No motel com a minha colega
No motel com a minha colega
Durante algum tempo continuei a frequentar a casa da minha colega da história anterior. Daquela primeira vez que estive com ela a coisa foi um bocado bruta para o meu rabinho virgem. Doeu-me o cuzinho durante dias! Mas cada vez que pensava no que tinha acontecido ficava logo de pau duro.
Nas vezes seguintes em casa dela já estava mais descontraído. Fodiamos, depois ela ia buscar os brinquedos e as roupas de puta para eu vestir e era a minha vez de levar com pau. Punha gel no strapon e comia-me em todas as posições. Era só desviar o fio dental e meter a cabecinha.... Quando entrava todo até ao fim de uma só vez até me cortava a respiração. Ela vinha-se várias vezes enquanto fodia a sua puta. E às vezes a puta também se vinha - umas vezes sem ninguém tocar no pau outras porque a amiga ordenava a puta a masturbar-se enquanto era fodida.
Uma vez vim-me muito para os lençóis enquanto a amiga arrombava o meu cuzinho de quatro. Ela parou e mandou-me lamber a esporra toda. Assim fiz e partilhei com ela num bom beijo.
Cada vez que estava com ela tinha a sensação que ela estava a querer experimentar coisas novas.
Um dia recebo uma mensagem:
- estás livre esta tarde?
- Sim estou, partir das 4.
- Não consegues aparecer mais cedo?
- Infelizmente não.
- Então vem aqui ter - com a morada de um motel.
Perguntei - então? - E não tive resposta.
Só me consegui despachar um pouco mais tarde e liguei-lhe
- Olha, daqui a 10 minutos estou aí.
Do outro lado ninguém me responde e apenas oiço a minha amiga a gemer alto, e depois desliga. Passados uns segundos recebo uma fotografia com ela de quatro, e uma mão a meter-lhe um dildo na coninha.
- "Diz na entrada que vais para o quarto 109."
A primeira coisa que me ocorreu foi o que ela me tinha dito uma vez quando estávamos nas brincadeiras:
- devíamos chamar uma amiga minha. Não me importava de partilhar a minha putinha com a minha amiga...
Meti-me ao caminho com um nervosismo na barriga. Cheguei à entrada e disse:
- é para o 109.
Subo as escadas e bato à porta. A minha amiga abre. Estava de roupão despertado que deixava ver aquelas mamas redondinhas e os mamilos apetecíveis. Recebo um beijo bom e entro.
Estava alguém a tomar banho e eu pergunto baixinho quem está aí. Ela diz:
- já vês, despe-te e veste a tua roupa de putinha que está ali.
Ela ajuda-me enquanto dá umas chupadelas no meu pau que já estava duríssimo. Meias, cuequinhas fio dental vermelhas, uma saia de colegial...
Nisto o duche pára e fico a observar quem sai da casa de banho enquanto a minha amiga chupava o meu pau. Ela pergunta alto:
- é agora que vamos começar a foder?
Ouço a voz de um gajo a responder:
- sim!
E sai da casa de banho. Foda-se, é o J. lá da empresa!!!
- Então, vamos dar pila à C.? - diz ele.
Ela diz para mim:
- não estavas à espera disto?
Honestamente não estava à espera mas novas experiências é sempre positivo. Mas estar num threesome vestido de puta é mesmo uma nova experiência em tudo. Mas tenho confiança nela, nada disto vai sair deste quarto.
A C. deita-se na cama, e eu de joelhos ao lado dela. Ela começa chupar-me, a levar o meu pau até à garganta. Tão bom! O J. deita-se atrás dela e enfia-lhe o pau na coninha. Ela de pernas afastadas para me dar um bom cenário. Reparo que o gajo tem um pau grande pra caraças. Estou satisfeito com o tamanho do meu mas ele deve ter orgulho. :)
Enquanto o meu pau entra e sai da boca dela o gajo fode-lhe a cona muito bem fodida. Ela delira e vem-se várias vezes, abrandando as chupadelas no meu pau. Calha bem porque estava quase a vir-me, a boca dela é divinal, mas apetecia-me continuar a brincadeira. O J. fica ainda com mais pica dos gemidos dela e fode-a ainda mais fundo. Reparo que ele está a vir-se quando o caralho dele começa a pulsar dentro daquela coninha apertada. A vir-se muito, o gajo não parava de gemer e meter leitinho dentro dela. Quando tirou o pau a coninha da C. estava toda esporrada e a escorrer leitinho. A C. pára de chupar e diz-me:
- então? O que estás à espera puta? Tens de limpar tudo com a tua língua.
Meti a cabeça entre as pernas dela e começo a chupar aquela coninha esporrada. Quanto mais lambia mais leitinho saía de dentro dela, parecia não parar.
- Vá, não pares - dizia-me a C. enquanto chupava o pau do outro gajo.
Chupei aquela coninha até ela se vir e não haver mais esporra a sair.
Ela mete-se de quatro continuando a chupar o gajo e diz:
- Vá, agora fode-me puta, mete aí o teu leitinho dentro da minha coninha. Mas já sabes, sempre que a coninha estiver esporrada vais ter de a limpar.
Comecei a foder a C. enquanto lhe dava umas boas palmadas naquele rabo. Estava muito molhadinha (e esporrada) que o meu pau deslizava até a pontinha tocar no fundo.
- Vá, com força, fode-me com força - diz a C.
Estava duríssimo e não demorei a vir-me lá dentro. Quando tiro o pau ela diz para me deitar de costas e em seguida ajoelha-se com a minha cabeça entre as pernas dela e a minha boca apontada à coninha. Nem perguntei, já sabia que tinha que limpar. A esporra escorria de dentro dela para a minha boca.
O sinto o gajo a passar por cima de mim e a começar a roçar o pau no cuzinho dela. A C. diz para ele:
- então? Estás a provocar? Nem sabes comer um cu. Espera que já te ensino...
E nisto ela diz-me:
- não pares de chupar bitch!!! Põe a mão dela entre as minhas pernas, para dentro das minhas cuequinhas, e sinto o dedo a escorregar para o meu cuzinho. Primeiro a massajar e depois enfiou o dedo. Gemi um pouco.
- Agora vou comer este cuzinho - diz ela.
A C. mandou a sua puta meter-se de quatro e ela obedeceu.
- Agora vou ensinar-te a comer um cuzinho - diz ela ao outro gajo.
Desviou o fio dental e meteu gel. Massajou com o dedo o cuzinho da puta e depois enfiou um dos dedos. Enquanto massajava o cuzinho da sua putinha com os dedos dava umas boas palmadas e ordenava para o rabinho ficar bem espetado.
Parou de massajar e olhei por cima do ombro. Ela estava a por o strapon. OK, ela vai dar-me um fodão à frente do outro. Sinto a pontinha do strapon a encostar, a pressionar e logo em seguida o cuzinho cede e a cabecinha entra. Pressiona um pouco e depois tira totalmente. Repete várias vezes, arromba cuzinho, ouve a sua puta gemer, tira a cabecinha. Cada vez mais rápido. Depois começa também a ir mais fundo.
- Aguentas com ele todo lá dentro ou não? - diz ela. E nisto enfia o pau todo e faz-me soltar um gemido alto.
- Oh pá, isto excita-me tanto que nem sabes - diz ela.
Começa a foder-me rápido e com força, sentia o pau a entrar todo e a anca dela a bater no meu rabo e a fazer barulho. Ouço ela a gemer de prazer e depois de me foder uns minutos vem-se. Tira o strapon do cuzinho da puta e diz:
- Viste como é?
- Vá, é a tua vez de foderes a minha puta - diz ela ao outro.
- What? Isso não estava combinado - digo eu.
- Deixa-te de merdas, sou eu que mando nesse cuzinho - diz ela - E enquanto ele te fode tu vais lamber-me a cona. Quero vir-me mais vezes.
Ela recosta-se na almofada e faz sinal para eu meter a minha boca naquela coninha molhada. Acedi, começo a lamber aquela coninha deliciosa e sinto o gajo a levantar a saia e a afastar o fio dental. O meu cuzinho já estava todo arrombado... mas o gajo era grande!
Ele não está com delicadezas e mete todo de uma vez enquanto me puxa para ele. Eu gemi alto.
- estás a fazer bem, a minha puta está a gemer como eu gosto - diz ela.
Continuei a lamber a coninha dela e ela a explodir de prazer enquanto o gajo fodia o meu cuzinho cada vez com mais força.
- enche a minha puta de leite morno - diz a C.
O gajo acelera ainda mais e sinto o caralho dele a pulsar e a meter leite morno no meu cuzinho quase ao mesmo tempo que a C. se vem mesmo na minha boca.
No fim fomos para o duche e fodemos a C. à vez.
Durante algum tempo continuei a frequentar a casa da minha colega da história anterior. Daquela primeira vez que estive com ela a coisa foi um bocado bruta para o meu rabinho virgem. Doeu-me o cuzinho durante dias! Mas cada vez que pensava no que tinha acontecido ficava logo de pau duro.
Nas vezes seguintes em casa dela já estava mais descontraído. Fodiamos, depois ela ia buscar os brinquedos e as roupas de puta para eu vestir e era a minha vez de levar com pau. Punha gel no strapon e comia-me em todas as posições. Era só desviar o fio dental e meter a cabecinha.... Quando entrava todo até ao fim de uma só vez até me cortava a respiração. Ela vinha-se várias vezes enquanto fodia a sua puta. E às vezes a puta também se vinha - umas vezes sem ninguém tocar no pau outras porque a amiga ordenava a puta a masturbar-se enquanto era fodida.
Uma vez vim-me muito para os lençóis enquanto a amiga arrombava o meu cuzinho de quatro. Ela parou e mandou-me lamber a esporra toda. Assim fiz e partilhei com ela num bom beijo.
Cada vez que estava com ela tinha a sensação que ela estava a querer experimentar coisas novas.
Um dia recebo uma mensagem:
- estás livre esta tarde?
- Sim estou, partir das 4.
- Não consegues aparecer mais cedo?
- Infelizmente não.
- Então vem aqui ter - com a morada de um motel.
Perguntei - então? - E não tive resposta.
Só me consegui despachar um pouco mais tarde e liguei-lhe
- Olha, daqui a 10 minutos estou aí.
Do outro lado ninguém me responde e apenas oiço a minha amiga a gemer alto, e depois desliga. Passados uns segundos recebo uma fotografia com ela de quatro, e uma mão a meter-lhe um dildo na coninha.
- "Diz na entrada que vais para o quarto 109."
A primeira coisa que me ocorreu foi o que ela me tinha dito uma vez quando estávamos nas brincadeiras:
- devíamos chamar uma amiga minha. Não me importava de partilhar a minha putinha com a minha amiga...
Meti-me ao caminho com um nervosismo na barriga. Cheguei à entrada e disse:
- é para o 109.
Subo as escadas e bato à porta. A minha amiga abre. Estava de roupão despertado que deixava ver aquelas mamas redondinhas e os mamilos apetecíveis. Recebo um beijo bom e entro.
Estava alguém a tomar banho e eu pergunto baixinho quem está aí. Ela diz:
- já vês, despe-te e veste a tua roupa de putinha que está ali.
Ela ajuda-me enquanto dá umas chupadelas no meu pau que já estava duríssimo. Meias, cuequinhas fio dental vermelhas, uma saia de colegial...
Nisto o duche pára e fico a observar quem sai da casa de banho enquanto a minha amiga chupava o meu pau. Ela pergunta alto:
- é agora que vamos começar a foder?
Ouço a voz de um gajo a responder:
- sim!
E sai da casa de banho. Foda-se, é o J. lá da empresa!!!
- Então, vamos dar pila à C.? - diz ele.
Ela diz para mim:
- não estavas à espera disto?
Honestamente não estava à espera mas novas experiências é sempre positivo. Mas estar num threesome vestido de puta é mesmo uma nova experiência em tudo. Mas tenho confiança nela, nada disto vai sair deste quarto.
A C. deita-se na cama, e eu de joelhos ao lado dela. Ela começa chupar-me, a levar o meu pau até à garganta. Tão bom! O J. deita-se atrás dela e enfia-lhe o pau na coninha. Ela de pernas afastadas para me dar um bom cenário. Reparo que o gajo tem um pau grande pra caraças. Estou satisfeito com o tamanho do meu mas ele deve ter orgulho. :)
Enquanto o meu pau entra e sai da boca dela o gajo fode-lhe a cona muito bem fodida. Ela delira e vem-se várias vezes, abrandando as chupadelas no meu pau. Calha bem porque estava quase a vir-me, a boca dela é divinal, mas apetecia-me continuar a brincadeira. O J. fica ainda com mais pica dos gemidos dela e fode-a ainda mais fundo. Reparo que ele está a vir-se quando o caralho dele começa a pulsar dentro daquela coninha apertada. A vir-se muito, o gajo não parava de gemer e meter leitinho dentro dela. Quando tirou o pau a coninha da C. estava toda esporrada e a escorrer leitinho. A C. pára de chupar e diz-me:
- então? O que estás à espera puta? Tens de limpar tudo com a tua língua.
Meti a cabeça entre as pernas dela e começo a chupar aquela coninha esporrada. Quanto mais lambia mais leitinho saía de dentro dela, parecia não parar.
- Vá, não pares - dizia-me a C. enquanto chupava o pau do outro gajo.
Chupei aquela coninha até ela se vir e não haver mais esporra a sair.
Ela mete-se de quatro continuando a chupar o gajo e diz:
- Vá, agora fode-me puta, mete aí o teu leitinho dentro da minha coninha. Mas já sabes, sempre que a coninha estiver esporrada vais ter de a limpar.
Comecei a foder a C. enquanto lhe dava umas boas palmadas naquele rabo. Estava muito molhadinha (e esporrada) que o meu pau deslizava até a pontinha tocar no fundo.
- Vá, com força, fode-me com força - diz a C.
Estava duríssimo e não demorei a vir-me lá dentro. Quando tiro o pau ela diz para me deitar de costas e em seguida ajoelha-se com a minha cabeça entre as pernas dela e a minha boca apontada à coninha. Nem perguntei, já sabia que tinha que limpar. A esporra escorria de dentro dela para a minha boca.
O sinto o gajo a passar por cima de mim e a começar a roçar o pau no cuzinho dela. A C. diz para ele:
- então? Estás a provocar? Nem sabes comer um cu. Espera que já te ensino...
E nisto ela diz-me:
- não pares de chupar bitch!!! Põe a mão dela entre as minhas pernas, para dentro das minhas cuequinhas, e sinto o dedo a escorregar para o meu cuzinho. Primeiro a massajar e depois enfiou o dedo. Gemi um pouco.
- Agora vou comer este cuzinho - diz ela.
A C. mandou a sua puta meter-se de quatro e ela obedeceu.
- Agora vou ensinar-te a comer um cuzinho - diz ela ao outro gajo.
Desviou o fio dental e meteu gel. Massajou com o dedo o cuzinho da puta e depois enfiou um dos dedos. Enquanto massajava o cuzinho da sua putinha com os dedos dava umas boas palmadas e ordenava para o rabinho ficar bem espetado.
Parou de massajar e olhei por cima do ombro. Ela estava a por o strapon. OK, ela vai dar-me um fodão à frente do outro. Sinto a pontinha do strapon a encostar, a pressionar e logo em seguida o cuzinho cede e a cabecinha entra. Pressiona um pouco e depois tira totalmente. Repete várias vezes, arromba cuzinho, ouve a sua puta gemer, tira a cabecinha. Cada vez mais rápido. Depois começa também a ir mais fundo.
- Aguentas com ele todo lá dentro ou não? - diz ela. E nisto enfia o pau todo e faz-me soltar um gemido alto.
- Oh pá, isto excita-me tanto que nem sabes - diz ela.
Começa a foder-me rápido e com força, sentia o pau a entrar todo e a anca dela a bater no meu rabo e a fazer barulho. Ouço ela a gemer de prazer e depois de me foder uns minutos vem-se. Tira o strapon do cuzinho da puta e diz:
- Viste como é?
- Vá, é a tua vez de foderes a minha puta - diz ela ao outro.
- What? Isso não estava combinado - digo eu.
- Deixa-te de merdas, sou eu que mando nesse cuzinho - diz ela - E enquanto ele te fode tu vais lamber-me a cona. Quero vir-me mais vezes.
Ela recosta-se na almofada e faz sinal para eu meter a minha boca naquela coninha molhada. Acedi, começo a lamber aquela coninha deliciosa e sinto o gajo a levantar a saia e a afastar o fio dental. O meu cuzinho já estava todo arrombado... mas o gajo era grande!
Ele não está com delicadezas e mete todo de uma vez enquanto me puxa para ele. Eu gemi alto.
- estás a fazer bem, a minha puta está a gemer como eu gosto - diz ela.
Continuei a lamber a coninha dela e ela a explodir de prazer enquanto o gajo fodia o meu cuzinho cada vez com mais força.
- enche a minha puta de leite morno - diz a C.
O gajo acelera ainda mais e sinto o caralho dele a pulsar e a meter leite morno no meu cuzinho quase ao mesmo tempo que a C. se vem mesmo na minha boca.
No fim fomos para o duche e fodemos a C. à vez.
5年前