A Tia Cachucha.

O chiar dos pneus chamou atenção do rosto furtivo que espreitava entre portas traçando um largo sorriso na face enrugada que me entrou pelo vidro aberto da janela num piscar de olhos cúmplice.
Estava a dizer ao senhor que estava á espera do meu namorado!....
riu com ar matreiro.
já cheguei então!....
contrapus brincando, pegando-lhe na mão papuda de unhas longas de um vermelho baço num toque breve. vamos namorar então?....
falei já no vão da escada galgando degraus atrás dela em passo lento, penetrando no escuro corredor de moveis pesados gastos pelo tempo, segurou-me na mão, num aperto suave, fechando a porta da rua com duas voltas de chave, beijando-me no rosto, retribui, colando os lábios na pele macia da face, aflorando a tez aveludada.
ai assim é que beijas a namorada meu mafarrico?...
riu despudorada, oferecendo-me os lábios, num convite ao encontro das bocas num roçar de línguas macio, entrelaçando-se, rodopiando em investidas sinuosas, trocando saliva, num linguado longo, acompanhado pelo correr dos dedos, subindo pelos corpos, apalpando as carnes nuas por baixo do tecido, libertando-nos da roupa, entramos na casota ao fundo da varanda, já meio despidos, o bafo quente das paredes de madeira carcomidas pelo tempo, recebeu-nos por entre o pó, e as teias de aranha balançando nos barrotes, vergados pelo peso do telhado, caminhando até junto do tanque abraçados, aperto-a conta o cimento frio, vincando-lhe as nalgas por baixo da bata aberta na frente, deixando à mostra a combinação branca colada à pele, tapando de forma exígua as carnes idosas, deixando-lhe as mamas todas de fora, saltando do peito com os bicos espetados cravados no pano acetinado debruado a renda, as coxas reluzindo, alvas e carnudas vão pedindo o toque dos dedos, correndo entre elas até aos pelos ásperos da cona meio escondida pela barriga caída, alcançando a fenda húmida, chapinhando no calor viscoso em volta do grelo entumecido pela tesão, mexendo, ao som dos suspiros ansiosos, que saiam da sua boca.
Isso filho! Faz!....isso mexe aí na chafarica da velhota!.. vai!.. mexe meu sacrista!...despe-te rapaz!...
pediu enrubescida, ajudando-me a desenvencilhar das calças, afagando-me nu, apertado nos seus braços ali no escuro, a pechota tesa apontava a sua barriga, escorregando na pele para o meio da pintelheira, pousando no ninho quente, ajeitando a glande entre as bordas húmidas, separando-as docemente, entrando-lhe na cona macia num delírio de sentidos.
Isso mete filho mete!....enfia a pilota na Maria Francisca da velhota!...enfia que ela gosta rapaz!...
Balbuciava, carinhosa, num sussurro soprado no meu ouvido, abrindo-se para me receber o mais que podia naquela posição, ali de pé ********* ao tanque, erguendo perna dobrada pelo joelho, apoia o pé numa cadeira velha tombada no chão, arranjando caminho para a pechota, uma leve pressão e meti-lha quase toda, seguindo o impulso das minha ancas, deslizando-lhe pela vulva idosa, sentindo-a sugar num latejar forte.
Tome-a toda tia vá cachucha…! Assim toda na sua cona velhota!...
Gemi, quase a vir-me todo a tremer, cravando-lhe os dentes no pescoço em mordidas carinhosas.
Vai mafarrico!...continua que estás a ir bem meu safado!....
Falou enrouquecida pela tesão, estremecendo toda.
Ai filho, faz ! heia!...vai a velhota está-se a vir filho vai rapaz!...aiiii!....fode caralho!...mexe essa pechota, mexe rapaz!...
Gemeu sem espalhafato, vindo-se agarrada a mim, cravando-me as mãos no rabo com força numa ânsia repetida, tremi, mergulhando todo nela.
Ai tia vou-me vir!....
Balbuciei sem tempo para mais nada, a esporra jorrou, esguichando impulsiva, entre as paredes da cona funda numa torrente ansiosa, deixando uns quantos jorros no seu interior cremoso sem poder evitar.
Espere tia…!
Suspirei, retirando a pechota ainda a pingar, continuando a esporrar sobre a sua barriga, deixando a langonha escorrer-lhe nos pintelhos numa papa viscosa, deslizando-lhe por entre as coxas em fios brilhantes, unimos as bocas, num enlevo de línguas vagaroso, saboreando os trajectos do corpo, ainda sacudido pelos tremores da foda breve, mantendo, os sentidos alterados pelo sabor da tesão, recusando-se a acalmar, afastando-me um pouco olhei a pechota ainda tesa, exibindo-a na frente dela, passando-lhe a mão pela cabeça peganhenta lentamente, levando os dedos aos lábios dela, lambeu, segurando-me a mão com a dela, rindo com ar matreiro.
Eu bem disse ao homem que estava á espera do meu namorado!...agora foste à cona à velhota!.. tens de casar ela!....
Brincou em jeito cúmplice amaciando a voz.
É já tia!....
Assenti, roçando a língua na dela lentamente, ao mesmo tempo que a bata lhe tombava pelas costas abaixo, enrolando-se no chão entre os seus pés, os lábios, tocaram-lhe o ombro, depois o outro, beijando a pele acetinada, afastando-lhe uma, depois a outra alça da combinação, soltando-lhe os seios macios, balançando sobre o peito, já caídos pela idade ainda assim cheios entumescidos, saboreando os bicos tesos, mamando uma teta a seguir á outra, apertando-nos um no outro, agora ambos nus, afagando os corpos num correr febril.
Há! Meu safado!...não me aguento assim!....olha para isto? Estou toda a tremer meu mariola!...
Protestou sem convicção rebolando-se contra mim.
Schiu! Tia!...vamos ao castigo!....
Os olhos dela brilharam perversos, os ganchos pendurados do tecto, balançavam mesmo ali à mão, prontos a serem usados, agarrei o mais próximo, metendo-lhe a ponta em forma de bola na boca, vendo-a chupar enchendo de saliva o metal cromado.
Chega tia!...
Afastei-a do tanque, puxando-a para mim, colocando o gancho entre as suas nalgas, apontado no ânus, empurrando a bola para dentro.
Ahii!.. Chiça!!...
Queixou-se ao senti-la furar entrando-lhe pelo cu dentro.
Ai livra Chiça!...Chiça! essa coisa parece uma cobra filho!...
Contorceu-se.
Pronto tia já está!!....
Sosseguei-a, esticando a corrente.
Hê! Pá!...rapazinho!...não puxes tanto!...espera!...deixa-me habituar!...deixa-me habituar filho!...deixa a velhota habituar o sim senhor a essa coisa mariola!...
Calei-a com um beijo nos lábios, acalmando os suspiros da sua boca húmida, levando o outro gancho para a mão dela. vá abre a boca rapazinho! Vá!...chupa nessa coisa vá!...
Murmurou, metendo-mo entre os lábios, enfiando-mo na boca, vendo-me chupar o ferro frio, espalhando saliva na superfície polida, cuspindo de forma repetida sobre bola metálica que corava a ponta curva.
Levanta lá o sim senhor!...meu maroto!...
levada pelos seus dedos, senti-a correr entre as nalgas até ao nus, furando num deslizar frio.
ahii! Tia! Devagar!...meta devagar!...
Suspirei arrepiado.
Ai agora já não gostas?...meu mariola!...quando enfiaste no sim senhor aqui da velhota até a pechota te entesou para o dobro meu safado!....pronto filho!...já está!...meu mafarrico!...pronto tens o castigo enfiado!...pronto filho já estamos os dois a ser castigados rapaz!...
Suspirou resignada.
Já tia!....
Balbuciei, sentindo a corrente puxar-me para cima, ficando agarrado a ela, os dois em bicos de pés, pendurados pelo cu, com os ganchos enfiados no rabo, escutando o zumbir das moscas entre as telhas, ali na semi-escuridão, os corpos ficando dormentes com o passar do tempo, o ânus dorido pelo ferro cravado na carne, olhava para ela olhos nos olhos, fitando-nos em silencio, a dor nas pernas subia pelos tomates, acicatando a pechota que permanecia tesa, erecta, beijando-lhe a cona num roçar latente, começamos os dois a tremer, mijei numa vontade repentina, soltando liquido sobre a pintelheira grisalha, escorrendo para o chão molhando-a toda entre pernas, ela começou a fazer também numa torrente, quente brotando-lhe da cona, caindo sobre as minhas pernas num banho intempestivo.
Ai filho!...que me mijo toda!...olha que disparate!....
Gemeu numa aflição passageira, logo substituída pelo riso. Heia! pá? Então?...Que é isso!...faz mas sem ser para cima de mim!...
Falou a rir, logo tomando um ar sério.
Faz filho faz!....faz à vontade rapaz!...rega velhota!...há tua vontade!...
Demos um beijo nervoso, deixando a vontade acalmar, logo tomados pela ânsia de nos virmos, esporrei a olhar para ela sem tocar na pechota, vendo-a esguichar contra a sua barriga, ao mesmo tempo que ela e vinha contraindo o rosto numa mascara de tesão, deixando-nos prostrados, aliviei as correntes, retirando os ganchos lentamente dos rabos doridos, voltando para dentro de casa parando no meio da cozinha abraçados, aconchegando os corpos nus um no outro durante largos minutos.
Então mariola, gostaste da namorada arranjada à pressa?....
Murmurou com ar cúmplice.
Gostei tia!...e a rapariga gostou do namorado?....
Insinuei.
Olha filho na minha idade!...um rapazote como tu, é uma sorte meu mafarrico!...
Riu dando-me uma palmada no cu, levando outra como resposta.
Ai salafrário agora bates-me?...Fodes-me a cona a ainda me bates no sim senhor!....
riu soltando uma gargalhada, fitando-me com olhar quente, procurando a minha boca num beijo breve.
Arranje-se logo vamos jantar fora!....
Anunciei soltando-me dos seus braços.
......passa da nove da noite, estamos sentados ao lado um do outro, a mulher coloca os pratos na mesa zanzando de um lado para o outro, não há muita gente, um grupo à nossa frente, entre elas um casal atípico como nós, a mulher franzina, aparenta andar muito para lá dos cinquenta, embora pelo rosto enrugado pareça ter mais de oitenta, o que não é confirmado pelas linhas do corpo, ainda bem definidas, visíveis nas costas à mostra, num traje de noite ousado para a sua idade, contrastando com o companheiro, vestido de forma descuidada, bem mais novo que ela.
É mãe e filho?....
Segreda-me a tia.
Não parecia pela maneira como eles se tratavam.
Achas que são namorados como a gente?...
Disparou, gracejando, aceno que sim com a cabeça arrancando-lhe um sorriso matreiro, também ela está com os ombros à mostra, as mamas aconchegadas no decote da blusa, querendo saltar de forma provocante, o cabelo arranjado, e os lábios pintados dão-lhe um ar jovial apesar da idade avançada, coloco-lhe a mão sobre a perna por debaixo da mesa sem que ninguém veja, correndo-lhe em ************* por entre as coxas até tocar nas cuecas, afastando-lhas com os dedos, lentamente ela, abre as pernas deixando-me mexer, deslizo entre os pintelhos, afundando o indicador na racha quente, olha-me com cara enrubescida de tesão.
gostas?...
Murmuro-lhe ao ouvido, diz que sim com a cabeça, passando a língua pelos lábios besuntados da comida, pegando uma batata, enfiando-ma na boca, mastigo devagar, sem tirar os olhos dela, enterrando o dedo mais fundo na cona, tocando-lhe no grelo com a ponta, esporra-se toda num tremor nervoso, encharcando as cuecas de nanha viscosa, vindo-se de forma breve, disfarçando num ataque de tosse fingindo, mantenho a mão entre as pernas dela, pousada na coxa macia, afagando as carnes gastas pela idade, consolando-a com carinho, põe a mão dela entre as minhas pernas, apertando-me a pechota por cima das calças de forma repetida, fazendo-a pulsar cada vez mais tesa entre os seus dedos enrugados, quase me fazendo vir, encolho-me segurando a esporra a custo, decidida, ela, volta à carga, dando-me apertões ritmados, olho-a nos olhos segurando-lhe a mão.
Assim venho-me!....
protesto ao seu ouvido, ri-se insidiosa, abrindo-me as calças puxando-me a pechota para fora, enrolando-lhe o guardanapo de papel em volta, apertando a mão, dá uns quantos safanões e faz-me vir, a esporra brota intempestiva, esguichando para o embrulho que a cobre, numa torrente viscosa perante o seu ar divertido, vendo-me esporrar na sua mão, ali por debaixo da mesa sem que ninguém dê por nada, limpa-me colocando o papel esporrado sobre a toalha.
Ponha na cona!....
Digo-lhe baixinho, vendo a mão ela deslizar com o guardanapo amarfanhado para o meio das suas pernas, subindo por *************** até á cona, enterrando o papel cheio de esporra entre as bordas, beijo-a no rosto arrancando-lhe um suspiro da face rosada pelo vinho.
Levo-a à casa de banho ao fundo sala, indicando-lhe o local.
Queres que vá contigo?....
Queres-me vir limpar a chafarica?...
Responde num desafio, entrando no compartimento das senhoras, sigo-a, ela levanta a saia sentando-se com as cuecas junto aos tornozelos, abrindo as pernas para que lhe veja a cona, espreitando entre as coxas num tufo de pelos, sorrindo, solta o liquido para o fundo da pia num correr ruidoso, tiro a pechota, tombando o copo que trazia na mão sobre ela, deixando cair um pouco de vinho na cabeça, tocando-lhe com ela nos lábios, entornado mais vinho, ela lambe a glande deixando-a entrar na boca totalmente, chupando sem me olhar, deixando-me ir um pouco mais, engole a pechota quase toda, ficando com ela na boca sem se mexer por uns segundos, tirando-a afogueada, lambe de novo, rolando a língua em gestos rápidos pela cabeça, sinto-me vir a esporra salta, caindo-lhe sobre as mamas num par de esguichos curtos, marcando-lhe a pele, levanta-se, meto a mão entre as suas pernas limpando-lhe a cona de forma repetida, atirando o papel para dentro da pia, baixa-se para puxar as cuecas, despejo-lhe o resto do vinho entre as nalgas, escorrendo-lhe pelo rêgo até às cuecas, tingindo-lhas de um carmim vivo, sem perder tempo, aponto a pechota na cona dela, afundando-me nela, num par de estocadas rápidas fazem-na vir na hora, deixando-a vestir-se, senta-se a meu lado como se nada fosse.
Cá fora a chuva cai intensa ao sair do restaurante, o carro corre na noite até ao motel junto à praia, lá dentro no escuro, dispo-a junto à porta, guiando-a até ao quarto ao som de palmadas no rabo, fustigando as carnes moles usadas pela idade, ajudo-a deitar sobre a cama nua com as pernas abertas.
Mexa na cona tia, dê fodas na chafarica para eu ver!....
Ordeno, vendo-a enfiar a mão entre as pernas, mexendo no grelo ali, esparramada, na luz baça do candeeiro pousado na mesa, espalhando sombras pelas paredes qual fantasmas embevecidos pelo que vêem.
Faça como quando está sozinha na sua cama cheia de tesão!....é assim que faz?....
Insisto.
É filho!....é assim que a velhota fode a chafarica!... na cama é assim filho!...
Repetia olhando-me séria, enterrando os dedos na cona numa cadência lenta.
Venha-se para mim tia! Vá esporre a cona para o seu namorado!...vamos na minha frente!...vá sua porca!...mostre-me com faz!....quando está sozinha!....
Abanava a cabeça compenetrada, de súbito ergueu-se nos calcanhares, fazendo ranger a cama.
Pronto filho!...ahh! estou-me a vir pronto! Já está mariola!...pronto vês? A velhota está-se a vir toda para ti meu safado!...heia! heia!...
Gemia entre dentes, sacudida de cima a baixo.
Agora faz tu como quando estás sozinho!....fode a pechota para a velhota ver!....
Pediu abrindo os olhos, deitei-me ao seu lado abrindo as pernas, começando a bater à punheta sem olhar para o seu rosto.
Vou-me vir tia! Vou-me vir a pensar em si!...
Falei, a esporra saltou no ar, caindo sobre mim, brotando da glande inchada numa corrente viscosa, olhei para ela recebendo uma palmada na pechota.
Meu porcalhão não tens vergonha? a fazer estas coisas na cama!...aqui ao pé de mim! Meu safado!...
riu dengosa, abraçando-me, beijei-lhe as mamas longamente, sugando os bicos tesos na luz apagada, metidos entre os lençóis, num silêncio pesado, sentido a tesão chegar de novo, beijou-me na boca afagando-me os tomates, depois a pechota.
Queres namorar hê? mafarrico?...queres namorar com a velhota?!...mariola?....
Murmurava, rolando a língua na minha em toques lentos, roçando as pontas num bailado saboroso.
Isso namora comigo rapazinho!...dá cá a língua meu safado!...hum!...heia!...
Suspirava com voz rouca mexendo-me na pechota, punhetando, de forma sábia.
Abre essas pernocas velhota!...
Segredei.
Abro sim filho! Anda! Enfia essa coisa tesa na chafarica da tua namorada!....
Gemeu dengosa, ajeitando-se na cama, a glande furou, desaparecendo entre as bordas cremosas, mergulhando no abraço viscoso do poço idoso, deslizando, num embalo macio, escorregando nas paredes viscosas, em fodas longas e fundas, sacudindo as carnes numa ânsia nervosa. Vai filho isso vai fode a tua Cachucha! Isso fode-me toda! Vai que vais bem!...heia! pá! ....mete filho mete todo!...
Suspirava no meu ouvido numa voz cavada, levando na cona, apertando-me nos seus braços com redobrada emoção, vindo-se num esgar telúrico.
Esporrei afundando-me todo no ninho sugador, lançando esporra no seu interior em jactos seguidos, vindo-me todo. Tome tia assim tome!...ai estou-me esporrar todo tia!...
O coro afogueado, foi perdendo força, calando-se, no barulho das ondas, rugindo ao longe no breu da noite.
Hoje voltamos ao restaurante, está mais cheio que o costume, na mesa em frente, uma loura esguia, olha-me insistentemente perante o semblante carregado da tia, incomodada, com os olhares da rapariga, a pechota lateja tesa dentro das calças, atada, com as cuecas da velhota, enroladas na base num nó apertado que ela me tinha feito antes de sairmos de casa, põe a mão dela entre as minhas pernas, apalpa-me, fitando-me furiosa por me achar com ela tesa por causa da loura, meto a mão entre as pernas dela, deslizando entre as suas coxas, tocando o Plug de ******** que traz enfiado na cona, pressionando com a ponta dos dedos por cima das cuecas, sossegando-a, abre as pernas, deixando-me mexer à vontade, enrubescendo, com a tesão estampada no rosto como é seu habito, balançando levemente as ancas, vem-se soltando um suspiro breve, estou quase a esporrar dentro das calças, tento conter-me, perante o olhar insinuante da loura que ajeita o decote do vestido, mostrando mais as mamas, de uma cútis bronzeada, ressaltando no azul do tecido, sorri placidamente, dói-me a pechota de tão tesa que está, solto um breve esguicho de esporra, não me contendo, vindo-me nas cuecas de algodão da tia, saímos, enfrentando aragem fria da noite sem uma palavra, dentro do carro olha-me amuada, mando-a levantar a saia, e sentar o rabo com a cuecas directamente sobre o assento, deixando-a com a pernas todas à mostra, a estrada corre sinuosa, uma hora passada, o mar acompanha-nos, rugindo para lá dos penhascos, os faróis iluminam as canas abanado ao vento batendo na chapa à medida que avanço no meio delas, deixando a estrada.
Parados naquele ermo só as ondas e o farfalhar das folhas quebram o silencio da noite beijada pelo luar intenso, tento beija-la, foge com a boca, meto-lhe a mão por dentro da blusa, apertando-lhe os bicos das mamas com força. Chiça!... Que é lá isso?...estás parvo julgas que isso não dói?...
Refila, encolhendo-se.
É para doer mesmo!...
Respondo, colando os lábios nos dela, desta vez não foge, enfiando-me a língua na boca, deixando-se beijar, trago-a para fora, arrepia-se com frio, pisando o mato com cuidado, por entre as canas levo-a para a frente do carro, fazendo-a inclinar sobre a chapa, tem a saia enrolada na cintura, puxo-lhe as cuecas pelas pernas abaixo com um safanão violento, dando-lhe duas palmadas nas nalgas com força, deixando-lhe os dedos marcados na pele, arrancando-lhe um gemido abafado, cuspo nos dedos, passando-lhos ao longo do rêgo, espalhando a saliva no olho do cu idoso, molhando a cavidade, aponto a pechota empurrando a cabeça com a ponta dos dedos enfiando-lha no cu.
Ai chiça!...chiça!....espera devagar assim não…! Que é lá isso?....
Geme entre dentes.
cala-te!...vais ser enrabada que é para aprenderes!... Assim puta, vais levar aqui neste cu que te fodes!....
a pechota deslizou sugada pelo ânus, afundando-se no recto idoso até aos tomates de uma só vez, ela, tremia apoiada no carro, com o caralho todo enfiado no cu gordo ali no meio das canas.
Gostas tia? Gostas minha puta?...vá velhota…! Toma, assim uma foda grande neste cu assim outra!...a dona cachucha a ser enrabada aqui no meio do mato, a ser fodida como as putas da beira da estrada!...isso assim! Vês? Geme, grita à tua vontade, isso…! A levares no cu o caralho todo enfiado!...
Dizia-lhe ao ouvido, indo-lhe ao cu devagar, com fodas grandes e fundas, escorregando a pechota pelo recto dentro, deslizando nas rugosidades, numa fricção suave, o vento, vindo do mar lá em baixo, lambia-nos as carnes nuas, entrando-me por entre as pernas, enregelando-me as nalgas, ela tremia tangida, suspirando baixinho a cada foda, levando no cu submissa.
Vou-me vir puta! Queres que me venha no teu cu?....
Gritei.
Quero filho!...quero!...vem-te todo esporra-te no meu cu rapaz!...enche-me o sim senhor de esporra enche filho!....enche que a velha merece!...
Murmurava, numa estocada forte, afundei-me nela soltando a esporra no intestino dilatado, numa sucessão de jactos cremosos, inundando-lhe o recto de liquido viscoso, vindo-me num desvario intenso, ficando sobre ela saboreando o rabo idoso, até a pechota saltar sem força com um ruído de sucção forte, ajudei-a a erguer, abraçou-me toda a tremer. Beija-me filho!...beija a tua namorada!...
Pediu num suspiro sentido, colei os lábios nos dela num encontro breve de línguas, metendo-lhe a mão entre as pernas, arranquei-lhe o plug de ******** da cona, enfiando-lho na boca
Chupa vá mama!...vá sente o gosto da tua cona!......gostas?....é bom não é? Sabe à cona da Dinócas? Vá, saboreia!....
Falava-lhe, entre toques de língua, rolando a ******** entre os lábios dela.
Preciso mijar filho!....
Suspirou.
Mija aí no mato!...agacha-te aí!...
Ela assim fez, baixando-se junto de mim, soltando o liquido, sobre a terra solta entre as suas pernas, numa poça crescente.
Chupa-me a pechota, vá mama!...vá chupa enquanto mijas!...mama-a toda isso!...assim linda a mamar na pechota do namorado!...
Dizia afagando-lhe os cabelos, fodendo-lhe a boca, ali agachada no meio das canas, senti-me vir tirando-lhe a pechota num repente.
Vou esporrar, põe a língua para fora! Vá!....isso! Toma a esporra assim toda na língua toma!....lambe vá lambe-a toda!...
A língua dela rolava na glande lentamente, aparando cada jorro que brotava, escorrendo-lhe pelo queixo até ás mamas num pingar viscoso, cobrindo-as de nhanha, ajudei-a a levantar **********-a contra o carro.
Abre as pernas mostra a cona!...
Ordenei, mijando-lhe sobre a pintelheira, regando-lhe a pachacha numa torrente que lhe escorria pelas pernas abaixo fumegante, depois, apontei a glande na racha encharcada entrando-lhe pela cona dentro, dando-lhe fodas rápidas, aproveitando a tesão que me restava, fazendo-a vir.
Vai filho vai!...isso fode fode-me toda vai filho…!
Balbuciava entre dentes, vindo-se toda a tremer, voltamos para dentro com os corpos enregelados do frio da noite, ficando em silêncio olhando as sombras projectadas pelo luar no balanço das canas.
発行者 alicemartins
5年前
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