O Preto da UBER

Ao meu amigo Preto da UBER
Olá meus amigos. Sou a Paula e resolvi contar mais uma história já que um amigo meu me desafiou a torná-la pública.
Como tem sido meu hábito, não divulgo os nomes reais dos personagens. Até para preservar a sua privacidade.
Como já contei na história dos 25 anos do meu sobrinho Ricardo, fiquei com alguns amigos no Cacém, São Marcos, etc.
Com o decorrer do tempo fui conhecendo outros na Amadora, Reboleira e, mais recentemente, perto de Sintra.
Numa das minhas últimas idas a Lisboa, ver a minha irmã e matar saudades do Ricardo, resolvi ir beber um café com um rapaz no Cacém.
Ele trabalha no Allegro de Alfragide e só sai por volta das 20:00 horas. Convenci a minha irmã que ia demorar e que não me esperasse para jantar.
O Nelo é um amigo que conheci através do Ricardo. Gosta de dançar, faz ginásio e tem um corpo fantástico. Nasceu cá, mas tem pais africanos, mais precisamente da Guiné.
Pele sedosa, não demasiado escura, mas nota-se que é guinéu. Tem tudo o que uma mulher pode gostar. Educado, culto e 22 cms com a grossura do meu pulso. Tem uma língua incrível e é muito meigo.
O suco dele é espesso e tem um gosto menos intenso de outros que já provei.
Por volta das 20:25 fui ter com ele à estação dos comboios do Cacém. Como ia de saia e uma blusa justa fui alvo de imensos olhares. Mesmo sem dizerem nada fui adivinhando, mentalmente, o que estariam a pensar. Houve até um mais maduro que parou fingindo que iria esperar alguém.
Olhava insistentemente e, de vez em quando, metia a mão ao bolso e reparei que massajava o caralho. Enquanto esperei fui “dando” corda e insinuando que estava a gostar. Ele estava agitado, mas sem ser grosseiro.
Quando o Nelo desceu do comboio fui ter com ele e beijei-o na boca com um abraço bem apertado. Quando passámos pelo outro eu pisquei o olho e, já depois de o ter passado, meti a minha mão no rabo como que a ajeitar a saia e a dizer-lhe que o meu pacote não dou a todos assim sem mais nem menos.
O Nelo colocou o braço à volta da minha cintura e descemos a estação até à Avenida dos Bons Amigos. Subimos um pouco e entramos numa pastelaria para beber café e falar um pouco. Matar saudades.
Lá fomos falando da vida, do trabalho e, inevitavelmente, das aventuras. À medida que se ia falando ia crescendo o desejo. Ele metia a mão na minha coxa e eu aquecia. Olhei-o nos olhos e disse: tens que me comer hoje.
Ele sorriu e disse: nem imaginas a tesão que me deste, mas tenho hoje a minha mãe e irmã em casa. Não posso levar-te lá. Nem um broche na escada do prédio, respondi eu. Ele lá respondeu dizendo que se eu me satisfizesse com isso não haveria problema.
O Nelo mora num 7º andar e o prédio tem escada de socorro à parte dos elevadores. No 10º andar tem a sala das máquinas e uma pequena arrecadação onde a senhora da limpeza deixa alguns utensílios.
Pagámos a conta e saímos. Aqui já não com ele a agarrar na cintura, mas como se fossemos apenas amigos.
Entrámos no prédio e ele chamou o elevador. Assim que entrámos no elevador ele aperta-me e beija-me na boca com língua e tudo. A mão direita foi directa à minha cona. Foda-se Paula, tens a cona molhada. Nem respondi, mas agarrei-lhe o enorme caralhão que já dava sinais de vida. E que vida.
Chegados ao 9º andar saímos e tivemos de subir o resto pelas escadas. A arrecadação costuma estar aberta disse ele. Eu ia à frente e ele ia apalpando as minhas nádegas. Tenho saudades de comer esse cu Paula, mas aqui na arrecadação não é boa ideia pois tu gemes alto e não podemos dar bandeira.
Logo após entrar resolvi tirar a cueca, por acaso fio dental e meti na bolsa. Ele encostou-me à parede, baixou-se depois de me levantar a saia e começou um fabuloso botão de rosa e um minete por trás. Foi chafurdando no cu e entre pernas. Abri-me o mais possível para ele lamber bem a cona. Levantou-se e tirou os 23 cms para fora. Mesmo sem camisa (não houve tempo) começou a roçar aquele monstro pelo olhinho do cu e pela minha crica. Estive quase para o encaminhar para me comer a cona e o cu assim, mas evitamos.
Aquele enorme barrote preto estava já a babar. Ajoelhei-me e comecei a passar a língua desde os colhões até à ponta já com líquido. Ele agarrou-me na cabeça e forçou a que o metesse na boca. Sufoquei. Mas ele não me largava os cabelos e a cabeça. Fui chupando aquele corneto de chocolate e a olhar para ele. Ele, de vez em quando fechava os olhos e mordia o lábio. Sabia que estava a gostar e que não tardava a abrir a torneira.
Meti-o todo na boca e com a língua massajava a parte de baixo do caralho. Senti ele fazer mais força na cabeça e, sem avisar, esporrou-se que nem um cavalo. Tive de engolir tudo pois não tinha como não o fazer. Não sei se foi da tesão, mas sei que foi mais leite do que é normal. Apos o broche presenteou-me com um belo minete que me fez vir na boca dele. Beijei-o e ainda devia haver leite dele na minha boca.
Compusemo-nos e descemos até ao rés do chão. Eram quase 22:00 horas. Aquela hora já há menos comboios para Lisboa. Solução? Chamar um Uber.
Ele aguardou que o Uber chegasse e para meu espanto era um preto muito bem vestido.
Despedi-me do Nelo com um beijo e ele disse ao Uber: Bró, trata bem a minha amiga, ok?
Sentei-me no banco de trás e nem me lembrei que não tinha as cuecas. O motorista deve ter reparado que o cabelo estava meio despenteado e que eu estava meio vermelha na cara.
Com simpatia o motorista foi metendo conversa querendo tirar nabos da púcara.
Lá fui respondendo acabando por dizer que não era de Lisboa, que estava de visita à minha irmã e que tinha vindo ao Cacém beber um café com o meu amigo Nelo. Era para ter jantado com ele, mas não houve hipótese pois ele tinha a mãe e irmã em casa.
Ainda nem jantei, disse eu. Ele deve ter apanhado qualquer coisa no ar e sugeriu que se eu quisesse podíamos parar e eu comer nem que fosse uma sandes ou um bolo.
Achei boa ideia e ele disse: a esta hora o mais fácil é parar na Amadora pois há sempre muita coisa aberta. Concordei e acabei de dizer que conhecia um tal Júnior na Reboleira. Ele ao ouvir o nome perguntou: o Júnior que tem uma banda de garagem? Sim, conhece?
Claro que conheço, somos amigos. Há tempos que não o vejo. Ele tá em forma, respondeu o motorista. Ele é bem atrevido não é, perguntou. Após um breve silêncio respondi que sim.
Sim, sim, há tempos contou-me umas histórias de uma cota que tem um sobrinho chamado Ricardo e riu-se. Ai sim, disse eu, e que lhe contou ele? Que a cota é um pedação de mulher muita fixe. Pela descrição que fez do corpo e sobretudo do cabelo, ela tem parecenças consigo.
Calei-me. Chegados à Amadora dei não sei quantas voltas até ele parar num snack bar aceitável. Sentamo-nos e ele passado uns minutos levantou-se e fez uma ou duas chamadas.
Voltou e sentou-se à minha frente. Deve ter percebido que eu não tinha cuecas pois quando abri a bolsa deve ter reparado. Então, conhece bem Júnior pelos vistos?
Sim, sim, muito bem mesmo. Estou a ver respondeu ele. Por acaso tentei falar com ele agora, mas não atende. Ai é? Disse eu. Sim, quem sabe ele não vinha até aqui e falávamos os 3.
Não me contive e confessei: eu sou a cota que ele lhe falou. Hum, bem me parecia. E não quer conhecer uns amigos meus daqui perto?
Não posso demorar muito senão a minha irmã fica em cuidados. Ligue-lhe e diga que teve um contratempo. Assim fiz.
Mana, olha não reparei nas horas e agora os transportes são mais difíceis por isso não fiques preocupada.
Passaram 10 minutos e entram 2 rapazes, também pretos, que se dirigiram ao motorista da Uber. Então mano, que é feito? Olhem vim aqui com esta dama porque estava com fome e tem de ir para Lisboa. O mais giro é que ela é amiga do Júnior, tás a ver?
Fixe dama, nós conhecemos bem ele e olhe que ele tem bom gosto. Sorri e comecei a ver o filme.
Olha lá bró, não dás boleia à gente? Só se a senhora não se opuser. Por mim na boa pois se conhecem o Júnior devem ser pessoas sérias. Ya, Ya, foi a resposta.
Por mim sem stress, disse eu. Saímos e fomos para o carro. Os dois que apareceram sentaram-se no banco de trás comigo no meio. Sentada fiquei com a saia a meio da coxa enquanto nos dirigíamos para Lisboa. A conversa foi aquecendo e às tantas surgiu o tema de como é que eu conhecia o Júnior. Lá fui explicando e eles, educadamente, na brincadeira. Segundo dizem para aí o Júnior tem uma ferramenta que parece um burro, será verdade? Eu ri-me e um deles colocou o braço por cima do ombro e disse: diz lá miga, tem não tem? O outro aproveitou e meteu a mãozorra na coxa. De repente diz o motorista: e sabem que a Paula está sem cuecas? Sério Paula? E vai daí tentam meter os dois a mão pela saia acima para comprovar. Tive de abrir as pernas e a saia subiu. Ui que maravilha e está molhada. Estava já o caldo entornado.
Em vez de se dirigir para Lisboa o motorista fez um desvio da rota e comecei a perceber o que ia suceder. A última placa que reparei dizia Alfornelos. Passados 5 minutos ele para junto de uns armazéns dispersos e com pouca luz.
Paulinha, vais ter que nos aliviar. Se não for a bem vai ser a mal.
Entrámos num armazém com pouca luz e onde percebi que guardavam produtos alimentares.
Numa espécie de escritório estava, encostado a uma parede, um colchão cheio de nódoas que calculei fossem de esporra.
Os 3 começaram a acariciar-me. Cona, cu, mamas.um dizia ao ouvido: olha lá Paula é verdade que o Júnior e outros brós te pararam em grupo e que és fã de Duplas e que adoras dar o pacote?
Nem tive tempo de responder. Fiquei sem roupa e não precisaram de rasgar nada. Puseram o colchão no chão e despiram-se. Vi 3 caralhões reluzentes à minha volta. Um deitou-se e os outros dois agarraram-me ao colo e meteram-me em cima dele. Senti que me ia rasgar a cona. Meterem-se os dois, um de cada labo, a apalparem-me as mamas e com os caralhos em riste a baterem-me na cara. Senti as duas mãos a agarrarem na cabeça ao mesto tempo que tentavam meter os 2 caralhos na boca. O de baixo ia bombando na cona e chamando nomes. Ei pessoal, a puta tem a cona encharcada, bora lá aproveitar. Viraram-me e senti a cona ser invadida por 2 monstros. O outro ia fodendo a boca. De seguida um dos que estava na cona força e enfia no cu a toda a força. Ninguém se lembrou das camisas.
Durante quase meia hora foram rodando e todos quiseram experimentar o cu. Só lhes pedi para não tentarem dupla anal e para não se virem na cona.
Descansa puta que vais beber tudo no fim. Dito e feito. Fiquei de joelhos e com 3 caralhos a foderem a boca à vez. Um deles ficava a agarrar a cabeça para eu não me esquivar. O primeiro a vir-se foi o motorista. Os outros dois um segurava a cabeça e outro apertava o nariz. Sem avisar encheu-me a boca e fui forçada a engolir. Seguiram-se os outros 2.
Juro que não me lembrava de ter engolido tanta esporra.
Saí dali para o carro, meio cansada, mas consolada. Os dois que tinham ido ter ao snack bar afinal não iam para Lisboa. Era a combinação deles arranjarem maneira de me foderem.
Sinceramente? Repetia mais vezes.
発行者 casalsul
6年前
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