Happy Hour com a colega de trabalho
Me chamo Nívio, tenho 35 anos e sou advogado. Sempre em meu ambiente de trabalho procurei agir de forma respeitosa e séria com todas as pessoas, mesmo as vezes percebendo insinuações ou oportunidades de relacionamentos ou aventuras.
Em um dos meus clientes, notei que a sua gerente comercial aproveitava ocasiões para dar indiretas e jogar um certo charme, mas eu evitava qualquer aproximação.
Seu nome era Isabel, uma baixinha gostosa, aproximadamente 1,60 m, seios siliconados e uma bunda grande e empinadinha que era uma delícia! Seu sorriso também era encantador e ela não perdia a chance de exibi-lo para mim.
Por problemas jurídicos da empresa, precisei fazer uma auditoria interna na sede deste cliente, visando recolher alguns documentos e realizar reuniões que se estenderam além do horário comercial.
Ao ir embora dessa empresa, já na sexta-feira, encontrei Isabel se dirigindo à saída e nos despedimos. Confesso que nesse dia não resisti aos seus encantos e ofereci uma carona, porém o convite a deixou desconcertada e ela recusou, dizendo que estava com seu carro no estacionamento.
Tomei o rumo da minha casa, já me arrependendo do convite impulsivo. Porém, em menos de 5 minutos, meu telefone tocou de um número restrito. Atendi a ligação e ouvi a voz de Isabel, pedindo desculpas por ter ligado e me dizendo que gostaria de me fazer uma pergunta...
Temendo ser alguma repreensão sobre o ocorrido, disse para que ficasse à vontade e perguntasse o que quisesse, quando ouço ela dizer: “Aquela carona que me ofereceu era pra casa ou pretendia me levar a outro lugar?”.
Disse para ela que em razão do horário, pensei que poderia estar sem carro e pretendia levá-la para casa, mas nada impedia de fazer um convite para um happy hour ou algum outro programa. Ela, ao ouvir o que eu disse, falou: “Já estou arrependida de não ter aceitado!”.
Disse que ainda não era tarde para arrependimentos e poderíamos nos encontrar naquele instante. Marcamos num bar próximo à região que estávamos e nos encontramos em trinta minutos.
Cheguei ao bar e Isabel estava sentada numa mesa discreta, em um canto pouco iluminado do ambiente, talvez já demonstrando suas segundas intenções. Sentei na mesa, a cumprimentei e disse que estava contente em encontrá-la. Tomamos algumas garrafas de cerveja, enquanto tínhamos uma conversa agradável. Foi um final de noite muito agradável, porém evitei tomar qualquer atitude naquele local...
Ao pagarmos a conta, fui buscar o meu carro e questionei onde o dela estava estacionado, contudo ela me informou que por morar próximo, deixou o carro em sua residência para não ter motivos de recusar minha carona novamente.
Disse tudo isso com aquele encantador sorriso nos lábios, sinalizando que a nossa noite não terminaria daquela forma...
Abri a porta para ela entrar e logo estávamos conversando no carro. Recebi as orientações do caminho até sua residência e, ao estacionar, trocamos o nosso primeiro beijo. Logo de início o beijo denunciou todo o fogo que aquela mulher possuía. Sua língua invadia minha boca, suas mãos me puxavam para perto do seu corpo...
Isabel era uma mulher de atitude, me beijava e sussurrava que há tempos desejava isto, mas que não sabia como se aproximar de mim. Sorri para ela e disse que agora devíamos aproveitar o momento, liguei o carro e me dirigi a um motel...
Em poucos minutos estávamos atracados na suíte. O vestido vermelho que ela usava já estava jogado no chão e, agora, ela trajava somente uma calcinha preta e muito sensual, além de um sapato de salto também preto, revelando um corpo muito atraente.
Ela se deitou na cama, enquanto eu retirava a roupa, me dirigindo a cama somente de cueca, subindo pelo seu corpo e beijando cada parte dele. Não demorou para eu me livrar de sua lingerie e começar a chupá-la deliciosamente.
Ouvia seus gemidos e sussurros, enquanto ela dizia: “Não para doutor, me chupa gostoso!” Confesso que essa formalidade me incomoda um pouco e, sempre que posso dispenso esse título no âmbito profissional, porém ao ouvir ela dizendo fiquei tomado por um tesão incrível!
Chupava aquela bucetinha completamente molhada, sugava toda lubrificação que vertia de dentro e percebia que ela estava ficando enlouquecida com tamanho prazer. Quando penetrei meu segundo dedo, sentindo ela rebolando, ouvi Isabel pedir que queria me sentir dentro dela.
Me posicionei sobre o seu corpo, penetrando vagarosamente, a fazendo sentir meu pau completamente duro, todo dentro dela! Seus gemidos se transformaram em gritos quase histéricos de prazer. A cada momento ela se revelava uma mulher mais quente e safada.
Dizia palavrões baixíssimos, pedia para eu penetrá-la cada vez com mais força e eu seguia estas incríveis orientações. Socava forte, enquanto ela me mordia, me arranhava, completamente descontrolada e entregue a mim.
Pedi para que ela ficasse de quatro e a peguei com vontade, fazendo ela gritar mais ainda, rebolando e empinando aquela bundinha gostosa. Enquanto fodia aquela delícia nesta posição, fui acariciando seu cuzinho e percebendo a aceitação dela às carícias... Em segundos estava com meu dedo enterrado naquele rabo gostoso e ela rebolando deliciosamente, acomodando muito bem meu dedo e mostrando que gostava daquilo.
Nem precisei pedir, escutei de sua boca enquanto socava firmemente meu pau em sua bucetinha: “Vem doutor, enfia no meu cuzinho agora!”. Era tudo que eu precisava! No mesmo instante estava abrindo espaço com a cabeça do meu pau, que latejava de tesão ao sentir uma leve resistência, enquanto aquele cuzinho piscava pra mim.
Não tive muitas dificuldades para penetrar completamente e conquistar aquele rabinho gostoso. Isabel gemia e rebolava no meu pau, dando sinais de que eu poderia começar a foder de verdade seu cu. Eu puxava seus cabelos e acelerava o ritmo das estocadas, arrancando gemidos que só me estimulavam a seguir em frente.
E a safada sabia me provocar: “Isso doutor, fode gostoso, fode! O cuzinho da sua putinha é todo seu!”. A forma vulgar que ela agia só me deixava mais louco, me fazendo acelerar o ritmo cada vez mais e caprichar enquanto fodia aquela gerente vagabunda.
Notei que Isabel estava com as mãos em sua buceta, acariciando seu clitóris e procurando chegar ao orgasmo enquanto eu a penetrava por trás. Seus gemidos ficaram mais intensos e percebi que não demoraria para ela gozar. Intensifiquei o ritmo, procurando chegar ao clímax junto dela...
Não demorou muito e logo eu estava gozando com meu pau todo enterrado em seu cuzinho, sentindo Isabel rebolando gostoso e seu orgasmo se aproximando. Isabel se afastou de mim, desencaixando meu pau de sua bundinha e terminou deitada e se masturbando rapidamente, gozando de forma deliciosa e me proporcionando uma visão incrível.
Ela gozou de olhos fechados, mordendo os lábios e chamando o meu nome. Como que imaginando e revivendo o que tínhamos acabado de fazer. Ficamos deitados por um instante se acariciando e trocando elogios. Vimos que a hora se adiantava e fui tomar uma ducha rápida para voltarmos para nossas casas, porém Isabel logo entrou no box, me beijando e procurando me excitar rapidamente...
Ao notar que já estava ereto, ela me olhou e disse: “Não vou deixar o doutor ir embora sem sentir o gostinho do seu pau!”. Ela se abaixou na minha frente e começou a me chupar, engolindo todo o meu pênis e mostrando que adorava fazer aquilo.
Chupava, sugava e pedia para eu foder a sua boquinha. Socava meu pau até sua garganta, fazendo a engasgar. Ela adorava aquilo e cada vez pedia mais. Não consegui resistir por muito tempo e disse que iria gozar. Isabel me olhou nos olhos e disse: “Vem doutor! Enche a minha boca de porra!”. Foi o que fiz imediatamente, gozei gostoso em sua boca, fazendo-a engolir cada gota do meu sêmen! Que mulher incrível!
Terminamos nosso banho e fomos nos vestir, o período do motel já havia acabado! Conversamos mais um pouco durante o caminho até a sua casa... Nos despedimos e combinamos de repetir o programa outras vezes. Aquela noite dormi gostoso, lembrando do happy hour mais incrível que eu já tinha vivido!
Em um dos meus clientes, notei que a sua gerente comercial aproveitava ocasiões para dar indiretas e jogar um certo charme, mas eu evitava qualquer aproximação.
Seu nome era Isabel, uma baixinha gostosa, aproximadamente 1,60 m, seios siliconados e uma bunda grande e empinadinha que era uma delícia! Seu sorriso também era encantador e ela não perdia a chance de exibi-lo para mim.
Por problemas jurídicos da empresa, precisei fazer uma auditoria interna na sede deste cliente, visando recolher alguns documentos e realizar reuniões que se estenderam além do horário comercial.
Ao ir embora dessa empresa, já na sexta-feira, encontrei Isabel se dirigindo à saída e nos despedimos. Confesso que nesse dia não resisti aos seus encantos e ofereci uma carona, porém o convite a deixou desconcertada e ela recusou, dizendo que estava com seu carro no estacionamento.
Tomei o rumo da minha casa, já me arrependendo do convite impulsivo. Porém, em menos de 5 minutos, meu telefone tocou de um número restrito. Atendi a ligação e ouvi a voz de Isabel, pedindo desculpas por ter ligado e me dizendo que gostaria de me fazer uma pergunta...
Temendo ser alguma repreensão sobre o ocorrido, disse para que ficasse à vontade e perguntasse o que quisesse, quando ouço ela dizer: “Aquela carona que me ofereceu era pra casa ou pretendia me levar a outro lugar?”.
Disse para ela que em razão do horário, pensei que poderia estar sem carro e pretendia levá-la para casa, mas nada impedia de fazer um convite para um happy hour ou algum outro programa. Ela, ao ouvir o que eu disse, falou: “Já estou arrependida de não ter aceitado!”.
Disse que ainda não era tarde para arrependimentos e poderíamos nos encontrar naquele instante. Marcamos num bar próximo à região que estávamos e nos encontramos em trinta minutos.
Cheguei ao bar e Isabel estava sentada numa mesa discreta, em um canto pouco iluminado do ambiente, talvez já demonstrando suas segundas intenções. Sentei na mesa, a cumprimentei e disse que estava contente em encontrá-la. Tomamos algumas garrafas de cerveja, enquanto tínhamos uma conversa agradável. Foi um final de noite muito agradável, porém evitei tomar qualquer atitude naquele local...
Ao pagarmos a conta, fui buscar o meu carro e questionei onde o dela estava estacionado, contudo ela me informou que por morar próximo, deixou o carro em sua residência para não ter motivos de recusar minha carona novamente.
Disse tudo isso com aquele encantador sorriso nos lábios, sinalizando que a nossa noite não terminaria daquela forma...
Abri a porta para ela entrar e logo estávamos conversando no carro. Recebi as orientações do caminho até sua residência e, ao estacionar, trocamos o nosso primeiro beijo. Logo de início o beijo denunciou todo o fogo que aquela mulher possuía. Sua língua invadia minha boca, suas mãos me puxavam para perto do seu corpo...
Isabel era uma mulher de atitude, me beijava e sussurrava que há tempos desejava isto, mas que não sabia como se aproximar de mim. Sorri para ela e disse que agora devíamos aproveitar o momento, liguei o carro e me dirigi a um motel...
Em poucos minutos estávamos atracados na suíte. O vestido vermelho que ela usava já estava jogado no chão e, agora, ela trajava somente uma calcinha preta e muito sensual, além de um sapato de salto também preto, revelando um corpo muito atraente.
Ela se deitou na cama, enquanto eu retirava a roupa, me dirigindo a cama somente de cueca, subindo pelo seu corpo e beijando cada parte dele. Não demorou para eu me livrar de sua lingerie e começar a chupá-la deliciosamente.
Ouvia seus gemidos e sussurros, enquanto ela dizia: “Não para doutor, me chupa gostoso!” Confesso que essa formalidade me incomoda um pouco e, sempre que posso dispenso esse título no âmbito profissional, porém ao ouvir ela dizendo fiquei tomado por um tesão incrível!
Chupava aquela bucetinha completamente molhada, sugava toda lubrificação que vertia de dentro e percebia que ela estava ficando enlouquecida com tamanho prazer. Quando penetrei meu segundo dedo, sentindo ela rebolando, ouvi Isabel pedir que queria me sentir dentro dela.
Me posicionei sobre o seu corpo, penetrando vagarosamente, a fazendo sentir meu pau completamente duro, todo dentro dela! Seus gemidos se transformaram em gritos quase histéricos de prazer. A cada momento ela se revelava uma mulher mais quente e safada.
Dizia palavrões baixíssimos, pedia para eu penetrá-la cada vez com mais força e eu seguia estas incríveis orientações. Socava forte, enquanto ela me mordia, me arranhava, completamente descontrolada e entregue a mim.
Pedi para que ela ficasse de quatro e a peguei com vontade, fazendo ela gritar mais ainda, rebolando e empinando aquela bundinha gostosa. Enquanto fodia aquela delícia nesta posição, fui acariciando seu cuzinho e percebendo a aceitação dela às carícias... Em segundos estava com meu dedo enterrado naquele rabo gostoso e ela rebolando deliciosamente, acomodando muito bem meu dedo e mostrando que gostava daquilo.
Nem precisei pedir, escutei de sua boca enquanto socava firmemente meu pau em sua bucetinha: “Vem doutor, enfia no meu cuzinho agora!”. Era tudo que eu precisava! No mesmo instante estava abrindo espaço com a cabeça do meu pau, que latejava de tesão ao sentir uma leve resistência, enquanto aquele cuzinho piscava pra mim.
Não tive muitas dificuldades para penetrar completamente e conquistar aquele rabinho gostoso. Isabel gemia e rebolava no meu pau, dando sinais de que eu poderia começar a foder de verdade seu cu. Eu puxava seus cabelos e acelerava o ritmo das estocadas, arrancando gemidos que só me estimulavam a seguir em frente.
E a safada sabia me provocar: “Isso doutor, fode gostoso, fode! O cuzinho da sua putinha é todo seu!”. A forma vulgar que ela agia só me deixava mais louco, me fazendo acelerar o ritmo cada vez mais e caprichar enquanto fodia aquela gerente vagabunda.
Notei que Isabel estava com as mãos em sua buceta, acariciando seu clitóris e procurando chegar ao orgasmo enquanto eu a penetrava por trás. Seus gemidos ficaram mais intensos e percebi que não demoraria para ela gozar. Intensifiquei o ritmo, procurando chegar ao clímax junto dela...
Não demorou muito e logo eu estava gozando com meu pau todo enterrado em seu cuzinho, sentindo Isabel rebolando gostoso e seu orgasmo se aproximando. Isabel se afastou de mim, desencaixando meu pau de sua bundinha e terminou deitada e se masturbando rapidamente, gozando de forma deliciosa e me proporcionando uma visão incrível.
Ela gozou de olhos fechados, mordendo os lábios e chamando o meu nome. Como que imaginando e revivendo o que tínhamos acabado de fazer. Ficamos deitados por um instante se acariciando e trocando elogios. Vimos que a hora se adiantava e fui tomar uma ducha rápida para voltarmos para nossas casas, porém Isabel logo entrou no box, me beijando e procurando me excitar rapidamente...
Ao notar que já estava ereto, ela me olhou e disse: “Não vou deixar o doutor ir embora sem sentir o gostinho do seu pau!”. Ela se abaixou na minha frente e começou a me chupar, engolindo todo o meu pênis e mostrando que adorava fazer aquilo.
Chupava, sugava e pedia para eu foder a sua boquinha. Socava meu pau até sua garganta, fazendo a engasgar. Ela adorava aquilo e cada vez pedia mais. Não consegui resistir por muito tempo e disse que iria gozar. Isabel me olhou nos olhos e disse: “Vem doutor! Enche a minha boca de porra!”. Foi o que fiz imediatamente, gozei gostoso em sua boca, fazendo-a engolir cada gota do meu sêmen! Que mulher incrível!
Terminamos nosso banho e fomos nos vestir, o período do motel já havia acabado! Conversamos mais um pouco durante o caminho até a sua casa... Nos despedimos e combinamos de repetir o programa outras vezes. Aquela noite dormi gostoso, lembrando do happy hour mais incrível que eu já tinha vivido!
7年前