Descuido com final feliz

Olá de novo. Sou a Paula e há uns tempos que não contava aqui uma das minhas várias histórias.
Depois de a lerem já vão perceber a razão de ser do título: Descuido com final feliz.
Há cerca de dois anos numas compras perto do natal eu e o meu marido adquirimos um portátil numa loja muito conhecida num centro comercial aqui perto.
Acontece que o portátil começou a ter alguns “bugs” já que era demasiado lento a arrancar e, algumas vezes, nem sequer arrancava. Como ainda estava na garantia, já que fizemos uma garantia adicional, achámos por bem levá-lo à loja onde o compramos.
Sucede que era nesse portátil que tínhamos dezenas de fotos nossas e vídeos de algumas das nossas aventuras. Para além disso, o meu marido tinha instalado um programa que dá para fazer download de vídeos que podemos ver na net.
Nele eu guardava imensos filmes de vários tipos de porno, desde os mais soft até aos mais hard que nem vos conto. Alguns deles com conteúdos mesmo para além do hardcore.
Sempre me fascinaram cenas de sexo em que os protagonistas não são apenas humanos. Por aqui penso que sabem do que estou a falar.
Bom, a verdade é que o portátil era mesmo uma espécie de local onde eu guardava uma parte da nossa vida intima privada.
Como era cada vez mais difícil aceder ao pc lá fomos à loja e até fui eu que expliquei o que se passava. Na altura nem me ocorreu que os técnicos poderiam vir a ter acesso aos filmes e fotos nossas. Só me lembrei disso mais tarde e já pouco havia a fazer.
Como é costume nestas situações deixei o nosso contacto para nos informarem de quando o portátil estaria reparado.
Ao fim de uma semana e pouco recebo um telefonema da loja e a rapariga disse que ia passar o telefone ao técnico. Aguardei e ela passou a chamada.
Boa tarde, disse o técnico do outro lado, estou a falar com a dona Paula? Sim, respondi eu. Dona Paula era para lhe dizer que o seu portátil está reparado e que o pode vir buscar quando quiser. Por curiosidade perguntei qual tinha sido o motivo da lentidão no arranque e o rapaz do outro lado disse-me que, para além de o disco estar demasiado cheio, ainda continha uns vírus de sites que eu tinha visitado e que, normalmente transportam esses riscos.
Foi aí que me apercebi que ele (ou eles, não sei quantos viram) teria visto as fotos e vídeos meus além dos filmes que descarreguei da net.
Foi então que lhe disse. Olhe eu de momento não posso passar pela loja e como o meu marido não está cá esta semana vai ser difícil passar aí.
Com toda a simpatia o rapaz disse que não havia problema e que se eu quisesse ele depois ou antes do trabalho poderia entregar-mo pessoalmente.
Tentei dizer-lhe que não valia a pena incomodar-se mas ele insistiu que não custava nada.
Combinamos então que ele viria depois do trabalho quando eu também chegasse do meu e assim foi.
No dia seguinte, eram cerca de 19:00 horas, tocaram a campainha e pelo intercomunicador vi que era o rapaz com o computador.
Pelo vídeo-porteiro deu-me a sensação que era mulato. Abri-lhe a porta da rua e ele subiu.
Quando abri a porta de casa pude ver que era mesmo mulato escurinho com cerca de 1,80 de altura e com um corpo atlético.
Mandei-o entrar pois ele precisava de me explicar umas coisas sobre o portátil.
Como tinha vindo há pouco do meu trabalho ainda nem tinha tirado a roupa. Uma saia pelo joelho mais ou menos e uma blusa creme de licra meio justa ao corpo.
Levei-o até ao pequeno escritório onde costumo passar algum tempo a ver o correio, a navegar e a divertir-me.
Ele ligou o computador e foi-me dando alguns conselhos. A determinada altura disse: a Dona Paula devia ter um pouco mais de cuidado com as coisa s que guardava e que se quisesse continuar a fazer isso que devia antes passar tudo para um disco externo para não correr o risco de alguém sem escrúpulos poder ver o conteúdo.
Fiquei meio envergonhada mas compreendi. Ele ligou o computador que estava muito mais rápido e abriu diversas pastas para eu confirmar até que abriu aquela onde estavam as fotos e vídeos das minhas aventuras.
Ele estava sentado e eu de pé ao lado meio debruçada sober a mesa onde costumo ter o pc. Foi aí que ele disse: a sra desculpe mas tem um corpo espectacular e nem imagina a minha reacção quando vi as fotos e vídeos. Notei que ao ir dizendo isto algo nas calças dele ia crescendo. Na minha cabeça imaginei logo que se ele tinha aquele corpo como não seria o instrumento. Meio sem saber o que fazer fui-lhe dizendo que nunca me tinha lembrado que era ali que eu guardava aquelas coisas e ele respondeu que, por ele eu podia ficar descansada pois jamais iria fazer uso disso. Fiquei mais tranquila e agradeci-lhe imenso mas propus que fossemos vendo alguns vídeos. Puxei uma cadeira e ficamos lado a lado a ver.
Havia de tudo um pouco e notei que ele ficou mais excitado com uns vídeos de mini gangbangs onde só estava eu como mulher mas não aparecia o meu marido. Aí ele perguntou-me se eu costumava fazer aquilo sem o marido presente. Respondi que dependia pois se já fosse pessoal conhecido não havia problema. Meio atrevido ele respondeu: eu não me importava nada de já ser vosso conhecido.
Foi nessa altura que passei a mão pela coxa dele e deslizei até sentir o inchaço. Meu deus. Não era tanto o comprimento que eu estava a sentir mas sim a grossura. Bolas, disse eu, você parace aqueles vídeos de bichos com coisos enormes. Ele riu mas não comentou.
Não pude resistir. Ajoeilhei-me, abri-lhe a braguilha, desapertei o cinto das calças e pus o membro todo de fora. A minha mão tinha dificuldade em abraçá-lo todo. Puxei-lhe as calças mais para baixo e dei-lhe um beijo na cabecinha. Mal toquei com os lábios senti que ele ia ainda crescer mais. Foi aí então que lhe fiz um verdadeiro broche com direito a tudo. Quase que conseguia engolir todo mas a maior dificuldade era a grossura. Nessa altura ele já se contorcia de gozo e disse: dona Paula se a senhora continua eu acabo por me vir na sua boca.
Parei por pouco e disse-lhe que mal teria isso. Por mim nada, disse ele, ainda por cima sou saudável não há que ter receio. Mal ouvi isso aumentou-me o desejo e não mais parei. Passados 2 3 minutos pressenti que ele se ia esporrar. Não parei e ele agarrou-me na cabeça para eu não parrar e senti enormes golfadas na minha boca. Era uma esporra espessa e não tive outro remédio que não engolir uma parte.
Depois de se esporrar ele perguntou-me: e a sra, não se quer vir também?
Claro disse eu. Sentei-me na cadeira e foi a vez dele ajoelhar. Tirou-me as cuecas e começou a brincar com o meu grelo. Ia lambendo e metendo os dedos. A minha cona estava cada vez mais molhada. Senti que ele estava a gostar imenso e notei que ainda estava teso.
Convidei-o a ir até à sala onde nos despimos. Que corpo e que fogosidade a sra tem. Deitei-me no sofá e senti ele meter aquele rolo enorme e grosso de carne na minha cona. Já tinha levado com 2 caralhos nela mas aquele parecia que quase chegava à grossura dos dois. Ele ia-me penetrando enquanto me chupava os mamilos bem rijos. Abracei o corpo dele com as minhas pernas e pedi-lhe para ter cuidado e não se esporrar dentro da cona. A pilula às vezes tem as suas falhas. Ele percebeu e respeitou. Contudo eu disse-lhe que ele podia-se esporrar mas no meu cu.
Parece que se transfigurou e disse-me que raramente conseguia ir ao cu a uma mulher pois ma maioria não aguentava. Fiz uma pequena pausa e fui buscar um creme das mãos à base de água. Passei um pouco pelo caralho dele e pedi-lhe que lubrificasse o meu cu. Meti-me de joelhos em cima do sofá com a cabeça apoiada mas costa do mesmo. Ele de pé por trás fez menção de ir metendo devagar. Notou que eu estava a ter alguma dificuldade e perguntou se devia parar. Disse-lhe que não, para continuar com calma e me deixar ser eu a comandar. Assim foi. Primeiro entrou a cabeçorra. Respirei fundo para descontrair e aos poucos fui empurrando o cu para trás. Em determinado momento senti que tinha entrado todo. Foi delicioso. Com o cu já bem lubrificado e aberto pedil-lhe para ir aumentando o ritmo. Foi a loucura total ele ia fodendo cada vez mais forte e ia dando palmadas suaves nas nádegas até que senti que ia acontecer o inevitável. Com a respiração cada vez mais ofegante ele disse: Foda-seeeeee vou-me esporrar todo. Nunca tinha levado tanta quantidade de leite no cu como naquele momento. Sei que demorou imenso a vir-se e pedi-lhe para não tirar logo pois também eu me queria vir come ele metido no cu.
Vim-me imenso. Quando ele tirou o caralho para fora só sei que saíu uma quantidade enorme de esporra ensanguentada do meu cu e que caiu no sofá.
Estava exausta. Ele foi até à casa de banho e tomou um duche rápido. Recompus-me e trocamos algumas palavras finais.
Na despedida daquele dia/noite dei-lhe a entender que poderia voltar, inclusive acompanhado desde que por alguém de confiança.
Assim sucedeu mas isso fica par amais tarde contar.
発行者 casalsul
10年前
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