Primera vez que vi um sexo de homem
A primeira vez que vi um sexo de homem erecto.
Tinha *******. Um primo, um pouco mais velho, 19 anos, veio passar uma noite a nossa casa, já nem sei porquê. A ultima vez que o tinha visto, fora à uns quatro ou **********. Éramos duas crianças e ele era um chato sempre a puxar-me o cabelo.
Mas naquele dia, fiquei abismada com a diferença. Ele era um pão. Delicioso e bom de se comer. Durante o jantar, vim a saber que ele praticava atletismo e era devido a isso que estava tão em forma. Passei o jantar a lançar-lhe olhares directos mas ele pareceu não reparar, mantendo sempre a conversa com os meus pais.
Resumindo a história, a meio da mad**gada, não conseguindo dormir e depois de me ter masturbado umas duas ou três vezes levantei-me e subi as escada em direcção ao quarto do sótão onde ele ficara a dormir.
Abri a porta muito devagar e vi-o com a luz do luar que vinha da clarabóia. Estava deitado na cama de bruços e completamente nu. Era de verão e no sótão sempre estava mais calor que no resto da casa.
Fiquei na porta a acariciar-me lentamente e a olhar para o seu rabo. Era lindo. Bem formado e sem qualquer gordura. Dava vontade de lamber. De repente, ele mexe-se e eu recuei fechando a porta deixando apenas uma frincha. Ele virou-se na cama ficando de costas. Com a frincha, não conseguia ver o seu sexo e após ter a certeza que ele não acordara, abri novamente a porta.
E ali estava o sexo dele. Estava murcho mas mesmo assim parecia ser aquilo que eu andava sonhando tantas noites. Quase sem saber como, dei por mim a entrar no quarto e a aproximar-me dele. Olhei para os seus olhos para confirmar que continuava a dormir. Após mais um pouco cheguei ao lado da cama e ajoelhei-me a olhar para o sexo dele.
Ele mexeu-se mais uma vez virando-se ligeiramente de lado e minha direcção. O resultado foi o sexo dele ficar mesmo na minha direcção. Fiquei a olhar aquele sexo lindo a uns dez centímetros da minha cara.
Lembro-me perfeitamente de sentir os lábios secos e de tirar a língua para os molhar. Aproximei a cara mais um pouco e até comecei a sentir o cheiro dele. Cheirava um pouco a urina, mas em vez de me afastar, esse cheiro ainda me excitou mais.
Olhava e via o sexo dele a subir e descer regularmente de acordo com a sua respiração. Soprei um pouco de ar quente, como quando se faz para limpar um espelho e vi como o sexo dele estremeceu. Fiz outra vez e vi claramente ele a ficar mais rijo. Continuei soprar ar quente e ele moveu-se novamente, agora ficando claramente de costas e o sexo dele esta lindo. Entumecido, mesmo como aqueles das revistas. Até um pouco da cabeça estava a sair da pele que a cobria.
E aí, apanhei um susto enorme, quando a mão direita dele se levantou e agarrou o seu sexo e começou lentamente a esfregar. Fiquei aterrorizada porque de certeza que ele estava acordado e devia estar a olhar para mim. Levantei a cabeça a medo e olhei para a cara dele. Continuava de olhos fechados, mas a boca tinha um sorriso que me fez pensar em que ele estaria acordado. Mas ele não abriu os olhos e continuei fascinada a olhar para o sexo dele e para a mão que envolvia a cabeça e esfregava. Quase não mexia a mão. Era só o polegar que esfregava a cabeça.
Ele suspirou de novo e virou-se ao contrario, ficando de costas para mim. Fiquei mais um pouco, sentindo a vagina húmida como nunca sentira, a olhar para aquelas costas lindas e com uma vontade enorme de passar as mãos nas suas nádegas lindas.
Mas acabei por me levantar e ir embora. Tive mais um orgasmo louco e adormeci finalmente.
Já passaram mais de vinte anos depois dessa noite. Tive um desgosto enorme quando ele se casou. Casei também e tive filhos. Mas sei que ele acabou de se divorciar e vai mudar-se para Matosinhos. Perto de mim. Creio que o irei convidar para vir jantar um dia destes. E... ainda sonho com ele.
Tinha *******. Um primo, um pouco mais velho, 19 anos, veio passar uma noite a nossa casa, já nem sei porquê. A ultima vez que o tinha visto, fora à uns quatro ou **********. Éramos duas crianças e ele era um chato sempre a puxar-me o cabelo.
Mas naquele dia, fiquei abismada com a diferença. Ele era um pão. Delicioso e bom de se comer. Durante o jantar, vim a saber que ele praticava atletismo e era devido a isso que estava tão em forma. Passei o jantar a lançar-lhe olhares directos mas ele pareceu não reparar, mantendo sempre a conversa com os meus pais.
Resumindo a história, a meio da mad**gada, não conseguindo dormir e depois de me ter masturbado umas duas ou três vezes levantei-me e subi as escada em direcção ao quarto do sótão onde ele ficara a dormir.
Abri a porta muito devagar e vi-o com a luz do luar que vinha da clarabóia. Estava deitado na cama de bruços e completamente nu. Era de verão e no sótão sempre estava mais calor que no resto da casa.
Fiquei na porta a acariciar-me lentamente e a olhar para o seu rabo. Era lindo. Bem formado e sem qualquer gordura. Dava vontade de lamber. De repente, ele mexe-se e eu recuei fechando a porta deixando apenas uma frincha. Ele virou-se na cama ficando de costas. Com a frincha, não conseguia ver o seu sexo e após ter a certeza que ele não acordara, abri novamente a porta.
E ali estava o sexo dele. Estava murcho mas mesmo assim parecia ser aquilo que eu andava sonhando tantas noites. Quase sem saber como, dei por mim a entrar no quarto e a aproximar-me dele. Olhei para os seus olhos para confirmar que continuava a dormir. Após mais um pouco cheguei ao lado da cama e ajoelhei-me a olhar para o sexo dele.
Ele mexeu-se mais uma vez virando-se ligeiramente de lado e minha direcção. O resultado foi o sexo dele ficar mesmo na minha direcção. Fiquei a olhar aquele sexo lindo a uns dez centímetros da minha cara.
Lembro-me perfeitamente de sentir os lábios secos e de tirar a língua para os molhar. Aproximei a cara mais um pouco e até comecei a sentir o cheiro dele. Cheirava um pouco a urina, mas em vez de me afastar, esse cheiro ainda me excitou mais.
Olhava e via o sexo dele a subir e descer regularmente de acordo com a sua respiração. Soprei um pouco de ar quente, como quando se faz para limpar um espelho e vi como o sexo dele estremeceu. Fiz outra vez e vi claramente ele a ficar mais rijo. Continuei soprar ar quente e ele moveu-se novamente, agora ficando claramente de costas e o sexo dele esta lindo. Entumecido, mesmo como aqueles das revistas. Até um pouco da cabeça estava a sair da pele que a cobria.
E aí, apanhei um susto enorme, quando a mão direita dele se levantou e agarrou o seu sexo e começou lentamente a esfregar. Fiquei aterrorizada porque de certeza que ele estava acordado e devia estar a olhar para mim. Levantei a cabeça a medo e olhei para a cara dele. Continuava de olhos fechados, mas a boca tinha um sorriso que me fez pensar em que ele estaria acordado. Mas ele não abriu os olhos e continuei fascinada a olhar para o sexo dele e para a mão que envolvia a cabeça e esfregava. Quase não mexia a mão. Era só o polegar que esfregava a cabeça.
Ele suspirou de novo e virou-se ao contrario, ficando de costas para mim. Fiquei mais um pouco, sentindo a vagina húmida como nunca sentira, a olhar para aquelas costas lindas e com uma vontade enorme de passar as mãos nas suas nádegas lindas.
Mas acabei por me levantar e ir embora. Tive mais um orgasmo louco e adormeci finalmente.
Já passaram mais de vinte anos depois dessa noite. Tive um desgosto enorme quando ele se casou. Casei também e tive filhos. Mas sei que ele acabou de se divorciar e vai mudar-se para Matosinhos. Perto de mim. Creio que o irei convidar para vir jantar um dia destes. E... ainda sonho com ele.
14年前