Fim de semana

Quando se é divorciado e se tem negócios em conjunto temos sempre de manter os laços. Quando se é divorciado e a Zefa é a tua ex mulher não é diferente. A minha atual mulher sabe disso e um ou dois fins de semana por mês desloco-me até casa da minha ex para tratarmos dos assuntos comuns.
Lá fui. Meti-me no barco. Fiz a viagem de cerca de uma hora e quando chego, a Zefa está à minha espera na saída. Está mais forte. O atual marido quere-a mais cheia. Mas continua apetecível. Um vestido curto, rosa, muito fino. Deixa antever a ausência do sutiã, como de costume. Os mamilos notam-se. Beijamo-nos e continuamos o caminho para a garagem. Reparo que os homens a olham gulosos. Digo-lhe que está a fazer virar muitas cabeças e ela ri-se.
Metemo-nos no carro, conversamos sobre os negócios, a saída do marido em trabalho. Pergunto-lhe em que restaurante quer almoçar ela diz que almoçamos em casa, comprou ostras e fez um arroz de gambas como eu gosto. Ok. Chegamos e digo-lhe que estou cheio de fome. Ela diz que ainda bem, porque o almoço lhe deu trabalho. Pergunta-me quando regresso a casa e digo-lhe que fico o fim de semana e aproveito para rever amigos. Fico no hotel do costume. Tomamos um aperitivo e os lábios húmidos e carnudos de Zefa começam a desafiar-me. Já não vivemos juntos há ****** e continua a haver sempre uma tensão sexual entre nós. Ela notou as minhas calças cheias e o meu olhar guloso. Pousou lentamente o copo, voltou a servir-me. Sem mais conversa, ajoelhou-se à minha frente, abriu-me lentamente a braguilha das calças e disse: “ainda bem que ficas o fim de semana. Não precisas de ir para o hotel. O Carlos só volta na terça”. Não respondi. Meteu a mão, tirou-me o caralho das calças e começou a mexer-lhe. Já estava teso. Fez-me aqueles olhos dela e mergulhou. Chupou-me intensamente. Lambeu, chupou de novo só a cabeça e depois voltou a mete-lo boca dentro em movimentos cadenciados que nos 25 anos de casados foi sempre apurando. Sexo oral com a Zefa era um tratado e nunca se repetia. No meio de todo o gozo que estava a ter, ouvi o barulho de pratos e talheres como se alguém estivesse a pôr a mesa. Fiz um gesto de surpresa. Zefa disse-me para ter calma. Não havia problema, o Carlos tinha-lhe arranjado uma empregada para a ajudar com aquela casa enorme e lhe fazer companhia. Tinha entrado ao serviço depois da minha última visita. Fez um sorriso malandro e voltou ao que estava a fazer. Com a mão livre puxou o vestido para cima e mostrou o que estava por baixo. Vi que também não tinha cuecas. Não aguentei mais e vim-me. Sugou-me o esperma enquanto saía e engoliu gulosa e satisfeita. Voltou a pôr-me o caralho dentro das calças, levantou-se e fomos almoçar.
No corredor pus-lhe a mão entre as nádegas, para me certificar que não me tinha enganado. Ela virou-se ligeiramente e beijámo-nos doce e intensamente.
Na sala, a mesa estava posta. Nem sinais da empregada. Tudo estava sobre a mesa. Comi as ostras. Deliciosas. Gordas, carnudas como os lábios de Zefa. Ela comeu duas eu comi as restantes dez. Serviu-me o vinho, o arroz de gambas magnífico. Mais parecia gambas com arroz. Em vez de se servir fez o que sabia que eu apreciava quando éramos casados. Foi para debaixo da mesa, voltou a tirar-me o caralho de dentro das calças e chupou-me lentamente, lambeu-me, chupou-me, mais fundo, só a cabeça como ela sabia e eu gostava. Comi descansado. Bebi mais vinho, estava bom. O vinho, o arroz, e a Zefa.
Depois de me ter esporrado na sala, estava agora preparado para esta mamada de almoço. Só tive de me conter mais quando me voltou a meter a mão nas calças e puxou os colhões para fora. Quando os começou a lamber e chupar a tusa aumentou. Mas aguentei. Continuei a comer e ela a mamar. Acabei de comer e perguntei se havia café. Senti um ligeiro bater de cabeça no tampo da mesa. Ela deixou a mamada, saiu debaixo da mesa e foi à cozinha.
Enquanto esperava com o caralho de fora, pensei no que ela me tinha dito três anos antes quando nos divorciámos: “deixamos de ser marido e mulher mas nunca deixaremos de ser amantes”. E tem sido assim. Eu voltei a casar e ela também. Eu fiquei em Hong Kong e ela voltou para Macau.
Os negócios cresceram e agora já chegam a Portugal e aos Estados Unidos. Continuamos a encontrarmo-nos duas vezes por mês.
Chegou com o café. Para mim e para ela. Levantámo-nos e fomos para o sofá. Acabou o café e eu levantei-me pousei a chávena em cima da mesa de apoio. Olhei para Zefa, ela sorriu, lábios humedecidos, ajoelhei em frente dela. Levantei-lhe a saia. Abriu-me as pernas. Uma visão de que nunca me canso. Uma cona sem um pelo. Lábios rosados que me chamavam. Beijei-a. Separei-lhe os lábios com a língua. O grelo levemente saído era um convite ao meu desejo. Comecei a chupa-la e a lambe-la. Ela gemia de prazer. Já me tinha feito duas mamadas e devia estar desejando ser lambida. Adoro o sabor da cona dela, tão molhada que fica mal se lhe toca. Esqueci-me completamente que havia mais alguém em casa. Entreguei-me completamente à minha cona mais conhecida, sei do que ela gosta, como gosta. Agarrei-lhe as nádegas e mergulhei nela. Beijei-a, lambi-a entre a cona e no cu e voltei à cona onde aqueles lábios me esperavam. Concentrei-me no clítoris dela e a minha língua divertia-se e o meu desejo crescia, ela gemia e a respiração estava cada vez mais ofegante. Agarrou-me a cabeça com as duas mãos. Era o sinal. Zefa estava a atingir o clímax, o orgasmo, vinha-se com a minha cara mergulhada naquela cona molhada.
Levantámo-nos e fomos para o quarto. Despiu-me calmamente a camisa e depois as calças. Nem parecia a mesma mulher que tinha acabado de se vir em convulsões e espasmos ainda há 3 minutos atrás. Nu em frente de Zefa, beijei-a e depois despi-lhe o vestido. As mamas cheias com os mamilos eretos pediam para ser tocadas. Beijei-lhe as tetas. Deixei um mamilo entre os meus lábios e pressionei. Ela deu um pequeno gemido. Continuei. Sentou-se depois na cama. Levantei-lhe as pernas e aquele maravilhoso papo de cona sobressaiu por entre as coxas. Ela pediu e eu de caralho teso penetrei-a com o desejo de uma primeira vez. Numa mulher como ela, qualquer foda é sempre uma primeira vez. Inclinei-me sobre ela enquanto o meu caralho entrava nela com a cadência que eu sei que ela gosta. A minha boca procurou-lhe os mamilos, as tetas lindas. Beijei-a e mamei naqueles mamilos enquanto a fodia. A cona quente e vibrante, apertava-me o caralho lá dentro como só ela sabe fazer. Virámo-nos e ela ficou por cima. Sentou-se e fiquei todo dentro dela. Veio-se de novo. Quando se estava a vir disse-lhe que não parasse, ela continuou. Suava. Continuei a dizer-lhe para continuar e ela gemia de gozo e continuava, veio-se outra vez. De seguida. E mais uma.
É a visão mais bela do mundo. Ver uma mulher durante o orgasmo. Quando conseguimos que ela continue, é fácil levá-la a vir-se outra vez logo de seguida. Caiu sobre mim, virei-a as costas viradas para mim. Enfiei-lhe o caralho por trás. Continuei a fodê-la. Os meus olhos percorreram-lhe o corpo até à bela bunda redonda. Abri-lhe as nádegas. O meu dedo penetrou-a enquanto continuava a fodê-la. O cu abriu-se-me e ofereceu-se ao meu dedo. Meti outro e a voz dela fez-se ouvir mais alto. Não aguentei mais. Tirei o caralho da cona dela e espetei-lho no cu. Parecia manteiga. Sempre me surpreendeu como o cu de Zefa era tão fácil de penetrar e ao mesmo tempo tão apertado. Curvei-me e meti-lhe a mão por baixo do corpo. Fui pela barriguinha redonda até ao grelo. Massajei. Ela respondeu abrindo mais as pernas. Passeei o meu caralho repetidamente entre o cu e a cona de Zefa. Senti que estava a chegar. Perguntei-lhe “onde queres?” Ela respondeu, “na minha boca. Quero tudo na boca!”.
Saí de dentro da cona e pus-me em cima do peito dela. O meu caralho foi direito à boca de Zefa. Entrei e vim-me. Nem vi a esporra nos lábios dela. Chupou-me tudo e engoliu. Adora beber esporra.
Deitei-me ao lado de Zefa. Não sei há quanto tempo estávamos a foder, mas a luz da janela estava a sumir-se. Zefa agarrou o meu caralho com a mão. Continuou a masturbar-me, dando-me aqui e ali beijos na ponta e nos colhões.
Quando o meu caralho voltou a ganhar firmeza, levantou-se. Olhou para mim e disse-me: “Já volto. Vais gostar. Temos toda a noite e amanhã.”
発行者 perpisx
9年前
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