Os 25 anos do meu sobrinho Ricardo no Cacém
Olá. Hoje vou contar-vos o que se passou na festa de aniversário dos 25 anos do meu sobrinho Ricardo.
Quando ele fez 24 eu tinha-lhe dito para organizar uma coisa especial quando fossem os 25. Disse-lhe que podia fazer o que achasse melhor pois sabia bem do que eu gostava. E assim foi.
Ele faz anos em Abril e fez este ano os 25. Como eu não me podia deslocar no dia exacto ele sugeriu que fazer a festa num sábado logo a seguir e eu concordei.
Ao final do dia de sexta- feira apanhei o Expresso até Lisboa e fiquei a dormir em casa da minha irmã como quase sempre. Ela tinha-me dito que ia fazer um almoço para comemorar os 25 anos do filho mas jamais lhe passou pela cabeça que ia haver uma festa nessa noite de sábado.
Quando cheguei, na sexta, o Ricardo não quis dar nenhuma dica sobre como ia ser a festa mas, pelo sorriso dele, percebi que ia ser algo mesmo especial.
No sábado levantei-me cedo e fui arranjar um pouco o cabelo num cabeleireiro perto da casa da minha irmã. Regressei ainda antes do almoço para ajudar nas tarefas necessárias.
Ao almoço apenas estava, para além de mim da minha irmã e da namorada do meu sobrinho, um amigo dele cabo-verdeano muito atraente.
O almoço correu às mil maravilhas pois toda a gente parecia estar feliz. Cantámos os parabéns e bebemos um espumante à altura dos 25 anos do Ricardo.
Durante a tarde fiquei à conversa com o Naldo, assim se chamava o amigo cabo verdeano do Ricardo.
Entre outras coisas fiquei a saber que tinha 26 anos, que já tinha nascido em Portugal e que vivia na zona do Cacém, onde tinha uma garagem que servia de estúdio de ensaio para a banda que ele tinha e da qual o meu sobrinho Ricardo fazia parte. Sem querer descuidou-se e disse que ia lá haver uma festinha nessa noite mas nem ele próprio sabia bem como seria pois o Ricardo não lhe dera pormenores.
Fiquei curiosa em saber mais detalhes mas ele não sabia mais nada. Achei por bem não lhe dizer que eu também iria a essa festinha. Fiquei entusiasmada pois o Naldo era um bom pedaço de homem e devia ter, como muitos cabo verdeanos têm, um belo instrumento.
A meio da tarde cada um foi para seu lado e eu ajudei a minha irmã a arrumar a casa. O Ricardo foi levar a namorada a casa dizendo que nessa noite iriam fazer ensaio na garagem do Naldo e que por isso só se veriam no domingo. Percebi o esquema.
Fui pensando numa desculpa a dar à minha irmã para me ausentar nessa noite pois não pdia dar qualquer bandeira. Acabei por inventar que iria a casa de uma amiga que já não via há uns bons tempos e ela engoliu sem levantar suspeitas.
Também sem ela perceber perguntei ao Ricardo como iria ser o resto. Ele disse para não me preocupar que estava tudo tratado. Por volta das 20:00 ele e um amigo que tinha uma carrinha tipo furgon apanhavam-me num sítio combinado e iriamos então para a festa.
Escusado será dizer que me arranjei a rigor mas discreta par anão levantar qualquer suspeita na minha irmã. Vesti uma saia normal um pouco acima do joelho e um casaco curto que tinha levado. Por baixo decidi não levar nada. Só umas meias de vidro e um cinto de ligas a apanhá-las, tudo da cor da pele. Não levava nem cueca nem soutien.
Saí mais cedo do que a hora combinada e aproveitei para ir às Amoreiras ver as montras e as novidades.
Às 20:00 horas como combinado fui até à paragem do autocarro conforme tínhamos combinado.
Mais coisa menos coisa apareceu o Ricardo que vinha com um amigo que eu não conhecia e entramos na carrinha dele. Cumprimentamo-nos e fiquei a saber que o amigo se chamava Filipe e que trabalhava numa empresa de transporte de objectos daí aquela carrinha. A carrinha tinha apenas 3 lugares na frente e era fechada atrás onde ele transportava as encomendas. Fiquei sentada no lugar do meio. O filipe a conduzir e o Ricardo no lado da porta.
Durante a viagem fomos falando e o Ricardo pousou a mão dele na minha perna pois ao sentar-me a saia subiu um pouco e disse: tia estas meias são mesmo sensuais e eu respondi que estavam seguras por um cinto de ligas da mesma cor.
Descaradamente ele puxou um pouco mais a saia e reparou que eu não trazia cuecas e disse: fogo, não trazes cuecas tia? Ri-me e o amigo dele disse que assim era mais fixe pois dava menos trabalho. Risada geral. O Ricardo aproveitou e começou a mexer-me no clitóris e a meter os dedos na cona e depois chupava-os. O Filipe estava a ficar doido. Embora soubesse da festa não esperava tanta ousadia.
Comecei a ficar excitada e acabei por por a mão na coxa do Filipe enquanto o meu sobrinho ia brincando com a minha cona. A certa altura apalpou-me as mamas e reparou que também não trazia soutien. Abriu dois botões da blusa e mordeu-me o bico da mama direita. Quase me vim. O Filipe coitado a conduzir não podia fazer muita coisa e não podíamos parar pois já estávamos no IC 19. Fui um pouco mais atrevida e mexi no pau do filipe. Estava enorme e já babado. Aproveitei e abri-lhe a braguilha e tirei-o para fora das calças. Não era muito grande mas era bem grosso. Fui-lhe batendo punheta enquanto o Ricardo me mexia na cona e lambia ou mordiscava as mamas.
A tesão já era tanta que não me contive e debrucei-me sobre o Filipe e comecei a mamar-lhe o caralho que me enchia bem a boca. Ao fazê-lo fiquei mais inclinada e o Ricardo não foi de modas: levantou mais a saia e fiquei com o rabo virado para ele.
Ele aproveitou e meteu-me 4 dedos na cona e dois no cu depois de ter metido saliva. Estremeci e quase mordi o caralho do Filipe que já suava coitado.
Percebi que aquilo era apenas o começo. Foi nessa altura que o Ricardo me incentivou mais a deixar que o Filipe se esporrasse todo. Não foi preciso muito. Quando eu o tinha todo na boca ele meteu a mão na minha cabeça para eu não a levantar e senti uma enorme descarga de langonha na garganta. Parecia que não fodia há imenso tempo pois cheguei a engasgar-me com tanto leite.
Engoli tudo que remédio. Depois virei-me para o Ricardo e fiz-lhe o mesmo. Não tardou e também se veio na minha boca.
Rimos, eu limpei-me de alguns restos e compusemo-nos. Aquilo era apenas o aperitivo.
Chegamos ao Cacém por volta das 20:40. Já estava meio lusco fusco quando chegamos à garagem do Naldo.
O ambiente era de garagem de banda metaleira. Escuro qb e com um lençol a fazer de divisória com uns buracos ( 4 ) à altura da cintura tipo gloryhole.
Para além do Naldo estava mais outro rapaz negro aí com 1 metro e oitenta e com uma rasta tipo jamaicano. Era o único que eu ainda não conhecia.
O Ricardo abriu as hostilidades e disse que tinha sido eu a sugerir que ele organizasse tudo conforme mais gostasse. Fiquei no meio dos 4 enquanto de forma sensual me iam tirando a roupa. Primeiro o casaco, depois a blusa ficando com as mamas ao leu e por fim a saia.
Fiquei só com os sapatos de salto as meias e as ligas. Senti 8 mãos a apalparem-me toda e a ser beijada no pescoço, nas mamas, nas costas sei lá. Fui desapertando as calças deles ao mesmo tempo que me apalpavam o rabo e mexiam na cona. Em pouco tempo estávamos todos nus.
A luz não era muita mas dava para ver que as vergas eram boas. Assim naquela semi escuridão pareciam enormes mesmo. Sobretudo as negras.
Eu ia fazendo o que me era possível pois só tinha duas mãos e ira passando pelos paus deles que estavam enormes e duros. Mesmo o Ricardo e o Filipe que já se tinham esporrado estavam duros que nem pedra. Um ambiente assim potencia a tesão.
Fiquei de cócoras e fui mamando um a um. Demorei mais tempo a mamar o Naldo e o outro negro que devia ter aí uns 22 cm. O do Naldo não lhe ficava atrás.
Neste ambiente o Ricardo baixou ainda mais a intensidade da luz e disse: tia, vez aquele lençol com buracos? Sim respondi. É para um jogo. Depois de já teres feito uma pequena prova vais ter que descobrir o pau de cada um. Se descobrires ganhas. Se errares perdes. Ok, respondi.
Foram todos para o outro lado do lençol, meteram os caralhos nos buracos mas antes disso meteram-me uma venda daquelas do tipo de dormir de olhos tapados tipo máscara.
Eu só podia usar a boca. Nem tocar com as mãos podia. Comecei por um da ponta e fui passando ao próximo. Por detrás do lençol eles suspiravam e davam risinhos de tesão.
Eu já sabia bem o sabor do caralho do Ricardo e do Filipe. Os outros dois por serem negros confundiam um pouco. Como é óbvio errei no caso deles. Fui ao castigo claro.
Do outro lado do lençol estava um colchão de casal no chão. Levaram-me para lá e o Ricardo sem me tirar a máscara atou-me os pulsos e obrigou-me a ficar de 4. O castigo era levar com aqueles paus onde eles quisessem. Senti o primeiro deles a meter os dedos na cona e depois a passarem saliva pelo buraco do cu e da cona. Senti umas mãos nas ancas e uma verga enorme entrar pela minha cona dentro. Eu estava toda encharcada já. De seguida, não sei qual deles era, tirou da cona e apontou ao meu cuzinho. Cerrei os dentes e senti entrar tudo até os colhões me baterem nas nádegas.
Levei umas bombadas até que passou ao seguinte. Como já estava aberta não custou tanto. A cena repetiu-se e não fiquei a saber quem era quem.
Depois dessa “punição” o Ricardo aumentou a luz e propôs que passássemos à fase seguinte.
O Naldo deitou-se no colchão e eu deitei-me em cima dele com a cona preenchida. Depois veio o outro negro e enfiou-me o caralho no cu. O Ricardo e o Filipe vieram para a frente e obrigaram-me a chupar os dois.
Fomos rodando nas posições enquanto eles mudavam as camisas para a penetração. O broche era feito ao natural.
Não sei quanto tempo estivemos nisto mas sei que me vim umas 3 ou 4 vezes. De vez em quando descansávamos um pouco e voltávamos ao mesmo. Parecia um filme tudo aquilo.
Por fim o Ricardo perguntou-me como queria acabar e eu respondi que gostava que se esporrassem os 4 na minha cara até escorrer pelo corpo. Assim foi. Um a um foram esporrando eu eu sentido aqueles jactos de leite quente a baterem-me na caraao mesmo tempo que escorriam para as mamas.
Foi uma boa surpresa e jurei que a iria repetir numa próxima vez se não com os mesmos mas com outros caso o Ricardo assim achasse.
Vamos ver o que o futuro me reserva.
Quando ele fez 24 eu tinha-lhe dito para organizar uma coisa especial quando fossem os 25. Disse-lhe que podia fazer o que achasse melhor pois sabia bem do que eu gostava. E assim foi.
Ele faz anos em Abril e fez este ano os 25. Como eu não me podia deslocar no dia exacto ele sugeriu que fazer a festa num sábado logo a seguir e eu concordei.
Ao final do dia de sexta- feira apanhei o Expresso até Lisboa e fiquei a dormir em casa da minha irmã como quase sempre. Ela tinha-me dito que ia fazer um almoço para comemorar os 25 anos do filho mas jamais lhe passou pela cabeça que ia haver uma festa nessa noite de sábado.
Quando cheguei, na sexta, o Ricardo não quis dar nenhuma dica sobre como ia ser a festa mas, pelo sorriso dele, percebi que ia ser algo mesmo especial.
No sábado levantei-me cedo e fui arranjar um pouco o cabelo num cabeleireiro perto da casa da minha irmã. Regressei ainda antes do almoço para ajudar nas tarefas necessárias.
Ao almoço apenas estava, para além de mim da minha irmã e da namorada do meu sobrinho, um amigo dele cabo-verdeano muito atraente.
O almoço correu às mil maravilhas pois toda a gente parecia estar feliz. Cantámos os parabéns e bebemos um espumante à altura dos 25 anos do Ricardo.
Durante a tarde fiquei à conversa com o Naldo, assim se chamava o amigo cabo verdeano do Ricardo.
Entre outras coisas fiquei a saber que tinha 26 anos, que já tinha nascido em Portugal e que vivia na zona do Cacém, onde tinha uma garagem que servia de estúdio de ensaio para a banda que ele tinha e da qual o meu sobrinho Ricardo fazia parte. Sem querer descuidou-se e disse que ia lá haver uma festinha nessa noite mas nem ele próprio sabia bem como seria pois o Ricardo não lhe dera pormenores.
Fiquei curiosa em saber mais detalhes mas ele não sabia mais nada. Achei por bem não lhe dizer que eu também iria a essa festinha. Fiquei entusiasmada pois o Naldo era um bom pedaço de homem e devia ter, como muitos cabo verdeanos têm, um belo instrumento.
A meio da tarde cada um foi para seu lado e eu ajudei a minha irmã a arrumar a casa. O Ricardo foi levar a namorada a casa dizendo que nessa noite iriam fazer ensaio na garagem do Naldo e que por isso só se veriam no domingo. Percebi o esquema.
Fui pensando numa desculpa a dar à minha irmã para me ausentar nessa noite pois não pdia dar qualquer bandeira. Acabei por inventar que iria a casa de uma amiga que já não via há uns bons tempos e ela engoliu sem levantar suspeitas.
Também sem ela perceber perguntei ao Ricardo como iria ser o resto. Ele disse para não me preocupar que estava tudo tratado. Por volta das 20:00 ele e um amigo que tinha uma carrinha tipo furgon apanhavam-me num sítio combinado e iriamos então para a festa.
Escusado será dizer que me arranjei a rigor mas discreta par anão levantar qualquer suspeita na minha irmã. Vesti uma saia normal um pouco acima do joelho e um casaco curto que tinha levado. Por baixo decidi não levar nada. Só umas meias de vidro e um cinto de ligas a apanhá-las, tudo da cor da pele. Não levava nem cueca nem soutien.
Saí mais cedo do que a hora combinada e aproveitei para ir às Amoreiras ver as montras e as novidades.
Às 20:00 horas como combinado fui até à paragem do autocarro conforme tínhamos combinado.
Mais coisa menos coisa apareceu o Ricardo que vinha com um amigo que eu não conhecia e entramos na carrinha dele. Cumprimentamo-nos e fiquei a saber que o amigo se chamava Filipe e que trabalhava numa empresa de transporte de objectos daí aquela carrinha. A carrinha tinha apenas 3 lugares na frente e era fechada atrás onde ele transportava as encomendas. Fiquei sentada no lugar do meio. O filipe a conduzir e o Ricardo no lado da porta.
Durante a viagem fomos falando e o Ricardo pousou a mão dele na minha perna pois ao sentar-me a saia subiu um pouco e disse: tia estas meias são mesmo sensuais e eu respondi que estavam seguras por um cinto de ligas da mesma cor.
Descaradamente ele puxou um pouco mais a saia e reparou que eu não trazia cuecas e disse: fogo, não trazes cuecas tia? Ri-me e o amigo dele disse que assim era mais fixe pois dava menos trabalho. Risada geral. O Ricardo aproveitou e começou a mexer-me no clitóris e a meter os dedos na cona e depois chupava-os. O Filipe estava a ficar doido. Embora soubesse da festa não esperava tanta ousadia.
Comecei a ficar excitada e acabei por por a mão na coxa do Filipe enquanto o meu sobrinho ia brincando com a minha cona. A certa altura apalpou-me as mamas e reparou que também não trazia soutien. Abriu dois botões da blusa e mordeu-me o bico da mama direita. Quase me vim. O Filipe coitado a conduzir não podia fazer muita coisa e não podíamos parar pois já estávamos no IC 19. Fui um pouco mais atrevida e mexi no pau do filipe. Estava enorme e já babado. Aproveitei e abri-lhe a braguilha e tirei-o para fora das calças. Não era muito grande mas era bem grosso. Fui-lhe batendo punheta enquanto o Ricardo me mexia na cona e lambia ou mordiscava as mamas.
A tesão já era tanta que não me contive e debrucei-me sobre o Filipe e comecei a mamar-lhe o caralho que me enchia bem a boca. Ao fazê-lo fiquei mais inclinada e o Ricardo não foi de modas: levantou mais a saia e fiquei com o rabo virado para ele.
Ele aproveitou e meteu-me 4 dedos na cona e dois no cu depois de ter metido saliva. Estremeci e quase mordi o caralho do Filipe que já suava coitado.
Percebi que aquilo era apenas o começo. Foi nessa altura que o Ricardo me incentivou mais a deixar que o Filipe se esporrasse todo. Não foi preciso muito. Quando eu o tinha todo na boca ele meteu a mão na minha cabeça para eu não a levantar e senti uma enorme descarga de langonha na garganta. Parecia que não fodia há imenso tempo pois cheguei a engasgar-me com tanto leite.
Engoli tudo que remédio. Depois virei-me para o Ricardo e fiz-lhe o mesmo. Não tardou e também se veio na minha boca.
Rimos, eu limpei-me de alguns restos e compusemo-nos. Aquilo era apenas o aperitivo.
Chegamos ao Cacém por volta das 20:40. Já estava meio lusco fusco quando chegamos à garagem do Naldo.
O ambiente era de garagem de banda metaleira. Escuro qb e com um lençol a fazer de divisória com uns buracos ( 4 ) à altura da cintura tipo gloryhole.
Para além do Naldo estava mais outro rapaz negro aí com 1 metro e oitenta e com uma rasta tipo jamaicano. Era o único que eu ainda não conhecia.
O Ricardo abriu as hostilidades e disse que tinha sido eu a sugerir que ele organizasse tudo conforme mais gostasse. Fiquei no meio dos 4 enquanto de forma sensual me iam tirando a roupa. Primeiro o casaco, depois a blusa ficando com as mamas ao leu e por fim a saia.
Fiquei só com os sapatos de salto as meias e as ligas. Senti 8 mãos a apalparem-me toda e a ser beijada no pescoço, nas mamas, nas costas sei lá. Fui desapertando as calças deles ao mesmo tempo que me apalpavam o rabo e mexiam na cona. Em pouco tempo estávamos todos nus.
A luz não era muita mas dava para ver que as vergas eram boas. Assim naquela semi escuridão pareciam enormes mesmo. Sobretudo as negras.
Eu ia fazendo o que me era possível pois só tinha duas mãos e ira passando pelos paus deles que estavam enormes e duros. Mesmo o Ricardo e o Filipe que já se tinham esporrado estavam duros que nem pedra. Um ambiente assim potencia a tesão.
Fiquei de cócoras e fui mamando um a um. Demorei mais tempo a mamar o Naldo e o outro negro que devia ter aí uns 22 cm. O do Naldo não lhe ficava atrás.
Neste ambiente o Ricardo baixou ainda mais a intensidade da luz e disse: tia, vez aquele lençol com buracos? Sim respondi. É para um jogo. Depois de já teres feito uma pequena prova vais ter que descobrir o pau de cada um. Se descobrires ganhas. Se errares perdes. Ok, respondi.
Foram todos para o outro lado do lençol, meteram os caralhos nos buracos mas antes disso meteram-me uma venda daquelas do tipo de dormir de olhos tapados tipo máscara.
Eu só podia usar a boca. Nem tocar com as mãos podia. Comecei por um da ponta e fui passando ao próximo. Por detrás do lençol eles suspiravam e davam risinhos de tesão.
Eu já sabia bem o sabor do caralho do Ricardo e do Filipe. Os outros dois por serem negros confundiam um pouco. Como é óbvio errei no caso deles. Fui ao castigo claro.
Do outro lado do lençol estava um colchão de casal no chão. Levaram-me para lá e o Ricardo sem me tirar a máscara atou-me os pulsos e obrigou-me a ficar de 4. O castigo era levar com aqueles paus onde eles quisessem. Senti o primeiro deles a meter os dedos na cona e depois a passarem saliva pelo buraco do cu e da cona. Senti umas mãos nas ancas e uma verga enorme entrar pela minha cona dentro. Eu estava toda encharcada já. De seguida, não sei qual deles era, tirou da cona e apontou ao meu cuzinho. Cerrei os dentes e senti entrar tudo até os colhões me baterem nas nádegas.
Levei umas bombadas até que passou ao seguinte. Como já estava aberta não custou tanto. A cena repetiu-se e não fiquei a saber quem era quem.
Depois dessa “punição” o Ricardo aumentou a luz e propôs que passássemos à fase seguinte.
O Naldo deitou-se no colchão e eu deitei-me em cima dele com a cona preenchida. Depois veio o outro negro e enfiou-me o caralho no cu. O Ricardo e o Filipe vieram para a frente e obrigaram-me a chupar os dois.
Fomos rodando nas posições enquanto eles mudavam as camisas para a penetração. O broche era feito ao natural.
Não sei quanto tempo estivemos nisto mas sei que me vim umas 3 ou 4 vezes. De vez em quando descansávamos um pouco e voltávamos ao mesmo. Parecia um filme tudo aquilo.
Por fim o Ricardo perguntou-me como queria acabar e eu respondi que gostava que se esporrassem os 4 na minha cara até escorrer pelo corpo. Assim foi. Um a um foram esporrando eu eu sentido aqueles jactos de leite quente a baterem-me na caraao mesmo tempo que escorriam para as mamas.
Foi uma boa surpresa e jurei que a iria repetir numa próxima vez se não com os mesmos mas com outros caso o Ricardo assim achasse.
Vamos ver o que o futuro me reserva.
9年前