A primeira vez!
Nunca a tinha visto ao vivo mas já nos conhecíamos bem. Um acaso na internet aproximou-nos e o interesse mútuo e já não eramos virgens um para o outro.
O local do encontro era um hotel que tinha reservado em meu nome com cama de casal e o combinado era ela chegar, levantava a chave e subia e eu ia direto ao quarto.
Eu já ia para o local e começava a sentir um pequeno frio na barriga e o meu olhar ficava cada vez mais aguçado e os movimentos cada vez mais mecânicos e secos.
Chegado ao hotel não arranjava lugar de estacionamento o que deu ainda mais ênfase à ânsia e lá consegui encontrar um local.
Sai do carro apenas com o necessário e fui quase a correr para a entrada do hotel. Chegado à entrada do hotel perguntei qual o meu quarto e fui para os elevadores.
A luz do elevador parecia uma tortura e a sua velocidade parecia de caracol e o frio da barriga voltava a crescer e a minha irrigação para o baixo ventre aumentava, sabendo o que ai vinha.
Já no elevador carreguei nos botões com uma violência nada habitual e então cheguei ao piso.
Quando olhei para a numeração dos quartos senti um acelerar do batimento e uma irrigação ainda maior. De repente, o cheiro do corredor tinha uma magia especial e fui estranhamente calmo para o quarto, chegado à porta estendi o braço para bater à porta sentindo o pico de ânsia, mas mal bato parece que tudo desaparece como por magia.
Do outro lado ouço uns saltos altos a chegar-se à porta e a fazerem um compasso de espera e a porta abre-se!
Ela abre-me a porta e diz-me um "ola" e eu retribuo-o com um "ola".
Entro e troco 2 beijos e coloco o meu braço sobre a sua anca para eliminarmos a tensão.
Ela deitasse na cama mas peço-lhe para se manter de pé que a queria ver. queria apreciar a sua saia, as suas meias, o seu cinto de ligas que se fazia ver quando ela se dobrava.
Depois fomo-nos conhecer...
O local do encontro era um hotel que tinha reservado em meu nome com cama de casal e o combinado era ela chegar, levantava a chave e subia e eu ia direto ao quarto.
Eu já ia para o local e começava a sentir um pequeno frio na barriga e o meu olhar ficava cada vez mais aguçado e os movimentos cada vez mais mecânicos e secos.
Chegado ao hotel não arranjava lugar de estacionamento o que deu ainda mais ênfase à ânsia e lá consegui encontrar um local.
Sai do carro apenas com o necessário e fui quase a correr para a entrada do hotel. Chegado à entrada do hotel perguntei qual o meu quarto e fui para os elevadores.
A luz do elevador parecia uma tortura e a sua velocidade parecia de caracol e o frio da barriga voltava a crescer e a minha irrigação para o baixo ventre aumentava, sabendo o que ai vinha.
Já no elevador carreguei nos botões com uma violência nada habitual e então cheguei ao piso.
Quando olhei para a numeração dos quartos senti um acelerar do batimento e uma irrigação ainda maior. De repente, o cheiro do corredor tinha uma magia especial e fui estranhamente calmo para o quarto, chegado à porta estendi o braço para bater à porta sentindo o pico de ânsia, mas mal bato parece que tudo desaparece como por magia.
Do outro lado ouço uns saltos altos a chegar-se à porta e a fazerem um compasso de espera e a porta abre-se!
Ela abre-me a porta e diz-me um "ola" e eu retribuo-o com um "ola".
Entro e troco 2 beijos e coloco o meu braço sobre a sua anca para eliminarmos a tensão.
Ela deitasse na cama mas peço-lhe para se manter de pé que a queria ver. queria apreciar a sua saia, as suas meias, o seu cinto de ligas que se fazia ver quando ela se dobrava.
Depois fomo-nos conhecer...
11年前