O meu patrão, I capítulo
O meu primeiro trabalho foi em uma sapataria, o meu patrão já fazia-me olhinhos, embora os meus 18 anos eu tinha corpo de miúdo, e era inocente, pelo menos o suficiente para não me aperceber que os olhinhos que o patrão fazia não eram de simpatia, eram sim de quem me ria comer o cu, e isso descobri uma sexta feira no trabalho, que acabei sozinho com ele na fábrica. Tinha-mos acabado o trabalho e ele pediu-me se podia ficar ate a meia noite para o ajudar arrumar o escritório, as 8h íamos comer a tasca o lado e depois voltávamos ate acabar o trabalho, mas talvez não antes da meia-noite. Eu como qualquer empregado que não tem nada programado aceitei, achei estranho que ele só me tenha dito para subir assim que todos foram embora, mas assim que ele me chamou deixei de fazer as caixas que estava a fazer e subi para o escritório
Assim que cheguei o escritório estava ele já arrumar alguns dóceis por datas, meus olhos não puderam fincar o peito dele, pois tinha a camisa completamente aberta e era muito peludo, fiquei admirado por ver um corpo muito peludo o mesmo tempo surpreendido pois todo o pelo era escuro menos a volta do peito, o peito era coberto de pelo grisalho fiquei meio que paralisado. Pediu que numera-se as pastas todas por meses e que metesse nos dossiês do ano correspondente. Assim que comecei a numerar e arquivar, veio por traz de mim e começou a me explicar algumas coisas dos dossiês, eu fiquei atento o que me estava a dizer, mesmo achando estranho pois não era minha função, comecei a sentir o rosto dele quase encostado o meu, o respirar dele que me aquecia o rosto, e sem que me desse oportunidade de me retirar, meteu a mão dele por de trás da minha cabeça e puxou-me ********** seu rosto o meu, deu-me um beijo na boca e pediu desculpas, que não sabia o que lhe tinha dado, que não devia ter feito aquilo. Eu não sei porque respondi que não tinha mal, lá ele começou a puxar conversa se já tinha beijado algum homem ou feito sexo. Eu entrei na conversa respondendo que não, por acaso já mas respondi que não, ficamos sentados ali no chão a conversar por alguns 15 minutos, ate que por fim ele voltou a beijar-me, mas desta vez, debruçou-se ficando com a cara meia inclinada a olhar-me nos olhos, eu não sei que impulso me deu, inclinei-me e beijei-o se esteve-se hipnotizado.
O meu patrão levantou-se pegando-me pela mão e levou-me para a secretaria, sentou-se e pediu que me senta-se no colo dele, eu era magrito pesava 50 kg e meço 168 cm de altura oras mão o ia magoar, então sentei-me na cadeira e meti as minhas mãos por trás da cabeça dele, inclinei-me e voltamo-nos a nos beijar, ficamos ali a nos beijar, as línguas que se enrolavam uma com a outra, o calor húmido da boca dele meus lábios já estavam quentes, de tanto nos beijarmos, e lá ele começou a me despir a t-shirt que tinha vestido, fiquei de tronco nu e depois acabou de desapertar os dois últimos botões que tinha e tirou a camisa dele, pedindo-me que o acaricia-se, com a minha mão esquerda comecei acariciar os peitos dele, o pelo macio e duro me causavam uma sensação agradável no toque, eu comecei acariciar a barriga dele, sem que ele me pedisse comecei a beijar os mamilos dele, dando umas lambidelas, lá ele começou a respirar mais forte e soltando uns gemidos de vez em quando.
Pediu que me ajoelha-se e fica-se encostado a secretaria, levantou-se desapertou as calcas de desceu estas, eu já estava meio atesuado, pois já tinha chupado um caralho antes, e sabia que o ia fazer outra vez, peguei nas cuecas dele e comecei a puxar para baixo, soltando o caralho dele, um caralho muito peludo e enorme, pois estava murcho e já parecia do tamanho do meu quando esta todo teso, ele inclinou-se me tocando com o caralho no nariz e pediu que me levanta-se, pegou em mim e sentou-me na secretaria, desapertou-me as calcas e retirou o meu caralho para fora. Sentado na cadeira dele aproximou-se e começou a chupar-me o caralho, eu fiquei louco o sentir aquela boca quente e a língua macia que me acariciavam a cabeça do caralho, era uma sensação muito agradável, eu já mordia os lábios. Meu caralho já estava completamente duro e já me doía um pouco porque ele a cada chupadela me esticava a pele para baixo. Puxou a cadeira para trás e pediu que lhe chupa-se, sai da secretaria e ajoelhei-me junto a ele, abri a boca e comecei a encostar os lábios naquele caralhao enorme, senti que ele se inclinava para enfiar e brincava com ele, ate que a paciência dele acabou e pegou-me pela cabeça empurrou para enfiar o caralho dele, me enfiando todo na boca ate sentir a cabeça dele que me invadia a garganta, me engasgando um pouco, retirei e comecei logo a bombar, a chupar aquele caralho ainda com gosto de urina e o suor de estar fechado nas cuecas, aquele cheiro típico juntamente com o gosto salgado da urina me excitavao, comecei a chupar com mais forca e vontade, e com o tempo me acostumei e conseguia engolir todo aquele caralho.
No meio de tanta excitação ele já se segurava os meus cabelos, me fazendo movimentar a cabeça de cima para baixo, me fodendo assim a boca, começando com mais rapidez ate que de repente parou com o caralho todo dentro da boca, senti na língua um ligeiro inchaço subindo o caralho ate a cabeça, assim que ele retirou um pouco o caralho me deixando só a cabeça dentro da boca, senti um jacto de esperma, de seguida outro e outro, ele encheu-me a boca de esperma, retirou o caralho e com as mãos fechou-me a boca, e com voz firme me ordenou que engolisse tudo. Foi o WC lavar o rosto e me pentear, e depois vestimo-nos, fomos comer a tasca um arroz de feijão e panados de porco. Em quanto comíamos ele telefonou a uns amigos, eu não me apercebi que era para aquela noite que estacão a combinar, só sei que quando acabamos de comer, ele me disse que já não íamos para a fabrica que íamos para casa dele. Eu não cria ir mas ele tanto insistiu que eu cedi.
Quando chegamos a casa dele, mandou-me ir para o WC, veio a meu encontro 2 minutos depois, trazia toalhas, pediu que entra-se no duche e começou a me molhar com o chuveiro, eu pensei que era um fetish dele, mas assim que ele retirou o chuveiro da mangueira, ficando só com a mangueira a verter agua, me percebi que era mesmo para me lavar, ********** a ponta da mangueira no meu cu, fez um pouco de pressão fazendo a agua entrar dentro do meu cu, comecei a sentir a pressão da agua me invadindo a tripa, e derretendo meu cu estava vertendo toda aquela agua, trazendo toda a sujidade de dentro, assim que meu culibertava agua limpa, ele entra na banheira e comeca a lavar o cu dele também, assim que o cu dele estava lavado passamo-nos por agua ambos e fomos para as toalhas nos secar.
Fomos para a outra casa de banho, a onde ele tinha um jacuzzi, pediu que entra-se que vinha já ter comigo, entrei e achei que ele fosse ligar algo para poder encher o jacuzzi, mas não tinha sido essa a razão da ausência dele, tinha ido buscar uma champanhe e dois copos.
Sentou-se o meu lado me deu um copo e enchei de champanhe, enchendo de seguida o seu fazendo santé bebemos a primeira golada, lá ele me beijou ainda com champanhe na boca, o que adorei, começámos a nos beijar, e lá ele pediu que lhe lambe-se o cu, meteu-se em posição eu ajoelhei-me e comecei a lamber aquele cu todo coberto de pelos, os pelos me causavam impressão na língua, mas as rugas do olho do cu dele me excitavam a língua, eu sentia uma enorme vontade de continuar a lamber aquele olho de cu toro enrugado, como se de uma massaje a ponta da língua se trata-se, depois como ambos tínhamos lavado os cus, este não tinha nenhum gosto estranho, sabendo somente a saliva e a minha baba que lhe humidificava e o calor anal dele. Pediu que me mete-sede quatro e que empina-se o cu para cima, o que fiz e senti logo uma frescura no olho do cu, era ele que me estava a meter champanhe, e logo de seguida começou a me lamber o cu, ai que prazer enorme que senti, no meio do frio da champanhe e o gás que me causava arrepios, a língua quente e macia dele que me acariciava o ânus. Com a ponta do dedo ele começou acariciar o meu cu, fazendo pressão ******** a entrada, isso me causava um desconforto, então cuspiu no meu cu e começou a empurrar a saliva para o olho do cu, e misturado com o desconforto sinto o dedo penetrar meu cu, ele só dizia que eu tinha um cu lindo, limpinho sem pelos, que era muito tentador, a medida que ia falando o dedo penetrava mais, disse que era desconfortável, mas como não me estava a doer não pedi que para-se. O meu cu já se ia dilatando mais e mais, pois o seu dedo ja entrava com facilidade, o que fez com que ele começasse a meter mais um dedo, ai o desconforto não era desconforto mas uma sensação agradável, sentir o dedo deslizar no anel anal.
Ele já me penetrava 2 dedos com muita facilidade, e me dizia que já ficava com o cu aberto quando tirava os dedos, senti um frio intenso dentro do meu cu e pelas coxas abaixo, era champanhe, ele estava a me meter champanhe dentro do cu, de seguida sinto a cabeça do caralho dele no olho do cu, me mantendo de gatas de cu empinado as mãos dele seguram nas minhas ancas e começo a sentir uma dor no cu, era ele a fazer pressão para penetrar o caralho dentro do meu cu. Uma dor que me atravessava todo o cu me causando dando-me a impressão que minha barriga ardia, e lá sinto as pernas peludas e culhoes me batendo nas nádegas, ele tinha penetrado todo o caralho dele, assim que começa a retirar sinto toda a champanhe que me sai pelo cu me molhando todo, e lá ele volta a enfiar o caralho, acelerando lentamente as estucadas, fazendo o movimento de vai e vem, aquela dor vinha a cada estucada, mas logo comecei a sentir um prazer que mesmo apesar da dor não queria que ele para-se, começando assim a gemer pedindo mais, e lá ele começou a foder-me com tanta forca que parecia um a****l. O campainha toca e lá ele diz que são os amigos dele, que os tinha convidado a vir lá a casa, que eu ia lhes satisfazer, eu não cria mas ele disse que não tinha escolha, que já era tarde que não ia deixar os amigos mal, continuando a me foder deu um grito dizendo que a porta estava aberta. Eu fiquei com medo, que fosse alguém que eu conhece-se e assim que eles entraram pela porta a dentro, senti um alivio, pois não conhecia nenhum, todos eles na casa dos 60 sorrindo para mim com ar de quem me ião magoar muito, o mais magro deles, sacou logo do caralho para fora mandando-me chupar, então levantei-me ajoelhei-me a uma parte do jacuzzi que parecia ser uma cadeira e o meu patrão voltou a foder-me ali o cu, em quanto peguei no caralho do amigo e abocanhei nele, sentindo outra vez aquele cheiro de caralho fechado nas cuecas um cheiro a mijo e suor, assim que abri a boca com a mão segurava o caralho, engoli todo ele, começando a chupar com a língua aquele gosto a mijo me invadia a boca, sentia o pedaço de carne engrossar dentro de minha boca, e logo os outros amigos começarão a tirar os caralhospara fora segurando com a mão olhavam para mim com cara de quem encontrou a presa fácil.
O meu patrão retirou o caralho do meu cu e disse que fossemos para a despensa, o abrir a porta da despensa deparei com uma cama suspensa que me disse para me deitar nela, então fiquei deitado nela, ele pegou-me nas pernas elevou-as o alto e depois voltou a baixar, desta vez por detrás dos cadeados que suspendiam a cama, ou rede como queiram interpretar, assim ficava com o cuaberto e não precisavam de me segurar nas pernas pois os cadeados faziam isso para eles, a minha cabeça ficava no limite da tela a onde se encontrava já um dos amigos dele, já com o caralho pronto a me dar a chupar, e senti logo o meu patrão que me fodia novamente o cu, em quanto isso os outros amigos estavam o lado da minha cabeça, quatro caralho ali para eu chupar comecei a chupar um a um, todos eles cheiravam a suor e sabiam a mijo, mas após umas lambidelas o gosto a mijo desaparecia, ficando só o gosto da baba do caralho, que me invadia a boca, aquele gostinho de baba misturado com a minha saliva, o meu patrão retira o caralho dele e me da a chupar vindo-se na minha boca, em quanto eu chupava o caralho dele e engolia todo o esperma que me dava, o amigo já estava a me foder o cu, um depois outro, todos me foderam cada um na sua vez e terminavam a me dar a chupar para beber o esperma deles.
O ultimo que me fodeu tinha um caralho muito grosso e enorme, pois quando segurava nele a mão não cobria o caralho todo, mas meu cu já estava aberto, pois não me custou nada, mas foi o que mais prazer me causou a cada estucadaque me dava era um prazer que sentia que me invadia o corpo todo, a minha mente ali planava no prazer causado por tão belo caralho, um dos amigos dele começa a me beijar, em quanto eu estava a ser fodido pelo ultimo, assim que este se estava para esporar retirou o caralho e deu-me a chupar naquela noite fiquei fodido achando eu que seria aquela vez só. Um dos amigos pegou em mim retirou-me da cama suspensa e assim que meti os pés no chão cai, minhas pernas estavam tremendo muito e não tinha forca para me segurar de pé. Pegou então em mim em seu colo e levou-me para o sofá, a onde ficarão a ver um filme pornográfico e eu adormeci. Mais para a noite acordara-me e todos me beijaram na boca, dizendo o meu patrão que para a semana haveria mais. A partir daquele dia todos os dias tinha que ir uma hora mais sedo para o trabalho, com a desculpa que tinha que receber as peles, mas de facto eu passava era por casa do meu patrão, eu tinha que lhe chupar o caralho todas as manhas, as vezes quando avia tempo dar-lhe o cu, e varias vezes dormia em casa dele, para acalmar os seus desejos sexuais. Trabalhei para ele meio ano, e durante esse meio ano foi escravo sexual dele, e dos amigos, sempre que um amigo queria foder eu ia para casa do patrão e sucumbia os desejos deles, e todas as sextas feiras levava no cu dos 5 uma vez esporraram todos num copo e deram-me a beber o leite deles.
Assim que cheguei o escritório estava ele já arrumar alguns dóceis por datas, meus olhos não puderam fincar o peito dele, pois tinha a camisa completamente aberta e era muito peludo, fiquei admirado por ver um corpo muito peludo o mesmo tempo surpreendido pois todo o pelo era escuro menos a volta do peito, o peito era coberto de pelo grisalho fiquei meio que paralisado. Pediu que numera-se as pastas todas por meses e que metesse nos dossiês do ano correspondente. Assim que comecei a numerar e arquivar, veio por traz de mim e começou a me explicar algumas coisas dos dossiês, eu fiquei atento o que me estava a dizer, mesmo achando estranho pois não era minha função, comecei a sentir o rosto dele quase encostado o meu, o respirar dele que me aquecia o rosto, e sem que me desse oportunidade de me retirar, meteu a mão dele por de trás da minha cabeça e puxou-me ********** seu rosto o meu, deu-me um beijo na boca e pediu desculpas, que não sabia o que lhe tinha dado, que não devia ter feito aquilo. Eu não sei porque respondi que não tinha mal, lá ele começou a puxar conversa se já tinha beijado algum homem ou feito sexo. Eu entrei na conversa respondendo que não, por acaso já mas respondi que não, ficamos sentados ali no chão a conversar por alguns 15 minutos, ate que por fim ele voltou a beijar-me, mas desta vez, debruçou-se ficando com a cara meia inclinada a olhar-me nos olhos, eu não sei que impulso me deu, inclinei-me e beijei-o se esteve-se hipnotizado.
O meu patrão levantou-se pegando-me pela mão e levou-me para a secretaria, sentou-se e pediu que me senta-se no colo dele, eu era magrito pesava 50 kg e meço 168 cm de altura oras mão o ia magoar, então sentei-me na cadeira e meti as minhas mãos por trás da cabeça dele, inclinei-me e voltamo-nos a nos beijar, ficamos ali a nos beijar, as línguas que se enrolavam uma com a outra, o calor húmido da boca dele meus lábios já estavam quentes, de tanto nos beijarmos, e lá ele começou a me despir a t-shirt que tinha vestido, fiquei de tronco nu e depois acabou de desapertar os dois últimos botões que tinha e tirou a camisa dele, pedindo-me que o acaricia-se, com a minha mão esquerda comecei acariciar os peitos dele, o pelo macio e duro me causavam uma sensação agradável no toque, eu comecei acariciar a barriga dele, sem que ele me pedisse comecei a beijar os mamilos dele, dando umas lambidelas, lá ele começou a respirar mais forte e soltando uns gemidos de vez em quando.
Pediu que me ajoelha-se e fica-se encostado a secretaria, levantou-se desapertou as calcas de desceu estas, eu já estava meio atesuado, pois já tinha chupado um caralho antes, e sabia que o ia fazer outra vez, peguei nas cuecas dele e comecei a puxar para baixo, soltando o caralho dele, um caralho muito peludo e enorme, pois estava murcho e já parecia do tamanho do meu quando esta todo teso, ele inclinou-se me tocando com o caralho no nariz e pediu que me levanta-se, pegou em mim e sentou-me na secretaria, desapertou-me as calcas e retirou o meu caralho para fora. Sentado na cadeira dele aproximou-se e começou a chupar-me o caralho, eu fiquei louco o sentir aquela boca quente e a língua macia que me acariciavam a cabeça do caralho, era uma sensação muito agradável, eu já mordia os lábios. Meu caralho já estava completamente duro e já me doía um pouco porque ele a cada chupadela me esticava a pele para baixo. Puxou a cadeira para trás e pediu que lhe chupa-se, sai da secretaria e ajoelhei-me junto a ele, abri a boca e comecei a encostar os lábios naquele caralhao enorme, senti que ele se inclinava para enfiar e brincava com ele, ate que a paciência dele acabou e pegou-me pela cabeça empurrou para enfiar o caralho dele, me enfiando todo na boca ate sentir a cabeça dele que me invadia a garganta, me engasgando um pouco, retirei e comecei logo a bombar, a chupar aquele caralho ainda com gosto de urina e o suor de estar fechado nas cuecas, aquele cheiro típico juntamente com o gosto salgado da urina me excitavao, comecei a chupar com mais forca e vontade, e com o tempo me acostumei e conseguia engolir todo aquele caralho.
No meio de tanta excitação ele já se segurava os meus cabelos, me fazendo movimentar a cabeça de cima para baixo, me fodendo assim a boca, começando com mais rapidez ate que de repente parou com o caralho todo dentro da boca, senti na língua um ligeiro inchaço subindo o caralho ate a cabeça, assim que ele retirou um pouco o caralho me deixando só a cabeça dentro da boca, senti um jacto de esperma, de seguida outro e outro, ele encheu-me a boca de esperma, retirou o caralho e com as mãos fechou-me a boca, e com voz firme me ordenou que engolisse tudo. Foi o WC lavar o rosto e me pentear, e depois vestimo-nos, fomos comer a tasca um arroz de feijão e panados de porco. Em quanto comíamos ele telefonou a uns amigos, eu não me apercebi que era para aquela noite que estacão a combinar, só sei que quando acabamos de comer, ele me disse que já não íamos para a fabrica que íamos para casa dele. Eu não cria ir mas ele tanto insistiu que eu cedi.
Quando chegamos a casa dele, mandou-me ir para o WC, veio a meu encontro 2 minutos depois, trazia toalhas, pediu que entra-se no duche e começou a me molhar com o chuveiro, eu pensei que era um fetish dele, mas assim que ele retirou o chuveiro da mangueira, ficando só com a mangueira a verter agua, me percebi que era mesmo para me lavar, ********** a ponta da mangueira no meu cu, fez um pouco de pressão fazendo a agua entrar dentro do meu cu, comecei a sentir a pressão da agua me invadindo a tripa, e derretendo meu cu estava vertendo toda aquela agua, trazendo toda a sujidade de dentro, assim que meu culibertava agua limpa, ele entra na banheira e comeca a lavar o cu dele também, assim que o cu dele estava lavado passamo-nos por agua ambos e fomos para as toalhas nos secar.
Fomos para a outra casa de banho, a onde ele tinha um jacuzzi, pediu que entra-se que vinha já ter comigo, entrei e achei que ele fosse ligar algo para poder encher o jacuzzi, mas não tinha sido essa a razão da ausência dele, tinha ido buscar uma champanhe e dois copos.
Sentou-se o meu lado me deu um copo e enchei de champanhe, enchendo de seguida o seu fazendo santé bebemos a primeira golada, lá ele me beijou ainda com champanhe na boca, o que adorei, começámos a nos beijar, e lá ele pediu que lhe lambe-se o cu, meteu-se em posição eu ajoelhei-me e comecei a lamber aquele cu todo coberto de pelos, os pelos me causavam impressão na língua, mas as rugas do olho do cu dele me excitavam a língua, eu sentia uma enorme vontade de continuar a lamber aquele olho de cu toro enrugado, como se de uma massaje a ponta da língua se trata-se, depois como ambos tínhamos lavado os cus, este não tinha nenhum gosto estranho, sabendo somente a saliva e a minha baba que lhe humidificava e o calor anal dele. Pediu que me mete-sede quatro e que empina-se o cu para cima, o que fiz e senti logo uma frescura no olho do cu, era ele que me estava a meter champanhe, e logo de seguida começou a me lamber o cu, ai que prazer enorme que senti, no meio do frio da champanhe e o gás que me causava arrepios, a língua quente e macia dele que me acariciava o ânus. Com a ponta do dedo ele começou acariciar o meu cu, fazendo pressão ******** a entrada, isso me causava um desconforto, então cuspiu no meu cu e começou a empurrar a saliva para o olho do cu, e misturado com o desconforto sinto o dedo penetrar meu cu, ele só dizia que eu tinha um cu lindo, limpinho sem pelos, que era muito tentador, a medida que ia falando o dedo penetrava mais, disse que era desconfortável, mas como não me estava a doer não pedi que para-se. O meu cu já se ia dilatando mais e mais, pois o seu dedo ja entrava com facilidade, o que fez com que ele começasse a meter mais um dedo, ai o desconforto não era desconforto mas uma sensação agradável, sentir o dedo deslizar no anel anal.
Ele já me penetrava 2 dedos com muita facilidade, e me dizia que já ficava com o cu aberto quando tirava os dedos, senti um frio intenso dentro do meu cu e pelas coxas abaixo, era champanhe, ele estava a me meter champanhe dentro do cu, de seguida sinto a cabeça do caralho dele no olho do cu, me mantendo de gatas de cu empinado as mãos dele seguram nas minhas ancas e começo a sentir uma dor no cu, era ele a fazer pressão para penetrar o caralho dentro do meu cu. Uma dor que me atravessava todo o cu me causando dando-me a impressão que minha barriga ardia, e lá sinto as pernas peludas e culhoes me batendo nas nádegas, ele tinha penetrado todo o caralho dele, assim que começa a retirar sinto toda a champanhe que me sai pelo cu me molhando todo, e lá ele volta a enfiar o caralho, acelerando lentamente as estucadas, fazendo o movimento de vai e vem, aquela dor vinha a cada estucada, mas logo comecei a sentir um prazer que mesmo apesar da dor não queria que ele para-se, começando assim a gemer pedindo mais, e lá ele começou a foder-me com tanta forca que parecia um a****l. O campainha toca e lá ele diz que são os amigos dele, que os tinha convidado a vir lá a casa, que eu ia lhes satisfazer, eu não cria mas ele disse que não tinha escolha, que já era tarde que não ia deixar os amigos mal, continuando a me foder deu um grito dizendo que a porta estava aberta. Eu fiquei com medo, que fosse alguém que eu conhece-se e assim que eles entraram pela porta a dentro, senti um alivio, pois não conhecia nenhum, todos eles na casa dos 60 sorrindo para mim com ar de quem me ião magoar muito, o mais magro deles, sacou logo do caralho para fora mandando-me chupar, então levantei-me ajoelhei-me a uma parte do jacuzzi que parecia ser uma cadeira e o meu patrão voltou a foder-me ali o cu, em quanto peguei no caralho do amigo e abocanhei nele, sentindo outra vez aquele cheiro de caralho fechado nas cuecas um cheiro a mijo e suor, assim que abri a boca com a mão segurava o caralho, engoli todo ele, começando a chupar com a língua aquele gosto a mijo me invadia a boca, sentia o pedaço de carne engrossar dentro de minha boca, e logo os outros amigos começarão a tirar os caralhospara fora segurando com a mão olhavam para mim com cara de quem encontrou a presa fácil.
O meu patrão retirou o caralho do meu cu e disse que fossemos para a despensa, o abrir a porta da despensa deparei com uma cama suspensa que me disse para me deitar nela, então fiquei deitado nela, ele pegou-me nas pernas elevou-as o alto e depois voltou a baixar, desta vez por detrás dos cadeados que suspendiam a cama, ou rede como queiram interpretar, assim ficava com o cuaberto e não precisavam de me segurar nas pernas pois os cadeados faziam isso para eles, a minha cabeça ficava no limite da tela a onde se encontrava já um dos amigos dele, já com o caralho pronto a me dar a chupar, e senti logo o meu patrão que me fodia novamente o cu, em quanto isso os outros amigos estavam o lado da minha cabeça, quatro caralho ali para eu chupar comecei a chupar um a um, todos eles cheiravam a suor e sabiam a mijo, mas após umas lambidelas o gosto a mijo desaparecia, ficando só o gosto da baba do caralho, que me invadia a boca, aquele gostinho de baba misturado com a minha saliva, o meu patrão retira o caralho dele e me da a chupar vindo-se na minha boca, em quanto eu chupava o caralho dele e engolia todo o esperma que me dava, o amigo já estava a me foder o cu, um depois outro, todos me foderam cada um na sua vez e terminavam a me dar a chupar para beber o esperma deles.
O ultimo que me fodeu tinha um caralho muito grosso e enorme, pois quando segurava nele a mão não cobria o caralho todo, mas meu cu já estava aberto, pois não me custou nada, mas foi o que mais prazer me causou a cada estucadaque me dava era um prazer que sentia que me invadia o corpo todo, a minha mente ali planava no prazer causado por tão belo caralho, um dos amigos dele começa a me beijar, em quanto eu estava a ser fodido pelo ultimo, assim que este se estava para esporar retirou o caralho e deu-me a chupar naquela noite fiquei fodido achando eu que seria aquela vez só. Um dos amigos pegou em mim retirou-me da cama suspensa e assim que meti os pés no chão cai, minhas pernas estavam tremendo muito e não tinha forca para me segurar de pé. Pegou então em mim em seu colo e levou-me para o sofá, a onde ficarão a ver um filme pornográfico e eu adormeci. Mais para a noite acordara-me e todos me beijaram na boca, dizendo o meu patrão que para a semana haveria mais. A partir daquele dia todos os dias tinha que ir uma hora mais sedo para o trabalho, com a desculpa que tinha que receber as peles, mas de facto eu passava era por casa do meu patrão, eu tinha que lhe chupar o caralho todas as manhas, as vezes quando avia tempo dar-lhe o cu, e varias vezes dormia em casa dele, para acalmar os seus desejos sexuais. Trabalhei para ele meio ano, e durante esse meio ano foi escravo sexual dele, e dos amigos, sempre que um amigo queria foder eu ia para casa do patrão e sucumbia os desejos deles, e todas as sextas feiras levava no cu dos 5 uma vez esporraram todos num copo e deram-me a beber o leite deles.
5年前