O BRINQUEDO DA EMPRESA - Cap. 2 - COMEÇA

Ele disse-me para pensar durante o fim de semana. Pensar? Era como se ele estivesse convencido que eu não o iria fazer depois de ele me sugerir uma coisa daquelas no final do dia de sexta-feira. E, no que mais iria eu pensar durante o fim de semana? Obviamente, em nada mais. Quando chegou a noite de domingo, eu mesma me questionei se tinha pensado em algo mais durante todo o fim de semana, para além da proposta. As palavras soaram na minha cabeça durante todo o fim de semana: "E se ... em vez de apenas um, se ... você foder todos os homens da empresa, chupá-los, vestir-se de forma sexy e provoca-los?."

A minha mente girava sempre em volta das mesmas perguntas: Poderia isto funcionar? Como iria ser? Poderia eu fazer aquilo? É mesmo isto que eu preciso neste momento?

Durante o tempo todo eu sabia que aquela era a ideia mais emocionante que eu já tinha ouvido. As meninas estavam fora de casa, eu tinha um novo emprego, numa pequena empresa, com colegas simpáticos e até atraentes e queria descobrir uma vida que sempre me fora negada. A minha resposta sexual à foda do meu patrão tinha sido o ponto de exclamação mas também de de confirmação, se é que eu precisava de uma.

Quando entrei no escritório na segunda-feira de manhã, não sabia se tinha já tomado uma decisão definitiva na minha mente. Vesti-me para o trabalho como quase sempre fazia: uma blusa conservadora, saia pelos joelhos, collants, sutiã e uma cuequinha (não necessariamente a combinar) e sapatos de salto baixo. Cumprimentei aqueles que já lá estavam, como sempre. Exteriormente, nada poderia ter parecido diferente naquela manhã. Interiormente, porém, era como se eu estivesse sendo dirigida por algum tipo de controle. Não sei sequer se vi todos os semáforos ou sinais de stop ao longo do trajecto de casa casa até à empresa.

Foi o mesmo quando entrei no meu gabinete, larguei a mala e o almoço, liguei o computador, tirei o telefone para cima da secretária, debrucei-me e liguei a impressora. Então, sem pensar, eu estava à porta do escritório do Rui, batendo suavemente na porta aberta.
"Rui, podemos conversar?"
Ele sorriu. "Claro. Devemos fechar a porta ou ... isso não é necessário?"

Virei-me sem resposta e fechei a porta. Podemos ser informais no escritório, mas se uma porta estiver fechada, é porque se trata de uma reunião privada. Fiquei durante um momento com a mão na maçaneta da porta, depois virei-me e sentei-me na mesma cadeira que eu tinha usado na sexta-feira. Nenhum de nós disse algo durante alguns momentos. Poderia ter sido muito estranho, mas ele era uma pessoa paciente.

“Rui... não pensei em mais nada durante o fim de semana inteiro. Você sabe ..." Ele assentiu. Sim, ele sabia e provavelmente tinha estava a prender a respiração o fim de semana inteiro. Por um lado, ele provavelmente estava a perguntar-se o que é que eu iria decidir e, por outro lado, esperava que não me tivesse afastado da empresa.
Eu olhei para ele e ele viu o meu olhar. Aparentemente incapaz de ser mais paciente e aguentar aquele silêncio. "Patrícia, eu não devia ter-lhe dito o que disse. Eu não a quero perder. Não quero que você saia da empresa por eu ter feito uma sugestão estúpida que surgiu por você ter confiado em mim os seus desejos mais profundos. Eu não devia....."

Ele interpretou o meu silêncio como eu estando chateada, que tinha ficado decepcionada com ele? "Rui, não, não ... a minha resposta é SIM, mas há coisas que eu ... nós ... temos que ter alguns entendimentos prévios."

Ele olhou para trás surpreendido. Ele tinha-se preparado para raiva e vingança da minha parte e eu disse que sim. Ele ainda estava a processar a minha resposta. Olhou para mim com cuidado, como se estivesse a tentar verificar o que os seus ouvidos lhe transmitiram. Eu assenti e sorri.

Ele recuperou admiravelmente. “Que entendimentos? Você acha que pode fazer isso? Você quer fazer isso?"

Eu sorri, desviando o olhar enquanto corava intensamente. “Se eu acho que posso fazer isso? honestamente não sei. O que eu sei é que quero fazer isso. Você conhece o meu passado, Rui. Sim, eu confiei-lhe os meus desejos mais profundos naquela noite. Eu gostei muito daquela noite, Rui. Não apenas a foda, embora tenha sido realmente incrível, mas também o facto de eu ter escolhido fazer o que fizemos. Eu percebi que precisava de o fazer. Há já muito tempo que não estava com ninguém e a experiência que eu tinha era limitada, mas você também sabe que estou com fome de mais experiências.” Eu sorri timidamente: "E como você disse, será melhor aqui do que com estranhos."

O seu sorriso era amplo e o patrão confiante e controlado estava de volta. Eu sabia que ele me apoiaria em tudo. Eu também tinha confiança de que, quando realmente começássemos, ele iria desafiar-me e pressionar-me a experimentar cada vez mais. Foi o que eu confiei nele, que me atraiu para a sua proposta na sexta-feira passada. Discutimos a questão de como num escritório a ideia dele poderia funcionar. Quem estaria envolvido, como seria controlado? O escritório é tão pequeno que algo assim não poderia ficar escondido durante muito tempo. Mesmo sendo uma empresa pequena, havia os gerentes no escritório, e o resto pessoal. De que estávamos a falar? A ideia é empolgante, mas como seria colocada em prática e pior, como seria gerida? Havia muitas perguntas.

O Rui estava habituado a solucionar problemas, porém, eram os de uma pequena empresa como nós que competia num mercado maior. Ele via oportunidades de como alguém como nós, com flexibilidade e velocidade, poderia tirar proveito quando uma empresa maior ainda andava a tentar ver a oportunidade. Ele estava agora sentado na sua pose clássica de 'Rui - o pensador', como nós dizíamos. Virou-se ligeiramente para o lado, com os dedos voltados para os lábios, os olhos focados em algo distante através da janela.

Depois virou-se para mim: “Vamos começar devagar e vamos resolvendo os problemas à medida que avançamos e eles surgirem. Você está certa, em algum momento irá ser difícil controlar e teremos de ter regras que todos deverão entender. Se você estiver disposta, vamos começar entre nós como um teaser do que virá a seguir. Antes de alargar aos outros. Vou ter de ter conversas particulares e confidenciais. Suponho que ainda exista o risco de alguém sugerir assédio, mesmo com os homens. Eu assenti. Eu estava a colocar-me nas suas mãos. De repente, vi tudo isto como um grande risco tanto para ele, como para mim. Eu poderia ter de ir procurar outro emprego e ele iria proteger-me mesmo que a empresa fosse alvo de uma reclamação de assédio. Ou, ele poderia resolver isso e eu continuaria aqui. Mas, a empresa era dele e o risco seria sempre para a empresa em caso de qualquer reclamação.

"O que você achar melhor, Rui."

“Oh, minha querida, tenha cuidado. Você pode nem acreditar no que eu poderei pensar." E eu ri com ele. Foi interessante. Naquele momento, eu sabia que tinham passado as dúvidas. Quaisquer que sejam os pensamentos dele, eu estaria disposta a experimentar.

"Estou a confiar em você, Rui. Como é que isso pode ser mau? Estou confiando no homem que amava a esposa mais do que tudo.” Ele sorriu. Eu vi nos olhos dele, touché. Tinha enfrentado o bluff dele e ele sabia disso.

"Você está pronta?"

"Agora?"

"Porque esperar? Talvez agora Você queira trancar a porta." Ele observou-me atentamente, estudando os meus olhos, a minha reacção facial e a reacção corporal. Eu levantei-me e fui para a porta. Parei com os dedos na maçaneta. Passaram-se segundos comigo ali. Os meus dedos rodaram a fechadura e voltei para a cadeira. A sua mão veio para me impedir de sentar. "Como é que você se chamou na sexta-feira passada?" "Um brinquedo do escritório", respondi. "Sim eu gosto disso. Vamos então ver o que temos aqui."

Estendi os meus braços e virei-me lentamente num círculo. Ele sorriu. “Sim, muito bem, mas eu quis literalmente dizer ver. Tire a blusa, Patrícia.

Engoli um suspiro de ar. Realmente estava a começar. As minhas mãos tremiam e parecia que os meus joelhos iam desabar, mas o meu coração estava acelerado de emoção e instantaneamente senti a humidade entre as minhas pernas, nos lábios da minha vagina. Os meus dedos trémulos moveram-se para o botão superior superior da blusa e fui desapertando até que tive de puxar a blusa para fora da saia para terminar de a desabotoar. A blusa estava completamente aberta e as movi-me para a tirar dos meus ombros e dos braços. Deixei-a cair na cadeira adjacente.
Por conta própria, virei-me novamente aguardando a sua avaliação.

“Sim, muito bem, Patrícia. Porém, eu já te vi nua.

“Sim ... mas não no escritório. Tu não acreditas na diferença que isso faz para mim."

Ele sorriu tranquilizadoramente. "Agora, a saia."

Os meus dedos tremiam enquanto abria o fecho lateral. Olhei para ele, vi-o a observar-me atentamente, empurrei a saia sobre os meus quadris e deixei-a cair no chão. Eu saí de dentro da saia, apanhei-a e coloquei-a na cadeira. De novo virei-me para ele. Eu estava de pé apenas com o sutiã, collants e cuecas. Tinha tirado os sapatos quando apanhei a saia.

"Collants. Você também tinha collants na quarta-feira passada." Eu assenti. Era o que eu usava sempre. "Não serve Patrícia. Collants não são sexy. Tire-os." Ele abriu a gaveta da mesa e tirou uma tesoura. "Corte-os. Como um compromisso de nunca mais os usar."

Eu até sorri enquanto acatava a instrução dele. Empurrei os collants para baixo, tendo de me sentar para os tirar dos pés. Quando levantei um pé e depois o outro, tive certeza de que ele podia ver a humidade no reforço das minhas cuecas. Levantei-me e cortei os collants em pequenos pedaços, atirando-os para o caixote do lixo. Estava agora apenas de sutiã e cuecas. Cuecas de algodão e um sutiã macio, mas básico. Eu adivinhei o que ele ia dizer.
Ele estava a balançar a cabeça. "Não é sexy, Pat. Você está, não me entenda mal, mas não posso deixar-te andar pelo escritório assim. Não andares por aqui sem estares atractivamente sexy. Andar pelo escritório em sutiã e cuecas? pensei.

"É isso que tem?" Eu assenti. Eu sou mãe e divorciada há **********. Dahhh!

"Nós vamos tratar disso hoje. Conheço algumas lojas que a minha esposa gostava e frequentava. Vou confirmar se ainda existem."

"Rui, não posso ... quer dizer, não posso me dar ao luxo de comprar essa lingerie. Não tenho disponibilidade financeira para isso".

"Eu não estava a pensar pedir-lhe isso. Se você comprar coisas novas, se você decidir continuar, irei dar-lhe um cartão de crédito para você usar com essas compras ou outras despesas resultantes do que os outros homens do escritório possam sugerir. Acho que eles irão ter algumas sugestões. Corei ao pensar nele a vestir-me e os outros tendo ideias de como eu me deveria vestir para eles. Ele viu o meu rubor, mas não me deu tempo para ficar muito nervosa.

“Agora, fora com o sutiã e as cuecas. Definitivamente, vamos encontrar coisas muito mais sexy's para Você provocar todos."

Eu não tinha a certeza do que se estava a passar na minha cabeça, se é que havia alguma coisa, mas as minhas mãos chegaram atrás de mim e soltaram o sutiã. Mexi os ombros e abaixei os braços. Então empurrei as minhas cuecas pelos quadris e pelas minhas pernas. Eu estava prestes a agachar-me para as apanhar quando ele me parou novamente.

"Pat, vire as costas para mim, afaste as pernas e incline-se para as apanhar, mas faça-o sem dobrar os joelhos." Meu Deus, eu tinha visto isto na net. Não achei que fosse possível ficar ainda mais vermelha, mas acho que fiquei. Movi-me como ele tinha instruído para lhe dar o que ele queria e olhei para trás quando estava totalmente curvada. Ele sorria largamente.

Depois virei-me de frente para ele novamente. Ele estava a gostar. Eu já estava mais molhada, sem sequer ter sido tocada, do que acho alguma vez tinha estado antes. Estava diante dele, no seu escritório e estava completamente nua. Do lado de fora, havia o som de pessoas a trabalhar. Eu estava a observar o rosto dele enquanto estava diante dele e nós os dois ouvíamos os sons do lado de fora da porta. Alguém perguntou a alguém se sabia onde eu estava e eu tremi. Ele viu e sorriu.

"Excitante, não é?" E eu assenti. Eu estava a pingar. Ele levantou, desapertou o cinto e baixou as calças, empurrando-as até aos joelhos antes de se sentar novamente. Não disse uma única palavra, apenas se sentou na cadeira virada para o lado. Eu olhei para ele enquanto ele me observava. Era óbvio o que ele pretendia, o seu grande pau semi-duro exposto. Eu dei a volta à secretária e ajoelhei-me entre os seus joelhos abertos. Olhei para ele. E também sorri. Eu estava mesmo prestes a fazer aquilo, ali, no escritório com o barulho e as conversas de pessoas do lado de fora.

Peguei-lhe no caralho com a mão esquerda e baixei a cabeça até ele. Lambi a parte de baixo e beijei a cabeça. Na verdade, eu não era uma especialista em sexo oral ou mesmo qualquer tipo de sexo. O meu marido pretendia apenas atingir o seu clímax, não brincava nem experimentava nada diferente. Mas, desde que ele me tinha deixado, eu assisti a alguns vídeos e li algumas histórias pornográficas.

O seu pénis cresceu rapidamente na minha mão e boca. Como na semana anterior, durante a nossa primeira vez, fiquei maravilhada com o tamanho dele em comparação com o único pau que tinha experimentado. Puxei a minha cabeça para trás e virei-me para a sua mesa. Comecei a abrir uma gaveta e a ver o que estava dentro, e depois outra.

"O que você está à procura? Preservativos?

Eu reprimi uma risada. "Nós não nos preocupamos com isso da última vez. As minhas trompas foram laqueadas depois do nascimento das meninas. E continuei à procura: "Uma régua ... ou uma fita métrica ..."

Ele mexeu-se e abriu a gaveta do outro lado. E entregou uma fita métrica. “É assim que o seu cérebro trabalha? Em vez de me continuar a dar um bom broche, Você decide procurar uma fita métrica?"

Olho para ele enquanto me reposiciono no meio dos seus joelhos. "Não seja assim. Isto é tudo sobre o seu pau." Entretanto o seu pénis tinha amolecido um pouco e eu chupei-o e acariciei para o levar novamente a um ponto de rigidez total. "Fiquei curiosa ... mas não se preocupe, já te volto a chupar ... estou aqui nua, certo? Depois de experimentar este pau maravilhoso, andei a ver a internet. É incrível a informação que se pode encontrar. E eu estou certa. O pénis médio tem cerca de 14 centímetros quando erecto. Sensivelmente o do meu ex-marido." E estendi a fita ao longo da parte inferior do pénis dele. "Mmmmmm ..." Olhei para ele com um sorriso sensual. “Eu sabia. Você é bem maior ... cerca de 21 cm. "

"E isso é bom? Quero dizer, para você?" questionou ele.

"Você já pensou que talvez fosse por isso que sua esposa gostava tanto de sexo?" E levantei as minhas sobrancelhas. Ele riu, mas eu já estava devorando novamente o seu pau. Quando ele se veio, eu fiz um show a engolir tudo e a lamber os meus lábios. "Um monte de esporra também." E levantei-me na frente dele. A minha vagina pingava necessitada, os meus mamilos estavam muito rijos, como pedras duras na ponta dos seios. Então, ele fez algo que eu não esperava.

Ele levantou-se e apertou as calças. A frustração era evidente no meu corpo e na minha resposta facial. Ele aproximou-se de mim e beijou-me nos lábios, com as suas mãos percorrendo o meu corpo nu, acariciando os meus seios e deslizando um dedo na minha, muito carente, vagina. Ele levou o dedo aos lábios e viu-me a assistir, desesperada quase, enquanto ele o chupava.

"Eu acho que você já esteve ausente do seu local o tempo suficiente, não acha? Quer que eles comecem já a especular?"

Estremeci quando as suas mãos tocaram no meu corpo. Os meus collants tinha sumido, mas vesti o resto da minha roupa. Quando abotoei a blusa, ele indicou-me quais os botões que deveriam ficar por apertar, decote aberto sem mostrar descaradamente o meu sutiã conservador. "Vamos comprar alguns sutiãs que permitem mais exposição." E sorriu. Quando abri a porta, ele chamou-me, mas um pouco mais alto do que seria necessário: "Patrícia ... teremos de ver isso mais detalhadamente esta tarde".

Alguns dos colegas ouviram e olharam na minha direcção. Agora, eu tinha dois deles a vir na minha direcção para qualquer ajuda. Perguntei se eles seriam capazes de cheirar algo diferente da minha vagina molhada. Notassem ou não, os meus dedos estavam um pouco trémulos quando abri a gaveta.

* * * * *

Durante o resto da manhã, o Rui fez questão de interagir comigo muito mais do que o normal. E todas as vezes que ele me dizia algo, eu perguntava-me se ele me iria querer novamente no seu gabinete para mais do mesmo, mas tinha sempre algo a ver com um projecto, um cliente ou algo mais trivial. À hora de almoço, quando ele chegou à porta, levantei rapidamente os olhos, apenas para o encontrar a sorrir e a indicar que iria sair dentro de um minuto. Eu estava corada e conseguia senti-lo.

Sentei-me com alguns dos colegas na sala de conferências para o almoço. Eu estava aérea, examinando pensamentos, ideias e emoções. Eles diziam-me algo e esperavam, depois repetiam. Às vezes, eu ouvia-os repetir, outras vezes demorava mais.

- Você está bem, Patrícia? Parece não estar cá. Eu assegurei-lhes que estava bem, era apenas muita coisa a acontecer ao mesmo tempo.

Estava eu curvada sobre a mesa, a limpar como era habitual fazer depois do almoço, caso a sala fosse necessária para alguma reunião. As costas voltadas para a porta quando me estiquei sobre a mesa e senti um par de mãos colocadas directamente nas minhas bochechas. Eu empurrei-me contra o toque e ouvi a voz: "Você tem um belo rabo, mesmo nessa saia." As palavras eram quase um sussurro e foram ditas perto do meu ouvido quando ele se inclinou sobre mim. Pegou na minha mão e levou-me para o outro lado da mesa, longe da porta aberta. Ele pressionou a frente das minhas coxas contra a borda da mesa e aplicou um pouco de pressão nas minhas costas. Eu senti-me a avançar pela mesa, estendi as mãos para me apoiar enquanto me inclinava mais sobre a mesa.

“Eu adoro como você está, Patrícia. Você é muito gostosa. A mão dele deslizou sobre o meu rabo, desceu pelas minhas coxas até a barra da saia, que eu senti a subir pelas minhas pernas. Engoli em seco e senti um nó na garganta. Estava sob o controle dele. O que me fez aceitar isto? A minha saia já na cintura. Afastei os pés para a largura dos ombros. Estava agora a prender a respiração, esperando pelo próximo toque, antecipando-o, querendo-o ... precisando dele.

Os seus dedos roçaram levemente a parte de trás das minhas coxas nuas e depois giraram para dentro quando se aproximaram das minhas cuecas. Engoli em seco quando o seu dedo pressionou o reforço das cuecas de algodão, deslizando ao longo da minha vagina. Senti a sua outra mão mover-se através do meu rabo e um dedo deslizou dentro das cuecas e puxou-as para a esquerda, expondo a minha vagina directamente ao toque. Quando um dedo entrou facilmente na minha vagina encharcada, eu gemi, movendo rapidamente uma mão para a minha boca para conseguir abafar qualquer som.

Senti a sua respiração perto do meu ouvido, novamente: "Eu mal posso esperar para sentir a sua vagina à volta do meu pau outra vez." Eu gemi e ele continuou. "Você também quer isso?." Eu assenti mas ele perguntou. "O que é que você quer? Diga."

"Sim eu quero. VOCÊ. Eu quero você. Quero você dentro de mim, novamente."

"Em que é que você se está a tornar, Patrícia?" perguntou, enquanto eu gemi um pouco mais alto desta vez.

"No brinquedo da empresa, uma puta."

"O que é que isso significa? O que é ser o brinquedo da empresa, diz-me PUTA? "

"Meu Deus ... foda-me por favor!" sussurrei, mas foi tão profundo que até a mim me surpreendeu com o desespero que eu estava a sentir.

O seu dedo continuava profundamente enfiado na minha cona. "O que é qe isso significa, ser o brinquedo da empresa?"

“Que Você me fode no escritório. Que Eles todos me fodem. Que todo o mundo me fode dentro do escritório. Que eu estou aqui para todos vocês usarem. "

Ele virou-me e aproximou o dedo do meu rosto. Peguei na mão dele e coloquei o dedo na minha boca. Ele fez-me sentir completamente devassa e sabia disso. E estava a gostar da minha frustração. Suguei o dedo dele e soltei-o. Depois olhei nos olhos dele e "eu preferia estar a chupar o meu gozo do seu pau." E virei-me para a porta, alisando a saia enquanto caminhava.

Eu quase esbarrei no Bernardo Carvalho. "Rui, posso entrar? Um minuto?"

Eu tinha recuado quando o Bernardo entrou. O Rui piscou-me o olho enquanto guiava o Bernardo para fora: "Claro Bernardo, algum problema?"

* * * * *

A tarde foi de tortura. Fui ao wc três vezes em vãs tentativas de secar a minha vagina. Se o meu corpo já estava a reagir desta forma agora, como iria ser quando todo o escritório estivesse envolvido? Iria eu acostumar-me a isto?
"Patrícia?" Olhei para a porta do escritório do Rui. "Você poderia trazer-me aquela conta para terminar-mos o que começamos esta manhã?" Ele nem piscou mas eu fiquei vermelha. Ele disse aquilo num tom de conversa perfeitamente normal audível a qualquer um. Obviamente, não era algo de incomum eu levar uma conta ou arquivo para revisão. Ninguém iria pensar outra coisa. A não ser que eles me vissem tão severamente corada...

Peguei numa pasta da gaveta, sem sequer olhar para ver o que era. Tentei recompor-me enquanto me levantei e fui até ao seu escritório. Ele estava encostado na frente da secretária com as mãos apoiadas quando entrei. Estiquei-lhe a pasta, para lha entregar, mas as suas mãos nunca saíram de onde estavam. Corei com a minha acção, um bocado tola. A pasta não significava absolutamente nada, somente um ardil para que eu fosse ao seu gabinete.

Tentei novamente recompor-me. Os meus dedos flutuaram para o botão superior da minha blusa e desapertei-o.
"Eu acho que você deve querer fechar a porta ... e talvez mesmo trancá-la." A sua voz assustou-me. Eu olhei para ele enquanto fechava a porta atrás de mim. E corei de novo. Gotas de suor já se formavam a partir do meu estado demasiado corada.

Fiquei a cerca de um metro e meio, na frente dele. "Eu sou um desastre ..." Eu olhei dos meus dedos que ainda estavam na minha blusa para o rosto dele, "eu não tinha ideia que iria reagir assim tão fortemente." Os meus dedos continuaram a desapertar os botões. Tirei a blusa. "Eu cheguei a pensar em me acobardar várias vezes ao longo deste primeiro dia." Mas continuei, tirei a blusa e deixei cair na cadeira. Cheguei atrás das minhas costas para remover o sutiã. Eu ia ficar de novo completamente nua, não importava a ordem em que tirava a roupas. Eu queria estar, novamente, completamente nua no seu escritório. As sensações desta manhã tinham sido incríveis. Eu não desejava apenas levantar a saia para ser fodida. Eu queria ficar nua e totalmente exposta a ele. "Mas ... eu nunca esperei esta necessidade de sentir este sentimento de luxúria desesperada e consumidora."

Abri a saia e deixei-a cair no chão. Empurrei as minhas cuecas e apanhei as duas peças. Eu estava agora diante dele nua e carente. Ele aproximou-se de mim, com as mãos nos meus braços, deslizando-os para cima e para baixo nos meus braços enquanto me olhava nos meus olhos. Nos meus olhos? Eu estava nua e ele fixou os seus olhos nos meus.

"Vamos dar mais um passo, Patrícia." Ele beijou-me nos lábios, as suas mãos agora passeando pelas minhas costas e rabo. "Você é uma mulher incrível. Eu tenho uma teoria que, acho, encaixa nisto tudo. Eu nunca pensei que teria a sorte de a poder testar."

Ele estava a acariciar o meu peito e beijando meu pescoço como se eu ainda precisasse de preliminares. Eu gemia:
"Que teoria?"

"Mais tarde." Ele fez uma leve pressão nos meus ombros e eu caí de joelhos. Libertei o seu adorável pénis de mais de 20cm e comecei a chupá-lo. Senti ele a descalçar-se e a tirar as calças. Ele virou a gravata para as costas e abriu a camisa, deixando-a vestida, no entanto.

Os seus gemidos e a flexão dos seus quadris disseram-me que estava a fazer bem, já para não referir a dureza do seu pau na minha boca. A cabeça do seu pénis atingiu o fundo da minha garganta e recebi um reflexo de vómito. Situação que eu me auto comprometi, naquele momento, a investigar profundamente. Ele tinha muito pau para usar.
As suas mãos puxaram-me para cima. "Você já levou o meu esperma no seu estômago uma vez hoje. Por isso agora eu quero a sua cona." Eu sorri. Finalmente! Passei por ele e encostei-me na secretária. Olhei por cima do ombro e ele riu-se. "Sim, essa posição vai funcionar muito bem desta vez." Eu sorri para ele. Desta vez? Haverá mais vezes, hoje?.

Ele moveu a cabeça do seu pau ao longo da minha cona molhada, encontrou o buraco e pressionou firmemente na abertura. Ele estendeu a mão e apanhou um dos meus peitos enquanto segurava a minha cintura com a outra. Quando ele avançou, eu ofeguei e soltei um gemido longo e profundo. Ele afastou-se e depois pressionou mais, mais para dentro. Meu Deus! Eu adoro o caralho dele!

Ele só tinha ainda cerca de metade dentro de mim, mas a sua espessura já me estava a dar a sensação de estar cheia, mas ele abria a minha racha ainda mais a cada avanço do seu caralho. Senti os seus quadris contra o meu rabo e sabia que o seu pau estava a tocar-me profundamente.

Ele começou num ritmo suave de acariciar e sair, a sua mão continuava a apalpar-me o peito, os dedos ocasionalmente beliscando o mamilo. Eu estava tão carente quando entrei no gabinete que não demorei muito para sentir um orgasmo a surgir rapidamente. Eu pressionei-me com força contra o seu impulso, finalmente encontrando o seu ritmo e ampliando os seus impulsos com os meus. Meus braços caídos e a minha cabeça pendente sobre a mesa. Quando o orgasmo rebentou eu abafei os meus gritos mordendo o lábio e cobrindo minha boca com a mão enquanto todo o meu corpo tremia. Levantei a minha cabeça mas caiu novamente, as minhas costas arquearam, os dedos do pé enrolados no carpete. As minhas pernas tremiam e a minha vagina recebia espasmos em torno do seu pau. Ele parou de se mover dentro de mim. Em vez disso, ele inclinou-se sobre mim, com ambas as mãos a acariciarem os meus seios enquanto ele mantinha o seu caralho no lugar, e os seus lábios beijavam os meus ombros e costas.

Quando a minha respiração voltou, em suspiros, eu pressionei o meu corpo de volta e ele voltou a acariciar a minha vagina encharcada. Eu estava tão molhada, fruto da minha necessidade anterior e do meu orgasmo que o seu pénis deslizava facilmente enquanto se movia dentro de mim.

Os seus lábios estavam perto da minha orelha. "Estou quase, Pat. Você é tão boa. Consigo sentir a sua vagina a apertar-me e a relaxar em volta do meu caralho, como se me estivesse a ordenhar.

Vem-te para mim, Rui. Dê-me o seu esperma. Enche-me a cona. E ele assim fez. Ele pareceu gozar e gozar, enorme quantidade de esporra, jactos de esperma um após o outro.

Ele estava debruçado sobre as minhas costas. Ainda acariciando o seu pau na minha vagina quando ele sussurrou: "Você quer gozar de novo?"

Eu ri: "Tenho medo. É estranho ouvir os outros quando fazemos isso. E como você já sabe, eu posso ser muito vocal. Ele riu e afastou-se lentamente. Eu virei-me, o seu esperma e os meus sucos a vazarem da minha vagina para as minhas coxas. Peguei-lhe no pau e guiei-o para a minha boca. "Permita-me, por favor." Chupei e lambi todos os nossos sucos misturados no seu pau. Então levantei-me de braços abertos e beijamo-nos: “Obrigado, gentil senhor. Você trouxe a uma donzela em sofrimento, o alívio necessário."

Ele riu e pegou numa caixa de lenços que me deu. "Você pode precisar deles."

Eu sorri e olhei entre as minhas coxas abertas. "Preciso mesmo". Uma longa "linha" de esperma pendia dos meus lábios. Nós os dois rimos.

* * * * *

Não demorou muito tempo depois de ele me ter fodido para me levar a fazer compras, antes de o dia de trabalho terminar. Deixei o meu carro perto do escritório e fomos no dele. Ele foi directo ao centro comercial e a nossa primeira paragem foi uma loja de sapatos. Ele queria que eu escolhesse três pares de saltos altos, e umas sandálias. Ele perguntou-me se eu conseguia andar de saltos altos e eu disse que aprenderia se era isso que ele queria que eu usasse.

Fiquei novamente excitada quando entramos na loja e um jovem de vinte e poucos anos veio atender-nos. Enquanto estava no carro, no estacionamento, o Rui fez-me tirar as minhas cuecas. Eu sabia que o exibicionismo desempenhava um importante papel na sua sexualidade. Então, quando o jovem nos indicou um banco baixo e me tirou os sapatos, medindo cada pé e discutindo o tipo, estilo e cor dos sapatos em que eu estava interessada, a minha saia deslizava pelas coxas em cada movimento. Quando ele saiu para ir buscar os sapatos para eu experimentar, o Rui inclinou a cabeça ao lado da minha.

“Exagere os movimentos das pernas quando ele voltar. Vamos ver o que ele faz quando a sua saia subir mais." Estremeci e olhei para a minha saia para descobrir que ela já estava no meio da coxa. Então, o Rui deve ter decidido não confiar em mim, ou na minha coragem, e subiu-me a saia ainda mais. Ele sorriu para mim quando o jovem voltou.

Acabei com três novos pares de sapatos e o jovem teve uma bela visão se é que o seu olhar de olhos arregalados indicava alguma coisa. O Rui tinha-me dito para exagerar, e então eu levantei o meu joelho muito mais alto do que o necessário de cada vez que ele me calçava um sapato. Eu tenho a certeza de que ele teve vários vislumbres da minha vagina brilhante.

A loja seguinte era semelhante à Victoria Secret, mas *****. Ele disse-me que tinha melhor atendimento para o cliente e eu perguntei-me o que é que isso significava, dada a natureza íntima das roupas que eles vendiam.
Uma mulher, mais velha que eu e talvez da idade do Rui, saiu detrás de um balcão ao lado da porta. Uma outra mulher mais jovem cumprimentou-nos e a mulher mais velha acenou-lhe informando que ela nos atendia.

"Senhor?" Nós voltámo-nos para a voz. "Fiquei tão angustiada ao saber da morte da sua esposa. Ela deu-lhe um abraço sincero e um beijo na bochecha. Fiquei atordoada ao lado dele. Era ali que a sua esposa comprava grande parte das suas roupas íntimas. Ela lembrava-se dele, de há mais de sete anos atrás? Ela soltou-o e virou-se para mim. Eu vi-a avaliar-me da cabeça aos pés. "E quem é esta Senhora adorável?"

“Maria, é a Patrícia. Ela é a minha…"

Uau, ele estava sem palavras. Eu nunca pensei que isso fosse possível.

Estendi a mão: "Prazer em conhecê-la, o Rui disse-me coisas adoráveis sobre a sua loja. Ele insistiu em trazer-me aqui." E olhei para ele e depois novamente para ela. “Eu trabalho para ele ... faço todo o tipo de trabalho no escritório, eu acho. Mas ... bem ..." Eu olhei para ele tentando encontrar uma justificação para que ele levasse uma funcionária a uma loja de roupas íntimas. Ele assentiu. "O Rui e eu fizemos um acordo e eu preciso desesperadamente da sua ajuda com minha roupa ... ."

Ela olhou para nós os dois com um rosto de intensa curiosidade e ela não deixou passar. "Acordo?" E deu-me um sorriso sensual. "E que tipo de acordo um patrão e a sua funcionária tem para os trazer à minha loja de roupas íntimas?"

Eu não olhei para ele desta vez, e ele aceitou a ousadia e respondeu. "Não queremos ser depreciativos um título desagradável, mas podemos afirmar que concordamos em que ela seja o brinquedo da empresa, para além dos seus outros deveres."

A sua boca abriu-se de espanto e a sua mão cobriu-a. Então, ela abraçou-me e puxou o Rui para o lado. "Essa é a coisa mais ultrajante ... mas completamente erótica que eu já alguma vez ouvi." Ela olhou para mim com cuidado e pareceu satisfeita, pois eu estava a agir por conta própria. "Gostaria de lhe perguntar como é que isso aconteceu, mas não é da minha conta e parece-me que é essa a sua vontade". Ela deu um passo atrás e caminhou ao meu redor. Quando parou, ainda me estava a avaliar, mas dirigiu-se ao Rui: “Seu sacana, você. Posso-lhe dizer, porém, que ela aprovaria a sua selecção. Ela é adorável, precisamos apenas de mudar o exterior para deixar a sua verdadeira beleza e sexualidade aparecerem.” Ela olhou para ele como se algo tivesse acabado de lhe ocorrer: "Mas presumo que você já saiba isso ..."

Ele riu: “Ah, sim! Acho que ela própria se surpreendeu com a sua sexualidade." Corei. Eu estava muito vermelha.

“E ela cora. Maravilhosa! Sexual, mas ainda inocente o suficiente para corar.

Ela pegou na minha mão e o Rui veio atrás de nós. Ela virou-se para ele: "O que você está a pensar?"

"O necessário para uma semana completa, por enquanto. Vestidos curtos, saias curtas, blusas transparentes, blusas semi-transparentes, meias, cintos de ligas, tangas, sutiãs, baby-dolls, transparentes, é claro, etc. ”

Fiquei chocada. Ela segurou o meu braço com força e depois chamou a mulher mais nova. Deu-lhe instruções sobre o que ir buscar, tamanhos, cores e estilos. Depois ela virou-se para mim: "Oh, querida, isto vai ser muito divertido."

O Rui interrompeu o entusiasmo: “Maria, você pode relaxar. Vamos abrir uma conta para qualquer outra coisa que ela possa precisar ou desejar."

Ela apertou o meu braço: "Ele sabe como uma mulher gosta de se sentir sexy e desejada." Ela mostrou-me vestidos e saias e depois balançou a cabeça. Chamou a mulher mais jovem e disse-lhe que iriam fechar a loja mais cedo. A jovem sorriu e correu a trancar a porta e colocar a placa de fechada.

“Ok, agora podemos fazer isto como deve ser. Tire essas roupas. Olhei para ela em choque e apelei ao Rui, que apenas encolheu os ombros. "Venha, venha ... será muito mais fácil."

O que estava a acontecer comigo? Os meus dedos desabotoavam a blusa como no escritório do Rui. Como se estivesse a ser telecomandada. Logo fiquei nua no meio da loja. Olhei para a frente da loja e pude ver algumas pessoas a passar no corredor em frente da loja. Não era totalmente privado, mas ela não me estava a dar tempo para reagir. O Rui entregou-me um par de sapatos com saltos de 10 cm e eu coloquei-os para que a altura estivesse correta.

Parada no meio da loja, ela mandou-me vestir meias de vários tipos e tamanhos até o Rui ficar satisfeito com a sua altura nas minhas pernas e com a forma como elas me envolviam as pernas. Cuequinhas e sutiãs iguais. Vários tipos de sutiãs para clivagem, para exibição, simples para apelo visual e sem apoio. Com as cuecas, igual. De renda, biquínis, fio dental, transparentes. Os vestidos e saias nem chegavam ao meio da coxa. Fui levada para uma cadeira na frente de um espelho e mandada sentar. Eu olhei para todos. Eu estava com os seios nus, sentada de saia, sem nada por baixo. Eu olhei para eles e eles apenas olharam para mim, então o Rui aprovou com a cabeça através do espelho. Eu suspirei. Eu conseguia ver os meus lábios da vagina. Eu tentei muito puxar a saia mais para baixo mas isso apenas me cobriu as coxas. Com estas saias, eu teria que manter sempre as minhas pernas cruzadas. As blusas eram quase totalmente ou semi-transparentes. Os meus mamilos mostravam a sua cor e pressionavam o material. Com um sutiã por baixo, este era demasiado evidente. Os de lingerie também eram impressionantes. O baby doll negro estava aberto dos seios para baixo com um fio dental transparente a combinar. O branco comprido estava preso logo abaixo dos seios. Quando eu andei, o vestido abriu-se e fluiu ao meu redor. Quando parei, ele se reuniu ao meu redor novamente. Era muito transparente e o meu corpo era evidente por baixo.

Quando saímos da loja, eu tinha passado duas horas nua ou quase. Eu não tinha ideia de quantas pessoas poderiam ter olhado pela montra e parado ao ver uma mulher nua usando o meio da loja como o seu próprio provador.

O Rui levou-me a jantar e eu levei-o para casa depois. Paramos no escritório para apanhar o meu carro e ele seguiu-se, com o seu carro quase a transbordar com as caixas das minha roupa nova. Que davam para pelo menos uma semana.

* * * * *

"Então ... diga-me lá qual é a teoria que você nunca pensou que iria testar, até eu aparecer."

Tínhamos acabado de foder como coelhos com muita tesão nos últimos 45 minutos. Ele levou-me a experimentar mais posições do que eu alguma vez tinha experimentado antes. Quase todas eles eu queria mais. Acabamos comigo no topo na posição de cavaleira de frente para ele. Eu pensava que o seu pénis me tinha penetrado fundo antes, mas comigo em cima dele, parecia ir ainda mais fundo. Parecia que o meu colo do útero estava magoado ... deliciosamente magoado, no entanto.

Eu estava deitada no seu peito, as mãos apoiando o rosto a cerca de quinze centímetros dele. Nós estávamos a beijar-nos muito. Eu tinha agradecido pela milionésima vez as roupas e ele tinha dito pela milionésima vez que era necessário que eu fosse capaz de desempenhar adequadamente as minhas responsabilidades. Essas responsabilidades ainda eram praticamente indefinidas, mas o contexto geral era claro. Como iríamos chegar a esse ponto e geri-lo era o elemento indefinido.

Ele estendeu a mão para outro beijo: "Seria mais fácil para mim concentrar-me em apresentar-lhe a teoria se você não estivesse a distrair-me com os músculos da sua vagina".

Eu ri. Ele ainda estava dentro de mim e eu estava tentando diligentemente usar os músculos que tinha treinado com o nascimento das meninas. Eu sempre achei que eles iriam ser úteis, embora o meu ex nunca tivesse parecido interessado em prolongar o sexo. Já o Rui, por outro lado ...

"Você está a reclamar da minha cona?"

Ele gaguejou um momento antes de perceber que eu o estava a provocar. Ele passou os braços em volta de mim e o beijo que seguiu foi realmente algo.

Então sentei-me para que o pudesse olhar melhor. Continuei a provocá-lo com flexões musculares e rotações suaves dos meus quadris. Ele estava a ficar duro novamente.

As suas mãos chegaram aos meus seios e eu sorri. Se eu tentasse muito, talvez conseguisse encontrar algo de que não gostasse neste homem ... talvez.

Ele começou a expor a teoria. Acontece que não era dele, mas de um estudo que ele leu nalgum lugar, provavelmente uma revista masculina, confessou. Ele expôs durante um tempo, mas finalmente acabou por resumir:
“Eles acreditavam que havia uma sinergia especial quando homens e mulheres trabalham juntos e que essa sinergia é tanto mais forte quanto mais próximos eles se relacionam. Cada género complementa totalmente o outro e, no final, o grupo se beneficia como um todo. Isso pode ser efectivamente realizado recompensando os departamentos com oportunidades de se divertirem e conhecer os colegas de trabalho da maneira mais íntima. Isso cria uma base sólida de unidade dentro do grupo. ”

Ele olhou para mim para avaliar a minha reacção e continuou: "Isso não é algo inventado. Foi testado e pesquisado. E os resultados relatados foram surpreendentes. Havia menos problemas. Menos "fofocas". E menos ciúmes." Fez uma pausa: “Na verdade, os modelos de estudo não eram exactamente o que temos aqui. Eles envolveram uma maior interacção sexual em organizações também elas maiores.”

Sorri com tolerância: "Como é que alguém se daria bem com isso numa organização maior e com interacção sexual mais difundida?"

"Eu sei. Mas lembrei-me do que estamos a tentar fazer aqui, por você ... e por nós. Pense nisso não apenas em termos de libertação sexual. Nós nos preocupamos com a forma como irá acontecer tudo. Para que, como você já disse, não se torne um caos? Talvez a chave seja fazer de forma a que seja pensado como não sendo livre para todos. E se fosse apresentado como um incentivo, uma recompensa, ou um bónus por trabalho bem feito? Poderia ser o nosso modelo. Todos se sentiriam incluídos e todos se sentiriam satisfeitos.”

Ele sorriu e beliscou o meu mamilo. "O mais importante é que todo mundo fode."

"Eu gosto dessa parte."

"Eu sei que você gosta. Mas, falando sério, houve vários outros estudos, não como esse, que mostram uma relação entre funcionários que têm muito sexo regularmente e são altamente produtivos e felizes no seu ambiente de trabalho. É praticamente senso comum, não acha? "

Eu tentei colocar um olhar de sinceridade enquanto estava sentada no seu pau. "Sim, sei exactamente do que você está a falar e concordo plenamente com a sua filosofia."

Acabei a rir e ele agarrou os meus braços e rolou-nos para que eu ficasse de costas e ele entre as minhas pernas, o seu pau ainda bem dentro de mim. Coloquei os meus braços em volta do pescoço dele e beijei-o longa e apaixonadamente.

“Sinceramente, isso até que faz sentido. Esse pode ser o ponto. Uma recompensa rotativa, para incentivar a produtividade e o desempenho. Seria interessante ver os resultados.”

Ele olhou seriamente para mim: "Você está a provocar-me?"

Eu ri: “Não, não de todo. Mas, claro, que talvez seja apenas de o seu pau estar na minha vagina ... ”

"Bom, então, temos que conversar sobre isso novamente amanhã, quando não estiver a fodê-la."

Eu beijei-o novamente. - Tudo o que você quiser, chefe. Agora ... você pode me foder novamente, por favor?
発行者 Mikass1968
5年前
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