Onanista e mais além

Comecei a bater à punheta quando entrei para a escola. Naquele tempo as escolas não eram mistas. No início das aulas reparei que uns tipos dos anos mais adiantados iam todos os intervalos para as traseiras da escola. Sem eles notarem, fui atrás deles. Vi-os pendurarem-se numa janela muito quietos com a pila de fora a esgalharem. Aquilo interessou-me. Houve um que me viu e mandou-me embora, mas eu em vez de obedecer aproximei-me e quis ver. Acharam-me piada e mostraram-me o que estavam a ver, a casa de banho das professoras da escola feminina. Espreitei e vi as professoras a baixarem as cuecas ou a ajeitarem as mamas ao espelho. Pus a minha pila de fora e comecei a imitá-los. Na primeira vez foi tudo rápido. Eles já lá estavam, eu cheguei a meio do recreio. Tocou e voltei para a sala. No fim das aulas saí com os mais velhos que me obrigaram a jurar que não contava nada. Eu disse que sim e eles levaram-me com eles para casa de um deles. Lá em casa, o que lá vivia foi buscar uma revistas com mulheres nuas e ficámos os 5 a bater punheta. Eu ainda não me vinha e eles também não. Mas ao fim de um bocado de esgalhar a pila veio-me uma sensação estranha. A sensação era tão forte que eu não conseguia continuar a bater punheta reparei que lhes acontecia o mesmo, ou parecido. Despedi-me deles e fui para casa. Aquela coisa de ver as professoras na casa de banho e as revistas de gajas nuas a foder e a mostrar a cona pentelhuda mexeu comigo. Nunca mais olhei as duas fémeas da casa onde vivia da mesma maneira. De repente, uma coisa que me deixava pouco à-vontade no banho, transformou-se em curiosidade e deixei de ficar nervoso quando Hélia me queria lavar a cabeça ou quando a Zita entrava na casa de banho para me embaraçar, o que passou a ser uma oportunidade para me exibir.
Eu não tinha pelos mas a Zita tinha pintelhos, no que eu passei a reparar sempre que ela mudava as cuecas e ia para o banho e eu estava por perto, o que passei a estar. Já Hélia tinha um matagal extraordinariamente escuro. Muito mais do que as mulheres das revistas.
O certo é que a partir daquele dia nunca mais deixei de bater à punheta, nos intervalos da escola e à tarde com os mais velhos era certinho. Quando voltava a casa ia para o quarto e esgalhava até me voltar aquela sensação intensa e inexplicável. À noite antes de dormir fazia o mesmo. Passei a ficar atento ao barulho que vinha do quarto do lado. A Zita dormia que nem uma porca e eu batia punheta a ouvir Hélia e o Hélder a foder, o que acontecia com a frequência de um relógio suíço a bater horas.
Até hoje nunca deixei de esgalhar todos os dias. Mesmo quando comecei a namorar e a brincar com as amigas, nem quando passei a foder as namoradas ou mesmo quando casei. Fodia, mas a punheta era eu comigo. Um gozo muito meu. Sobretudo quando depois de ******, ter mudado de escola e de, por causa da Revolução, as escolas passarem a ser mistas.
No fim desse ano de mudança aconteceu algo de extraordinário. Com os anos eu já tinha aprendido que quando chegava aquela sensação muito forte que me obrigava a parar, se eu continuasse devagar e com calma conseguia manter a sensação. O que me surpreendeu naquela tarde foi que quando eu estava a tentar manter a sensação que me dava tanto prazer, senti os colhões com mais pressão e de repente saiu uma aguadilha da pila, que naquela altura já era uma pichota apresentável, e a sensação de gozo foi algo que não se comparava.
Primeiro tentei limpar o lençol, mas depois quis voltar a sentir o mesmo e esgalhei outra punheta e foi espetacular. Em pouco tempo estava ainda mais viciado na punheta do que antes. Todas as oportunidades que tinha eram para esgalhar a pichota. Gostava de ver a Hélia sair nua do quarto, ir para a casa de banho e fazer o que sempre tinha feito, tal como a Zita e o Hélder também, com o badalo de uma lado para o outro, muito maior que o meu. Eu só esperava que a minha picha crescesse como a dele (hoje estou descansado. Cresceu).
Era normal andarmos todos nus pela casa. Só que para mim toda aquela normalidade misturada com a taradice dos meus colegas de escola que nunca tinham visto fémeas nuas ao vivo, passou a despertar um outro interesse para mim. Só acalmei quando compreendi a minha nova realidade e o meu gosto natural pelo sexo, quando a Zita percebeu o que eu fazia e me apanhou em flagrante a esgalhar a pichota e, após a surpresa inicial, passámos a explorar e a apreciar estas sensações em conjunto. Descobrir como ela se masturbava foi uma bela visão para o meu mundo. As revistas ganhavam vida e realidade olhando para a sensualidade que Zita demonstrava.
Zita gostava de ver a minha picha tesa e eu gostava de a ver a mexer na ratinha dela. Passado uns tempos passamos a masturbar-nos um ao outro. Há noite ela já não dormia primeiro como antes e ficávamos os dois à espera que a festa começasse no quarto ao lado. Ouvíamos o que diziam e os gemidos de prazer. Não víamos nada.
No verão seguinte fomos todos para uma casa de praia. A casa era pequena mas tinha tudo o que era preciso. E tinha uma coisa que se revelou muito interessante. Tinha uma porta entre os dois quartos, que estava sempre fechada, mas por cima da porta tinha uma pequena janela que abria ao alto para deixar passar o ar e a luz.
Provavelmente porque gostavam de se ver enquanto faziam sexo ficava sempre uma luz acesa, com uma luz mais fraca que o normal, mas que se via claramente do outro lado do nosso quarto.
Passados 2 dias de termos chegado tivemos a ideia de, enquanto eles estavam no banho, empurrarmos ligeiramente a cómoda para junto da porta. A cómoda era alta com 5 gavetas. Experimentamos subir e percebemos que se via a cama ********* ao lado oposto do quarto.
Nessa tarde estava calor e eles foram para o quarto. Eu e Zita fomos para o nosso. Ficamos nus e começamos a fazer festas um ao outro. Passado um bocadinho ouvimos as vozes do outro lado do quarto e devagar subimos para cima da cómoda.
espreitamos pela janela e vimos os dois deitados, um em cima do outro mas virados com a cabeça para os pés do outro. Vimos que Hélder estava com a cara na rata de Hélia e que ela chupava a picha dele.
Zita agarrou-me a picha e fazia-me uma punheta eu não resisti e pus a minha mão na rata dela, o dedo passando entre os seus lábios molhados. Senti-lhe o grelo duro. Olhávamos pela janela e eles mudavam de posição e nós víamos cheios de excitação. Quando eles acabaram descemos da cómoda. Ouvimo-los sair do quarto para ir tomar banho. Deitámo-nos cada um na sua cama mas a masturbar-nos e a olhar um para o outro. Quando eles saíram do banho sabíamos que eles iam para a praia. Fingimos que estávamos a dormir. Hélia entrou no nosso quarto para nos mandar vestir e ir com eles, mas percebeu que estávamos a dormir e disse para nos deixar ficar que devíamos estar cansados das correrias da manhã.
Eles saíram. Zita veio para a minha cama. Em menos de nada estávamos a copiar o que tínhamos visto. Ela chupava-me pela primeira vez a picha e eu comecei a lambê-la e a fazer o que os tinha visto fazer e que os fazia gritar e gemer - imaginei que o "grelo", como ouvi o Hélder dizer, era aquela parte mais dura na parte de cima da rata dela, que eu tocava com os dedos e comecei a chupar. Senti-a tremer toda e eu próprio me excitava com a picha na boca dela. Ficámos naquilo um bom bocado. A experimentar e a ver se fazíamos bem. Zita ia dizendo como gostava mais e onde eu devia chupar mais e lamber com a minha língua. Eu só queria meter-lhe a picha toda na boca mas ela começou a chupar só a cabeça e eu gostei. Gostei do orgasmo dela gemendo baixinho, adorei ver meu leite a escorrer no corpo e na cara dela. Fomo-nos lavar e depois fomos para a praia. Os nossos olhos brilhavam. Fomos ter ao toldo. Fingimos estar amuados por não nos terem acordado para ir à praia e fomos para a água. Quando voltámos eles estavam a beijar-se na boca e nós fomos para trás de uma rocha mais atrás. Zita só usava a parte de baixo do bikini. Pedi-lhe para abrir as pernas e mostrar a rata. Ao olhar para a rata dela fiquei logo teso. Tirei a picha dos calções e comecei a masturbar-me a olhar para a rata dela e para os mamilos espetados. Zita mexia no grelo e metia o dedo entre os lábios e eu esgalhava cada vez mais depressa e com força. Vim-me de esguicho e a esporra caiu na areia e nos pés dela. Ela foi com os dedos ao pé molhado do meu leite. Apanhou-o e meteu os dedos na boca e chupou. Imediatamente a minha picha voltou a entesar e bati outra punheta, enquanto Zita sorria para mim com ar satisfeito pois tinha continuado a esfregar-se e tinha tido um orgasmo. Nisto, senti uma sombra por cima da rocha. Fiz um sinal à Zita, olhamos disfarçadamente mas fingimos que não reparámos. Em cima da rocha estava um homem a mirar-nos e a esfregar a pichota. Zita rodou ligeiramente de forma a mostrar completamente a sua rata de pernas bem abertas e eu bati mais à punheta. Quando achamos que chegava de gozo com o homem, pusemo-nos de joelhos, demos um pequeno beijo de língua, levantámo-nos e fomos a correr para o toldo onde desatamos a rir. Passado um bocado vimos o homem de cara muito vermelha passar por nós os quatro.
Eles pareciam satisfeitos por nós nos estarmos a dar tão bem, Hélia disse que era por estarmos mais velhos. Hélder achava que isso era bom para ter mais tempo para estar mais com a Hélia.
Voltamos ao fim da tarde. Hélia colocou um pequeno top a cobrir as mamas e Zita colocou a parte de cima do bikini.
Fomos tomar banho e assim que me apanhei no banho sozinho comecei a lembrar-me da tarde e a picha ficou logo dura outra vez. Comecei logo a bater punheta. A água corria do duche por cima da minha cabeça. Fechei os olhos e concentrei-me no gozo de sentir a minha picha dura e a lembrar-me da rata da Zita, que tinha estado a lamber nessa tarde. Senti o orgasmo chegar e deixei sair o jato, numa sensação de grande prazer que acompanhou cada esguicho de leite que me saía da pichota. Abri os olhos e apanhei um susto dos grandes. Há minha frente estava Zita nua a ver-me bater à punheta. Saí do banho ela entrou e passou a mão pela minha pichota e depois por entre as pernas dela. Limpei-me e saí enrolado na toalha.
O divertimento noturno era espreitar pela janela e vê-los a fazer sexo. Hélder e Hélia eram certinhos, fodiam à noite antes de dormir, de manhã quando acordavam e à hora do calor da tarde. Para nós eram aulas intensivas de sexo. Eles variavam bastante, na cama, em cima da cómoda, como os cães, virados ao contrário, de lado... Vimos várias vezes o Hélder ir buscar uma bisnaga, espremia um creme que espalhava no rabo de Hélia e na pichota tesa dele e percebia-se que ele não estava a meter a pichota na rata de Hélia, pela maneira como ela se ajeitava, percebemos que ele lhe enfiava a pichota no rabo. Primeiro devagar e com cuidado, mas depois era a abrir. A Hélia metia uma mão entre as pernas, imaginávamos que ela se masturbava. Nessa altura Hélia ficava muito excitada e pedia para o Hélder a espetar fundo e com força. Nitidamente, Hélder ficava muito excitado com estas ordens, obedecia e acabava dentro dela, suado e a respirar muito rápido e ela também atingia o orgasmo. Quando acabavam, deitavam-se e beijavam-se com muita ternura.
Num dos dias, eu ia a entrar na casa de banho, como sempre, sem perguntar e Hélia disse, "Agora não entres que eu estou a fazer uma coisa". Achei estranho, mas obedeci. Fiquei na sala, nu como estava. Depois chegou a Zita e disse-lhe não podíamos entrar, porque a Hélia não deixava. Olhou para mim com estranheza, mas também ficou ali, nua como eu, os dois encostados à mesa. Passado um bocado a Hélia diz, "Hélder, vem cá! já acabei." Ele saiu do quarto, disse-nos bom dia, e passou para a casa de banho. Nu, o badalo entre as pernas. Entrou e disse "Está linda. Magnífica!" Percebemos que estavam a tomar banho juntos. Passado um bocado saem os dois e percebemos o que é que era "magnífica". Hélia não tinha um pelo na rata. Completamente careca! Era uma diferença enorme, porque ela tinha um matagal que parecia uma floresta tropical que tapava tudo. Agora via-se os lábios da rata. Percebia-se que tinha uma rata muito bem desenhada e alta e o famoso "grelo" sobressaia discretamente por entre os lábios da rata. Tentamos disfarçar o olhar, mas a Hélia quis mostrar a naturalidade do que tinha feito e disse "É por causa do bikini novo. É muito pequeno e não posso ter pelinhos à mostra, percebem?". Abanámos a cabeça em sinal de "sim" e fomos nós tomar banho, rápido. Tomámos o pequeno-almoço e fomos todos para a praia.
Os quinze dias passaram depressa. O que vi de sexo pela janela e as punhetas que bati e as vezes que Zita me chupou e eu a chupei e lambi, não têm conta. Cada vez mais arranjávamos tempo para estar sozinhos, na praia ou em casa. Todos os lugares onde podíamos estar à vontade eram bons para explorarmos os nossos sexos. Fascinava-me ver a Zita a masturbar-se, como ficava molhada, a forma que o corpo dela tomava, a sensação de prazer que a sua face mostrava quando tinha orgasmos ou como me apertava a cabeça entre as pernas quando tinha um orgasmo enquanto a lambia. Ela gostava de me ver bater punheta enquanto ela mexia também na rata dela. Mas também gostava de ser ela a bater-me punhetas ou chupar-me. Passei a ter um prazer especial em a salpicar com a minha esporra que ela gulosamente apanhava com os dedos e metia na boca e comia.
O sexo que tínhamos visto pela janela do nosso quarto tinha sido uma descoberta contínua. Nunca nos tínhamos apercebido de como eles faziam sexo tanta vez. Mas percebemos que eles gostavam mesmo do que faziam.
Eu, por mim, gostava era de ter a picha tesa e ganhei o vício de estar sempre a mexer para ver se a pichota ficava ou continuava ou ainda estava dura. Gostava de meter os dedos por entre as pernas da Zita para ficar com os dedos molhados dela. Depois cheirava e chupava os dedos como ela fazia.
Voltar para casa, no fim das férias, deixou-nos tristes, depois de todas aquelas emoções novas. Mas no carro já estávamos a planear o que fazer com o resto das férias.
Zita depressa percebeu que eu era viciado em punheta. E não era por termos muito sexo que eu deixava de me masturbar. Se ela entrava no quarto e eu estava a bater à punheta ela não me interrompia. Sabia que eu gostava de me dar prazer, que eu gostava da minha pichota. Às vezes podia subir a saia ou baixar as calças para eu lhe ver a rata sem um pelo, como ela aprendeu a ter quando viu a cona da Hélia durante as férias. Mas se eu não avançava para ela, deixava-me ao meu gozo comigo.
Comecei a comprar preservativos na farmácia onde trabalhava o pai de um colega e que mos arranjava sem perguntas, mas com um sorriso sacana nos lábios. Pareceu-me que Hélder estranhou que lhe desaparecessem as camisinhas quando ele nem sequer as usava a não ser com alguns casais que lá iam a casa ao fim de semana e não eram os habituais amigos e amigas.
Comecei a ter de os usar para poder ir à cona e ao cu à Zita sem preocupações, porque ela não tomava nada.
Um dia Zita chamou-me à sala. Quando me sentei mostrou-me um filme em que Hélia e Hélder faziam sexo. Mas não eram só eles. viam-se os amigos deles também. Todos faziam sexo uns com os outros. Aquilo era um curso acelerado de foda, broche, enrabanço, e tudo o que nem sabíamos imaginar. Fiquei cheio de tesão pus a mão na cona da Zita e vi que ela estava molhada. Fodemos ali mesmo a ver o filme e depois já não ligávamos ao filme. Quando terminamos arrumamos tudo. Zita disse-me que no armário do escritório havia um monte de filmes daqueles. Só naquele filme Hélia fodia com 7 homens e Hélder fez sexo com outras tantas mulheres.
No fim de semana seguinte, a Hélia e o Hélder voltaram a sair e deixaram-nos a estudar. Fomos para o quarto e passado um bocado estava a enfiar o meu pau no cu da Zita, depois dela me ter mamado. Estava enraba-la e a afagar-lhes as tetas rijas do tamanho de duas tangerinas de mamilos bem eretos. De repente ouvimos barulho no corredor, ficamos quietos sem eu tirar o caralho do cu da Zita, mas com medo que a porta se abrisse. Como é que tinham entrado sem nós darmos por isso? Quando saíam ao fim de semana só voltavam ou muito à noite, ou no domingo. Os passos passaram perto do nosso quarto. Silêncio. Os passos voltaram a ouvir-se na direção do outro quarto e depois até à porta da rua. Ouvimos a porta bater. Não percebemos se era a Hélia ou o Hélder, mas a verdade é que não nos chamaram (estranho) e só voltaram no domingo à tarde. Nós fodemos o resto do dia, dormimos juntos, comemos juntos, lemos, fodemos mais, e lá se foi mais um fim de semana.
Na quarta-feira seguinte voltei para casa mais cedo como de costume. Quando cheguei Hélia já estava em casa, só com uma curtíssima e transparente camisa de noite. Até me admirei. Normalmente anda sempre nua. Beijei-a como de costume e fui para a cozinha para lanchar.
Hélia deixou-me comer e quando acabei de beber o leite, veio limpar-me os bigodes de leite. Disse-me: "No sábado quando voltei cá a casa estava muito barulho no teu quarto e quando me aproximei da porta para ir à sala o barulho terminou. Do que é que era tanta gemideira?" Embatuquei. Disse-lhe que não me lembrava. Foi uma desculpa parva. Ela percebeu logo que eu estava a mentir. "Podes dizer-me. Se era o que eu estou a pensar espero que estejas a ter o devido cuidado". Fiquei sem palavras. Ela sabia o que eu e a Zita andávamos a fazer. Ela saiu e não pude deixar de lhe olhar para a cona, impecavelmente depilada, como andava sempre agora. Os mamilos muito eretos também me chamaram a atenção. No meio daquela atrapalhação toda ainda consegui ficar teso. Se ela sabe, o Hélder saberia? Talvez não. Estava nestes pensamentos e ouvi a voz de Hélia. "Chega aqui."
E eu fui. Entrei no quarto e Hélia estava sobre a cama e a mini camisa de noite tinha desaparecido. Por baixo das calças a minha pichota manifestou-se. Cresceu e ficou dura não só por lhe ver o corpo e as mamas com os mamilos eretos, mas porque as pernas abertas deixavam ver os lábios bem saídos da cona sem pelo.
"Chega aqui ao pé de mim."
E eu fui. Quando cheguei perto de Hélia, desapertou-me a braguilha das calças, pegou na minha pichota como se lhe estivesse a tirar as medidas. Já estava farta de a ver mas não tesa como agora. O toque da mão dela era diferente de Zita. A mão de Hélia tinha magia. Mas a verdadeira magia começou quando ela me começou a chupar a cabeça da picha e depois cada vez mais até ter o meu pau todo dentro da boca. Ela pressentiu que me estava quase a vir e parou. "Estás muito excitado. Tem calma. Habitua-te que temos tempo!". Tentei controlar-me e ela ajudou. Despiu-me devagar e fiquei nu, de pau feito na frente de Hélia. Mudou as carícias para outras partes do meu corpo e eu gostei. Estava habituado a vir-me na Zita uma vez atrás de outra. Hélia pedia-me tempo. Quando ela viu que eu estava mais calmo, voltou a chupar-me a verga, suave e lentamente. A luz do quarto deixava-me apreciar o corpo e os movimentos de Hélia. Com delicadeza encaminhou-me para a rata. Virei-me. Fiquei por cima, ao contrário dela que me chupa a piça enquanto eu descobria uma rata magnífica de perto. O papo de cona e o grelo bem saídos e muito mais salientes que os de Zita ofereciam-se para um minete como eu nunca tinha experimentado. O molho dela era mel e eu delicei-me a chupá-la e a minha língua a percorrer toda a cona e a penetrar ligeiramente entre os lábios. Ouvi Hélia gemer o que me fez pensar que estava a fazer como devia. O molho dela não parava de escorrer por entre os lábios e eu chupava tudo.
Hélia fez-me virar. Pôs-se por cima e sentada fez-se penetrar pelo meu pau teso. Senti uma sensação fantástica enquanto a penetrava. "Não te venhas agora! Saboreia. E a sua voz acalmou-me e eu concentrei-me em sentir os movimentos da cona dela a envolver a piça. Eu só pensava que a Zita tinha de aprender a fazer o que a Hélia me estava a fazer à piça. Parecia que tinha uma boca a envolver-me a pichota. Ela mexia a cona por dentro. Não aguentei mais e esporrei-me. Hélia pareceu ficar um pouco desapontada mas percebeu que eu continuava duro e sorriu.
Continuei a fodê-la agora por cima dela. passado um bocado ela disse-me para me levantar. Hélia colocou-se de quatro como uma cadela em cima da cama e disse-me para a espetar. Enfiei-lhe sem esforço. A cona estava molhada. Ela disse-me "mete com força" "Faz-me sentir a tua banana dentro de mim" e eu comecei a fodê-la cada vez com mais força. Hélia gemia e pedia mais e com mais força. E eu fui obediente. Vi que ela metia a mão no grelo e se esfregava com gestos alucinantes! Veio-se! E eu, excitado pelo orgasmo dela esporrei-me outra vez.
Fiquei com a picha dentro dela, mas Hélia disse-me para sair. Sentou-se olhou gulosa para o meu caralho, fez-lhe uma festa e disse-me: "por hoje chega. Podes sair. Gostei de perceber que já fizeste sexo. Gostaste? Eu abanei com a cabeça em sentido afirmativo enquanto mexia na picha. Ela disse: "Estou a ver que continuas com tesão. Isso é ótimo. Mas tenho outras coisas para fazer. Eu saí e fui para o meu quarto. Depois fui à casa de banho lavei-me e vesti-me. Voltei para o quarto e senti que Hélia também tinha ido lavar-se. Não estava espantado pelo que tinha acabado de acontecer. Só deliciado.
Zita chegou mais tarde enquanto falávamos eu estava cheio de vontade de lhe contar mas não disse nada. Em vez disso, comecei a beijar e a chupar-lhe os mamilos e meti-lhe a mão por ************* e enfiei-lhe os dedos na cona. Zita reclinou-se na cama e eu puxei-lhe a saia para baixo e voltei a enfiar-lhe dois dedos na rata e comecei a chupar-lhe o grelo. Estava cheio de tusa pelo que se tinha passado com Hélia e só pensava na cona dela enquanto fazia o minete. Os movimentos de Zita indicavam que se ia vir e fiquei mais excitado. A minha picha estava rija e pedia cona. Depois do orgasmo de Zita enfiei-lhe o caralho cona dentro e fodi que nem um desalmado. Zita gemia de gozo e eu suava por todos os poros. Vim-me duas vezes na cona dela e depois ela lambeu-me o caralho para chupar o que pingava do malho. Deixei-a mamar um bocado mas depois desci até à cona e lambi-lhe a cona molhada e esporrada. Zita gozou outra vez.
発行者 perpisx
9年前
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