Um Amor que Domina (versão hardcore)
Esta é a história de um jovem casal, que se encontram na época do colégio e depois de alguns anos se casaram. Um casal no qual ele aparentava o comando da relação, mas era só uma fachada, na realidade ela que dominava, mas gostava de fazer o estilo discreta e ingênua na frente das pessoas. A aparência de ambos ajudava nisso, pois ele era um caucasiano normal de vinte e poucos anos, de peso normal, mas ganhando peso, boa estatura e cabelo certinho e roupas sérias, enquanto ela uma oriental de corpo perfeito, tão alta como a sua média, mas seus peitos maiores, joviais e belos que a maioria, mas gostava de manter um estilo meio kawaii para manter esta ilusão.
Ambos gostavam de fazer joguinhos sexuais, as vezes com mais pessoas e sem avisar o outro, mas ela sempre foi mais ousada e numa viagem para casa de praia, fora de época, combinou com dois amigos encenarem um assalto a residência. Um deles era o Lorenzo, um amigo também do colégio, no qual faz um estilo jogado e meio perdido, com um corpo magro, era uma pessoa que se dá nada por ele, mas extremamente criativo, enquanto o outro ela seu primo mestiço (meio ocidental, meio oriental) Antônio, tinha um corpo mais atlético e nunca foi muito intelectual, meio que bruto.
No anoitecer da primeira noite na casa de praia, Emi deixou todas as portas destrancadas para ajudar aos dois invadirem a casa, o que logo ocorreu com a dupla entrando no local mascarados.
Como não possuíam armas de fogo, invadiram o local com duas facas para carne, pequenas, mas eficientes, o que ajudou a dominar o casal e logo os amarrando nas cadeiras da casa e começando um breve diálogo.
- Onde tão os valores, viado?
Perguntou Antônio.
- Não tem nada de valioso aqui, só o carro e os celulares.
Respondeu Érico, mas antes que esta conversa continuasse, Lorenzo interrompe os dois, quando olha para a Emi.
- Esta japinha é bem gostosinha.
Nisso ele coloca a mão no peito dela, acariciando fortemente e usando a faca para corta-lo, fazendo-o cair no chão, o que estava deixando mais excitada, porém tinha que fingir a falta de desejo, por isso ficou com uma feição de sofrimento e consequentemente Érico gritou:
- Tire a mão dela.
Pela sequência natural de eventos, Antônio deu um tapa nele e ameaçou:
- Ô corno, se gritar mais uma vez, não acorda mais.
Nisso Lorenzo teve uma ideia, fizeram que Érico ficasse amarrado de barriga para baixo na mesinha da sala vestindo apenas o seu calção de banho e em seguida desamarrando Emi e a deixando nua na frente dele. Com isso ela continuava a interpretar, fingindo que isso não era combinado e ocultando o seu desejo pela situação.
Antônio por sua vez vai atrás de Erico e com a faca coloca abaixo do pau dele e pergunta para Emi.
- Castro?
Neste momento Emi fica meio desesperada, ao mesmo tempo que não podia deixar que isso ocorresse, também lhe dava uma estranha excitação, era algo novo e estranho pensar num namorado eunuco. Desta forma ela apenas consegue reagir fazendo um não com a cabeça, fazendo Antônio afastar a faca.
Lorenzo acariciava a barriga os peitos dela de forma suava, enquanto ela ficava em pé e era obrigada a tirar a roupa dele, vendo o já ereto pau. Uma vez nu, ele suavemente a fez ajoelhar e começar a chupa-lo. Enquanto isso Antônio já pelado fica ao lado de Érico, virando a ele e mandando:
- Chupe.
No meio da falta de reação dele pela ordem e por ver Emi chupando outro homem, Antônio repete a ordem colocando o pau dele na boca de Érico.
- Chupe, ô viado!
Acompanhado a ordem ele uma a faca para fazer um longo corte superficial nas costas, provocando muita dor e um leve sangramento.
Emi não acreditou na cena, isso não era o combinado, mas estava se deliciando ainda mais, o que criava um problema, pois estava ficando muito molhada sem poder aparentar.
Sabendo disso, Lorenzo fez que ela montasse nas costas de Érico, voltada para trás, num angulo que ele não conseguia ver, mas conseguia sentir, pois estava sendo usado como uma cama ou ao menos uma cadeira.
Nesta situação Antônio fez parar o boquete e foi na direção dos dois e se posicionou como se fosse comer Emi, sentada em Érico, mas neste momento ele surpreendeu e começou a comer o cuzinho despreparado dele, metendo forte, o que fazia sentir dor e expressar pedindo para parar, o que não ocorria. Ele metia tão forte que o barulho de pele contra pele era altissimo.
Emi sussurra para Antônio, para que Érico não escute:
- Sabe que adoro isso, mas se não me comer como vai ocorrer um i****tinho básico aqui?
Esta frase era para desconcertar mesmo Antônio, pois sempre gostava de causar isso, quando possível, nos homens e até em mulheres! Mesmo sendo uma boa pessoa, não acreditava em bondades na cama.
Talvez por efeito dessa frase, ou por plano de Antônio, ele parou de comer Erico, deixando seu cuzinho arrombado e escorrendo merda em suas pernas. Com isso agarrou o cabelo de Emi, fez deitar sobre Erico e disse com um tomde voz sádico:
- Lamba o cuzinho dele, está saboroso agora.
Ele deixou ela fazer isso sozinha, mas antes de ir na direção da cabeça do Erico, deixou sujar os cabelos dela. Uma vez lá, mandou-o chupar novamente o seu pau, mas desta vez estando marrom. Ele resistiu, mas não tinha muito o que fazer e novamente foi ago curto, pois uma vez que o pau do Antônio estivesse limpo, ou quase, ele foi para a cozinha.
Na sequência, Lorenzo segura na cintura de Emi, com ela debruçada lambendo o cuzinho de Erico e começa a meter forte nela e quando ela terminou de limpar o local começou a subir nas costas de seu parceiro, lambendo o suor nervoso que ele sentia, o que atrapalhava Lorenzo em segura-la. Mesmo nestas condições Lorenzo logo ejacula dentro da Emi, mas não profundamente, ficando mais próximo a sua buceta.
Com isso Antônio retorna trazendo duas colheres de sobremesa e um fósforo. Primeiro ele coloca a Emi na frente de Erico, fazendo deitar de tal forma que as pernas dela ficassem nas costas dele e a sua buceta gozada na boca, manda-o ele a chupar e para completar Emi, sem ninguém ter pedido, começa a urinar na cabeça de Erico, praticamente na sua boca.
Antônio segue e pega o pau de Erico colocando o palito do fósforo dentro de sua ureta, causando bastante dor, enquanto isso Emi dá alguns chutes em Erico, no ponto onde Antônio tinha cortado e assim começado a *******, ao menos um pouco. Nisso Antônio colocar as duas colheres no cuzinho de Erico e usando como alavancas faz que ele se abra, dilatando tudo e vencendo a musculatura. Em seguida ele começa a comer novamente o cu, com bastante força e como estava extremamente arrombado parte do reto saia dela a cada estocada, pois não mais segurava e desta vez ele goza e ejacula lá dentro e quando tirou o seu pau de lá dentro, parte do reto veio junto, deixando uma certa esfera avermelhada no lado externo do ânus, com um líquido de lá escorrendo.
Pouco após Emi goza pela lambidas de Erico, que está quase catatônico, não sabendo direito mais o que ocorria, sentindo dor em quase todos os locais, com isso Emi levanta e observa o pequeno sangramento dele nas costas, o que ela lambe e com a boca com ****** beija Erico, dizendo:
- Te amo meu corninho, tudo isso foi um plano meu para que sempre lembre, você é meu, seu corpo também é meu e agora a sua alma também, portanto eu decido como tudo isso será usado, para a minha, para a nossa felicidade!
Após este pequeno discurso ela novamente o beija, para demonstrar quem manda na relação.
P.S.: Erico dormiu amarrado na mesinha, ninguém o desamarrou até a manhã e Emi, Lorenzo e Antônio foram tomar banho juntos.
Ambos gostavam de fazer joguinhos sexuais, as vezes com mais pessoas e sem avisar o outro, mas ela sempre foi mais ousada e numa viagem para casa de praia, fora de época, combinou com dois amigos encenarem um assalto a residência. Um deles era o Lorenzo, um amigo também do colégio, no qual faz um estilo jogado e meio perdido, com um corpo magro, era uma pessoa que se dá nada por ele, mas extremamente criativo, enquanto o outro ela seu primo mestiço (meio ocidental, meio oriental) Antônio, tinha um corpo mais atlético e nunca foi muito intelectual, meio que bruto.
No anoitecer da primeira noite na casa de praia, Emi deixou todas as portas destrancadas para ajudar aos dois invadirem a casa, o que logo ocorreu com a dupla entrando no local mascarados.
Como não possuíam armas de fogo, invadiram o local com duas facas para carne, pequenas, mas eficientes, o que ajudou a dominar o casal e logo os amarrando nas cadeiras da casa e começando um breve diálogo.
- Onde tão os valores, viado?
Perguntou Antônio.
- Não tem nada de valioso aqui, só o carro e os celulares.
Respondeu Érico, mas antes que esta conversa continuasse, Lorenzo interrompe os dois, quando olha para a Emi.
- Esta japinha é bem gostosinha.
Nisso ele coloca a mão no peito dela, acariciando fortemente e usando a faca para corta-lo, fazendo-o cair no chão, o que estava deixando mais excitada, porém tinha que fingir a falta de desejo, por isso ficou com uma feição de sofrimento e consequentemente Érico gritou:
- Tire a mão dela.
Pela sequência natural de eventos, Antônio deu um tapa nele e ameaçou:
- Ô corno, se gritar mais uma vez, não acorda mais.
Nisso Lorenzo teve uma ideia, fizeram que Érico ficasse amarrado de barriga para baixo na mesinha da sala vestindo apenas o seu calção de banho e em seguida desamarrando Emi e a deixando nua na frente dele. Com isso ela continuava a interpretar, fingindo que isso não era combinado e ocultando o seu desejo pela situação.
Antônio por sua vez vai atrás de Erico e com a faca coloca abaixo do pau dele e pergunta para Emi.
- Castro?
Neste momento Emi fica meio desesperada, ao mesmo tempo que não podia deixar que isso ocorresse, também lhe dava uma estranha excitação, era algo novo e estranho pensar num namorado eunuco. Desta forma ela apenas consegue reagir fazendo um não com a cabeça, fazendo Antônio afastar a faca.
Lorenzo acariciava a barriga os peitos dela de forma suava, enquanto ela ficava em pé e era obrigada a tirar a roupa dele, vendo o já ereto pau. Uma vez nu, ele suavemente a fez ajoelhar e começar a chupa-lo. Enquanto isso Antônio já pelado fica ao lado de Érico, virando a ele e mandando:
- Chupe.
No meio da falta de reação dele pela ordem e por ver Emi chupando outro homem, Antônio repete a ordem colocando o pau dele na boca de Érico.
- Chupe, ô viado!
Acompanhado a ordem ele uma a faca para fazer um longo corte superficial nas costas, provocando muita dor e um leve sangramento.
Emi não acreditou na cena, isso não era o combinado, mas estava se deliciando ainda mais, o que criava um problema, pois estava ficando muito molhada sem poder aparentar.
Sabendo disso, Lorenzo fez que ela montasse nas costas de Érico, voltada para trás, num angulo que ele não conseguia ver, mas conseguia sentir, pois estava sendo usado como uma cama ou ao menos uma cadeira.
Nesta situação Antônio fez parar o boquete e foi na direção dos dois e se posicionou como se fosse comer Emi, sentada em Érico, mas neste momento ele surpreendeu e começou a comer o cuzinho despreparado dele, metendo forte, o que fazia sentir dor e expressar pedindo para parar, o que não ocorria. Ele metia tão forte que o barulho de pele contra pele era altissimo.
Emi sussurra para Antônio, para que Érico não escute:
- Sabe que adoro isso, mas se não me comer como vai ocorrer um i****tinho básico aqui?
Esta frase era para desconcertar mesmo Antônio, pois sempre gostava de causar isso, quando possível, nos homens e até em mulheres! Mesmo sendo uma boa pessoa, não acreditava em bondades na cama.
Talvez por efeito dessa frase, ou por plano de Antônio, ele parou de comer Erico, deixando seu cuzinho arrombado e escorrendo merda em suas pernas. Com isso agarrou o cabelo de Emi, fez deitar sobre Erico e disse com um tomde voz sádico:
- Lamba o cuzinho dele, está saboroso agora.
Ele deixou ela fazer isso sozinha, mas antes de ir na direção da cabeça do Erico, deixou sujar os cabelos dela. Uma vez lá, mandou-o chupar novamente o seu pau, mas desta vez estando marrom. Ele resistiu, mas não tinha muito o que fazer e novamente foi ago curto, pois uma vez que o pau do Antônio estivesse limpo, ou quase, ele foi para a cozinha.
Na sequência, Lorenzo segura na cintura de Emi, com ela debruçada lambendo o cuzinho de Erico e começa a meter forte nela e quando ela terminou de limpar o local começou a subir nas costas de seu parceiro, lambendo o suor nervoso que ele sentia, o que atrapalhava Lorenzo em segura-la. Mesmo nestas condições Lorenzo logo ejacula dentro da Emi, mas não profundamente, ficando mais próximo a sua buceta.
Com isso Antônio retorna trazendo duas colheres de sobremesa e um fósforo. Primeiro ele coloca a Emi na frente de Erico, fazendo deitar de tal forma que as pernas dela ficassem nas costas dele e a sua buceta gozada na boca, manda-o ele a chupar e para completar Emi, sem ninguém ter pedido, começa a urinar na cabeça de Erico, praticamente na sua boca.
Antônio segue e pega o pau de Erico colocando o palito do fósforo dentro de sua ureta, causando bastante dor, enquanto isso Emi dá alguns chutes em Erico, no ponto onde Antônio tinha cortado e assim começado a *******, ao menos um pouco. Nisso Antônio colocar as duas colheres no cuzinho de Erico e usando como alavancas faz que ele se abra, dilatando tudo e vencendo a musculatura. Em seguida ele começa a comer novamente o cu, com bastante força e como estava extremamente arrombado parte do reto saia dela a cada estocada, pois não mais segurava e desta vez ele goza e ejacula lá dentro e quando tirou o seu pau de lá dentro, parte do reto veio junto, deixando uma certa esfera avermelhada no lado externo do ânus, com um líquido de lá escorrendo.
Pouco após Emi goza pela lambidas de Erico, que está quase catatônico, não sabendo direito mais o que ocorria, sentindo dor em quase todos os locais, com isso Emi levanta e observa o pequeno sangramento dele nas costas, o que ela lambe e com a boca com ****** beija Erico, dizendo:
- Te amo meu corninho, tudo isso foi um plano meu para que sempre lembre, você é meu, seu corpo também é meu e agora a sua alma também, portanto eu decido como tudo isso será usado, para a minha, para a nossa felicidade!
Após este pequeno discurso ela novamente o beija, para demonstrar quem manda na relação.
P.S.: Erico dormiu amarrado na mesinha, ninguém o desamarrou até a manhã e Emi, Lorenzo e Antônio foram tomar banho juntos.
6年前