O BRINQUEDO DA EMPRESA - Cap. 3 - OS GERENTES
O Rui e eu conversámos sobre o conceito de diversão no escritório e de como ele pode ser implementado com algum controle. A sua ideia racional, com toda a sinceridade, estava a crescer em mim. A ideia de que encontros sexuais prontamente disponíveis no local de trabalho poderia melhorar a dinâmica do local entre os funcionários do escritório tinha um certo apelo. O sexo, e eu própria, poderia tornar-se no elo comum entre todos, a gerência e os trabalhadores, procurando melhorias e ganhos de produtividade, colocando a minha disponibilidade ao serviço desses incentivos. A ideia inicial era um sistema de medição individual, que eu rejeitei. A minha "rejeição" apanhou o Rui de surpresa, mas eu estava realmente a aproveitar toda a ideia e a falha que me pareceu ver naquela forma foi que iria criar ciúmes, discussões e conflitos entre colegas. Avaliando grupos maiores, os indivíduos poderiam ser compensados pelos seus talentos específicos e únicos. Era aí que poderia estar a verdadeira melhoria da empresa.
Estávamos sentados no seu escritório a discutir o que pensávamos que poderia vir a se resumir como o entendimento final, que foi muito parecido com a minha ideia de avaliações em grupo. Eu já estava nua, excepto pelas meias e sapatos de salto. Durante a semana, as minhas roupas mudaram lentamente passando a incluir algumas das roupas que tínhamos comprado na noite de segunda-feira. No início, eram as minhas blusas e saias normais, mas com um ou dois botões extra abertos. Depois adicionei as tangas sexy e permiti que o sutiã aparecesse quando a blusa estivesse mais aberta. Eu adicionei uma blusa semi-transparente e, finalmente, uma saia curta. Nesta altura, eu já estava a atrair muita atenção e interesse de todos no escritório, o que era, obviamente, a ideia toda.
Na segunda-feira seguinte, o Rui convocou uma reunião com os seus principais gerentes: Eduardo Gamito, Mário Adão e Bernardo Carvalho. Eles estavam reunidos no escritório do Rui e eu sabia que o tópico da reunião era o objectivo de implementar a sua ideia para reunir a empresa como nunca antes tinha acontecido. Mas, antes que isso pudesse passar para o próximo nível, ele precisava de saber o que seus gerentes pensavam e saber a sua opinião sobre como o assunto seria recebido por todos. Mais importante, ele precisava de entender quaisquer pontos negativos que eles pudessem encontrar antes de estes se tornarem intransponíveis.
* * * * *
"Você está a falar sério, Rui?" perguntou o Eduardo. "Você não está a arriscar um processo de assédio sexual? Como você pode pensar que consegue propor algo assim a uma mulher como a Patrícia?
"Já chegamos à Patrícia daqui a um minuto. Por enquanto, quero apenas que reaja à ideia. Esqueça o problema de assédio sexual, por enquanto, pense na ideia de motivação e na colocação de todo o escritório com um motivo comum para se esforçarem para atingir o mesmo objectivo. De momento, fazemos um óptimo trabalho com um grupo tão pequeno. Mas, pense, por um momento ... se as vendas e operações, o desenvolvimento e o design eliminassem os seus preconceitos e conflitos milenares para alcançarem objectivo após objectivo. E qual é a motivação para mudar totalmente esses comportamentos inatos? Sexo. Eles fodem. Eles são chupados. Eles conseguem o que querem.
Ele examinou os três homens que geriam as pessoas e funções da empresa. Ele esperou por reacções, objecções, aprovação, qualquer coisa. Eles permaneceram calados. Ele sabia que eles não tinham medo se de expressar dissensão, eles estavam habituados a fazê-lo.
“Os estudos existem e estão aí. O problema destes estudos para as empresas modernas nesta nossa sociedade liberal é ... ? Se os funcionários que recebem sexo regularmente são mais produtivos e felizes no seu trabalho, como é que a empresa deve influenciar isso? Contrata prostitutas para os seus funcionários visitarem de noite? E as funcionárias? As empresas não tem condições para assumirem esse tipo de gastos nem os mesmos podem ser contabilizados. Além de que nos tornaríamos proxenetas, certo?
"Ok ... ouça, Rui, não é que eu não concorde com você." disse o Mário. "Eu também li esses estudos. Tem algo a ver com o stress e permitir que os funcionários se concentrem, libertando as suas mentes para abordagens mais criativas.” E balançou a sua cabeça. "Ok, deixe-me perguntar-lhe isto ... se todos concordarmos e pudermos descobrir como apresentar e gerir a situação ... a Patrícia? Como Você vai abordar a Patrícia com isto? Ela é muito doce."
O Rui sorriu e eles viram que aí havia coisa. "O que notaram na Patrícia esta semana?"
"Sim ... algo está a acontecer, de certeza." disse o Bernardo. "Eu não estou no escritório tanto quanto vocês, mas parece-me que de cada vez que venho, ela está mais bonita, mais sexy."
Eduardo: "Então, o que você não nos está a dizer, Rui?"
"Vocês estão de alma e coração para fazer isto funcionar?" Todos eles assentiram. "A Vossa preocupação é a Patrícia?" Todos eles assentiram de novo. Ele sorriu e dirigiu-se até a porta. "Patrícia, precisamos de você aqui para ajudar a resolver um problema."
* * * * *
Quando ouvi "Patrícia, precisamos de você aqui para ajudar a resolver um problema." virei-me para a voz do Rui enquanto ele estava à porta do seu escritório. Eu sabia quem lá estava. Eu sabia do que eles tinham estado a falar. Durante uma semana, a minha mente esteve em constante ebulição com os pensamentos sobre esta conversa.
Durante uma semana, o Rui e eu estivemos a conhecer-mo-nos melhor e a criar ... uma união. Repetidamente. Tudo tinha sido para este momento que agora estava a chegar.
"Sim senhor." Eu levantei-me e dirigi-me para a porta do escritório que ele estava a segurar para eu entrar. Eu sorri para ele e ele piscou-me o olho. Este foi o primeiro dia em que eu me tinha vestido completamente com a roupa recentemente adquirida e isso causou um rebuliço no escritório.
Segui o Rui e fiquei ao lado da sua secretária, quando ele se sentou na sua cadeira, em frente aos três gerentes que me estavam a observar atentamente. A minha roupa, se é que eu ainda não tinha a sua atenção, fez com que eles pensassem no que estava a acontecer.
“Patrícia, estive a falar com os gerentes sobre a nossa ideia. Parece que eles tem algumas preocupações."
Sorri para ele, depois voltei minha atenção para eles. "Qual é a Vossa preocupação, senhores?"
"Esperem lá um minuto." Disseram todos em coro. "A Vossa ideia?"
Eu movi-me para ficar ao lado do chefe, a sua mão a mover-se familiarmente em volta da minha cintura e deslizando para cima e para baixo no meu rabo. E sorri para eles. "Sim. Estou tão envolvida nisto quanto ele. Foi a minha necessidade que o levou a ponderar uma ideia tão ousada. Nós conversamos sobre o assunto e resolvemos apresentar-Vos a ideia. O que é que vocês acham?"
"Claro. É disso que se trata, certo? " E sorriu conscientemente. Ele não sabia que tudo se resumia a isso, mas também não ficou surpreso, depois de tudo o que já tínhamos dito. Eu iria avançar.
Sentados, enquanto eu ao lado do Rui, os homens assistiram com descrença aos meus dedos subirem para o botão da blusa, situado entre os meus seios, e o fiz passar através do buraco abrindo a minha blusa um pouco mais. Eles estavam, agora, a entender, mesmo que ainda não percebessem como ou porquê.
Tirei a minha blusa semi-transparente dos meus braços e entreguei-a ao Rui: " Você pode segurar isto, chefe?" Eu estava a tentar interpretar o que ele estava a pensar e acho que ele adorou a confiança que eu estava a demonstrar. Ele sorriu para mim.
Rapidamente, abri o fecho da saia e baixei-a sobre os meus quadris e pernas, deixando-a também no colo dele. Eu estava de pé apenas com o meu sutiã semi-transparente, cuequinhas, meias até meio da coxa e saltos. Saí detrás da secretária e passei por detrás deles, com os meus dedos deslizando sobre os ombros de cada um. Parei no último e virei as costas para ele e puxei meu cabelo para cima. Ele virou-se para me observar.
"Você pode abrir-me o sutiã, por favor, Eduardo?" Os seus dedos estavam a tremer enquanto ele soltava os ganchos do sutiã. Eu deslizei e atirei-o para o colo do Bernardo. Voltei para o meu lugar ao lado do Rui, com as minhas mãos a segurarem os meus seios nus, o meu lábio inferior sugado na minha boca.
O Rui virou-se na cadeira e eu afastei-me dele. As suas mãos foram para os meus lados e ele puxou as minhas cuecas para baixo até que caíram aos meus pés. Tirei os pés de dentro delas e afastei as pernas, virei as costas para os homens e inclinei-me com as pernas direitas e os pés separados para as apanhar do chão. Ouvi os seus suspiros quando a minha vagina, agora rapada, apareceu.
"Não estamos a reclamar, Patrícia, mas ... como ... porque ..."
"Meu Deus ... você é ainda mais bonita do que eu imaginava."
Vocês os dois acham mesmo que a situação pode ser gerida? Porque agora você tem toda a nossa atenção."
Eu sorri para o Rui e depois para eles. "Ficamos felizes de ouvir isso. Quanto ao "como" e ao "porque" ... bem, o chefe estava suficientemente atento para reconhecer o meu desejo e, juntos, acho que encontrámos uma maneira de tirar proveito dele. Isto ainda pode ser confuso, mas uma mulher merece manter algum mistério, certo?" Eles assentiram. Tive a sensação de que eles concordariam, não importando o que eu dissesse naquele momento.
Houve um pouco mais de discussão e, desta vez, eles foram muito mais activos no esforço de elaborar algumas regras para a ideia. Durante todo o tempo, eu fiquei ao lado da cadeira do Rui com a sua mão a acariciar o meu corpo quase nu. Quando senti a sua mão a deslizar para dentro das minhas pernas e a subir das minhas coxas até à minha vagina já molhada, vi os três homens ficarem como se estivessem congelados, todas as conversas pararam, e os seus olhos a passarem dos dedos que me tocavam na vagina para os meus olhos à procura alguma reacção negativa. Quando eles só me viram a reagir como uma mulher disposta a ser usada e as minhas pernas se abriram ainda mais, todos relaxaram e sorriram.
De forma completamente descarada, o Rui deslizou um dedo na minha vagina, depois acrescentou outro, enfiando os dedos juntos para dentro e para fora. Cada movimento descendente expunha os meus sucos que cobriam os seus dedos. Os homens ofegaram e suspiraram no o prazer óbvio que eu senti enquanto eles assistiam, apesar de eu corar profundamente.
"Senhores, isso resolve a Vossa preocupação com a vontade dela?" Todos eles assentiram. "Boa." Ele olhou para mim, com os seus dedos ainda dentro de mim. Eu não podia acreditar como me sentia naquele momento sendo obscenamente tratada na frente dos outros homens, mas ele tinha conversado comigo sobre esta parte. Eu imaginava, de maneira irrealista, se / quando interagisse sexualmente com alguém do escritório, que estaria num gabinete fechado ou na sala de conferências. Ele insistiu sempre que não seria assim.
Grande parte da excitação e resultado de tudo viria da partilha. Se um gabinete ou sala de conferências fosse usada, seria sempre com a porta aberta, mas também iria acontecer cá fora, na minha área de trabalho ou na zona dos designers.
Abandonei a minha reflexão por causa dos dedos do Rui enfiados na minha vagina e o seu polegar pressionado contra o meu clitóris. Eu gemia e os meus olhos nebulosos voltaram para o Rui. Eu sabia a que se referia o olhar dele e assenti.
Ele sorriu para mim e virou-se para eles: "Não acho justo terminar a reunião sem lhes dar algum alívio, Patrícia?"
"Eu também não. Senhores, empurrem as Vossas cadeiras um pouco para trás ... "
Movi-me ao redor da mesa e os dedos do Rui deslizaram para fora quando eu me virei. Mudei-me para o Mário, o primeiro da fila, os meus dedos abriram-lhe o cinto enquanto eu me ajoelhava à frente dele. Ele ofegou quando eu abri o fecho das calças, enfiei a mão e expus o seu pénis já duro. Vi perifericamente os outros homens a soltar as calças e baixá-las, acariciando os seus caralhos, em antecipação.
Enquanto eu avançava na fila, chupando os seus caralhos e recebendo a semente de cada um deles na minha boca e engolindo tudo, os homens pareceram aceitar aquela nova realidade cada vez melhor até que as suas mãos estavam já por todo o meu corpo enquanto eu chupava o último deles, o Eduardo, engolindo-o até ao fundo da minha garganta. Mãos e dedos estavam nas minhas tetas, costas, estômago, rabo e na minha vagina. Eu gemia, abafada, quando o último pau entrou em erupção dentro da minha boca.
Quando eles se reuniram para abandonar o escritório, voltei para o lado do Rui, mas estava longe de estar relaxada ou contente. O meu corpo estava em fogo, agora. Eu estava corada, cheia de energia e de necessidade sexual. Fiquei com minhas coxas apertadas, firmemente juntas, para conseguir sentir a pressão na minha vagina e clitóris a escorrer.
A voz do Rui tirou-me daquele transe: "Bernardo, você pode aguardar um momento?" Eu percebi que os homens estavam prestes a sair. Fui rapidamente para a porta e beijei Eduardo e o Mário profundamente, agradecendo a cada um pelo presente da sua esporra. Os dois olharam com sorrisos.
Fui para trás do Bernardo, com o meu braço em volta dos ombros dele, enquanto ele estava na frente do nosso chefe. "Bernardo, temos uma situação diferente com o seu pessoal." Ele olhou para o Rui e depois para mim e os seus olhos não conseguiam parar de ver as minhas mamas nuas. “O escritório oferece uma situação de encontros mais casuais para que tudo possa acontecer como acabámos de falar. Você tem 20 tipos sob a sua alçada e num local onde a Patrícia não costuma ir. ”
O Bernardo balançava a cabeça: "Ainda não consigo entender o que está a acontecer; mas sim, e também temos de nos preocupar com a segurança. Você tem razão, além de não pode acontecer no chão." Então, ele olhou para nós como se a implicação daqueles comentários aparecesse e olhou nos meus olhos: "Você quer dizer que vai inclui-los também nisto?" Eu acho que ele ficou surpreso.
Eu respondi antes que o Rui pudesse. "Não podemos excluir, Bernardo. Mesmo que algum de nós pensasse que não é necessário incluí-los, o que nenhum de nós pensa, não seria correcto. Eles têm tanto a ver com o sucesso da empresa quanto qualquer um dos que estão no escritório. Eles precisam sentir que fazem parte da mesma equipe como qualquer outra pessoa. O que se aplicar ao escritório deve ser aplicado a eles.” Eu o vi a olhar para as minhas mamas e não tinha percebido que a conversa me tinha feito começar a acariciar as minhas próprias tetas. Afastei as mãos, um pouco envergonhada. "Desculpe, isso é tão excitante."
O Rui riu, mas entendeu o que eu estava a dizer. "O ponto é o seguinte, Bernardo, temos nove tipos no escritório e eles provavelmente irão ficar um pouco atordoados de início. E temos que ter em mente que a Patrícia, na realidade, também tem um verdadeiro emprego aqui. Ele juntou-se a nós e estava a acariciar as minhas costas e rabo nus. "Atingir e superar as nossas metas exigirá o esforço completo de todos e isso também inclui o trabalho que ela faz por aqui". Na frente do Bernardo, ele beliscou um mamilo já erecto. "Mesmo que ela tenha aceite ser fodida por todos nós o dia todo, precisamos que ela faça o seu trabalho também." Fiz-lhes uma cara feia depois daquela afirmação e os dois riram. O Rui deixou para o Bernardo pensar na forma de incluir o pessoal dele. Ele concordou e saiu pela porta.
Eu virei-me para o Rui e havia muita luxúria nos meus olhos. Os meus mamilos estavam completamente erectos destacando-se nas pontas dos meus seios e eu conseguia sentir a humidade entre as minhas pernas. O Rui pegou nos meus dois mamilos entre os seus dedos e beliscou-os, depois puxou-os enquanto se inclinava para me beijar. Eu ofeguei e gemi na sua boca.
"Parece que o nosso brinquedo precisa desesperadamente de gozar?"
"Por favor! Por favor, foda-me ... aqui e agora."
Ele riu e apertou mais os meus mamilos. "Não, agora não. E também não quero que você se venha. Não se toque durante o resto do dia, ok?"
"Porquê? Isso é cruel. Eu chupei-os. Agora eu também preciso de algo."
"Vou informá-los de que iremos ter uma reunião fora de horário hoje à noite."
"Hoje à noite ... nós os cinco?"
Ele assentiu. "Depois de todos se irem embora, Voce irá ter o seu alívio aqui no escritório, em todo o escritório". Entendi o que ele estava a dizer. Não seria num dos escritórios ou na sala de conferências. Estaria tudo aberto. Era assim que ele queria que fosse feito sem ser oculto. Ele queria que todos soubessem que ia acontecer, que vissem como partilhar a recompensa, como eles partilhavam o esforço para ter sucesso. Eu estremeci.
* * * * *
O resto do dia não poderia ter sido mais calmo. Eu fui fazendo o meu trabalho, contorcendo-me na cadeira com as cuequinas molhadas e coladas à minha vagina. Várias vezes fui à casa de banho para as tirar de entre os meus lábios vaginais. Usei toalhas e lenços de papel em tentativas vãs de me secar.
Eu estava ocupada a examinar uma pasta quando ouvi uma crescente comoção no escritório. Olhei para o monitor do computador para perceber que era o fim do dia. O único vendedor que ainda estava no escritório passou por mim e despediu-se.
Isso foi o suficiente para sentir os meus nervos voltar. "Todo mundo já se foi?"
Eu quase saltei da cadeira com a voz do Rui atrás de mim. Ele pediu desculpas por me assustar e eu disse que iria dar a volta ao escritório para ter certeza. Eu não tinha entendido o quanto isso me iria afectar. Precisava da oportunidade de andar pelo escritório para me acalmar. Todos tinham saído e eu verifiquei se a porta da rua estava trancada. Quando voltei para a minha secretária caí em mim ... Eu estava prestes a ser fodida pelos quatro chefes da empresa e não numa sala privada. Ia acontecer aqui, no open space. O Rui estava a iniciar-me tanto quanto aos gerentes. Quatro ... era um gangbang?
Eu saltei de novo quando ouvi uma batida forte na porta. Virei-me e vi o Mário com três sacos nos braços. Fui rapidamente até a porta, ciente de que os sutiãs frágeis que o Rui me fazia usar agora forneciam muito menos restrições. Destranquei e abri a porta, apanhando um dos sacos e fechando a porta novamente.
Ele esperou por mim: "Ainda me estou a acostumar à ideia, Patrícia. Espero que você não pense que estamos a ser desagradáveis quando olhamos, mas foi um choque ver a sua transformação no vestuário e agora este novo plano de incentivos."
"Não seja tolo. Tenho a sensação de que o Rui sempre pretendeu que o exibicionismo fosse uma boa parte disto. Também eu ainda me estou a acostumar com esta nova realidade. Uma coisa é imaginá-la e outra completamente diferente é vivê-la."
Encontrámos os outros três na sala de reuniões. As caixas eram de um restaurante tailandês próximo e a acompanhar vinham três garrafas de vinho. A foi estava espalhada sobre a mesa, duas garrafas foram abertas e colocadas ao alcance de qualquer pessoa. A comida serviu o objectivo de conversarmos principalmente sobre a empresa, a princípio, depois passou para outros tópicos. Nenhum dos tópicos foi o sexo no escritório.
Quando terminamos a comida, a mesa foi limpa e o vinho foi levado para ao meu gabinete. Ele era o ponto central do escritório. O Rui pegou-me nos braços por detrás e olhou para seus gerentes.
"Esta é uma oportunidade verdadeiramente única para nós, senhores." As suas mãos moveram-se pelos meus ombros, braços e ao redor da minha cintura.
"Vocês tiveram um pequeno exemplo do que esta oportunidade poderá oferecer a todos nós na empresa". As suas mãos subiram na minha frente para segurar os meus seios cobertos. "Depois desse exemplo, algum de vocês ainda questiona como o facto de incluir todos consegue aproximar toda a empresa?" Os seus dedos começaram a desabotoar a minha blusa. Os homens estavam a observar as suas mãos, o meu corpo e a minha reacção. Eu mantive um olhar de tentação alimentado pela minha própria excitação.
“Nós reunimos e conversamos entre nós, Rui. Também sentimos exactamente o que você falou.” E assentiram juntos enquanto o Eduardo transmitia os pensamentos. "E concordamos de todo o coração com sua a filosofia." A minha blusa estava agora tirada para fora da minha saia e sendo removida dos meus braços. Eles observaram atentamente os dedos do Rui a permanecerem ocupados nas minhas costas e o meu sutiã de renda semitransparente a ceder quando os ganchos foram abertos. Ele deslizou as tiras dos meus ombros e eu estava agora nua da cintura para cima. O Rui voltou a colocar as suas mãos para segurar as minhas mamas nuas, os seus dedos a apertarem os meus mamilos e a provocá-los. “O nível de intimidade que será partilhado com todos formará um vínculo que irá acabar com as pequenas diferenças e preconceitos de todos. Por mais ultrajante que possa parecer, esta ideia tem grandes hipóteses de conseguir os objetivos.”
Os dedos do Rui trabalhavam agora no fecho da minha saia e logo foi empurrada dos meus quadris e caiu junto aos meus pés. Eu estava diante deles vestindo umas cuequinhas de renda semi-transparentes, meias pretas até meio das coxas e sapatos com saltos de 8 cm.
A minha expressão facial não mudou. Eu nunca me encolhi durante o tempo em o nosso chefe me despia. Eu corrigi-os com naturalidade: “Essa ideia ultrajante, cavalheiros, só alcançará as metas se elas deixarem de ser do Rui e se tornarem nossas, de todos nos. Se nem todos acreditarmos nisto, provavelmente a única que se irá conseguir será as fodas que iremos dar.
O olhar nos seus rostos era incrível. No momento em que eu disse 'fodas', as minhas cuequinhas juntaram-se à saia aos meus pés. A minha cona, completamente rapada, mas suculenta estava em exibição para todos eles. A mão esquerda do Rui deixou a minha teta e mamilo esquerdo e deslizou por entre as minhas pernas. Eu afastei os meus pés convidativamente ao seu toque e senti o seu dedo a deslizar pelos meus lábios.
O Rui mudou-se para uma posição ao lado dos outros homens. “Uma mulher incrível, senhores. Ela está disposta a dar tudo o que puder para tornar esta empresa muito melhor e mais bem-sucedida. Esse é exactamente o compromisso que precisaremos de todos.”
Enchi o copo de todos com o último vinho. Cada um deles tocou-me enquanto eu me movia entre eles. "Se isso não acontecer, senhores, eu estou fora ... por assim dizer."
Todos eles entenderam e o compromisso foi óbvio e confirmado. O Rui virou toda a sua atenção para mim. "Sendo assim, posso apresentar-vos o nosso brinquedo, o nosso novo brinquedo para nos divertirmos no escritório." Sorri e fiz uma pequena reverência, nua. "Você, minha querida, está prestes a ficar muito ocupada por aqui." Eu sorri com luxuria. Eu tinha esperado este momento o dia todo.
Os homens convergiram para mim com muito mais certeza do que a que tinham mostrado antes. Embora o Rui permanecesse de lado do pequeno grupo, os outros homens cercaram-me, as suas mãos a tocar a minha pele nua em todos os lugares. Eu virei para o Mário e inclinei minha cabeça na sua direcção, quase incapaz de mover o meu corpo com todas as mãos que me estavam a acariciar. Ele viu a minha intenção de lhe dar um beijo e aceitou ansiosamente. O beijo tornou-se apaixonado enquanto as mãos acariciavam as minhas mamas, estômago, peida e pernas. Quando senti uma mão entre as minhas pernas afastei os meus pés para incentivar o contacto.
O Mário terminou o beijo e veio o Eduardo, depois o Bernardo. A cona estava a babar, fruto da necessidade reprimida e em antecipação aos próximos momentos. As minhas mãos estavam nos ombros, o que tinha o efeito adicional de tornar o meu corpo ainda mais disponível para eles. Eu não tinha visto ninguém despir-se, mas alguém me baixou uma mão e senti um caralho a ser colocado nela. Automaticamente comecei a acariciar aquele caralho, que já estava parcialmente duro. Eu soltei-me das mãos dos restantes e caí de joelhos na frente do pénis do Eduardo. Sorri para ele. Ele tinha tirado os sapatos, as calças e os boxers. Ele tinha tirado a gravata e estava a desabotoar a camisa branca quando terminei de lamber todo o comprimento do seu pau e o coloquei na minha boca. Chupei a cabeça, lambendo as primeiras gotas de pré-ejaculação. Adoro o sabor deste esperma.
A minha visão periférica percebeu que os outros homens também se estavam a despir ao meu redor, sapatos a serem atirados para o lado, com calças e cuecas ou boxers caídos junto do meu "aquário" de trabalho. Com o pau do Eduardo na minha boca a crescer a cada momento, as minhas mãos foram à procura de outros caralhos posicionados de cada um dos lados. Olhei para cada um dos lados e encontrei o Bernado e o Mário também a desabotoarem as camisas. Não demorou para que todos eles estivessem tão nus quanto eu. Tirei a minha boca do caralho do Eduardo para ir para o lado, para o do Mário. Depois de alguns momentos a mamar o Mário, passei pelo Eduardo e dei-lhe uma lambidela, antes de levar o pénis do Bernardo para a minha boca.
Enquanto chupava os homens, havia mãos que encontraram o caminho de volta para as minhas tetas e outra entre as minhas pernas, com dois dedos deslizando sem nenhum esforço para dentro e para fora da minha cona que pingava. Eu sabia que os dedos pertenciam ao Rui pois os outros deambulavam pelo resto do meu corpo.
Os dedos abandonaram a minha cona e eu fui encorajada a ficar de pé. Fui levada para a borda da minha secretária de trabalho e pressionada para a frente até me inclinar sobre a secretária com as mãos pressionadas contra ela. Olhei por cima do ombro e vi o Rui a sorrir para mim quando o Eduardo se colocou atrás de mim, uma das mãos nas minhas ancas enquanto a outra movia o seu caralho duro sobre os meus lábios abertos e bem molhados.
Eu gemi alto com o toque do seu caralho na minha cona, a deslizar para cima e para baixo ao longo dos meus lábios abertos. O Rui tinha-me pedido para esperar, para negar a minha necessidade até mais tarde e isto agora era o desejado mais tarde. Por fim iria obter o alívio que desejava desde a sessão da manhã com estes mesmos homens. Tinha-os aliviado com a boca. Agora, todos iríamos ter o desejado alívio.
Eu prendi a respiração quando senti o seu pau a deslizar para dentro do meu buraco e a ficar lá parado. Pareceu uma eternidade, mas foi apenas uma fracção de segundo antes que a minha racha de cona fosse ainda mais aberta por aquele pau pressionado contra mim. Suspirei longa e profundamente quando ela lentamente entrou, parou, recuou um pouco e pressionou mais. Várias vezes o ciclo foi repetido até que os seus quadris ficaram pressionados contra o meu rabo.
Desde que meu marido se tinha ido embora, anos antes, o Rui tinha sido o único outro homem até este momento. E há mais dois que esperavam para me usar esta noite. E ... muitos mais depois disso. Eu estava pronta para o clímax apenas com o pensamento de que tudo ia finalmente acontecer. Depois de toda a conversa, depois de toda a especulação, depois de toda a intelectualização, ia agora tornar-se físico. Finalmente.
O seu caralho estava todo na minha cona. Ele puxou e empurrou de volta. Isto era a foda que eu tinha antecipado e não queria mais nada. Eu estava mais quente, mais excitada e estimulada do que alguma vez me lembrava de ter estado. Eu encontrei o seu ritmo e pressionei firmemente quando ele se empurrou para dento de mim. De repente, encontrei um caralho perto da minha cara. O Bernardo subiu para a secretária e colocou o seu pau na minha boca. Abri a boca e ela foi pressionada por dentro. Até isto se tornou uma foda, como se a minha boca fosse outra cona. Ambos os meus lados estavam agora a ser fodidos, mas os golpes eram erráticos. Às vezes eles empurram ao mesmo tempo; outras vezes, o Eduardo empurrava quando o Bernardo se estava a afastar mas o próximo golpe dele entrou completamente na minha boca, fazendo-me engasgar.
Enquanto eles me devastavam em cada uma das pontas, as mãos continuavam a acariciar as minhas tetas que não paravam de balançar e de vez em quando era beliscada nos mamilos. O meu orgasmo estava a surgir rapidamente e quando ele chegou, gritei com gritos abafados pelo caralho dentro da minha boca. Os meus braços cederam sob a contracção muscular e o meu abdómen pressionou abruptamente a borda da secretaria, causando um pouco de dor. Endireitei-me com as pernas e os braços trémulos. A minha cona estava em espasmos ao redor do caralho do Eduardo, o que o levou também a atingir o clímax, despejando a sua esporra para a minha cona com gemidos altos, o seu pénis bem fundo enquanto os seus quadris se empurravam contra mim. Um momento depois, o Bernardo, na minha boca gemeu e eu comecei a chupar apenas a cabeça daquele caralho, a sua semente pulverizou a minha boca. Eu chupei-o com força para drenar o resto do seu esperma enquanto a minha cona parecia apertar-se em torno do caralho do Eduardo quase por conta própria.
Quando os dois caralhos abandonaram os meus buracos opostos, eu cambaleei ao perder a pressão no meu corpo que me segurava no lugar. Senti umas mãos agarrarem-me por baixo dos braços e prenderem-me com força. Olhei para cima e sorri para o Rui.
"Meu Deus, foi tão bom!" Olhei para o Rui e para o Mário com um olhar sensual, nem um pouco diminuída pelos dois pénis que me devastaram ou pelo meu orgasmo. "Ok, agora vocês os dois ..."
O Rui olhou para o Mário e voltou o seu olhar para mim com um sorriso determinado. "Vamos ver se conseguimos saciar o nosso brinquedo."
O Mário parecia inseguro do que devia fazer e esperou que o Rui o dirigisse, embora a sua vontade de participar fosse clara. o Rui puxou a minha cadeira da secretária e trouxe-a para a área aberta à frente dos escritórios, olhou para mim e sorriu. Olhei para as janelas na parede da frente, o estacionamento e a entrada. Estava escuro lá fora e a área não parecia ter muito movimento nocturno, apesar da possibilidade de isso ainda acontecer. Peguei na mão do Mário e fomos até onde o Rui já estava sentado na cadeira, girando-a suavemente para frente e para trás.
Ajoelhei-me à frente dele e chupei o seu pau duro. Fiz um gesto para o Mário se aproximar, depois alternei entre os dois caralhos até ficarem bem duros, o atraso e a indecisão do Mário agora esquecidos. Fiquei na frente do Rui e fiz minha avaliação da cadeira. Era capaz de suportar o nosso peso, mas isso foi esquecido assim que as suas mãos chegaram às minhas tetas e apertaram os mamilos nos seus dedos, puxando-me até que eu foi forçada a abrir as minhas pernas para me montar no seu colo. Encolhi os ombros, mas era mais uma expressão para mim do que para ele. Ele segurou verticalmente o seu caralho rígido e eu apoiei-me com uma mão no seu ombro e a outra descansando no seu peito. Baixei o meu rabo e ele direccionou a colocação do seu pénis. A minha cona sentiu a cabeça do seu caralho e eu fiz um pequeno ajuste para que ele entrasse na minha abertura.
Sorri para ele, inclinei o meu rosto e encostei a sua boca à minha. Quando eu o beijei, baixei a minha cona cheia de esporra sobre o seu caralho, maior que o anterior. Fodi-o com vários golpes até o sentir profundamente dentro de mim. O Rui olhou à minha volta e encontrou o Mário.
"Há um pequeno saco plástico na minha mesa." Sem mais explicações, o Mário foi rapidamente buscar o saco. Ele abriu o saco e tirou de lá uma embalagem de lubrificante e já estava a remover a tampa e a espremer uma quantidade generosa na cabeça do seu pénis e a espalhar por todo o comprimento. Ele então aplicou também uma boa dose no meu cu e enfiou um pouco com os dedos. Eu observei os olhos do Rui enquanto isto acontecia e ele piscou-me o olho. Ele tinha comido o meu cu antes, mas assim era a primeira vez e seria diferente. Mesmo que o pénis do Mário fosse ***** que o do Rui, ter o Rui na cona e o Mário no cu em simultâneo tornaria os meus buracos muito apertados. Mas, bravamente sorri de volta.
O toque da mão do Mário na minha cintura deu-me um sobressalto. A sua mão mudou para o meu rabo e apalpou-me, a cabeça do seu pau veio tocar no meu buraco enrugado. As mãos do Rui mudaram para os meus quadris e seguraram-me firme enquanto o Mário pressionava com força o meu outro buraco. A minha boca abriu-se, a respiração ficou presa nos pulmões e os meus olhos fecharam-se quando a cabeça do pénis pressionou contra a minha abertura de resistência.
O Rui puxou-me para o corpo dele e sussurrou no meu ouvido: “Relaxa, Patrícia. Você vai sentir-se mais cheia do que nunca e vai ser maravilhoso. ”
Eu resmunguei de volta: "Alguma vez ... fizeste antes ... com ..."
Ele assentiu e eu senti. “Sim, e ela adorou. Nós fizemos um pouco de swing ..." Eu assenti como se isso importasse.
Respirei devagar e, ao fazê-lo, pressionei os meus músculos para dentro para abrir o meu buraco apertado. Ofeguei e gemi quando o caralho espalhou o meu esfíncter até que a cabeça do pau estivesse dentro. Coloquei a minha mão de volta para provocar uma pausa no Mário. A minha cabeça afundou no ombro do Rui, o meu corpo estremeceu e eu puxei a perna do Mário para ele continuar. Ele pressionou e parou, pressionou e parou. Então ele afastou-se e pressionou mais. Eu gemi durante todo o processo.
Agora que ambos estavam enfiados no fundo dos meus buracos, começaram movimentos suaves em cada um. Logo, encontraram um ritmo que funcionava para os dois, os seus pénis entrando e saindo, um ao lado do outro, separados apenas por uma fina membrana.
A voz do surgiu como um estímulo enquanto eu continuava a ofegar e a gemer com a incrível sensação de plenitude. "Você está a ir tão bem. A chave para qualquer gangbang é o relaxamento. Você está a fazer bem."
Algo dentro de mim inchou com orgulho e realização. Ele levou-me a tantas novas experiências e lançou estímulos novos de cada vez. E este era outro. Ele estava certo. Eu nunca poderia imaginar a sensação de estar tão cheio de caralho e quanto mais me deixasse levar por aquelas sensações, mais a estimulação levaria a minha excitação para patamares que eu também não tinha imaginado. Eu ia explodir em breve.
"Oh meu Deus ..." ofeguei enquanto eles me fodiam mais forte, sentindo o meu orgasmo a aproximar-se. Então, as mãos dos outros homens estavam-me a tocar, tacteando e provocando-me onde quer que encontrassem pele, mamas ou mamilos.
A voz do Rui incentivou a minha excitação e libertação final. "É isso. Solte-se, Voce é o nosso brinquedo sexual, o brinquedo do escritório, o nosso brinquedo para foder-mos ... não se segure Patrícia. Venha-se. ”
E eu assim fiz. Estava a quebrar já quando consegui o meu maior orgasmo. Os meus gemidos transformaram-se em gritos e eu gritei a minha libertação. Os meus braços estavam apertados em volta do pescoço do Rui e o meu rosto enterrado no seu ombro quando o meu corpo ficou rígido, depois pareceu ceder como uma boneca de plástico com o pipo solto. Embora o meu corpo desabasse como se não tivesse forças para se mover, tremia e explodiu como se fosse independente de mim.
O meu rosto fez uma careta e os meus olhos abriram e fecharam com força, como se eles não pudessem decidir o que queriam fazer. A minha cona libertou os meus fluidos sobre o caralho dentro dela e provavelmente nas pernas do Rui e no assento da cadeira.
À minha volta, ouvi as vozes dos outros homens enquanto os dois a acariciar com mais urgência os meus buracos também atingiram o orgasmo. “Puta de merda ... isto foi incrível. Você já viu uma mulher ter um orgasmo assim ...? Grande Vaca temos nós aqui para brincar!."
Um sentimento de satisfação e uma nova expectativa apoderaram-se de mim quando o Mário saiu do meu cu, mas eu estava segura nos braços do Rui com o seu caralho ainda dentro da minha cona como uma âncora a segurar-me naquela posição.
Esta foi apenas mais uma experiência. Haveria muitas mais.
Estávamos sentados no seu escritório a discutir o que pensávamos que poderia vir a se resumir como o entendimento final, que foi muito parecido com a minha ideia de avaliações em grupo. Eu já estava nua, excepto pelas meias e sapatos de salto. Durante a semana, as minhas roupas mudaram lentamente passando a incluir algumas das roupas que tínhamos comprado na noite de segunda-feira. No início, eram as minhas blusas e saias normais, mas com um ou dois botões extra abertos. Depois adicionei as tangas sexy e permiti que o sutiã aparecesse quando a blusa estivesse mais aberta. Eu adicionei uma blusa semi-transparente e, finalmente, uma saia curta. Nesta altura, eu já estava a atrair muita atenção e interesse de todos no escritório, o que era, obviamente, a ideia toda.
Na segunda-feira seguinte, o Rui convocou uma reunião com os seus principais gerentes: Eduardo Gamito, Mário Adão e Bernardo Carvalho. Eles estavam reunidos no escritório do Rui e eu sabia que o tópico da reunião era o objectivo de implementar a sua ideia para reunir a empresa como nunca antes tinha acontecido. Mas, antes que isso pudesse passar para o próximo nível, ele precisava de saber o que seus gerentes pensavam e saber a sua opinião sobre como o assunto seria recebido por todos. Mais importante, ele precisava de entender quaisquer pontos negativos que eles pudessem encontrar antes de estes se tornarem intransponíveis.
* * * * *
"Você está a falar sério, Rui?" perguntou o Eduardo. "Você não está a arriscar um processo de assédio sexual? Como você pode pensar que consegue propor algo assim a uma mulher como a Patrícia?
"Já chegamos à Patrícia daqui a um minuto. Por enquanto, quero apenas que reaja à ideia. Esqueça o problema de assédio sexual, por enquanto, pense na ideia de motivação e na colocação de todo o escritório com um motivo comum para se esforçarem para atingir o mesmo objectivo. De momento, fazemos um óptimo trabalho com um grupo tão pequeno. Mas, pense, por um momento ... se as vendas e operações, o desenvolvimento e o design eliminassem os seus preconceitos e conflitos milenares para alcançarem objectivo após objectivo. E qual é a motivação para mudar totalmente esses comportamentos inatos? Sexo. Eles fodem. Eles são chupados. Eles conseguem o que querem.
Ele examinou os três homens que geriam as pessoas e funções da empresa. Ele esperou por reacções, objecções, aprovação, qualquer coisa. Eles permaneceram calados. Ele sabia que eles não tinham medo se de expressar dissensão, eles estavam habituados a fazê-lo.
“Os estudos existem e estão aí. O problema destes estudos para as empresas modernas nesta nossa sociedade liberal é ... ? Se os funcionários que recebem sexo regularmente são mais produtivos e felizes no seu trabalho, como é que a empresa deve influenciar isso? Contrata prostitutas para os seus funcionários visitarem de noite? E as funcionárias? As empresas não tem condições para assumirem esse tipo de gastos nem os mesmos podem ser contabilizados. Além de que nos tornaríamos proxenetas, certo?
"Ok ... ouça, Rui, não é que eu não concorde com você." disse o Mário. "Eu também li esses estudos. Tem algo a ver com o stress e permitir que os funcionários se concentrem, libertando as suas mentes para abordagens mais criativas.” E balançou a sua cabeça. "Ok, deixe-me perguntar-lhe isto ... se todos concordarmos e pudermos descobrir como apresentar e gerir a situação ... a Patrícia? Como Você vai abordar a Patrícia com isto? Ela é muito doce."
O Rui sorriu e eles viram que aí havia coisa. "O que notaram na Patrícia esta semana?"
"Sim ... algo está a acontecer, de certeza." disse o Bernardo. "Eu não estou no escritório tanto quanto vocês, mas parece-me que de cada vez que venho, ela está mais bonita, mais sexy."
Eduardo: "Então, o que você não nos está a dizer, Rui?"
"Vocês estão de alma e coração para fazer isto funcionar?" Todos eles assentiram. "A Vossa preocupação é a Patrícia?" Todos eles assentiram de novo. Ele sorriu e dirigiu-se até a porta. "Patrícia, precisamos de você aqui para ajudar a resolver um problema."
* * * * *
Quando ouvi "Patrícia, precisamos de você aqui para ajudar a resolver um problema." virei-me para a voz do Rui enquanto ele estava à porta do seu escritório. Eu sabia quem lá estava. Eu sabia do que eles tinham estado a falar. Durante uma semana, a minha mente esteve em constante ebulição com os pensamentos sobre esta conversa.
Durante uma semana, o Rui e eu estivemos a conhecer-mo-nos melhor e a criar ... uma união. Repetidamente. Tudo tinha sido para este momento que agora estava a chegar.
"Sim senhor." Eu levantei-me e dirigi-me para a porta do escritório que ele estava a segurar para eu entrar. Eu sorri para ele e ele piscou-me o olho. Este foi o primeiro dia em que eu me tinha vestido completamente com a roupa recentemente adquirida e isso causou um rebuliço no escritório.
Segui o Rui e fiquei ao lado da sua secretária, quando ele se sentou na sua cadeira, em frente aos três gerentes que me estavam a observar atentamente. A minha roupa, se é que eu ainda não tinha a sua atenção, fez com que eles pensassem no que estava a acontecer.
“Patrícia, estive a falar com os gerentes sobre a nossa ideia. Parece que eles tem algumas preocupações."
Sorri para ele, depois voltei minha atenção para eles. "Qual é a Vossa preocupação, senhores?"
"Esperem lá um minuto." Disseram todos em coro. "A Vossa ideia?"
Eu movi-me para ficar ao lado do chefe, a sua mão a mover-se familiarmente em volta da minha cintura e deslizando para cima e para baixo no meu rabo. E sorri para eles. "Sim. Estou tão envolvida nisto quanto ele. Foi a minha necessidade que o levou a ponderar uma ideia tão ousada. Nós conversamos sobre o assunto e resolvemos apresentar-Vos a ideia. O que é que vocês acham?"
"Claro. É disso que se trata, certo? " E sorriu conscientemente. Ele não sabia que tudo se resumia a isso, mas também não ficou surpreso, depois de tudo o que já tínhamos dito. Eu iria avançar.
Sentados, enquanto eu ao lado do Rui, os homens assistiram com descrença aos meus dedos subirem para o botão da blusa, situado entre os meus seios, e o fiz passar através do buraco abrindo a minha blusa um pouco mais. Eles estavam, agora, a entender, mesmo que ainda não percebessem como ou porquê.
Tirei a minha blusa semi-transparente dos meus braços e entreguei-a ao Rui: " Você pode segurar isto, chefe?" Eu estava a tentar interpretar o que ele estava a pensar e acho que ele adorou a confiança que eu estava a demonstrar. Ele sorriu para mim.
Rapidamente, abri o fecho da saia e baixei-a sobre os meus quadris e pernas, deixando-a também no colo dele. Eu estava de pé apenas com o meu sutiã semi-transparente, cuequinhas, meias até meio da coxa e saltos. Saí detrás da secretária e passei por detrás deles, com os meus dedos deslizando sobre os ombros de cada um. Parei no último e virei as costas para ele e puxei meu cabelo para cima. Ele virou-se para me observar.
"Você pode abrir-me o sutiã, por favor, Eduardo?" Os seus dedos estavam a tremer enquanto ele soltava os ganchos do sutiã. Eu deslizei e atirei-o para o colo do Bernardo. Voltei para o meu lugar ao lado do Rui, com as minhas mãos a segurarem os meus seios nus, o meu lábio inferior sugado na minha boca.
O Rui virou-se na cadeira e eu afastei-me dele. As suas mãos foram para os meus lados e ele puxou as minhas cuecas para baixo até que caíram aos meus pés. Tirei os pés de dentro delas e afastei as pernas, virei as costas para os homens e inclinei-me com as pernas direitas e os pés separados para as apanhar do chão. Ouvi os seus suspiros quando a minha vagina, agora rapada, apareceu.
"Não estamos a reclamar, Patrícia, mas ... como ... porque ..."
"Meu Deus ... você é ainda mais bonita do que eu imaginava."
Vocês os dois acham mesmo que a situação pode ser gerida? Porque agora você tem toda a nossa atenção."
Eu sorri para o Rui e depois para eles. "Ficamos felizes de ouvir isso. Quanto ao "como" e ao "porque" ... bem, o chefe estava suficientemente atento para reconhecer o meu desejo e, juntos, acho que encontrámos uma maneira de tirar proveito dele. Isto ainda pode ser confuso, mas uma mulher merece manter algum mistério, certo?" Eles assentiram. Tive a sensação de que eles concordariam, não importando o que eu dissesse naquele momento.
Houve um pouco mais de discussão e, desta vez, eles foram muito mais activos no esforço de elaborar algumas regras para a ideia. Durante todo o tempo, eu fiquei ao lado da cadeira do Rui com a sua mão a acariciar o meu corpo quase nu. Quando senti a sua mão a deslizar para dentro das minhas pernas e a subir das minhas coxas até à minha vagina já molhada, vi os três homens ficarem como se estivessem congelados, todas as conversas pararam, e os seus olhos a passarem dos dedos que me tocavam na vagina para os meus olhos à procura alguma reacção negativa. Quando eles só me viram a reagir como uma mulher disposta a ser usada e as minhas pernas se abriram ainda mais, todos relaxaram e sorriram.
De forma completamente descarada, o Rui deslizou um dedo na minha vagina, depois acrescentou outro, enfiando os dedos juntos para dentro e para fora. Cada movimento descendente expunha os meus sucos que cobriam os seus dedos. Os homens ofegaram e suspiraram no o prazer óbvio que eu senti enquanto eles assistiam, apesar de eu corar profundamente.
"Senhores, isso resolve a Vossa preocupação com a vontade dela?" Todos eles assentiram. "Boa." Ele olhou para mim, com os seus dedos ainda dentro de mim. Eu não podia acreditar como me sentia naquele momento sendo obscenamente tratada na frente dos outros homens, mas ele tinha conversado comigo sobre esta parte. Eu imaginava, de maneira irrealista, se / quando interagisse sexualmente com alguém do escritório, que estaria num gabinete fechado ou na sala de conferências. Ele insistiu sempre que não seria assim.
Grande parte da excitação e resultado de tudo viria da partilha. Se um gabinete ou sala de conferências fosse usada, seria sempre com a porta aberta, mas também iria acontecer cá fora, na minha área de trabalho ou na zona dos designers.
Abandonei a minha reflexão por causa dos dedos do Rui enfiados na minha vagina e o seu polegar pressionado contra o meu clitóris. Eu gemia e os meus olhos nebulosos voltaram para o Rui. Eu sabia a que se referia o olhar dele e assenti.
Ele sorriu para mim e virou-se para eles: "Não acho justo terminar a reunião sem lhes dar algum alívio, Patrícia?"
"Eu também não. Senhores, empurrem as Vossas cadeiras um pouco para trás ... "
Movi-me ao redor da mesa e os dedos do Rui deslizaram para fora quando eu me virei. Mudei-me para o Mário, o primeiro da fila, os meus dedos abriram-lhe o cinto enquanto eu me ajoelhava à frente dele. Ele ofegou quando eu abri o fecho das calças, enfiei a mão e expus o seu pénis já duro. Vi perifericamente os outros homens a soltar as calças e baixá-las, acariciando os seus caralhos, em antecipação.
Enquanto eu avançava na fila, chupando os seus caralhos e recebendo a semente de cada um deles na minha boca e engolindo tudo, os homens pareceram aceitar aquela nova realidade cada vez melhor até que as suas mãos estavam já por todo o meu corpo enquanto eu chupava o último deles, o Eduardo, engolindo-o até ao fundo da minha garganta. Mãos e dedos estavam nas minhas tetas, costas, estômago, rabo e na minha vagina. Eu gemia, abafada, quando o último pau entrou em erupção dentro da minha boca.
Quando eles se reuniram para abandonar o escritório, voltei para o lado do Rui, mas estava longe de estar relaxada ou contente. O meu corpo estava em fogo, agora. Eu estava corada, cheia de energia e de necessidade sexual. Fiquei com minhas coxas apertadas, firmemente juntas, para conseguir sentir a pressão na minha vagina e clitóris a escorrer.
A voz do Rui tirou-me daquele transe: "Bernardo, você pode aguardar um momento?" Eu percebi que os homens estavam prestes a sair. Fui rapidamente para a porta e beijei Eduardo e o Mário profundamente, agradecendo a cada um pelo presente da sua esporra. Os dois olharam com sorrisos.
Fui para trás do Bernardo, com o meu braço em volta dos ombros dele, enquanto ele estava na frente do nosso chefe. "Bernardo, temos uma situação diferente com o seu pessoal." Ele olhou para o Rui e depois para mim e os seus olhos não conseguiam parar de ver as minhas mamas nuas. “O escritório oferece uma situação de encontros mais casuais para que tudo possa acontecer como acabámos de falar. Você tem 20 tipos sob a sua alçada e num local onde a Patrícia não costuma ir. ”
O Bernardo balançava a cabeça: "Ainda não consigo entender o que está a acontecer; mas sim, e também temos de nos preocupar com a segurança. Você tem razão, além de não pode acontecer no chão." Então, ele olhou para nós como se a implicação daqueles comentários aparecesse e olhou nos meus olhos: "Você quer dizer que vai inclui-los também nisto?" Eu acho que ele ficou surpreso.
Eu respondi antes que o Rui pudesse. "Não podemos excluir, Bernardo. Mesmo que algum de nós pensasse que não é necessário incluí-los, o que nenhum de nós pensa, não seria correcto. Eles têm tanto a ver com o sucesso da empresa quanto qualquer um dos que estão no escritório. Eles precisam sentir que fazem parte da mesma equipe como qualquer outra pessoa. O que se aplicar ao escritório deve ser aplicado a eles.” Eu o vi a olhar para as minhas mamas e não tinha percebido que a conversa me tinha feito começar a acariciar as minhas próprias tetas. Afastei as mãos, um pouco envergonhada. "Desculpe, isso é tão excitante."
O Rui riu, mas entendeu o que eu estava a dizer. "O ponto é o seguinte, Bernardo, temos nove tipos no escritório e eles provavelmente irão ficar um pouco atordoados de início. E temos que ter em mente que a Patrícia, na realidade, também tem um verdadeiro emprego aqui. Ele juntou-se a nós e estava a acariciar as minhas costas e rabo nus. "Atingir e superar as nossas metas exigirá o esforço completo de todos e isso também inclui o trabalho que ela faz por aqui". Na frente do Bernardo, ele beliscou um mamilo já erecto. "Mesmo que ela tenha aceite ser fodida por todos nós o dia todo, precisamos que ela faça o seu trabalho também." Fiz-lhes uma cara feia depois daquela afirmação e os dois riram. O Rui deixou para o Bernardo pensar na forma de incluir o pessoal dele. Ele concordou e saiu pela porta.
Eu virei-me para o Rui e havia muita luxúria nos meus olhos. Os meus mamilos estavam completamente erectos destacando-se nas pontas dos meus seios e eu conseguia sentir a humidade entre as minhas pernas. O Rui pegou nos meus dois mamilos entre os seus dedos e beliscou-os, depois puxou-os enquanto se inclinava para me beijar. Eu ofeguei e gemi na sua boca.
"Parece que o nosso brinquedo precisa desesperadamente de gozar?"
"Por favor! Por favor, foda-me ... aqui e agora."
Ele riu e apertou mais os meus mamilos. "Não, agora não. E também não quero que você se venha. Não se toque durante o resto do dia, ok?"
"Porquê? Isso é cruel. Eu chupei-os. Agora eu também preciso de algo."
"Vou informá-los de que iremos ter uma reunião fora de horário hoje à noite."
"Hoje à noite ... nós os cinco?"
Ele assentiu. "Depois de todos se irem embora, Voce irá ter o seu alívio aqui no escritório, em todo o escritório". Entendi o que ele estava a dizer. Não seria num dos escritórios ou na sala de conferências. Estaria tudo aberto. Era assim que ele queria que fosse feito sem ser oculto. Ele queria que todos soubessem que ia acontecer, que vissem como partilhar a recompensa, como eles partilhavam o esforço para ter sucesso. Eu estremeci.
* * * * *
O resto do dia não poderia ter sido mais calmo. Eu fui fazendo o meu trabalho, contorcendo-me na cadeira com as cuequinas molhadas e coladas à minha vagina. Várias vezes fui à casa de banho para as tirar de entre os meus lábios vaginais. Usei toalhas e lenços de papel em tentativas vãs de me secar.
Eu estava ocupada a examinar uma pasta quando ouvi uma crescente comoção no escritório. Olhei para o monitor do computador para perceber que era o fim do dia. O único vendedor que ainda estava no escritório passou por mim e despediu-se.
Isso foi o suficiente para sentir os meus nervos voltar. "Todo mundo já se foi?"
Eu quase saltei da cadeira com a voz do Rui atrás de mim. Ele pediu desculpas por me assustar e eu disse que iria dar a volta ao escritório para ter certeza. Eu não tinha entendido o quanto isso me iria afectar. Precisava da oportunidade de andar pelo escritório para me acalmar. Todos tinham saído e eu verifiquei se a porta da rua estava trancada. Quando voltei para a minha secretária caí em mim ... Eu estava prestes a ser fodida pelos quatro chefes da empresa e não numa sala privada. Ia acontecer aqui, no open space. O Rui estava a iniciar-me tanto quanto aos gerentes. Quatro ... era um gangbang?
Eu saltei de novo quando ouvi uma batida forte na porta. Virei-me e vi o Mário com três sacos nos braços. Fui rapidamente até a porta, ciente de que os sutiãs frágeis que o Rui me fazia usar agora forneciam muito menos restrições. Destranquei e abri a porta, apanhando um dos sacos e fechando a porta novamente.
Ele esperou por mim: "Ainda me estou a acostumar à ideia, Patrícia. Espero que você não pense que estamos a ser desagradáveis quando olhamos, mas foi um choque ver a sua transformação no vestuário e agora este novo plano de incentivos."
"Não seja tolo. Tenho a sensação de que o Rui sempre pretendeu que o exibicionismo fosse uma boa parte disto. Também eu ainda me estou a acostumar com esta nova realidade. Uma coisa é imaginá-la e outra completamente diferente é vivê-la."
Encontrámos os outros três na sala de reuniões. As caixas eram de um restaurante tailandês próximo e a acompanhar vinham três garrafas de vinho. A foi estava espalhada sobre a mesa, duas garrafas foram abertas e colocadas ao alcance de qualquer pessoa. A comida serviu o objectivo de conversarmos principalmente sobre a empresa, a princípio, depois passou para outros tópicos. Nenhum dos tópicos foi o sexo no escritório.
Quando terminamos a comida, a mesa foi limpa e o vinho foi levado para ao meu gabinete. Ele era o ponto central do escritório. O Rui pegou-me nos braços por detrás e olhou para seus gerentes.
"Esta é uma oportunidade verdadeiramente única para nós, senhores." As suas mãos moveram-se pelos meus ombros, braços e ao redor da minha cintura.
"Vocês tiveram um pequeno exemplo do que esta oportunidade poderá oferecer a todos nós na empresa". As suas mãos subiram na minha frente para segurar os meus seios cobertos. "Depois desse exemplo, algum de vocês ainda questiona como o facto de incluir todos consegue aproximar toda a empresa?" Os seus dedos começaram a desabotoar a minha blusa. Os homens estavam a observar as suas mãos, o meu corpo e a minha reacção. Eu mantive um olhar de tentação alimentado pela minha própria excitação.
“Nós reunimos e conversamos entre nós, Rui. Também sentimos exactamente o que você falou.” E assentiram juntos enquanto o Eduardo transmitia os pensamentos. "E concordamos de todo o coração com sua a filosofia." A minha blusa estava agora tirada para fora da minha saia e sendo removida dos meus braços. Eles observaram atentamente os dedos do Rui a permanecerem ocupados nas minhas costas e o meu sutiã de renda semitransparente a ceder quando os ganchos foram abertos. Ele deslizou as tiras dos meus ombros e eu estava agora nua da cintura para cima. O Rui voltou a colocar as suas mãos para segurar as minhas mamas nuas, os seus dedos a apertarem os meus mamilos e a provocá-los. “O nível de intimidade que será partilhado com todos formará um vínculo que irá acabar com as pequenas diferenças e preconceitos de todos. Por mais ultrajante que possa parecer, esta ideia tem grandes hipóteses de conseguir os objetivos.”
Os dedos do Rui trabalhavam agora no fecho da minha saia e logo foi empurrada dos meus quadris e caiu junto aos meus pés. Eu estava diante deles vestindo umas cuequinhas de renda semi-transparentes, meias pretas até meio das coxas e sapatos com saltos de 8 cm.
A minha expressão facial não mudou. Eu nunca me encolhi durante o tempo em o nosso chefe me despia. Eu corrigi-os com naturalidade: “Essa ideia ultrajante, cavalheiros, só alcançará as metas se elas deixarem de ser do Rui e se tornarem nossas, de todos nos. Se nem todos acreditarmos nisto, provavelmente a única que se irá conseguir será as fodas que iremos dar.
O olhar nos seus rostos era incrível. No momento em que eu disse 'fodas', as minhas cuequinhas juntaram-se à saia aos meus pés. A minha cona, completamente rapada, mas suculenta estava em exibição para todos eles. A mão esquerda do Rui deixou a minha teta e mamilo esquerdo e deslizou por entre as minhas pernas. Eu afastei os meus pés convidativamente ao seu toque e senti o seu dedo a deslizar pelos meus lábios.
O Rui mudou-se para uma posição ao lado dos outros homens. “Uma mulher incrível, senhores. Ela está disposta a dar tudo o que puder para tornar esta empresa muito melhor e mais bem-sucedida. Esse é exactamente o compromisso que precisaremos de todos.”
Enchi o copo de todos com o último vinho. Cada um deles tocou-me enquanto eu me movia entre eles. "Se isso não acontecer, senhores, eu estou fora ... por assim dizer."
Todos eles entenderam e o compromisso foi óbvio e confirmado. O Rui virou toda a sua atenção para mim. "Sendo assim, posso apresentar-vos o nosso brinquedo, o nosso novo brinquedo para nos divertirmos no escritório." Sorri e fiz uma pequena reverência, nua. "Você, minha querida, está prestes a ficar muito ocupada por aqui." Eu sorri com luxuria. Eu tinha esperado este momento o dia todo.
Os homens convergiram para mim com muito mais certeza do que a que tinham mostrado antes. Embora o Rui permanecesse de lado do pequeno grupo, os outros homens cercaram-me, as suas mãos a tocar a minha pele nua em todos os lugares. Eu virei para o Mário e inclinei minha cabeça na sua direcção, quase incapaz de mover o meu corpo com todas as mãos que me estavam a acariciar. Ele viu a minha intenção de lhe dar um beijo e aceitou ansiosamente. O beijo tornou-se apaixonado enquanto as mãos acariciavam as minhas mamas, estômago, peida e pernas. Quando senti uma mão entre as minhas pernas afastei os meus pés para incentivar o contacto.
O Mário terminou o beijo e veio o Eduardo, depois o Bernardo. A cona estava a babar, fruto da necessidade reprimida e em antecipação aos próximos momentos. As minhas mãos estavam nos ombros, o que tinha o efeito adicional de tornar o meu corpo ainda mais disponível para eles. Eu não tinha visto ninguém despir-se, mas alguém me baixou uma mão e senti um caralho a ser colocado nela. Automaticamente comecei a acariciar aquele caralho, que já estava parcialmente duro. Eu soltei-me das mãos dos restantes e caí de joelhos na frente do pénis do Eduardo. Sorri para ele. Ele tinha tirado os sapatos, as calças e os boxers. Ele tinha tirado a gravata e estava a desabotoar a camisa branca quando terminei de lamber todo o comprimento do seu pau e o coloquei na minha boca. Chupei a cabeça, lambendo as primeiras gotas de pré-ejaculação. Adoro o sabor deste esperma.
A minha visão periférica percebeu que os outros homens também se estavam a despir ao meu redor, sapatos a serem atirados para o lado, com calças e cuecas ou boxers caídos junto do meu "aquário" de trabalho. Com o pau do Eduardo na minha boca a crescer a cada momento, as minhas mãos foram à procura de outros caralhos posicionados de cada um dos lados. Olhei para cada um dos lados e encontrei o Bernado e o Mário também a desabotoarem as camisas. Não demorou para que todos eles estivessem tão nus quanto eu. Tirei a minha boca do caralho do Eduardo para ir para o lado, para o do Mário. Depois de alguns momentos a mamar o Mário, passei pelo Eduardo e dei-lhe uma lambidela, antes de levar o pénis do Bernardo para a minha boca.
Enquanto chupava os homens, havia mãos que encontraram o caminho de volta para as minhas tetas e outra entre as minhas pernas, com dois dedos deslizando sem nenhum esforço para dentro e para fora da minha cona que pingava. Eu sabia que os dedos pertenciam ao Rui pois os outros deambulavam pelo resto do meu corpo.
Os dedos abandonaram a minha cona e eu fui encorajada a ficar de pé. Fui levada para a borda da minha secretária de trabalho e pressionada para a frente até me inclinar sobre a secretária com as mãos pressionadas contra ela. Olhei por cima do ombro e vi o Rui a sorrir para mim quando o Eduardo se colocou atrás de mim, uma das mãos nas minhas ancas enquanto a outra movia o seu caralho duro sobre os meus lábios abertos e bem molhados.
Eu gemi alto com o toque do seu caralho na minha cona, a deslizar para cima e para baixo ao longo dos meus lábios abertos. O Rui tinha-me pedido para esperar, para negar a minha necessidade até mais tarde e isto agora era o desejado mais tarde. Por fim iria obter o alívio que desejava desde a sessão da manhã com estes mesmos homens. Tinha-os aliviado com a boca. Agora, todos iríamos ter o desejado alívio.
Eu prendi a respiração quando senti o seu pau a deslizar para dentro do meu buraco e a ficar lá parado. Pareceu uma eternidade, mas foi apenas uma fracção de segundo antes que a minha racha de cona fosse ainda mais aberta por aquele pau pressionado contra mim. Suspirei longa e profundamente quando ela lentamente entrou, parou, recuou um pouco e pressionou mais. Várias vezes o ciclo foi repetido até que os seus quadris ficaram pressionados contra o meu rabo.
Desde que meu marido se tinha ido embora, anos antes, o Rui tinha sido o único outro homem até este momento. E há mais dois que esperavam para me usar esta noite. E ... muitos mais depois disso. Eu estava pronta para o clímax apenas com o pensamento de que tudo ia finalmente acontecer. Depois de toda a conversa, depois de toda a especulação, depois de toda a intelectualização, ia agora tornar-se físico. Finalmente.
O seu caralho estava todo na minha cona. Ele puxou e empurrou de volta. Isto era a foda que eu tinha antecipado e não queria mais nada. Eu estava mais quente, mais excitada e estimulada do que alguma vez me lembrava de ter estado. Eu encontrei o seu ritmo e pressionei firmemente quando ele se empurrou para dento de mim. De repente, encontrei um caralho perto da minha cara. O Bernardo subiu para a secretária e colocou o seu pau na minha boca. Abri a boca e ela foi pressionada por dentro. Até isto se tornou uma foda, como se a minha boca fosse outra cona. Ambos os meus lados estavam agora a ser fodidos, mas os golpes eram erráticos. Às vezes eles empurram ao mesmo tempo; outras vezes, o Eduardo empurrava quando o Bernardo se estava a afastar mas o próximo golpe dele entrou completamente na minha boca, fazendo-me engasgar.
Enquanto eles me devastavam em cada uma das pontas, as mãos continuavam a acariciar as minhas tetas que não paravam de balançar e de vez em quando era beliscada nos mamilos. O meu orgasmo estava a surgir rapidamente e quando ele chegou, gritei com gritos abafados pelo caralho dentro da minha boca. Os meus braços cederam sob a contracção muscular e o meu abdómen pressionou abruptamente a borda da secretaria, causando um pouco de dor. Endireitei-me com as pernas e os braços trémulos. A minha cona estava em espasmos ao redor do caralho do Eduardo, o que o levou também a atingir o clímax, despejando a sua esporra para a minha cona com gemidos altos, o seu pénis bem fundo enquanto os seus quadris se empurravam contra mim. Um momento depois, o Bernardo, na minha boca gemeu e eu comecei a chupar apenas a cabeça daquele caralho, a sua semente pulverizou a minha boca. Eu chupei-o com força para drenar o resto do seu esperma enquanto a minha cona parecia apertar-se em torno do caralho do Eduardo quase por conta própria.
Quando os dois caralhos abandonaram os meus buracos opostos, eu cambaleei ao perder a pressão no meu corpo que me segurava no lugar. Senti umas mãos agarrarem-me por baixo dos braços e prenderem-me com força. Olhei para cima e sorri para o Rui.
"Meu Deus, foi tão bom!" Olhei para o Rui e para o Mário com um olhar sensual, nem um pouco diminuída pelos dois pénis que me devastaram ou pelo meu orgasmo. "Ok, agora vocês os dois ..."
O Rui olhou para o Mário e voltou o seu olhar para mim com um sorriso determinado. "Vamos ver se conseguimos saciar o nosso brinquedo."
O Mário parecia inseguro do que devia fazer e esperou que o Rui o dirigisse, embora a sua vontade de participar fosse clara. o Rui puxou a minha cadeira da secretária e trouxe-a para a área aberta à frente dos escritórios, olhou para mim e sorriu. Olhei para as janelas na parede da frente, o estacionamento e a entrada. Estava escuro lá fora e a área não parecia ter muito movimento nocturno, apesar da possibilidade de isso ainda acontecer. Peguei na mão do Mário e fomos até onde o Rui já estava sentado na cadeira, girando-a suavemente para frente e para trás.
Ajoelhei-me à frente dele e chupei o seu pau duro. Fiz um gesto para o Mário se aproximar, depois alternei entre os dois caralhos até ficarem bem duros, o atraso e a indecisão do Mário agora esquecidos. Fiquei na frente do Rui e fiz minha avaliação da cadeira. Era capaz de suportar o nosso peso, mas isso foi esquecido assim que as suas mãos chegaram às minhas tetas e apertaram os mamilos nos seus dedos, puxando-me até que eu foi forçada a abrir as minhas pernas para me montar no seu colo. Encolhi os ombros, mas era mais uma expressão para mim do que para ele. Ele segurou verticalmente o seu caralho rígido e eu apoiei-me com uma mão no seu ombro e a outra descansando no seu peito. Baixei o meu rabo e ele direccionou a colocação do seu pénis. A minha cona sentiu a cabeça do seu caralho e eu fiz um pequeno ajuste para que ele entrasse na minha abertura.
Sorri para ele, inclinei o meu rosto e encostei a sua boca à minha. Quando eu o beijei, baixei a minha cona cheia de esporra sobre o seu caralho, maior que o anterior. Fodi-o com vários golpes até o sentir profundamente dentro de mim. O Rui olhou à minha volta e encontrou o Mário.
"Há um pequeno saco plástico na minha mesa." Sem mais explicações, o Mário foi rapidamente buscar o saco. Ele abriu o saco e tirou de lá uma embalagem de lubrificante e já estava a remover a tampa e a espremer uma quantidade generosa na cabeça do seu pénis e a espalhar por todo o comprimento. Ele então aplicou também uma boa dose no meu cu e enfiou um pouco com os dedos. Eu observei os olhos do Rui enquanto isto acontecia e ele piscou-me o olho. Ele tinha comido o meu cu antes, mas assim era a primeira vez e seria diferente. Mesmo que o pénis do Mário fosse ***** que o do Rui, ter o Rui na cona e o Mário no cu em simultâneo tornaria os meus buracos muito apertados. Mas, bravamente sorri de volta.
O toque da mão do Mário na minha cintura deu-me um sobressalto. A sua mão mudou para o meu rabo e apalpou-me, a cabeça do seu pau veio tocar no meu buraco enrugado. As mãos do Rui mudaram para os meus quadris e seguraram-me firme enquanto o Mário pressionava com força o meu outro buraco. A minha boca abriu-se, a respiração ficou presa nos pulmões e os meus olhos fecharam-se quando a cabeça do pénis pressionou contra a minha abertura de resistência.
O Rui puxou-me para o corpo dele e sussurrou no meu ouvido: “Relaxa, Patrícia. Você vai sentir-se mais cheia do que nunca e vai ser maravilhoso. ”
Eu resmunguei de volta: "Alguma vez ... fizeste antes ... com ..."
Ele assentiu e eu senti. “Sim, e ela adorou. Nós fizemos um pouco de swing ..." Eu assenti como se isso importasse.
Respirei devagar e, ao fazê-lo, pressionei os meus músculos para dentro para abrir o meu buraco apertado. Ofeguei e gemi quando o caralho espalhou o meu esfíncter até que a cabeça do pau estivesse dentro. Coloquei a minha mão de volta para provocar uma pausa no Mário. A minha cabeça afundou no ombro do Rui, o meu corpo estremeceu e eu puxei a perna do Mário para ele continuar. Ele pressionou e parou, pressionou e parou. Então ele afastou-se e pressionou mais. Eu gemi durante todo o processo.
Agora que ambos estavam enfiados no fundo dos meus buracos, começaram movimentos suaves em cada um. Logo, encontraram um ritmo que funcionava para os dois, os seus pénis entrando e saindo, um ao lado do outro, separados apenas por uma fina membrana.
A voz do surgiu como um estímulo enquanto eu continuava a ofegar e a gemer com a incrível sensação de plenitude. "Você está a ir tão bem. A chave para qualquer gangbang é o relaxamento. Você está a fazer bem."
Algo dentro de mim inchou com orgulho e realização. Ele levou-me a tantas novas experiências e lançou estímulos novos de cada vez. E este era outro. Ele estava certo. Eu nunca poderia imaginar a sensação de estar tão cheio de caralho e quanto mais me deixasse levar por aquelas sensações, mais a estimulação levaria a minha excitação para patamares que eu também não tinha imaginado. Eu ia explodir em breve.
"Oh meu Deus ..." ofeguei enquanto eles me fodiam mais forte, sentindo o meu orgasmo a aproximar-se. Então, as mãos dos outros homens estavam-me a tocar, tacteando e provocando-me onde quer que encontrassem pele, mamas ou mamilos.
A voz do Rui incentivou a minha excitação e libertação final. "É isso. Solte-se, Voce é o nosso brinquedo sexual, o brinquedo do escritório, o nosso brinquedo para foder-mos ... não se segure Patrícia. Venha-se. ”
E eu assim fiz. Estava a quebrar já quando consegui o meu maior orgasmo. Os meus gemidos transformaram-se em gritos e eu gritei a minha libertação. Os meus braços estavam apertados em volta do pescoço do Rui e o meu rosto enterrado no seu ombro quando o meu corpo ficou rígido, depois pareceu ceder como uma boneca de plástico com o pipo solto. Embora o meu corpo desabasse como se não tivesse forças para se mover, tremia e explodiu como se fosse independente de mim.
O meu rosto fez uma careta e os meus olhos abriram e fecharam com força, como se eles não pudessem decidir o que queriam fazer. A minha cona libertou os meus fluidos sobre o caralho dentro dela e provavelmente nas pernas do Rui e no assento da cadeira.
À minha volta, ouvi as vozes dos outros homens enquanto os dois a acariciar com mais urgência os meus buracos também atingiram o orgasmo. “Puta de merda ... isto foi incrível. Você já viu uma mulher ter um orgasmo assim ...? Grande Vaca temos nós aqui para brincar!."
Um sentimento de satisfação e uma nova expectativa apoderaram-se de mim quando o Mário saiu do meu cu, mas eu estava segura nos braços do Rui com o seu caralho ainda dentro da minha cona como uma âncora a segurar-me naquela posição.
Esta foi apenas mais uma experiência. Haveria muitas mais.
5年前