Fiz meu marido comer minha amiga
Sou dona de um bumbum exaltado e cobiçado. O meu rosto também é um sucesso, dizem que eu tenho cara de bonequinha. Os seios são firmes e os biquinhos rosados. Tenho a bucetinha apertada, mesmo quando está toda meladinha! Sou casada com Alex. Mais de uma década de amor recíproco. Hoje ele é meu amante predileto, mas não foi sempre assim... Até dois anos atrás ele era bem quadrado em matéria de sexo. E eu, uma esposinha fiel e insatisfeita!
Tudo começou quando reencontrei um colega de colegial, acabou rolando um clima e pulei a cerca pela primeira vez! Fiquei mal e aquele peso na consciência não ia embora! Resolvi me abrir com minha melhor amiga, a Jaqueline, que era casada com Sergio, eles eram bem liberais, com muitas sacanagens no currículo. Contei a ela que eu tinha transado com outro e que me sentia péssima por ter traído Alex. Jaqueline tentou me animar, dizendo que eu era uma tolinha por ter perdido tanto tempo. E que deveria compensar meu marido, deixando-o me chifrar. Assim, o meu sentimento de culpa acabaria.
"Deixa comigo!", disse a safadinha. Ela iria seduzir meu marido! Achei a ideia interessante. E começamos a planejar a trama. Eu seria a cúmplice e Alex a vítima. Lembrei das pegadinhas que passam em programas de TV. Tudo parecia meio insano, todavia causava em mim uma estranha excitação.
Na noite seguinte, após o jantar, Jaqueline aparece em casa, toda exaltada. Dizia que tinha brigado com Sergio e saído de casa. Xingava o marido, dizendo que tinha pego ele na cama com uma vizinha e que ia dar o troco com o primeiro homem que aparecesse! Sua veemência era impressionante. "Mas que grande atriz! Devia atuar no teatro!", pensei. E eu no papel da consoladora, a abraçava, tomava seu partido e dizia que se fosse comigo, meu marido estava ferrado! Ela dizia que iria se separar e eu, logo eu, a infiel, a apoiava!
Logo após, a campainha toca. Jaqueline dá um pulo do sofá e antes de correr para o banheiro diz: "Deve ser o Sergio! Diga pra aquele canalha que vocês não me viram! Não quero falar com aquele desgraçado!". Alex atendeu e era realmente o marido da Jaqueline. Meio constrangido me chamou à porta. Sergio era outro participante da trama. Falei que não tinha visto a Jaqueline e perguntei o que tinha acontecido. Ele disse que tiveram uma pequena discussão. Prometi avisar se ela ligasse ou aparecesse em casa. Com o coração batendo acelerado, dei uma piscadela e Sergio foi embora.
Combinamos que Jaqueline ficaria aquele fim de semana em nossa casa. Alex não gostou muito da história, pois visitas sempre tiravam nossa privacidade. Mas deve ter mudado de ideia quando Jaqueline saiu do banho! A danadinha vestia um pijaminha preto transparente e calcinha fio-dental rosa, que realçava a pele alva e cabelos loiros. A lingerie transparente mais mostrava do que escondia. Os seios redondos, as pernas bem torneadas e coxas roliças atraíram o olhar do meu marido, que disfarçava a atração exercida.
Como sou alérgica a pó, nas crises de coceira costumo tomar um anti-histamínico chamado “Polaramine”. E esse remédio me dá muito sono. Fingi que estava numa dessas crises e simulei tomar duas drágeas. Estávamos na sala vendo TV. Eu depois de arrumar o quarto de visitas, fiquei bocejando, dizendo o quanto sonolenta estava. Nos retiramos eu e Jaqueline para os quartos.
Alex ficou sozinho na sala. O danado ligou o DVD e colocou um filme pornô. Fiquei no corredor ******** e Jaqueline foi "tomar água" na cozinha. Ela passou pela sala e meu marido, todo atrapalhado, mudou de canal rapidinho. O volume da parte de baixo do pijama denunciava seu estado.
Jaqueline foi chegando toda inocente e com conversa mole foi se exibindo e se oferecendo para Alex. Pensei que meu marido fosse resistir por mais tempo. Decepcionada, o vi partir para o ataque, beijando minha amiga, desnudando-a, acariciando o corpo dela e caindo de boca na xoxotinha. Saboreava a rachinha de Jaqueline, com vontade, fazendo até barulho.
"Bandido! Comigo só dá umas lambidinhas e já mete o pinto", pensei. "Cornudo! Bem que mereceu o chifre que botei!". Sentia um misto de raiva e ciúme ao vê-lo chupar minha amiga com tanto entusiasmo. Jaqueline sentada no sofá, de pernas abertas e para o alto, gemendo e gostando. Alex ajoelhado no chão, com a cabeça entre as virilhas dela, abraçado àquelas coxas, mantendo-as afastadas. Impedindo que ela as fechasse abruptamente a cada orgasmo. Comigo ele nunca tinha feito daquela maneira. Canalha mesmo!
Ele a penetrou, e sem camisinha! De onde eu estava tinha uma visão privilegiada. Jaqueline na posição de franguinho assado, com as pernas nos ombros do meu marido. Conforme as nádegas de Alex desciam e subiam, dava para ver nitidamente os lábios inchados da buceta depilada, envolvendo o pau e o buraco engolindo a rola. E a cada enterrada, ouvia-se o "ploft ploft" das bolas do saco batendo no rego molhado.
Como sempre, ele gozou logo! E quando tirou o cacete, deu para ver o filete de porra escorrendo até o cuzinho dela. A sacana da Jaqueline permaneceu imóvel na mesma posição, mostrando de propósito para mim. Estranhamente senti uma quentura no fundo da minha bucetinha. Passei a mão para acariciá-la e a senti úmida. Meu melzinho já escorria de tesão. Comecei a me masturbar...
Jaqueline abocanhou a pica meio mole do meu marido e limpou tudo. Enquanto o masturbava, dava espremidinhas leves, arrancando cada gota de esperma ainda dentro do canal, sugando o máximo. Lambia as bolas, subia de novo na cabeçorra, masturbava o pênis com os lábios. Ela se deliciava, sabendo que eu estava assistindo. Às vezes olhava para o corredor escuro. Olhava para Alex com a rola na boca e novamente em minha direção.
Meu maridinho estava tendo uma nova ereção. Ah, e o desgraçado, comigo dava uma só e boa noite! Jaqueline ficou de quatro no sofá, empinou a bundinha e exagerando no tom de voz safada e dengosa, oferecia o traseiro para Alex. E ele mais do que depressa se posicionou por trás dela. Segurando a rola, apontou para o buraquinho e penetrou o rabinho dela. Notei que entrou bem fácil. Ela se fazendo de rogada, gemia dizendo que estava doendo, que estava rasgando e ao mesmo tempo falava para meter tudo, para arrombar o cuzinho dela! Dessa vez quem urrou foi ele, e foi quando gozou mais uma vez. Nunca tinha visto meu marido tão tarado daquele jeito.
E mais uma vez, Jaqueline me provocou, abrindo bem as maçãs da bunda, mostrando para mim seu ânus, onde já não se via as pregas e sim um buraco aberto. E piscava ele de propósito, fazendo sair o sêmen que meu marido tinha acabado de depositar ali. E eu na siririca, acabei gozando vendo toda aquela putaria.
Na manhã seguinte, Jaqueline levantou bem-humorada, dizendo que dormiu maravilhosamente bem. E que decidiu "perdoar" o Sergio, pois fuder sem compromisso não arranca pedaço. E Alex com a maior cara de inocente, procurando não dar bandeira.
Jaqueline ligou para Sergio que veio buscá-la. Depois desse dia, meu marido que falava mal da Jaqueline, sempre que podia, a elogiava. Na cama passou a ser mais assíduo e cada vez melhor amante. Seria sentimento de culpa? E ele ainda me "traiu" muitas outras vezes com ela. Jaqueline me contava em detalhes cada transa. Eu estava ficando em desvantagem!
Minha amiga disse que Sergio, seu marido, me desejava. Eu já tinha notado seu olhar insinuante, percorrendo meu corpo. Nos beijinhos de cumprimento, cada vez mais próximos da boca, quase um selinho. E as mãos nas minhas costas, acariciando-as libidinosamente. Jaqueline comentara que ele tinha uma ferramenta considerável, bem maior que a de Alex.
Eu estava querendo dar para ele. Um pouco talvez para me vingar dela. Por mais amigas que fôssemos, nós éramos por natureza, duas fêmeas rivais e competidoras. Me irritava o jeito feliz de Alex. A sua mudança. Antes eu tinha que insistir para ele cortar as unhas e tingir os fios brancos do cabelo. Agora ele frequentava um salão de beleza. Só saía de barba bem feita e perfumado. Agora comprava roupas de grife e outras frescuras mais...
Abri o jogo para minha amiga e disse que queria experimentar o pau enorme do marido dela. Jaqueline concordou de imediato! Aliás, desde o início esse era o plano dela e de Sergio. Disse que já havia sugerido essa hipótese com meu marido, em suas transas. Tinha falado para Alex que se seu marido descobrisse, a matava. Sugeriu que desse um jeito dele me comer também e assim não teria problemas. Mas meu marido não gostou da ideia.
Para acelerar o processo, um dia Sergio "flagrou" os dois em sua casa. Esbravejou e ameaçou "contar" tudo para mim. Quase agrediu a Jaqueline, xingando-a de puta, vadia e cadela. Ela por sua vez, insinuava que ele, Sergio, tinha me comido. Alex tentava apaziguar os ânimos enquanto se vestia. A cena deve ter sido hilariante. O marido de Jaqueline dizendo que, já que ela suspeitava, agora que iria mesmo transar comigo. E só assim perdoaria os dois.
Os dias foram passando... Eu me sentia uma personagem de um filme com trama diabólica. Mantinha a pose de esposa fiel e recatada. Ninguém diria que eu já tinha saído com outro! Alex e Jaqueline deram um tempo. Meu marido ficava constrangido, sempre que nos encontrávamos.
Sergio sim, cada vez mais atrevido. Sua ousadia era tanta que nos cumprimentos já me beijava levemente na boca. E suas mãos, descaradamente, exploravam as curvas do meu corpo. Sempre que podia, me encoxava. E ainda por cima olhava para o corninho do meu marido.
Em um jantar dançante, Jaqueline foi com um minivestido, sem calcinha. E enquanto eu dançava com Sergio, ela me disse que Alex a bolinou por baixo da mesa. Nessa conversa de banheiro, eu devolvi contando o quanto fiquei molhadinha, sentindo a rola dura de Sergio espetando minha barriga. Afinal ele é um homem alto, forte, sempre perfumado e segundo a própria esposa, muito bom de cama. Os fios de cabelo branco, principalmente nos lados, em cima das orelhas, dão um charme especial. Meu marido pode até ser mais bonito de rosto, mas no total, nessa troca eu é quem ia sair ganhando!
Numa outra noite, Jaqueline aparece em casa com o Sergio. Convidei-os para jantar. E me divertia, vendo o ar contrariado do meu marido. A putinha da minha amiga, veio toda produzida. Ela que no dia a dia anda com os cabelos loiros e lisos sempre presos, veio com eles soltos, esvoaçantes. Com certeza tinha feito escova no cabeleireiro! Com um vestido tubinho preto, curto e justo, bem acinturado. Sandálias pretas de salto alto, ornado com enfeites dourados. No pescoço uma gargantilha preta, brilhante, apenas para realçar o decote onde seus seios volumosos pareciam querer saltar para fora. "Que vadia!", pensei. E ela incitando meu marido e "jogando" o marido dela para cima de mim. Minha bucetinha de úmida passou a ficar molhada, antevendo o que viria a seguir.
Depois do jantar, ficamos conversando coisas picantes e de duplo sentido. Jaqueline inventou que esperava um e-mail importante e pediu nosso computador emprestado. Como meu marido ainda não sabia que eu já estava tão familiarizada com a internet, foi com ela até o escritório, ligar o computador. Bem, pode imaginar o que a safada da amiga fez com meu marido, a sós...
Sergio me agarrou e deu um beijo profundo, delicioso. Não só correspondi, como aproveitei para apalpar sua ferramenta, naquela altura em ereção total. Por cima da calça deu para sentir o volume considerável. Soltei a fivela do cinto, abaixei o zíper e libertei seu mastro. Uma pica enorme surgiu ante meus olhos incrédulos. Tinha visto vários cacetes gigantes em filmes, mas, ao vivo era dessemelhante. Uma rola grossa com as veias pulsando. Dava para pegar com as duas mãos. Era muito, mas muito maior que a pica do meu marido. Dei um beijo na cabeçorra e tive que abrir totalmente a boca para colocá-la dentro. Sergio começou um movimento de vai e vem, fudendo minha boquinha. Não precisou entrar nem a metade para atingir a garganta, me sufocando!
Nos despimos loucamente. Nem me preocupei com Alex. Sabia que ele estava ocupado com a Jaqueline. Aliás, queria que o corninho me flagrasse, botando chifre nele. Sergio me chupou maravilhosamente bem. Gozei alucinada, sem me importar com o escândalo. Meus gemidos ecoavam pela casa inteira. Sergio me fez ficar de quatro no sofá e por trás, pincelou a rola grossa na entrada da minha xoxotinha. Começou a empurrar lentamente. A tora de carne dele foi abrindo espaço, entrando com dificuldade. "Uh, como você é apertadinha, Rosa!", disse. Foi o terceiro homem que me comeu, com sua vara enorme entrando, parecendo não acabar nunca. E pela primeira vez, senti o que era ser preenchida por inteiro...
Ele começou a bombar, acelerando as metidas. Senti um misto de prazer e dor. A cada estocada, parecia que minha grutinha ia e voltava junto. Quando ele puxava ia ficando um vazio profundo lá dentro. Eu estava sendo alargada e arrombada pela pirocona do Sergio. A cada batida da ponta na entrada do útero, sentia uma dorzinha que nunca havia sentido com meu marido. Aguentei tudo, de início cerrando os dentes e depois, talvez já mais acostumada, fui sentindo que o orgasmo estava vindo. E gozei, gritando um monte de obscenidades.
Sergio sentou no sofá e fui desta vez por cima. Me acomodei bem mais fácil e iniciei a cavalgada. Nisso Alex e Jaqueline voltaram para a sala. Ela puxando meu marido pelas mãos e ambos pelados. Olhei nos olhos dele e vi um olhar de espanto e reprovação. Ele quis dizer alguma coisa, mas Jaqueline o beijou, se posicionou de quatro ao nosso lado e ofereceu o cuzinho para ele.
Nessa hora, o marido da Jaqueline já enfiava o dedo no meu cuzinho. E começou a me cantar, querendo meter ali atrás... Do nosso lado, minha amiga sendo enrabada pelo meu maridinho. Na hora pensei em dar o troco, pois não queria perder para ela. Mas o pau do Sergio já tinha deixado minha bucetinha toda ardida, imagina que estrago faria no outro buraquinho. Acelerei a subida e descida até sentir o jato de porra, que me inundou por dentro. Sergio insistiu no anal. Tive medo e não cedi. Aliás, vim a ceder muito tempo depois. Não foi fácil aguentar aquele pauzão ali atrás. Mas entre eu e meu corninho, foi o começo de uma nova vida sexual. Desta vez de forma aberta, moderna e liberal. Sem culpas ou traições. Com muito sexo gratificante!
Tudo começou quando reencontrei um colega de colegial, acabou rolando um clima e pulei a cerca pela primeira vez! Fiquei mal e aquele peso na consciência não ia embora! Resolvi me abrir com minha melhor amiga, a Jaqueline, que era casada com Sergio, eles eram bem liberais, com muitas sacanagens no currículo. Contei a ela que eu tinha transado com outro e que me sentia péssima por ter traído Alex. Jaqueline tentou me animar, dizendo que eu era uma tolinha por ter perdido tanto tempo. E que deveria compensar meu marido, deixando-o me chifrar. Assim, o meu sentimento de culpa acabaria.
"Deixa comigo!", disse a safadinha. Ela iria seduzir meu marido! Achei a ideia interessante. E começamos a planejar a trama. Eu seria a cúmplice e Alex a vítima. Lembrei das pegadinhas que passam em programas de TV. Tudo parecia meio insano, todavia causava em mim uma estranha excitação.
Na noite seguinte, após o jantar, Jaqueline aparece em casa, toda exaltada. Dizia que tinha brigado com Sergio e saído de casa. Xingava o marido, dizendo que tinha pego ele na cama com uma vizinha e que ia dar o troco com o primeiro homem que aparecesse! Sua veemência era impressionante. "Mas que grande atriz! Devia atuar no teatro!", pensei. E eu no papel da consoladora, a abraçava, tomava seu partido e dizia que se fosse comigo, meu marido estava ferrado! Ela dizia que iria se separar e eu, logo eu, a infiel, a apoiava!
Logo após, a campainha toca. Jaqueline dá um pulo do sofá e antes de correr para o banheiro diz: "Deve ser o Sergio! Diga pra aquele canalha que vocês não me viram! Não quero falar com aquele desgraçado!". Alex atendeu e era realmente o marido da Jaqueline. Meio constrangido me chamou à porta. Sergio era outro participante da trama. Falei que não tinha visto a Jaqueline e perguntei o que tinha acontecido. Ele disse que tiveram uma pequena discussão. Prometi avisar se ela ligasse ou aparecesse em casa. Com o coração batendo acelerado, dei uma piscadela e Sergio foi embora.
Combinamos que Jaqueline ficaria aquele fim de semana em nossa casa. Alex não gostou muito da história, pois visitas sempre tiravam nossa privacidade. Mas deve ter mudado de ideia quando Jaqueline saiu do banho! A danadinha vestia um pijaminha preto transparente e calcinha fio-dental rosa, que realçava a pele alva e cabelos loiros. A lingerie transparente mais mostrava do que escondia. Os seios redondos, as pernas bem torneadas e coxas roliças atraíram o olhar do meu marido, que disfarçava a atração exercida.
Como sou alérgica a pó, nas crises de coceira costumo tomar um anti-histamínico chamado “Polaramine”. E esse remédio me dá muito sono. Fingi que estava numa dessas crises e simulei tomar duas drágeas. Estávamos na sala vendo TV. Eu depois de arrumar o quarto de visitas, fiquei bocejando, dizendo o quanto sonolenta estava. Nos retiramos eu e Jaqueline para os quartos.
Alex ficou sozinho na sala. O danado ligou o DVD e colocou um filme pornô. Fiquei no corredor ******** e Jaqueline foi "tomar água" na cozinha. Ela passou pela sala e meu marido, todo atrapalhado, mudou de canal rapidinho. O volume da parte de baixo do pijama denunciava seu estado.
Jaqueline foi chegando toda inocente e com conversa mole foi se exibindo e se oferecendo para Alex. Pensei que meu marido fosse resistir por mais tempo. Decepcionada, o vi partir para o ataque, beijando minha amiga, desnudando-a, acariciando o corpo dela e caindo de boca na xoxotinha. Saboreava a rachinha de Jaqueline, com vontade, fazendo até barulho.
"Bandido! Comigo só dá umas lambidinhas e já mete o pinto", pensei. "Cornudo! Bem que mereceu o chifre que botei!". Sentia um misto de raiva e ciúme ao vê-lo chupar minha amiga com tanto entusiasmo. Jaqueline sentada no sofá, de pernas abertas e para o alto, gemendo e gostando. Alex ajoelhado no chão, com a cabeça entre as virilhas dela, abraçado àquelas coxas, mantendo-as afastadas. Impedindo que ela as fechasse abruptamente a cada orgasmo. Comigo ele nunca tinha feito daquela maneira. Canalha mesmo!
Ele a penetrou, e sem camisinha! De onde eu estava tinha uma visão privilegiada. Jaqueline na posição de franguinho assado, com as pernas nos ombros do meu marido. Conforme as nádegas de Alex desciam e subiam, dava para ver nitidamente os lábios inchados da buceta depilada, envolvendo o pau e o buraco engolindo a rola. E a cada enterrada, ouvia-se o "ploft ploft" das bolas do saco batendo no rego molhado.
Como sempre, ele gozou logo! E quando tirou o cacete, deu para ver o filete de porra escorrendo até o cuzinho dela. A sacana da Jaqueline permaneceu imóvel na mesma posição, mostrando de propósito para mim. Estranhamente senti uma quentura no fundo da minha bucetinha. Passei a mão para acariciá-la e a senti úmida. Meu melzinho já escorria de tesão. Comecei a me masturbar...
Jaqueline abocanhou a pica meio mole do meu marido e limpou tudo. Enquanto o masturbava, dava espremidinhas leves, arrancando cada gota de esperma ainda dentro do canal, sugando o máximo. Lambia as bolas, subia de novo na cabeçorra, masturbava o pênis com os lábios. Ela se deliciava, sabendo que eu estava assistindo. Às vezes olhava para o corredor escuro. Olhava para Alex com a rola na boca e novamente em minha direção.
Meu maridinho estava tendo uma nova ereção. Ah, e o desgraçado, comigo dava uma só e boa noite! Jaqueline ficou de quatro no sofá, empinou a bundinha e exagerando no tom de voz safada e dengosa, oferecia o traseiro para Alex. E ele mais do que depressa se posicionou por trás dela. Segurando a rola, apontou para o buraquinho e penetrou o rabinho dela. Notei que entrou bem fácil. Ela se fazendo de rogada, gemia dizendo que estava doendo, que estava rasgando e ao mesmo tempo falava para meter tudo, para arrombar o cuzinho dela! Dessa vez quem urrou foi ele, e foi quando gozou mais uma vez. Nunca tinha visto meu marido tão tarado daquele jeito.
E mais uma vez, Jaqueline me provocou, abrindo bem as maçãs da bunda, mostrando para mim seu ânus, onde já não se via as pregas e sim um buraco aberto. E piscava ele de propósito, fazendo sair o sêmen que meu marido tinha acabado de depositar ali. E eu na siririca, acabei gozando vendo toda aquela putaria.
Na manhã seguinte, Jaqueline levantou bem-humorada, dizendo que dormiu maravilhosamente bem. E que decidiu "perdoar" o Sergio, pois fuder sem compromisso não arranca pedaço. E Alex com a maior cara de inocente, procurando não dar bandeira.
Jaqueline ligou para Sergio que veio buscá-la. Depois desse dia, meu marido que falava mal da Jaqueline, sempre que podia, a elogiava. Na cama passou a ser mais assíduo e cada vez melhor amante. Seria sentimento de culpa? E ele ainda me "traiu" muitas outras vezes com ela. Jaqueline me contava em detalhes cada transa. Eu estava ficando em desvantagem!
Minha amiga disse que Sergio, seu marido, me desejava. Eu já tinha notado seu olhar insinuante, percorrendo meu corpo. Nos beijinhos de cumprimento, cada vez mais próximos da boca, quase um selinho. E as mãos nas minhas costas, acariciando-as libidinosamente. Jaqueline comentara que ele tinha uma ferramenta considerável, bem maior que a de Alex.
Eu estava querendo dar para ele. Um pouco talvez para me vingar dela. Por mais amigas que fôssemos, nós éramos por natureza, duas fêmeas rivais e competidoras. Me irritava o jeito feliz de Alex. A sua mudança. Antes eu tinha que insistir para ele cortar as unhas e tingir os fios brancos do cabelo. Agora ele frequentava um salão de beleza. Só saía de barba bem feita e perfumado. Agora comprava roupas de grife e outras frescuras mais...
Abri o jogo para minha amiga e disse que queria experimentar o pau enorme do marido dela. Jaqueline concordou de imediato! Aliás, desde o início esse era o plano dela e de Sergio. Disse que já havia sugerido essa hipótese com meu marido, em suas transas. Tinha falado para Alex que se seu marido descobrisse, a matava. Sugeriu que desse um jeito dele me comer também e assim não teria problemas. Mas meu marido não gostou da ideia.
Para acelerar o processo, um dia Sergio "flagrou" os dois em sua casa. Esbravejou e ameaçou "contar" tudo para mim. Quase agrediu a Jaqueline, xingando-a de puta, vadia e cadela. Ela por sua vez, insinuava que ele, Sergio, tinha me comido. Alex tentava apaziguar os ânimos enquanto se vestia. A cena deve ter sido hilariante. O marido de Jaqueline dizendo que, já que ela suspeitava, agora que iria mesmo transar comigo. E só assim perdoaria os dois.
Os dias foram passando... Eu me sentia uma personagem de um filme com trama diabólica. Mantinha a pose de esposa fiel e recatada. Ninguém diria que eu já tinha saído com outro! Alex e Jaqueline deram um tempo. Meu marido ficava constrangido, sempre que nos encontrávamos.
Sergio sim, cada vez mais atrevido. Sua ousadia era tanta que nos cumprimentos já me beijava levemente na boca. E suas mãos, descaradamente, exploravam as curvas do meu corpo. Sempre que podia, me encoxava. E ainda por cima olhava para o corninho do meu marido.
Em um jantar dançante, Jaqueline foi com um minivestido, sem calcinha. E enquanto eu dançava com Sergio, ela me disse que Alex a bolinou por baixo da mesa. Nessa conversa de banheiro, eu devolvi contando o quanto fiquei molhadinha, sentindo a rola dura de Sergio espetando minha barriga. Afinal ele é um homem alto, forte, sempre perfumado e segundo a própria esposa, muito bom de cama. Os fios de cabelo branco, principalmente nos lados, em cima das orelhas, dão um charme especial. Meu marido pode até ser mais bonito de rosto, mas no total, nessa troca eu é quem ia sair ganhando!
Numa outra noite, Jaqueline aparece em casa com o Sergio. Convidei-os para jantar. E me divertia, vendo o ar contrariado do meu marido. A putinha da minha amiga, veio toda produzida. Ela que no dia a dia anda com os cabelos loiros e lisos sempre presos, veio com eles soltos, esvoaçantes. Com certeza tinha feito escova no cabeleireiro! Com um vestido tubinho preto, curto e justo, bem acinturado. Sandálias pretas de salto alto, ornado com enfeites dourados. No pescoço uma gargantilha preta, brilhante, apenas para realçar o decote onde seus seios volumosos pareciam querer saltar para fora. "Que vadia!", pensei. E ela incitando meu marido e "jogando" o marido dela para cima de mim. Minha bucetinha de úmida passou a ficar molhada, antevendo o que viria a seguir.
Depois do jantar, ficamos conversando coisas picantes e de duplo sentido. Jaqueline inventou que esperava um e-mail importante e pediu nosso computador emprestado. Como meu marido ainda não sabia que eu já estava tão familiarizada com a internet, foi com ela até o escritório, ligar o computador. Bem, pode imaginar o que a safada da amiga fez com meu marido, a sós...
Sergio me agarrou e deu um beijo profundo, delicioso. Não só correspondi, como aproveitei para apalpar sua ferramenta, naquela altura em ereção total. Por cima da calça deu para sentir o volume considerável. Soltei a fivela do cinto, abaixei o zíper e libertei seu mastro. Uma pica enorme surgiu ante meus olhos incrédulos. Tinha visto vários cacetes gigantes em filmes, mas, ao vivo era dessemelhante. Uma rola grossa com as veias pulsando. Dava para pegar com as duas mãos. Era muito, mas muito maior que a pica do meu marido. Dei um beijo na cabeçorra e tive que abrir totalmente a boca para colocá-la dentro. Sergio começou um movimento de vai e vem, fudendo minha boquinha. Não precisou entrar nem a metade para atingir a garganta, me sufocando!
Nos despimos loucamente. Nem me preocupei com Alex. Sabia que ele estava ocupado com a Jaqueline. Aliás, queria que o corninho me flagrasse, botando chifre nele. Sergio me chupou maravilhosamente bem. Gozei alucinada, sem me importar com o escândalo. Meus gemidos ecoavam pela casa inteira. Sergio me fez ficar de quatro no sofá e por trás, pincelou a rola grossa na entrada da minha xoxotinha. Começou a empurrar lentamente. A tora de carne dele foi abrindo espaço, entrando com dificuldade. "Uh, como você é apertadinha, Rosa!", disse. Foi o terceiro homem que me comeu, com sua vara enorme entrando, parecendo não acabar nunca. E pela primeira vez, senti o que era ser preenchida por inteiro...
Ele começou a bombar, acelerando as metidas. Senti um misto de prazer e dor. A cada estocada, parecia que minha grutinha ia e voltava junto. Quando ele puxava ia ficando um vazio profundo lá dentro. Eu estava sendo alargada e arrombada pela pirocona do Sergio. A cada batida da ponta na entrada do útero, sentia uma dorzinha que nunca havia sentido com meu marido. Aguentei tudo, de início cerrando os dentes e depois, talvez já mais acostumada, fui sentindo que o orgasmo estava vindo. E gozei, gritando um monte de obscenidades.
Sergio sentou no sofá e fui desta vez por cima. Me acomodei bem mais fácil e iniciei a cavalgada. Nisso Alex e Jaqueline voltaram para a sala. Ela puxando meu marido pelas mãos e ambos pelados. Olhei nos olhos dele e vi um olhar de espanto e reprovação. Ele quis dizer alguma coisa, mas Jaqueline o beijou, se posicionou de quatro ao nosso lado e ofereceu o cuzinho para ele.
Nessa hora, o marido da Jaqueline já enfiava o dedo no meu cuzinho. E começou a me cantar, querendo meter ali atrás... Do nosso lado, minha amiga sendo enrabada pelo meu maridinho. Na hora pensei em dar o troco, pois não queria perder para ela. Mas o pau do Sergio já tinha deixado minha bucetinha toda ardida, imagina que estrago faria no outro buraquinho. Acelerei a subida e descida até sentir o jato de porra, que me inundou por dentro. Sergio insistiu no anal. Tive medo e não cedi. Aliás, vim a ceder muito tempo depois. Não foi fácil aguentar aquele pauzão ali atrás. Mas entre eu e meu corninho, foi o começo de uma nova vida sexual. Desta vez de forma aberta, moderna e liberal. Sem culpas ou traições. Com muito sexo gratificante!
7年前