INEVITÁVEL
Sábado - final do dia
Local - Ambiente discreto, em clima ameno numa morada perto de si ...
Intervenientes - 2 casais de amigos (António e Mariana e Emília e Zélio) que faz algum tempo desejavam um momento de privacidade, de intimidade e sabe-se lá mais o quê ... mas havia que dar um empurrão pois havia sempre qualquer coisa que gerava impedimento. Era um que não se sentia bem, era outro que estava a trabalhar e por aí mas naquele sábado aconteceu o INEVITÀVEL.
Cordiais cumprimentos na entrada, seguidos dos beijos e abraços da praxe.
Sentados à mesa sumptuosamente posta e decorada com alguns petiscos e onde por milagre sobressaia um tinto de reserva. Sentado, cada um mais longe do próximo, conversavam sobre o percurso que os levara até ao conhecimento pessoal, rindo de algumas situações, condenando outras mas sempre espalhando boa disposição.
Umas trincadelas e uns copos depois fê-los passar para o sofá onde se degustava um belo vinho da Madeira que foi companheiro até ao final da noite (o gosto por coisas boas é comum). A ténue luz e a música de fundo compunham o ambiente.
Já fazia tempo que ficara no ar a intenção de haver "algo" íntimo entre eles e aquela noite trazia no ar a magia da simplicidade como tudo a seguir se passou.
Emília ás tantas diz: "não querem brincar?" - António e Mariana, entreolharam-se pois não era nada que não tivessem previsto e um sim meio tímido saiu da boca dela enquanto se ausentava momentaneamente. O ar destes amigos dizia tudo, parecia que sempre haviam desejado aquele momento.
António senta-se na ponta do sofá enquanto na outra ponta Emília se ajoelhara sem rezar e chupava com afinco Zélio que entretanto libertara das calças o seu membro já completamente de pé. Não demorou para Emília dizer a António: "Anda para aqui, chega-te para aqui". Timidamente lá se chegou para ela que de imediato já lhe passava as mãos pelas pernas e ... não só.
Momentos volvidos Mariana regressa depois de ter trocado de indumentária (vinha de sapatos de salto alto e com um robezito transparente, apresentando uma lingerie que não demorou muito a ser-lhe retirada). Mais decidida que António, depressa se lhes juntou.
Num ápice cada uma das meninas abocanhava o respectivo parceiro, mas a proximidade dos quatro era tão grande que mãos e bocas iam trocando carícias e beijos nas partes mais deliciosas. Também depressa António e Zélio se mandavam de cabeça e chupavam as mamocas de Mariana enquanto Emília tomava conta do membro António que se arrepiava com a aquela boca gulosa. E depois, aqueles dois pares de mamas a pedirem mais festas...
O tempo passava a correr mas importante agora era ver o prazer que por ali pairava. Estavam agora as duas de pernas literalmente abertas "oferecendo" aos nossos amigos aquelas quentes e húmidas entradas. António chupava o grelinho de Emília com muita vontade, com muito afinco. Penetrava-a com a língua fazendo-a gemer.
Zélio caíra de cabeça no meio das pernas de Mariana abrindo-lhe os lábios para a chupar e lamber como se nunca tivesse visto uma racha assim. Ela torcia-se de gozo.
Respirava-se tesão e os dois amigos procuravam preservativos que de um qualquer bolso apareceram.
Até ao momento, além da música nada mais se ouvira senão o arfar e o gemer pois os olhares deles falavam. Este "silêncio" foi interrompido pelo ruído de embalagens a serem rasgadas e pela ansiedade de Zélio e António penetrarem aquelas maravilhosas mulheres ávidas de sexo que igualmente ansiavam por os receber.
Mariana no sofá, de quatro, oferecia-se a Zélio que a custo se ia aguentado para não acabar a festa cedo demais. Emília, no chão, ia dando conta de António.
Mais uma volta e mais outra e estavam os parceiros de novo trocados. Pouco mais tempo passou quando se ouviu um "ahh ahh, ahh ahhhhhh" - era Zélio que tinha acabado de travar a sua batalha. Viera-se intensamente e estava agora sentado e comentava "estou morto".
António permanecia por detrás da sua cara metade, bombando também até à exaustão, caindo também, vencido pelo calor daquela fenda caliente.
No final, restavam 4 amigos bem dispostos e sorridentes, copos, garrafas, preservativos e roupas espalhadas que aos poucos iam sendo recolhidas pelos respectivos donos dado que a noite esfriava e o ambiente amornava.
Este foi o primeiro de alguns momentos vividos entre estes quatro amigos e não só ...
Local - Ambiente discreto, em clima ameno numa morada perto de si ...
Intervenientes - 2 casais de amigos (António e Mariana e Emília e Zélio) que faz algum tempo desejavam um momento de privacidade, de intimidade e sabe-se lá mais o quê ... mas havia que dar um empurrão pois havia sempre qualquer coisa que gerava impedimento. Era um que não se sentia bem, era outro que estava a trabalhar e por aí mas naquele sábado aconteceu o INEVITÀVEL.
Cordiais cumprimentos na entrada, seguidos dos beijos e abraços da praxe.
Sentados à mesa sumptuosamente posta e decorada com alguns petiscos e onde por milagre sobressaia um tinto de reserva. Sentado, cada um mais longe do próximo, conversavam sobre o percurso que os levara até ao conhecimento pessoal, rindo de algumas situações, condenando outras mas sempre espalhando boa disposição.
Umas trincadelas e uns copos depois fê-los passar para o sofá onde se degustava um belo vinho da Madeira que foi companheiro até ao final da noite (o gosto por coisas boas é comum). A ténue luz e a música de fundo compunham o ambiente.
Já fazia tempo que ficara no ar a intenção de haver "algo" íntimo entre eles e aquela noite trazia no ar a magia da simplicidade como tudo a seguir se passou.
Emília ás tantas diz: "não querem brincar?" - António e Mariana, entreolharam-se pois não era nada que não tivessem previsto e um sim meio tímido saiu da boca dela enquanto se ausentava momentaneamente. O ar destes amigos dizia tudo, parecia que sempre haviam desejado aquele momento.
António senta-se na ponta do sofá enquanto na outra ponta Emília se ajoelhara sem rezar e chupava com afinco Zélio que entretanto libertara das calças o seu membro já completamente de pé. Não demorou para Emília dizer a António: "Anda para aqui, chega-te para aqui". Timidamente lá se chegou para ela que de imediato já lhe passava as mãos pelas pernas e ... não só.
Momentos volvidos Mariana regressa depois de ter trocado de indumentária (vinha de sapatos de salto alto e com um robezito transparente, apresentando uma lingerie que não demorou muito a ser-lhe retirada). Mais decidida que António, depressa se lhes juntou.
Num ápice cada uma das meninas abocanhava o respectivo parceiro, mas a proximidade dos quatro era tão grande que mãos e bocas iam trocando carícias e beijos nas partes mais deliciosas. Também depressa António e Zélio se mandavam de cabeça e chupavam as mamocas de Mariana enquanto Emília tomava conta do membro António que se arrepiava com a aquela boca gulosa. E depois, aqueles dois pares de mamas a pedirem mais festas...
O tempo passava a correr mas importante agora era ver o prazer que por ali pairava. Estavam agora as duas de pernas literalmente abertas "oferecendo" aos nossos amigos aquelas quentes e húmidas entradas. António chupava o grelinho de Emília com muita vontade, com muito afinco. Penetrava-a com a língua fazendo-a gemer.
Zélio caíra de cabeça no meio das pernas de Mariana abrindo-lhe os lábios para a chupar e lamber como se nunca tivesse visto uma racha assim. Ela torcia-se de gozo.
Respirava-se tesão e os dois amigos procuravam preservativos que de um qualquer bolso apareceram.
Até ao momento, além da música nada mais se ouvira senão o arfar e o gemer pois os olhares deles falavam. Este "silêncio" foi interrompido pelo ruído de embalagens a serem rasgadas e pela ansiedade de Zélio e António penetrarem aquelas maravilhosas mulheres ávidas de sexo que igualmente ansiavam por os receber.
Mariana no sofá, de quatro, oferecia-se a Zélio que a custo se ia aguentado para não acabar a festa cedo demais. Emília, no chão, ia dando conta de António.
Mais uma volta e mais outra e estavam os parceiros de novo trocados. Pouco mais tempo passou quando se ouviu um "ahh ahh, ahh ahhhhhh" - era Zélio que tinha acabado de travar a sua batalha. Viera-se intensamente e estava agora sentado e comentava "estou morto".
António permanecia por detrás da sua cara metade, bombando também até à exaustão, caindo também, vencido pelo calor daquela fenda caliente.
No final, restavam 4 amigos bem dispostos e sorridentes, copos, garrafas, preservativos e roupas espalhadas que aos poucos iam sendo recolhidas pelos respectivos donos dado que a noite esfriava e o ambiente amornava.
Este foi o primeiro de alguns momentos vividos entre estes quatro amigos e não só ...
6年前