A sobrinha dorminhoca e tesuda!
Como já consta em um de meus relatos anteriores: "A gordinha amiga da minha filha", sou um coroa muito bem apessoado e fissurado em fofinhas e gordinhas. Isso vem desde minha infância, quando eu ficava muito ligado em minhas professoras. Adorava ver aqueles "rabões" enormes andando para lá e para cá durante as aulas. Todos os relatos que envio, faço em retribuição aos inúmeros contos de bom nível que encontro neste site, que me divertem e ao mesmo tempo erotizam os meus pensamentos.
Este relato ocorreu há poucos dias atrás e foi tão envolvente que resolvi dividi-lo com os amigos. Tive que passar uns dias hospedados na casa de minha irmã adotiva, porque seu marido fora vítima de um acidente automobilístico. Nada muito grave, mas como eles moram em uma casa na praia, fui convidado para ficar por lá durante uns dias, tanto por motivos de segurança, quanto para ajudá-los até a recuperação do marido da minha irmã. A casa embora muito confortável, estava em reforma, e apenas dois quartos estavam disponíveis ou em condição de uso normal. Na suíte principal ficava minha irmã adotiva, e no outro, que não é suíte, ficava minha sobrinha.
Elisa, minha sobrinha, tinha dezenove anos e era muito bonita, de olhar profundo, tímida e bem fofinha, devia ter uns 1,70 metros e uns 84 quilinhos de puro tesão. Ela se preparava para o vestibular de enfermagem. Tinha seios bem grandes e empinados, coxas largas e o que sempre me atrai muito: aquele bundão enorme e apetitoso. Sugeri dormir na sala, mas esta proposta foi recusada logo de partida e acabei tendo que aquiescer em ficar no quarto da minha sobrinha. Por volta das nove horas da noite, fomos visitar o marido da minha irmã e voltamos para casa, por volta das dez horas. Como eu ainda estava sem sono, tomei uma bela ducha. Peguei um livro emprestado da minha sobrinha e me deitei disposto a ler até o sono aparecer. Elisa entrou no quarto algum tempo depois e ficou no computador, navegando por alguns sites na internet. Ela estava de pijaminha com um shortinho bem pequeno enfiado no enorme rabo, dava pra ver a calcinha atolada e engolida pela sua enorme bunda!
O sono veio, joguei o livro de lado e cai no sono. Algumas horas depois, acordei meio sonolento ouvindo alguns ruídos estranhos. Abri os olhos levemente e me deparei com a Elisa conversando pelo celular com alguém ao mesmo tempo em que se masturbava, gemendo e se contorcendo toda.
Estava dominada pelo tesão! O papo que a envolvia decorria de algum amigo da internet mesmo. Acho que ela sentiu intuitivamente que eu estava acordando e saiu na ponta dos pés para o banheiro. Deixou o computador ligado. Sutilmente me levantei e olhando para o histórico descobri que ela estava teclando numa sala de bate-papo de sexo. Voltei rapidamente para minha cama e nem pude me cobrir totalmente porque ouvi seus passos, retornando ao quarto. Ela entrou e ficou olhando para mim. Eu estava deitado, descoberto e sem dúvida com o pau duro e saliente, denunciando o tesão que eu sentia naquele momento. Ela se aproximou de mim. Eu protegido pela quase escuridão e com os olhos semicerrados a fitava. Ela olhava sedenta para o meu pau que estava empinado embaixo de meu pijama. E, com muito cuidado, ela tocou meu pau, e neste mesmo momento senti o tremor do seu corpo todo. Ela estava morrendo de tesão. Seu corpo tremia todo e não era de frio. Provocativamente me movimentei na cama. Ela se assustou e voou para sua cama. Fiquei frustrado, não era isso que eu esperava. Forcei uma pequena tosse e ela respondeu soltando um pequeno ronco, fingindo dormir. Fiquei assim alguns minutos, levantei-me e fui até o banheiro. O celular estava lá, desligado! Voltei na ponta dos pés e quando entrava no quarto notei que ela estava se masturbando novamente embaixo do lençol.
Fez um movimento brusco quando sentiu minha presença. Fui para perto da sua cama e com dificuldade consegui ver que ela estava quase descoberta, já sem seu shortinho e a calcinha e com a camiseta levantada quase à altura dos seios. Com cuidado e muito tesão encostei minhas mãos em seus seios. Ela fingia dormir. Os bicos dos seios estavam a ponto de furar o tecido da camiseta. Ela sentiu meu contato e seu corpo se movimentou denunciando o tesão, mas ainda fingia dormir e era isso mesmo que eu queria. Apalpei os seus seios e os beijei. Ela fazia sons de quem dormia e sonhava, mas eu sabia que era puro fingimento, e fui em frente! Beijei os dois biquinhos que ficaram ainda mais destacados. Eu não os via, mas sentia tudo. Enquanto eu sugava e acariciava seus seios, ela lutava para controlar o movimento das pernas que entreabertas estavam ávidas por envolver um homem.
Sabendo disso, fui baixando meus lábios em direção ao seu ventre, e ela quase perdia o controle da respiração e dos movimentos do corpo. Tentava se controlar e eu fingia achar que ela dormia. Encostei meus lábios sobre a sua bucetinha. Deixei a respiração morna ser forçada contra seu sexo apenas para provocá-la ainda mais. Ela quase levantava o quadril buscando minha boca. Dei um beijinho bem leve sobre a bucetinha. Senti que estava molhada e bem inchada. Com uma das mãos abri a fenda. Estava mesmo muito molhada! Abri bem, deixando escancarada. Ela se mexeu toda levantando o quadril todo em direção a minha boca. Eu encostei a língua na fenda e a fiz correr do fim para o começo e toquei de leve o seu grelinho, que estava totalmente empinando e ensopado de suco. Ela não conseguiu segurar um gemido e o corpo se empinou todo. Fiquei chupando sua bucetinha, fazendo a língua deslizar por toda sua fenda.
Ela ainda mantinha os olhos fechados e simulava dormir, mas o seu corpo e sua respiração a desmentiam. Era um jogo e eu apenas jogava! Fui aumentando a velocidade do passeio da língua na sua xoxotinha e de repente ela endureceu o corpo todo e gozou sem ligar para os gemidos e as contorções do corpo. Jogou seu corpo de volta para a posição e ficou estática. Parada por completo e com a respiração lenta e preguiçosa de quem gozara para valer.
Continuei com as mãos acariciando a bucetinha e fui ********** meu corpo ao dela. Ela estava amolecida e com as pernas abertas na cama. Encostei meu pau na fenda e ela quase acordou de verdade tamanha era a vontade de me sentir dentro dela. Encostei o pau na xoxotinha que estava muito molhada pela mistura do suco e da minha saliva. Ele escorregou para dentro, entrando até a cabeça ficar toda agasalhada. Segurei um pouco a penetração para fingir que não queria acordá-la, continuando com o seu joguinho. Ela voltou a si e senti seus quadris se mexendo forçando levemente o aumento da penetração. Aceitei a provocação e não enfiei tudo. Dei umas mexidinhas com o pau mantendo apenas a cabecinha agasalhada.
Ela quase se descontrolava e perdia o seu joguinho. Dava umas contrações na musculatura pélvica e isso aumentava meu tesão. Eu estava para gozar, mas me controlava. De repente o tesão me dominou e enfiei de uma vez o que faltava. Escorregou até o talo! Deixei o pau enfiado e apenas dei umas contrações quando atingi o ponto extremo e ela deu uma respirada de satisfação de quem conseguira o que sonhara e queria naquele momento.
Mal começamos a nos movimentar e gozei explodindo uma enormidade de porra, enquanto ela soltava as pernas que envolviam minha cintura e voltava a posição de quem estava ********. Fiquei com o pau atolado por alguns momentos. A porra escorria misturando com o suco de sua buceta e ela respirava leve, satisfeita! Voltei para minha cama e logo acordei com o sol entrando pela janela mal fechada. Ela também acordou e sorriu para mim. Disse-me que tivera uma bela noite, com sonhos deliciosos, apesar de ainda estar preocupada com o pai no hospital. Levantou, foi até minha cama e me dando um beijinho no rosto, perguntou: "Gostou de dormir aqui, tio? Eu adorei! Me senti mais tranquila com sua presença!".
Este relato ocorreu há poucos dias atrás e foi tão envolvente que resolvi dividi-lo com os amigos. Tive que passar uns dias hospedados na casa de minha irmã adotiva, porque seu marido fora vítima de um acidente automobilístico. Nada muito grave, mas como eles moram em uma casa na praia, fui convidado para ficar por lá durante uns dias, tanto por motivos de segurança, quanto para ajudá-los até a recuperação do marido da minha irmã. A casa embora muito confortável, estava em reforma, e apenas dois quartos estavam disponíveis ou em condição de uso normal. Na suíte principal ficava minha irmã adotiva, e no outro, que não é suíte, ficava minha sobrinha.
Elisa, minha sobrinha, tinha dezenove anos e era muito bonita, de olhar profundo, tímida e bem fofinha, devia ter uns 1,70 metros e uns 84 quilinhos de puro tesão. Ela se preparava para o vestibular de enfermagem. Tinha seios bem grandes e empinados, coxas largas e o que sempre me atrai muito: aquele bundão enorme e apetitoso. Sugeri dormir na sala, mas esta proposta foi recusada logo de partida e acabei tendo que aquiescer em ficar no quarto da minha sobrinha. Por volta das nove horas da noite, fomos visitar o marido da minha irmã e voltamos para casa, por volta das dez horas. Como eu ainda estava sem sono, tomei uma bela ducha. Peguei um livro emprestado da minha sobrinha e me deitei disposto a ler até o sono aparecer. Elisa entrou no quarto algum tempo depois e ficou no computador, navegando por alguns sites na internet. Ela estava de pijaminha com um shortinho bem pequeno enfiado no enorme rabo, dava pra ver a calcinha atolada e engolida pela sua enorme bunda!
O sono veio, joguei o livro de lado e cai no sono. Algumas horas depois, acordei meio sonolento ouvindo alguns ruídos estranhos. Abri os olhos levemente e me deparei com a Elisa conversando pelo celular com alguém ao mesmo tempo em que se masturbava, gemendo e se contorcendo toda.
Estava dominada pelo tesão! O papo que a envolvia decorria de algum amigo da internet mesmo. Acho que ela sentiu intuitivamente que eu estava acordando e saiu na ponta dos pés para o banheiro. Deixou o computador ligado. Sutilmente me levantei e olhando para o histórico descobri que ela estava teclando numa sala de bate-papo de sexo. Voltei rapidamente para minha cama e nem pude me cobrir totalmente porque ouvi seus passos, retornando ao quarto. Ela entrou e ficou olhando para mim. Eu estava deitado, descoberto e sem dúvida com o pau duro e saliente, denunciando o tesão que eu sentia naquele momento. Ela se aproximou de mim. Eu protegido pela quase escuridão e com os olhos semicerrados a fitava. Ela olhava sedenta para o meu pau que estava empinado embaixo de meu pijama. E, com muito cuidado, ela tocou meu pau, e neste mesmo momento senti o tremor do seu corpo todo. Ela estava morrendo de tesão. Seu corpo tremia todo e não era de frio. Provocativamente me movimentei na cama. Ela se assustou e voou para sua cama. Fiquei frustrado, não era isso que eu esperava. Forcei uma pequena tosse e ela respondeu soltando um pequeno ronco, fingindo dormir. Fiquei assim alguns minutos, levantei-me e fui até o banheiro. O celular estava lá, desligado! Voltei na ponta dos pés e quando entrava no quarto notei que ela estava se masturbando novamente embaixo do lençol.
Fez um movimento brusco quando sentiu minha presença. Fui para perto da sua cama e com dificuldade consegui ver que ela estava quase descoberta, já sem seu shortinho e a calcinha e com a camiseta levantada quase à altura dos seios. Com cuidado e muito tesão encostei minhas mãos em seus seios. Ela fingia dormir. Os bicos dos seios estavam a ponto de furar o tecido da camiseta. Ela sentiu meu contato e seu corpo se movimentou denunciando o tesão, mas ainda fingia dormir e era isso mesmo que eu queria. Apalpei os seus seios e os beijei. Ela fazia sons de quem dormia e sonhava, mas eu sabia que era puro fingimento, e fui em frente! Beijei os dois biquinhos que ficaram ainda mais destacados. Eu não os via, mas sentia tudo. Enquanto eu sugava e acariciava seus seios, ela lutava para controlar o movimento das pernas que entreabertas estavam ávidas por envolver um homem.
Sabendo disso, fui baixando meus lábios em direção ao seu ventre, e ela quase perdia o controle da respiração e dos movimentos do corpo. Tentava se controlar e eu fingia achar que ela dormia. Encostei meus lábios sobre a sua bucetinha. Deixei a respiração morna ser forçada contra seu sexo apenas para provocá-la ainda mais. Ela quase levantava o quadril buscando minha boca. Dei um beijinho bem leve sobre a bucetinha. Senti que estava molhada e bem inchada. Com uma das mãos abri a fenda. Estava mesmo muito molhada! Abri bem, deixando escancarada. Ela se mexeu toda levantando o quadril todo em direção a minha boca. Eu encostei a língua na fenda e a fiz correr do fim para o começo e toquei de leve o seu grelinho, que estava totalmente empinando e ensopado de suco. Ela não conseguiu segurar um gemido e o corpo se empinou todo. Fiquei chupando sua bucetinha, fazendo a língua deslizar por toda sua fenda.
Ela ainda mantinha os olhos fechados e simulava dormir, mas o seu corpo e sua respiração a desmentiam. Era um jogo e eu apenas jogava! Fui aumentando a velocidade do passeio da língua na sua xoxotinha e de repente ela endureceu o corpo todo e gozou sem ligar para os gemidos e as contorções do corpo. Jogou seu corpo de volta para a posição e ficou estática. Parada por completo e com a respiração lenta e preguiçosa de quem gozara para valer.
Continuei com as mãos acariciando a bucetinha e fui ********** meu corpo ao dela. Ela estava amolecida e com as pernas abertas na cama. Encostei meu pau na fenda e ela quase acordou de verdade tamanha era a vontade de me sentir dentro dela. Encostei o pau na xoxotinha que estava muito molhada pela mistura do suco e da minha saliva. Ele escorregou para dentro, entrando até a cabeça ficar toda agasalhada. Segurei um pouco a penetração para fingir que não queria acordá-la, continuando com o seu joguinho. Ela voltou a si e senti seus quadris se mexendo forçando levemente o aumento da penetração. Aceitei a provocação e não enfiei tudo. Dei umas mexidinhas com o pau mantendo apenas a cabecinha agasalhada.
Ela quase se descontrolava e perdia o seu joguinho. Dava umas contrações na musculatura pélvica e isso aumentava meu tesão. Eu estava para gozar, mas me controlava. De repente o tesão me dominou e enfiei de uma vez o que faltava. Escorregou até o talo! Deixei o pau enfiado e apenas dei umas contrações quando atingi o ponto extremo e ela deu uma respirada de satisfação de quem conseguira o que sonhara e queria naquele momento.
Mal começamos a nos movimentar e gozei explodindo uma enormidade de porra, enquanto ela soltava as pernas que envolviam minha cintura e voltava a posição de quem estava ********. Fiquei com o pau atolado por alguns momentos. A porra escorria misturando com o suco de sua buceta e ela respirava leve, satisfeita! Voltei para minha cama e logo acordei com o sol entrando pela janela mal fechada. Ela também acordou e sorriu para mim. Disse-me que tivera uma bela noite, com sonhos deliciosos, apesar de ainda estar preocupada com o pai no hospital. Levantou, foi até minha cama e me dando um beijinho no rosto, perguntou: "Gostou de dormir aqui, tio? Eu adorei! Me senti mais tranquila com sua presença!".
7年前