O BRINQUEDO DA EMPRESA - Cap. 1 O INÍCIO
CAPÍTULO UM: O INÍCIO
"Oooohhhhhh ... foda-seeee."
O Rui riu atrás de mim. Olhei por cima do ombro quando outro tremor percorreu o meu corpo. "O que é tão engraçado?"
Com uma risada, “Tu, minha querida. Lembrei-me da primeira vez em que disses-te que nunca tinha usado essa palavra".
"Bem, e não tinha. Oh, Rui ... tens o pau mais bonito".
"Obrigado. Também gosto muito da tua vagina ... rabo ... e boca também. " Ele riu-se de mim naquele momento.
Eu estava debruçada sobre a mesa no seu escritório. A mesa do presidente. A mesa do dono da empresa. Fui despida até ficar só com as meias pretas e os saltos altos. Os meus longos cabelos negros estavam presos longe do meu rosto e caíam sobre meus ombros, quando me levantei. Agora, fios de cabelo caíam por toda parte e balançavam com os meus seios enquanto ele empurrava o seu caralho na minha cona por trás. Eu podia sentir os sumos da minha vagina no interior das minhas coxas. Ele não foi o primeiro a foder-me hoje, mas, ele era provavelmente o melhor. O seu pénis era longo e grosso e ele usava-o com a mesma confiança e facilidade com que geria a empresa.
Eu estava perto de um orgasmo. Ultimamente, não era incomum eu ter vários antes que ele atingisse o seu clímax. Da primeira vez isso não tinha acontecido, estávamos ambos sem os nossos cônjuges há já vários anos. Mas, ele rapidamente redescobriu o poder de aguentar mais tempo, que ele disse a sua esposa tinha aprimorado e, agora eu era a sortuda beneficiária.
Estava eu muito perto de atingir o orgasmo, "Miguel!" Virei-me para olhar para trás e vi a porta do escritório parcialmente aberta. Miguel, o miúdo mais novo, designer, apareceu. O Rui fazia questão de conhecer todos na empresa pelo nome próprio e ainda alguma informação pessoal de cada um . "Miguel, alguma coisa importante, agora?"
O Miguel enfiou completamente a cabeça no escritório em que talvez nunca tivesse entrado antes. "Ahhhh ... não senhor ... eu vinha ver a D. Patrícia Moura sobre algumas coisas." E riu: "Mas vejo que ela está ocupada. Voltarei ... hum, quando ela não estiver. "
O Rui, apesar da presença do miúdo, não acalmou e não perdeu um só golpe. O seu longo pau entrando e deslizando de volta para dentro de mim até a sua cabeça bater fundo dentro de mim. Tive a sensação de que ele estava a alargar e a aprofundar a minha vagina, pois o seu pau não me batia dentro com tanta frequência.
“Miguel ... a D. Patrícia Moura é Pat. Eu sou Rui, não senhor, nem doutor. Lembras-te?" Ele deve ter dado alguma resposta gestual porque o Rui continuou. "Se não estás com pressa, podes ajudar aqui. Ela vai atingir o orgasmo muito em breve e isso pode ser um grande problema. Sabe como ela gosta de gemer, certo? Novamente não houve resposta. Olhei por cima do ombro e vi o olhar nervoso, mas intenso, na expressão do jovem. "Por que não vens aqui e enfias o teu pau na boca dela. Isso deve abafá-la um pouco, não achas?
Ouvi o Miguel rir: “Sim, senhor! Quero dizer, sim, Rui.
Eu não estava bem posicionada para um pau em cada uma das minhas extremidades, então, obedientemente, empurrei-me contra o Rui e virei-me para o canto da mesa. Em menos de um segundo, O Miguel apareceu com as calças abertas e caídas junto aos pés. Ele tinha um belo pau de tamanho médio. Usei uma mão para me apoiar na mesa e a outra para segurar o novo pau. Lambi para lubrificá-lo e depois engoli-o. O jovem gemeu quando a cabeça do seu pau chegou à entrada da minha garganta.
Eu devia saber que o Rui poderia fazer algo assim para aumentar a experiência, uma adição inesperada ao que estava a acontecer. Quando os seus dedos se enrolaram debaixo de mim e me prenderam o clitóris, a minha reacção foi exactamente como ele previu. O meu orgasmo foi selvagem. O meu corpo tremia e as suas duas mãos foram necessárias para me estabilizar, o pau do Miguel ainda no fundo da minha boca, as minhas narinas a queimar a cada respiração. Como previsto, eu gemi alto, suspiros e gemidos literalmente misturados. Mesmo 'abafada', como o Rui disse, eu tinha certeza de que muitos fora da sala me teriam ouvido.
Mas claro, que aquele som não era novidade para nenhum deles.
* * * * *
Tudo começou de forma inocente. Eu estava ocupada na minha secretária no final de uma quarta-feira movimentada. O escritório estava em silêncio, já com uma hora após o fecho, e apenas o presidente e eu permanecíamos no escritório.
O meu local de trabalho era uma espécie de célula projectada e fabricada especialmente para o local. Era como um donut no meio dos cinco escritórios ao longo das duas paredes com uma abertura no donut de cada lado. Eu tinha telefone, impressora, computador com dois monitores e arquivo pessoal para cada um dos gerentes espalhados pela minha área de trabalho. Eu podia facilmente virar-me em qualquer direcção para responder a qualquer um dos gerentes quando eles passassem para dizer ou solicitar algo. Havia ainda uma sala de café e uma sala de conferências que equilibrava o escritório. Na parte da frente do escritório estavam os quatro tipos da área de desenvolvimento e design. O seu layout de escritório aberto separava a porta de entrada dos gabinetes dos executivos. Na parte de trás havia uma porta de saída do pequeno prédio de escritórios para o prédio maior, em frente a um estacionamento pavimentado e com acesso para camiões.
Era uma pequena empresa especializada em móveis de escritório personalizados e equipamentos para espaços de trabalho. Tratava-se principalmente de mesas, armários, mesas de trabalho, gabinetes, etc. Envolvia madeira, painéis e metais. O escritório da frente tinha o presidente, Rui Meireles, filho do fundador (que eu conhecia apenas como Sr. Meireles); Eduardo Gamito, chefe de vendas e marketing; João Laje e Daniel Baleizão, que lidavam principalmente com showrooms e feiras nacionais e internacionais; e ainda o Mário Adão, chefe de desenvolvimento de produtos, design e website.
Era o tipo de empresa que não estava aberta ao publico. Tudo era feito através de pedidos no site ou nalguma feira ou exposição. Tínhamos vendedores ocasionais entrando, mas a maioria deles negociava directamente com o gerente de produção, Bernardo Carvalho, que tinha seu próprio escritório na fabrica e mesmo essas visitas estavam limitados às quartas-feiras para que ele pudesse gerir melhor a sua agenda.
Eu tratava de todas as cartas e correspondência oficial da empresa, inserir dados no computador para novos pedidos do site ou das feiras, que eram posteriormente direccionados para quem tivesse de fazer o follow up. Algumas das encomendas eram padrões já existentes no sistema e iam directamente para a fabrica enquanto outros exigiam modificações, ou mesmo um novo design, que nestes casos precisavam de ir para o desenvolvimento e posterior aprovação pelo cliente. Tratava-se essencialmente de tratamento de dados, com alguns arquivos, cópias e correspondência. Todos os gerentes recebiam muita correspondência mas todos eram igualmente hábeis em tratar os pedidos e inserir dados no sistema, se necessário.
Ouvi o Rui a desligar o computador, juntar as suas coisas e apagar as luzes do gabinete. Então, percebi que deixou de haver qualquer som e dei com ele do lado de fora do meu "donut". Olhei para ele, introduzi mais algumas linhas na folha de dados e fechei o programa e o computador. Empurrei a cadeira para trás e suspirei.
"Dia longo, humm?" Ele era um dos homens mais simpáticos que eu já conheci. Para ser sincera, porém, todos na empresa pareciam imitar a atitude deste homem em relação à empresa, ao trabalho e uns aos outros, o que influenciava a maneira como todos reagiam.
Eu sorri, mostrando um pouco de cansaço no momento de me separar do trabalho. "Entrar naquele showroom em Madrid parece estar a valer a pena." Ele assentiu com um sorriso. Ele teve que ser convencido a marcar presença em Madrid, um mercado que ele achava estar fora do nosso círculo de influência, mas ficou satisfeito por se ter provado que ele estava errado. Também estava satisfeito por esta secretária, eu. estar ciente do motivo do repentino fluxo de pedidos. Ele adorava quando uma contratação provava ser empenhada.
Ele estava ali parado, meio sem jeito, e isso deixou-me nervosa. Havia algo na sua mente, mas eu não sabia o que, então não sabia como agir. Virei-me na cadeira para encará-lo e esperei. Ele tinha 40 e poucos anos enquanto eu tinha 36 anos. Ele ficou viúvo há sete anos e o meu divorciou já tinha **********. Duas pessoas muito desajeitadas a lidar com conversa social. Ele parecia ser uma pessoa muito franca e insistiu, desde o primeiro dia, em que o tratasse por Rui, como, aliás, fazia com todos.
“Pat, o mundo é hoje um lugar muito difícil com tudo o que se fala sobre o assédio sexual, especialmente no local de trabalho. Não me entendas mal, concordo plenamente que os homens precisam de ter mais consideração com as mulheres com quem trabalham e ... "
Eu sorri para ele: "Rui, relaxe, o que está a pensar? Prometo que não vou gritar assédio, você é um homem muito simpático para que eu possa pensar em algo tão negativo, diga o que está a pensar.”
Os seus ombros caíram enquanto ele respirou fundo e soltou. "Estou realmente com falta de prática para estas coisas." E fez um sorriso constrangedor, depois pareceu reunir alguma força para continuar. "Nós os dois estamos sozinhos devido à falta de escolha e voltamos todos os dias para casas vazias ... eu estava a pensar ... se gostaria de se juntar a mim para um jantar casual hoje à noite, talvez uma bebida ou duas?" Eu não estava à procura de um novo relacionamento. Estava a querer explorar quem eu era sem as meninas por perto. Isto era completamente novo para mim. Eu disse-lhe exactamente isso. Nervoso, ele continuou: "Não, eu entendo e não pretendia parecer que lhe estava a pedir um encontro ... Enfim, talvez apenas dois amigos a passar algum tempo juntos? Sem compromissos. Apenas colegas de trabalho."
Eu sorri: “Colegas ou amigos de trabalho. Você é o meu chefe, Rui." Observei-o e ele fez uma cara de real decepção. Talvez às vezes seja mesmo péssimo ser o dono da empresa, pensei enquanto respondi. "Sem romance!?." Ele abanou a cabeça, encorajado por eu estar a pensar na ideia agora. "Ok, tudo bem Rui, obrigado, eu acho que gostaria, sim."
Combinamos um lugar e eu disse-lhe que o encontraria lá em breve e para me pedir um vinho tinto. Ele saiu parecendo muito mais animado do que quando chegou à minha porta.
* * * * *
Nós rimos e bebemos. O bom bife e as batatas certamente ajudaram a equilibrar o vinho que eu bebi e, pela primeira vez em muito, muito tempo, eu estava-me a divertir muito a interagir com um homem. Durante grande parte da noite lembrei-me de que ele era o meu chefe, o proprietário da empresa, e por mais divertido e descontraído que parecesse, ainda me parecia uma situação potencialmente perigosa para um funcionário que estava na empresa há apenas seis meses. Mas, quanto mais tempo passava menos esse potencial perigo parecia ser real. Ele partilhou detalhes da doença e da morte da sua esposa. Eles eram incapazes de ter filhos e isso era algo que ambos lamentavam, mas conseguiram não deixar que esse lamento se interpusesse entre eles. Eu senti-me feliz por ele. Não pela morte dela, obviamente, mas pela vida que compartilharam juntos.
Dei comigo a partilhar a minha própria história, apesar de alguma relutância. Ao pé da história dele a minha era apenas um infortúnio.
Criada num lar conservador, cedo me incutiram uma enorme dose de moralidade, o papel da mulher em casa e no casamento. A ideia antiquada de que a mulher cuidava da casa e o homem da família, mas tudo parecia entrar em choque com a visão do mundo que encontrava na sociedade ao meu redor. A minha revolta, depois do secundário, resultou na minha gravidez e em casamento com o "culpado". Tinha apenas 18 anos. Segui o que tinha aprendido com a família, desempenhei o meu papel na criação das gémeas, na manutenção da casa e no apoio ao marido. A minha exposição ao mundo dos negócios era inexistente, mas também desnecessária. O meu marido, por seu lado, avançou com rapidez na sua carreira. Ele viajava em trabalho e ficava fora durante dias seguidos e frequentemente durante alguns dias em cada semana. Eu organizava a minha vida em volta das meninas, criando um ambiente amoroso para elas, independentemente de o pai estar em casa ou não.
Quando ele me pediu o divórcio, há ********** atrás, fiquei atordoada e claramente não estava preparada. Achava que a nossa vida era quase ideal, mas essa era a minha perspectiva do lar. Isso também se reflectia na fantasia que eu criara para mim e para as meninas com as crescentes ausências do marido. Ele encontrou outra mulher, uma mulher mais jovem, que era mais emocionante sexualmente e aventureira. Obviamente, ela não tinha duas filhas gémeas para criar e não ficava presa em casa o dia todo, sem emprego ou outro contacto com o mundo exterior. O divórcio foi contencioso. A minha advogada era boa, muito boa, e até parecia procurar alguma vingança pessoal contra homens que se descartavam das esposas que ficavam em casa a cuidar da família. Descobri nessa altura que o meu ex-marido se tinha saído muito bem na sua carreira, mesmo muito bem. Acabei por ficar com a casa, uma pensão de alimentos, um fundo para a universidade das meninas e o carro mais velho.
Pensei comigo mesma, perdida durante alguns momentos no líquido vermelho no meu copo. Após as meninas saírem para a universidade, vendi a casa e comprei uma mais pequena. Quatro meses antes dessa saída, comecei à procura de um emprego e a preparar o resto da minha vida. Descobri muitas coisas, para as quais era completamente ignorante e ficava confusa e sem jeito quanto estava com homens em situações sociais ou de namoro. Mas também não era tudo mau. Não tinha pressa de me aventurar noutro relacionamento sério, mas tornei-me consciente das minhas outras necessidades, necessidades que o marido agora satisfazia a outra mulher ou mulheres que não ela. E isso parecia, de alguma forma, tornar-me mais intensa e exigente. Mas o dilema interno de querer experimentar a excitação sexual que me tinha sido negada durante tantos anos e, em simultâneo, evitar outro relacionamento, tornou todo o processo de descoberta mais difícil do que eu imaginava.
A sua mão alcançou a minha e tocou levemente. “Por muito que lamente que tenha experimentado isso tudo, sinto-me muito honrado por ter partilhado comigo. Você foi um mistério para mim quando apareceu na entrevista. Certamente que havia outras mulheres mais experientes ..., bastante mais experientes ... ”Nós rimos, nós dois sabíamos que eu apareci na empresa sem nenhuma experiência para mostrar. “Mas havia algo em você, no entanto. Sou muito bom a avaliar as pessoas e senti que havia muito mais do que aquilo que constava do seu currículo.” Ele parecia um pouco envergonhado e eu sabia que eu estava, pelo caminho que a conversa tinha tomado, pela profundidade, pela partilha e pela emoção. "Estou feliz por ter arriscado, Pat."
Nesse momento ele pareceu aperceber-se das horas e do tarde que já era e não demorou a que estivéssemos a abrir caminho através de mesas quase vazias para a porta. Ficámos sem jeito do lado de fora. Vi o carro dele à esquerda e o meu à direita. Nenhum de nós parecia saber o que fazer a seguir. Dizemos "boa noite" e como?, pensei eu.
Finalmente, eu mesma me surpreendi. Virei-me para ele e aproximei-me muito: “Rui ... ainda somos apenas amigos? Amigos que talvez se entendam um pouco melhor?" Ele assentiu. Ele estava a prender a respiração, antes de eu perguntar. “Você ... você gostaria de ir a minha casa para outra bebida? Não sei o que lá tenho, mas... "
Ele colocou o dedo indicador nos meus lábios. Parecia tão íntimo. Foi apenas um dedo. "Eu adoraria. Não importa o que você lá tem." Ele olhou para mim intensamente e eu tremi. "Apenas amigos." eu disse antes de lhe fazer sinal para ele me seguir, mas não tinha certeza de que minhas pernas me iriam levar para o carro. Eu senti-me como uma miúda da escola em vez de uma mulher madura com as suas filhas na universidade.
Não importava o que eu poderia ter em casa para beber. Eu nunca nos dei sequer a hipótese de confirmar o que avia. Abri a porta da frente e segurei para ele entrar. Mal ele entrou e fechei a porta, eu virei-me e passei os meus braços em volta do seu pescoço. Beijei-o com toda a paixão que não tinha tido nos últimos **********. Ele devolveu o beijo, com sua própria paixão, e fundimo-nos, duas pessoas solitárias e perdidas de amor, de repente, sendo atiradas no único conforto bem-vindo e que ambos desejávamos há muito tempo.
Quando quebrei o beijo e enquanto ofegava por ar e o meu coração batia como se eu tivesse acabado de terminar uma maratona, olhei-o nos olhos com desejo e medo. Falei as únicas palavras que senti seriam seguras no momento: "Ainda apenas amigos?" Ele assentiu entorpecido, com a sua própria respiração tão irregular e desesperada quanto a minha, um sorriso cauteloso espalhando-se pela sua boca, e os seus olhos não deixando os meus.
Peguei a sua mão na minha e levei a palma da mão aos meus lábios e beijei. Quero fazer isto, Rui. Esta noite, somos apenas amigos. Sem compromissos. Sem complicações. Nós os dois precisamos disto, pelo menos eu sei que preciso. Ele puxou-me e beijou-me. As minhas mãos foram para os botões da minha blusa e os botões começaram-se a abrir enquanto eu continuava a olhar para ele. Ele tirou o casaco, a gravata e começou a trabalhar nos botões da sua camisa. Deixei cair a minha blusa na entrada, tirei os sapatos e comecei a andar para trás em direcção às escadas para o quarto. A camisa dele também já estava no chão. Ele seguia-me. Parei quando o meu calcanhar atingiu o último degrau. "Quero que você me foda, Rui. Oh, Deus ... eu nunca disse isto antes."
Virei-me para subir as escadas, com os meus dedos no fecho da saia. No meio das escadas, parei apenas o suficiente para que a saia caísse aos meus pés. Senti as suas mãos a desembaraçarem a saia dos meus pés. Olhei para ele enquanto ele tirava a saia, o cinto aberto e o fecho das calças para baixo. Coloquei os dedos no fecho do meu sutiã, e deixei-o no cimo da escadas. Virei-me para abrir a porta do quarto enquanto ele tirou as calças e parou para tirar as meias. Nalgum lugar ele tinha tirado os sapatos. Ele estava de pé a um metro de mim, só de boxers. Eu olhei para ele. Olhei bem para ele. Ele devia ter cerca de 1,80m de altura e 80kgs, e uma aparência relativamente tonificada. Ele era realmente atraente ou talvez fosse apenas a minha cabeça porque ele estava prestes a foder-me e eu desejosa que ele me comesse. Cabelo castanho cortado curto e ainda sem qualquer sinal de cinza. Enquanto eu olhava para ele, ele também olhava para mim. Eu estava diante dele nos meus collants e cuequinas. Eu nos meus 1,68m e 60kgs, uma cicatriz e um corpo maduro. O meu cabelo é comprido, ondulado e escuro, passando pelos ombros. Eu sei que os meus seios não são tão bonitos como já foram, mas ainda os consigo fazer mexer, o que é sexy, certo?. É assim que eu me sinto melhor.
Encurtei o espaço entre nós, beijei-o e peguei nas suas mãos com as minhas. Levei-o para o meu quarto andando para trás enquanto o olhava nos olhos com uma confiança que eu desconhecia existir em mim. De seguida, para a cama, beijei o seu peito, com os meus dedos nos seus boxers enquanto eu finalmente me ajoelhava na frente dele. O seu pénis já estava meio duro em antecipação. Olhei para ele quando lhe agarrei o pau e o coloquei na minha boca. Beijei a cabeça circuncidada, lambi a primeira gota de pre-esperma e depois lentamente pressionei minha boca, chupando, puxando para trás e pressionando novamente. Ele saiu dos boxers, caídos aos seus pés, e levantou-me, puxando-me para ele, com o seu pau duro a pressionar o meu abdómen. Deus! Que sensação ... um pau duro a pressionar a minha carne.
Guiou-me de volta para a cama e, com um empurrão suave, eu caí de costas. Ele segurou nos collants e nas cuecas e tirou-as passando os meus quadris, pernas e pés. Eu virei-me e peguei o topo da coberta e puxei-a junto com o lençol de cima até o pé da cama. Acomodei-me no centro e estendi os braços para ele. Ele ignorou-os. Moveu-se entre as minhas pernas e eu ofeguei. As suas mãos deslizaram para dentro das minhas coxas e quanto mais elas subiam, mais os meus suspiros aumentavam. Os seus lábios tomaram o lugar das suas mãos enquanto as minhas pernas pareciam abrir com o toque das suas mãos. Os seus lábios e língua tocaram cada uma das minhas coxas e subiam cada vez que ele se movia para frente e para trás. Eu sentia a respiração dele na minha vagina, escassamente coberta de cabelo. A sua respiração enviou um arrepio por todo o meu corpo, mas o primeiro toque dos seus lábios nos lábios da minha vagina deu-me uma onda de choque.
Coloquei as minhas mãos no topo da sua cabeça e levantei os meus quadris para os pressionar na sua boca. "Oooohhhhhh ... Ruiiiii ... não ... nunca ..... ninguém ... me fez isso ... nunca." Com isto, senti a sua língua enrijecer e pressionar o meu buraco. Gritei e quase tive um orgasmo. Levantei a minha cabeça e apliquei uma pressão suave para puxar a sua cabeça. Ele olhou para mim e eu olhei de volta para ele, através dos meus seios arfantes. “Eu preciso de você, Rui. Por favor ... desculpe ... é adorável ... mas ... eu preciso de você dentro de mim ... por favor.
Ele rastejou sobre o meu corpo e beijou-me, o seu pau duro na minha virilha, batendo no meu clitóris e lábios da vagina. Ele moveu os seus lábios para os meus seios e chupou os meus mamilos, e eu gemi novamente. Senti o seu pau movendo-se sobre a minha fenda e olhei para baixo entre os nossos corpos. A sua mão esfregava o seu pau duro ao longo da minha fenda, a cabeça do seu pau estava escorregadia com os meus sucos e eu gemia, novamente. A minha cabeça caiu para trás e a minha vagina foi penetrada no instante seguinte. Eu gritei, as minhas pernas a envolverem os quadris dele, os meus braços à volta do seu pescoço quando ele completou o primeiro impulso profundo em mim. Meu Deus, eu senti que tinha ido ao céu. Em vez disso, eu tive orgasmo. Um orgasmo com a primeira penetração. Os meus braços tremiam e a minha respiração parou na garganta.
Quando os meus sentidos voltaram, ele estava lenta e gentilmente a acariciar-me com o seu pau. O seu pénis era grande. Tendo apenas experimentado um homem em toda a minha vida, de alguma forma pensava que todos os paus eram iguais. Não são! O Rui era enorme em comparação. Era maior, mais grosso e encheu-me deliciosamente. Senti cada golpe dentro e fora, do seu pau a deslizar na minha vagina, as paredes a apertarem e segurarem no meio de uma sensação maravilhosa.
"Você é incrível, Pat." Ele acariciou com mais força e mais intensidade e um novo orgasmo construiu-se dentro de mim. Eu senti-o empurrar com força para dentro de mim e segurá-lo, depois afastar-se e empurrar com força. Ele estava perto e eu usei as minhas pernas para nos unir, esmagando os nossos corpos. "Ooooooooooo ... eu vou ... vou gozar ..." Ele fez uma pausa: "Você quer que eu saia?"
"Deus não! Goze em mim, Rui! Dê-me tudo. Eu quero sentir você a gozar dentro de mim." E ele assim fez. Desta vez, chegámos juntos ao orgasmo.
* * * * *
Desci as escadas para ir ver o que tinha para se beber. Voltei com dois copos de vinho branco. Quando entrei no quarto, ele disse-me: "Você é uma mulher muito bonita, Patrícia".
Tirei os óculos e segurei-os na mão e dei uma volta mostrando o meu corpo nu enquanto me ria: "Obrigado, mas acho que isso deve ser apenas por ter acabado de ser fodida".
Ele riu-se também. "Talvez em parte, mas não só por isso."
Eu dei-lhe um copo e acomodei-me ao lado dele contra a cabeceira da cama. Conversámos sobre tudo e sobre nada, então olhei para ele: "Você foi fantástico."
Ele sorriu, e: "Posso ser honesto?" Eu assenti, é claro. “A minha esposa adorava sexo. Às vezes, nada era o suficiente para ela. E quando ela tinha um orgasmo, o seu rosto ficava com esse olhar ... um olhar de êxtase. Foi fantástico, SIm." Ele virou o meu rosto para ele e beijou-me. “Nunca pensei em voltar a ver aquele olhar. Mas Você, tinha esse olhar. É a coisa mais linda do mundo. "
Ele ficou quieto durante um momento e eu esperei. Havia algo mais, algo que ele estava a ponderar dizer ou não. Ele mudou para me poder olhar directamente. "É delicado mas ... posso ser honesto sobre outra coisa?" Eu disse-lhe que é claro que ele poderia, já que ele até já me tinha fodido e ambos nos rimos. “Eu disse que ela amava sexo. Mas era mais do que isso. Quando fazíamos sexo, ela tinha uma aparência ou atitude que brilhava como se a sua alma estivesse a pegar fogo. E, eu sabia que iríamos estar a foder, chupar e dedilhar durante um longo tempo.” E olhou para mim atentamente. Franzi as minhas sobrancelhas perguntando, ... minhas sobrancelhas se levantaram. "Você está a dizer ..." Mas ele não disse nem fez nada. Olhei para os nossos pés e... “Posso ser sincera?" Ele assentiu encorajando-me. "Estou assustada com a sensação que acabei de experimentar." E olhei para ele. “Foi tão intenso. Eu nunca senti nada assim antes. Eu disse pensei para comigo que iria estar disponível para experimentar e para me encontrar. As minhas meninas estão fora e estão bem. Tenho um emprego ... obrigado ... e uma casa confortável. É o momento de eu ser apenas eu pela primeira vez na vida. E eu sinto isso ... este sentimento incrível, enlouquecendo, mas é incrível. Por isso, eu estou com medo." Ele perguntou-me do quê. “Como posso sentir algo assim novamente sem estar num relacionamento? Como é que uma pessoa pode ser tão íntima e não ter compromissos, nem as inerentes complicações? Eu fiz isso, não deu certo. Eu sei ... mas isso não significa que o próximo não seja melhor. Mas e se não for? Não sei o que pensar? " Eu estava a divagar e parecia que não ia conseguia parar. Pobre Rui. Ele foi fodido, mas agora ele tinha de ouvir esta mulher louca. E continuei até que ele me parou com um beijo.
Ele puxou a minha cabeça para o seu peito e acariciou o meu cabelo com uma mão e as minhas costas nuas com a outra. Ele sussurrou várias vezes: "Você vai descobrir. Não se preocupe que Você vai descobrir. "
* * * * *
Eu devo ter adormecido nele. Acordei com as roupa da cama puxada até aos ombros e a luz apagada. Eram 2:11. Olhei para o meu lado. Estava sozinha. O resto da casa parecia estar às escuras. Puxei as roupa com mais força e deixei-me adormecer.
* * * * *
No dia seguinte no trabalho, o Rui e eu tivemos as interacções normais. Ele perguntou-me três vezes se eu estava bem. Assegurei-lhe que sim e agradeci a noite e a sua compreensão. Não conseguia tirar da cabeça tudo o que tínhamos falado. E também não conseguia tirar da cabeça os sentimentos que senti naquela noite, os sentimentos incríveis, emocionantes e avassaladores da experiência. O sexo nunca tinha sido assim, antes. Lembrei-me das coisas que ele me disse sobre a sua esposa. E lembrei-me das coisas que eu lhe disse em resposta. Eu estava num tumulto confuso, num conflito interior. Saí cedo para evitar qualquer conversa ou partilha.
* * * * *
Sexta-feira de manhã, senti-me melhor, mais eu. Ele tinha-me dito para relaxar, para me deixar estar, que eu iria descobrir. Tinha de confiar. Naquela noite fomos apenas amigos. Nada a ver com trabalho ou compromisso. Eu chego para trabalhar com minha energia habitual e luto para conquistar a minha pequena parte do mundo da empresa.
No final da tarde, o Rui enfiou a cabeça para fora do gabinete: "Patrícia, pode chegar aqui? um minuto?" Eu estava a sentir-me bem. O dia estava bonito. O meu desejo e energia eram inacreditáveis. Tinha terminado tudo o que estava pendente e até ajudei dois vendedores com reservas de viagens.
Eu virei-me e sorri para ele, "Claro." Quando entrei no gabinete, ele estava a segurar a porta e fechou-a atrás de mim. Então foi sentar-se na sua cadeira atrás da secretária e eu sentei-me numa das cadeiras em frente. "Em que posso ajudar?"
Ele sorriu: "Você teve um bom dia hoje." Não era uma pergunta. Eu apenas balancei a cabeça em concordância. “Eu posso contar consigo. Algumas pessoas tentam parecer o que não são, parecer que pensam como imaginam que eu gostaria que elas pensem. Mas Você não." E riu. “Eu também aprecio isso. Você é um livro aberto e honesta, Patrícia. Eu valorizo isso.” O que aconteceu? O que tinha acontecido para ele estar com esta conversa?
"O que se passa? Você nunca fecha a porta. Alguma coisa está errada? Você vai-me despedir? A nossa noite complicou as coisas?"
"Não ... Patrícia, espere ... nada disso." Ele estava a torcer as mãos. "Esta é outra situação de assédio sexual."
Eu sorri, mais tranquila. - Vai convidar-me novamente para jantar? Isso não é assédio. " Ele riu comigo, mas nervosamente.
"Não ... bem, se Você quiser ... esqueça, uma coisa de cada vez." Levantou e pegou na outra cadeira ao meu lado. "Lembra-se da discussão que tivemos depois ..."
Eu sorri: “Sim, eu lembro-me bem do que falámos depois da nossa foda Rui. É difícil não pensar nisso."
"Pois. Eu imaginei. Lembra-se do que eu lhe disse sobre a minha esposa e o que Você me disse depois sobre si?" Eu assenti. Ele estava a falar sério sobre alguma coisa que eu ainda não tinha entendido. "Você ainda se sente daquela maneira?"
"Sobre ter medo por achar que vou querer mais experiências sexuais como a que partilhámos, mas sem querer um envolvimento nesta altura? Sim. Eu tenho tentado fazer o que Você me disse. Você disse-me para relaxar, para me deixar levar, que eu iria descobrir." Eu ri e continuei: "Mas ainda não descobri, pelo menos até agora".
Ele olhou para mim atentamente. “Como é que Você ainda se sente sobre isso? Foi a excitação momentânea de uma noite de sexo ou ainda se sente assim?"
Eu olhei os olhos dele. Eu podia fingir e ficar frustrada a tentar lidar com aquilo sozinha ou podia ser sincera com ele
novamente e ouvir o que é que está a agitar o seu cérebro. Nem era uma escolha. Eu já me tinha aberto a ele, confessado os meus desesperos e partilhado os meus desejos, que a sociedade achava serem privados.
"Os sentimentos não são apenas fortes. Quanto mais eu tento descobrir, mais desesperados os sentimentos me parecem. Você sabe o que eu pensei em fazer? Deus, porque partilho estas coisas consigo? Este é o meu local de trabalho. Você é meu chefe. Devo estar louca, mas você é tão ... paciente, compreensivo, atencioso. Eu ofeguei e coloquei as minhas mãos no meu rosto. "Eu estou muito confusa. Desculpe."
"Não, não esteja. Fale. Termine o seu pensamento.
Eu olhei para ele. Respirei fundo, soltei o ar lentamente e disse: "O que eu pensei fazer ... pensei muito seriamente em fazer..." continuei a olhar para ele. "Pensei em ir a algum bar para encontrar alguém. Homens aleatórios."
Ele afirmou o óbvio: "Isso não é muito seguro. Não faça isso, ok? "
Eu respondi com um gesto exasperado.
"Tenho uma ideia." E eu olhei para ele. "Não pense que é assédio sexual, ok?"
Eu sorri lembrando-me que da última vez que ele tinha dito aquilo tinha terminado muito bem.
"Em vez de procurar em bares, faça-o aqui."
Faço o quê aqui? De que estava ele a falar? Então, “aqui no escritório? Contigo?", perguntei.
Ele riu-se. “Eu sei que você me disse que eu tinha estado muito bem na outra noite, mas não era bem isso que estava a pensar, melhor, não apenas eu. Não tenho certeza se lhe posso realmente dar tudo o que você precisa." Eu mexi-me na cadeira. Eu sabia que ao mexer-me na cadeira a minha saia subia pelas coxas e movi-me novamente para deslizá-la ainda mais. Eu estava a ficar quente e animada, mesmo que ainda não estivesse a entender. Ele tinha uma solução sexual para mim e, francamente, era tudo o que eu precisava para começar a sentir-me húmida em antecipação.
E ele continuou: "E se ... em vez de apenas um, se ... você foder todos os homens da empresa, chupá-los, vestir-se de forma sexy e provoca-los?."
"Você quer dizer como uma vadia ou uma puta da empresa?"
Ele balançou a cabeça. "Não gosto desses nomes. Mas é mais ou menos isso.
Eu olhei para ele, “Como é que isso iria funcionar? Não seria um caos?" O que é que eu estava a dizer? Eu estava preocupada com o escritório? Eu não estava chateada nem com repulsa pela sugestão de ser um mero brinquedo sexual para os homens da empresa? Um bocado de carne para eles usarem. "Você quer dizer que eu seria o brinquedo da empresa?"
Ele sorriu. Ele também percebeu. Eu estava a processar a ideia. Não tinha ficado chocada com a ideia e respondido um rotundo e imediato NÃO. "Eu gosto disso. Você não é, certamente, uma vagabunda ou uma puta, pelo menos não dessa forma." Os olhos dele brilhavam. "Você sabe o que é interessante?"
"Eu não me opor imediatamente?." respondi e ele assentiu.
“Pense nisso durante o fim de semana. Pode ser uma solução para os seus desejos mais reprimidos. Caso contrário, não há problema. Se você ainda estiver curiosa, venha ter comigo na segunda-feira. Eu não lhe irei perguntar nada." disse ele e eu assenti.
Poderia isto funcionar? Como iria ser? Poderia eu fazer aquilo? É mesmo isto que eu preciso neste momento? Por falar em excitação...!
"Oooohhhhhh ... foda-seeee."
O Rui riu atrás de mim. Olhei por cima do ombro quando outro tremor percorreu o meu corpo. "O que é tão engraçado?"
Com uma risada, “Tu, minha querida. Lembrei-me da primeira vez em que disses-te que nunca tinha usado essa palavra".
"Bem, e não tinha. Oh, Rui ... tens o pau mais bonito".
"Obrigado. Também gosto muito da tua vagina ... rabo ... e boca também. " Ele riu-se de mim naquele momento.
Eu estava debruçada sobre a mesa no seu escritório. A mesa do presidente. A mesa do dono da empresa. Fui despida até ficar só com as meias pretas e os saltos altos. Os meus longos cabelos negros estavam presos longe do meu rosto e caíam sobre meus ombros, quando me levantei. Agora, fios de cabelo caíam por toda parte e balançavam com os meus seios enquanto ele empurrava o seu caralho na minha cona por trás. Eu podia sentir os sumos da minha vagina no interior das minhas coxas. Ele não foi o primeiro a foder-me hoje, mas, ele era provavelmente o melhor. O seu pénis era longo e grosso e ele usava-o com a mesma confiança e facilidade com que geria a empresa.
Eu estava perto de um orgasmo. Ultimamente, não era incomum eu ter vários antes que ele atingisse o seu clímax. Da primeira vez isso não tinha acontecido, estávamos ambos sem os nossos cônjuges há já vários anos. Mas, ele rapidamente redescobriu o poder de aguentar mais tempo, que ele disse a sua esposa tinha aprimorado e, agora eu era a sortuda beneficiária.
Estava eu muito perto de atingir o orgasmo, "Miguel!" Virei-me para olhar para trás e vi a porta do escritório parcialmente aberta. Miguel, o miúdo mais novo, designer, apareceu. O Rui fazia questão de conhecer todos na empresa pelo nome próprio e ainda alguma informação pessoal de cada um . "Miguel, alguma coisa importante, agora?"
O Miguel enfiou completamente a cabeça no escritório em que talvez nunca tivesse entrado antes. "Ahhhh ... não senhor ... eu vinha ver a D. Patrícia Moura sobre algumas coisas." E riu: "Mas vejo que ela está ocupada. Voltarei ... hum, quando ela não estiver. "
O Rui, apesar da presença do miúdo, não acalmou e não perdeu um só golpe. O seu longo pau entrando e deslizando de volta para dentro de mim até a sua cabeça bater fundo dentro de mim. Tive a sensação de que ele estava a alargar e a aprofundar a minha vagina, pois o seu pau não me batia dentro com tanta frequência.
“Miguel ... a D. Patrícia Moura é Pat. Eu sou Rui, não senhor, nem doutor. Lembras-te?" Ele deve ter dado alguma resposta gestual porque o Rui continuou. "Se não estás com pressa, podes ajudar aqui. Ela vai atingir o orgasmo muito em breve e isso pode ser um grande problema. Sabe como ela gosta de gemer, certo? Novamente não houve resposta. Olhei por cima do ombro e vi o olhar nervoso, mas intenso, na expressão do jovem. "Por que não vens aqui e enfias o teu pau na boca dela. Isso deve abafá-la um pouco, não achas?
Ouvi o Miguel rir: “Sim, senhor! Quero dizer, sim, Rui.
Eu não estava bem posicionada para um pau em cada uma das minhas extremidades, então, obedientemente, empurrei-me contra o Rui e virei-me para o canto da mesa. Em menos de um segundo, O Miguel apareceu com as calças abertas e caídas junto aos pés. Ele tinha um belo pau de tamanho médio. Usei uma mão para me apoiar na mesa e a outra para segurar o novo pau. Lambi para lubrificá-lo e depois engoli-o. O jovem gemeu quando a cabeça do seu pau chegou à entrada da minha garganta.
Eu devia saber que o Rui poderia fazer algo assim para aumentar a experiência, uma adição inesperada ao que estava a acontecer. Quando os seus dedos se enrolaram debaixo de mim e me prenderam o clitóris, a minha reacção foi exactamente como ele previu. O meu orgasmo foi selvagem. O meu corpo tremia e as suas duas mãos foram necessárias para me estabilizar, o pau do Miguel ainda no fundo da minha boca, as minhas narinas a queimar a cada respiração. Como previsto, eu gemi alto, suspiros e gemidos literalmente misturados. Mesmo 'abafada', como o Rui disse, eu tinha certeza de que muitos fora da sala me teriam ouvido.
Mas claro, que aquele som não era novidade para nenhum deles.
* * * * *
Tudo começou de forma inocente. Eu estava ocupada na minha secretária no final de uma quarta-feira movimentada. O escritório estava em silêncio, já com uma hora após o fecho, e apenas o presidente e eu permanecíamos no escritório.
O meu local de trabalho era uma espécie de célula projectada e fabricada especialmente para o local. Era como um donut no meio dos cinco escritórios ao longo das duas paredes com uma abertura no donut de cada lado. Eu tinha telefone, impressora, computador com dois monitores e arquivo pessoal para cada um dos gerentes espalhados pela minha área de trabalho. Eu podia facilmente virar-me em qualquer direcção para responder a qualquer um dos gerentes quando eles passassem para dizer ou solicitar algo. Havia ainda uma sala de café e uma sala de conferências que equilibrava o escritório. Na parte da frente do escritório estavam os quatro tipos da área de desenvolvimento e design. O seu layout de escritório aberto separava a porta de entrada dos gabinetes dos executivos. Na parte de trás havia uma porta de saída do pequeno prédio de escritórios para o prédio maior, em frente a um estacionamento pavimentado e com acesso para camiões.
Era uma pequena empresa especializada em móveis de escritório personalizados e equipamentos para espaços de trabalho. Tratava-se principalmente de mesas, armários, mesas de trabalho, gabinetes, etc. Envolvia madeira, painéis e metais. O escritório da frente tinha o presidente, Rui Meireles, filho do fundador (que eu conhecia apenas como Sr. Meireles); Eduardo Gamito, chefe de vendas e marketing; João Laje e Daniel Baleizão, que lidavam principalmente com showrooms e feiras nacionais e internacionais; e ainda o Mário Adão, chefe de desenvolvimento de produtos, design e website.
Era o tipo de empresa que não estava aberta ao publico. Tudo era feito através de pedidos no site ou nalguma feira ou exposição. Tínhamos vendedores ocasionais entrando, mas a maioria deles negociava directamente com o gerente de produção, Bernardo Carvalho, que tinha seu próprio escritório na fabrica e mesmo essas visitas estavam limitados às quartas-feiras para que ele pudesse gerir melhor a sua agenda.
Eu tratava de todas as cartas e correspondência oficial da empresa, inserir dados no computador para novos pedidos do site ou das feiras, que eram posteriormente direccionados para quem tivesse de fazer o follow up. Algumas das encomendas eram padrões já existentes no sistema e iam directamente para a fabrica enquanto outros exigiam modificações, ou mesmo um novo design, que nestes casos precisavam de ir para o desenvolvimento e posterior aprovação pelo cliente. Tratava-se essencialmente de tratamento de dados, com alguns arquivos, cópias e correspondência. Todos os gerentes recebiam muita correspondência mas todos eram igualmente hábeis em tratar os pedidos e inserir dados no sistema, se necessário.
Ouvi o Rui a desligar o computador, juntar as suas coisas e apagar as luzes do gabinete. Então, percebi que deixou de haver qualquer som e dei com ele do lado de fora do meu "donut". Olhei para ele, introduzi mais algumas linhas na folha de dados e fechei o programa e o computador. Empurrei a cadeira para trás e suspirei.
"Dia longo, humm?" Ele era um dos homens mais simpáticos que eu já conheci. Para ser sincera, porém, todos na empresa pareciam imitar a atitude deste homem em relação à empresa, ao trabalho e uns aos outros, o que influenciava a maneira como todos reagiam.
Eu sorri, mostrando um pouco de cansaço no momento de me separar do trabalho. "Entrar naquele showroom em Madrid parece estar a valer a pena." Ele assentiu com um sorriso. Ele teve que ser convencido a marcar presença em Madrid, um mercado que ele achava estar fora do nosso círculo de influência, mas ficou satisfeito por se ter provado que ele estava errado. Também estava satisfeito por esta secretária, eu. estar ciente do motivo do repentino fluxo de pedidos. Ele adorava quando uma contratação provava ser empenhada.
Ele estava ali parado, meio sem jeito, e isso deixou-me nervosa. Havia algo na sua mente, mas eu não sabia o que, então não sabia como agir. Virei-me na cadeira para encará-lo e esperei. Ele tinha 40 e poucos anos enquanto eu tinha 36 anos. Ele ficou viúvo há sete anos e o meu divorciou já tinha **********. Duas pessoas muito desajeitadas a lidar com conversa social. Ele parecia ser uma pessoa muito franca e insistiu, desde o primeiro dia, em que o tratasse por Rui, como, aliás, fazia com todos.
“Pat, o mundo é hoje um lugar muito difícil com tudo o que se fala sobre o assédio sexual, especialmente no local de trabalho. Não me entendas mal, concordo plenamente que os homens precisam de ter mais consideração com as mulheres com quem trabalham e ... "
Eu sorri para ele: "Rui, relaxe, o que está a pensar? Prometo que não vou gritar assédio, você é um homem muito simpático para que eu possa pensar em algo tão negativo, diga o que está a pensar.”
Os seus ombros caíram enquanto ele respirou fundo e soltou. "Estou realmente com falta de prática para estas coisas." E fez um sorriso constrangedor, depois pareceu reunir alguma força para continuar. "Nós os dois estamos sozinhos devido à falta de escolha e voltamos todos os dias para casas vazias ... eu estava a pensar ... se gostaria de se juntar a mim para um jantar casual hoje à noite, talvez uma bebida ou duas?" Eu não estava à procura de um novo relacionamento. Estava a querer explorar quem eu era sem as meninas por perto. Isto era completamente novo para mim. Eu disse-lhe exactamente isso. Nervoso, ele continuou: "Não, eu entendo e não pretendia parecer que lhe estava a pedir um encontro ... Enfim, talvez apenas dois amigos a passar algum tempo juntos? Sem compromissos. Apenas colegas de trabalho."
Eu sorri: “Colegas ou amigos de trabalho. Você é o meu chefe, Rui." Observei-o e ele fez uma cara de real decepção. Talvez às vezes seja mesmo péssimo ser o dono da empresa, pensei enquanto respondi. "Sem romance!?." Ele abanou a cabeça, encorajado por eu estar a pensar na ideia agora. "Ok, tudo bem Rui, obrigado, eu acho que gostaria, sim."
Combinamos um lugar e eu disse-lhe que o encontraria lá em breve e para me pedir um vinho tinto. Ele saiu parecendo muito mais animado do que quando chegou à minha porta.
* * * * *
Nós rimos e bebemos. O bom bife e as batatas certamente ajudaram a equilibrar o vinho que eu bebi e, pela primeira vez em muito, muito tempo, eu estava-me a divertir muito a interagir com um homem. Durante grande parte da noite lembrei-me de que ele era o meu chefe, o proprietário da empresa, e por mais divertido e descontraído que parecesse, ainda me parecia uma situação potencialmente perigosa para um funcionário que estava na empresa há apenas seis meses. Mas, quanto mais tempo passava menos esse potencial perigo parecia ser real. Ele partilhou detalhes da doença e da morte da sua esposa. Eles eram incapazes de ter filhos e isso era algo que ambos lamentavam, mas conseguiram não deixar que esse lamento se interpusesse entre eles. Eu senti-me feliz por ele. Não pela morte dela, obviamente, mas pela vida que compartilharam juntos.
Dei comigo a partilhar a minha própria história, apesar de alguma relutância. Ao pé da história dele a minha era apenas um infortúnio.
Criada num lar conservador, cedo me incutiram uma enorme dose de moralidade, o papel da mulher em casa e no casamento. A ideia antiquada de que a mulher cuidava da casa e o homem da família, mas tudo parecia entrar em choque com a visão do mundo que encontrava na sociedade ao meu redor. A minha revolta, depois do secundário, resultou na minha gravidez e em casamento com o "culpado". Tinha apenas 18 anos. Segui o que tinha aprendido com a família, desempenhei o meu papel na criação das gémeas, na manutenção da casa e no apoio ao marido. A minha exposição ao mundo dos negócios era inexistente, mas também desnecessária. O meu marido, por seu lado, avançou com rapidez na sua carreira. Ele viajava em trabalho e ficava fora durante dias seguidos e frequentemente durante alguns dias em cada semana. Eu organizava a minha vida em volta das meninas, criando um ambiente amoroso para elas, independentemente de o pai estar em casa ou não.
Quando ele me pediu o divórcio, há ********** atrás, fiquei atordoada e claramente não estava preparada. Achava que a nossa vida era quase ideal, mas essa era a minha perspectiva do lar. Isso também se reflectia na fantasia que eu criara para mim e para as meninas com as crescentes ausências do marido. Ele encontrou outra mulher, uma mulher mais jovem, que era mais emocionante sexualmente e aventureira. Obviamente, ela não tinha duas filhas gémeas para criar e não ficava presa em casa o dia todo, sem emprego ou outro contacto com o mundo exterior. O divórcio foi contencioso. A minha advogada era boa, muito boa, e até parecia procurar alguma vingança pessoal contra homens que se descartavam das esposas que ficavam em casa a cuidar da família. Descobri nessa altura que o meu ex-marido se tinha saído muito bem na sua carreira, mesmo muito bem. Acabei por ficar com a casa, uma pensão de alimentos, um fundo para a universidade das meninas e o carro mais velho.
Pensei comigo mesma, perdida durante alguns momentos no líquido vermelho no meu copo. Após as meninas saírem para a universidade, vendi a casa e comprei uma mais pequena. Quatro meses antes dessa saída, comecei à procura de um emprego e a preparar o resto da minha vida. Descobri muitas coisas, para as quais era completamente ignorante e ficava confusa e sem jeito quanto estava com homens em situações sociais ou de namoro. Mas também não era tudo mau. Não tinha pressa de me aventurar noutro relacionamento sério, mas tornei-me consciente das minhas outras necessidades, necessidades que o marido agora satisfazia a outra mulher ou mulheres que não ela. E isso parecia, de alguma forma, tornar-me mais intensa e exigente. Mas o dilema interno de querer experimentar a excitação sexual que me tinha sido negada durante tantos anos e, em simultâneo, evitar outro relacionamento, tornou todo o processo de descoberta mais difícil do que eu imaginava.
A sua mão alcançou a minha e tocou levemente. “Por muito que lamente que tenha experimentado isso tudo, sinto-me muito honrado por ter partilhado comigo. Você foi um mistério para mim quando apareceu na entrevista. Certamente que havia outras mulheres mais experientes ..., bastante mais experientes ... ”Nós rimos, nós dois sabíamos que eu apareci na empresa sem nenhuma experiência para mostrar. “Mas havia algo em você, no entanto. Sou muito bom a avaliar as pessoas e senti que havia muito mais do que aquilo que constava do seu currículo.” Ele parecia um pouco envergonhado e eu sabia que eu estava, pelo caminho que a conversa tinha tomado, pela profundidade, pela partilha e pela emoção. "Estou feliz por ter arriscado, Pat."
Nesse momento ele pareceu aperceber-se das horas e do tarde que já era e não demorou a que estivéssemos a abrir caminho através de mesas quase vazias para a porta. Ficámos sem jeito do lado de fora. Vi o carro dele à esquerda e o meu à direita. Nenhum de nós parecia saber o que fazer a seguir. Dizemos "boa noite" e como?, pensei eu.
Finalmente, eu mesma me surpreendi. Virei-me para ele e aproximei-me muito: “Rui ... ainda somos apenas amigos? Amigos que talvez se entendam um pouco melhor?" Ele assentiu. Ele estava a prender a respiração, antes de eu perguntar. “Você ... você gostaria de ir a minha casa para outra bebida? Não sei o que lá tenho, mas... "
Ele colocou o dedo indicador nos meus lábios. Parecia tão íntimo. Foi apenas um dedo. "Eu adoraria. Não importa o que você lá tem." Ele olhou para mim intensamente e eu tremi. "Apenas amigos." eu disse antes de lhe fazer sinal para ele me seguir, mas não tinha certeza de que minhas pernas me iriam levar para o carro. Eu senti-me como uma miúda da escola em vez de uma mulher madura com as suas filhas na universidade.
Não importava o que eu poderia ter em casa para beber. Eu nunca nos dei sequer a hipótese de confirmar o que avia. Abri a porta da frente e segurei para ele entrar. Mal ele entrou e fechei a porta, eu virei-me e passei os meus braços em volta do seu pescoço. Beijei-o com toda a paixão que não tinha tido nos últimos **********. Ele devolveu o beijo, com sua própria paixão, e fundimo-nos, duas pessoas solitárias e perdidas de amor, de repente, sendo atiradas no único conforto bem-vindo e que ambos desejávamos há muito tempo.
Quando quebrei o beijo e enquanto ofegava por ar e o meu coração batia como se eu tivesse acabado de terminar uma maratona, olhei-o nos olhos com desejo e medo. Falei as únicas palavras que senti seriam seguras no momento: "Ainda apenas amigos?" Ele assentiu entorpecido, com a sua própria respiração tão irregular e desesperada quanto a minha, um sorriso cauteloso espalhando-se pela sua boca, e os seus olhos não deixando os meus.
Peguei a sua mão na minha e levei a palma da mão aos meus lábios e beijei. Quero fazer isto, Rui. Esta noite, somos apenas amigos. Sem compromissos. Sem complicações. Nós os dois precisamos disto, pelo menos eu sei que preciso. Ele puxou-me e beijou-me. As minhas mãos foram para os botões da minha blusa e os botões começaram-se a abrir enquanto eu continuava a olhar para ele. Ele tirou o casaco, a gravata e começou a trabalhar nos botões da sua camisa. Deixei cair a minha blusa na entrada, tirei os sapatos e comecei a andar para trás em direcção às escadas para o quarto. A camisa dele também já estava no chão. Ele seguia-me. Parei quando o meu calcanhar atingiu o último degrau. "Quero que você me foda, Rui. Oh, Deus ... eu nunca disse isto antes."
Virei-me para subir as escadas, com os meus dedos no fecho da saia. No meio das escadas, parei apenas o suficiente para que a saia caísse aos meus pés. Senti as suas mãos a desembaraçarem a saia dos meus pés. Olhei para ele enquanto ele tirava a saia, o cinto aberto e o fecho das calças para baixo. Coloquei os dedos no fecho do meu sutiã, e deixei-o no cimo da escadas. Virei-me para abrir a porta do quarto enquanto ele tirou as calças e parou para tirar as meias. Nalgum lugar ele tinha tirado os sapatos. Ele estava de pé a um metro de mim, só de boxers. Eu olhei para ele. Olhei bem para ele. Ele devia ter cerca de 1,80m de altura e 80kgs, e uma aparência relativamente tonificada. Ele era realmente atraente ou talvez fosse apenas a minha cabeça porque ele estava prestes a foder-me e eu desejosa que ele me comesse. Cabelo castanho cortado curto e ainda sem qualquer sinal de cinza. Enquanto eu olhava para ele, ele também olhava para mim. Eu estava diante dele nos meus collants e cuequinas. Eu nos meus 1,68m e 60kgs, uma cicatriz e um corpo maduro. O meu cabelo é comprido, ondulado e escuro, passando pelos ombros. Eu sei que os meus seios não são tão bonitos como já foram, mas ainda os consigo fazer mexer, o que é sexy, certo?. É assim que eu me sinto melhor.
Encurtei o espaço entre nós, beijei-o e peguei nas suas mãos com as minhas. Levei-o para o meu quarto andando para trás enquanto o olhava nos olhos com uma confiança que eu desconhecia existir em mim. De seguida, para a cama, beijei o seu peito, com os meus dedos nos seus boxers enquanto eu finalmente me ajoelhava na frente dele. O seu pénis já estava meio duro em antecipação. Olhei para ele quando lhe agarrei o pau e o coloquei na minha boca. Beijei a cabeça circuncidada, lambi a primeira gota de pre-esperma e depois lentamente pressionei minha boca, chupando, puxando para trás e pressionando novamente. Ele saiu dos boxers, caídos aos seus pés, e levantou-me, puxando-me para ele, com o seu pau duro a pressionar o meu abdómen. Deus! Que sensação ... um pau duro a pressionar a minha carne.
Guiou-me de volta para a cama e, com um empurrão suave, eu caí de costas. Ele segurou nos collants e nas cuecas e tirou-as passando os meus quadris, pernas e pés. Eu virei-me e peguei o topo da coberta e puxei-a junto com o lençol de cima até o pé da cama. Acomodei-me no centro e estendi os braços para ele. Ele ignorou-os. Moveu-se entre as minhas pernas e eu ofeguei. As suas mãos deslizaram para dentro das minhas coxas e quanto mais elas subiam, mais os meus suspiros aumentavam. Os seus lábios tomaram o lugar das suas mãos enquanto as minhas pernas pareciam abrir com o toque das suas mãos. Os seus lábios e língua tocaram cada uma das minhas coxas e subiam cada vez que ele se movia para frente e para trás. Eu sentia a respiração dele na minha vagina, escassamente coberta de cabelo. A sua respiração enviou um arrepio por todo o meu corpo, mas o primeiro toque dos seus lábios nos lábios da minha vagina deu-me uma onda de choque.
Coloquei as minhas mãos no topo da sua cabeça e levantei os meus quadris para os pressionar na sua boca. "Oooohhhhhh ... Ruiiiii ... não ... nunca ..... ninguém ... me fez isso ... nunca." Com isto, senti a sua língua enrijecer e pressionar o meu buraco. Gritei e quase tive um orgasmo. Levantei a minha cabeça e apliquei uma pressão suave para puxar a sua cabeça. Ele olhou para mim e eu olhei de volta para ele, através dos meus seios arfantes. “Eu preciso de você, Rui. Por favor ... desculpe ... é adorável ... mas ... eu preciso de você dentro de mim ... por favor.
Ele rastejou sobre o meu corpo e beijou-me, o seu pau duro na minha virilha, batendo no meu clitóris e lábios da vagina. Ele moveu os seus lábios para os meus seios e chupou os meus mamilos, e eu gemi novamente. Senti o seu pau movendo-se sobre a minha fenda e olhei para baixo entre os nossos corpos. A sua mão esfregava o seu pau duro ao longo da minha fenda, a cabeça do seu pau estava escorregadia com os meus sucos e eu gemia, novamente. A minha cabeça caiu para trás e a minha vagina foi penetrada no instante seguinte. Eu gritei, as minhas pernas a envolverem os quadris dele, os meus braços à volta do seu pescoço quando ele completou o primeiro impulso profundo em mim. Meu Deus, eu senti que tinha ido ao céu. Em vez disso, eu tive orgasmo. Um orgasmo com a primeira penetração. Os meus braços tremiam e a minha respiração parou na garganta.
Quando os meus sentidos voltaram, ele estava lenta e gentilmente a acariciar-me com o seu pau. O seu pénis era grande. Tendo apenas experimentado um homem em toda a minha vida, de alguma forma pensava que todos os paus eram iguais. Não são! O Rui era enorme em comparação. Era maior, mais grosso e encheu-me deliciosamente. Senti cada golpe dentro e fora, do seu pau a deslizar na minha vagina, as paredes a apertarem e segurarem no meio de uma sensação maravilhosa.
"Você é incrível, Pat." Ele acariciou com mais força e mais intensidade e um novo orgasmo construiu-se dentro de mim. Eu senti-o empurrar com força para dentro de mim e segurá-lo, depois afastar-se e empurrar com força. Ele estava perto e eu usei as minhas pernas para nos unir, esmagando os nossos corpos. "Ooooooooooo ... eu vou ... vou gozar ..." Ele fez uma pausa: "Você quer que eu saia?"
"Deus não! Goze em mim, Rui! Dê-me tudo. Eu quero sentir você a gozar dentro de mim." E ele assim fez. Desta vez, chegámos juntos ao orgasmo.
* * * * *
Desci as escadas para ir ver o que tinha para se beber. Voltei com dois copos de vinho branco. Quando entrei no quarto, ele disse-me: "Você é uma mulher muito bonita, Patrícia".
Tirei os óculos e segurei-os na mão e dei uma volta mostrando o meu corpo nu enquanto me ria: "Obrigado, mas acho que isso deve ser apenas por ter acabado de ser fodida".
Ele riu-se também. "Talvez em parte, mas não só por isso."
Eu dei-lhe um copo e acomodei-me ao lado dele contra a cabeceira da cama. Conversámos sobre tudo e sobre nada, então olhei para ele: "Você foi fantástico."
Ele sorriu, e: "Posso ser honesto?" Eu assenti, é claro. “A minha esposa adorava sexo. Às vezes, nada era o suficiente para ela. E quando ela tinha um orgasmo, o seu rosto ficava com esse olhar ... um olhar de êxtase. Foi fantástico, SIm." Ele virou o meu rosto para ele e beijou-me. “Nunca pensei em voltar a ver aquele olhar. Mas Você, tinha esse olhar. É a coisa mais linda do mundo. "
Ele ficou quieto durante um momento e eu esperei. Havia algo mais, algo que ele estava a ponderar dizer ou não. Ele mudou para me poder olhar directamente. "É delicado mas ... posso ser honesto sobre outra coisa?" Eu disse-lhe que é claro que ele poderia, já que ele até já me tinha fodido e ambos nos rimos. “Eu disse que ela amava sexo. Mas era mais do que isso. Quando fazíamos sexo, ela tinha uma aparência ou atitude que brilhava como se a sua alma estivesse a pegar fogo. E, eu sabia que iríamos estar a foder, chupar e dedilhar durante um longo tempo.” E olhou para mim atentamente. Franzi as minhas sobrancelhas perguntando, ... minhas sobrancelhas se levantaram. "Você está a dizer ..." Mas ele não disse nem fez nada. Olhei para os nossos pés e... “Posso ser sincera?" Ele assentiu encorajando-me. "Estou assustada com a sensação que acabei de experimentar." E olhei para ele. “Foi tão intenso. Eu nunca senti nada assim antes. Eu disse pensei para comigo que iria estar disponível para experimentar e para me encontrar. As minhas meninas estão fora e estão bem. Tenho um emprego ... obrigado ... e uma casa confortável. É o momento de eu ser apenas eu pela primeira vez na vida. E eu sinto isso ... este sentimento incrível, enlouquecendo, mas é incrível. Por isso, eu estou com medo." Ele perguntou-me do quê. “Como posso sentir algo assim novamente sem estar num relacionamento? Como é que uma pessoa pode ser tão íntima e não ter compromissos, nem as inerentes complicações? Eu fiz isso, não deu certo. Eu sei ... mas isso não significa que o próximo não seja melhor. Mas e se não for? Não sei o que pensar? " Eu estava a divagar e parecia que não ia conseguia parar. Pobre Rui. Ele foi fodido, mas agora ele tinha de ouvir esta mulher louca. E continuei até que ele me parou com um beijo.
Ele puxou a minha cabeça para o seu peito e acariciou o meu cabelo com uma mão e as minhas costas nuas com a outra. Ele sussurrou várias vezes: "Você vai descobrir. Não se preocupe que Você vai descobrir. "
* * * * *
Eu devo ter adormecido nele. Acordei com as roupa da cama puxada até aos ombros e a luz apagada. Eram 2:11. Olhei para o meu lado. Estava sozinha. O resto da casa parecia estar às escuras. Puxei as roupa com mais força e deixei-me adormecer.
* * * * *
No dia seguinte no trabalho, o Rui e eu tivemos as interacções normais. Ele perguntou-me três vezes se eu estava bem. Assegurei-lhe que sim e agradeci a noite e a sua compreensão. Não conseguia tirar da cabeça tudo o que tínhamos falado. E também não conseguia tirar da cabeça os sentimentos que senti naquela noite, os sentimentos incríveis, emocionantes e avassaladores da experiência. O sexo nunca tinha sido assim, antes. Lembrei-me das coisas que ele me disse sobre a sua esposa. E lembrei-me das coisas que eu lhe disse em resposta. Eu estava num tumulto confuso, num conflito interior. Saí cedo para evitar qualquer conversa ou partilha.
* * * * *
Sexta-feira de manhã, senti-me melhor, mais eu. Ele tinha-me dito para relaxar, para me deixar estar, que eu iria descobrir. Tinha de confiar. Naquela noite fomos apenas amigos. Nada a ver com trabalho ou compromisso. Eu chego para trabalhar com minha energia habitual e luto para conquistar a minha pequena parte do mundo da empresa.
No final da tarde, o Rui enfiou a cabeça para fora do gabinete: "Patrícia, pode chegar aqui? um minuto?" Eu estava a sentir-me bem. O dia estava bonito. O meu desejo e energia eram inacreditáveis. Tinha terminado tudo o que estava pendente e até ajudei dois vendedores com reservas de viagens.
Eu virei-me e sorri para ele, "Claro." Quando entrei no gabinete, ele estava a segurar a porta e fechou-a atrás de mim. Então foi sentar-se na sua cadeira atrás da secretária e eu sentei-me numa das cadeiras em frente. "Em que posso ajudar?"
Ele sorriu: "Você teve um bom dia hoje." Não era uma pergunta. Eu apenas balancei a cabeça em concordância. “Eu posso contar consigo. Algumas pessoas tentam parecer o que não são, parecer que pensam como imaginam que eu gostaria que elas pensem. Mas Você não." E riu. “Eu também aprecio isso. Você é um livro aberto e honesta, Patrícia. Eu valorizo isso.” O que aconteceu? O que tinha acontecido para ele estar com esta conversa?
"O que se passa? Você nunca fecha a porta. Alguma coisa está errada? Você vai-me despedir? A nossa noite complicou as coisas?"
"Não ... Patrícia, espere ... nada disso." Ele estava a torcer as mãos. "Esta é outra situação de assédio sexual."
Eu sorri, mais tranquila. - Vai convidar-me novamente para jantar? Isso não é assédio. " Ele riu comigo, mas nervosamente.
"Não ... bem, se Você quiser ... esqueça, uma coisa de cada vez." Levantou e pegou na outra cadeira ao meu lado. "Lembra-se da discussão que tivemos depois ..."
Eu sorri: “Sim, eu lembro-me bem do que falámos depois da nossa foda Rui. É difícil não pensar nisso."
"Pois. Eu imaginei. Lembra-se do que eu lhe disse sobre a minha esposa e o que Você me disse depois sobre si?" Eu assenti. Ele estava a falar sério sobre alguma coisa que eu ainda não tinha entendido. "Você ainda se sente daquela maneira?"
"Sobre ter medo por achar que vou querer mais experiências sexuais como a que partilhámos, mas sem querer um envolvimento nesta altura? Sim. Eu tenho tentado fazer o que Você me disse. Você disse-me para relaxar, para me deixar levar, que eu iria descobrir." Eu ri e continuei: "Mas ainda não descobri, pelo menos até agora".
Ele olhou para mim atentamente. “Como é que Você ainda se sente sobre isso? Foi a excitação momentânea de uma noite de sexo ou ainda se sente assim?"
Eu olhei os olhos dele. Eu podia fingir e ficar frustrada a tentar lidar com aquilo sozinha ou podia ser sincera com ele
novamente e ouvir o que é que está a agitar o seu cérebro. Nem era uma escolha. Eu já me tinha aberto a ele, confessado os meus desesperos e partilhado os meus desejos, que a sociedade achava serem privados.
"Os sentimentos não são apenas fortes. Quanto mais eu tento descobrir, mais desesperados os sentimentos me parecem. Você sabe o que eu pensei em fazer? Deus, porque partilho estas coisas consigo? Este é o meu local de trabalho. Você é meu chefe. Devo estar louca, mas você é tão ... paciente, compreensivo, atencioso. Eu ofeguei e coloquei as minhas mãos no meu rosto. "Eu estou muito confusa. Desculpe."
"Não, não esteja. Fale. Termine o seu pensamento.
Eu olhei para ele. Respirei fundo, soltei o ar lentamente e disse: "O que eu pensei fazer ... pensei muito seriamente em fazer..." continuei a olhar para ele. "Pensei em ir a algum bar para encontrar alguém. Homens aleatórios."
Ele afirmou o óbvio: "Isso não é muito seguro. Não faça isso, ok? "
Eu respondi com um gesto exasperado.
"Tenho uma ideia." E eu olhei para ele. "Não pense que é assédio sexual, ok?"
Eu sorri lembrando-me que da última vez que ele tinha dito aquilo tinha terminado muito bem.
"Em vez de procurar em bares, faça-o aqui."
Faço o quê aqui? De que estava ele a falar? Então, “aqui no escritório? Contigo?", perguntei.
Ele riu-se. “Eu sei que você me disse que eu tinha estado muito bem na outra noite, mas não era bem isso que estava a pensar, melhor, não apenas eu. Não tenho certeza se lhe posso realmente dar tudo o que você precisa." Eu mexi-me na cadeira. Eu sabia que ao mexer-me na cadeira a minha saia subia pelas coxas e movi-me novamente para deslizá-la ainda mais. Eu estava a ficar quente e animada, mesmo que ainda não estivesse a entender. Ele tinha uma solução sexual para mim e, francamente, era tudo o que eu precisava para começar a sentir-me húmida em antecipação.
E ele continuou: "E se ... em vez de apenas um, se ... você foder todos os homens da empresa, chupá-los, vestir-se de forma sexy e provoca-los?."
"Você quer dizer como uma vadia ou uma puta da empresa?"
Ele balançou a cabeça. "Não gosto desses nomes. Mas é mais ou menos isso.
Eu olhei para ele, “Como é que isso iria funcionar? Não seria um caos?" O que é que eu estava a dizer? Eu estava preocupada com o escritório? Eu não estava chateada nem com repulsa pela sugestão de ser um mero brinquedo sexual para os homens da empresa? Um bocado de carne para eles usarem. "Você quer dizer que eu seria o brinquedo da empresa?"
Ele sorriu. Ele também percebeu. Eu estava a processar a ideia. Não tinha ficado chocada com a ideia e respondido um rotundo e imediato NÃO. "Eu gosto disso. Você não é, certamente, uma vagabunda ou uma puta, pelo menos não dessa forma." Os olhos dele brilhavam. "Você sabe o que é interessante?"
"Eu não me opor imediatamente?." respondi e ele assentiu.
“Pense nisso durante o fim de semana. Pode ser uma solução para os seus desejos mais reprimidos. Caso contrário, não há problema. Se você ainda estiver curiosa, venha ter comigo na segunda-feira. Eu não lhe irei perguntar nada." disse ele e eu assenti.
Poderia isto funcionar? Como iria ser? Poderia eu fazer aquilo? É mesmo isto que eu preciso neste momento? Por falar em excitação...!
5年前