mim e contra tudo o que eu tinha aprendido, a verdade é que estava excitado com o toque de um homem, velho e gordo e com o pau dele na mão. Bom...com o pau dele na mão não, sentia de facto o volume para por cima das cuecas. Quando me pediu para me virar ruçou-se o mais que pude e apalpou-me o mais que pude, eu estava completamente em êxtase e fui mudando de posição aproveitando os solavancos do transporte para poder mexer melhor ou ser mexido melhor. Chegados à zona dos Prazeres, o Sr. diz em voz audível: Dá-me licença para eu sair na próxima, eu percebi e respondi que também ia sair . Saí e acendi um cigarro, sem perder a atenção do que se ia desenrolar, o Sr. saiu e com um pequeno olhar pediu para o seguir, assim fiz a alguma distancia, vejo que o sr. se encaminha para o Café Canas (hoje restaurante canas). O canas tinha uma particularidade, quem estivesse de frente para a porta, do lado esquerdo tinha um corredor mal iluminado com talvez 5, ou 6m que terminava no WC de homens, do lado direito tinha então os urinóis, ou seja, quem percorresse o corredor, não via quem estava a mijar. Quando aí cheguei já o Sr. estava em posição de quem estava a mijar, logo no primeiro urinol, eu fui colocar-me na ponta oposta, embora não fosse muito longe, já que só existiam 4 urinóis, o Sr. então aproximou-se de mim com o pau na mão e tentou dar um beijo e coisa que não achei muita graça, depois do nada agarrou-me no pau e apertou-o com força, a minha tesão que se tinha ido embora depressa voltou e em força, eu que me tinha mantido virado para o urinol, agora esta de frente para o individuo que pegou na mão e colocou no seu pau, que também se encontrava teso, nesse momento eu estava fora de mim, tinha o caralho de um homem na mão e o mais estranho é que nunca tinha vivido nenhum momento que me levasse a pensar que desejava tal situação, a verdade é que estava vive-la e gostava. O Sr. então diz-me quase ao ouvido: Dá um beijinho! eu muito a medo digo que tenho medo, que pode aparecer alguém, ele volta pedir e eu acedo, mas literalmente dei um beijinho e voltei para cima rapidamente é nesse momento que aprendo mais uma coisa sobre mim mesmo, o Sr. coloca a mão dele na minha cabeça faz um pouco de força e encaminha-me para baixo ao mesmo tempo que vai dizendo: chupa um bocadinho! Percebi que este movimento para mim é quase que irrecusável e levado pela tesão chupei um bocadinho. Chupei um bocadinho mas pouco, o suficiente para perceber que era um caralho relativamente pequeno, mas para mim era qualquer coisa de extraordinário, eu não percebia porquê ( e ainda hoje não percebo) mas a verdade é que estava bastante contente por ter posto o caralho dum homem na boca, mas o medo falou mais alto e depressa voltei à posição inicial e disse que não podia fazer aquilo que tinha medo, o sujeito ia me metendo o membro na mão ao mesmo tempo que perguntava se eu gostava, eu só dizia não sei, nunca fiz, tenho medo, até que o individuo sai-se com uma proposta, perguntou-me se eu queria ir ter com ele ao outro dia, disse que era dono de uma tabacaria mais ou menos a meio da Rua Ferreira Borges ( que eu conhecia bem, aliás estava perto da minha casa), disse-me então para eu aparecer depois das 7 da tarde, hora a que fechava a tabacaria e lá estaríamos à vontade, disse que sim e saí dali depressa mas contente e cheio de tesão. Aquilo não me saiu da cabeça o dia todo fartei-me de olhar para as horas, ainda não eram 6,30h da tarde, já eu andava a rodear a porta da tabacaria, vi o sujeito ao fundo do balcão, mais um Sr. junto à caixa e duas Sras. que iam e vinham de uma porta tipo guarda vento, ali andei de um lado para o outro, até que as pessoas começaram a sair, até ficar só o sujeito, fechou a porta que na verdade eram duas meias portas de madeira e vidro e puxou para baixo até meio das portas uma proteção ondulada em metal, desligou as luzes, aproximei-me da porta e sem mais a porta abriu-se. A porta abriu-se e e o individuo disse de lá dentro para eu entrar, entrei a medo, baixou um pouco mais a proteção exterior e fechou a porta, estava escuro naquele local,, começou a encaminhar-se para a porta guarda vento que separava a zona de atendimento ao público do interior, aí havia luz e pôde ver bem quem tinha à minha frente, tentou beijar-me como no dia anterior, evitei, colou-se de frente comigo e depressa começou a apalpar-me ao mesmo tempo que me pegava na mão e a colocava junto a braguilha dele, rapidamente fiquei com tesão embora tremesse, colocou as mãos por debaixo da minha camisa em direção às minhas mamas, nunca tinha sentido qualquer prazer aí, mas hoje estava a funcionar, eu ia mexendo a um ritmo lento e sem grandes avanços, a inexperiência, a falta de maturidade e o medo imponham-se, foi-me desabotoando as minhas calças e puxou-me as cuecas para baixo, o meu caralho esta ao rubro, apalpava-me agora tanto à frente como a trás com vontade e ia perguntando se eu gostava e dizia em voz baixa que sim, como eu continuava quase estático decidiu baixar as calças dele e de seguida as cuecas e disse-me para lhe mexer, agora era oficial, eu estava quase nu em frente a um homem também quase nu e com o caralho dele na mão, comecei a fazer movimentos de vai vem muito devagar ao mesmo tempo que me ia apalpando o rabo, pediu-me para o por na boca e hesitei e voltou a acontecer o tal movimento com a mão na minha cabeça que me levou ao destino, foi nesse momento que aprendi mais uma coisa sobre mim, quando olhei para ver pela primeira vez o membro dele de perto, já que no dia anterior a luz era pouca, deparei com uma coisa que me deixou de boca aberta, o tamanho dos colhões, enormes pesados,, só muito mais tarde com o acesso à NET é que voltei a ver bolas daquele tamanho, fiquei a saber que gostava de colhões grandes, eu estava parado a olhar quando se chegou à frente e me colou o caralho na à boca, abri a boca e fiz o melhor que pôde, como ele percebeu que a destreza não era grande foi-me dando instruções, de como queria que eu fizesse, ora chupava, ora lambia, no entanto tomei a iniciativa de lhe beijar as bolas, empurrado pela tesão da imagem e pelo odor intimo que emanava dali, pediu-me para me levantar masturbou-me lentamente e com a outra mão ia-me mexendo no cu, eu por minha vez não largava o pau dele alternando com as bolas, às páginas tantas disse-me vira-te e aí as coisas complicaram-se, eu fiz uma cena maca que não queria , que tinha medo, que devia doer muito, até que o Manuel (entretanto disse o nome dele) disse que era ó roçar no buraquinho, mas eu não confiava e voltei à estória do medo, aí o Sr. Manuel olhou para mim de frente e disse: Olha, se continuares a vir ter comigo, é natural que qualquer dia eu entre em ti, mas isso só vai acontecer quando tu pedires! Eu fiquei sem palavras e ele voltou a dizer-me para me virar, muito a medo e com o cu o mais fechado que podia lá me virei, ele percebeu que eu estava tenso e decide beijar-me o cu e as costas, de seguida disse para eu tirar as calças e as cuecas, já que ambas as coisas só estavam para baixo, meteu então o pau no meio das nádegas e roçou-se o mais que pode, ao mesmo tempo que me masturbava e me mexia nas bolas, ao perceber que eu estava muito excitado, deu-me um pequeno puxão nas bolas que fez com que eu acalmasse, os movimentos começaram a ser mais rápidos, começou a urrar e senti o meu cu a ficar quente, tinha-se esporrado Cu e pernas ficaram cheias de leite, virei-me e a imagem daquele membro murcho todo molhado ficou-me na memoria, eu esta felicíssimo Quando me virei estava à espera não sei bem de quê, a verdade é que o Sr. Manuel disse; Não saias daí e saiu da sala para o lado oposto ao que tínhamos entrado e eu fiquei sozinho com o cu todo esporrado e com uma sensação de ter sido usado, ele entra outra vez na sala e trás com ele papel higiénico e disse para me limpar, a minha tesão entretanto já tinha acabado, limpei-me e à medida que o ia fazendo ele ia-me perguntando se eu tinha gostado, a verdade é que eu tinha gostado, embora o final fosse decepcionante, despedimo-nos não sem antes termos combinado que se eu quisesse voltar, iria à loja durante o dia e tentávamos combinar , dois dias depois, eu lá da parte da tarde para comprar cigarros e combinamos para Sábado da parte da tarde, já que a loja fechava às 13, este processo repetiu-se algumas vezes, eu ia ganhado confiança, quando entrava enquanto ele ia buscar papel higiénico eu ficava na sala e quando ele vinha já eu estava nu da cintura para baixo, sentado numa das mesas que era invulgarmente baixas e que eu nunca percebi para que serviam, a forma como eu o chupava quase não tinha reparos da parte dele e quando estava quase a vir-se pedia-me para me virar e esporrava-se no meu cu e costas. Até determinada altura, eu mais ou menos só usado, o Sr. Manuel tinha arranjado um puto que o fazia vir-se e que o mamava coisa que estou convencido que a esposa não o faria, num dos dias em que o Sr. Manuel estava mais demorado a vir-se, mas turbou-me mais do que era normal e eu acabei por me vir, quase de imediato apoderou-se de mim uma sensação de asco, de nojo, eu só queria sair dali, o Sr. Manuel tentou acalmar-me dizendo que era normal, mas que tinha de aprender a controlar aquela sensação, mas eu não queria ouvir nada, só queria ir embora. Saí e foi um instante em que cheguei a casa, pelo caminho ia dizendo a mim próprio que nunca mais voltava afazer tal coisa, achava eu que ia acontecer o que pensava naquela altura, pois bem, dois dias depois estava outra vez meio nu, à espera que o Sr. Manuel viesse ter comigo para iniciarmos mais uma sessão de sexo, aliás nesse dia acho que me entreguei mais do que acontecia nos dias anteriores. A esta distancia posso entender a frieza que se apoderava do Sr.. Manuel depois de se vir. As minhas idas á tabacaria continuaram e eu comecei a imaginar como seria se o pau entrasse em mim, o pau do Sr. Manuel não era assim tão grosso, comecei então a simular a penetração com os dedos, primeiro 1, depois 2, depois o que houvesse em casa que tivesse um aspeto fálico, sempre com a ajuda de, ou azeite, ou manteiga, ou margarina, ou ainda sabão, a verdade é batia grandes punhetas imaginando que era o Sr. Manuel que estava comigo. Estávamos mais ou menos a meio do mês de Dezembro, eu continuava à procura de emprego e voltei a ir ter com tal amigo do meu pai para ver se a coisa se compunha e nesse dia trazia boas noticias, tinham-me arranjado emprego para começar logo a seguir ao ano novo, eu estava radiante, fora de mim, ainda por cima o ordenado era superior ao que eu tinha tido anteriormente, tinha de partilhar a noticia e quem melhor do que o homem que me conhece os segredos? Fui então ter com ele contentíssimo, por sorte disse para ir ter com ele nesse dia depois das 7, tudo me corria bem, rapidamente a mente me levou para outro nível e se o Sr. Manuel me penetrasse hoje? Estava decidido, ia levar no cu pela primeira vez, O processo repetiu-se como de costume, com a variante de assim que entrei lhe ter contado a boa nova, ele foi buscar o papel como habitualmente e eu foi-me despindo, só que desta vez estava completamente nu, o Sr. entra e faz um ar de espanto e diz que gosta de me ver assim, eu estava completamente fora de mim e rapidamente lhe baixei as calças e cuecas e comecei a mamar de uma forma sôfrega, entretanto coloquei-me de pé e pedi quase ao ouvido para ele por dentro do meu rabo . O Sr. Manuel olhou para mim como ar mais feliz que eu lhe tinha visto e perguntou-me se eu tinha a certeza, eu disse que sim, ele saiu da sala e momentos depois entrou com um frasco de boca larga na mão, com um liquido viscoso dentro e com um pincel dentro também, via-se que aquilo era um ferramenta profissional,, pediu-me então para me virar e aplicou uma boa quantidade daquilo no meu cu, à medida que ia deixando escapar para dentro do meu cu um dos dedos, besuntou o pau com aquilo, pediu-me para eu me debruçar por cima das mesas baixas e encostou-se a mim, apontou o pau ao meu buraco e de uma forma meiga foi entrando dentro de mim, aquilo não foi tão fácil como eu pensei, nem tão difícil como eu achava, o caralho dele não era muito grande nem muito grosso, mas tinha uma cabeça mais ou menos larga em forma de cogumelo que ao inicio dificultava a entrada, mas com o tal produto a coisa acabou por correr bem. Depois de entrar começou o movimento de vai vem. Como a cabeça era larga, parecia que estávamos colados, beijou-me as costas como nunca tinha feito e pela primeira vez ouvi asneiras da boca dele, sem mais disse: anda puta, mexe-te! Fiquei muito bem impressionado e mexi-me o que podia, a velocidade dos movimentos aumentou e eu percebi pela respiração que estava prestes a acontecer, aconteceu acompanhado de um Toma puta! senti tudo e fiquei quieto à espera do que ia acontecer, eu tinha uma sensação estranha no cu, diferente do que tinha sentido com tudo o que tinha metido.
Tinha acabado de levar no cu, pela primeira vez, um homem tina acabado de se esporrar dentro de mim e a verdade é que eu tinha gostado, até aí todo eram rosas, até ao momento em que me virei e apanhei a maior vergonha da minha vida, quando me apercebi qie o Sr. Manuel tinha o caralho todo sujo, deu-me papel para me limpar e eu também estava sujo, só não chorei por vergonha que já era muita, o Sr. Manuel tentou desvalorizar a situação dizendo que era normal, que podia acontecer, mas eu estava envergonhado, saí o mais depressa que pôde e até chegar a casa jurei mil vezes não voltar ali e assim aconteceu...durante dois dias, passado esse tempo, eu lá estava pronto para sentir aquele caralho entrar em mim outra vez.
Daí para a frente passei a dar o cu com regularidade ao Sr. Manuel, passado algum tempo a coisa passou para um patamar superior, o sexo a três com um amigo do Sr. Manuel
4ヶ月前