Primeira tentativa com a minha tia

Esta história passou-se há muitos anos. Tinha eu uns 15/*******.
Desde essa altura que tinha tesão em mulheres maduras, fossem professoras, tias, vizinhas, atrizes... elas excitavam-me.

Na época, eu tinha explicações de matemática numa zona da cidade de onde sou natural muito pacata. Tinha explicações 1 vez por semana.
Certo dia, ao sair da explicação e a caminho de casa, vi um carro vir no sentido contrário ao meu que identifiquei ser a minha tia. Acenei, ela reconheceu-me e encostou à minha beira. Ela abriu a janela do lugar do passageiro e conversámos ali durante um minuto para saber se estava tudo bem. Ela ia buscar a minha prima a um ATL que havia lá perto e fazia aquele caminho no fim do trabalho.

Despedimo-nos e continuei o meu caminho até casa a pensar que poderia ser uma oportunidade para tentar algo, ou pelo menos, tentar ver se havia alguma recetividade por parte da minha tia.
Assim sendo, na semana seguinte, ao sair da explicação e ao passar naquela rua onde a minha tia também ia passar decidi ir devagar para "forçar" o encontro. Ela nunca mais vinha. Andei paraa frente e para trás durante uns 10 minutos.
Quando ia desistir de esperar eis que vejo o carro dela. Acenei, ela viu-me e encostou à minha beira. Decidi entrar no carro.

Entrei e fui cumprimentá-la com 2 beijinhos na face. Ao fazê-lo, como ela estava com o sinto de segurança, tive que me chegar mais a ela do que ela a mim. Para isso pousei a minha mão na perna dela junto ao joelho para lhe chegar à cara.
Fi-lo de forma a parecer inocente, e assim pareceu.

Falámos durante um bocado sobre omo estavam as pessoas lá em casa (aquela conversa banal de família). Enquanto isso mantive a minha mão sempre na perna dela. A dada altura enchi-me de coragem e decidi tentar algo.
Com a minha mão na perna dela comentei:

Eu: A tia tem as pernas quentes. Lá fora está frio.

(reconheço que foi um comentário um bocado estúpido. Mas eu tinha pouco mais de *******, era imberbe, virgem, desajeitado, e com tesão por mulheres mais velhas)

Ela disse algo como

Tia: É natural. Lá na fábrica está sempre muito quente, é natural que o copor aqueça.

Decidi continuar com aquela conversa das pernas quentes e disse que eu tinha as mãos frias e perguntei "inocentemente" se poderia aquece-las um pouco antes de sair.
Ela disse que sim. Estávamos os 2 sentados no carro dela. Ela no lugar do conduto, eu no passageiro. Eu estava virado para ela. Então pus as duas mãos entre as coxas dela e fui acariciando ao de leve, ao mesmo tempo que alimentava aquela conversa parva.
A dada altura da conversa sugeri que ela não contasse a ninguém aquilo pois oderia ser mal interpretado.

Relembro que tinha *******, e reconheço que aquela abordagem tinha tudo para dar para o torto. Mas na hora, eu tinha o coração a bater a 1000 de nervosismo.

Depois despedimo-nos e cada um seguiu o seu caminho. Quando cheguei a casa fui logo masturbar-me e já a pensar nas abordagens da semana seguinte.

Na semana seguinte, ao sair da explicação tinha no pensamento fazer a mesma coisa: aguardar para ver o carro dela e entrar. Só que desta vez ela nunca mais aparecia e ao fim de 15 minutos decidi ir para casa.
Passou-se outra semana e tinha novamente explicação de matemática. Saí da explicação e segui o meu caminho. Ao passar na tal rua, vi logo o carro da minha tia a aproximar-se. Acenei e ela encostou. Entrei no carro e cumprimentei-a.
Pousei a minha mão na perna dela e ia começar aquela conversa das pernas quentes quando ela me interrompeu. O meu coração parou naquele momento, pois fiquei com medo e nervoso.

Ela disse-me que naquele outro dia, depois do que aconteceu, foi para casa pensar naquilo e deu-se conta que se calhar eu não tinha sido propriamente inocente. E confrontou-me com isso. Naquele momento não sabia o que fazer. Morri de vergonha e admiti e comecei a chorar. Apercebi-me que tinha sido estupido e que tinha sido apanhado.
Ela disse-me que tinha ficado muito preocupada com o que tinha acontecido pois aquilo que eu tinha feito não era normal e tinha ficado até angustiada com aquela situação.
Conversámos quase 1h. Eu chorava e pedia desculpas e pedi para ela não contar a ninguém pois eu ia morrer de vergonha. Ela concordou em não contar a ninguém e prometeu guardar segredo.

Ela assim fez e guardou segredo. Não contou a ninguém e continuou a frequentar a minha casa de forma normal e natural e agimos sempre como se nunca nada tivesse acontecido. Com o tempo isto foi caindo no esquecimento e tivemos sempre uma relação normal de tia/sobrinho. Nunca mais tocámos nem falámos deste assunto até há bem pouco tempo.

Mas isso já é outra história que irei escrever. Só escrevi este para introduzir essa outra história.

発行者 leviare
9年前
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