De Patrão a empregada

Quando eu tinha 18 anos, passava a maior parte do tempo em casa com uma empregada chamadaAngélica. Era uma mulher por volta de 30 anos, morena e alta. Minha mãe sempre exigiu que ela usasse um uniforme no serviço e sendo ela alta, o uniforme ficava um pouco curto, deixando suas belas pernas a mostra. Todos os dias, no final da tarde, após terminar as suas tarefas ela tomava um demorado banho. Um dia, em que eu já havia muito observado aquele belo par de pernas, fui ao seu quarto enquanto ela tomava banho. O seu uniforme estava sobre a cama, e eu o peguei para sentir o seu cheiro. Embaixo dele estava uma calcinha vermelha, e pela primeira vez pude sentir um perfume de mulher, ao levar aquela delicada peça até o meu nariz. Aquela situação me deixou excitado. Como estava só de short e camiseta, tirei rapidamente minhas roupas e coloquei aquele uniforme e a calcinha. Delirei tanto com aquela situação que perdi a noção do tempo e do risco. Em determinado momento, Angélica voltou para o quarto, parece que tinha esquecido algo, e me flagrou com as suas roupas. Tive inicialmente vontade de chorar. Ela, inteiramente nua, procurou me acalmar, dizendo que aquilo seriaum segredo nosso. Docemente ela me perguntou como eu estava me sentindo, e perguntou o que eu mais tinha gostado. Eu, de pronto, falei que tinha sido o cheiro da sua calcinha, que eu agora vestia.Ela levantou o avental do uniforme e sorriu ao ver eu com aquela minúscula peça. Ela me disse,então, que se eu tinha gostado tanto daquele cheiro, Apoderia senti-lo direto da sua gruta. Dito isso, deitou-se na cama e abriu as pernas. Como eu fiquei sem jeito com a situação, ela disse que a partir daquelemomento eu seria sua empregada, afinal estava vestido como tal, e deveria obedecer todas as suas ordens. Meus olhos estavam atraídos por aquele mar de pêlos úmidos e logo fui sentir de perto de onde vinha aquele perfume. Sem que ela falasse qualquer palavra, eu comecei a lamber aquela maravilha, me deliciando agora com o sabor. Angélica forçava a minha cabeça contra a sua gruta, o que muito me excitava. Depois de um bom tempo naquela situa ção, ela já satisfeita, foi para o banheiro e mandou que eu permanecesse lá, vestido como estava. Sorrindo ela levou junto minhas roupas consigo. Ainda confuso eu fiquei sentado na cama, com a respiração ofegante, ainda sentindo o perfume que estava na forma de umidade por todo o meu rosto. Quando ela voltou do banho, disse que eu não precisava me preocupar pois ela não iria contar o ocorrido para minha mãe. Eu apenas deveria me comportar enquanto estivesse em casa, obedecendo ela no que fosse solicitado. Dito isso, lembrou que minha mãe logo deveria chegar em casa e que eu deveria me preparar para o jantar. Tirei o uniforme e quando fui tirar a calcinha, ela me interrompeu e sugeriu que eu ficasse com ela por debaixo da minha roupa. Achei a situa ção sensacional e me vesti para aguardar o jantar. Enquanto ela servia a refeição, me olhava nos olhos com certa malícia. Nossa cumplicidade tornou aquele jantar muito especial. Fui dormir logo em seguida. Fiquei na cama só decalcinha e me masturbei não sei quantas vezes. No dia seguinte, tão logo minha mãe saiu para o serviço, fui devolver a calcinha para Angélica. Como ela estava suja por causa da minha masturbação , ela pegou um uniforme no seu quarto, mandou que eu vestisse e fosse para o tanque lavar a peça. Quando voltei com a peça já limpa, ela estava passando o aspirador na sala. Dei a peca para ela e ela logo reparou novolume que se mostrava sob o avental. Ela disse que aquilo não ficava bem a uma empregada e mandou que eu vestisse a calcinha ainda molhada para refrear a minha ereção e secar a calcinha. Imediatamente a vesti, colocando o meu pênis para trás. Me senti tão bem com a situação que perguntei a ela se poderia fazer oserviço dela. Ela concordou e eu passei o aspirador por toda a casa enquanto ela assistia a televisão. Terminada a limpeza, ajudei ela com outras tarefas e passei o dia todo com aquele uniforme. No final da tarde, antes de ela ir tomar banho, mandou que eu a lambesse, como tinha feito no dia anterior. Durante os ****** em que a Angélica trabalhou em casa, ela me fez de sua empregada de cama, mesa e banho. Nesse período aprendi a fazer muitas tarefas dom ésticas, e acabei me tornando um homem totalmente submisso a uma mulher dominadora. Uma tarde, em uma semana que minha mãe passaria viajando, pouco antes de eu entrar na faculdade, ela selecionou uma porção de peças de lingerie e disse que naquela tarde eu ia aprender a desfilar. Coloquei as peças efui para a sala. Quando entrei, ouvi aplausos. Só a í percebi que ela não estava sozinha. Fiquei parado no hall sem saber o que fazer. Ela me apresentou Tânia, sua amiga e Marília, sua prima. Ela me disse para continuar com o desfile, sem me preocupar Apois elas manteriam total sigilo daquela situa ção. ontinuei trocando de roupas e depois da quarta ou quinta passagem, Angélica disse para Tânia abrisse as pernas pois eu a serviria com minha l íngua. Imediatamente me ajoelhei diante dela e comecei a lambe-la. Ela abria e fechava as pernas quase me sufocando. Comecei a escutar algumas risadas e senti minha calcinha sendo abaixada. Senti o meu ânus ser tocado por algo. Quando pensei em olhar para trás, Tânia me puxou pelos cabelos, ordenando que eu prosseguisse o que estava fazendo.Senti que fui penetrado. Depois percebi que havia sido penetrado por um cabo de vassoura. Enquanto eu era penetrado, Marília levou a mão dentro da minha calcinha e me masturbou. Explodi logo naquelas ágeis mãos. Depois tive de limpar suas mãos, engolindo todo o meu semem. Passei o final da tarde servindo-as em um lanche. Elas permaneceram nuas e eu fui colocar o meu uniforme. No final da tarde, Tânia me disse que eu era uma excelente empregada. Tomei aquilo como um elogio. Com a sa ída de Angélica de nossa casa, ela se mudou para Florianópolis, nunca mais tivecontato com mulheres dominadoras. Mas aquelas recorda ções dos ****** como empregada de uma empregada, continuavam firmes na minha lembrança. Já formado, conheci uma mulher de descendência alemã, alta, tipo atlético. Era uma dentista e quando ela me contou o seu nome, quase o coração pulou fora do peito. Seu nome era Angélica. Claro, todas aquelas recorda ções vinham constantemente em minha mente. Talvez isso tenha me feito aproximar dela. Tivemos desde o início relações sexuais e ficava patente que ela não se saciava com facilidade. Algumas vezes eu falhava e ela terminava se masturbando. Mas uma situação me causava especial tesão. Como eu não conseguia ter ereções frequentes, eu a saciava oralmente, e isso me excitava. Uma vez, ela cavalgou sobre mim (eu estava deitado na cama) e me fez ejacular em sua gruta. Como eu havia sido "apressado", e ela estava apenas no começo, ajoelhou-se sobre mim e fez com que eu a satisfizesse, engolindo todo o meu semem. Como ela percebia que eu gostava de satisfaze-la oralmente, essa prática passou a ser frequente em nosso relacionamento. Depois de alguns meses já estávamos morando juntos. Uma noite ela me perguntou porque eu me sentia tão bem lambendo sua gruta. Contei para ela toda a minha história com a outra Angélica. Contei inclusive que o nome dela em parte havia me atraído para ela. No dia seguinte, quando voltei para o apartamento, estranhei encontrar o carro dela na garagem. Ela geralmente chegava depois de mim. Entrei no apartamento e fui para o quarto. A porta estava trancada. Achei estranho. Verifiquei novamente. Estava realmente trancada. Fui at é a cozinha tomar água, quando percebi a porta se abrindo atrás de mim. Angélica, com um sorriso nos lábios disse que tinha uma surpresa. Me pegou pela mão e me levou para o quarto de empregada que ficava na área de serviço. Ela abriu uma porta do armário e lá vi minhas roupas penduradas. Quando fui perguntar, ela abriu a outra porta e lá estavam 4 uniformes de doméstica. Fiquei vermelho e nem consegui falar nada. Ela explicou que a partir daquela momento eu estava passando a ser a empregada da casa. Ela havia dispensado a faxineira e eu assumiria todos os encargos domésticos quando voltasse para casa. Ela sorriu e apontou para o volume em minhas calças. Aquela ereção valia por um sim. E que sim! Mandou que eu me despisse. Tirei todas as minhas roupas. Ela pegou a cueca que eu usava e colocou em um saco. Disse que láestavam todas as outras e que eu não precisaria mais delas. Ela havia comprado um "enxoval" de calcinhas para mim.E dali para frente eu passaria a usa-las. Antes de me deixar em meus novos aposentos, me avisou que o creme queestava sobre a cama era para eu usar no banho. Era um creme depilatria, e que eu deveria me manter sempre depilado. Eu não conseguia dizer nada. Ela virou as costas e saiu. Minha primeira reação foi beijar o chão que ela havia pisado.Ela percebeu e voltou rindo. Comecei a lamber os seus sapatos. Ela riu mais ainda. Fui para o banho e levei mais de meia hora para terminar tudo. Escolhi um uniforme preto com avental branco. Muito elegante. Para combinar uma calcinha preta, com o pênis devidamente dobrado para trás. Cinta liga e meias7/8 completavam o figurino. Dei uma olhada nas gavetas e vi um plug anal. Achei que coloca-lo seria uma prova de submissão. Eu queria surpreender minha nova patroa. Como eu não conseguia enfia-lo, peguei um pouco de creme hidratante e o lubrifiquei. Entrou todo. A dor da penetração clareou minha vista, mas depois me acostumei com a dorzinha que restou. Quando percebi ela estava na porta vendo tudo. Sorriucom satisfação e disse que eu tinha feito a coisa certa ao colocar o plug. Tinha em suas mãos um sapato feminino com salto 7 e número 42 (meu número). Ela disse que eu deveria usa-los. Seria difícil no início mas eu iria me acostumar. Realmente era bem dif ícil, ainda mais com aquela incomodo dentro de mim. Ela disse que naquela noite havia pedido uma pizza, mas que nas noites seguinte s eu deveria cozinhar. E que o jantar deveria sempre estar pronto quando ela chegasse do consultório. E assim se iniciou minha segunda vida como empregada doméstica. Eu passava a fazer todos os trabalhos domésticos quando voltava do trabalho. Ela algumas vezes trazia suas amigas para jantar e eu as servia com a maior subserviência. Muitas vezes, faz íamos compras juntos e nas lojas de lingerie, ela costumava dar algumas indiretas de que eram para mim. As vendedoras riam ao perceber. Mais de uma vez tive de ir até o provador da loja para elas verem como eu estava. Claro, eu virava o comentário da loja. Houve uma vez em que Angélica me deixou na loja, sem carteira, cartão, documentos ou chave do carro e saiu para tomar um café. Três vendedoras me levaram para o fundo da loja. Lá tive de tirar a roupa, apanhei e tive de chupar duas delas. Quando elas me deixaram sair, minha patroa já estava de volta e sorria, imaginando o que tinha acontecido. O vermelho do meu rosto indicava. Depois de quatro anos, Angelica foi morar na Alemanha para fazer o seu doutorado. Está morando comparentes em Munique. Eu continuo como empregada doméstica para algumas das amigas dela. Sou usado e abusado, mas o que o único prazer que sinto é obedecer. Se alguma mulher dominadora se identificou com o meu relato, pode me contatar através do meu e-mail: cindycoxxx@gmail.com
発行者 cindycoxxx
14年前
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