Cada vez estou mais aberta
neste momento são dois os machos que me fodem regularmente. um de trinta e tal anos, bem na vida, casado, com um filho bebé. gosta de me visitar em minha casa e oferecer-me presentes. o sexo não é nada de especial, às vezes nem me apaga o tesão, mas dos presentes eu gosto, claro. depois de já me ter oferecido muitas coisas perguntou-me se eu não queria alguma coisa para a casa. um móvel novo para a sala, vêm trazê-lo e montá-lo na próxima semana. não sei quem, mas dá-me tanto tesão imaginar dois ou três homens desconhecidos em minha casa... nunca fiz isso, foder com homens que venham a minha casa em trabalho, mas às vezes ponho-me a ver um vídeo com uma história dessas e fico com vontade que toque um homem toque à campainha para me espetar o caralho e depois fazer algum serviço na casa.
o outro homem, que macho, dos melhores de todos os que conheci, senão o melhor. não sei quase nada dele. é negro, deve ser quarentão, mas nem isso tenho a certeza. um dia fui tratar de umas papeladas do trabalho a uma zona da cidade que conheço mal. antes de vir embora entrei num café para comer alguma coisa e ele estava lá, sentado numa mesa. sozinho, bem vestido, com classe. eu estava ao balcão e comecei a reparar que ele olhava para mim descaradamente, para o meu cu. eu olhava para trás e ele continuava igual sem se preocupar. dava-me tesão, a maneira como ele se comportava, eu tinha mesmo a sensação que aquele era um macho de categoria, que daria umas fodas sensacionais. em poucos minutos fiquei com um tesão enorme e comecei a comportarme como a oferecida que sou. eu queria, precisava de um pau grande e duro que me entrasse pela cona. claro que ele se apercebia disso, mas só muito tempo depois é que me diridiu a palavra. só me perguntou se eu precisava de uma boleia. disse que sim e saímos do café para o carro dele mas eu nem lhe disse para onde queria ir. levou-me para um sítio com pouco movimento, saiu do carro e veio abrir a porta do meu lado, já com o caralho de fora, grande, enorme, como eu queria e precisava. comecei a chupar sem sair do assento. eu adoro chupar caralhos e ainda mais quando são enormes como aquele, mas quando ficou bem duro eu já o queria meter na cona, estava toda molhada. mas ele não quis assim, quis que eu continuasse a chupar e ali era ele quem mandava. depois de uns cinco minutos lá tirou o pau da minha boca e tirou-me do carro. empurrou-me contra um muro, baixou-me as calças e enterrou-me o caralho na cona, por trás, a segurar-me nas ancas. vim-me logo pela primeira vez, quase instantaneamente. e vim-me muitas mais vezes, os orgasmos vinham uns por cima dos outros, cada vez mais fortes. não tenho a certeza mas ele deve ter estado a foder-me por meia hora ou quase, sempre à canzana, sempre sem fraquejar. no final eu já não tinha forças para nada, ele podia fazer o que quisesse de mim. e fez. pôs-me de joelhos e veio-se para a minha cara. até aqui é normal para mim, mas depois.... depois de se vir começou a mijar, para a minha cara. eu sem conseguir fazer nada, sem me desviar, fiquei toda suja.
depois ele levou-me a casa, mas aquilo ainda não tinha acabado. fomos para o chuveiro e ele deu-me banho. depois fomos nus para o sofá e ele começou a acariciar e a lamber-me a cona. lambeu por muito tempo, com aquele homem nada é breve, lambeu até eu me vir mais um par de vezes. depois, depois o machão quis cu, quis-me comer o rabinho. e assim fez, primeiro comigo deitada de costas no sofá, segurando-me nas pernas, depois por trás, deu-me todo aquele caralho gigante no cuzinho.
trocamos números de telefone e combinamos novos encontros e ele foi-se embora. ele não fala muito, mas fode tanto e tão bem. aquele caralho enorme sempre duro como ferro deixa-me sempre a cona toda aberta. e o cu às vezes. em minha casa ou num motel. deste homem não me vou cansar rapidamente.
o outro homem, que macho, dos melhores de todos os que conheci, senão o melhor. não sei quase nada dele. é negro, deve ser quarentão, mas nem isso tenho a certeza. um dia fui tratar de umas papeladas do trabalho a uma zona da cidade que conheço mal. antes de vir embora entrei num café para comer alguma coisa e ele estava lá, sentado numa mesa. sozinho, bem vestido, com classe. eu estava ao balcão e comecei a reparar que ele olhava para mim descaradamente, para o meu cu. eu olhava para trás e ele continuava igual sem se preocupar. dava-me tesão, a maneira como ele se comportava, eu tinha mesmo a sensação que aquele era um macho de categoria, que daria umas fodas sensacionais. em poucos minutos fiquei com um tesão enorme e comecei a comportarme como a oferecida que sou. eu queria, precisava de um pau grande e duro que me entrasse pela cona. claro que ele se apercebia disso, mas só muito tempo depois é que me diridiu a palavra. só me perguntou se eu precisava de uma boleia. disse que sim e saímos do café para o carro dele mas eu nem lhe disse para onde queria ir. levou-me para um sítio com pouco movimento, saiu do carro e veio abrir a porta do meu lado, já com o caralho de fora, grande, enorme, como eu queria e precisava. comecei a chupar sem sair do assento. eu adoro chupar caralhos e ainda mais quando são enormes como aquele, mas quando ficou bem duro eu já o queria meter na cona, estava toda molhada. mas ele não quis assim, quis que eu continuasse a chupar e ali era ele quem mandava. depois de uns cinco minutos lá tirou o pau da minha boca e tirou-me do carro. empurrou-me contra um muro, baixou-me as calças e enterrou-me o caralho na cona, por trás, a segurar-me nas ancas. vim-me logo pela primeira vez, quase instantaneamente. e vim-me muitas mais vezes, os orgasmos vinham uns por cima dos outros, cada vez mais fortes. não tenho a certeza mas ele deve ter estado a foder-me por meia hora ou quase, sempre à canzana, sempre sem fraquejar. no final eu já não tinha forças para nada, ele podia fazer o que quisesse de mim. e fez. pôs-me de joelhos e veio-se para a minha cara. até aqui é normal para mim, mas depois.... depois de se vir começou a mijar, para a minha cara. eu sem conseguir fazer nada, sem me desviar, fiquei toda suja.
depois ele levou-me a casa, mas aquilo ainda não tinha acabado. fomos para o chuveiro e ele deu-me banho. depois fomos nus para o sofá e ele começou a acariciar e a lamber-me a cona. lambeu por muito tempo, com aquele homem nada é breve, lambeu até eu me vir mais um par de vezes. depois, depois o machão quis cu, quis-me comer o rabinho. e assim fez, primeiro comigo deitada de costas no sofá, segurando-me nas pernas, depois por trás, deu-me todo aquele caralho gigante no cuzinho.
trocamos números de telefone e combinamos novos encontros e ele foi-se embora. ele não fala muito, mas fode tanto e tão bem. aquele caralho enorme sempre duro como ferro deixa-me sempre a cona toda aberta. e o cu às vezes. em minha casa ou num motel. deste homem não me vou cansar rapidamente.
8年前