Primeira vez... (real)
Nunca havia sequer pensado num contacto com um homem.
Numa tarde de compras num centro comercial, fui aos lavabos enquanto a minha esposa continuava as compras.
No urinol ao meu lado, dei conta, um pouco envergonhado, de um rapaz que se masturbava. Fiquei fixado no sexo grande e bem erecto dele.
Não conseguia deixar de o olhar com uma sensação inexplicável de algum desejo de lhe tocar, enquanto o meu próprio pénis enrijava.
Ele sorriu para mim e, tímido, sorri-lhe também. Sem dar conta, a minha mão segurava a pequena parede que dividia os lugares, como que aproximando-a dele. E logo ele se moveu e encostou o sexo na minha mão que, do nervoso, tremia. Agarrei-o, quente e duro, por uns instantes.
Parecia que a qualquer momento entraria alguém e me apanhava naquela loucura. Disse-lhe: "-Vem."
E entrei numa das privadas, logo seguido por ele, ainda com o sexo na mão.
Lá dentro, sentei-me e logo o agarrei extremamente excitado lambendo-o e chupando. Fui entrando com a boca nele e a minha língua, frenética, massajava-lhe o freio.
Ele começou a estremecer de prazer e senti que ia ejacular, e acelerei a minha boca e língua nele. Um jorro quente seguido de jactos intervalados e o corpo dele aos estremeções, excitou-me como nunca havia sentido.
Sei que não devia, mas sem pensar, engoli e bebi todo o esperma, lambendo a glande enorme e luzidia apanhando as últimas gotas.
Ele apertou as calças e saiu rápido, enquanto fiquei sentado, acalmando a respiração e masturbei-me descontrolado de desejo e tesão.
Nunca mais o encontrei, mesmo tendo voltado várias vezes ao centro comercial e hoje, passados uns meses, tenho tentado encontrar outra experiência assim discreta e educada...
Numa tarde de compras num centro comercial, fui aos lavabos enquanto a minha esposa continuava as compras.
No urinol ao meu lado, dei conta, um pouco envergonhado, de um rapaz que se masturbava. Fiquei fixado no sexo grande e bem erecto dele.
Não conseguia deixar de o olhar com uma sensação inexplicável de algum desejo de lhe tocar, enquanto o meu próprio pénis enrijava.
Ele sorriu para mim e, tímido, sorri-lhe também. Sem dar conta, a minha mão segurava a pequena parede que dividia os lugares, como que aproximando-a dele. E logo ele se moveu e encostou o sexo na minha mão que, do nervoso, tremia. Agarrei-o, quente e duro, por uns instantes.
Parecia que a qualquer momento entraria alguém e me apanhava naquela loucura. Disse-lhe: "-Vem."
E entrei numa das privadas, logo seguido por ele, ainda com o sexo na mão.
Lá dentro, sentei-me e logo o agarrei extremamente excitado lambendo-o e chupando. Fui entrando com a boca nele e a minha língua, frenética, massajava-lhe o freio.
Ele começou a estremecer de prazer e senti que ia ejacular, e acelerei a minha boca e língua nele. Um jorro quente seguido de jactos intervalados e o corpo dele aos estremeções, excitou-me como nunca havia sentido.
Sei que não devia, mas sem pensar, engoli e bebi todo o esperma, lambendo a glande enorme e luzidia apanhando as últimas gotas.
Ele apertou as calças e saiu rápido, enquanto fiquei sentado, acalmando a respiração e masturbei-me descontrolado de desejo e tesão.
Nunca mais o encontrei, mesmo tendo voltado várias vezes ao centro comercial e hoje, passados uns meses, tenho tentado encontrar outra experiência assim discreta e educada...
11年前