Fantasia à realidade
Esta é uma história verídica passada há pouco tempo.
Estávamos no verão bastante quente na nossa casa de féria no norte do país. Sempre que vamos de féria convidamos alguns amigos nossos para passarem as férias connosco e assim sendo é sempre mais divertido.
Como é habitual jantamos sempre tarde e com muito álcool à mistura. Nessa noite foi uma noite temática “Sul Americana” muitas caipirinhas, Mojitos e Daiquiris à mistura. A noite já ia longa quando decidimos sair e irmos para uma disco local. Chamamos um táxi e fomos. Ia eu e a minha mulher (Mónica – nome fictício - tem 1,65m é magra não tem mamas grandes mas são tesas e firmes apesar dos 32 anos que tem e tem um rabo que é um verdadeiro tesão) com mais duas amigas e um amigo. A noite já ia bem avançada quando eu e a Mónica começamos a beijar ainda na disco. Estamos casados há ****** mas o nosso amor continua muito quente e com muito tesão. Na viagem de volta os beijos continuaram, nós partilhamos um táxi com uma das amigas (Sa – nome fictício – tem 1,65m, 35 anos, é um pouco mais gordinha que a Mónica, o rabo não é tão redondinho com a Mónica, mas continua a ser um bom cu, e tem mamas maiores que a Mónica só que são um pouco descaídas) que eu senti que estava um pouco constrangida mas ainda assim consegui ver um sorriso ao assistir aos nossos beijos (esporádicos) durante a viagem. Quando chegamos a casa as duas amigas e o outro amigo foram-se deitar pois estavam cansados e bastante alcoolizados.
Eu estava alegre mas a Mónica e a Sa estavam mais alegres que eu mas não alcoolizadas. Estávamos os 3 na marquise eu tinha uma jeans e uma polo a Mónica e Sa estavam com uma sainha de verão e um top, estava bastante calor, e bebíamos um café com vinho do Porto e o calor aumentava até que comecei a deslizar a minha mão pelas cochas da Mónica enquanto ela falava com a Sa, foi deslizando até chegar à cona maravilhosa que a minha esposa tem. Ela ia-me tirando a mão mas eu ia insistindo com muita sensualidade e ela voltava a tirar-me a mão outra vez. Este jogo durou alguns minutos mas sempre que eu voltava a deslizar a minha mão até à cona dela eu sentia que a sua coninha ia ficando cada vez mais molhada.
A conversa entre as duas continuava bem como o meu desafio. Foi então, para minha surpresa, que a Mónica começou a me tocar no caralho que estava semi-erecto só de pensar que poderia ter uma noite de prazer incrível com a minha mulher. Passados uns minutos neste mútuo apalpanço a Sa foi ao quarto de banho e eu aproveitei a situação para beijar loucamente a minha mulher.
Eu tinha a minha língua na boca dela uma mão na cona e a outra numa mama a Mónica ofegava por ar mas ainda assim tinha uma mão no meu caralho (nesta altura já fora das calças) a dar-me uma bela punheta e a outra mão a esfregar-me um mamilo. Estávamos no nosso mundo…
Nisto a Sa chega e vê aquilo e fica um pouco constrangida:
-Que merda é esta?
Rapidamente a Mónica respondeu: -Se tivesse homem estavas a fazer o mesmo.
- Vai-te foder, vou-me deitar – A Sa estava fodida com a situação.
-Eu não mas o meu homem vai-me foder e bem!
Assim que a Su disse isso eu levei-a da marquise onde estávamos para o sofá da sala onde me encostei nas costas do mesmo. Comecei a despir a roupa assim como a Mónica começou a fazer o mesmo.
Com muita malicia e muito tesão eu disse: - Vais ao castigo!
-Eu vou-te é castigar e bem! - Retorquiu a Mónica.
Ela ajoelhou-se aos meus pé e não perdeu tempo a chupar a minha piça começando pela cabeça e engolindo lentamente enquanto com uma das mãos me punhetava lentamente mas com firmeza. Os broches da minha mulher são uma delícia e ela vem aperfeiçoando a arte de os fazer cada vez se parece mais com uma cona, a sensação de foder uma bela cona mas com a boca. Eu reparei que a Mónica estava também cuidar de si pois com a outra mão ela se punhetava com muito vigor e à medida que ela ia chegando ao orgasmo eu sentia que ela me punhetava com mais vigor e que era eu que fodia a sua boca em vez de ser ela a me fazer um broche. Não tardou e eu vi-me nas suas belas e firmes mamas e ela também se veio pois o chão estava completamente molhado com uma pequena poça do seu sumo bem como a minha mão.
Aquela cena foi de um tesão enorme e eu continuei de pau feito e a Mónica reparou nisso.
-Não podemos desperdiçar esta oportunidade e eu acho que está preparado para mais um castigo?
-Desculpa Mónica mas agora é a minha vez de te castigar.
Eu peguei nela e coloquei-a sentada nas costas do sofá quando comecei a fazer um belo de um minete. Eu adoro fazer minetes e sentir a mulher a contorcer-se de paixão e luxuria. Comecei por passar a língua bem ao de leve pelo clitóris dela, que estava bem dilatado devido ao tesão do broche que me tinha dado anteriormente, e de seguida comecei a fazer mais pressão com movimentos circulares. À medida que o tesão dela iria aumentando comecei a fode-la com dois dedos pois a sua cona pingava de tanto tesão. Aumentei o ritmo das lambidelas bem como a dos dedos. Quando senti que ela se estava quase a vir comecei a lamber e a enfiar um dedo no cuzinho, a Mónica tem um cu maravilhoso e é um dos meus sonhos comer-lhe o cuzinho. Não aguentou mais que um minuto e estava a vir-se toda nos meus dedos e boca, que maravilha, que tesão!
Ainda a recuperar do segundo orgasmo da mad**gada já eu a estava a pôr a Mónica no chão e virá-la e a deborcá-la sobre as costas do sofá. Que visão espetacular o cu empinado e a cona toda molhada e melada de mais um orgasmo bem como da minha saliva.
- Fode-me, fode-me bem…
A Mónica nem precisou de acabar a frase já eu estava com o caralho todo dentro da coninha maravilhosa dela. Ela estava tão excitada que foi muito fácil penetrar naquela coninha quente e toda melada. Comecei bem devagar mas cada estocada era dada com força.
-Isso fode-me assim que eu gosto.
-Gosta assim com força? Pega mais uma… e outra… como eu adoro foder-te assim a ver o teu cu.
-isso … Isso, que tesão!!
-Adoro foder-te! Adoro foder a tua cona assim…
O ritmo era pausado mas as estocadas eram violetas. A Mónica já não controlava os seus gemidos não eram muito altos mas eram ritmados com as estocadas que eu lhe dava. Há exceção da Sa os nossos colegas estavam a dormir no andar de cima da casa por isso eu sabia que eles não iam ouvir nada.
Estávamos na nossa cena de sexo quente e algo selvagem já há alguns minutos quando de repente eu apercebo-me que está alguém a ver-nos. Eu senti um frio na barriga mas não parei pois a Mónica continuava a pedir-me que a fodesse. Era a Sa. Não sei há quanto tempo ela ali estava e o que a levou a estar ali, talvez porque nos ouviu ou porque estava com sede e teve que ir à cozinha e viu-nos. A Sa estava ********* a uma parede quase que hipnotizada com o espetáculo que estávamos e dar mas eu sabia que ela estava a gostar. Ela tina uma mão por dentro dos seus calções do pijama e outra por baixo do top do pijama. Ela não parava de se masturbar e de apalpar e apertar as mamas e os mamilos. Eu continuei a foder com alguma violência a Mónica até que ela se estava quase a vir. Eu aumentei um pouco o ritmo e ao olhar para a Sa dei uma palmada no cu da Mónica.
-Isso, Isso continua mais forte…isso. – Ela gostou pois eu senti que em cada palmada ela contraia a cona e o meu caralho ficava mais apertado.
- Eu adoro o teu cu, eu adoro fode-te a ver o teu cu! – Mais umas tantas palmadas.
A Mónica estava quase a vir-se pois os seu gemidos aumentavam de cadencia e de volume bem como a cona aumentada de volume pronta a vir-se no meu caralho. Mais umas estocadas e ela veio-se no meu caralho. O seu sumo pingava pelas conhas dela enquanto eu tirava o meu caralho devagar. Foi aí que a Sa se revelou, ela estava-se a vir também pois ela gemia e contorcia-se toda ********* à parede e tinha os calções pelo joelho e as duas mãos na cona, uma a punhetar o clitóris e a outra com três dedos dentro da cona. Foi nesse instante que a Mónica reparou que estava ali a Sa e o que a Sa estava a fazer.
-Sua putinha estás aí e não disseste nada! – Como são melhores amigas elas tratam-se assim muitas vezes, ora “puta traz-me um copo” ou “puta sai da frente”, enfim coisas de BFF.
A Sa não podia e nem queria esconder o que estava a fazer e porquê.
- Que foda fantástica não consegui resistir e tive que me vir. Sabes há quanto tempo eu não fodo?
-Sim eu sei que pelo menos há um ano… - respondeu a Mónica com um ar malandro.
- Não percas a oportunidade pois ele ainda não se veio e está com o caralho bem teso e pronto para continuar.
Eu fiquei bastante espantado mas mais que tudo bastante excitado com a situação. A minha mulher a dizer para eu foder outra mulher?! Se eu estava com tesão então o meu caralho ficou que nem ferro à espera do que se iria passar.
- Só tem um problema Sa, como é a primeira vez que partilho o meu homem e sabes que eu sou bastante possessiva ele só te pode comer o cu, pois a cona é só para mim!
A Mónica estava a dizer isto muito perto da Sa com a sua mão já na cona da Sa que aproveitou para provar o orgasmo dela. Eu nem tinha ouvido bem pois estava com tamanha excitação.
- Como és amiga vais por fim a um ano de seca e deixar que te fodam o cu ou vais continuar a enfiar os teus dedos nessa cona para matar os teus desejos?
A Sa não respondeu mas deixou-se levar pela mão da minha mulher até à frente do sofá onde se pôs de 4. A mónica não perdeu tempo a lambe-lhe a cona e a lubrifica o cuzinho. Que visão, não há palavras que possam descrever o que eu estava a sentir e a ver. A minha mulher por trás de uma amiga a lambe-lhe a cona e o cu, a amiga de 4 com o cu empinado e com as mamas a baloiçarem para a frente e para trás conforme a Mónica lhe comia a cona e o cu. Os gemidos da Sa eram mais roucos do que os da Mónica e mais ofegantes, mas ainda assim davam um tesão ouvi-los.
- Mor ela está pronta para lhe comeres o cu!
- Sim por favor enraba-me, fode-me o rabinho todo! – A Sa já implorava tamanha era a sua excitação, tesão e luxuria.
Eu ajoelhei-me mas antes de foder o cu da Sa a Mónica fez-me um broche rapidinho para lubrificar o meu caralho.
Comecei por pegar nas nádegas do cu da Sa e afastá-las com gentileza para deslumbrar todo aquele esplendor e mais do que tudo o c que eu ia enrabar, até que encostei a cabeça na entrada.
- Devagar pois nunca ninguém me comeu o cu!
Mais uma vez o meu tesão aumentou. Só não ia foder uma outra mulher no cu, com a permissão da minha mulher, mas ainda por cima ela era virgem.
A Mónica fez um excelente trabalho e o cu da Sa estava bem babado mas ainda assim a cabeça entrou com alguma dificuldade. Assim que a cabeça entra a Sa liberta um gemido de dor e de prazer.
- Continua MAS devagar pois o teu caralho é grosso…
- Sim devagar até entra todo depois não prometo… - Estava cheio de tesão e o cu da Sa era mesmo muito apertado. Se não tivesse bebido tanto álcool nessa noite já me tinha vindo.
- Mor tem cuidado que ela é minha amiga.
O caralho estava todo dentro do cu da Sa. A sensação é fantástica, o cu dela é apertadíssimo e quente e eu não me mexi durante alguns segundo para que ela se pudesse habituar ao meu caralho no cu dela. Ela gemia e gemia…
- Que grande e grosso, estás-me a arrebentar o rabinho eu não aguento…
- Aguentas sim pois já não fodes há algum tempo e é melhor levar no cu do que ficar na seca. – A Mónica estava a adorar esta situação. Ver a amiga com uma cara de sofrimento e de prazer e eu com uma cara de prazer imenso. A Mónica foi-se sentar no sofá bem em frente à cara da Sa e abriu as pernas. Eu conseguia ver-me a foder o cu da Sa bem como a belíssima cona da minha mulher toda aberta e ainda toda molhada. Não consegui resistir a esta imagem e ai comecei a foder o cu da Sa. No inicio foi um ritmo lento pois ela estava a sofre um pouco mas à medida que eu a ia fodendo o cu dela ia relaxando um pouco e os gemidos passaram a ser totalmente de prazer.
A Mónica ao sentir que a sua amiga estava a ter prazer em levar naquele cu não perdeu tempo.
- Amiga tudo na vida se paga podes começar a lamber-me a cona!
A ordem foi ignorada ao princípio mas a Mónica não desistiu e levantou a cabeça da Sa e espetou-a na sua cona ainda molhada. A Sa começou a lamber-lhe a cona e também o cu e a Mónica começou a gemer de imediato.
Lá estávamos os três, eu a foder o cu da Sa cada vez com mais força e ritmo, a Sá a lamber a cona e o cu da minha mulher e a Mónica e preparasse para mais um orgasmo.
-Sa vou-me vir no teu cu!
-Sim, sim… mais forte estou quase a vir-me continua, fode-me arrebenta-me o cu!
- Cala a boca e continua a chupar-me o grelo pois eu quero-me vir, anda chupa-me a cona sua putinha.
Uns minutos depois eu vim-me no cu da Sa mas não parei as estucadas, passados uns segundo a Mónica veio-se na boca da Sa e a Sa veio-se que nem uma louca. Quando tirei o caralho do cu da Sa reparei que as pregas do cu estavam bem esgaçadas e que o meu leite se misturava com o orgasmo da Sa e escorriam os dois pelas cochas dela abaixo.
-Anda amor vamos para o quarto que já é tarde. Não queremos adormecer aqui pois não queremos dar explicações aos nossos amigos se eles nos encontrarem na sala quando acordarem.
- Sim amor vamos estou exausto.
- Sa vai para o quarto e se te portares bem pode ser que da próxima vez ele te foda essa conaça!
Quando estava a ir para o quarto eu reparei que a Sa tinha um andar novo mas também tinha um novo sorriso.
Beijos e abraços meus e da Mónica.
Estávamos no verão bastante quente na nossa casa de féria no norte do país. Sempre que vamos de féria convidamos alguns amigos nossos para passarem as férias connosco e assim sendo é sempre mais divertido.
Como é habitual jantamos sempre tarde e com muito álcool à mistura. Nessa noite foi uma noite temática “Sul Americana” muitas caipirinhas, Mojitos e Daiquiris à mistura. A noite já ia longa quando decidimos sair e irmos para uma disco local. Chamamos um táxi e fomos. Ia eu e a minha mulher (Mónica – nome fictício - tem 1,65m é magra não tem mamas grandes mas são tesas e firmes apesar dos 32 anos que tem e tem um rabo que é um verdadeiro tesão) com mais duas amigas e um amigo. A noite já ia bem avançada quando eu e a Mónica começamos a beijar ainda na disco. Estamos casados há ****** mas o nosso amor continua muito quente e com muito tesão. Na viagem de volta os beijos continuaram, nós partilhamos um táxi com uma das amigas (Sa – nome fictício – tem 1,65m, 35 anos, é um pouco mais gordinha que a Mónica, o rabo não é tão redondinho com a Mónica, mas continua a ser um bom cu, e tem mamas maiores que a Mónica só que são um pouco descaídas) que eu senti que estava um pouco constrangida mas ainda assim consegui ver um sorriso ao assistir aos nossos beijos (esporádicos) durante a viagem. Quando chegamos a casa as duas amigas e o outro amigo foram-se deitar pois estavam cansados e bastante alcoolizados.
Eu estava alegre mas a Mónica e a Sa estavam mais alegres que eu mas não alcoolizadas. Estávamos os 3 na marquise eu tinha uma jeans e uma polo a Mónica e Sa estavam com uma sainha de verão e um top, estava bastante calor, e bebíamos um café com vinho do Porto e o calor aumentava até que comecei a deslizar a minha mão pelas cochas da Mónica enquanto ela falava com a Sa, foi deslizando até chegar à cona maravilhosa que a minha esposa tem. Ela ia-me tirando a mão mas eu ia insistindo com muita sensualidade e ela voltava a tirar-me a mão outra vez. Este jogo durou alguns minutos mas sempre que eu voltava a deslizar a minha mão até à cona dela eu sentia que a sua coninha ia ficando cada vez mais molhada.
A conversa entre as duas continuava bem como o meu desafio. Foi então, para minha surpresa, que a Mónica começou a me tocar no caralho que estava semi-erecto só de pensar que poderia ter uma noite de prazer incrível com a minha mulher. Passados uns minutos neste mútuo apalpanço a Sa foi ao quarto de banho e eu aproveitei a situação para beijar loucamente a minha mulher.
Eu tinha a minha língua na boca dela uma mão na cona e a outra numa mama a Mónica ofegava por ar mas ainda assim tinha uma mão no meu caralho (nesta altura já fora das calças) a dar-me uma bela punheta e a outra mão a esfregar-me um mamilo. Estávamos no nosso mundo…
Nisto a Sa chega e vê aquilo e fica um pouco constrangida:
-Que merda é esta?
Rapidamente a Mónica respondeu: -Se tivesse homem estavas a fazer o mesmo.
- Vai-te foder, vou-me deitar – A Sa estava fodida com a situação.
-Eu não mas o meu homem vai-me foder e bem!
Assim que a Su disse isso eu levei-a da marquise onde estávamos para o sofá da sala onde me encostei nas costas do mesmo. Comecei a despir a roupa assim como a Mónica começou a fazer o mesmo.
Com muita malicia e muito tesão eu disse: - Vais ao castigo!
-Eu vou-te é castigar e bem! - Retorquiu a Mónica.
Ela ajoelhou-se aos meus pé e não perdeu tempo a chupar a minha piça começando pela cabeça e engolindo lentamente enquanto com uma das mãos me punhetava lentamente mas com firmeza. Os broches da minha mulher são uma delícia e ela vem aperfeiçoando a arte de os fazer cada vez se parece mais com uma cona, a sensação de foder uma bela cona mas com a boca. Eu reparei que a Mónica estava também cuidar de si pois com a outra mão ela se punhetava com muito vigor e à medida que ela ia chegando ao orgasmo eu sentia que ela me punhetava com mais vigor e que era eu que fodia a sua boca em vez de ser ela a me fazer um broche. Não tardou e eu vi-me nas suas belas e firmes mamas e ela também se veio pois o chão estava completamente molhado com uma pequena poça do seu sumo bem como a minha mão.
Aquela cena foi de um tesão enorme e eu continuei de pau feito e a Mónica reparou nisso.
-Não podemos desperdiçar esta oportunidade e eu acho que está preparado para mais um castigo?
-Desculpa Mónica mas agora é a minha vez de te castigar.
Eu peguei nela e coloquei-a sentada nas costas do sofá quando comecei a fazer um belo de um minete. Eu adoro fazer minetes e sentir a mulher a contorcer-se de paixão e luxuria. Comecei por passar a língua bem ao de leve pelo clitóris dela, que estava bem dilatado devido ao tesão do broche que me tinha dado anteriormente, e de seguida comecei a fazer mais pressão com movimentos circulares. À medida que o tesão dela iria aumentando comecei a fode-la com dois dedos pois a sua cona pingava de tanto tesão. Aumentei o ritmo das lambidelas bem como a dos dedos. Quando senti que ela se estava quase a vir comecei a lamber e a enfiar um dedo no cuzinho, a Mónica tem um cu maravilhoso e é um dos meus sonhos comer-lhe o cuzinho. Não aguentou mais que um minuto e estava a vir-se toda nos meus dedos e boca, que maravilha, que tesão!
Ainda a recuperar do segundo orgasmo da mad**gada já eu a estava a pôr a Mónica no chão e virá-la e a deborcá-la sobre as costas do sofá. Que visão espetacular o cu empinado e a cona toda molhada e melada de mais um orgasmo bem como da minha saliva.
- Fode-me, fode-me bem…
A Mónica nem precisou de acabar a frase já eu estava com o caralho todo dentro da coninha maravilhosa dela. Ela estava tão excitada que foi muito fácil penetrar naquela coninha quente e toda melada. Comecei bem devagar mas cada estocada era dada com força.
-Isso fode-me assim que eu gosto.
-Gosta assim com força? Pega mais uma… e outra… como eu adoro foder-te assim a ver o teu cu.
-isso … Isso, que tesão!!
-Adoro foder-te! Adoro foder a tua cona assim…
O ritmo era pausado mas as estocadas eram violetas. A Mónica já não controlava os seus gemidos não eram muito altos mas eram ritmados com as estocadas que eu lhe dava. Há exceção da Sa os nossos colegas estavam a dormir no andar de cima da casa por isso eu sabia que eles não iam ouvir nada.
Estávamos na nossa cena de sexo quente e algo selvagem já há alguns minutos quando de repente eu apercebo-me que está alguém a ver-nos. Eu senti um frio na barriga mas não parei pois a Mónica continuava a pedir-me que a fodesse. Era a Sa. Não sei há quanto tempo ela ali estava e o que a levou a estar ali, talvez porque nos ouviu ou porque estava com sede e teve que ir à cozinha e viu-nos. A Sa estava ********* a uma parede quase que hipnotizada com o espetáculo que estávamos e dar mas eu sabia que ela estava a gostar. Ela tina uma mão por dentro dos seus calções do pijama e outra por baixo do top do pijama. Ela não parava de se masturbar e de apalpar e apertar as mamas e os mamilos. Eu continuei a foder com alguma violência a Mónica até que ela se estava quase a vir. Eu aumentei um pouco o ritmo e ao olhar para a Sa dei uma palmada no cu da Mónica.
-Isso, Isso continua mais forte…isso. – Ela gostou pois eu senti que em cada palmada ela contraia a cona e o meu caralho ficava mais apertado.
- Eu adoro o teu cu, eu adoro fode-te a ver o teu cu! – Mais umas tantas palmadas.
A Mónica estava quase a vir-se pois os seu gemidos aumentavam de cadencia e de volume bem como a cona aumentada de volume pronta a vir-se no meu caralho. Mais umas estocadas e ela veio-se no meu caralho. O seu sumo pingava pelas conhas dela enquanto eu tirava o meu caralho devagar. Foi aí que a Sa se revelou, ela estava-se a vir também pois ela gemia e contorcia-se toda ********* à parede e tinha os calções pelo joelho e as duas mãos na cona, uma a punhetar o clitóris e a outra com três dedos dentro da cona. Foi nesse instante que a Mónica reparou que estava ali a Sa e o que a Sa estava a fazer.
-Sua putinha estás aí e não disseste nada! – Como são melhores amigas elas tratam-se assim muitas vezes, ora “puta traz-me um copo” ou “puta sai da frente”, enfim coisas de BFF.
A Sa não podia e nem queria esconder o que estava a fazer e porquê.
- Que foda fantástica não consegui resistir e tive que me vir. Sabes há quanto tempo eu não fodo?
-Sim eu sei que pelo menos há um ano… - respondeu a Mónica com um ar malandro.
- Não percas a oportunidade pois ele ainda não se veio e está com o caralho bem teso e pronto para continuar.
Eu fiquei bastante espantado mas mais que tudo bastante excitado com a situação. A minha mulher a dizer para eu foder outra mulher?! Se eu estava com tesão então o meu caralho ficou que nem ferro à espera do que se iria passar.
- Só tem um problema Sa, como é a primeira vez que partilho o meu homem e sabes que eu sou bastante possessiva ele só te pode comer o cu, pois a cona é só para mim!
A Mónica estava a dizer isto muito perto da Sa com a sua mão já na cona da Sa que aproveitou para provar o orgasmo dela. Eu nem tinha ouvido bem pois estava com tamanha excitação.
- Como és amiga vais por fim a um ano de seca e deixar que te fodam o cu ou vais continuar a enfiar os teus dedos nessa cona para matar os teus desejos?
A Sa não respondeu mas deixou-se levar pela mão da minha mulher até à frente do sofá onde se pôs de 4. A mónica não perdeu tempo a lambe-lhe a cona e a lubrifica o cuzinho. Que visão, não há palavras que possam descrever o que eu estava a sentir e a ver. A minha mulher por trás de uma amiga a lambe-lhe a cona e o cu, a amiga de 4 com o cu empinado e com as mamas a baloiçarem para a frente e para trás conforme a Mónica lhe comia a cona e o cu. Os gemidos da Sa eram mais roucos do que os da Mónica e mais ofegantes, mas ainda assim davam um tesão ouvi-los.
- Mor ela está pronta para lhe comeres o cu!
- Sim por favor enraba-me, fode-me o rabinho todo! – A Sa já implorava tamanha era a sua excitação, tesão e luxuria.
Eu ajoelhei-me mas antes de foder o cu da Sa a Mónica fez-me um broche rapidinho para lubrificar o meu caralho.
Comecei por pegar nas nádegas do cu da Sa e afastá-las com gentileza para deslumbrar todo aquele esplendor e mais do que tudo o c que eu ia enrabar, até que encostei a cabeça na entrada.
- Devagar pois nunca ninguém me comeu o cu!
Mais uma vez o meu tesão aumentou. Só não ia foder uma outra mulher no cu, com a permissão da minha mulher, mas ainda por cima ela era virgem.
A Mónica fez um excelente trabalho e o cu da Sa estava bem babado mas ainda assim a cabeça entrou com alguma dificuldade. Assim que a cabeça entra a Sa liberta um gemido de dor e de prazer.
- Continua MAS devagar pois o teu caralho é grosso…
- Sim devagar até entra todo depois não prometo… - Estava cheio de tesão e o cu da Sa era mesmo muito apertado. Se não tivesse bebido tanto álcool nessa noite já me tinha vindo.
- Mor tem cuidado que ela é minha amiga.
O caralho estava todo dentro do cu da Sa. A sensação é fantástica, o cu dela é apertadíssimo e quente e eu não me mexi durante alguns segundo para que ela se pudesse habituar ao meu caralho no cu dela. Ela gemia e gemia…
- Que grande e grosso, estás-me a arrebentar o rabinho eu não aguento…
- Aguentas sim pois já não fodes há algum tempo e é melhor levar no cu do que ficar na seca. – A Mónica estava a adorar esta situação. Ver a amiga com uma cara de sofrimento e de prazer e eu com uma cara de prazer imenso. A Mónica foi-se sentar no sofá bem em frente à cara da Sa e abriu as pernas. Eu conseguia ver-me a foder o cu da Sa bem como a belíssima cona da minha mulher toda aberta e ainda toda molhada. Não consegui resistir a esta imagem e ai comecei a foder o cu da Sa. No inicio foi um ritmo lento pois ela estava a sofre um pouco mas à medida que eu a ia fodendo o cu dela ia relaxando um pouco e os gemidos passaram a ser totalmente de prazer.
A Mónica ao sentir que a sua amiga estava a ter prazer em levar naquele cu não perdeu tempo.
- Amiga tudo na vida se paga podes começar a lamber-me a cona!
A ordem foi ignorada ao princípio mas a Mónica não desistiu e levantou a cabeça da Sa e espetou-a na sua cona ainda molhada. A Sa começou a lamber-lhe a cona e também o cu e a Mónica começou a gemer de imediato.
Lá estávamos os três, eu a foder o cu da Sa cada vez com mais força e ritmo, a Sá a lamber a cona e o cu da minha mulher e a Mónica e preparasse para mais um orgasmo.
-Sa vou-me vir no teu cu!
-Sim, sim… mais forte estou quase a vir-me continua, fode-me arrebenta-me o cu!
- Cala a boca e continua a chupar-me o grelo pois eu quero-me vir, anda chupa-me a cona sua putinha.
Uns minutos depois eu vim-me no cu da Sa mas não parei as estucadas, passados uns segundo a Mónica veio-se na boca da Sa e a Sa veio-se que nem uma louca. Quando tirei o caralho do cu da Sa reparei que as pregas do cu estavam bem esgaçadas e que o meu leite se misturava com o orgasmo da Sa e escorriam os dois pelas cochas dela abaixo.
-Anda amor vamos para o quarto que já é tarde. Não queremos adormecer aqui pois não queremos dar explicações aos nossos amigos se eles nos encontrarem na sala quando acordarem.
- Sim amor vamos estou exausto.
- Sa vai para o quarto e se te portares bem pode ser que da próxima vez ele te foda essa conaça!
Quando estava a ir para o quarto eu reparei que a Sa tinha um andar novo mas também tinha um novo sorriso.
Beijos e abraços meus e da Mónica.
9年前