A coleira da Carla
De um encontro furtuito na Net, combinamos encontrar depois de muito teclar, de muitos minutos e horas a trocar desejos. As virtudes do sexo virtual e o prazer que ambos retirávamos deixaram de ser suficientes. Aquilo que desejávamos tinha de ser mais físico que virtual.
Encontramos-nos depois de eu te enviar por correio um pacote com uma serie de adereços que eu sabia iam ser do teu gosto. Um cartão dizia que o que te tinha enviado e como o terias de usar. Combinamos pelo Skype encontrar num local a uma determinada hora. Serias por algumas horas a minha escrava sexual, o meu brinquedo de prazer.
Chegaste no teu carro ao local combinado, o lusco-fusco não deixava ver bem o teu rosto, estavas envolta numa gabardine, uiiiii, tanta sensualidade, sapatos altos bem altos, tipo stiletto, com plataforma, o que fazia de ti bem mais alta do que eu imaginava.
Sai do carro e caminhei na tua direcção, senti o teu perfume e os teus olhos brilhantes, a pouca luz difusa do final da tarde fazia-os mais brilhantes e mais enigmáticos, sensuais também.
Aproximamos os nossos rostos e eu coloquei uma mão nas tuas costas para te abraçar enquanto te beijava no rosto. Tu voltaste logo de seguida a cara para mim e beijaste-me juntos os lábios, com intensidade, uma descarga de adrenalina percorreu-me e eu abracei-te com força, beijei os teus lábios, chupei-os mordi-os, abraçaste-me. Dei-te a mão e com uma mão abriste a gabardine, estava tudo como eu tinha mandado. A minha cadela ela obediente, tinha cumprido com rigor as ordens do seu dono.
Sempre desejei ter uma cadela assim como tu, linda sensual, obediente, cheia de estilo. Agarrei na trela que estava presa à coleira que também te tinha enviado, parecia uma gargantilha, tinha a tua inicial gravada numa chapa dourada, um grande C, encaminhei-te para o carro e abri-te a porta, ajudei a arrumar a gabardine e apertei-te o cinto, fechei a porta, afinal ia passear a minha cadela.
Olhavas-me, perscrutavas-me inclusive os gestos, sem uma palavra eu via pelo canto dos olhos os teus lábios mexerem-se bem como o teu nariz, o que te iria na alma?
Sentia-me incomodado, mas ao mesmo tempo confiante. Em minutos chegamos à casa onde muito se passaria. Tinha um convite para uma festa da “Purilia”, ao estilo” eyes wide shut”. Antes de sair do carro, coloco-te uma mascara, com lantejoulas negras som uma base branca. Depois de estacionar vou pelo teu lado e recupero-te segurando pela trela, guio-te pelo caminho pedonal até à casa apalaçada onde espero encontrar muitos garanhões que cubram a minha cadela. Está escuro, e não vemos ninguém, tanto silêncio permte-me ouvir o teu coração entre os passos e as folhas que esmagamos sob os nossos sapatos. Procuras a mão a pedir equilíbrio, eu dou-ta, estás com a mão fria e húmida, sinto-te nervosa, e excitada. Não dizes uma palavra, é quase um pacto de silêncio. Chegada à porta toco à campainha e alguém por trás abre a porta, a luz inunda-nos, ficamos ofuscados por momentos. Eu entro à frente como mandam as regras. Quem nos abriu a porta (um serviçal vestido de putinha, ajuda-te a tirar a gabardine. Estás linda! Puxo-te para uma sala onde já vários donos e cadelas, putas e outras serviçais aguardam a oportunidade de serem usadas e usados. Passeio-te, como uma cadelinha de tutu e totós no cabelo, com um corpete de couro e touquinha, sobre os teus sapatos altos, ficas elegante. As tuas pernas termiam num buttplug com rabo, tens u cu preenchido, e so de olhar fico em brasa. Como és uma cadeirinha que precisa de ser encinada eu levo um pingalim para te ajudar a cumprir os rituais de exibição.
Levavas umas molas a prender as tetas e os grandes lábios com um pesos presos, estás excitada, nota-se o brilho nos teus pequenos lábios, a pouca luz da sala, dá-te um ar ainda mais enigmático, mais calorosa. Caminhas em passo largo, mas lento, com ritmo marcado por mim. Os garanhões junta-se atras de ti e encaminho-me para um canto da sala, onde um chaise long será o local perfeito para seres comida.
Eu seguro-te pela trela enquanto um a um os garanhões te vão comendo, estocada a estocada, vais dando a tua cona e o teu cu, eu ajudo a por-te em posição seja puxando a trela seja batendo-te com o pingalim.
Uns após os outros todos te vão metendo a piça, tu estás bem molhada, gemes, ganes gritas, realizas o teu sonho de seres uma puta, uma cadela. Ao fim de algum tempo, acho que era altura de te levar para casa, saímos discretamente apesar de ainda haver mais homens prontos para te comer. Agarro na trela e tu levantas-te.
Vamos, já chega!
Saimos rapidamente, ajudo-te a chegar ao carro, as tuas pernas estão tremulas, da posição e da excitação. Ajudo-te a entrar para o carro mas antes limpo-te a cona e o cu. Depois de estares bem acomodada no carro arranco, com o teu olhar fico em mim, está noite escura e os candeeiros da estrada vão-me dando uma imagem tua, como um filme vou vendo fotogramas e se nuns tu estás imóvel noutros tu mudas rapidamente de posição, baixas-te sobre o meu colo e procuras a minha braguilha, abres o fecho, procuras as cuecas e baixas, tiras para fora a minha pila que esta húmida, babada, e depois os tomates. Beijas-los. Lambes a ponta da pila e secas o suno que já verteu com tantas exciatação, depois engoles a minha pila que vais crescendo até ficar bem dura. A piça está bem dura graças ao calor da tua boca e a tua lingua macia que me arrepia.
Por vezes é difícil conduzir, contorço-me, tenho mesmo de parar o carro mais tempo do que o necessário nos semáforos.
Há mesmo carros que me ultrapassam e olhando para dentro do carro veêm-te de rabo no ar, semi-nua a chupar-me a piça de cócoras, chamas ainda mais a atenção.
Alguns carros ultrapassam-nos e depois de perceberem voltam para trás de nós.
Entro na via rápida e a grande velocidade deixo-os todos para trás.
Chegados a casa entramos directamente para a garagem, tiro-te do carro pela trela e encaminho-te rapidamente para o elevador.
Não vem ninguém eu aproveito para te virar para o espelho e foder-te enquanto chegamos ao 8º piso.
O elevador vai devagar, e vamos ouvindo várias pessoas a falar à medida que o elevador vai subindo.
A adrenalina sobe e tu também quando eu te penetro, a tua cona está muito húmida, o teu cu também, muito macio e complacente.
Seguro-te as mãos contra o espelho no elevador e encosto os meus lábios contra os teus, assim gemes mais baixo. Eu mordo-te os lábios e chupo-te a língua.
O elevador chegou ao nosso piso, mas a vontade de sair de dentro de ti é nula ouvem-se vozes e um click para chamar o elevador, abro a porta rapidamente, não está ninguém, o elevador desce logo após a porta fechar.
São dois passos até à porta do apartamento, com a piça de fora arrasto-te pela trela.
Abro a porta e puxo-te para dentro do apartamento, agarro-te pelo braço e com o lanço que te puxo, lanço-te conta a parte de dentro da porta e ao empurrar-te contra a porta fecho-a e novamente de mãos no ar seguro-te agora contra a porta
Ainda de piça dura, penetro-te no cu a uma velocidade que nem te dá tempo para gemer, fodo-te contra a porta que actua como uma caixa de ressonância.
Estou quase a vir-me e tu também oiço vozes dos vizinhos a questionar o que se passa.
Ouvem-se passos a subir as escadas, o elevador a ser chamado.
Continuamos a foder cada vez mais rápido, a fazer cada vez mais barulho, vimos-nos ao mesmo tempo, e caímos em silêncio no chão
Escutamos passos a aproximarem-se da porta, esta esta esta trancada, mas alguém mexe o manipulo da porta.
Nós estamos silenciosos, mais que ratos.
Os vizinhos falam, questionam, mas desistem e vão-se embora.
Nós abraçados nos chão rimos-nos para dentro e beijamos a pele um do outro, suados lambemos a pele, sentimos o calor um do outro, o sal e perfume, a tua pele macia, o perfume do teu cabelo.
Levanto-me e dou-te a mão, ajudo-te a levantar e encaminho-te pela mão, para a casa de banho.
Dispo-te, tiro-te a coleira, preparo a agua.
Dou-te banho, acabo por também entrar na banheira, tomamos banho os dois.
Saio da banheiro e ajudo-te a sair, seco-te com a toalha e encaminho-te para a cama onde está prestes a começar nova aventura.
Encontramos-nos depois de eu te enviar por correio um pacote com uma serie de adereços que eu sabia iam ser do teu gosto. Um cartão dizia que o que te tinha enviado e como o terias de usar. Combinamos pelo Skype encontrar num local a uma determinada hora. Serias por algumas horas a minha escrava sexual, o meu brinquedo de prazer.
Chegaste no teu carro ao local combinado, o lusco-fusco não deixava ver bem o teu rosto, estavas envolta numa gabardine, uiiiii, tanta sensualidade, sapatos altos bem altos, tipo stiletto, com plataforma, o que fazia de ti bem mais alta do que eu imaginava.
Sai do carro e caminhei na tua direcção, senti o teu perfume e os teus olhos brilhantes, a pouca luz difusa do final da tarde fazia-os mais brilhantes e mais enigmáticos, sensuais também.
Aproximamos os nossos rostos e eu coloquei uma mão nas tuas costas para te abraçar enquanto te beijava no rosto. Tu voltaste logo de seguida a cara para mim e beijaste-me juntos os lábios, com intensidade, uma descarga de adrenalina percorreu-me e eu abracei-te com força, beijei os teus lábios, chupei-os mordi-os, abraçaste-me. Dei-te a mão e com uma mão abriste a gabardine, estava tudo como eu tinha mandado. A minha cadela ela obediente, tinha cumprido com rigor as ordens do seu dono.
Sempre desejei ter uma cadela assim como tu, linda sensual, obediente, cheia de estilo. Agarrei na trela que estava presa à coleira que também te tinha enviado, parecia uma gargantilha, tinha a tua inicial gravada numa chapa dourada, um grande C, encaminhei-te para o carro e abri-te a porta, ajudei a arrumar a gabardine e apertei-te o cinto, fechei a porta, afinal ia passear a minha cadela.
Olhavas-me, perscrutavas-me inclusive os gestos, sem uma palavra eu via pelo canto dos olhos os teus lábios mexerem-se bem como o teu nariz, o que te iria na alma?
Sentia-me incomodado, mas ao mesmo tempo confiante. Em minutos chegamos à casa onde muito se passaria. Tinha um convite para uma festa da “Purilia”, ao estilo” eyes wide shut”. Antes de sair do carro, coloco-te uma mascara, com lantejoulas negras som uma base branca. Depois de estacionar vou pelo teu lado e recupero-te segurando pela trela, guio-te pelo caminho pedonal até à casa apalaçada onde espero encontrar muitos garanhões que cubram a minha cadela. Está escuro, e não vemos ninguém, tanto silêncio permte-me ouvir o teu coração entre os passos e as folhas que esmagamos sob os nossos sapatos. Procuras a mão a pedir equilíbrio, eu dou-ta, estás com a mão fria e húmida, sinto-te nervosa, e excitada. Não dizes uma palavra, é quase um pacto de silêncio. Chegada à porta toco à campainha e alguém por trás abre a porta, a luz inunda-nos, ficamos ofuscados por momentos. Eu entro à frente como mandam as regras. Quem nos abriu a porta (um serviçal vestido de putinha, ajuda-te a tirar a gabardine. Estás linda! Puxo-te para uma sala onde já vários donos e cadelas, putas e outras serviçais aguardam a oportunidade de serem usadas e usados. Passeio-te, como uma cadelinha de tutu e totós no cabelo, com um corpete de couro e touquinha, sobre os teus sapatos altos, ficas elegante. As tuas pernas termiam num buttplug com rabo, tens u cu preenchido, e so de olhar fico em brasa. Como és uma cadeirinha que precisa de ser encinada eu levo um pingalim para te ajudar a cumprir os rituais de exibição.
Levavas umas molas a prender as tetas e os grandes lábios com um pesos presos, estás excitada, nota-se o brilho nos teus pequenos lábios, a pouca luz da sala, dá-te um ar ainda mais enigmático, mais calorosa. Caminhas em passo largo, mas lento, com ritmo marcado por mim. Os garanhões junta-se atras de ti e encaminho-me para um canto da sala, onde um chaise long será o local perfeito para seres comida.
Eu seguro-te pela trela enquanto um a um os garanhões te vão comendo, estocada a estocada, vais dando a tua cona e o teu cu, eu ajudo a por-te em posição seja puxando a trela seja batendo-te com o pingalim.
Uns após os outros todos te vão metendo a piça, tu estás bem molhada, gemes, ganes gritas, realizas o teu sonho de seres uma puta, uma cadela. Ao fim de algum tempo, acho que era altura de te levar para casa, saímos discretamente apesar de ainda haver mais homens prontos para te comer. Agarro na trela e tu levantas-te.
Vamos, já chega!
Saimos rapidamente, ajudo-te a chegar ao carro, as tuas pernas estão tremulas, da posição e da excitação. Ajudo-te a entrar para o carro mas antes limpo-te a cona e o cu. Depois de estares bem acomodada no carro arranco, com o teu olhar fico em mim, está noite escura e os candeeiros da estrada vão-me dando uma imagem tua, como um filme vou vendo fotogramas e se nuns tu estás imóvel noutros tu mudas rapidamente de posição, baixas-te sobre o meu colo e procuras a minha braguilha, abres o fecho, procuras as cuecas e baixas, tiras para fora a minha pila que esta húmida, babada, e depois os tomates. Beijas-los. Lambes a ponta da pila e secas o suno que já verteu com tantas exciatação, depois engoles a minha pila que vais crescendo até ficar bem dura. A piça está bem dura graças ao calor da tua boca e a tua lingua macia que me arrepia.
Por vezes é difícil conduzir, contorço-me, tenho mesmo de parar o carro mais tempo do que o necessário nos semáforos.
Há mesmo carros que me ultrapassam e olhando para dentro do carro veêm-te de rabo no ar, semi-nua a chupar-me a piça de cócoras, chamas ainda mais a atenção.
Alguns carros ultrapassam-nos e depois de perceberem voltam para trás de nós.
Entro na via rápida e a grande velocidade deixo-os todos para trás.
Chegados a casa entramos directamente para a garagem, tiro-te do carro pela trela e encaminho-te rapidamente para o elevador.
Não vem ninguém eu aproveito para te virar para o espelho e foder-te enquanto chegamos ao 8º piso.
O elevador vai devagar, e vamos ouvindo várias pessoas a falar à medida que o elevador vai subindo.
A adrenalina sobe e tu também quando eu te penetro, a tua cona está muito húmida, o teu cu também, muito macio e complacente.
Seguro-te as mãos contra o espelho no elevador e encosto os meus lábios contra os teus, assim gemes mais baixo. Eu mordo-te os lábios e chupo-te a língua.
O elevador chegou ao nosso piso, mas a vontade de sair de dentro de ti é nula ouvem-se vozes e um click para chamar o elevador, abro a porta rapidamente, não está ninguém, o elevador desce logo após a porta fechar.
São dois passos até à porta do apartamento, com a piça de fora arrasto-te pela trela.
Abro a porta e puxo-te para dentro do apartamento, agarro-te pelo braço e com o lanço que te puxo, lanço-te conta a parte de dentro da porta e ao empurrar-te contra a porta fecho-a e novamente de mãos no ar seguro-te agora contra a porta
Ainda de piça dura, penetro-te no cu a uma velocidade que nem te dá tempo para gemer, fodo-te contra a porta que actua como uma caixa de ressonância.
Estou quase a vir-me e tu também oiço vozes dos vizinhos a questionar o que se passa.
Ouvem-se passos a subir as escadas, o elevador a ser chamado.
Continuamos a foder cada vez mais rápido, a fazer cada vez mais barulho, vimos-nos ao mesmo tempo, e caímos em silêncio no chão
Escutamos passos a aproximarem-se da porta, esta esta esta trancada, mas alguém mexe o manipulo da porta.
Nós estamos silenciosos, mais que ratos.
Os vizinhos falam, questionam, mas desistem e vão-se embora.
Nós abraçados nos chão rimos-nos para dentro e beijamos a pele um do outro, suados lambemos a pele, sentimos o calor um do outro, o sal e perfume, a tua pele macia, o perfume do teu cabelo.
Levanto-me e dou-te a mão, ajudo-te a levantar e encaminho-te pela mão, para a casa de banho.
Dispo-te, tiro-te a coleira, preparo a agua.
Dou-te banho, acabo por também entrar na banheira, tomamos banho os dois.
Saio da banheiro e ajudo-te a sair, seco-te com a toalha e encaminho-te para a cama onde está prestes a começar nova aventura.
10年前