Saudades de ti
Saudades de ti
Recebeste-me de robe, como sempre.
E, como sempre, também as nossas bocas se cumprimentaram e devoraram famintas, saudosas, gulosas.
As minhas mãos tocaram-te, sentiram-te, acariciaram-te, apalparam essa tua carne deliciosa, já bem firme à minha espera.
Foste terminar o teu café à cozinha; segui-te, toquei-te, as minhas mãos voltaram a procurar por ti, pelo teu corpo quente; o teu pau espreitava orgulhoso por entre a roupa e eu, sem aguentar mais, ajoelhei-me e lambi-te.
Passei a língua pelo teu pau grosso e inchado, babei-me nele, lambuzei-me com ele,engoli-o, abocanhei-o, saboreei-o bem para matar as saudades destes meses de ausência!
Mas o formigueiro já era mais que muito! Levantei-me e comecei-me a esfregar em ti. De frente, a cabeça do pau a roçar no grelo, a esfregar, a sondar, a preparar... Depois de costas, comecei a rebolar o rabo em ti, no teu pau teso, a pedir em silêncio o que ambos tanto queríamos, o que os nossos corpos desejavam!
E entraste! Empurrei-me contra ti! Enterraste-te em mim! Escorregaste no meu leite! Deslizaste por mim adentro, conforme eu me dobrava, para te dar mais acesso à fonte da minha tesão!
Cada estocada tua provocava gemidos de prazer, sons incontroláveis de tesão. As tuas mãos procuraram-me as mamas, esfregaram os bicos, apalparam-me toda a carne, deixando-me ainda mais esfomeada de ti, desejosa de ti, ansiosa por ti!
Fomos até à sala, a roupa já perdida pelo caminho, e os nossos corpos ansiosos pelo que já tinham tido, mas desejosos de muito mais!
Sentaste-te airoso e, sem meias medidas, também me sentei sobre ti num ápice; as mamas imediatamente na tua boca, as tuas mãos no meu rabo a puxarem-me mais para ti, e eu cada vez mais louca de tesão por ti, pelos orgasmos que me provocavas, que iam vindo em catadupa, contínuos, insaciáveis!
Virei-me outra vez de costas para ti e montei-me no teu pau como se não houvesse amanhã, a gemer e a saborear até mais não!
Pelo meio, ainda consegui ir esfregando a tua cabeça tesa na entrada do meu rabinho, para ir preparando, para te dar o que tanto gostas, sendo brindada com um delicioso "se estivesses mais perto, comia-te o cuzinho todos os dias!"
Mas apesar dos preparos, a nossa tesão falou muito mais alto e não tardou até que ambos nos viéssemos numa explosão intensa, louca, molhada, gulosa, como sempre!
Recebeste-me de robe, como sempre.
E, como sempre, também as nossas bocas se cumprimentaram e devoraram famintas, saudosas, gulosas.
As minhas mãos tocaram-te, sentiram-te, acariciaram-te, apalparam essa tua carne deliciosa, já bem firme à minha espera.
Foste terminar o teu café à cozinha; segui-te, toquei-te, as minhas mãos voltaram a procurar por ti, pelo teu corpo quente; o teu pau espreitava orgulhoso por entre a roupa e eu, sem aguentar mais, ajoelhei-me e lambi-te.
Passei a língua pelo teu pau grosso e inchado, babei-me nele, lambuzei-me com ele,engoli-o, abocanhei-o, saboreei-o bem para matar as saudades destes meses de ausência!
Mas o formigueiro já era mais que muito! Levantei-me e comecei-me a esfregar em ti. De frente, a cabeça do pau a roçar no grelo, a esfregar, a sondar, a preparar... Depois de costas, comecei a rebolar o rabo em ti, no teu pau teso, a pedir em silêncio o que ambos tanto queríamos, o que os nossos corpos desejavam!
E entraste! Empurrei-me contra ti! Enterraste-te em mim! Escorregaste no meu leite! Deslizaste por mim adentro, conforme eu me dobrava, para te dar mais acesso à fonte da minha tesão!
Cada estocada tua provocava gemidos de prazer, sons incontroláveis de tesão. As tuas mãos procuraram-me as mamas, esfregaram os bicos, apalparam-me toda a carne, deixando-me ainda mais esfomeada de ti, desejosa de ti, ansiosa por ti!
Fomos até à sala, a roupa já perdida pelo caminho, e os nossos corpos ansiosos pelo que já tinham tido, mas desejosos de muito mais!
Sentaste-te airoso e, sem meias medidas, também me sentei sobre ti num ápice; as mamas imediatamente na tua boca, as tuas mãos no meu rabo a puxarem-me mais para ti, e eu cada vez mais louca de tesão por ti, pelos orgasmos que me provocavas, que iam vindo em catadupa, contínuos, insaciáveis!
Virei-me outra vez de costas para ti e montei-me no teu pau como se não houvesse amanhã, a gemer e a saborear até mais não!
Pelo meio, ainda consegui ir esfregando a tua cabeça tesa na entrada do meu rabinho, para ir preparando, para te dar o que tanto gostas, sendo brindada com um delicioso "se estivesses mais perto, comia-te o cuzinho todos os dias!"
Mas apesar dos preparos, a nossa tesão falou muito mais alto e não tardou até que ambos nos viéssemos numa explosão intensa, louca, molhada, gulosa, como sempre!
6年前