Novo desafio, voyeur

-----obrigado pelo vosso feedback ao conto anterior-----

Olá a todos!
Novo emprego. Estava bastante motivada.
Todos se mostravam bastante satisfeitos com o meu trabalho, inclusive o director de departamento, Dr. Miguel, que, passado seis meses, me propõe a abraçar um novo desafio. “Liderar a nova filial da empresa”, diz-me. Fiquei radiante. “Porém implica uma mudança considerável na sua vida”. Fico vacilante.
A nova filial fica situada na nova coqueluche de Portugal: Comporta -pequena e pacata aldeia alentejana, cada vez mais o centro de interesse de nacionais e internacionais que a procuram para uns dias plenos de relaxamento.
Dr. Miguel pede-me para reflectir durante o fim-de-semana, e dar-lhe uma resposta no início da semana.
“É uma oportunidade única! Não se vai arrepender”, termina.
Oportunidade irrepetível. Num lugar único. Ponderei e…aceitei.
A pouco mais de 1 hora de Lisboa e casa nova alugada em frente à praia, na costa Alentejana. Estava bastante excitada com esta nova etapa e tinha quase tudo planeado para os primeiros tempos.
De Lisboa à Comporta são cerca de 120 kms e a viagem feita à noite acaba por ser mais rápida e fresca. Acelerava à velocidade pretendida, quando, perdida nos meus pensamentos, acabei também por perder-me no caminho, naquela noite cerrada. Sem sinal de GPS e pouca rede no telemóvel, continuei viagem pela Estrada Nacional 253, desde Alcácer do Sal, com pinhal de ambos os lados que iria dar a algum sítio.
Finalmente, preferi parar para perguntar. Paro junto a uma caravana. Estava escuro, mas consegui perceber que havia uma luz ténue no interior. Aproximei-me na esperança de ser alguém simpático e amistoso de modo a que me pudesse ajudar.
Aproximei-me devagar e espreitei pela janela lateral da caravana.Nesse momento o meu coração “parou”! e de repente iniciou uma cavalgada pelo meu peito que parecia querer quebrar um record qualquer de velocidade. Fiquei com a boca seca e as pernas tremeram perante tal cenário.
A luz que eu vira do exterior era unicamente da televisão e essa mesma luz permitiu que eu vislumbrasse um “autêntico quadro erótico de Gustave Courbet”, tão delicioso que me deixou com vontade de fazer parte do mesmo.
Ela, uma bela mulher, jovem e elegante, deitada na cama, costas ligeiramente levantadas apoiadas numa almofada, olhos fixos no seu companheiro que se encontrava a deliciar-se com a sua…cona.
Isso fez-me suspirar, fiquei arrepiada na hora.
Ele, apoiado na pequena cama, mas de joelhos no chão esmerava-se por fazer o melhor serviço. As movimentações da sua cabeça, aliadas à mão que me parecia estar a penetrar a miúda deixavam-na com um ar de gozo e quase êxtase. A boca deixava escapar uns gemidos que eram audíveis cá fora.
Estive ali algum tempo a observá-los. Estava parada no tempo. No meu íntimo sabia que não era certo fazê-lo, mas o meu lado de voyeur veio ao de cima e deixei-me levar. Toquei-me. Foi inevitável. Passei as mãos pelos meus mamilos que estavam rígidos e sensíveis. Desci a mão em direcção ao meu baixo ventre e ultrapassei com facilidade a barreira dos calções. Eu apenas queria ser aquela mulher. Eu queria sentir o toque daquela língua húmida e quente no meu clitóris. Com os dedos desenhei círculos no mesmo. Estava húmido e escorregadio. Os meus dedos eram agora aquela língua.
Eu nem os conhecia. Eu estava a invadir a privacidade deles...não queria saber de nada!
Os meus dedos continuavam ocupados em dar-me prazer enquanto arranjava boas desculpas para estar a ser a maior voyeur de sempre. A excitação que me invadia o corpo, o formigueiro que me deixava os membros trémulos, a boca seca, a respiração ofegante sinónimo de…estar prestes a atingir um orgasmo. Acalmei os dedos. Voltei a concentrar-me em observar aqueles seres suados e ofegantes. Agora já ele penetrava a sua miúda. Encaixou-se por cima, recebeu em volta as pernas longas e bem torneadas e…foderam. Ela gemia em voz alta. Gritava-lhe palavras de autoridade ao mesmo tempo que lhe arranhava as costas e as nádegas.
Continuaram assim por alguns minutos e eu continuava assim.…mão direita entre as pernas, mão esquerda acariciava as minhas mamas que ameaçavam saltar do decote. Mordi o lábio inferior quando vi a nova posição do casal. Ela de quatro e ele por trás. As investidas fortes e rápidas denunciavam um possível orgasmo a chegar. Ele pegou no rabo de cavalo do seu cabelo loiro, puxou-a para si e segredou-lhe algo ao ouvido. Aposto que lhe chamou puta ou coisa do género. O meu orgasmo também estaria para breve. Mas eu espero. Eles fodiam.
Queria ver com mais pormenor, queria sentir o cheiro a sexo, queria ouvir as palavras porcas que saiam daquelas bocas.
O meu devaneio deixou-me cega,e quando me apercebi que afinal também eu estava a ser observada. Ambos olhavam para mim pela pequena janela. Eles conseguiam ver-me. Mas não paravam de foder. Ela sorria para mim. Ele também. Mas continuava a investir na miúda...eu gelei. Mas...quer dizer, agora não havia como parar. A excitação estava agora ao rubro. Eles estavam a gostar que eu os visse. Numa movimentação rápida ela ajoelhou-se à sua frente e de língua de fora esperou que ele a brindasse. Apesar da posição, continuaram a olhar para mim. Acredito que se vieram para mim. Ela acariciava também o seu clitóris e o meu orgasmo surgiu desesperado. A excitação levou-me a soltar um gemido rouco e bastante audível.
Enquanto isso, o sémen escorria pela cara dela e o meu orgasmo corria pelo meu corpo.
Era a minha deixa para fugir a correr para o meu carro, e ainda a tentar compreender o que se havia passado.
Não me arrependi...
発行者 tugapq
5年前
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