Clara, minha prima, Clara! -2-

LEITOR, NAQUELE dia estávamos mesmo tarados. Porque, após ter feito Clara gozar, bem que a história poderia ter acabado aí; mas eu não ia deixar, não, porque naquele dia era nosso dever ir mais além. E se Clara, exausta após o seu orgasmo individual, não me quisesse mais, tivesse perdido o clima, eu a forçaria. De maneira nenhuma eu permitiria que aquele corpo tão saudável e jovem morresse após ter dado só uma; além do mais, foi tudo tão rápido.
Então, dizendo bem popularmente — adoro a linguagem popular — a festa recomeçou. “Vai querer a sua vez?” ela disse. “Vou querer todas as vezes, e de agora em diante, sempre” respondi, enquanto ela recomeçava a massagear meu cacete semi-desperto. “Olha que somos primos... haha” ela disse, e me olhou com um olhar tão libidinoso que teria acendido até o homem mais brocha do mundo. Nessa altura, estávamos ambos deitados na cama, Clara ficou lá se recuperando do prazer, e eu tinha ido lhe fazer companhia. Comecei a acariciar aquela barriguinha linda, sentir o cheiro de sua nuca, meti-lhe a língua na orelha, ela soltou um gritinho safado: “ai!” E recomeçamos a nos beijar fervorosamente; ela subiu em cima de mim, senti todo o peso de seu corpo quente, seu bafo entrecortado... Quase perdemos o clima, porque inventei de perguntar:
“O que sua mãe estará fazendo?”
“Acho que ela sabe o que a gente tá fazendo; por isso não quer vir incomodar, ou melhor, adoraria vir também” ela disse, meio enojada.
“Você reparou que a gente nem trancou a porta? Mas não tranque, deixe assim” disse eu.
“Não vou trancar, que se foda” ela disse.
“Hmm, quer ser pega em flagrante, hã? Fetichista” brinquei. “Mas sério, e se seus pais nos pegassem?”
“Não sei... acho que eu começaria a cavalgar com mais força...” ela disse, “especialmente se fosse o meu pai.”
“Haha, que família sacana” brinquei, “acho que não vamos para o céu... por isso a gente tem que se divertir o máximo possível, aqui na terra.”
“Essa será a minha filosofia a partir de agora” ela disse.
“Clara, principalmente você me surpreendeu” eu disse, “na verdade eu sempre quis dar o primeiro passo em relação a você; mas não sabia qual era a sua, cheguei ao limite de, como um desesperado *********te, lhe dedicar umas bronhas.”
Ela soltou um risinho convencido e satisfeito.
“Mas a partir de agora a gente vai se divertir sempre, não?” perguntei.
“Pode ser” ela disse.
“Sempre quis saber se você era mais pra “freirinha” ou “putinha” e o fato de você não dá muita bola pros caras me confundia ainda mais. Só que agora eu já sei o porquê...” Você nunca encontrou alguém à altura...
“Isso mesmo, sou orgulhosa” ela disse, entre séria e debochada.
“Hmm... então isso faz crescer meus méritos” eu disse com ar propositadamente afetado.
“Pode ser...”
Interessante que, durante essas confissões, nos esquecemos das carícias. Porém rapidamente recomeçamos. Não tinha como não recomeçar. Aqueles peitos médios em cima de mim, sendo premidos quase contra meu rosto; leitor, quando me dei conta daquela situação novamente, isto é, que tinha aquele espetáculo de corpo sobre mim, despido, aquela pele perfeita, aquele cheiro de fêmea mimada, uma corrente de nervosismo e prazer circulou pelo meu corpo. Eu já tinha estado com algumas mulheres — pelo menos com as quais eu quisera estar — mas Clara, Clara mexeu comigo de uma maneira estranha. Sua beleza se impunha, me impressionava; por vezes, parecia que eu era o menos experiente ali, quando a realidade era o contrário. Eu via que tinha que retomar o controle, afinal eu tinha que ensiná-la. Clara era minha puta. Eu tinha que torná-la suja, agora confesso que sempre tive essa vontade. Reduzir uma mulher a uma legítima puta, pelo menos por uma noite, eis um dos desejos inatos do homem.
Não preciso dizer que, com as carícias de Clara, meu cacete imediatamente foi se reanimando. “Clara, quero comer sua boceta, quero entrar todinho dentro de você e permanecer por algum tempo” confessei murmurando. Ela também se animou e caprichou ainda mais nas carícias. Agora eu a tinha segurado e num golpe me virado sobre ela; ela ficou imóvel, dada. Comecei a chupá-la, mamei mais uma vez naqueles peitos lindos, massageava-os, aqueles mamilos cada vez mais duros... ela tinha tremores sofridos de prazer. Fui descendo... de modo que me surpreendi novamente com a beleza suculenta da boceta que tinha ali. Eu abri mais suas pernas; ou antes, Clara abria-se. “Clara, com essa boceta tu dominarias o mundo!” confessei entre jocoso e verdadeiro. Como um imã, aquela boceta atraiu minha língua; e comecei a chupá-la, devo chupar muito bem um grelo porque Clara já se contorcia de prazer, gemia... chupei-a por deleitosos minutos. Até que, meu cacete, muito rijo e quase explodindo, me suplicou que queria conhecer também aquela coisa tão prazerosa.
“Quer ser fodida, Clara?”
“Hu hu” ela respondeu entre gemidos, quase suplicando.
Pedi que ela lubrificasse a ferramenta que eu ia usar. Ela rapidamente se levantou, chupou-me com voracidade, percebi que Clara ficava meio furiosa quando estava chupando um pau. Parece que a todo momento ela queria abocanhar tudo. Fui novamente à boceta. Leitor, eu estava também deliciosamente comovido ante a iminência de penetrar naquele boceta. De outra forma, como explicar aquele delicioso calafrio que senti ao entrar afinal dentro de Clara?
Como pode existir tanto prazer no simples — mas delicioso — movimento do in out, in out? Penetrar uma boceta como aquela, uma boceta perfeita de um corpo comoventemente saudável e vigoroso, é, leitor, uma verdadeira celebração à vida.
Eu “me empurrava” cada vez mais dentro de Clara. Excitava-me grandemente com ver as expressões faciais dela. Ela fazia instintivamente esse irresistível gesto de morder os lábios, ofegante, ora gemia baixinho, ora o prazer ou a dor, ou provavelmente os dois, a fazia gemer mais alto. Fiquei muito tempo fodendo-a por cima; Clara, indefesa, embaixo. O delicioso movimento do entra-e-saí me causava até certa vertigem, tal era a intensidade do prazer de penetrar aquela boceta. Eu bufava como um touro velho e cansado... apesar dos vinte e três anos; Clara tinha dito que não era de qualquer um. Pois saiba que dissera a verdade, leitor, a prova cabal era eu estar penetrando uma boceta tão apertada como aquela. “Clara, como é apertada!” confessei bufando enquanto metia. Entre gemidos, ela abriu os olhos e me lançou: “Eu não me importo se você a alargar um pouco mais.” Clara, espero que você não tome conhecimento desse texto, isso não é do meu interesse, nem tem porquê. Espero que não apareça nenhuma impressão extraviada por aí... um bloquinho de folhas A4 mostrando um casalzinho bem sacana... ainda que eu esteja preservando nossas identidades, mas, se acontecer, leia isso: Você disse a coisa mais sensual e fogosa jamais dita a um homem. O que resta fazer a um homem que ouve isso? O que eu fiz. Tratei de alargar aquela boceta. Meti até quase a exaustão, me movia os gemidos dela, as caras e bocas de prazer. Meu vigoroso cacete se perdia sugado entre aqueles lábios quentes e receptivos. Por quanto tempo fodi aquela boceta? Sei lá. Pode ter sido meia-hora, uma, duas... Parei quando vi que ia gozar; ainda não era tempo.
“Quero você cavalgando, Clara” eu disse. “Vai ser lindo você cavalgando em cima do meu caralho!”
Clara massageava insaciável a boceta. Deitei na cama.
“Vem, sua grandíssima filha da puta” eu disse.
Ela soltou um gemidinho muito cínico. Acho que se excitou com o palavrão.
“Já sentou em cima dum caralho antes?” perguntei.
“Isso você nunca vai saber.”
“Você vai me deixar eternamente curioso” eu disse.
“Hum hum” concordou. Clara revelava agora uma cara de puta barata, uma cara de alguém que se abrira para a imoralidade.
Ela me punhetou e me chupou um pouco antes de subir. Meu caralho se apresentava um mastro duro e vigoroso. “Ah, Clara, devagar... eu quero sentir você me engolindo bem devagar” pedi em tom de súplica. Um dos trabalhos mais prazerosos que tive foi o de ajudar Clara na tarefa de me engolir. Porque, como já disse, estava lidando com uma boceta adoravelmente pouco usada, apertada, leitor. Ela mordia os lábios... se esforçava... até que, senti-me dentro dela novamente. Ela inclinou um pouco a cabeça para trás... e gemia, como ela gemia gostoso. No começo, o sobe-e-desce foi meio difícil. Mas Clara estava realmente excitada, a boceta cada vez mais molhada e propícia a me receber. Então, depois de certo tempo, eu via e sentia com prazer e deleite meu caralho brincando de aparecer e sumir dentro de Clara. Elas engoliam tudo. Eu bufava enquanto ela subia e descia. Parecia um babaca, gritando e gemendo: “Claaaaara, ohhh, Claaaarraaa!” Depois ela inclinou-se para frente, de maneira que agora ela me beijava, me mordia os lábios enquanto fodia. Tínhamos espasmos simultâneos.
Leitor, faz frio aqui, no dia de hoje; mas você não pode saber como me esquento e me animo ao reviver aquela foda, ao reviver Clara. Por um motivo que não interessa dizer, estamos bem longes. Eu poderia usar a internet pra me comunicar com ela. Mas isso só me perturbaria ainda mais. E eu não posso voltar para o Brasil agora. Voltemos, então, ao “Templo do Amor.”
Clara estava ensopada e eu também. Nossos cabelos estavam molhados. Eu fechava os olhos, sentia meu caralho sendo tragado. Já disse que Clara tinha raspado completamente os pelos pubianos, que a boceta dela parecia a de uma menina dez anos mais nova do que ela. Então, isso ajudava e a tornava ainda mais molhada, mais quente, uma vez que um suorzinho delicioso escorria para ali lubrificando de carona meu rijo cacete. Ela subia e descia, resfolegava exausta. Engraçado que eu me animei com uma coisa inesperada: quando vi que estava ali, no quarto daquela moça, minha priminha, no seu aposento de princesa, com seus móveis, suas coisas, impregnado da sua intimidade, e, acima de tudo e mais delicioso — sendo um escravo dessa jovem, na cama dela, no quarto dela, leitor, isso me animou intensamente. Se estivéssemos no século 19, e isso fosse um romance naturalista, o escritor iria dizer mais ou menos: ele fodia a sinhazinha na alcova dela! Também é impossível dizer quanto tempo ela cavalgou... mas uma coisa é certa: eu ainda não queria gozar. Porque, naquele dia de extremos, loucuras, delícias, eu queria pedir e tentar o “impossível”. Clara não ia me decepcionar, pelo menos eu queria acreditar nisso. Mas o que eu estava prestes a pedir é uma das coisas mais difíceis de se conseguir, ainda mais assim, como era o nosso caso, isto é, o primeiro encontro sexual de duas pessoas. Deixemos as adivinhações de lado. Decidi que eu queria o cu de Clara. Eu já disse isso e agora é preciso reafirmar — aquele cu rijo, branquinho, de Clara, sempre me perturbou, e isso desde minha meninice — parece que eu não tenho apenas 23 —, pra mim sempre foi sufocante vê-la de biquíni nos dias que nadávamos juntos, não tenho vergonha de assumir aqui que a única forma que me restava, para meu alívio, era as bronhas que batia pensando naquela bundinha dura, que ficava com um aspecto meio oleoso devido ao protetor que ela usava nos dias de bronzeado na piscina. Eu me acendia de tesão quando a via tomando sol, de bruços. Dessa maneira, aquele cuzinho ficava diabolicamente atraente. Eu sentia minhas mãos coçarem com vontade de massageá-lo.
E agora — na cama dela! Mais perto do que nunca de conseguir enfim aquele cu. Custava tentar? Eu precisava pedir. O pedido saiu ofegante:
“Clara... pelo amor de deus, eu lhe dou todo o dinheiro do mundo (sim, cometi a idiotice de dizer isso, poderia ter ido tudo pelo ralo...) o que você quiser... mas eu quero o seu cu?!”
“Não, isso não” ela disse, aparentando estar decidida. Mas eu já esperava essa resposta; era a mais previsível. Precisava insisitir.
“Por favor, Clara, eu serei carinhoso, prometo” disse gemendo. “Eu sou a pessoa mais adequada para fazer isso pela primeira vez, acredite, os homens são cavalos, mas eu serei carinhoso.”
Ela deu uma risada irreprimível; e eu ainda dentro dela... mas sem muita intensidade. Pela risadinha dela, eu percebi que estava indo no caminho certo.
“Não sei... eu quero... mas... a gente não tem aqueles óleos aqui” ela disse.
“Ohh, você está por dentro... como sabe da existência desses lubrificantes? perguntei espantado.
“You Porn, conhece?” ela disse, sorrindo duma forma deliciosa... meio envergonhada da confissão.
“Ohhhhh, então a donzela assiste vídeos de sacanagem na internet!” eu disse.
“Não... só foi por uma semana mais ou menos, curiosidades...” ela disse.
“Então, vai?” perguntei.
“Eu quero... mas estou com medo.”
“Se doer você fala.”
“Idiota, vai doer.”
“Eu vou ser cuidadoso, prometo.”
Daí aconteceu uma coisa que quase cortou completamente o clima: o celular dela tocou. Merda, que coisa chata. Adivinhem quem era?! Era a mãe dela, ou melhor, minha enxutíssima tiazinha...
“Você não vai atender” eu disse, quase exigindo.
“É claro que não” ela disse.
A ligação caiu no correio de voz; a coisa mais corriqueira: “Filha, é a mamãe... eu dei uma saída e nem te avisei... seu primo tava aí em casa quando eu saí... AQUELE DANADINHO ME DEIXOU SOZINHA NA SALA. Já to chegando em casa com seu pai. Seu primo ainda está aí?O que estão fazendo?
“Nem queira saber” brinquei.
Ela riu.
Tive vontade de responder: “Bom, sua ******** estava cavalgando em mim... e agora vou comer seu cu. É isso que estamos fazendo.
“Clara, eles estão chegando... vamos logo” disse.
“Você viu come ela falou: ‘aquele danadinho me deixou sozinha na sala’ parece que você deixou alguém subindo pelas paredes e saiu” ela disse.
“A gente só estava conversando.. O que você acha da titia, Clara?” eu disse.
“Minha mãe é, na verdade, uma p-u-t-a” ela respondeu soletrando essa palavra. “Mas eu gosto dela, e muito... ela gosta de se divertir, problema é dela... além disso, devo muito da minha beleza a ela. Ela é muito bonita, não é?”
“Uma coroa monumental!” respondi.
Escrevendo, parece que esse diálogo demorou muito. Mas na verdade foi bem breve. Porque eu estava focado noutra coisa... não podia perder o clima, o telefone já tinha tentado isso.
Clara me surpreendeu mais uma vez: do nada ela começou a brincar com meu saudável e insaciável cacete. Esse mesmo que aqui está entre minhas pernas enquanto vou escrevendo. Eu estava deitado, ela já tinha descido de mim; estava sentada na cama, ela realmente contemplava meu cacete enquanto o ia punhetando... teve um momento que começou a acariciar as bolas, sempre punhetando suavemente.
“Gosto dele duro” ela confessou.
“Se você der o que ele quer, ele ficará mais duro do que nunca!” disse.
“Ainda não esqueceu?” ela disse.
“Claro que não, nem vou.”
Comecei a massagear as pernas de Clara, as coxas. Ela pegou minha mão e a levou até sua boceta, com a mão sobre a minha ela ia me ensinando como massageá-la. Ficamos assim por algum tempo, nos estimulando reciprocamente; ela me punhetava e eu a penetrava com meu dedo atrevido.
“Clara, eu não me canso de sua boceta. É a boceta esteticamente mais linda e particularmente deliciosa que eu já vi” confessei.
“Obrigado” ela disse cinicamente brincando.
“Antes de me dá o prazer de lhe ter pelo rabinho, me realiza outro desejo?” eu disse.
“Depende.”
“Senta em cima da minha cara, me sufoca por alguns minutos com essa boceta adorável!”
“É um desejo meio estranho... porém é mais fácil do que dar o rabinho” ela disse, riu cinicamente.
“Olha, isso não é normal... percebeu como a gente tem uma ‘química’? Isso é muito difícil, temos que aproveitar... Agora, vem.”
Aí ela sentou-se em cima de mim. Meteu a boceta bem em cima da minha cara, leitor. Literalmente me sufocou por alguns delirantes instantes. Ela fazia um movimento, ia e vinha com o quadril, me prendia entre as pernas, eu sentia aqueles lábios quentes, aquela boceta lisa de encontro a minha cara. E aquele cheiro de fêmea bem cuidada. Ela tinha aberto meus braços, me rendido, segurava minhas duas mãos enquanto ia e vinha com o quadril sobre meu rosto. Até um momento que eu supliquei: “Ah, chega, Clara, chega!” Ela ainda me castigou um pouco mais. Tirei-a de cima de mim, resfolegando. Ela sorria satisfeita por ter me castigado. Aproveitei isso. Eu precisava me vingar; e sabia como. O cu, o cu de Clara. Ele pagaria. Desculpem, mas não vou resistir: acho que numa situação parecida surgiu o nosso ditado: Quem tem cu, tem medo.
“Agora você me paga” eu disse.
“Ué, foi você quem pediu” ela disse com os olhos arregalados, entre séria e brincalhona.
“Mas você passou dos limites.”
Fui pra cima dela. E aqui começa a parte efetivamente anal da coisa, leitor.
Quase não acreditei que aquele tão cobiçado rabo seria finalmente meu.
“Ai, estou com medo, por favor, sério, vai devagar...” ela disse, mas já rendida. A essa altura ela já estava devidamente colocada de quatro por mim. Eu quase explodia de prazer, poucas vezes fiquei tão ansioso. Afinal, não tinha como não pensar nisso: aquele era aquele cu tão por mim desejado das manhãs da piscina. Aquele rabo que me fazia socar bronhas em sua homenagem. E agora estava ele ali, diante de mim e de meu cacete pulsante de tesão. Confessei: “Clara, acho que estou emocionado!” Ela pareceu não ouvir.
A desculpa de Clara tinha fundamento. Seria difícil desbravar aquele cu virgem e mais apertado que a boceta. Tive a vontade absurda de ir até a cozinha e buscar um pouco de óleo “Soya” para usar como lubrificante, mas depois imaginei que o cheiro de fritura não nos seria agradável.
Comecei a massagear o traseiro de Clara, com devoção; corria-lhe as mãos pelo seu saudável lombo, apertava-a. Ela se contorcia, agitava a cabeça.
“Clara, obrigado por isso, você é divina!” eu disse.
“Seja carinhoso” ela respondeu.
Meu cacete estava rijo, até veias desconhecidas apareceram. A cabeça se exibindo vigorosa. Eu disse o típico: “Vou colocar só a cabecinha”, ela disse: “Ta...” Eu via que ela estava realmente apreensiva, respirando forte, apoiada sobre os braços na cama. E aquele desejado rabo empinado... para mim. “Clara, vou colocar, vou ser cuidadoso, prometo.” Ela soltou um gemidinho de medo.
Leitor, que árduo porém prazeroso trabalho o de vencer aquele aperto. Demorou muito pra eu conseguir colocar a metade da cabeça naquele cuzinho apertado. Ela respirava forte, baixava a cabeça, refugava o cacete contraindo o quadril. É claro que nas primeiras tentativas ela me implorou para tirar, muitas vezes:
“Ahh, tá doendo demais, tira, por favor!” ela implorava gemendo, quase chorando.
Eu gastei quase toda minha saliva, usando-a na falta dum lubrificante. Mas — nós vencemos. O prazer venceu. Porque Clara foi se relaxando, seu anelzinho também. Eu sentia que ela ia me recebendo com mais facilidade. É claro que eu conseguia colocar apenas menos da metade. Às vezes eu me pegava dizendo, num desvario de tesão: “Oh, aquele cu da piscina, o mesmo que eu via ser bronzeado!” Numa das vezes devo ter falado alto, porque Clara perguntou gemendo:
“O quê?”
Só me restava confessar: “Clara, sou tarado por seu rabo desde quando a gente tomava banho de piscina naquelas manhãs...”
“Tarado... mas eu sempre desconfiei, eu sabia disso, é claro... tanto que eu evitava ir de fio dental... pra diminuir seu sofrimento.”
Eu, delirando de prazer: “Acho que a gente nasceu um para o outro!”
“Ai, que delícia!” ela sussurrou, “vai mais fundo!” gemia...
Realmente fazia gosto ver a dedicação de Clara ao nosso prazer. Ela tinha se relaxado bem mais, estava mais molhadinha. Incrivelmente, meu cacete já entrava até um pouco mais da metade. Deus, o trabalho cuidadoso estava sendo recompensando! Eu suava, bufava como um touro, sentia o ****** ferver de prazer... por vezes contemplava satisfeitíssimo a bela visão do cacete entalado no meio daquele rego de nádegas brancas, jovens e rijas. Segurava-a pelo quadril, apertava-a com força enquanto ela se incumbia de me ajudar na foda. Sim, porque agora ela forçava o quadril para mim, queria realmente sentir que estava dentro dela. Eu a lubrificava com minha saliva, cuspia no cacete, imoral, era uma boa maneira de fazê-lo penetrar mais. Leitor, não é exagero dizer que o prazer tinha nos levado a uma espécie de transe. Clara gemia deliciosamente; eu, lento no prazeroso in out, in out. Comecei a massagear a boceta enquanto metia no vizinho. Clara grunhia de prazer. Como pode alguém sentir tanto prazer dando o cu pela primeira vez? Clara fora agraciada por algum deus, Eros, talvez. Eu respirava com força, metia, mas sempre carinhosamente, aproveitando cada centímetro e num ritmo contínuo. Jogava a cabeça pra trás, apertava seu quadril. Ela fazia o mesmo, agitava a cabeça, agitava os cabelos meio molhados de suor, gemia, apertava o lençol, às vezes eu deixava todo o trabalho da foda para ela. Aí então ela se enfurecia, grunhia como um a****lzinho. Agora sim eu via que não resistiria muito tempo. Um jato quente de porra era iminente. Eu comia o cu da princesa em seus aposentos. Mas — vocês vão se espantar — eu tenho que dizer: num castelo grande, dificilmente a princesa e o príncipe ficam a sós por muito tempo. Então, eu tenho que dizer que, enquanto o casal se divertia, sem ele saber, a realeza se aproximava. É verdade, leitor, eu tive essa experiência — fui pego in actu comendo o cu da filha do dono da casa.
発行者 Mamasbo
13年前
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