Minha história sexual desde a infância - parte 11
MINHA HISTÓRIA SEXUAL DESDE A INFÂNCIA - PARTE 11
Prosseguindo com minhas aventuras sexuais, hoje vou falar um pouco sobre mais sobre a Bia e as coisas que têm acontecido entre nossas famílias.
Na última publicação eu falei sobre os ménages que eu e minha esposa fizemos com a Bia, no nosso apartamento na Praia Grande e também disse que depois daquele final de semana já tivemos oportunidade de fazer isso mais algumas vezes, sendo que a última vez foi também na Praia Grande no início do mês de Abril de 2018. Nessa ocasião nós combinamos com a Bia de buscá-la na casa dela na sexta-feira logo depois que chegasse da Faculdade, por volta das 23 horas e ela nos perguntou se podia levar seu irmão junto. Nós concordamos e então pedimos para meus pais, que também iriam descer, passarem na minha casa no final do dia e levarem nossos filhos, dessa forma a Bia e seu irmão, que passarei a chamar de Vítor, iriam comigo e minha esposa no nosso carro. Então fomos para a casa deles um pouco antes do horário combinado e quando chegamos ela e seu irmão já estavam prontos, apenas ajeitaram suas mochilas no carro e partimos. Durante a viagem a Bia, que já nos conhecia muito bem, estava totalmente à vontade e conversava muito com a gente, mas seu irmão também pareceu um rapaz muito educado, embora um pouco introvertido, ao contrário dela, e era na verdade um rapaz muito bonito. Como eu disse na história anterior, a Bia não é o que eu classificaria como “linda”, mas é bem bonita, além de ter um corpo muito bonito e por ser tão simpática a gente também acabava achando que ela era linda, e ela estava ainda mais bonita nesse final de semana pois fez alongamento dos cabelos e isso combinou muito com o rosto dela.
Chegamos na Praia Grande logo depois da meia-noite e minha mãe havia preparado uns petiscos e meu pai já tinha abastecido a geladeira com vinho e cerveja. Assim que entramos no apartamento o Vítor cumprimentou meu filho com um aperto de mãos e abraçou minha filha dando-lhe um beijinho na boca, a seguir meus pais, que estavam na cozinha, vieram para a sala e ambos abraçaram calorosamente a Bia e o Vítor e nos convidaram para ir até a cozinha preparar um pratinho com alguma coisa para petiscar ou mesmo jantar. Então nós fomos até a cozinha e pegamos alguns petiscos e bebidas e voltamos para a sala, sentando-nos na mesa onde normalmente fazemos as refeições e nesse momento meus filhos se juntaram a nós e o Vítor a partir daí pareceu se sentir mais à vontade. Não fazia muito calor, mas mesmo assim todos estavam com roupas bem leves, no entanto ninguém estava nu, como fazemos habitualmente quando estamos apenas em família. Depois do lanche a minha esposa, minha filha e o Vítor foram para a sacada, onde permaneceram conversando por mais de uma hora e nesse meio tempo meus pais foram dormir e eu, meu filho e a Bia permanecemos conversando na mesa, até que os três que estavam na varanda se juntaram a nós e nesse momento começamos a decidir onde cada um iria dormir. Ninguém quis dormir no quarto com meus pais, então o Vítor e o meu decidiram dormir na sala, pois assim poderiam ficar jogando videogame até de mad**gada e as meninas dormiriam no quarto comigo e com minha esposa, então eu e minha esposa fomos tomar um banho e a Bia e minha filha foram para o quarto depois que os garotos pegaram o que precisavam para passar a noite.
Quando entramos no quarto ficamos surpresos pois a minha filha e a Bia estavam deitadas na cama de casal completamente nuas e minha filha disse em tom de brincadeira, que elas iriam dormir lá e que eu e minha esposa dormiríamos no beliche. Nessa hora eu tirei o short que havia colocado após o banho e pulei em cima da minha filha dizendo que ela seria meu colchão naquela noite, e a minha mulher, que havia colocado apenas um roupão após o banho, também o tirou e pulou em cima da Bia dizendo que se fosse assim, ela também seria seu colchão naquela noite. Minha filha me abraçou e disse, rindo muito, que não me aguentava, que eu estava muito gordo e portanto eu é que devia ser o colchão dela, então eu me deitei ao lado dela e a puxei para cima de mim, dizendo que concordava em ser seu colchão, enquanto isso a minha esposa se mantinha abraçada à Bia e eu percebi que na verdade elas já trocavam carinhos discretos. Essa brincadeira com a minha filha acabou me deixando de pau duro e minha filha logicamente percebeu e ajeitou seu corpo de modo que meu pau ficasse exatamente entre os lábios de sua bucetinha, que também ficou rapidamente molhada de tesão e se ela não fosse virgem com certeza meu teria entrado dentro dela, mas depois de algumas esfregadas ela se levantou e foi apagar a luz, que ainda estava acesa. Nesse momento a minha esposa saiu de cima da Bia e se deitou na parte central da cama entre ela e eu, e a minha filha quando voltou se deitou ao meu lado, me abraçando e colocando a perna em cima do meu pau. A nossa cama é de tamanho padrão, tem 1,38m de largura, com isso nós ficamos todos colados um ao outro, eu deitado de costas com a minha filha abraçada comigo do lado direito, minha esposa também deitada de costas do meu lado esquerdo e a Bia do lado esquerdo dela, também abraçada a ela. Eu coloquei meu braço esquerdo propositalmente por baixo do pescoço da minha esposa de um modo que minhas mãos ficavam exatamente na altura dos peitos da Bia e enquanto estávamos nessa posição, com o quarto totalmente escuro, eu alisava os peitos da Bia e da minha esposa alternando entre uma e outra, enquanto a gente conversava sobre vários assuntos, e durante esse tempo eu sentia que a Bia também alisava os peitos da minha esposa e vez ou outra passava a mão na bucetinha dela.
Eu sentia que a minha filha estava com a buceta encharcada de tesão, mas não sabia como fazê-la gozar naquela situação, então minha esposa se virou para o lado da Bia e a abraçou, eu senti isso pois permaneci com o braço entre as duas e com isso sabia de todos os seus movimentos, e quase no mesmo instante a minha filha se afastou um pouquinho de mim e começou a me bater uma punhetinha, delicadamente, desse modo eu pude colocar o braço entre nós e comecei a alisar seu grelinho e a bucetinha e pouco depois ela gozou, se controlando muito para não fazer nenhum barulho que demonstrasse isso. A seguir ela sussurrou bem baixinho no meu ouvido que isso tinha sido muito bom, mas iria querer bem mais da próxima vez, então eu lhe dei alguns beijos e também sussurrei que lhe daria bem mais da próxima vez. Mesmo enquanto a gente se alisava e esfregava, continuamos conversando com naturalidade, mas logo depois que gozou, minha filha disse que iria para sua cama, perguntando se a Bia também iria, ao que esta respondeu que o papo estava bom e só sairia dali se a gente a expulsasse da cama ou depois que todos estivessem ********. Aí a minha filha se levantou, desejou boa noite a todos e deitou-se na parte de cima da beliche, e pouco tempo depois se podia ouvir claramente o seu respirar pesado, que demonstrava que ela já estava realmente ********. Assim que ela foi para a beliche eu me virei para minha esposa, que estava de costas para mim, e encaixei meu pau no reguinho do cuzinho dela e comecei a esfregar vagarosamente, enquanto que com a mão direita eu recomecei a alisar os peitos dela e da Bia. Nesse momento elas estavam de frente uma para a outra e com as pernas encaixadas uma na outra, assim meu pau ficava prensado entre a perna da Bia e a buceta e cuzinho da minha esposa. Logo que tivemos certeza que minha filha estava ********, a Bia se ajoelhou em cima da minha esposa e ambas começaram a esfregar as bucetas enquanto eu chupava os peitos delas alternadamente. Depois eu me posicionei sobre uma das pernas da minha esposa e com uma das mãos eu alisava os peitos de ambas alternadamente e com a outra comecei a alisar e enfiar os dedos nos cuzinhos delas, que gozaram longamente pouco depois.
Assim que gozaram a Bia se deitou em cima da minha esposa e logicamente eu já estava louco para gozar também, então eu me ajoelhei entre as pernas de minha esposa e comecei a esfregar o pau por alguns instantes na bucetinha e no cuzinho da Bia, a seguir o enfiei o mais fundo que pude dentro da buceta dela e dei algumas estocadas, a seguir tirei de dentro dela e enfiei entre a buceta dela e a buceta da minha esposa para a seguir enfiá-lo na buceta da minha esposa o que a fez gozar pela segunda vez logo a seguir. Assim que ela gozou eu voltei para a buceta da Bia, mas ela o pegou com a mão e enfiou no próprio cuzinho pedindo para eu gozar dentro dele, o que aconteceu depois de algumas estocadas mais fortes. Logo depois que eu gozei as duas se separaram e eu me deitei entre elas puxando-as delicadamente para ambas ficarem de frente para mim e nessa posição ficamos os três abraçados enquanto eu as beijava alternadamente e ao mesmo retomamos as conversas de antes do sexo. E o assunto, desta vez, passou a ser somente sobre sexo entre nossas famílias. A Bia disse que já havia conversado com seu irmão sobre a possibilidade dele participar de um ménage comigo e a minha esposa ou então de um swing com eles dois, eu e minha esposa e ele disse que toparia sem nenhum problema, mas que o sonho dele é um ménage com minha filha e minha esposa. Então eu perguntei se ela já havia tido algum relacionamento com seu irmão e ela confirmou que sim, que desde crianças eles sempre se beijavam na boca e sempre que tinham oportunidade mantinham relações sexuais, que ora ele comia seu cuzinho, ora a bucetinha, ora faziam sexo oral e até 69, mas há algum tempo não faziam nada disso, a última vez tinha sido há mais ou menos dois anos, mas também disse que sentia muita falta disso. Minha esposa disse que toparia transar com ele, afinal ela sempre adorou um novinho, mas achava que não gostaria de ver os irmãos transando entre si, portanto não estava propensa a aceitar um swing ou ménage com a Bia e o irmão dela, mas depois de algumas conversas, para minha alegria, ela concordou em fazermos um swing ou ménage com ele. A Bia disse que acertaria isso com ele e pouco depois foi para seu beliche e todos dormimos.
O dia seguinte foi um dia normal, passeamos durante o dia, almoçamos em um restaurante no Centro de Santos e só voltamos para o apartamento no meio da tarde. Nesse dia o Vítor parecia bem mais à vontade com todos nós, mas ficou praticamente todo o tempo junto com minha filha. No final da tarde eu, minha esposa e meus pais saímos para fazer uma caminhada, enquanto que meus filhos, a Bia e o Vítor preferiram ficar no apartamento jogando um jogo de dados (não sei o nome). Voltamos por volta de 20 horas e todos ainda estavam na mesa jogando e, com exceção do meu filho, tomando vinho suave. A minha filha não é acostumada a beber, vez ou outra ela toma um pouco de caipirinha mas sem exageros, no entanto parece que nesse dia havia bebido demais, pois estava falando mole e rindo de tudo. Alguns minutos depois eles pararam de jogar e minha filha foi tomar banho e pediu para minha esposa ir junto com ela alegando que não estava se sentindo bem. Minha esposa então foi ajudá-la no banho e depois do banho minha filha foi direto para o quarto, se deitou na parte de baixo da beliche e dormiu profundamente, só acordando no dia seguinte quase às 10 horas da manhã. Meus pais ficaram preocupados pois ambos estavam se tratando de uma virose adquirida durante essa mesma semana e acharam que ela também podia ter pego essa virose, mas minha esposa explicou que não era nada disso, que na verdade ela tinha bebido demais e estava embriagada, mas que no dia seguinte estaria bem. Continuando a conversa com meus pais, eles disseram que com os remédios já haviam melhorado um pouco, mas se dependesse deles iriam embora naquela hora, pois se sentiriam melhor na casa deles. Meu filho ouviu isso e se aproximou dizendo que se eles quisessem vir naquela hora ele também viria pois queria assistir uma competição de natação que haveria no clube com participação de muitos amigos dele e então meus pais ajeitaram suas coisas, meu filho se trocou e eles voltaram para São Paulo.
Assim que eles partiram, eu e minha esposa fomos para a cozinha preparar uns lanches e a Bia e o Vítor foram para a sacada. Minha esposa começou a tomar vinho e a Bia e o Vítor também continuavam tomando vinho na sacada. Quando os lanches ficaram prontos nós os chamamos à mesa e imediatamente começaram as conversas maliciosas, mas não precisou de muito tempo para a Bia dizer que tinha conversado com o Vítor e ele estava doido por um ménage ou swing entre nós. Como os três já haviam bebido bastante, todos pareciam muito alegres e desinibidos, a Bia foi a primeira a tirar a blusa, incentivada pelo Vítor, e em seguida nós três começamos a incentivar a minha esposa a fazer o mesmo e ela também tirou sua blusa e é claro que ambas estavam sem soutien. O Vítor, ao ver os peitos da minha esposa, pareceu ficar hipnotizado pois não conseguia tirar os olhos deles e eu, por outro lado, estava delirando com a situação, então sugeri que todos tirássemos toda a roupa, já que todos éramos naturistas e sabíamos o que estava para acontecer, o que foi imediatamente aceito por todos. A Bia novamente foi a primeira a tirar toda a roupa, seguida pelo Vítor, minha esposa e eu e foi ela também que logo a seguir sugeriu que fôssemos para o quarto, e como meus pais já haviam voltado para São Paulo, fomos todos para a suíte.
Logo que nos deitamos a Bia pegou o pau do Vítor e começou a lhe bater uma punhetinha e ele, que desde que as mulheres tiraram a roupa já estava de pau duro retribuiu, primeiramente alisando também a bucetinha da Bia e a seguir passou a alisar os peitos e a bucetinha da minha esposa. Achei interessante ele agir dessa forma pois ainda é bem jovem e eu achava que ele era mais tímido, mas gostei do fato de eles tomarem a iniciativa porque assim minha esposa pareceu se sentir mais à vontade, e assim que o Vítor começou a tocá-la ela retribuiu pegando no pau dele juntamente com a Bia com uma das mãos, enquanto que com a outra começou a me bater uma punheta. Nessa hora eu também comecei a alisar a bucetinha da Bia, que logicamente estava ensopada de tesão e então o Vítor passou a se dedicar exclusivamente à minha esposa, ajoelhando-se sobre ela e fazendo uma espanhola em seus peitos. Durante esse ato ela dava algumas chupadas no pau dele, que surpreendentemente parecia muito desinibido e agia como se isso fosse totalmente natural na vida dele, a seguir ele delicadamente a virou de costas para cima e começou a esfregar o pau no seu reguinho. Eu ainda não havia tocado na buceta da minha esposa, mas imaginava que ela também deveria estar regada de tesão, afinal ela nunca negou o tesão que sentia por garotos, e aquele era um garoto muito atraente, tinha o pau um pouco mais comprido que o meu, embora fosse um pouco mais fino, mas estava duro como um pedaço de peroba e com certeza ela estava doida para senti-lo todinho dentro dela, o que não demorou para acontecer. Depois de algumas esfregadas minha esposa levantou um pouco a bunda para facilitar a penetração do pau na buceta e ele enfiou lentamente, assim que enfiou tudo deu uma parada e ficou alguns segundos apenas com o pau cravado na buceta dela, depois começou os movimentos de vai-e-vem bem pausados, como se quisesse prolongar aquela sensação por mais algumas horas.
Durante esse tempo a Bia também se deitou de lado e começou a chupar meu pau enquanto eu prosseguia alisando seu grelinho e a bucetinha e vez ou outra enfiava o dedo no cuzinho dela, que gemia cada vez que eu fazia isso. Depois eu notei que o Vítor havia tirado o pau da buceta da minha esposa e apenas o esfregava no reguinho, ameaçando enfiá-lo no cuzinho dela, mas não fazia isso. Então eu comecei a alisar também a bucetinha e o cuzinho dela e depois de alguns instantes peguei no pau do Vítor e comecei a enfiá-lo no cuzinho da minha esposa, pois imaginei que ele estava doido para fazer isso mas não tinha coragem pois não sabia se ela gostaria. Confesso que antes de enfiá-lo no cu da minha esposa a minha vontade era chupar um pouco aquele pauzão, mas fiquei meio sem jeito de fazer isso na frente da minha esposa e também não sabia qual seria a reação do Vítor. Então a Bia se deitou de bruços e eu subi em cima dela e comecei a esfregar o pau na buceta e no cuzinho, até que ela fez quase igual à minha esposa, ajeitando a bunda de um modo que meu pau entrou na bucetinha dela facilmente, ao que ela começou a gemer e suspirar de tanto tesão que sentia. Minha esposa também parecia estar nas nuvens com aquele pau enorme no cuzinho e gemia e suspirava bastante, principalmente depois que ela ficou de joelhos e o Vítor manteve o pau enfiado no cuzinho e ao mesmo tempo alisava seus peitos com as mãos debruçado sobre ela. Eu e a Bia fizemos diferente, eu me deitei e ela se sentou no meu pau guiando-o para dentro da sua buceta, cavalgando como uma verdadeira amazona até que em poucos minutos gozou soltando gritos abafados de tesão. Nessa posição eu alisava a bucetinha da minha esposa com a mão esquerda e ela gozou quase no mesmo instante que a Bia, também gemendo alto e dando gritos baixinhos que demonstravam que ela estava tendo um orgasmo muito intenso, e assim que ela gozou o Vítor cerrou os olhos e começou a estocar mais forte o cuzinho dela, gozando longamente. A seguir ele se deitou atrás da minha esposa, ficando abraçado de conchinha com ela e ambos observando a mim e à Bia. Então a Bia se deitou de costas e me puxou sobre ela na posição papai e mamãe e nessa posição eu acabei gozando alguns minutos depois e a Bia também gozou novamente no mesmo instante que eu.
Aí eu me deitei atrás dela, exatamente como o Vítor fez com minha esposa e a abracei segurando um de seus seios e o Vítor fez o mesmo com minha esposa. Nessa hora começamos a conversar um pouco sobre essa relação e tanto eu quanto minha esposa elogiamos o comportamento do Vítor, e a Bia então explicou que sexo não era novidade para ele e contou para ele que já tinha nos falado sobre os relacionamentos sexuais deles, portanto ele não precisava ficar constrangido em falar sobre isso. Então ele confirmou o que a Bia já nos havia contado e também falou que já tinha tido relações com outras garotas, mas em nenhum momento falou nada sobre nossa filha, entretanto garantiu que foi a primeira vez que participou de um swing e que estava adorando a experiência, que a gente poderia contar com ele sempre que quisesse para fazer isso de novo, e a Bia disse que fazia dela as palavras ditas por ele. Aí eu, maliciosamente, perguntei se ele se sentiu incomodado quando eu peguei no pau dele para guiá-lo para o cuzinho da minha esposa e ele respondeu que não, que na verdade ele estava louco para enfiá-lo no cuzinho dela mas estava com um pouco de medo de ela não gostar e que a minha contribuição foi maravilhosa nesse sentido. Ele garantiu que nunca teve nenhum relacionamento homossexual mas achava que se acontecesse encararia numa boa, que o mais importante é aproveitar o prazer proporcionado pelo sexo e não o fato de ser com um homem ou com uma mulher. Essa declaração me deixou otimista com a possibilidade de eu poder chupar o pau dele em outra oportunidade e logo que ele falou isso a minha esposa contou que certa vez eu havia lhe dito que tinha a fantasia de chupar um pau, ao que eu retruquei que isso era apenas uma fantasia, mas o Vítor disse que não via nada demais nisso, que na verdade ele também tinha essa fantasia desde que passou a se considerar adulto pois só tinha chupado alguns pintos de outras crianças quando era bem pequeno, mas também não tinha certeza se isso era apenas fantasia ou desejo, mas que se tivesse que acontecer com certeza aconteceria naturalmente.
Essa conversa foi ficando cada vez mais animada e depois de algum tempo nos esfregando todos ficamos novamente com tesão e começamos a ir mais fundo nos desejos. Desta vez a minha esposa começou a chupar meu pau e a Bia a chupar o pau do Vítor, logo depois eu e minha esposa começamos a fazer um 69 e fomos imitados pela Bia e o Vítor, mas em posições invertidas, ou seja, eu estava por baixo da minha esposa e o Vítor por cima da Bia. Nessa posição eu comecei a alisar um dos seios da Bia com a mão e ela, a certa altura, pegou minha mão e guiou até o pau do Vítor que ela segurava com a outra mão e ficamos juntos lhe batendo uma punheta enquanto ele chupava a buceta dela e eventualmente parava, dava alguns beijos na minha esposa e voltava a chupar a buceta da Bia. Depois de algum tempo o Vítor começou a alisar os peitos da minha esposa, que percebeu o que a Bia havia feito comigo e decidiu fazer o mesmo com o Vítor, pegando a mão dele e guiando até meu pau, sem que ele demonstrasse nenhuma insatisfação com isso, ao contrário, começou a me bater uma punheta vigorosa junto com minha esposa e assim ficou por algum tempo. Depois, a minha esposa se sentou em meu pau de costas pra mim, uma das posições prediletas dela, e começou a cavalgar bem devagarinho, curtindo cada momento, enquanto isso eu enfiava o dedo no cuzinho dela e o Vítor já tinha se virado e começou a comer a bucetinha da Bia, mas logo depois a Bia também se levantou e se ajoelhou sobre a minha cabeça para que eu a chupasse e claro que eu gostei da ideia e comecei a lamber do seu grelinho até o cuzinho alternadamente. Nesse momento o Vítor ficou de pé em frente à minha esposa e ela começou a chupar o pau dele freneticamente durante alguns minutos, o que fez com que nós três gozássemos quase que simultaneamente, apenas a Bia demorou um pouco mais mas também gozou pouco depois enquanto eu permanecia chupando mais vigorosamente o seu grelinho.
Depois que todos gozamos essa segunda vez já era alta mad**gada e a Bia achou melhor ir dormir no quarto onde estava a minha filha, até para não levantar suspeitas no dia seguinte, mas o Vítor ficou mais algum tempo conversando comigo e com a minha esposa e nos disse que tinha sido a melhor trepada da vida dele, embora ele ainda não tivesse tido tantas experiências sexuais e disse também que ficou muito tentado a chupar meu pau e que se eu não me importasse ele faria isso em outra ocasião e eu disse que por mim tudo bem, mas que eu também gostaria de chupar o pau dele e combinamos de fazer um novo swing ou um ménage assim que fosse possível. Depois ele também foi para o outro quarto e eu e minha esposa ainda conversamos um pouco mais sobre o que aconteceu essa noite e acabamos ********. Quando amanheceu eu fui o primeiro a me levantar e fui olhar como estavam as coisas no quarto ao lado e me surpreendi porque a Bia e a minha filha estavam juntas na cama de casal, completamente nuas, e o Vítor também estava totalmente nu na parte de baixo da beliche, mas esperei todos levantarem e só no final do dia a Bia me disse que achou melhor dormir com minha filha porque ela estava bêbada e talvez fizesse alguma coisa com o Vítor e depois se arrependesse. Dei graças a Deus por dentro quando ela me falou isso, embora eu já soubesse de algumas coisas que minha filha e o Vítor haviam feito nos últimos tempos.
No fim do dia voltamos para São Paulo e praticamente não falamos nada sobre sexo durante o Domingo, apenas fizemos um acordo que ninguém jamais poderia saber disso e combinamos que assim que possível a gente iria junto para Campos do Jordão e tentaria repetir tudo por lá. Hoje eu continuo comendo minha mãe e o cuzinho da minha filha sempre que possível e minhas relações sexuais com minha esposa melhoraram ainda mais desde que começamos a praticar o ménage e o swing. Ainda não conseguimos ir para Campos do Jordão como havíamos combinado, mas já combinamos de ir passar lá o feriado de Corpus Christi e desta vez a família da Bia vai completa. Termino dizendo que ainda não tirei o cabaço vaginal da minha filha (embora ela venha insistindo) e que terminei de vez o relacionamento que tive por algum tempo com um amigo casado. Também reafirmo que tudo que escrevi aqui é 100% real e assim que tiver alguma situação nova eu publico neste mesmo site.
Prosseguindo com minhas aventuras sexuais, hoje vou falar um pouco sobre mais sobre a Bia e as coisas que têm acontecido entre nossas famílias.
Na última publicação eu falei sobre os ménages que eu e minha esposa fizemos com a Bia, no nosso apartamento na Praia Grande e também disse que depois daquele final de semana já tivemos oportunidade de fazer isso mais algumas vezes, sendo que a última vez foi também na Praia Grande no início do mês de Abril de 2018. Nessa ocasião nós combinamos com a Bia de buscá-la na casa dela na sexta-feira logo depois que chegasse da Faculdade, por volta das 23 horas e ela nos perguntou se podia levar seu irmão junto. Nós concordamos e então pedimos para meus pais, que também iriam descer, passarem na minha casa no final do dia e levarem nossos filhos, dessa forma a Bia e seu irmão, que passarei a chamar de Vítor, iriam comigo e minha esposa no nosso carro. Então fomos para a casa deles um pouco antes do horário combinado e quando chegamos ela e seu irmão já estavam prontos, apenas ajeitaram suas mochilas no carro e partimos. Durante a viagem a Bia, que já nos conhecia muito bem, estava totalmente à vontade e conversava muito com a gente, mas seu irmão também pareceu um rapaz muito educado, embora um pouco introvertido, ao contrário dela, e era na verdade um rapaz muito bonito. Como eu disse na história anterior, a Bia não é o que eu classificaria como “linda”, mas é bem bonita, além de ter um corpo muito bonito e por ser tão simpática a gente também acabava achando que ela era linda, e ela estava ainda mais bonita nesse final de semana pois fez alongamento dos cabelos e isso combinou muito com o rosto dela.
Chegamos na Praia Grande logo depois da meia-noite e minha mãe havia preparado uns petiscos e meu pai já tinha abastecido a geladeira com vinho e cerveja. Assim que entramos no apartamento o Vítor cumprimentou meu filho com um aperto de mãos e abraçou minha filha dando-lhe um beijinho na boca, a seguir meus pais, que estavam na cozinha, vieram para a sala e ambos abraçaram calorosamente a Bia e o Vítor e nos convidaram para ir até a cozinha preparar um pratinho com alguma coisa para petiscar ou mesmo jantar. Então nós fomos até a cozinha e pegamos alguns petiscos e bebidas e voltamos para a sala, sentando-nos na mesa onde normalmente fazemos as refeições e nesse momento meus filhos se juntaram a nós e o Vítor a partir daí pareceu se sentir mais à vontade. Não fazia muito calor, mas mesmo assim todos estavam com roupas bem leves, no entanto ninguém estava nu, como fazemos habitualmente quando estamos apenas em família. Depois do lanche a minha esposa, minha filha e o Vítor foram para a sacada, onde permaneceram conversando por mais de uma hora e nesse meio tempo meus pais foram dormir e eu, meu filho e a Bia permanecemos conversando na mesa, até que os três que estavam na varanda se juntaram a nós e nesse momento começamos a decidir onde cada um iria dormir. Ninguém quis dormir no quarto com meus pais, então o Vítor e o meu decidiram dormir na sala, pois assim poderiam ficar jogando videogame até de mad**gada e as meninas dormiriam no quarto comigo e com minha esposa, então eu e minha esposa fomos tomar um banho e a Bia e minha filha foram para o quarto depois que os garotos pegaram o que precisavam para passar a noite.
Quando entramos no quarto ficamos surpresos pois a minha filha e a Bia estavam deitadas na cama de casal completamente nuas e minha filha disse em tom de brincadeira, que elas iriam dormir lá e que eu e minha esposa dormiríamos no beliche. Nessa hora eu tirei o short que havia colocado após o banho e pulei em cima da minha filha dizendo que ela seria meu colchão naquela noite, e a minha mulher, que havia colocado apenas um roupão após o banho, também o tirou e pulou em cima da Bia dizendo que se fosse assim, ela também seria seu colchão naquela noite. Minha filha me abraçou e disse, rindo muito, que não me aguentava, que eu estava muito gordo e portanto eu é que devia ser o colchão dela, então eu me deitei ao lado dela e a puxei para cima de mim, dizendo que concordava em ser seu colchão, enquanto isso a minha esposa se mantinha abraçada à Bia e eu percebi que na verdade elas já trocavam carinhos discretos. Essa brincadeira com a minha filha acabou me deixando de pau duro e minha filha logicamente percebeu e ajeitou seu corpo de modo que meu pau ficasse exatamente entre os lábios de sua bucetinha, que também ficou rapidamente molhada de tesão e se ela não fosse virgem com certeza meu teria entrado dentro dela, mas depois de algumas esfregadas ela se levantou e foi apagar a luz, que ainda estava acesa. Nesse momento a minha esposa saiu de cima da Bia e se deitou na parte central da cama entre ela e eu, e a minha filha quando voltou se deitou ao meu lado, me abraçando e colocando a perna em cima do meu pau. A nossa cama é de tamanho padrão, tem 1,38m de largura, com isso nós ficamos todos colados um ao outro, eu deitado de costas com a minha filha abraçada comigo do lado direito, minha esposa também deitada de costas do meu lado esquerdo e a Bia do lado esquerdo dela, também abraçada a ela. Eu coloquei meu braço esquerdo propositalmente por baixo do pescoço da minha esposa de um modo que minhas mãos ficavam exatamente na altura dos peitos da Bia e enquanto estávamos nessa posição, com o quarto totalmente escuro, eu alisava os peitos da Bia e da minha esposa alternando entre uma e outra, enquanto a gente conversava sobre vários assuntos, e durante esse tempo eu sentia que a Bia também alisava os peitos da minha esposa e vez ou outra passava a mão na bucetinha dela.
Eu sentia que a minha filha estava com a buceta encharcada de tesão, mas não sabia como fazê-la gozar naquela situação, então minha esposa se virou para o lado da Bia e a abraçou, eu senti isso pois permaneci com o braço entre as duas e com isso sabia de todos os seus movimentos, e quase no mesmo instante a minha filha se afastou um pouquinho de mim e começou a me bater uma punhetinha, delicadamente, desse modo eu pude colocar o braço entre nós e comecei a alisar seu grelinho e a bucetinha e pouco depois ela gozou, se controlando muito para não fazer nenhum barulho que demonstrasse isso. A seguir ela sussurrou bem baixinho no meu ouvido que isso tinha sido muito bom, mas iria querer bem mais da próxima vez, então eu lhe dei alguns beijos e também sussurrei que lhe daria bem mais da próxima vez. Mesmo enquanto a gente se alisava e esfregava, continuamos conversando com naturalidade, mas logo depois que gozou, minha filha disse que iria para sua cama, perguntando se a Bia também iria, ao que esta respondeu que o papo estava bom e só sairia dali se a gente a expulsasse da cama ou depois que todos estivessem ********. Aí a minha filha se levantou, desejou boa noite a todos e deitou-se na parte de cima da beliche, e pouco tempo depois se podia ouvir claramente o seu respirar pesado, que demonstrava que ela já estava realmente ********. Assim que ela foi para a beliche eu me virei para minha esposa, que estava de costas para mim, e encaixei meu pau no reguinho do cuzinho dela e comecei a esfregar vagarosamente, enquanto que com a mão direita eu recomecei a alisar os peitos dela e da Bia. Nesse momento elas estavam de frente uma para a outra e com as pernas encaixadas uma na outra, assim meu pau ficava prensado entre a perna da Bia e a buceta e cuzinho da minha esposa. Logo que tivemos certeza que minha filha estava ********, a Bia se ajoelhou em cima da minha esposa e ambas começaram a esfregar as bucetas enquanto eu chupava os peitos delas alternadamente. Depois eu me posicionei sobre uma das pernas da minha esposa e com uma das mãos eu alisava os peitos de ambas alternadamente e com a outra comecei a alisar e enfiar os dedos nos cuzinhos delas, que gozaram longamente pouco depois.
Assim que gozaram a Bia se deitou em cima da minha esposa e logicamente eu já estava louco para gozar também, então eu me ajoelhei entre as pernas de minha esposa e comecei a esfregar o pau por alguns instantes na bucetinha e no cuzinho da Bia, a seguir o enfiei o mais fundo que pude dentro da buceta dela e dei algumas estocadas, a seguir tirei de dentro dela e enfiei entre a buceta dela e a buceta da minha esposa para a seguir enfiá-lo na buceta da minha esposa o que a fez gozar pela segunda vez logo a seguir. Assim que ela gozou eu voltei para a buceta da Bia, mas ela o pegou com a mão e enfiou no próprio cuzinho pedindo para eu gozar dentro dele, o que aconteceu depois de algumas estocadas mais fortes. Logo depois que eu gozei as duas se separaram e eu me deitei entre elas puxando-as delicadamente para ambas ficarem de frente para mim e nessa posição ficamos os três abraçados enquanto eu as beijava alternadamente e ao mesmo retomamos as conversas de antes do sexo. E o assunto, desta vez, passou a ser somente sobre sexo entre nossas famílias. A Bia disse que já havia conversado com seu irmão sobre a possibilidade dele participar de um ménage comigo e a minha esposa ou então de um swing com eles dois, eu e minha esposa e ele disse que toparia sem nenhum problema, mas que o sonho dele é um ménage com minha filha e minha esposa. Então eu perguntei se ela já havia tido algum relacionamento com seu irmão e ela confirmou que sim, que desde crianças eles sempre se beijavam na boca e sempre que tinham oportunidade mantinham relações sexuais, que ora ele comia seu cuzinho, ora a bucetinha, ora faziam sexo oral e até 69, mas há algum tempo não faziam nada disso, a última vez tinha sido há mais ou menos dois anos, mas também disse que sentia muita falta disso. Minha esposa disse que toparia transar com ele, afinal ela sempre adorou um novinho, mas achava que não gostaria de ver os irmãos transando entre si, portanto não estava propensa a aceitar um swing ou ménage com a Bia e o irmão dela, mas depois de algumas conversas, para minha alegria, ela concordou em fazermos um swing ou ménage com ele. A Bia disse que acertaria isso com ele e pouco depois foi para seu beliche e todos dormimos.
O dia seguinte foi um dia normal, passeamos durante o dia, almoçamos em um restaurante no Centro de Santos e só voltamos para o apartamento no meio da tarde. Nesse dia o Vítor parecia bem mais à vontade com todos nós, mas ficou praticamente todo o tempo junto com minha filha. No final da tarde eu, minha esposa e meus pais saímos para fazer uma caminhada, enquanto que meus filhos, a Bia e o Vítor preferiram ficar no apartamento jogando um jogo de dados (não sei o nome). Voltamos por volta de 20 horas e todos ainda estavam na mesa jogando e, com exceção do meu filho, tomando vinho suave. A minha filha não é acostumada a beber, vez ou outra ela toma um pouco de caipirinha mas sem exageros, no entanto parece que nesse dia havia bebido demais, pois estava falando mole e rindo de tudo. Alguns minutos depois eles pararam de jogar e minha filha foi tomar banho e pediu para minha esposa ir junto com ela alegando que não estava se sentindo bem. Minha esposa então foi ajudá-la no banho e depois do banho minha filha foi direto para o quarto, se deitou na parte de baixo da beliche e dormiu profundamente, só acordando no dia seguinte quase às 10 horas da manhã. Meus pais ficaram preocupados pois ambos estavam se tratando de uma virose adquirida durante essa mesma semana e acharam que ela também podia ter pego essa virose, mas minha esposa explicou que não era nada disso, que na verdade ela tinha bebido demais e estava embriagada, mas que no dia seguinte estaria bem. Continuando a conversa com meus pais, eles disseram que com os remédios já haviam melhorado um pouco, mas se dependesse deles iriam embora naquela hora, pois se sentiriam melhor na casa deles. Meu filho ouviu isso e se aproximou dizendo que se eles quisessem vir naquela hora ele também viria pois queria assistir uma competição de natação que haveria no clube com participação de muitos amigos dele e então meus pais ajeitaram suas coisas, meu filho se trocou e eles voltaram para São Paulo.
Assim que eles partiram, eu e minha esposa fomos para a cozinha preparar uns lanches e a Bia e o Vítor foram para a sacada. Minha esposa começou a tomar vinho e a Bia e o Vítor também continuavam tomando vinho na sacada. Quando os lanches ficaram prontos nós os chamamos à mesa e imediatamente começaram as conversas maliciosas, mas não precisou de muito tempo para a Bia dizer que tinha conversado com o Vítor e ele estava doido por um ménage ou swing entre nós. Como os três já haviam bebido bastante, todos pareciam muito alegres e desinibidos, a Bia foi a primeira a tirar a blusa, incentivada pelo Vítor, e em seguida nós três começamos a incentivar a minha esposa a fazer o mesmo e ela também tirou sua blusa e é claro que ambas estavam sem soutien. O Vítor, ao ver os peitos da minha esposa, pareceu ficar hipnotizado pois não conseguia tirar os olhos deles e eu, por outro lado, estava delirando com a situação, então sugeri que todos tirássemos toda a roupa, já que todos éramos naturistas e sabíamos o que estava para acontecer, o que foi imediatamente aceito por todos. A Bia novamente foi a primeira a tirar toda a roupa, seguida pelo Vítor, minha esposa e eu e foi ela também que logo a seguir sugeriu que fôssemos para o quarto, e como meus pais já haviam voltado para São Paulo, fomos todos para a suíte.
Logo que nos deitamos a Bia pegou o pau do Vítor e começou a lhe bater uma punhetinha e ele, que desde que as mulheres tiraram a roupa já estava de pau duro retribuiu, primeiramente alisando também a bucetinha da Bia e a seguir passou a alisar os peitos e a bucetinha da minha esposa. Achei interessante ele agir dessa forma pois ainda é bem jovem e eu achava que ele era mais tímido, mas gostei do fato de eles tomarem a iniciativa porque assim minha esposa pareceu se sentir mais à vontade, e assim que o Vítor começou a tocá-la ela retribuiu pegando no pau dele juntamente com a Bia com uma das mãos, enquanto que com a outra começou a me bater uma punheta. Nessa hora eu também comecei a alisar a bucetinha da Bia, que logicamente estava ensopada de tesão e então o Vítor passou a se dedicar exclusivamente à minha esposa, ajoelhando-se sobre ela e fazendo uma espanhola em seus peitos. Durante esse ato ela dava algumas chupadas no pau dele, que surpreendentemente parecia muito desinibido e agia como se isso fosse totalmente natural na vida dele, a seguir ele delicadamente a virou de costas para cima e começou a esfregar o pau no seu reguinho. Eu ainda não havia tocado na buceta da minha esposa, mas imaginava que ela também deveria estar regada de tesão, afinal ela nunca negou o tesão que sentia por garotos, e aquele era um garoto muito atraente, tinha o pau um pouco mais comprido que o meu, embora fosse um pouco mais fino, mas estava duro como um pedaço de peroba e com certeza ela estava doida para senti-lo todinho dentro dela, o que não demorou para acontecer. Depois de algumas esfregadas minha esposa levantou um pouco a bunda para facilitar a penetração do pau na buceta e ele enfiou lentamente, assim que enfiou tudo deu uma parada e ficou alguns segundos apenas com o pau cravado na buceta dela, depois começou os movimentos de vai-e-vem bem pausados, como se quisesse prolongar aquela sensação por mais algumas horas.
Durante esse tempo a Bia também se deitou de lado e começou a chupar meu pau enquanto eu prosseguia alisando seu grelinho e a bucetinha e vez ou outra enfiava o dedo no cuzinho dela, que gemia cada vez que eu fazia isso. Depois eu notei que o Vítor havia tirado o pau da buceta da minha esposa e apenas o esfregava no reguinho, ameaçando enfiá-lo no cuzinho dela, mas não fazia isso. Então eu comecei a alisar também a bucetinha e o cuzinho dela e depois de alguns instantes peguei no pau do Vítor e comecei a enfiá-lo no cuzinho da minha esposa, pois imaginei que ele estava doido para fazer isso mas não tinha coragem pois não sabia se ela gostaria. Confesso que antes de enfiá-lo no cu da minha esposa a minha vontade era chupar um pouco aquele pauzão, mas fiquei meio sem jeito de fazer isso na frente da minha esposa e também não sabia qual seria a reação do Vítor. Então a Bia se deitou de bruços e eu subi em cima dela e comecei a esfregar o pau na buceta e no cuzinho, até que ela fez quase igual à minha esposa, ajeitando a bunda de um modo que meu pau entrou na bucetinha dela facilmente, ao que ela começou a gemer e suspirar de tanto tesão que sentia. Minha esposa também parecia estar nas nuvens com aquele pau enorme no cuzinho e gemia e suspirava bastante, principalmente depois que ela ficou de joelhos e o Vítor manteve o pau enfiado no cuzinho e ao mesmo tempo alisava seus peitos com as mãos debruçado sobre ela. Eu e a Bia fizemos diferente, eu me deitei e ela se sentou no meu pau guiando-o para dentro da sua buceta, cavalgando como uma verdadeira amazona até que em poucos minutos gozou soltando gritos abafados de tesão. Nessa posição eu alisava a bucetinha da minha esposa com a mão esquerda e ela gozou quase no mesmo instante que a Bia, também gemendo alto e dando gritos baixinhos que demonstravam que ela estava tendo um orgasmo muito intenso, e assim que ela gozou o Vítor cerrou os olhos e começou a estocar mais forte o cuzinho dela, gozando longamente. A seguir ele se deitou atrás da minha esposa, ficando abraçado de conchinha com ela e ambos observando a mim e à Bia. Então a Bia se deitou de costas e me puxou sobre ela na posição papai e mamãe e nessa posição eu acabei gozando alguns minutos depois e a Bia também gozou novamente no mesmo instante que eu.
Aí eu me deitei atrás dela, exatamente como o Vítor fez com minha esposa e a abracei segurando um de seus seios e o Vítor fez o mesmo com minha esposa. Nessa hora começamos a conversar um pouco sobre essa relação e tanto eu quanto minha esposa elogiamos o comportamento do Vítor, e a Bia então explicou que sexo não era novidade para ele e contou para ele que já tinha nos falado sobre os relacionamentos sexuais deles, portanto ele não precisava ficar constrangido em falar sobre isso. Então ele confirmou o que a Bia já nos havia contado e também falou que já tinha tido relações com outras garotas, mas em nenhum momento falou nada sobre nossa filha, entretanto garantiu que foi a primeira vez que participou de um swing e que estava adorando a experiência, que a gente poderia contar com ele sempre que quisesse para fazer isso de novo, e a Bia disse que fazia dela as palavras ditas por ele. Aí eu, maliciosamente, perguntei se ele se sentiu incomodado quando eu peguei no pau dele para guiá-lo para o cuzinho da minha esposa e ele respondeu que não, que na verdade ele estava louco para enfiá-lo no cuzinho dela mas estava com um pouco de medo de ela não gostar e que a minha contribuição foi maravilhosa nesse sentido. Ele garantiu que nunca teve nenhum relacionamento homossexual mas achava que se acontecesse encararia numa boa, que o mais importante é aproveitar o prazer proporcionado pelo sexo e não o fato de ser com um homem ou com uma mulher. Essa declaração me deixou otimista com a possibilidade de eu poder chupar o pau dele em outra oportunidade e logo que ele falou isso a minha esposa contou que certa vez eu havia lhe dito que tinha a fantasia de chupar um pau, ao que eu retruquei que isso era apenas uma fantasia, mas o Vítor disse que não via nada demais nisso, que na verdade ele também tinha essa fantasia desde que passou a se considerar adulto pois só tinha chupado alguns pintos de outras crianças quando era bem pequeno, mas também não tinha certeza se isso era apenas fantasia ou desejo, mas que se tivesse que acontecer com certeza aconteceria naturalmente.
Essa conversa foi ficando cada vez mais animada e depois de algum tempo nos esfregando todos ficamos novamente com tesão e começamos a ir mais fundo nos desejos. Desta vez a minha esposa começou a chupar meu pau e a Bia a chupar o pau do Vítor, logo depois eu e minha esposa começamos a fazer um 69 e fomos imitados pela Bia e o Vítor, mas em posições invertidas, ou seja, eu estava por baixo da minha esposa e o Vítor por cima da Bia. Nessa posição eu comecei a alisar um dos seios da Bia com a mão e ela, a certa altura, pegou minha mão e guiou até o pau do Vítor que ela segurava com a outra mão e ficamos juntos lhe batendo uma punheta enquanto ele chupava a buceta dela e eventualmente parava, dava alguns beijos na minha esposa e voltava a chupar a buceta da Bia. Depois de algum tempo o Vítor começou a alisar os peitos da minha esposa, que percebeu o que a Bia havia feito comigo e decidiu fazer o mesmo com o Vítor, pegando a mão dele e guiando até meu pau, sem que ele demonstrasse nenhuma insatisfação com isso, ao contrário, começou a me bater uma punheta vigorosa junto com minha esposa e assim ficou por algum tempo. Depois, a minha esposa se sentou em meu pau de costas pra mim, uma das posições prediletas dela, e começou a cavalgar bem devagarinho, curtindo cada momento, enquanto isso eu enfiava o dedo no cuzinho dela e o Vítor já tinha se virado e começou a comer a bucetinha da Bia, mas logo depois a Bia também se levantou e se ajoelhou sobre a minha cabeça para que eu a chupasse e claro que eu gostei da ideia e comecei a lamber do seu grelinho até o cuzinho alternadamente. Nesse momento o Vítor ficou de pé em frente à minha esposa e ela começou a chupar o pau dele freneticamente durante alguns minutos, o que fez com que nós três gozássemos quase que simultaneamente, apenas a Bia demorou um pouco mais mas também gozou pouco depois enquanto eu permanecia chupando mais vigorosamente o seu grelinho.
Depois que todos gozamos essa segunda vez já era alta mad**gada e a Bia achou melhor ir dormir no quarto onde estava a minha filha, até para não levantar suspeitas no dia seguinte, mas o Vítor ficou mais algum tempo conversando comigo e com a minha esposa e nos disse que tinha sido a melhor trepada da vida dele, embora ele ainda não tivesse tido tantas experiências sexuais e disse também que ficou muito tentado a chupar meu pau e que se eu não me importasse ele faria isso em outra ocasião e eu disse que por mim tudo bem, mas que eu também gostaria de chupar o pau dele e combinamos de fazer um novo swing ou um ménage assim que fosse possível. Depois ele também foi para o outro quarto e eu e minha esposa ainda conversamos um pouco mais sobre o que aconteceu essa noite e acabamos ********. Quando amanheceu eu fui o primeiro a me levantar e fui olhar como estavam as coisas no quarto ao lado e me surpreendi porque a Bia e a minha filha estavam juntas na cama de casal, completamente nuas, e o Vítor também estava totalmente nu na parte de baixo da beliche, mas esperei todos levantarem e só no final do dia a Bia me disse que achou melhor dormir com minha filha porque ela estava bêbada e talvez fizesse alguma coisa com o Vítor e depois se arrependesse. Dei graças a Deus por dentro quando ela me falou isso, embora eu já soubesse de algumas coisas que minha filha e o Vítor haviam feito nos últimos tempos.
No fim do dia voltamos para São Paulo e praticamente não falamos nada sobre sexo durante o Domingo, apenas fizemos um acordo que ninguém jamais poderia saber disso e combinamos que assim que possível a gente iria junto para Campos do Jordão e tentaria repetir tudo por lá. Hoje eu continuo comendo minha mãe e o cuzinho da minha filha sempre que possível e minhas relações sexuais com minha esposa melhoraram ainda mais desde que começamos a praticar o ménage e o swing. Ainda não conseguimos ir para Campos do Jordão como havíamos combinado, mas já combinamos de ir passar lá o feriado de Corpus Christi e desta vez a família da Bia vai completa. Termino dizendo que ainda não tirei o cabaço vaginal da minha filha (embora ela venha insistindo) e que terminei de vez o relacionamento que tive por algum tempo com um amigo casado. Também reafirmo que tudo que escrevi aqui é 100% real e assim que tiver alguma situação nova eu publico neste mesmo site.
7年前