Ajudando a minha tia
Como escrevi na história anterior sobre a primeira tentativa com uma das minhas tias, o assunto lá descrito nunca foi abordado por nenhum de nós. continuámos a ter uma ótima relação de tia/sobrinho desde aquele episódio. Era como se nunca tivesse acontecido. O tempo foi passando, e uma ******** foi sendo passada sobre o assunto.
Há uns meses atrás os meus tios estavam a passar uma fase muito complicada na vida matrimonial deles. O meu tio tinha arranjado outra e infernizava a vida à minha tia. Ela andava devastada e um pouco enfurecida.
Certa vez, o meu tio foi teve que viajar para França numa viagem de trabalho e a minha tia estava sozinha durante essa semana. Pensei passar lá apenas para ver como ela estava e se precisava de alguma coisa, tipo conversar, consertar alguma coisa, qualquer coisa. Fui lá com a melhor das intenções de forma completamente inocente. A caminho de lá, passei por casa dos meus pais e disse à minha mãe que ia lá. Ela pediu-me para lhe levar umas couves.
Cheguei a casa dela, toquei à campainha e ela abriu-me. Disse-me olá e disse me que já estava a contar comigo pois a minha mãe tinha lhe ligado a avisar que lhe ia levar umas couves.
Entrei e fomos para a sala e estivemos a conversar. Ela chorava enquanto ia contando as amarguras dela. Eu ia ouvindo e tentando dar apoio.
A certa altura eis que temos o seguinte diálogo (mais ou menos, não terá sido exatamente com estas palavras):
Tia: na semana passada desabafei com uma colega no trabalho que tinha passado por algo semelhante e sabes o que ela me disse? disse que se envolveu com um amigo do filho. Que estava a pagar na mesma moeda, e que isso a fez sentir-se melhor. Mas que não contou a ninguém. Mas só por o ter feito já se sentia um pouco mais indiferente às traições do marido.
(Confesso que após ouvir isto me vieram à mente novamente as minhas fantasias por aquela tia, mas senti-me incapaz de tentar o que quer que fosse. Tinha-mos uma ótima relação, desde o tal episódio eu sempre a respeitei, e ela estava vulnerável, não me iria aproveitar disso)
Eu: pois, tia, não sei bem que lhe diga. pondere bem se é isso que quer... quem é a sua colega?
Tia: desculpa, mas não posso dizer. O que eu queria era que as coisas voltassem ao que eram, mas acho que isso nunca mais vai acontecer.
Eu: pode ser que sim
Tia: olha, tu lembraste daquela tua "brincadeira" que me fizeste no carro quando tinhas *******?.
(gelei naquele momento)
Eu: recordo-me +/-, já foi há muito tempo. Mas, tia, eu sempre a respeitei desde esse dia, acho que nunca fiz nada que a fizesse duvidar disso. e nunca contei a ninguém...
Tia: eu também nunca contei a ninguém, mas olha, se fosse hoje que tentasses, talvez eu já não sentisse esta angustia...
Eu: tia, eu gosto muito de si, a tia está vulnerável com esta situação, não acho que deva tentar isso. E com a sua vulnerabilidade, tenho receio que a tia em alguma discussão possa contar o que quer que seja. Por isso tia, mesmo aquilo que aconteceu quando tinha *******, pf não conte a ninguém
Tia: está descansado, que não conto a ninguém
Conversámos um pouco mais. Como já estava a ficar tarde sugeri ir andando. A caminho da porta fui pensando na oportunidade que estava a perder. Tinha a cabeça a mil à hora e o coração a 2 mil. Ao passarmos na cozinha, parei e olhei para a minha tia e disse-lhe:
Eu: tia, eu estou disposto a ajudá-la a ultrapassar esta fase. Aquilo que quiser de mim, ou precisar de mim, eu estou ao seu dispor.
Tia: Obrigado
E demos um abraço demorado. Durante o abraço dei-lhe um beijo na face de disse lhe ao ouvido,
Eu: eu quero ajuda-la, só não conte a ninguém. Naquele momento eu já estava a ficar com tesão e como estávamos abraçados fiz questão que ela o sentisse e deixei-me estar bem encostado a ela. Ela disse-me também ao ouvido
Tia: se calhar é melhor não. desculpa, aquilo falei sem pensar, talvez não seja boa ideia
Dei-lhe um beijo na face e disse lhe "por mim está à vontade, apenas dê o primeiro passo, e não conte a ninguém".
Dei-lhe outo beijo na face e deixei-me estar próximo da cara dela. Íamos-nos olhando e aproximando um do outro. A dada altura parei e deixei-a avançar par mim até que me beijou na boca. Retribui e tivemos aí o nosso primeiro linguado.
Quando parámos de nos beijar disse-lhe que apenas faríamos o que ela quisesse. beijámo-nos outra vez e as minhas mãos voaram até às tetas dela. Comecei por cima da roupa e não encontrei resistência. Então pus logo a mão por baixo da camisola dela e senti aqueles seios na minha mão. Perguntei-lhe se queria que continuasse. Ela disse que sim. Fomos para o quarto de hóspedes que era o mais perto dali. Tirámos a roupa, beijámos-nos, beijei aquelas tetas e perguntei-lhe se ela alguma vez tinha chupado. Disse-me que não que quando tinha relações com o meu tipo, era sexo básico. Perguntei-lhe se queria experimentar mas que estava à vontade se não quisesse. Disse-me que não queria. Respeitei isso e fui lamber-lhe a cona. Ela gemeu e passado um bocado pediu-me para parar e foi chupar-me. Depois disso meti o preservativo e enfiei o meu pau dentro dela. Foi bom, foi gostoso, foi divinal.
Depois daquilo ainda fomos tomar banho juntos. Foi uma sensação espectacular. Finalmente tinha realizado uma das minhas fantasias. Depois disso despedimos-nos e combinamos nunca contar a ninguém nem voltar a falar deste assunto, nem voltarmos a fazer. Foi sugestão dela e eu compreendi. Mas confesso que gostava de voltar ter sexo com ela em segredo.
Acham que devo?
Há uns meses atrás os meus tios estavam a passar uma fase muito complicada na vida matrimonial deles. O meu tio tinha arranjado outra e infernizava a vida à minha tia. Ela andava devastada e um pouco enfurecida.
Certa vez, o meu tio foi teve que viajar para França numa viagem de trabalho e a minha tia estava sozinha durante essa semana. Pensei passar lá apenas para ver como ela estava e se precisava de alguma coisa, tipo conversar, consertar alguma coisa, qualquer coisa. Fui lá com a melhor das intenções de forma completamente inocente. A caminho de lá, passei por casa dos meus pais e disse à minha mãe que ia lá. Ela pediu-me para lhe levar umas couves.
Cheguei a casa dela, toquei à campainha e ela abriu-me. Disse-me olá e disse me que já estava a contar comigo pois a minha mãe tinha lhe ligado a avisar que lhe ia levar umas couves.
Entrei e fomos para a sala e estivemos a conversar. Ela chorava enquanto ia contando as amarguras dela. Eu ia ouvindo e tentando dar apoio.
A certa altura eis que temos o seguinte diálogo (mais ou menos, não terá sido exatamente com estas palavras):
Tia: na semana passada desabafei com uma colega no trabalho que tinha passado por algo semelhante e sabes o que ela me disse? disse que se envolveu com um amigo do filho. Que estava a pagar na mesma moeda, e que isso a fez sentir-se melhor. Mas que não contou a ninguém. Mas só por o ter feito já se sentia um pouco mais indiferente às traições do marido.
(Confesso que após ouvir isto me vieram à mente novamente as minhas fantasias por aquela tia, mas senti-me incapaz de tentar o que quer que fosse. Tinha-mos uma ótima relação, desde o tal episódio eu sempre a respeitei, e ela estava vulnerável, não me iria aproveitar disso)
Eu: pois, tia, não sei bem que lhe diga. pondere bem se é isso que quer... quem é a sua colega?
Tia: desculpa, mas não posso dizer. O que eu queria era que as coisas voltassem ao que eram, mas acho que isso nunca mais vai acontecer.
Eu: pode ser que sim
Tia: olha, tu lembraste daquela tua "brincadeira" que me fizeste no carro quando tinhas *******?.
(gelei naquele momento)
Eu: recordo-me +/-, já foi há muito tempo. Mas, tia, eu sempre a respeitei desde esse dia, acho que nunca fiz nada que a fizesse duvidar disso. e nunca contei a ninguém...
Tia: eu também nunca contei a ninguém, mas olha, se fosse hoje que tentasses, talvez eu já não sentisse esta angustia...
Eu: tia, eu gosto muito de si, a tia está vulnerável com esta situação, não acho que deva tentar isso. E com a sua vulnerabilidade, tenho receio que a tia em alguma discussão possa contar o que quer que seja. Por isso tia, mesmo aquilo que aconteceu quando tinha *******, pf não conte a ninguém
Tia: está descansado, que não conto a ninguém
Conversámos um pouco mais. Como já estava a ficar tarde sugeri ir andando. A caminho da porta fui pensando na oportunidade que estava a perder. Tinha a cabeça a mil à hora e o coração a 2 mil. Ao passarmos na cozinha, parei e olhei para a minha tia e disse-lhe:
Eu: tia, eu estou disposto a ajudá-la a ultrapassar esta fase. Aquilo que quiser de mim, ou precisar de mim, eu estou ao seu dispor.
Tia: Obrigado
E demos um abraço demorado. Durante o abraço dei-lhe um beijo na face de disse lhe ao ouvido,
Eu: eu quero ajuda-la, só não conte a ninguém. Naquele momento eu já estava a ficar com tesão e como estávamos abraçados fiz questão que ela o sentisse e deixei-me estar bem encostado a ela. Ela disse-me também ao ouvido
Tia: se calhar é melhor não. desculpa, aquilo falei sem pensar, talvez não seja boa ideia
Dei-lhe um beijo na face e disse lhe "por mim está à vontade, apenas dê o primeiro passo, e não conte a ninguém".
Dei-lhe outo beijo na face e deixei-me estar próximo da cara dela. Íamos-nos olhando e aproximando um do outro. A dada altura parei e deixei-a avançar par mim até que me beijou na boca. Retribui e tivemos aí o nosso primeiro linguado.
Quando parámos de nos beijar disse-lhe que apenas faríamos o que ela quisesse. beijámo-nos outra vez e as minhas mãos voaram até às tetas dela. Comecei por cima da roupa e não encontrei resistência. Então pus logo a mão por baixo da camisola dela e senti aqueles seios na minha mão. Perguntei-lhe se queria que continuasse. Ela disse que sim. Fomos para o quarto de hóspedes que era o mais perto dali. Tirámos a roupa, beijámos-nos, beijei aquelas tetas e perguntei-lhe se ela alguma vez tinha chupado. Disse-me que não que quando tinha relações com o meu tipo, era sexo básico. Perguntei-lhe se queria experimentar mas que estava à vontade se não quisesse. Disse-me que não queria. Respeitei isso e fui lamber-lhe a cona. Ela gemeu e passado um bocado pediu-me para parar e foi chupar-me. Depois disso meti o preservativo e enfiei o meu pau dentro dela. Foi bom, foi gostoso, foi divinal.
Depois daquilo ainda fomos tomar banho juntos. Foi uma sensação espectacular. Finalmente tinha realizado uma das minhas fantasias. Depois disso despedimos-nos e combinamos nunca contar a ninguém nem voltar a falar deste assunto, nem voltarmos a fazer. Foi sugestão dela e eu compreendi. Mas confesso que gostava de voltar ter sexo com ela em segredo.
Acham que devo?
9年前