A enfermeira Luísa

A enfermeira Luísa


Hoje esta um belo dia de chuva. A urgência esta cheia de feridos e doentes, não faltam pessoas por todo o lado à espera de serem consultados e encaminhados para as enfermarias, não há mãos a medir
As minhas coelas e os meus colegas mal se cumprimentam, mas perto das 2h da manhã a coisa acalma, no refeitório procuramos um pouco de conforto, num chã num café numa sopa, sentados de frente uns para os outros seguimos o ritual que um a um fazemos médicos enfermeiros e demais pessoal do hospital.
À minha frente senta-se a Luísa, uma amiga de longa data, aliás bem mais que amiga, somos amantes quando ela tem disposição e tempo para estarmos juntos. Tudo começou há uns anos a luisa então andava desanimada e num dia em que estava para aí virada abriu-se comigo. O marido não lhe dava atenção dizia ela. Fui desculpando com o trabalho que tinhamos e que provavelmente era uma questão de tirar um fim de semana um jantar e ela acabaria por ter a atenção pretendida. Ela a custo foi confessando que o problema era bem outro, a atenção era de outro tipo. Depois de muitas voltas e de uma conversa redonda que inicialmente não dava uita atenção percebi que se tratava de atenção sexual. O marido tinha dificuldades de erecção e para acrescer a isso nos últimos tempos estava sempre a pedir-lhe para arranjar um colega que se juntasse a eles para a FODER, dizia ela mudando de voz, mas pronunciado baixo e olhando para todo o lado.
Eu ainda perguntei olhando nos olhos e tentado ler nos lábios a ver se tinha percebido mal. É que era inesperada aquela situação, jamais me passaria pela cabeça ter um convite daqueles, mas era irrecusável. A Luísa depois se confirmar o que eu inicialmente tinha ouvido perguntou-me se eu estava disponível.
Ainda com um nó na garganta respondi-lhe que sim, que era uma questão de ver com ela e marido como os podia ajudar. Confesso que estava atarantado com aquilo. Escusado será de dizer que num segundo passei a ver a Luísa de forma bem diferente. Enquanto a ouvia pensava e olhava para o corpo dela, através da bata eu via a sua lingerie, estava calor o seu peito grande, talvez uma copa C deixava bem visíveis os mamilos duros os bicos eram tão percetíveis que até me feriam os olhos. Olhava também os seus lábios, e a medida que falava mais me apetecia beija-los.
Naquela noite ficou combinado eu tomar um café na noite seguinte com ela e o marido. Ela era uma senhora já de uns 50 anos e os filhos há muto que tinham deixado a casa. Cada um estava há anos por sua conta.
Quando a Luísa se levantou para voltar ao serviço a bata abriu-se e pude ver as suas virilhas, tinha a clara sensação que ela tinha a cona depilada.
Ela apoiando-se na mesa com uma mão, parecia que me estava a dar-me a mão. eu prontamente cobri com a minha e ela olho para mim. Levantei-me e puxei-a de encontro ao meu corpo. Num flash a minha piça ficou dura e ao abraça-la senti a piça dura encontra à sua virilha.
Não havia ninguém na sala e ela não recusou nenhum dos meus avanços. Meti-lhe a mão por baixo da bata e rapidamente cheguei a sua cona.
Ela sussurrou-me ao ouvido, tranca a porta. Assim fiz, foi tão rápido que tive de voltar a trás a verificar se estava bem fechada.
Quando voltei ela estava sentada na mesa que tínhamos bebido o chã. De pernas abertas e bata aberta. Encostei-me a ela e enquanto lhe dava um beijo ela abriu-me a braguilha puxou-me a piça. Eu desapertei as calças enquanto ela me esfregava o pau. Se este estava duro então passou a estar ainda mais em brasa, sentia-o a queimar.

Ela e caminhou-o para o meio das suas pernas, levantou-as e estas ficaram à altura dos meus ombros. Deitei-a para trás e segurando-a pelas coxas comecei a penetra-la, ela estava apertada, quente e pouco húmida, notava-se a falta de piça e de impreparação para o que estávamos a fazer. Notava-se que tinha sido.
O desespero do momento que a tinha levado àquilo. Embora com bastante atrito eu empurrei com força e ao gemido dela juntei o meu, mas quando recuei senti a piça e a cona mais molhada, abraçado a ela acelerei os movimentos, não a conseguia beijar, mas de uns movimentos mais difíceis passamos para uns movimentos mais fluidos, ela estava húmida a piça em brasa e ao fim de 10 minutos arfávamos os dois ao mesmo ritmo, nem terá sido necessário mais de um quarto de hora para que nos tenhamos vindo. Nem ela nem eu nos lembramos de procurar preservativo, e eu vim-me até ao fim, descarreguei os meus tomates tudo, mesmo tudo que tinha, e ficamos assim um ou dois minutos. Quando recuperamos daquele momento ela só disse “temos de fazer isto logo, quer o meu marido queira quer não”.

Depois de cada um se por em condições de voltar ao trabalho demos um beijo e saímos à vez. Primeiro ela depois eu.
Naquele dia ficamos por ali, o nosso turno acabou às 8h da manha e no dia seguinte folgávamos.

Hoje era novamente véspera de folga, desde essa primeira vez no refeitório/ sala de café do hospital já tanto se tinha passado. Sempre que possível juntávamos as nossas folgas, com marido ou sem marido ela estava sempre bem consolada comigo. Já tínhamos fodido em quase todo o lado nos hospital e fora, em casa dela ou em locais públicos, nunca houve impedimento para fodermos.
Naquela noite de chuva a tensão era muita e já perto das 4 da manhã estávamos uns 4 na sala do café (ela e eu e mais dois colegas) quando um dos que estava connosco diz, que o que lhe apetecia era uma foda. Embora houvesse conversas deste tipo entre homens la na sala nunca o fizemos na presença de uma senhora. Acho que o colega não se tinha apercebido e a Luísa quando se levantou ele ficou atrapalhado, pediu desculpa, mas a Luísa é uma mulher de fibra e agarrou-o pelos colarinhos e baixou-o, ele ajoelhou-se e ela empurrando-o meteu a cabeça entre as suas pernas, por baixo da bata ele não recusou, começou a lambe-la. Ela revirava os olhos e eu comecei a esfregar a minha piça, enquanto me encaminhava para a porta, para a trancar.
O outro colega quando me virei já estava de piça de fora a masturbar, eu fiz o mesmo.
Ela deitou-se numa mesa que estava perto e abriu a bata expondo as suas mamas albas de mamilos bem gordinhos e escuros.
Já de pau duro afastei o meu colega que a lambia e enterrei-lhe a piça na cona. Os outros colegas esfregavam as suas piças nas mamas e ela com as mãos afagava-as. Eu segurando-lhe as pernas, ia-a fodendo na cona, agora mais macia e húmida, que das primeiras vezes. Os colegas, um de cada lado estavam a ser mamados por ela e quando me vim achei que era altura de convidar um dos colegas para lhe comer o cu. Sim agora mesmo em casa dela só eu é que tinha direito a comer a cona nem mesmo o marido, na verdade esse queria mesmo era que lhe comessem um cu e que o deixassem lamber os sumos depois da foda.
A Luísa virou-se de barriga para baixo, ficando com o rabo à mostra, toda exposta o meu colega colocou-se atrás dela e de uma só vez entrou pelo cu dela. O outro colega continuava a ser chupado por ela enquanto eu consolado bebia um café.
O colega que lhe comia o cu em pouco tempo fiou aviado e ela ainda não estava consolada apesar dos gemidos insinuantes. Avisei o colega que estava a ser mamado que era a hora dele dar o melhor e comer-lhe o cu. Assim ele fez e em poucos minutos também ficou fira de combate. Eu já a recuperado do primeiro round viro-a ao contrario e começo novamente a foder a cona, mas ao fim de uns minutos ela diz que querer é ser comida no cu.
Faço-lhe a vontade e ela oferece-me o cu eme brasa
Eu seguro-lhe as mãos e encosto à parede, com as mãos por cima da cabeça vou-lhe fodendo o cu, ela começa a gemer cada vez mais alto, enfio-lhe umas palmadas nas nalgas e a cada splash ela dá um grito cada vez mais profundo.
Ela deixa verter alguns sumos e eu continuo. Os outros colegas agora só vêm, incrédulos, mas cheios de tesão
A cada nova estocada ela responde com mais um esguicho, finalmente ela vem-se e eu com a piça em brasa acabo por dar por encerrada a sessão. Parece que tinha sido combinado, mas enquanto recolhia a piça um aviso sonoro anuncia que estão a chegar feridos de um acidente rodoviário e são solicitados todos os funcionários para a urgência.
Cada um cuida de si e sem mais palavras voltamos todos á urgência.
Parecia que aquilo não tinha acontecido. No final da noite, um dos que teve na sala dizia que tinha acontecido uma coisa boa durante aquele turno mas não sabia se tinha sido mesmo um sonho ou realidade.
発行者 Mmel
8年前
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