Clara, minha prima, Clara! -1-
A HISTÓRIA REALMENTE picante que lhes vou contar passou-se há coisa de alguns meses atrás. Sou um jovem de 23 anos de idade, tenho um corpo saudável e belo; daí eu nunca ter tido grandes dificuldades com as mulheres e com as conquistas. Moro num bairro de elite, sendo meu pai empresário bem-sucedido. Minha mãe, uma coroa lindíssima de 41 anos, separou-se de meu pai e hoje vive de viajar e colecionar amantes pelo mundo. Diz ela no último e-mail que está em Istambul, Turquia, e “tem se divertido muito!”. Talvez um dia eu relate algumas coisas sobre minha deslumbrante mãe. Acho que essa inclinação ao prazer sexual — que minha mãe tem — é herdada, uma coisa passada de geração a geração. De outra forma, como explicar o fogo libertino, o desejo de sacanagem mesmo que é visível — pelo menos para mim; e como é! — nas minhas outras tias? Tanto mais que a história que vou contar envolve não só uma dessas minhas tias, mas também toda a família dela... o que quer dizer... sua ******** também. Ah, meu deus, como eu sempre desejei aquela bundinha rija, branca e jovem! E, acima de tudo, como eu só agora sei: gulosa! Mas não adiemos ainda mais; vamos à história.
Tinha tudo para ser mais um dia tedioso; eu estava sem disposição para ir nadar ou ler alguma coisa. Quando me veio à mente a ideia de ir até a casa de minha tia; era bem perto da minha, três quarteirões, na verdade. Decidi que ia caminhando, acreditando que isso poderia me animar, que a caminhada poderia me tirar daquele tédio. Mas na verdade, o que me tirou o tédio naquele dia foi outra coisa... Cheguei na casa, como sempre a empregada veio abrir o portão, só que dessa vez ela partiu dali mesmo, foi para casa mais cedo naquele dia; sendo que não havia então estranhos na casa, só mesmo os meus “parentes”.
Fazia certo tempo que eu não aparecia na casa de minha tia; ela me recebeu com alegria e, como sempre, parecia me comer com os olhos; logo no abraço que me deu, percebi o calor com o qual ela o fazia; aquele corpo fogoso, aquele par volumoso de tetas sendo pressionado contra meu pobre e ofegante peito, tudo isso aniquilou definitivamente e num só golpe aquele tédio e marasmo que estavam comigo. Minha tiazinha tem esse encanto e poder! Como descrevê-la? Sei que é preciso; é um pouco mais baixa do que eu; (tenho 1,85 de altura), tem cabelos levemente encaracolados, de um castanho cor de mel, quase loiro, cheirosos e macios; os traços são finos e harmoniosos, de fato minha falecida vovó caprichara sempre, e legava bons genes às filhas. Tem uma boca sedutora, perfeitamente insinuativa quando quer, porém o olhar é o que há de mais insinuativo nela; será que aquele olhar era exclusivamente meu? Como já disse, ela sempre pareceu querer me devorar com ele, a todo momento, especialmente naquele dia. Pra encerrar a descrição, tenho que dizer que não é comum encontrar senhoras (chamadas coroas) com um corpo tão enxuto e conservado como o dela; é dois anos mais velha que minha mãe; quarenta e três anos, mas como pode aquele corpo que facilmente bate em rigidez e beleza muitos que estão na casa do vinte ou trinta? A explicação é semelhante a do vinho.
Falei da mamãe, mas a filha. Clara. Ah, Clarinha! Ela tinha uma sacanagem velada. Eu sempre percebi isso, mas Clara, um dia eu ia lhe mostrar que isso não é vergonha, que o prazer da sacanagem é um dos mais normais, que a gente não precisa se culpar por isso. Então, leitores, nesse dia eu mostrei. Na verdade, nós nos mostramos; mostramos mutuamente, porque, como posso explicar só hoje, depois das delícias loucas, houve naquele dia uma espécie de desvario perverso e libertino naquela casa. Todos queriam punir e serem punidos; no entanto, punidos de prazer. As convenções da sociedade, isso foi banido na ocasião.
“Meu sobrinhozinho preferido, há quanto tempo!” ela disse. “Parece que nos esqueceu!”
“É vocês que nunca estão em casa, principalmente você” repliquei.
“Estou sempre aqui, ainda mais pra você” ela disse. Não sei se ela queria me estremecer com isso, mas foi o que ela conseguiu.
“Onde está o Noronha?” perguntei.
“Teve que dar um pulo no escritório da firma, anda bastante ocupado, vai ter que fazer umas viagens pro exterior, a esposinha vai ficar mais abandonada do que nunca” disse com um suspiro fingido, brincando com o suposto drama.
Eu, que estava sentado num sofá oposto ao dela, contemplando todo aquele espetáculo de mulher, claramente sacana, rapidamente pensei que podia fazer companhia a ela todo dia, desde que ela não visse nada de errado nisso.
Ela estava com um vestido branco de tecido leve, bem à vontade, uma senhora em sua casa, parece que não tinha saído naquele dia. Aquelas pernas lindas, aquele colo, os braços e mãos, tudo tão saudável; aquela pele levemente bronzeada pelos sóis de praias paradisíacas ao redor do mundo tropical, aquele ar, aquela postura burguesa. Para quem a vida é bela e a libertinagem é necessária. Muitas vezes ficávamos longo tempo nos comendo com o olhar; ela parecia dizer que sim, que adoraria, que nos divertiríamos, enfim, que não via a hora. Eu jurava a mim mesmo que ela me daria a melhor foda jamais dada em minha curta vida. Aquilo estava ficando insuportável. Se continuássemos, o fim seria nos possuirmos ali mesmo, em plena sala de estar, que era grande e sobriamente decorada.
Das coisas da minha vida que se destacam pela grandeza, excetuando-se algumas, tais como: a conta bancária do papai, a receita da empresa, a minha própria conta bancária, as minhas casas, a minha beleza (eu sei, parece pedante, parece um rapazinho convencido, mas pra que omitir a verdade, ainda mais essa?) há outra, cuja grandeza, naquele momento da sala, tornava-se mais e irremediavelmente evidente: meu caralho. Tenho um cacete vigoroso, leitores. A propósito, aquela mesma tia (minha preferida!) fora quem me fez ciente disso pela primeira vez, e da forma mais tácita e, se me permitem, clara possível — o olhar. Acredito que apreciariam mais detalhes: estava em minha casa, a mesma que fica a alguns quarteirões da dela, sempre apreciei a natação e naquele fim de tarde me preparava para algumas horas, varando a noite, de deleite na água. O fato é que eu estava me alongando inocentemente para poder cair na água sem medo quando começa a me desconcentrar e perturbar a vontade mais comum para a idade que eu tinha então — a de bater uma bronha. Estava no mesmo vestiário amplo e arejado que freqüento muito até hoje; e na maior negligência possível (ou inocência) quando não mais agüentava o desejo e tinha tirado o cacete para fora a fim de saciar-me, quem aparece no lugar, leitor? Se não a minha “persecutória” titia? Ela me flagrou no instante exato em que como num passe de mágica eu me libertava da aflitiva sunga. Então eu percebi aquele olhar arregalado, de surpresa, que ela me lançou. A titia — não que isso fosse claro para mim desde o primeiro momento — se espantara com o tamanho do cacete do rapazinho seu sobrinho. Nunca esqueço as palavras que usei, muito espantado, para sair do embaraço: “Você aqui...?!” É claro que instintivamente eu já havia colocado as coisas no lugar. “Vim nadar com você!” foi tudo o que ela respondeu. Será que minha lasciva titia já me queria para mostrar as coisas boas da vida desde aqueles tempos? Não sei... eu tinha apenas *********os e era tão ingênuo, haha. Ou será que o fogo nela se ascendeu ao ver a grande madeira que eu tinha para queimar?
Leitor, voltemos à sala, àquele dia.
Lembrei da outra criatura que rivalizava com aquela no que diz respeito a minha paixão e desejo. Clara era um mistério para mim. Eu não sabia se ela tinha aquela mesma inclinação inexorável à libertinagem, ao prazer carnal, da mãe, das tias, ou se era uma “freirinha”; uma pessoa cujo fogo é difícil de ser acendido. Eu sei que mostrei uma opinião mais definida sobre Clara a algumas linhas atrás; mas, pensando melhor, essa última reflexão é mais verdadeira.
“Cadê a Clara?” perguntei.
“Está no quarto.”
“Linda como sempre?”
“Hu hu” respondeu a mãe, movimentando a cabeça positivamente, para enfatizar.
“A Clara sempre foi linda, na escola, quando estudávamos no mesmo turno, eu via como os caras babavam nela. Nunca deu muita liberdade, ela sabe que não é pra qualquer um... Se não fosse primo dela...” disse com ar sacana.
“i****to é tão normal” disse a mãe. Não pude perceber o quanto tinha de brincadeira e seriedade na coisa.
“Pra mim, primos, nem se caracteriza como i****to” respondi.
“É verdade...”
“Vou lá no quarto dela.”
“Vai me deixar sozinha?”
“Só um momento.”
Não é preciso dizer que toda essa conversa tinha me deixado bem excitado, mal via a hora de ver Clarinha. Mas ela me viu primeiro; estava saindo ou entrando no quarto, fazendo sei lá o quê... na verdade, acho que ela já tinha percebido minha presença ali; por isso estava meio atrapalhada. Então eu exercia esse poder sobre ela? Ah, beleza e inteligência, quanta coisa devo a vós!
“Olá, Clara!” disse com ar propositadamente meio paternal.
“Oi, primo!” ela disse, meio sem jeito.
“O que faz uma jovem bela e rica estar em casa num dia que urge por alguma alegria como esse?
“Quem foi que disse que não estou tendo alegria? Estou estudando a-l-e-m-ã-o e posso dizer que meu dia está sendo maravilhoso”, sublinhei o “alemão” porque ela o pronunciou com certa ênfase mimada.
“Quer imitar nossos avós?” brinquei.
“Não, redescobrir nossas origens” ela replicou.
“Hummm” legal.
“Vamos nadar?” sugeri.
“Nadei ontem a tarde toda, estou cansada, não quero.
Clara estava com um shorts feminino, uma coisinha linda, coladinho, como a mãe, estava bem à vontade; não pude deixar de notar aquelas pernas lindas, aquele shorts redefinindo as curvas e reentrâncias já tão bem definidas naturalmente. A única coisa feia era o camisão que usava, muito relaxado. Brinquei: “Que camisa feia!” Ela se olhou, disse em seguida: “espera aí!” Depois de um tempo abriu novamente a porta do vasto e mobiliado quarto, tinha mudado a roupa, agora ela estava com um topzinho de ginástica, então me deliciei em ver aquele tronco sadio, aquela pele impecável, aqueles peitos médios, rijos. “Linda!” exclamei. Ela me deu um sorrisinho satisfeito.
“E os namorados, Clara, como vão os amores?” perguntei. Ela me fez uma careta com a pergunta, mas respondeu: “Ainda não encontrei ninguém a minha altura.” “Menina inteligente”, respondi, “sabe que não é de qualquer um; tem um nome e riqueza a zelar... vê lá, hem, o seu sobrenome é o mesmo que o meu” brinquei. Ela piscou o olho, descontraída.
Nesse tempo todo, a mãe não tinha dado as caras, o que fazia? Será que nos espreitava? Será que o marido tinha chegado e fora raptado por ela para apagar seu fogo? Sim, pode ser que naquele instante mesmo ela estivesse chupando-lhe o cacete, ou cavalgando; será que era gulosa, que gozava sendo comida pelo cu?
Sem dúvida, naquele dia tudo me impelia (ou nos impelia) para uma consumação sexual. E pensar o que fazia minha tiazinha naquele momento me deixou ainda mais obsceno; ou, usando de uma linguagem mais popular: subindo pelas paredes. Eu não sei se toda aquela atmosfera liberal me impelia a pensar isso, ou se era a realidade, mas parece que Clara também queria algo mais naquele prazeroso dia. Eu estava quase certo de que, se ficássemos a sós no quarto nós não deixaríamos, não nos permitiríamos sair de lá sem uma verdadeira diversão.
“Deixa eu ver os seus estudos no quarto”, pedi, “também me interesso por línguas.”
“Claro!” ela disse. “A propósito, a gente podia estudar junto.” A ideia em si era boa, mas eu logo percebi que com uma companheira de estudos como aquela, ainda mais sozinhos, num quarto, nenhum estudo seria possível, ou seria, mas com muito sofrimento e grande concentração.
“Quem sabe... vou pensar no caso, se eu aceitar vai ser um compromisso sério” respondi.
Já nos encontrávamos no “Templo do Amor”, quer dizer, no quarto de Clara. Que cheiro delicioso tinha ali. Um cheiro de limpeza misturado a um cheiro de fêmea. Ela me mostrou livros, as lições, e um site aberto no computador, onde se lia “Grundlegende Grammatik der deutschen Sprache.” “Esse site é muito bom!” ela comentou. É claro que eu não estava ligando muito pra aquelas coisas. Quis aproveitar a deixa e dizer: “Boa é você!” mas não falei.
Bem, leitor, nessa altura, eu tinha chegado a um estado insuportável de aflição e ansiedade, eu precisava ter Clara. Possuí-la sexualmente; precisava saber suas reais intenções; refleti que por mais que ela estivesse também “no clima”, dificilmente ela daria o primeiro passo; isso quase sempre cabe ao homem. Então, eu dei o primeiro passo.
Estando ela recostada na confortável cadeira, um pouco entretida com o que se passava na tela do computador, inclinei-me suavemente e lhe cheirei os cabelos, amorosamente. Ela se espantou um pouco, mas não me impediu, na verdade, ela teve até certo tremor... acho que foi de prazer. Conforme eu continuava as carícias, ela se retorcia de prazer, e eu beijava-lhe o pescoço, os ombros: “O que você ta fazendo...?!” ela murmurou entre gemidos entrecortados. “Psssiu...” foi tudo o que lhe respondi. E continuava as carícias, acendendo-me cada vez mais. Eu sabia que queria me demorar ali o máximo que podia; naquelas carícias ainda com roupa, ela sentada, indefesa, refém do próprio prazer. “Clara, estou explodindo de desejo!” murmurei; “Clara, eu quero te foder” quase pronunciei isso gritando, tal era o tesão que me tomava naquele momento. A essa altura eu já havia pego a mão dela, e a fazia massagear meu cacete, ainda por cima do jeans que usava. “Você quer ele, Clara?” perguntei. “Sim, quero” ela respondeu, sempre numa sofreguidão, gemendo. Ela continuava a massagem agora por conta própria, meu cacete ia se avivando cada vez mais, um caralho vigoroso ia se desenhando sob o jeans e a cueca. O quarto havia sido tomado por uma atmosfera quente, um cheiro misto de prazer e amor impregnara-se ali.
Levantei-a da cadeira, ela estava lânguida de prazer... Ah, com que fogo nos beijávamos! A língua dela buscava cada recôndito da minha boca molhada, e a minha fazia o mesmo; ela descia a mão, segurava com firmeza meu cacete, ainda dentro da calça, massageava-o. Eu a beijava, queria ter toda sua pele, seu corpo. “Você parece que não liga se sua mãe chegar...” brinquei. “Minha mãe é uma puta”, ela respondeu, “acho que ela ia querer é entrar na brincadeira também.” “Eu permitiria” brinquei. Eu não podia continuar me castigando e castigar a ela também; sim, porque meu cacete inacessível era um castigo a ambos. “Quer chupar um pau, Clara?” “O seu.” “Ah, é todo seu! gemi”
Sentei na beira de sua cama, pedi que ela baixasse minha calça, ela o fez com ansiedade; afinal ela baixou minha cueca — e contemplou pela primeira vez meu rijo e grosso cacete. Clara arregalou os olhos, como espantada, e soltou um “uau!”
Eu me deitei, pronto a receber o prazer que seria me dado pela chupada, pela boca de Clara; ela me punhetou algumas vezes e finalmente abocanhou-me o cacete. Oh, Clara, como Clara me chupava com prazer e vontade; usava a língua com mestria... ora se detinha mais na cabeça, ora queria abocanhar tudo... Só me restava me derreter de prazer, eu gemia; ela continuava com o movimento de cabeça, o belo sobe e desce! Houve um momento que ela realmente parece ter se enfurecido, como quisesse provar a si mesma que era capaz de “engolir” todo o cacete. Quando parecia ter chegado ao seu limite, ela fazia uns movimentos com a cabeça, a fim de enterrar ainda mais o cacete na boca, tê-lo todo em sua garganta. “Clara, quem lhe ensinou isso?” brinquei; quase morrendo de prazer. Quando ela cansou de chupar, eu vi que tinha que lhe retribuir as divinas chupadas.
Levantei, tivemos outras carícias; eu ainda, por incrível que pareça, não havia despido Clara; ainda não havia contemplado toda a beleza, a saúde daquele corpo jovem, espetacular... comecei por lhe tirar a blusa, ah, e a visão daquelas mamas rijas, médias, perfeitas mesmo, aquilo me fez perder o fôlego, aqueles mamilos róseos, aqueles bicos duros, duríssimos, perfeitos... massageei-os com avidez, chupei-os, senti-lhe o cheiro, mamei-os... Eu murmurava com sofreguidão; murmurava a verdade mais verdadeira do mundo — a de que Clara era um espetáculo, que a sua perfeição faz crer numa força criadora superior e perfeita. Nós nos beijávamos, e eu queria sentir seu corpo todo; deitei-a por fim.
Ah, leitor, creio que você acredite em mim se eu disser que, relembrando esses prazeres, Clara e seu corpo, e escrevendo tudo isso, me estremeço de prazer e de nervosismo.
Eu deitei Clara na cama, sempre trocando carícias, e... era tempo... era tempo de baixar o shorts dela, massageá-la, chupá-la; e foi o que fiz; ela estremecia; já tinha baixado o shorts, tudo o que lhe recobria a boceta, era a frágil calcinha; e com que prazer ansioso eu baixei essa última peça... e então, como descrever, leitor; como ser justo na descrição daquela boceta esteticamente perfeita que vi ali, aberta para mim, na minha frente?! Adorei quando vi que ela queria ser menininha para sempre, sim, menininha, porque não se via pelo nenhum; ela o raspara completamente, tinha-se então uma boceta de aparência absolutamente *********te, jovem. Aqueles lábios carnudos, irresistíveis, minha boca salivava, eu suavemente abria-lhe as pernas, sentia que meu cacete se enrijecia cada vez mais ao contemplar aquela boceta perfeita. Não resistia mais, e senti-me o homem mais privilegiado do mundo por ter aquela boceta toda dada para mim, pedindo minha língua quente... até respirei fundo e prometi a mim mesmo que tentaria dar o maior prazer do mundo à bela e lânguida Clara. Quando finalmente meti-lhe a língua, Clara se retorceu, gemia ofegante, quase chorava, eu a chupava com devoção, a boceta e a dona mereciam. Perdi a noção do tempo e espaço chupando aquela boceta, apenas percebendo as contorções de prazer da dona; fazia tremelicar o grelo com a ponta da língua, Clara fechava os olhos, mordia os lábios, agarrava com força o lençol da cama... estava caprichando no meu trabalho oral, quando descobri uma região e um modo de chupar que fazia Clara gemer sobremaneira, então — maldoso? — ali me detive bem mais; Clara gemia: “Ah, meu deus, ah, que delícia!” e se derretia de prazer, não demorou muito para eu perceber que se continuasse naquele ritmo, Clara ia gozar. Leitor, e como estava certo; o prazer de Clara era tão intenso que parecia vir acompanhado de uma dor, ela gemia, se tremia, soltou um gemido final, um grito prolongado mesmo — “Aaahhhhhh!!”, senti algo como um choque que envolvesse aquela boceta e minha língua; ela soltou um gemido final, quase chorava de prazer — daí uma das coisas sexuais mais belas me aconteceu: daquela boceta quente de Clara, por tanto tempo estimulada e excitada, jorrou um liquido morno, sem excesso, porém bem perceptível, dir-se-ia um néctar delicioso! Clara, explodindo de prazer e tendo atingindo múltiplos orgasmos, gozara, aquele gozo feminino, na minha boca. Ah, que doce sabor; decidido a “castigá-la” ainda mais, ainda chupei um pouco mais aquela boceta exausta, lânguida de prazer; Clara queria fechar as pernas, mas estava tão fraca... tudo que podia fazer era gemer baixinho, me implorando que parasse, que estava exausta de prazer...
Tinha tudo para ser mais um dia tedioso; eu estava sem disposição para ir nadar ou ler alguma coisa. Quando me veio à mente a ideia de ir até a casa de minha tia; era bem perto da minha, três quarteirões, na verdade. Decidi que ia caminhando, acreditando que isso poderia me animar, que a caminhada poderia me tirar daquele tédio. Mas na verdade, o que me tirou o tédio naquele dia foi outra coisa... Cheguei na casa, como sempre a empregada veio abrir o portão, só que dessa vez ela partiu dali mesmo, foi para casa mais cedo naquele dia; sendo que não havia então estranhos na casa, só mesmo os meus “parentes”.
Fazia certo tempo que eu não aparecia na casa de minha tia; ela me recebeu com alegria e, como sempre, parecia me comer com os olhos; logo no abraço que me deu, percebi o calor com o qual ela o fazia; aquele corpo fogoso, aquele par volumoso de tetas sendo pressionado contra meu pobre e ofegante peito, tudo isso aniquilou definitivamente e num só golpe aquele tédio e marasmo que estavam comigo. Minha tiazinha tem esse encanto e poder! Como descrevê-la? Sei que é preciso; é um pouco mais baixa do que eu; (tenho 1,85 de altura), tem cabelos levemente encaracolados, de um castanho cor de mel, quase loiro, cheirosos e macios; os traços são finos e harmoniosos, de fato minha falecida vovó caprichara sempre, e legava bons genes às filhas. Tem uma boca sedutora, perfeitamente insinuativa quando quer, porém o olhar é o que há de mais insinuativo nela; será que aquele olhar era exclusivamente meu? Como já disse, ela sempre pareceu querer me devorar com ele, a todo momento, especialmente naquele dia. Pra encerrar a descrição, tenho que dizer que não é comum encontrar senhoras (chamadas coroas) com um corpo tão enxuto e conservado como o dela; é dois anos mais velha que minha mãe; quarenta e três anos, mas como pode aquele corpo que facilmente bate em rigidez e beleza muitos que estão na casa do vinte ou trinta? A explicação é semelhante a do vinho.
Falei da mamãe, mas a filha. Clara. Ah, Clarinha! Ela tinha uma sacanagem velada. Eu sempre percebi isso, mas Clara, um dia eu ia lhe mostrar que isso não é vergonha, que o prazer da sacanagem é um dos mais normais, que a gente não precisa se culpar por isso. Então, leitores, nesse dia eu mostrei. Na verdade, nós nos mostramos; mostramos mutuamente, porque, como posso explicar só hoje, depois das delícias loucas, houve naquele dia uma espécie de desvario perverso e libertino naquela casa. Todos queriam punir e serem punidos; no entanto, punidos de prazer. As convenções da sociedade, isso foi banido na ocasião.
“Meu sobrinhozinho preferido, há quanto tempo!” ela disse. “Parece que nos esqueceu!”
“É vocês que nunca estão em casa, principalmente você” repliquei.
“Estou sempre aqui, ainda mais pra você” ela disse. Não sei se ela queria me estremecer com isso, mas foi o que ela conseguiu.
“Onde está o Noronha?” perguntei.
“Teve que dar um pulo no escritório da firma, anda bastante ocupado, vai ter que fazer umas viagens pro exterior, a esposinha vai ficar mais abandonada do que nunca” disse com um suspiro fingido, brincando com o suposto drama.
Eu, que estava sentado num sofá oposto ao dela, contemplando todo aquele espetáculo de mulher, claramente sacana, rapidamente pensei que podia fazer companhia a ela todo dia, desde que ela não visse nada de errado nisso.
Ela estava com um vestido branco de tecido leve, bem à vontade, uma senhora em sua casa, parece que não tinha saído naquele dia. Aquelas pernas lindas, aquele colo, os braços e mãos, tudo tão saudável; aquela pele levemente bronzeada pelos sóis de praias paradisíacas ao redor do mundo tropical, aquele ar, aquela postura burguesa. Para quem a vida é bela e a libertinagem é necessária. Muitas vezes ficávamos longo tempo nos comendo com o olhar; ela parecia dizer que sim, que adoraria, que nos divertiríamos, enfim, que não via a hora. Eu jurava a mim mesmo que ela me daria a melhor foda jamais dada em minha curta vida. Aquilo estava ficando insuportável. Se continuássemos, o fim seria nos possuirmos ali mesmo, em plena sala de estar, que era grande e sobriamente decorada.
Das coisas da minha vida que se destacam pela grandeza, excetuando-se algumas, tais como: a conta bancária do papai, a receita da empresa, a minha própria conta bancária, as minhas casas, a minha beleza (eu sei, parece pedante, parece um rapazinho convencido, mas pra que omitir a verdade, ainda mais essa?) há outra, cuja grandeza, naquele momento da sala, tornava-se mais e irremediavelmente evidente: meu caralho. Tenho um cacete vigoroso, leitores. A propósito, aquela mesma tia (minha preferida!) fora quem me fez ciente disso pela primeira vez, e da forma mais tácita e, se me permitem, clara possível — o olhar. Acredito que apreciariam mais detalhes: estava em minha casa, a mesma que fica a alguns quarteirões da dela, sempre apreciei a natação e naquele fim de tarde me preparava para algumas horas, varando a noite, de deleite na água. O fato é que eu estava me alongando inocentemente para poder cair na água sem medo quando começa a me desconcentrar e perturbar a vontade mais comum para a idade que eu tinha então — a de bater uma bronha. Estava no mesmo vestiário amplo e arejado que freqüento muito até hoje; e na maior negligência possível (ou inocência) quando não mais agüentava o desejo e tinha tirado o cacete para fora a fim de saciar-me, quem aparece no lugar, leitor? Se não a minha “persecutória” titia? Ela me flagrou no instante exato em que como num passe de mágica eu me libertava da aflitiva sunga. Então eu percebi aquele olhar arregalado, de surpresa, que ela me lançou. A titia — não que isso fosse claro para mim desde o primeiro momento — se espantara com o tamanho do cacete do rapazinho seu sobrinho. Nunca esqueço as palavras que usei, muito espantado, para sair do embaraço: “Você aqui...?!” É claro que instintivamente eu já havia colocado as coisas no lugar. “Vim nadar com você!” foi tudo o que ela respondeu. Será que minha lasciva titia já me queria para mostrar as coisas boas da vida desde aqueles tempos? Não sei... eu tinha apenas *********os e era tão ingênuo, haha. Ou será que o fogo nela se ascendeu ao ver a grande madeira que eu tinha para queimar?
Leitor, voltemos à sala, àquele dia.
Lembrei da outra criatura que rivalizava com aquela no que diz respeito a minha paixão e desejo. Clara era um mistério para mim. Eu não sabia se ela tinha aquela mesma inclinação inexorável à libertinagem, ao prazer carnal, da mãe, das tias, ou se era uma “freirinha”; uma pessoa cujo fogo é difícil de ser acendido. Eu sei que mostrei uma opinião mais definida sobre Clara a algumas linhas atrás; mas, pensando melhor, essa última reflexão é mais verdadeira.
“Cadê a Clara?” perguntei.
“Está no quarto.”
“Linda como sempre?”
“Hu hu” respondeu a mãe, movimentando a cabeça positivamente, para enfatizar.
“A Clara sempre foi linda, na escola, quando estudávamos no mesmo turno, eu via como os caras babavam nela. Nunca deu muita liberdade, ela sabe que não é pra qualquer um... Se não fosse primo dela...” disse com ar sacana.
“i****to é tão normal” disse a mãe. Não pude perceber o quanto tinha de brincadeira e seriedade na coisa.
“Pra mim, primos, nem se caracteriza como i****to” respondi.
“É verdade...”
“Vou lá no quarto dela.”
“Vai me deixar sozinha?”
“Só um momento.”
Não é preciso dizer que toda essa conversa tinha me deixado bem excitado, mal via a hora de ver Clarinha. Mas ela me viu primeiro; estava saindo ou entrando no quarto, fazendo sei lá o quê... na verdade, acho que ela já tinha percebido minha presença ali; por isso estava meio atrapalhada. Então eu exercia esse poder sobre ela? Ah, beleza e inteligência, quanta coisa devo a vós!
“Olá, Clara!” disse com ar propositadamente meio paternal.
“Oi, primo!” ela disse, meio sem jeito.
“O que faz uma jovem bela e rica estar em casa num dia que urge por alguma alegria como esse?
“Quem foi que disse que não estou tendo alegria? Estou estudando a-l-e-m-ã-o e posso dizer que meu dia está sendo maravilhoso”, sublinhei o “alemão” porque ela o pronunciou com certa ênfase mimada.
“Quer imitar nossos avós?” brinquei.
“Não, redescobrir nossas origens” ela replicou.
“Hummm” legal.
“Vamos nadar?” sugeri.
“Nadei ontem a tarde toda, estou cansada, não quero.
Clara estava com um shorts feminino, uma coisinha linda, coladinho, como a mãe, estava bem à vontade; não pude deixar de notar aquelas pernas lindas, aquele shorts redefinindo as curvas e reentrâncias já tão bem definidas naturalmente. A única coisa feia era o camisão que usava, muito relaxado. Brinquei: “Que camisa feia!” Ela se olhou, disse em seguida: “espera aí!” Depois de um tempo abriu novamente a porta do vasto e mobiliado quarto, tinha mudado a roupa, agora ela estava com um topzinho de ginástica, então me deliciei em ver aquele tronco sadio, aquela pele impecável, aqueles peitos médios, rijos. “Linda!” exclamei. Ela me deu um sorrisinho satisfeito.
“E os namorados, Clara, como vão os amores?” perguntei. Ela me fez uma careta com a pergunta, mas respondeu: “Ainda não encontrei ninguém a minha altura.” “Menina inteligente”, respondi, “sabe que não é de qualquer um; tem um nome e riqueza a zelar... vê lá, hem, o seu sobrenome é o mesmo que o meu” brinquei. Ela piscou o olho, descontraída.
Nesse tempo todo, a mãe não tinha dado as caras, o que fazia? Será que nos espreitava? Será que o marido tinha chegado e fora raptado por ela para apagar seu fogo? Sim, pode ser que naquele instante mesmo ela estivesse chupando-lhe o cacete, ou cavalgando; será que era gulosa, que gozava sendo comida pelo cu?
Sem dúvida, naquele dia tudo me impelia (ou nos impelia) para uma consumação sexual. E pensar o que fazia minha tiazinha naquele momento me deixou ainda mais obsceno; ou, usando de uma linguagem mais popular: subindo pelas paredes. Eu não sei se toda aquela atmosfera liberal me impelia a pensar isso, ou se era a realidade, mas parece que Clara também queria algo mais naquele prazeroso dia. Eu estava quase certo de que, se ficássemos a sós no quarto nós não deixaríamos, não nos permitiríamos sair de lá sem uma verdadeira diversão.
“Deixa eu ver os seus estudos no quarto”, pedi, “também me interesso por línguas.”
“Claro!” ela disse. “A propósito, a gente podia estudar junto.” A ideia em si era boa, mas eu logo percebi que com uma companheira de estudos como aquela, ainda mais sozinhos, num quarto, nenhum estudo seria possível, ou seria, mas com muito sofrimento e grande concentração.
“Quem sabe... vou pensar no caso, se eu aceitar vai ser um compromisso sério” respondi.
Já nos encontrávamos no “Templo do Amor”, quer dizer, no quarto de Clara. Que cheiro delicioso tinha ali. Um cheiro de limpeza misturado a um cheiro de fêmea. Ela me mostrou livros, as lições, e um site aberto no computador, onde se lia “Grundlegende Grammatik der deutschen Sprache.” “Esse site é muito bom!” ela comentou. É claro que eu não estava ligando muito pra aquelas coisas. Quis aproveitar a deixa e dizer: “Boa é você!” mas não falei.
Bem, leitor, nessa altura, eu tinha chegado a um estado insuportável de aflição e ansiedade, eu precisava ter Clara. Possuí-la sexualmente; precisava saber suas reais intenções; refleti que por mais que ela estivesse também “no clima”, dificilmente ela daria o primeiro passo; isso quase sempre cabe ao homem. Então, eu dei o primeiro passo.
Estando ela recostada na confortável cadeira, um pouco entretida com o que se passava na tela do computador, inclinei-me suavemente e lhe cheirei os cabelos, amorosamente. Ela se espantou um pouco, mas não me impediu, na verdade, ela teve até certo tremor... acho que foi de prazer. Conforme eu continuava as carícias, ela se retorcia de prazer, e eu beijava-lhe o pescoço, os ombros: “O que você ta fazendo...?!” ela murmurou entre gemidos entrecortados. “Psssiu...” foi tudo o que lhe respondi. E continuava as carícias, acendendo-me cada vez mais. Eu sabia que queria me demorar ali o máximo que podia; naquelas carícias ainda com roupa, ela sentada, indefesa, refém do próprio prazer. “Clara, estou explodindo de desejo!” murmurei; “Clara, eu quero te foder” quase pronunciei isso gritando, tal era o tesão que me tomava naquele momento. A essa altura eu já havia pego a mão dela, e a fazia massagear meu cacete, ainda por cima do jeans que usava. “Você quer ele, Clara?” perguntei. “Sim, quero” ela respondeu, sempre numa sofreguidão, gemendo. Ela continuava a massagem agora por conta própria, meu cacete ia se avivando cada vez mais, um caralho vigoroso ia se desenhando sob o jeans e a cueca. O quarto havia sido tomado por uma atmosfera quente, um cheiro misto de prazer e amor impregnara-se ali.
Levantei-a da cadeira, ela estava lânguida de prazer... Ah, com que fogo nos beijávamos! A língua dela buscava cada recôndito da minha boca molhada, e a minha fazia o mesmo; ela descia a mão, segurava com firmeza meu cacete, ainda dentro da calça, massageava-o. Eu a beijava, queria ter toda sua pele, seu corpo. “Você parece que não liga se sua mãe chegar...” brinquei. “Minha mãe é uma puta”, ela respondeu, “acho que ela ia querer é entrar na brincadeira também.” “Eu permitiria” brinquei. Eu não podia continuar me castigando e castigar a ela também; sim, porque meu cacete inacessível era um castigo a ambos. “Quer chupar um pau, Clara?” “O seu.” “Ah, é todo seu! gemi”
Sentei na beira de sua cama, pedi que ela baixasse minha calça, ela o fez com ansiedade; afinal ela baixou minha cueca — e contemplou pela primeira vez meu rijo e grosso cacete. Clara arregalou os olhos, como espantada, e soltou um “uau!”
Eu me deitei, pronto a receber o prazer que seria me dado pela chupada, pela boca de Clara; ela me punhetou algumas vezes e finalmente abocanhou-me o cacete. Oh, Clara, como Clara me chupava com prazer e vontade; usava a língua com mestria... ora se detinha mais na cabeça, ora queria abocanhar tudo... Só me restava me derreter de prazer, eu gemia; ela continuava com o movimento de cabeça, o belo sobe e desce! Houve um momento que ela realmente parece ter se enfurecido, como quisesse provar a si mesma que era capaz de “engolir” todo o cacete. Quando parecia ter chegado ao seu limite, ela fazia uns movimentos com a cabeça, a fim de enterrar ainda mais o cacete na boca, tê-lo todo em sua garganta. “Clara, quem lhe ensinou isso?” brinquei; quase morrendo de prazer. Quando ela cansou de chupar, eu vi que tinha que lhe retribuir as divinas chupadas.
Levantei, tivemos outras carícias; eu ainda, por incrível que pareça, não havia despido Clara; ainda não havia contemplado toda a beleza, a saúde daquele corpo jovem, espetacular... comecei por lhe tirar a blusa, ah, e a visão daquelas mamas rijas, médias, perfeitas mesmo, aquilo me fez perder o fôlego, aqueles mamilos róseos, aqueles bicos duros, duríssimos, perfeitos... massageei-os com avidez, chupei-os, senti-lhe o cheiro, mamei-os... Eu murmurava com sofreguidão; murmurava a verdade mais verdadeira do mundo — a de que Clara era um espetáculo, que a sua perfeição faz crer numa força criadora superior e perfeita. Nós nos beijávamos, e eu queria sentir seu corpo todo; deitei-a por fim.
Ah, leitor, creio que você acredite em mim se eu disser que, relembrando esses prazeres, Clara e seu corpo, e escrevendo tudo isso, me estremeço de prazer e de nervosismo.
Eu deitei Clara na cama, sempre trocando carícias, e... era tempo... era tempo de baixar o shorts dela, massageá-la, chupá-la; e foi o que fiz; ela estremecia; já tinha baixado o shorts, tudo o que lhe recobria a boceta, era a frágil calcinha; e com que prazer ansioso eu baixei essa última peça... e então, como descrever, leitor; como ser justo na descrição daquela boceta esteticamente perfeita que vi ali, aberta para mim, na minha frente?! Adorei quando vi que ela queria ser menininha para sempre, sim, menininha, porque não se via pelo nenhum; ela o raspara completamente, tinha-se então uma boceta de aparência absolutamente *********te, jovem. Aqueles lábios carnudos, irresistíveis, minha boca salivava, eu suavemente abria-lhe as pernas, sentia que meu cacete se enrijecia cada vez mais ao contemplar aquela boceta perfeita. Não resistia mais, e senti-me o homem mais privilegiado do mundo por ter aquela boceta toda dada para mim, pedindo minha língua quente... até respirei fundo e prometi a mim mesmo que tentaria dar o maior prazer do mundo à bela e lânguida Clara. Quando finalmente meti-lhe a língua, Clara se retorceu, gemia ofegante, quase chorava, eu a chupava com devoção, a boceta e a dona mereciam. Perdi a noção do tempo e espaço chupando aquela boceta, apenas percebendo as contorções de prazer da dona; fazia tremelicar o grelo com a ponta da língua, Clara fechava os olhos, mordia os lábios, agarrava com força o lençol da cama... estava caprichando no meu trabalho oral, quando descobri uma região e um modo de chupar que fazia Clara gemer sobremaneira, então — maldoso? — ali me detive bem mais; Clara gemia: “Ah, meu deus, ah, que delícia!” e se derretia de prazer, não demorou muito para eu perceber que se continuasse naquele ritmo, Clara ia gozar. Leitor, e como estava certo; o prazer de Clara era tão intenso que parecia vir acompanhado de uma dor, ela gemia, se tremia, soltou um gemido final, um grito prolongado mesmo — “Aaahhhhhh!!”, senti algo como um choque que envolvesse aquela boceta e minha língua; ela soltou um gemido final, quase chorava de prazer — daí uma das coisas sexuais mais belas me aconteceu: daquela boceta quente de Clara, por tanto tempo estimulada e excitada, jorrou um liquido morno, sem excesso, porém bem perceptível, dir-se-ia um néctar delicioso! Clara, explodindo de prazer e tendo atingindo múltiplos orgasmos, gozara, aquele gozo feminino, na minha boca. Ah, que doce sabor; decidido a “castigá-la” ainda mais, ainda chupei um pouco mais aquela boceta exausta, lânguida de prazer; Clara queria fechar as pernas, mas estava tão fraca... tudo que podia fazer era gemer baixinho, me implorando que parasse, que estava exausta de prazer...
13年前