Vai e vem a noite toda
Saímos de um bar e, ao entrar no carro, dei-te um beijo na tua boca. Fui descendo até ao pescoço, o cheiro do teu perfume me levou às alturas. Abri delicadamente o decote do teu vestido, e o meu caralho quase saltou da calça para fora.
Já não estávamos mais aguentar tanto tesão. Fomos para casa. Ao entrarmos, “atracamo-nos” num beijo longo e depravado. Sem mais perda de tempo, começamos ali mesmo, no chão. Parecíamos dois *********tes na primeira relação. deitei-te delicadamente no chão e beijei-te, enquanto minha mão tocava no teu corpo, como que procurando o teu ponto máximo de prazer. Fui beijando o teu pescoço, as mamas, a barriguinha, levantei o teu vestido, e para minha surpresa, pude ver uma minúscula cuequinha, que escondia uma cona resplandecente e acolhedora. Não aguentei: meti a minha língua na tua cona gostosa. A esta altura, pedias-me insistentemente para que eu enfiasse a minha língua na tua cona. E eu, é claro, correspondia aos teus apelos, enfiando, lambendo, chupando, beliscando e sentindo cada vez mais a tua cona gostosa latejar de prazer. Comecei a lamber o clitóris com toda a força, foi quando me puxaste pelos cabelos de encontro a tua cona, gritando de prazer. a tua cona batia selvagemente de encontro ao meu rosto e pude sentir quando vieste-te, enchendo a minha boca com o gozo... Mas querias mais... Fomos para o banheiro... Entramos na banheira de hidromassagem, e começamos novamente a nos acariaciar. Beijaste-me intensamente, e falaste baixinho aos meus ouvidos: “vou devolver todo o prazer que me deste!”. Ao dizeres isso, pediste-me que me sentasse na beira da banheira, e abocanhaste o meu bacamarte. Que sensação maravilhosa. Com teus lábios carnudos, chupavas o meu pau, que estava inchado de tão duro... enquanto tua mão alternava carinhos na base de meu caralho e nos tomates. Já não estava mais aguentando de tanta tesão, ao ver os teus olhos lindos me encarando enquanto te deliciavas com o meu caralho duro. Ao sentir que já não estava mais aguentando, gritaste: “vai, coisa boa, enche a minha boca e cara com o teu leite... quero prová-la...senti-lo...”. Ao ouvir isso, parece que apertaste um gatilho, pois senti um prazer enorme com os constantes vai-e-vens ininterruptos, lembro-me muito bem dos gritos e urros que dei quando cheguei ao orgasmo. Tu simplesmente provaste e sentiste a minha esporra, e continuaste a chupar o meu caralho.
Depois de uns dois minutos, soltaste-o e deste-me um beijo, aquele beijo com gosto de sexo insaciável... Tomamos uma bebida, conversamos um pouco e ligamos a televisão. Estava passando um filme pornográfico.Fomos para a cama, e ao deitar no colchão d’água, imploraste-me para que eu enfiasse o meu bacamarte na tua cona.Como sempre achei que os desejos de qualquer dama devem ser encarados como uma ordem (principalmente na questão sexual!), deitei-me sobre ti e fui,vagarosamente, enfiando-o na tua cona quente. Foi demais, gritavas, arranhavas minhas costas,suspiravas... pediste para me deitar, então sentaste-te vagarosamente no meu pau, de frente para mim, e começaste a cavalgar deliciosamente. Que sensação gostosa! alternavas movimentos rápidos e estocadas profundas. Chegaste ao êxtase quando nós nos beijamos, enquanto acariciava as tuas pernas e as tuas nádegas, gozámos freneticamente, pude sentir a minha esporra se misturando ao teu gozo. Imploravas por mais, e mais. viraste-te, de costas para mim, e começou a mexer gostosamente. O meu caralho endureceu ( se é que chegou a amolecer! ), e não pude deixar de notar o teu cu, redondo e empinado. Não me controlei. Coloquei-te de costas,de quatro, e comecei a mexer no teu cuzinho com o meu caralho. Carinhosamente, encostei a cabecinha do meu caralhono teu cuzinho e, devagarzinho, comecei a enfiá-lo. Qual não foi minha surpresa quando ao entrar a cabeça, empinaste de uma vez o teu cu, e ele entrou todinho... Comecei, então, o movimento de vai-e-vem, e, ao mesmo tempo, masturbava a tua cona. não estavas mais aguentando de tanto tesão, e vieste-te várias vezes, enquanto eu enfiava-o bem fundo até aos tomates. Até que não aguentei mais e esporrei-me no teu
cuzinho gostoso. Enlouqueci, pois ao gozar pude sentir as retrações intermitantes.
Deitámo-nos e descansámos da nossa aventura louca.
Já não estávamos mais aguentar tanto tesão. Fomos para casa. Ao entrarmos, “atracamo-nos” num beijo longo e depravado. Sem mais perda de tempo, começamos ali mesmo, no chão. Parecíamos dois *********tes na primeira relação. deitei-te delicadamente no chão e beijei-te, enquanto minha mão tocava no teu corpo, como que procurando o teu ponto máximo de prazer. Fui beijando o teu pescoço, as mamas, a barriguinha, levantei o teu vestido, e para minha surpresa, pude ver uma minúscula cuequinha, que escondia uma cona resplandecente e acolhedora. Não aguentei: meti a minha língua na tua cona gostosa. A esta altura, pedias-me insistentemente para que eu enfiasse a minha língua na tua cona. E eu, é claro, correspondia aos teus apelos, enfiando, lambendo, chupando, beliscando e sentindo cada vez mais a tua cona gostosa latejar de prazer. Comecei a lamber o clitóris com toda a força, foi quando me puxaste pelos cabelos de encontro a tua cona, gritando de prazer. a tua cona batia selvagemente de encontro ao meu rosto e pude sentir quando vieste-te, enchendo a minha boca com o gozo... Mas querias mais... Fomos para o banheiro... Entramos na banheira de hidromassagem, e começamos novamente a nos acariaciar. Beijaste-me intensamente, e falaste baixinho aos meus ouvidos: “vou devolver todo o prazer que me deste!”. Ao dizeres isso, pediste-me que me sentasse na beira da banheira, e abocanhaste o meu bacamarte. Que sensação maravilhosa. Com teus lábios carnudos, chupavas o meu pau, que estava inchado de tão duro... enquanto tua mão alternava carinhos na base de meu caralho e nos tomates. Já não estava mais aguentando de tanta tesão, ao ver os teus olhos lindos me encarando enquanto te deliciavas com o meu caralho duro. Ao sentir que já não estava mais aguentando, gritaste: “vai, coisa boa, enche a minha boca e cara com o teu leite... quero prová-la...senti-lo...”. Ao ouvir isso, parece que apertaste um gatilho, pois senti um prazer enorme com os constantes vai-e-vens ininterruptos, lembro-me muito bem dos gritos e urros que dei quando cheguei ao orgasmo. Tu simplesmente provaste e sentiste a minha esporra, e continuaste a chupar o meu caralho.
Depois de uns dois minutos, soltaste-o e deste-me um beijo, aquele beijo com gosto de sexo insaciável... Tomamos uma bebida, conversamos um pouco e ligamos a televisão. Estava passando um filme pornográfico.Fomos para a cama, e ao deitar no colchão d’água, imploraste-me para que eu enfiasse o meu bacamarte na tua cona.Como sempre achei que os desejos de qualquer dama devem ser encarados como uma ordem (principalmente na questão sexual!), deitei-me sobre ti e fui,vagarosamente, enfiando-o na tua cona quente. Foi demais, gritavas, arranhavas minhas costas,suspiravas... pediste para me deitar, então sentaste-te vagarosamente no meu pau, de frente para mim, e começaste a cavalgar deliciosamente. Que sensação gostosa! alternavas movimentos rápidos e estocadas profundas. Chegaste ao êxtase quando nós nos beijamos, enquanto acariciava as tuas pernas e as tuas nádegas, gozámos freneticamente, pude sentir a minha esporra se misturando ao teu gozo. Imploravas por mais, e mais. viraste-te, de costas para mim, e começou a mexer gostosamente. O meu caralho endureceu ( se é que chegou a amolecer! ), e não pude deixar de notar o teu cu, redondo e empinado. Não me controlei. Coloquei-te de costas,de quatro, e comecei a mexer no teu cuzinho com o meu caralho. Carinhosamente, encostei a cabecinha do meu caralhono teu cuzinho e, devagarzinho, comecei a enfiá-lo. Qual não foi minha surpresa quando ao entrar a cabeça, empinaste de uma vez o teu cu, e ele entrou todinho... Comecei, então, o movimento de vai-e-vem, e, ao mesmo tempo, masturbava a tua cona. não estavas mais aguentando de tanto tesão, e vieste-te várias vezes, enquanto eu enfiava-o bem fundo até aos tomates. Até que não aguentei mais e esporrei-me no teu
cuzinho gostoso. Enlouqueci, pois ao gozar pude sentir as retrações intermitantes.
Deitámo-nos e descansámos da nossa aventura louca.
12年前