A velha Mila
Espectáculo…! A coisa promete…! De Saia curta hoje vizinha?! Pôssa, assim é que é…! Mini-saia vermelha…! Vai pró engate Tá visto?! De pernão à mostra, hoje não lhe escapa um…!
Vou…! Olha lá?! Olha lá agora, qual saia curta? Agora mini-saia?! Lá tenho idade para usar mini-saia, queres ver? Um bocado acima do joelho só…! Tás parvo? Olha lá na sejas tonto?! Vou Agora pró engate…! Tem mas é juízo…!
Então? Acima do joelho, e com essa racha de lado já dá para mostrar o pernão aos velhos vizinha…!
Aos velhos e aos novos…! Pois…! Que é que julgas? Pois…! Claro…! Olha lá a racha?! Cala-te lá…! Qual racha? Pois…! Rachas é o que na falta…! A minha já tá velha…! Claro…!
Pois Sim… Vizinha…! Faça-se sonsa…! Quem não a conhecer que a compre…! Você passa a vida no engatanço …!
Eu? Ó, na digas palermices Ó jeitoso…! Vou…! Olha, Vou-te engatar a ti… Queres ver?! Anda lá mas é…! Pois…! Vê lá se me queres mas é engatar tu a mim?! É…! Vê lá?!
Pois…! Atão? Fico tua namorada…! Há há há há há há há…! Olha lá? Já viste que engraçado?! Anel de noivado já tenho, tas a ver?! Pois…! Só falta o noivo…! É…! Pra dar umas beijocas e umas fodas…! Pois…! Claro…! Tem que ser…! Vê lá se me Queres dar uma foda? É. Vê lá ó jeitoso?! Vê lá se queres? Pois…! Só se for?! Pois…! É…! Na volta queres?! Queres e na sabes…! Na penses que na ias gostar…! Na que na ias…! Depois de provares o buraco da velha na queres outra coisa vais ver…! Claro…! Tás a precisar de um buraco para enfiar…! Olha lá? Coitado de mê Juca…! Claro…! Atão pois…! Uma namorada pra te aquecer os pés…! Pois…! É o que tá-te a fazer falta…! Podia ser eu…! Claro…! Tô solteira…! Olha lá?! É assim…! Tu tas solteiro…! Andas praí aturar parvalhonas…! Nem uma punheta te batem…! Essas gajas…! Umas tontas…! Umas tontas é o que é…!
Afirma, esbracejando alvoraçada, ao mesmo tempo que se vai chegando atrevida.
Então?! Na queres saber de mim?! Já viste?! Na dizes nada…! Tás aqui Nunca me vais bater à porta…! Pois…! Aqui ao lado e na dizes nada, ó jeitoso?! Vai-te pró caraças, tu também…!
Então…? Você também não me vem bater à porta?
Contraponho, com ironia.
Fosga-se, que está frio…! Olha lá!? Pois não tenho quem me aqueça..! Estou solteira…! É agora estou…!
Repete numa lengalenga sem sentido.
Então…! Também tenho frio vizinha…! O tempo está assim frio…! Nada a fazer…!
Tens?! Ai coitadinho! É, vê lá…! Deixa que eu te aqueço meu amor…! Olha lá?! Há há há há…! Vê lá se te ofereces para me aquecer?! É, vê lá…! Debaixo dos lençóis?!
Então você, É só dar um salto até à minha cama…!
Ironizo.
Um salto?! Hahahahaha…! Pois! Olha que ainda te faço isso…! É, faço…!
Fito a sua figura minorca e franzina de alto abaixo, escavacada, cheia de mazelas, é alguém que não desperta a mínima atracção, velha e feia de rugas vincadas na face magra.
Indiferente às minhas cogitações, arreganha a taxa descarada e boçal como é seu jeito, o cabelo curto pintado de loiro falso e os lábios borrados de batom vermelho não chegam para lhe dar o mínimo travo de beleza, antes pelo contrário a transformam numa figura patusca e ridícula.
A ideia de a ter na minha cama só por si é algo aberrante, contrastando com o estranho efeito que produz na minha pechota, tomada de uma erecção súbita Perante tal possibilidade.
Foda-se, foder a criatura é um absurdo e uma aberração em todos os sentidos.
Ornamento, a sua pouca inteligência com umas graçolas de circunstância, conversar com ela é inutilidade e perda de tempo, mais ainda agora, meia esclerosada e cada vez mais tonta, apesar de ser amalucada desde que a conheço.
Olha lá jeitoso?! Vais ver que ainda te aqueço…! É, vais ver…! Ó meu amor anda lá que temos de conversar os dois…! É, vamos namorar…! Atão não é só com as outras, ora vê lá…!
Pois! A gente tem de ser uns pós outros, tem de se entender…! Se precisares alguma coisa já sabes…! Ouviste?! Na tenhas medo de pedir…! É, na tenhas…!
Nem que seja uma foda?!
Brinco, provocando-a.
Uma foda?! Olha lá que levas, queres ver?! Uma foda?! Tem juízo mas é…! Pois…! Já tô velha…! Escuta, tenho idade pra ser tua mãe?! É, tenho…! Claro, mas ainda dou conta de ti…! Que é que julgas? Olha lá agora o jeitoso?
Ri numa gargalhada debochada e alarve, gesticulando efusivamente.
Na mansidão da noite, o som do ferrolho, desperta-me, sorrateiros os passos no corredor aproximam-se do quarto.
Ter acesso à minha chave dá nisto foda-se, cogito, observando a figura tosca e esquálida da vizinha, balançando na camisa de noite fora de moda, aproximando-se sorrateira qual fantasma.
Cautelosa, aninha-se decidida junto de mim sem pedir licença, partilhando a minha cama.
Anda que eu te aqueço meu amor…! Escuta! Olha lá a merda do frio?! Caralho…! Chega-te cá…! Na tenhas medo que não te mordo…! É, na mordo vê lá?!
Foda-se…! Você é fodida…! Não me faltava mais nada…! Aquiete-se…! Não faça barulho vizinha…! A tipa cá de baixo dá fé de tudo…! Ainda nos ouve…! Quer arranjar sarilhos? Veja lá?
Ouve?! Vá bardarmerda ela…! Pois! Anda cá, abraça-te a mim meu amor…! Ela que se foda…! Olha ela que se monte aqui…! Aqui…! Aqui tás a ver?
Debocha, espetando o dedo do meio num gesto obsceno, de desafio.
Estarrecida a criatura esfrega-se em mim debaixo das mantas agitada e tresloucada como é seu timbre, o medo inicial dos problemas que me pode arranjar, vai-se diluindo na partilha do calor dos corpos, uma tesão descarada anima a minha pechota, nu da cintura para baixo disfarçá-la é impossível.
Os zunzuns, de que ela dá umas baldas, aos velhos nos bailaricos acicatam os sentidos.
Gajos não me faltam, costuma gabar-se, tretas, lá maluca e atiradiça é ela, nada esquisita, sempre vaidosa em se mostrar.
Vamos combinar uma coisa vizinha…! Você aquece-me, e eu aqueço-a.
Enfim que remédio, a esta hora não quero confusões…!
Aviso sem outra hipótese, correr com ela é escandaleira certa, amalucada como é, todo o prédio fica a saber com o rebuliço que vai arranjar.
Vá caladinha…! Não se estique…! Se se portar bem ainda lhe dou uma foda, mas não diz a ninguém…!
Ironizo contrafeito, dando-lhe uma palmadinha no rabo.
Dás?! Uma foda? Olha lá ó jeitoso?! Não digo?! Pois tá claro que não digo…! Sou alguma parva…! Olha lá, julgas que sou alguma tonta?! Claro que não vou dizer…! Olha lá, tem mas é juízo…! Pois…!
Refila inquieta, numa voz abafada ajeitando-se, enroscada em mim. Encaixando-se dengosa, afaga-me a pechota, sem pedir licença os dedos magros apoderam-se dela como se fosse sua dona, despachada, insinua-se deslizando, posiciona-se, debaixo de mim de perna aberta e a camisa de noite amarrotada nas mamas.
Ansiosa, esboça um esgar instintivo e empina a cona idosa rodeada de pintelhos grisalhos.
Uma falsa magra dizia-me alguém e com razão, observo, praticamente nua a velhota, revela alguns sinais de sedução física, dando à responsabilidade de a foder, um cariz algo mais sedutor, asseada e vaidosa, suspira ruborizada contorcendo-se, o caminho para a pássara é no entanto algo sinuoso, a ideia de entrar na vagina idosa, inquieta e atrai ao mesmo tempo, o temor do acto arriscado e insólito é uma aberração, que estranhamente, parece agradar aos sentidos.
Espera lá jeitoso…!
Suspira cuspindo nos dedos e esfregando-os na cona.
Vá…! Pronto…! Enfia lá ó jeitoso…! Anda lá vá…! Vá…!
Achada a gruta septuagenária, vou entrando nela. Esticando a vagina contrai-se, e vai abrindo lentamente.
Hó, merda…! Vá, mete lá isso ó jeitoso…! Vês?! Tás a ver?! Assim, pois é assim…!
Alvoraçada, finca as coxas ao meu redor puxando-me para dentro de si decidida, surpreendentemente a gruta anelada e escorregadia da criatura, revela-se um poço agradável, sugando-me até aos tomates.
Na penumbra, o seu rosto é uma máscara vincada de rugas.
Vá vizinha! Calma…! Isso assim…!
Qual calma? Fode…! Fode lá ó jeitoso…! Vai meu amor…! Assim é que eu gosto de ti…! Tás a ouvir?! É, assim! Assim a foder! Tás a ver?
Zac zac zac zac zac.
Os fluidos que escorrem da sua vagina, usada e experimentada acentuam o chapinhar repetido das fodas, mulher casada durante décadas, mãe e avó, a cotrecha não dá parte de fraca.
Zac zac zac zac.
Rebolando-se como uma enguia, solta-se vindo com a cona ao encontro da pechota ao sabor do vaivém, experiente e matreira, a velhota devora-me com a vagina, ordenhando-me sem cessar, ofegante geme alucinada fincando as mãos nas minhas nádegas, está-se a vir constato, sentindo-a vibrar nos meus braços, ao mesmo tempo que esporro dentro dela sem conseguir evitar, inundando-lhe a cona gasta e usada de liquido pastoso em esguichos sucessivos.
Foda-se, vizinha, estou-me a vir…!
Estás?! Então pois que é que querias?! Tás-te a vir pois…! Na minha cona…! É? Olha lá o jeitoso?! À coitado do mê Juca…! Fizeste-me vir vê lá?! É, já fizeste…! Vê lá?! Vê lá se não gostaste?! É. Vê lá?! Sabe tão bem…! Pois! Uma foda…! Fodeste a vizinha..! Tás a ver?! Sou mais que tua mãe…! É sou…! Escuta…! Faz-de-conta que sou tua mãe…! É, faz! Anda cá meu amor, dá-me um beijo ó jeitoso…!
Nem em sonhos tal coisa passou pela mente, no entanto, no calor da tesão, arrisco meter a língua na boca dela ignorando a repulsa inicial do linguado, primeiro estranha-se depois entranha-se diz o ditado, ao mesmo tempo que o frio, e o uivar da ventania lá fora abafam o desvario das nossas bocas.
Vês como te aqueci?! Ficaste quentinho…! Escuta lá…! Sempre que quiseres é só dizeres! Tás a ouvir?! Bem?! Dizes, e eu venho foder contigo…! Tás a ouvir?! Na tenhas vergonha de dizer…! Olha lá ó meu amor…! Há, coitado do mê Juca…! Veio-se no mê buraco…! Esporrou-se todo…! Olha lá que engraçado?
Suspira agitada e ofegante.
Tem de se portar bem vizinha…! Nem um pio a ninguém…!
Olha lá, mas sou alguma parva ou quê?! Ó vai-te lá foder…! Na vou andar a dizer nada…! Atão…! Claro…! Ficamos namorados os dois…! Pois…! Pois é…! Olha lá já é tempo de teres um buraco para enfiar…! Pois! Já é tempo…!
Murmura dengosa, acariciando a mão dela na minha num gesto de carinho assumido, a solidão em que se move deixa-a carente de atenção e intimidades.
Você não tem juízo…! Anda por aí feita tonta! Dá conversa a toda a gente, ainda arranja alguma, até a podem ******…!
A mim? Qual quê? Na tenho medo! O gajo levava logo uma punhada nos tomates que se fodia! Há há aha haha há!
Ri debochada numa expressão torpe de desafio.
Olha tás a ouvir? Isto é tudo uma chatice...! É....! Ás vezes já nem sei o que ando aqui a fazer...! É pois! É uma merda! Tu, é que me podes animar…! Pois agora estou solteira…! Enches-me o buraco…! Pois! É enches…!
Lamenta-se até que esgotada se deixa vencer pelo sono, deliciada com a prenda da minha esporra dentro de si.
Vá anda cá…! Espera lá ó jeitoso…!
Curvando-se sobre o sofá na sala, a cotrecha, baixa as cuecas e arregaça a saia sobre as costas, arreio as calças e apronto-me atrás dela.
Espera lá ó jeitoso! Espera…! Vá, agora podes vir…!
Murmura cuspindo na mão e untando a cona de saliva num gesto desembaraçado.
Vá, enfia-lá ó jeitoso…! Vai meu amor! Mete lá no buraco…! Isso és um querido…! Vês? Tás a ver? É assim. Pois! Fode…!
Calma vizinha! Já está…! Foda-se você…!
Eu o quê? Olha o caralho do homem! Tô fodida…!
Zac zac zac zac zac.
De rosto vermelho, ela, balança sacudida pelas fodas e
Morde o lábio ofegante soltando gemidos roucos, firmando-se com as mãos cravadas nas costas do sofá.
Espera…! Espera lá ó jeitoso…! Não sou nenhuma cadela, olha lá?
Quem disse que era?
Olha-me na cara, Vira…! Quero ver a tua cara…! Vá menino! Assim olha para mim…! Assim é assim tás a ver?
Reage, Acomodando-se de frente para mim, alapada no sofá.
Pronto, e agora?
Olha lá agora..! Olha! É tás a ver?
Diz acariciando a cona, depois abre-se toda e guia a minha pechota de novo para dentro dela abraçando-me com as pernas.
Assim…! É, assim tás a ver? Olha para mim ó jeitoso…!
Pronto já estou a olhar para si…!
Fitando-me séria, ela, suspira ofegante, traçando os braços à volta do meu pescoço e puxa-me, num impulso instintivo, beija-me na face depois nos lábios.
És um amorzinho! É! És bom com as mãos, pois És! Tás a ver?
Só com as mãos vizinha? O resto não?
Hó…! Tem juízo! Hó coitado do mê Juca…! És o meu menino não és? Hã? Hã? Pois és! Diz lá…! És o meu menino?
Sou…!
O quê?
Escuta! Faz, faz de conta que sou tua mãe tás a ouvir?
És o meu menino…! Olha lá, sou a tua mãe, É, faz-de-conta..! Fode a tua mãe fode menino! Quem sou eu ó jeitoso?
A minha mãe, faz-de-conta vizinha…!
Pois, pois é, sou, faz-de-conta, faz, É, fode! Ó caralho enfia a pechota enfia, sabe tão bem…! É, assim vê lá se não gostas? Claro, Vês? Vê lá se não gosto de ti? Tás a foder a tua mãe! Tás a ver? Enfia no buraco! Enfia…! Tá bom assim…! Caralho, tá a ficar tão bom…! Vai vai vai, fode agora força…! Tão bom…! Pronto, já estou…! Foda-se já estou…! Olha lá ó jeitoso…!
Zac zac zac zac.
Estou-me a vir, caraças, foda-se, vizinha! Tá bom assim…! Tá bom…! Foda-se, foda-se…!
Pois! Vá meu amor! Fode! Fode A mamã fode meu menino! Pois! Tás a ver? Hahahaháháháhá! Que engraçado! Olha lá? Tás a ver? Faz-de-conta que sou tua mãe! Claro! Fodes-me! Deita a esporra no meu buraco! Vês! Tás a ver? É assim!
A luxúria extravasa os limites, afago-lhe a face e instintivamente beijo-lhe os lábios, ignorando a repulsa, num linguado impulsivo.
Portou-se bem vizinha…! Assim atinada é que gosto de si…!
Atão olha lá? Sou alguma tonta?
Não é tonta! É amalucada! Todos os dias!
Olha lá ó jeitoso! Tem mas é juízo…!
Não diga nada vizinha! Agora Faça boca de seda…!
Boca de seda eu? Hó pá vai-te foder mas é…!
Murmura aninhando-se, com o rosto à altura da minha pechota, esticando a língua lambe a glande lentamente e engole devagar.
Isso! Vizinha faça boca de seda! Beije! Vá lambendo senhora! Venha cá vire-se, porte-se bem…!
Ó caralhos ta fodam! Ui! Tás a ver? Mete lá anda ó jeitoso! Vai meu amor! Vês?
Zac zac zac zac.
Atirada de encontro à estante, ela balança ao ritmo breve das fodas.
Esporra dentro esporra anda lá ó jeitoso! Assim vem-te! Assim os dois! Os dois! Já estou! Já estou! Isso! Isso! Vês? Tás a ver?
Transbordando da vagina, a langonha vaza, escorrendo ao longo das pernas magras e chupadas dela, numa badalhoquice pegada.
Tás a ver como é? Tás a ver ó jeitoso?
As lembrancinhas da formiga são malabarismos lascivos intermináveis.
Sentada no meu colo de saia arregaçada, aninha a minha pechota na rata babada deixando cair o corpo suavemente, gaja mais maluca não deve existir, o arrepio da Mila, é desabafo dos sentidos, sem rumo a cotrecha voga entre paranóias e delírios permanentes, agitada escada acima escada abaixo, de nada serve levar as noites enrolada comigo, engolir a minha pechota pela goela abaixo, ou pela tripa acima, a nada se nega, leva no cu sem um queixume, hábitos antigos do tempo de casada, uma amostra de gente à beira dos oitenta, ainda fogosa e depravada de mente retorcida.
Sou mais que tua mãe! É sou! Claro, Vamos!
Empertiga-se roçando-me a maçã nos lábios, cedendo ao convite sigo-a até casa dela atravessando o patamar, sorrateira fecha a porta, e fita-me descarada de rosto engelhado pelas rugas.
Junto à parede, as mãos exploram e as bocas devoram-se no emaranhar das línguas.
Vem cá ó jeitoso!
Sugo-lhe os seios meio caídos, percorrendo-lhe as costas e toco-a na cona.
Ó que bom! Vês?
Geme aninhando-se com os joelhos magros na carpete.
Isso vizinha!
Vês amor? É assim…! Claro! Olha lá só a tua pechota…! Háháháhá! Tás a ver? À que engraçado…!
Lambe e engole sem hesitar.
Isso dona…! Vá putéfia!
Chuup chuup chuup.
Ofegante das chupadelas, arrasta-me para a cama dela, espojada, tiro-lhe a saia, colaborando, ela desfaz-se das cuecas.
Ai o caralho do homem…! Uf delícia! Tás a ver? Anda cá jeitoso…!
Sem perder tempo a pechota desbrava a gruta idosa e acolhedora.
Vai jeitoso…! Força…! É pra foder a sério…! Tás a ouvir? Empina lá o caralho e enfia na minha cona anda lá…! No cu? No cu é só de noite…! É na tripa só quando dormes comigo…!
Sua puta!
Háháháhá, Háháháhá que engraçado! Sou puta sou! Sou mais que tua mãe! Vê lá?
Debocha atiçando-me.
Zac zac zac zac zac.
O vaivém frenético é levado ao limite, inflamada, comprime as coxas contra mim, numa agitação de desejo súbito, soltando um grito vem-se arrancando os óculos num gesto de entrega.
No turbilhão, esguicho dentro dela.
Foda-se estou-me a vir vizinha! Estou a esporrar dona Mila!
Qual dona qual quê? Ó! Vai-te foder mas é!
Olha lá o mê Juca! Tás a ver?
Sossegando ofegantes após o êxtase num abraço retemperador as bocas unem-se num beijo vagaroso, beijar a criatura, estranhamente, parece deixar de assustar os sentidos extenuados pela foda.
Olha lá! Despe-te lá e enfia-te aí na minha cama! Pois! É, vá! Pelos vistos gostaste!
E você pela sua cara também vizinha!
Toc toc toc, o som dos saltos na escada, detém-se junto à porta.
Ding-dong, ding-dong.
O rosto da cotrecha abre um sorriso, encarando-me, antes que balbucie algo, Um súbito barulho de passos na escada, faz com que se engalfinhe em mim, receosa perante a possibilidade de ser surpreendida.
Inquieta, leva os dedos aos lábios recomendando silêncio e Instintivamente, pega a minha mão fitando-me num instante de expectativa.
Venha vizinha…!
Por precaução, puxo-a para dentro de casa, fechando de pronto a porta.
É…! É lá de cima! Caralhos os fodam…! Tás a ver?! Pois…! Já foi…! Já subiu, olha lá a merda?
Segreda, equilibrando-se em bicos de pés, a espreitar pelo ralo da porta.
Passado o sobressalto, fita-me, rubra, vincando as rugas em caretas nervosas e torpes, numa expressão sórdida e desajeitada.
Olha lá?! Esse saco?! É o presente da tua namorada?
Questiona impertinente e coscuvilheira.
De qual delas vizinha?!
De qual? Olha lá?! Então?! Eu, é que sei?! Pois…! Sei lá?!
Olha o caralho do homem…! Tamém…?! Só tem cuecas…! Olha lá?!..Pois é…! Só cuecas…! há há há há há. Que engraçado olha lá?! São pra tu vestires queres ver?! São?! Há há há há há. Olha lá? Com estas Ficavas jeitoso…! Claro…! É…! Havias de ficar lindo…! Claro…! Armado em menina…! Pois no Carnaval…! Pois…! Com uma flor enfiada no cu…!
Galhofa zombando em voz baixa.
Então?! Só Faltam as suas agora vizinha…!
As minhas?! Olha, Agora lá as minhas?! Olha lá o jeitoso?! Tás a ver?!
A ver estou…! Não vejo, é a suas cuecas…! Fogo, que raio de namorada você me saiu?! Já viu? As outras mandam-me cuecas e você népia! Nada…!
Nada?! Pois nada…! Olha lá ó jeitoso…! Queres as minhas cuecas?! Queres? Toma…! Pronto…! Tás a ver?!....é…! As minhas cuecas…! É assim vês?!! Pois…!
Resmunga sorridente, baixando as cuecas pelas pernas abaixo num gesto atabalhoado, desenvencilhando-se delas, exibe-as, arregalando os olhos, ao mesmo tempo que deposita a peça íntima na minha mão. Amasso o tecido rosa pálido entre os dedos deslizando na textura sedosa, interrompido pela estuporada, aluada, como se andasse à cata da rolha, ela, põe-se em bicos de pés e beija-me na boca.
Pendurada no meu pescoço insinua-se forçando a língua nos meus lábios, foda-se, como sempre, beijar a velha na boca não é coisa agradável, o seu rosto engelhado fica de súbito, tenso, quase assustador, decidida rola a língua na minha, espalhando o seu hálito carregado num bafo intenso, à mistura com um gosto acre, meio azedo que se vai misturando na saliva, enquanto vogando as bocas vão mordiscando num linguado vagaroso, que estranhamente como é hábito, faz empinar a minha pechota, pulando num palpitar forte, é espantoso, o efeito que a velha caquéctica tem nos sentidos.
Tarã…! Tás a ver? Olha lá ó jeitoso?
Tás a ver? Olha lá pra isso tonto…! Tás com tesão…! Há há há há há há. Que engraçado…! Claro…! Sou toda boa…! Tomaras tu que eu te agarre assim no pau todas as noites…! Assim…! Tás a ver? Deixa cá ver isso jeitoso…! Olha lá? Tás a ver? Eu Sou velha mas ainda sei…! Pois…! Diz lá que na gostas? Tás a ver? A vizinha trata de ti…! Ó caralho…! Assim…! Assim com ela tesa prá cona da Mila…! Tás cheio de tesão amor…! Vês?!
Murmura, punhetando-me decidida num frenesim despachado, depois, paulatinamente, arregaça a saia, e cospe na mão passando os dedos entre as pernas, dois canivetes de coxas algo roliças que adelgaçam do joelho para abaixo, humedecendo a cona, curvando-se de seguida sobre a máquina de costura.
Anda lá ó jeitoso…! Que foi?! Nunca viste a minha cona?! É…! Vê lá se nunca viste?! É…! Se nunca viste eu mostro-te…! Claro…!
A sua voz, é imperativa, quase autoritária.
Instintivamente, baixo as calças e sem reflectir, passeio a pechota entre as nádegas idosas em busca da fenda.
O toque da pele macia do rabo magro, quente e fofo da criatura provoca súbitos arrepios.
Espera…! Vá…! Agora…! Anda…! Ó que caralho…! Isso…! Aí…! Aí, mete lá vá jeitoso…! Vá…! Tenho a cona larga…! Vê lá se na dás cu buraco?! É…! Vê lá?!
Cochicha, numa ladainha ofegante, ondulando os quadris em movimentos pélvicos.
Achada a abertura septuagenária, afundo na vagina suavemente, deslizando nas paredes aneladas e escorregadias, o absurdo do acto é como sempre, uma aberração e uma inconsciência inquietante.
Caquéctica e meio xéxé, a criatura é um caco disforme, sem ponta por onde se lhe pegue, cheia de mazelas, para além de uma tresloucada sem ponta de juízo, e no entanto, estranhamente, tudo isso só acalenta mais a vontade da transgressão dos sentidos.
Enfiado na cotrecha até aos tomates, o insólito de tal situação, não deixa de ter laivos de um certo gosto perverso.
Pronto vizinha…! Vá dona Mila…!
Tás a ver?! Tás a ver ó jeitoso?! Pois…! Sou Mila sou…! Vê lá se na sabes o mê nome vê lá…! Mila…! Vê lá se na te sentes melhor agora?! É…! Vê lá?! Diz lá que não…! Claro…! Pois…! Tás a ver ou não?
Estou, vizinha…!
As palavras, brotam-me forçadas e sem sentido aparente, monocórdicas, sendo apenas algo necessário.
Apalpo-lhe as mamas, sentindo alguma firmeza nelas apesar de caduca e decrépita, como por magia, a vagina da esparvoada criatura, vai dando sobejos sinais de vida, dados os condicionalismos existentes, uma estranha atracção pelo pito da vizinha atinge a minha pechota à medida que ela vai balançando, rebolando-se experiente, levando uma foda atrás da outra.
Zac zac zac zac zac.
Foda-se vizinha…! Você?! Você É fodida…! Vá Mila…!
Ó…! Schiu…! Fode e cala-te anda…! Sou mais que tua mãe…. É…! Sou…! Tás a ver…?! Claro…! “Faz-de-conta que sou tua mãe”…! É faz…! Fode-me bem…! Fode-me bem amor…! Vês?
A carga aberrante das palavras, só faz crescer a emoção da perversão de uma forma inexplicável, a estranheza do começo, dilui-se a cada foda, num misto de fantasia e realidade.
Zac zac zac zac zac.
Ó caralho…! Espera lá jeitoso…! Espera…! Quero-te ver a cara, anda lá jeitoso…! Espera tonto…! Vá assim é melhor…! Claro…! Assim é que é…!
Suspira, rodando sobre si mesmo, fitando-me séria, desembaraçada, cospe na mão, e esfrega-as uma na outra humedecendo as palmas com a saliva
Olha lá? Tas a ver? Parece a pila dum bebé…! Pois…! É assim…! Tás a ver?
Repete, arregaçando a pele da pechota expondo a glande totalmente, passando nela a língua lentamente, enquanto, de olhos pregados em mim, vai engolindo e chupando devagar.
Olha lá jeitoso? Na te esporres! Tás a ouvir? Na te esporres agora…! Vê lá?! Tarã tarã…!
Cantarola entre cada chupadela, erguendo-se ofegante, como uma gata Pendurada no meu pescoço, equilibra-se no tampo da máquina com as pernas abertas, toda arreganhada de frente para mim, face a face contempla-me enquanto afundo de novo na cona dela.
Pronto vizinha…! Vá lá então…!
Pois…! Tás a ver?! Assim é que é…! Assim…! Assim já te vejo a cara…! Bem-vindo à cona da Mila outra vez meu tonto…! Tás a ver?
Estou a ver, estou vizinha…! Você é uma cabrita sabidona…! Abra-lá mais as pernas mulher…! Isso…!
Zac zac zac zac zac.
Vá…! Na tenhas medo…! Vá amor…! Fode homem…! Fode-me amor…! Anda amor…! Isso…! Vês?! És o meu amor agora tás a ver? Assim a foder comigo…! Pois a foder…! Fode-me bem…! Isso caralho…! Vá jeitoso, Fodes-me, tens de casar comigo…! É…! Tens…!
Ó…! Foda-se Mila…! Vizinha você? Vá vá vá vá…! Empine a cona senhora…!
Tás a ver?! Tás a ver? Então a gente tem de foder se não morre estúpida…! Pois…! Assim é que eu gosto de ti jeitoso…! Claro…! Tás a ver? A ires à cona à vizinha?! Vê lá se na é boa vê lá? Diz lá que na gostas? Fode jeitoso…! Fode…! Fode…! Pois…! És o meu namorado?! És não és? Diz lá…! Pois…! Faz-de-conta que sou tua mãe…! É…! Faz…! Claro…! Tua mãe…! É sou…!
Zac zac zac zac zac.
Murmura, vincando as rugas numa expressão irreal, rubra de tesão.
Zac zac zac zac zac zac.
oí…! oí…! oí …! Ai tão bom…! Ooi…! Ooi…! Vai caralho…! Oooi…! Ooooi…!
Olha lá que me venho toda…! Tás a ver?! Pois…! Tô-me a vir toda tonto…! Olha lá?! Tás a ver?! Pois, é assim…! Sabe tão bem…! Claro…! Olha lá que maluqueira? Ó caralhos ta fodam…! Foda-se…! Foda-se…!
Suspira e geme subitamente afogueada, com as coxas a tremer, descontrolada, sacudida por safanões sucessivos.
Ao mesmo tempo, o som de passos na escada parece casar com o socar das nádegas idosas, acompanhando o vaivém compassado das fodas.
Zac zac zac zac zac zac.
But lá vizinha…! Isso faça-se puta…! Oiça…! Oiça com atenção…! Quando os passos na escada atingirem a porta da rua, eu vou-me vir na sua cona…! Quer ver? Espere…! Espere…! Está a ouvir? Calma…! Está quase…! Vá…! Agora…! Agora vizinha…! Agora…! Estou-me a vir…! Estou a esporrar sua velha puta…! Está a ver Mila?! Estou a esporrar na sua cona Mila…! Assim vizinha…!
Ó vai-te foder…! Olha lá ó jeitoso…! Pois…! É…! Tás…! Pois…! Esporra lá tonto…! Esporra tudo…! Tás a ver?! Enche-me a cona…! Vai amor…! Faz de conta que estás a foder a tua mãe…! É…! Faz…! Vê lá?! Vê lá se na gostas?! Claro…! Tás a foder a tua mãe…! Pois é?! Diz lá…! Diz…! Diz…!
Estou…! Estou a foder a minha mãe…! Vizinha…! Estou a esporrar na cona dela…!
Balbucio, entrando no jogo, saboreando a vulva usada cremosa e anelada da esquelética criatura, rebolando-se com carinho na minha pechota como se o fizesse já há uma eternidade.
Isso, tás a ver?! Claro…! É assim…! Pois…! Olha lá?! A esporrares na cona da tua mãe…! Diz lá que na gostas? Diz…! Na te oiço porra…! És o meu namorado ou não?! Esporra lá tonto…! Sou mais que tua mãe…! Pois…!
É…! Vizinha…! Você…! Você…! É mais que minha mãe…! Pois…! Faz-de-conta…! É…! Faz…!
Claro…! Isso…! Isso…! Vês?! Esporra-te todo tonto…! Assim…! Enche a cona à tua mãe jeitoso…! Claro…! À tua namorada…! Vá meu amor…!
Repete ofegante, as suas palavras de incentivo aguçam a fantasia deixando-a Inundada por uma boa esporradela.
A foda extemporânea revela-se no fundo saborosa, continuo dentro dela, balançando vagarosamente enquanto a pechota vai amolecendo, começando a sair à mistura com um fio húmido de esporra, abandonando o buraco num plop viscoso.
De rosto corado, ela, balança os quadris de forma desajeitada e supostamente sensual, dando uma risada nervosa.
Tás a ver homem?! Vê lá?! Soube tão bem…! Ainda me vais deixar prenha…! Olha lá?! há há há há há. Ainda Vamos casar os dois…! É vamos…!
Ironiza numa gargalhada alarve, compondo-se apressada, e extemporânea, beija-me na boca e sai porta fora, os seus passos nos degraus ecoam toc toc toc toc, num restolhar veloz, sumindo com o estrondo da porta da rua.
Entretanto, Abandonadas sobre a cadeira, As cuecas dela, atiçam os sentidos, “o presente”, deixado pela auto-proclamada namorada, aconchega a minha pechota.
Em frente ao espelho as cuecas dela, ajeitadas a preceito, enfiadas no rêgo, vincam as nádegas numa imagem sedutora, e estimulante como uma banana chupada lentamente e depois deglutida pela garganta abaixo, um afrodisíaco para os sentidos, a lingerie da cotrecha, manchada da sua cona idosa, assim colada ao corpo é uma experiência que impõe uma punheta imediata, como uma noiva a esfregar o grêlo, ao mesmo tempo que empurro a pechota de ******** apontada no ânus, seguindo os desejos da vizinha de baixo, sentindo a ponta a entrar, esticando o buraco dura e sedosa, não seguro o gemido cavado que sai dos meus lábios, com ela enfiada até à base preenchendo-me o recto, venho-me incapaz de segurar a vontade, empapando a zona de tecido coçado pelo uso da cona da vizinha, numa mancha viscosa que alastra pegajosa.
O noivado de faz-de-conta com a vizinha é uma aberração e um segredo perverso.
Uma brincadeira que aguça os sentidos de ambos numa noite de núpcias inventada.
Ás voltas na cama dela, a tensão pós-foda, mantém-nos alerta, insistindo em beijos demorados e vagarosos, a esparvoada criatura não despega, insinuando a língua na minha, a repulsa do gosto da sua boca idosa, dilui-se no linguado a cada movimento de língua, a encenação de se fingir de noiva, deixa-a em estado de excitação permanente, um feixe de nervos destrambelhado em ebulição a exigir atenção.
Para a Mila, Representar o papel de noiva aos setenta anos, no dia dos namorados, ali nua, a emparelhar comigo na cama dela, é uma perversão estimulante e estranhamente encorajadora para os seus dias vazios de gaja reformada, errante e sem trambelho.
Encenar a situação clássica de marido e mulher entre lençóis deturpa as evidências absurdas de tal situação.
O cenário dela a chupar-me a pechota, meio desdentada, é um estágio aberrante de emoções fortes, um devaneio potencial de perversão e fantasia, foder a velhota repetidamente ao longo da noite, enfiado na sua toca de coelha velha, dá uma pica espantosamente gostosa, na penumbra, o seu rosto enrugado contorce-se em centenas de emoções, luxúria prazer, dor quando lhe vou ao cu, espetando-a na tripa como diz a gemer, cheia de satisfação, e por fim, ronronando enquanto esporro dentro dela pela enésima vez.
Extenuada, vai relaxando, sucumbindo ao peso da idade. Esgotada a energia e a fogosidade, cheia de dores nas costas, ronrona num queixume ofegante, agarradinha a mim.
Uma sensação de plenitude profunda, trespassa os sentidos ao foder uma criatura geneticamente velha e cheia de experiência, é uma foda quase perfeita, só possível de ser alcançada com gajas acima dos cinquenta, setenta e oitenta, atingindo a glória aos noventa como acontece com a tia Didi, expoente máximo da perfeição, gemendo doce e delirante, comigo dentro da sua passaróca ainda incrivelmente sensual e poderosa aos noventa e muitos, contorcendo-se dengosa a ronronar como uma puta caprichosa e maternal.
A farsa carnavalesca do noivado com a velha Mila, é segredo guardado a sete chaves, que o seu nervoso miudinho, e a inquietação em que vive, põem em risco permanentemente, arrastando-me, para andanças imprevistas na sua companhia.
Mascarado de matrafona, usando as suas cuecas, sinto o roçar da saia plissada nas pernas nuas numa perversão que agrada aos sentidos, apalpado na confusão do Entrudo, de múltiplas maneiras, tais sensações, mantém a minha pechota acesa a pular tesa apertada na renda o tempo todo.
Já te esporraste…? Olha lá…! Tás a ver…? Claro…! Ainda te dão uma foda queres ver?! Claro…! Tás todo jeitoso…! É…! Tás…! Na tenhas cuidado e vais ver…!
Comenta apalpando-me *************** sem ninguém ver, enquanto atracada a mim, finge dançar a menear as ancas no meio da multidão, a ironia das suas palavras, não deixa contudo de fazer sentido, não seria a primeira vez que uma matrafona sentia o gosto de um caralho entre as nádegas no meio daquela confusão, tal hipótese põe em alerta os sentidos, dos apalpanços ao encosto das pechotas, fazendo-me sentir múltiplas erecções no meio daquela desbunda tudo é permitido, brincadeiras de Carnaval, “a brincar ninguém leva a mal”, diz o ditado.
Entre máscaras e rostos pintados, tal folia é coisa que não faz a minha praia.
Mereces uma boa foda chavala?!
Tal absurdo segredado no meu ouvido causa um arrepio repentino.
Não sabes o que perdes chavalo…! Tens um cu apetitoso, o meu é óptimo…!
Insiste, a voz nas minhas costas, pressionando a pechota no meu rabo, fazendo a minha, entesar ainda mais que o roça-roça na barriga da vizinha, sem responder à provocação, sinto a mão dele levantar a saia e imiscuir-se nas minhas nádegas dentro das cuecas, a folia em redor dá cobertura aos seus intentos, chegando-se mais, passa a mão no meu rêgo, instintivamente aperto-me na Mila, esparvoada ela não se apercebe da nada, entretida a coscuvilhar à sua volta. Incitando-me a arrebitar o rabo, o desconhecido encosta a pechota no meu cu todo transpirado, o suor facilita a função, calo o gemido sentindo a cabeçona dura e lustrosa ameaçando furar, foda-se, não me faltava mais nada, só comigo coisas destas.
Cogito, resistindo instintivamente às arremetidas do caralho invasor, as pernas tremem-me arrepiado com o picar incisivo da cabeçona pressionando o ânus.
Mas que caralho?
Schiu…! Cala a chiadeira puto…!
Avisa puxando-me com força, apertando-se, esfrega-se num impulso vigoroso, entre os apertões da multidão, sinto potentes jactos de esporra a alastrar no meu rêgo, escorrendo-me nas pernas numa torrente viscosa ao mesmo tempo que me venho esguichando apertado na Mila.
O instante é embaraçoso, felizmente que a estronça não dá por nada ocupada com a folia.
Não disse que eras um chuchu?!
Segreda o desconhecido sumindo na multidão, deixando-me com o rabo coberto de langonha, todo peganhento ***************, ainda bem que o bestunto da Mila não se apercebeu, cogito.
A aventura com o desconhecido, deu-me vontade de devorar a vizinha, ir-lhe à cona vestido de matrafona dá mais pica, renitente, lá se convence em subir comigo ao quarto da pensão manhosa achada ao acaso, nua sobre a cama o seu corpo magro e deformado acentua a perversão.
Pronto vizinha…! Faz-de-conta que é minha mãe…!
Anda lá ó jeitosa…! Vem dar uma foda na tua mãe…! Claro…!
Diz, segurando na teta meio caída, apertando-a com malícia.
Toma…! Vem chupar, vá mê menino…! Vem mamar amor…!
Prossegue, ao mesmo tempo que afaga o tufo cabeludo de pintelhos grandes e grisalhos, afastando as bordas da rata, mostrando-me o grêlo, sugo-lhe as mamas penduradas, enfiando-lhe os dedos na cona encharcada ao mesmo tempo, sem uma palavra ela baixa-se e lambe-me a pechota enfiando-a na boca chupando vagarosamente.
Assim vou-me vir Mila…!
Vais? Claro…! A mamar sou a maior…!
Com ela de gatas sobre o colchão, Arregaço a saia e aponto a pechota entre as suas coxas ainda algo roliças, sinto-a estremecer, uma violência erótica toma conta dos sentidos, a vontade de foder, parece ter-se, apossado dos dois, calibrada, a cona idosa suga-me suavemente para o seu interior cremoso, a velha Mila, solta um guincho abafado vincando o rosto enrugado, acarício-lhe o púbis desflorando os pintelhos grisalhos, saboreando a vagina babada, com a minha pechota toda enterrada ela sustém a respiração, sacudida por uma foda grande, seguida de outra e mais outra.
Zac zac zac zac.
Montando a estronça num vigor súbito, faço com que ela se venha, ao mesmo tempo que a minha pechota inflamada esporra dentro dela.
Um esgar de cansaço, aflora-lhe a face enrugada, dormitando extenuada vencida pelo rebuliço da farsa carnavalesca.
Vou…! Olha lá?! Olha lá agora, qual saia curta? Agora mini-saia?! Lá tenho idade para usar mini-saia, queres ver? Um bocado acima do joelho só…! Tás parvo? Olha lá na sejas tonto?! Vou Agora pró engate…! Tem mas é juízo…!
Então? Acima do joelho, e com essa racha de lado já dá para mostrar o pernão aos velhos vizinha…!
Aos velhos e aos novos…! Pois…! Que é que julgas? Pois…! Claro…! Olha lá a racha?! Cala-te lá…! Qual racha? Pois…! Rachas é o que na falta…! A minha já tá velha…! Claro…!
Pois Sim… Vizinha…! Faça-se sonsa…! Quem não a conhecer que a compre…! Você passa a vida no engatanço …!
Eu? Ó, na digas palermices Ó jeitoso…! Vou…! Olha, Vou-te engatar a ti… Queres ver?! Anda lá mas é…! Pois…! Vê lá se me queres mas é engatar tu a mim?! É…! Vê lá?!
Pois…! Atão? Fico tua namorada…! Há há há há há há há…! Olha lá? Já viste que engraçado?! Anel de noivado já tenho, tas a ver?! Pois…! Só falta o noivo…! É…! Pra dar umas beijocas e umas fodas…! Pois…! Claro…! Tem que ser…! Vê lá se me Queres dar uma foda? É. Vê lá ó jeitoso?! Vê lá se queres? Pois…! Só se for?! Pois…! É…! Na volta queres?! Queres e na sabes…! Na penses que na ias gostar…! Na que na ias…! Depois de provares o buraco da velha na queres outra coisa vais ver…! Claro…! Tás a precisar de um buraco para enfiar…! Olha lá? Coitado de mê Juca…! Claro…! Atão pois…! Uma namorada pra te aquecer os pés…! Pois…! É o que tá-te a fazer falta…! Podia ser eu…! Claro…! Tô solteira…! Olha lá?! É assim…! Tu tas solteiro…! Andas praí aturar parvalhonas…! Nem uma punheta te batem…! Essas gajas…! Umas tontas…! Umas tontas é o que é…!
Afirma, esbracejando alvoraçada, ao mesmo tempo que se vai chegando atrevida.
Então?! Na queres saber de mim?! Já viste?! Na dizes nada…! Tás aqui Nunca me vais bater à porta…! Pois…! Aqui ao lado e na dizes nada, ó jeitoso?! Vai-te pró caraças, tu também…!
Então…? Você também não me vem bater à porta?
Contraponho, com ironia.
Fosga-se, que está frio…! Olha lá!? Pois não tenho quem me aqueça..! Estou solteira…! É agora estou…!
Repete numa lengalenga sem sentido.
Então…! Também tenho frio vizinha…! O tempo está assim frio…! Nada a fazer…!
Tens?! Ai coitadinho! É, vê lá…! Deixa que eu te aqueço meu amor…! Olha lá?! Há há há há…! Vê lá se te ofereces para me aquecer?! É, vê lá…! Debaixo dos lençóis?!
Então você, É só dar um salto até à minha cama…!
Ironizo.
Um salto?! Hahahahaha…! Pois! Olha que ainda te faço isso…! É, faço…!
Fito a sua figura minorca e franzina de alto abaixo, escavacada, cheia de mazelas, é alguém que não desperta a mínima atracção, velha e feia de rugas vincadas na face magra.
Indiferente às minhas cogitações, arreganha a taxa descarada e boçal como é seu jeito, o cabelo curto pintado de loiro falso e os lábios borrados de batom vermelho não chegam para lhe dar o mínimo travo de beleza, antes pelo contrário a transformam numa figura patusca e ridícula.
A ideia de a ter na minha cama só por si é algo aberrante, contrastando com o estranho efeito que produz na minha pechota, tomada de uma erecção súbita Perante tal possibilidade.
Foda-se, foder a criatura é um absurdo e uma aberração em todos os sentidos.
Ornamento, a sua pouca inteligência com umas graçolas de circunstância, conversar com ela é inutilidade e perda de tempo, mais ainda agora, meia esclerosada e cada vez mais tonta, apesar de ser amalucada desde que a conheço.
Olha lá jeitoso?! Vais ver que ainda te aqueço…! É, vais ver…! Ó meu amor anda lá que temos de conversar os dois…! É, vamos namorar…! Atão não é só com as outras, ora vê lá…!
Pois! A gente tem de ser uns pós outros, tem de se entender…! Se precisares alguma coisa já sabes…! Ouviste?! Na tenhas medo de pedir…! É, na tenhas…!
Nem que seja uma foda?!
Brinco, provocando-a.
Uma foda?! Olha lá que levas, queres ver?! Uma foda?! Tem juízo mas é…! Pois…! Já tô velha…! Escuta, tenho idade pra ser tua mãe?! É, tenho…! Claro, mas ainda dou conta de ti…! Que é que julgas? Olha lá agora o jeitoso?
Ri numa gargalhada debochada e alarve, gesticulando efusivamente.
Na mansidão da noite, o som do ferrolho, desperta-me, sorrateiros os passos no corredor aproximam-se do quarto.
Ter acesso à minha chave dá nisto foda-se, cogito, observando a figura tosca e esquálida da vizinha, balançando na camisa de noite fora de moda, aproximando-se sorrateira qual fantasma.
Cautelosa, aninha-se decidida junto de mim sem pedir licença, partilhando a minha cama.
Anda que eu te aqueço meu amor…! Escuta! Olha lá a merda do frio?! Caralho…! Chega-te cá…! Na tenhas medo que não te mordo…! É, na mordo vê lá?!
Foda-se…! Você é fodida…! Não me faltava mais nada…! Aquiete-se…! Não faça barulho vizinha…! A tipa cá de baixo dá fé de tudo…! Ainda nos ouve…! Quer arranjar sarilhos? Veja lá?
Ouve?! Vá bardarmerda ela…! Pois! Anda cá, abraça-te a mim meu amor…! Ela que se foda…! Olha ela que se monte aqui…! Aqui…! Aqui tás a ver?
Debocha, espetando o dedo do meio num gesto obsceno, de desafio.
Estarrecida a criatura esfrega-se em mim debaixo das mantas agitada e tresloucada como é seu timbre, o medo inicial dos problemas que me pode arranjar, vai-se diluindo na partilha do calor dos corpos, uma tesão descarada anima a minha pechota, nu da cintura para baixo disfarçá-la é impossível.
Os zunzuns, de que ela dá umas baldas, aos velhos nos bailaricos acicatam os sentidos.
Gajos não me faltam, costuma gabar-se, tretas, lá maluca e atiradiça é ela, nada esquisita, sempre vaidosa em se mostrar.
Vamos combinar uma coisa vizinha…! Você aquece-me, e eu aqueço-a.
Enfim que remédio, a esta hora não quero confusões…!
Aviso sem outra hipótese, correr com ela é escandaleira certa, amalucada como é, todo o prédio fica a saber com o rebuliço que vai arranjar.
Vá caladinha…! Não se estique…! Se se portar bem ainda lhe dou uma foda, mas não diz a ninguém…!
Ironizo contrafeito, dando-lhe uma palmadinha no rabo.
Dás?! Uma foda? Olha lá ó jeitoso?! Não digo?! Pois tá claro que não digo…! Sou alguma parva…! Olha lá, julgas que sou alguma tonta?! Claro que não vou dizer…! Olha lá, tem mas é juízo…! Pois…!
Refila inquieta, numa voz abafada ajeitando-se, enroscada em mim. Encaixando-se dengosa, afaga-me a pechota, sem pedir licença os dedos magros apoderam-se dela como se fosse sua dona, despachada, insinua-se deslizando, posiciona-se, debaixo de mim de perna aberta e a camisa de noite amarrotada nas mamas.
Ansiosa, esboça um esgar instintivo e empina a cona idosa rodeada de pintelhos grisalhos.
Uma falsa magra dizia-me alguém e com razão, observo, praticamente nua a velhota, revela alguns sinais de sedução física, dando à responsabilidade de a foder, um cariz algo mais sedutor, asseada e vaidosa, suspira ruborizada contorcendo-se, o caminho para a pássara é no entanto algo sinuoso, a ideia de entrar na vagina idosa, inquieta e atrai ao mesmo tempo, o temor do acto arriscado e insólito é uma aberração, que estranhamente, parece agradar aos sentidos.
Espera lá jeitoso…!
Suspira cuspindo nos dedos e esfregando-os na cona.
Vá…! Pronto…! Enfia lá ó jeitoso…! Anda lá vá…! Vá…!
Achada a gruta septuagenária, vou entrando nela. Esticando a vagina contrai-se, e vai abrindo lentamente.
Hó, merda…! Vá, mete lá isso ó jeitoso…! Vês?! Tás a ver?! Assim, pois é assim…!
Alvoraçada, finca as coxas ao meu redor puxando-me para dentro de si decidida, surpreendentemente a gruta anelada e escorregadia da criatura, revela-se um poço agradável, sugando-me até aos tomates.
Na penumbra, o seu rosto é uma máscara vincada de rugas.
Vá vizinha! Calma…! Isso assim…!
Qual calma? Fode…! Fode lá ó jeitoso…! Vai meu amor…! Assim é que eu gosto de ti…! Tás a ouvir?! É, assim! Assim a foder! Tás a ver?
Zac zac zac zac zac.
Os fluidos que escorrem da sua vagina, usada e experimentada acentuam o chapinhar repetido das fodas, mulher casada durante décadas, mãe e avó, a cotrecha não dá parte de fraca.
Zac zac zac zac.
Rebolando-se como uma enguia, solta-se vindo com a cona ao encontro da pechota ao sabor do vaivém, experiente e matreira, a velhota devora-me com a vagina, ordenhando-me sem cessar, ofegante geme alucinada fincando as mãos nas minhas nádegas, está-se a vir constato, sentindo-a vibrar nos meus braços, ao mesmo tempo que esporro dentro dela sem conseguir evitar, inundando-lhe a cona gasta e usada de liquido pastoso em esguichos sucessivos.
Foda-se, vizinha, estou-me a vir…!
Estás?! Então pois que é que querias?! Tás-te a vir pois…! Na minha cona…! É? Olha lá o jeitoso?! À coitado do mê Juca…! Fizeste-me vir vê lá?! É, já fizeste…! Vê lá?! Vê lá se não gostaste?! É. Vê lá?! Sabe tão bem…! Pois! Uma foda…! Fodeste a vizinha..! Tás a ver?! Sou mais que tua mãe…! É sou…! Escuta…! Faz-de-conta que sou tua mãe…! É, faz! Anda cá meu amor, dá-me um beijo ó jeitoso…!
Nem em sonhos tal coisa passou pela mente, no entanto, no calor da tesão, arrisco meter a língua na boca dela ignorando a repulsa inicial do linguado, primeiro estranha-se depois entranha-se diz o ditado, ao mesmo tempo que o frio, e o uivar da ventania lá fora abafam o desvario das nossas bocas.
Vês como te aqueci?! Ficaste quentinho…! Escuta lá…! Sempre que quiseres é só dizeres! Tás a ouvir?! Bem?! Dizes, e eu venho foder contigo…! Tás a ouvir?! Na tenhas vergonha de dizer…! Olha lá ó meu amor…! Há, coitado do mê Juca…! Veio-se no mê buraco…! Esporrou-se todo…! Olha lá que engraçado?
Suspira agitada e ofegante.
Tem de se portar bem vizinha…! Nem um pio a ninguém…!
Olha lá, mas sou alguma parva ou quê?! Ó vai-te lá foder…! Na vou andar a dizer nada…! Atão…! Claro…! Ficamos namorados os dois…! Pois…! Pois é…! Olha lá já é tempo de teres um buraco para enfiar…! Pois! Já é tempo…!
Murmura dengosa, acariciando a mão dela na minha num gesto de carinho assumido, a solidão em que se move deixa-a carente de atenção e intimidades.
Você não tem juízo…! Anda por aí feita tonta! Dá conversa a toda a gente, ainda arranja alguma, até a podem ******…!
A mim? Qual quê? Na tenho medo! O gajo levava logo uma punhada nos tomates que se fodia! Há há aha haha há!
Ri debochada numa expressão torpe de desafio.
Olha tás a ouvir? Isto é tudo uma chatice...! É....! Ás vezes já nem sei o que ando aqui a fazer...! É pois! É uma merda! Tu, é que me podes animar…! Pois agora estou solteira…! Enches-me o buraco…! Pois! É enches…!
Lamenta-se até que esgotada se deixa vencer pelo sono, deliciada com a prenda da minha esporra dentro de si.
Vá anda cá…! Espera lá ó jeitoso…!
Curvando-se sobre o sofá na sala, a cotrecha, baixa as cuecas e arregaça a saia sobre as costas, arreio as calças e apronto-me atrás dela.
Espera lá ó jeitoso! Espera…! Vá, agora podes vir…!
Murmura cuspindo na mão e untando a cona de saliva num gesto desembaraçado.
Vá, enfia-lá ó jeitoso…! Vai meu amor! Mete lá no buraco…! Isso és um querido…! Vês? Tás a ver? É assim. Pois! Fode…!
Calma vizinha! Já está…! Foda-se você…!
Eu o quê? Olha o caralho do homem! Tô fodida…!
Zac zac zac zac zac.
De rosto vermelho, ela, balança sacudida pelas fodas e
Morde o lábio ofegante soltando gemidos roucos, firmando-se com as mãos cravadas nas costas do sofá.
Espera…! Espera lá ó jeitoso…! Não sou nenhuma cadela, olha lá?
Quem disse que era?
Olha-me na cara, Vira…! Quero ver a tua cara…! Vá menino! Assim olha para mim…! Assim é assim tás a ver?
Reage, Acomodando-se de frente para mim, alapada no sofá.
Pronto, e agora?
Olha lá agora..! Olha! É tás a ver?
Diz acariciando a cona, depois abre-se toda e guia a minha pechota de novo para dentro dela abraçando-me com as pernas.
Assim…! É, assim tás a ver? Olha para mim ó jeitoso…!
Pronto já estou a olhar para si…!
Fitando-me séria, ela, suspira ofegante, traçando os braços à volta do meu pescoço e puxa-me, num impulso instintivo, beija-me na face depois nos lábios.
És um amorzinho! É! És bom com as mãos, pois És! Tás a ver?
Só com as mãos vizinha? O resto não?
Hó…! Tem juízo! Hó coitado do mê Juca…! És o meu menino não és? Hã? Hã? Pois és! Diz lá…! És o meu menino?
Sou…!
O quê?
Escuta! Faz, faz de conta que sou tua mãe tás a ouvir?
És o meu menino…! Olha lá, sou a tua mãe, É, faz-de-conta..! Fode a tua mãe fode menino! Quem sou eu ó jeitoso?
A minha mãe, faz-de-conta vizinha…!
Pois, pois é, sou, faz-de-conta, faz, É, fode! Ó caralho enfia a pechota enfia, sabe tão bem…! É, assim vê lá se não gostas? Claro, Vês? Vê lá se não gosto de ti? Tás a foder a tua mãe! Tás a ver? Enfia no buraco! Enfia…! Tá bom assim…! Caralho, tá a ficar tão bom…! Vai vai vai, fode agora força…! Tão bom…! Pronto, já estou…! Foda-se já estou…! Olha lá ó jeitoso…!
Zac zac zac zac.
Estou-me a vir, caraças, foda-se, vizinha! Tá bom assim…! Tá bom…! Foda-se, foda-se…!
Pois! Vá meu amor! Fode! Fode A mamã fode meu menino! Pois! Tás a ver? Hahahaháháháhá! Que engraçado! Olha lá? Tás a ver? Faz-de-conta que sou tua mãe! Claro! Fodes-me! Deita a esporra no meu buraco! Vês! Tás a ver? É assim!
A luxúria extravasa os limites, afago-lhe a face e instintivamente beijo-lhe os lábios, ignorando a repulsa, num linguado impulsivo.
Portou-se bem vizinha…! Assim atinada é que gosto de si…!
Atão olha lá? Sou alguma tonta?
Não é tonta! É amalucada! Todos os dias!
Olha lá ó jeitoso! Tem mas é juízo…!
Não diga nada vizinha! Agora Faça boca de seda…!
Boca de seda eu? Hó pá vai-te foder mas é…!
Murmura aninhando-se, com o rosto à altura da minha pechota, esticando a língua lambe a glande lentamente e engole devagar.
Isso! Vizinha faça boca de seda! Beije! Vá lambendo senhora! Venha cá vire-se, porte-se bem…!
Ó caralhos ta fodam! Ui! Tás a ver? Mete lá anda ó jeitoso! Vai meu amor! Vês?
Zac zac zac zac.
Atirada de encontro à estante, ela balança ao ritmo breve das fodas.
Esporra dentro esporra anda lá ó jeitoso! Assim vem-te! Assim os dois! Os dois! Já estou! Já estou! Isso! Isso! Vês? Tás a ver?
Transbordando da vagina, a langonha vaza, escorrendo ao longo das pernas magras e chupadas dela, numa badalhoquice pegada.
Tás a ver como é? Tás a ver ó jeitoso?
As lembrancinhas da formiga são malabarismos lascivos intermináveis.
Sentada no meu colo de saia arregaçada, aninha a minha pechota na rata babada deixando cair o corpo suavemente, gaja mais maluca não deve existir, o arrepio da Mila, é desabafo dos sentidos, sem rumo a cotrecha voga entre paranóias e delírios permanentes, agitada escada acima escada abaixo, de nada serve levar as noites enrolada comigo, engolir a minha pechota pela goela abaixo, ou pela tripa acima, a nada se nega, leva no cu sem um queixume, hábitos antigos do tempo de casada, uma amostra de gente à beira dos oitenta, ainda fogosa e depravada de mente retorcida.
Sou mais que tua mãe! É sou! Claro, Vamos!
Empertiga-se roçando-me a maçã nos lábios, cedendo ao convite sigo-a até casa dela atravessando o patamar, sorrateira fecha a porta, e fita-me descarada de rosto engelhado pelas rugas.
Junto à parede, as mãos exploram e as bocas devoram-se no emaranhar das línguas.
Vem cá ó jeitoso!
Sugo-lhe os seios meio caídos, percorrendo-lhe as costas e toco-a na cona.
Ó que bom! Vês?
Geme aninhando-se com os joelhos magros na carpete.
Isso vizinha!
Vês amor? É assim…! Claro! Olha lá só a tua pechota…! Háháháhá! Tás a ver? À que engraçado…!
Lambe e engole sem hesitar.
Isso dona…! Vá putéfia!
Chuup chuup chuup.
Ofegante das chupadelas, arrasta-me para a cama dela, espojada, tiro-lhe a saia, colaborando, ela desfaz-se das cuecas.
Ai o caralho do homem…! Uf delícia! Tás a ver? Anda cá jeitoso…!
Sem perder tempo a pechota desbrava a gruta idosa e acolhedora.
Vai jeitoso…! Força…! É pra foder a sério…! Tás a ouvir? Empina lá o caralho e enfia na minha cona anda lá…! No cu? No cu é só de noite…! É na tripa só quando dormes comigo…!
Sua puta!
Háháháhá, Háháháhá que engraçado! Sou puta sou! Sou mais que tua mãe! Vê lá?
Debocha atiçando-me.
Zac zac zac zac zac.
O vaivém frenético é levado ao limite, inflamada, comprime as coxas contra mim, numa agitação de desejo súbito, soltando um grito vem-se arrancando os óculos num gesto de entrega.
No turbilhão, esguicho dentro dela.
Foda-se estou-me a vir vizinha! Estou a esporrar dona Mila!
Qual dona qual quê? Ó! Vai-te foder mas é!
Olha lá o mê Juca! Tás a ver?
Sossegando ofegantes após o êxtase num abraço retemperador as bocas unem-se num beijo vagaroso, beijar a criatura, estranhamente, parece deixar de assustar os sentidos extenuados pela foda.
Olha lá! Despe-te lá e enfia-te aí na minha cama! Pois! É, vá! Pelos vistos gostaste!
E você pela sua cara também vizinha!
Toc toc toc, o som dos saltos na escada, detém-se junto à porta.
Ding-dong, ding-dong.
O rosto da cotrecha abre um sorriso, encarando-me, antes que balbucie algo, Um súbito barulho de passos na escada, faz com que se engalfinhe em mim, receosa perante a possibilidade de ser surpreendida.
Inquieta, leva os dedos aos lábios recomendando silêncio e Instintivamente, pega a minha mão fitando-me num instante de expectativa.
Venha vizinha…!
Por precaução, puxo-a para dentro de casa, fechando de pronto a porta.
É…! É lá de cima! Caralhos os fodam…! Tás a ver?! Pois…! Já foi…! Já subiu, olha lá a merda?
Segreda, equilibrando-se em bicos de pés, a espreitar pelo ralo da porta.
Passado o sobressalto, fita-me, rubra, vincando as rugas em caretas nervosas e torpes, numa expressão sórdida e desajeitada.
Olha lá?! Esse saco?! É o presente da tua namorada?
Questiona impertinente e coscuvilheira.
De qual delas vizinha?!
De qual? Olha lá?! Então?! Eu, é que sei?! Pois…! Sei lá?!
Olha o caralho do homem…! Tamém…?! Só tem cuecas…! Olha lá?!..Pois é…! Só cuecas…! há há há há há. Que engraçado olha lá?! São pra tu vestires queres ver?! São?! Há há há há há. Olha lá? Com estas Ficavas jeitoso…! Claro…! É…! Havias de ficar lindo…! Claro…! Armado em menina…! Pois no Carnaval…! Pois…! Com uma flor enfiada no cu…!
Galhofa zombando em voz baixa.
Então?! Só Faltam as suas agora vizinha…!
As minhas?! Olha, Agora lá as minhas?! Olha lá o jeitoso?! Tás a ver?!
A ver estou…! Não vejo, é a suas cuecas…! Fogo, que raio de namorada você me saiu?! Já viu? As outras mandam-me cuecas e você népia! Nada…!
Nada?! Pois nada…! Olha lá ó jeitoso…! Queres as minhas cuecas?! Queres? Toma…! Pronto…! Tás a ver?!....é…! As minhas cuecas…! É assim vês?!! Pois…!
Resmunga sorridente, baixando as cuecas pelas pernas abaixo num gesto atabalhoado, desenvencilhando-se delas, exibe-as, arregalando os olhos, ao mesmo tempo que deposita a peça íntima na minha mão. Amasso o tecido rosa pálido entre os dedos deslizando na textura sedosa, interrompido pela estuporada, aluada, como se andasse à cata da rolha, ela, põe-se em bicos de pés e beija-me na boca.
Pendurada no meu pescoço insinua-se forçando a língua nos meus lábios, foda-se, como sempre, beijar a velha na boca não é coisa agradável, o seu rosto engelhado fica de súbito, tenso, quase assustador, decidida rola a língua na minha, espalhando o seu hálito carregado num bafo intenso, à mistura com um gosto acre, meio azedo que se vai misturando na saliva, enquanto vogando as bocas vão mordiscando num linguado vagaroso, que estranhamente como é hábito, faz empinar a minha pechota, pulando num palpitar forte, é espantoso, o efeito que a velha caquéctica tem nos sentidos.
Tarã…! Tás a ver? Olha lá ó jeitoso?
Tás a ver? Olha lá pra isso tonto…! Tás com tesão…! Há há há há há há. Que engraçado…! Claro…! Sou toda boa…! Tomaras tu que eu te agarre assim no pau todas as noites…! Assim…! Tás a ver? Deixa cá ver isso jeitoso…! Olha lá? Tás a ver? Eu Sou velha mas ainda sei…! Pois…! Diz lá que na gostas? Tás a ver? A vizinha trata de ti…! Ó caralho…! Assim…! Assim com ela tesa prá cona da Mila…! Tás cheio de tesão amor…! Vês?!
Murmura, punhetando-me decidida num frenesim despachado, depois, paulatinamente, arregaça a saia, e cospe na mão passando os dedos entre as pernas, dois canivetes de coxas algo roliças que adelgaçam do joelho para abaixo, humedecendo a cona, curvando-se de seguida sobre a máquina de costura.
Anda lá ó jeitoso…! Que foi?! Nunca viste a minha cona?! É…! Vê lá se nunca viste?! É…! Se nunca viste eu mostro-te…! Claro…!
A sua voz, é imperativa, quase autoritária.
Instintivamente, baixo as calças e sem reflectir, passeio a pechota entre as nádegas idosas em busca da fenda.
O toque da pele macia do rabo magro, quente e fofo da criatura provoca súbitos arrepios.
Espera…! Vá…! Agora…! Anda…! Ó que caralho…! Isso…! Aí…! Aí, mete lá vá jeitoso…! Vá…! Tenho a cona larga…! Vê lá se na dás cu buraco?! É…! Vê lá?!
Cochicha, numa ladainha ofegante, ondulando os quadris em movimentos pélvicos.
Achada a abertura septuagenária, afundo na vagina suavemente, deslizando nas paredes aneladas e escorregadias, o absurdo do acto é como sempre, uma aberração e uma inconsciência inquietante.
Caquéctica e meio xéxé, a criatura é um caco disforme, sem ponta por onde se lhe pegue, cheia de mazelas, para além de uma tresloucada sem ponta de juízo, e no entanto, estranhamente, tudo isso só acalenta mais a vontade da transgressão dos sentidos.
Enfiado na cotrecha até aos tomates, o insólito de tal situação, não deixa de ter laivos de um certo gosto perverso.
Pronto vizinha…! Vá dona Mila…!
Tás a ver?! Tás a ver ó jeitoso?! Pois…! Sou Mila sou…! Vê lá se na sabes o mê nome vê lá…! Mila…! Vê lá se na te sentes melhor agora?! É…! Vê lá?! Diz lá que não…! Claro…! Pois…! Tás a ver ou não?
Estou, vizinha…!
As palavras, brotam-me forçadas e sem sentido aparente, monocórdicas, sendo apenas algo necessário.
Apalpo-lhe as mamas, sentindo alguma firmeza nelas apesar de caduca e decrépita, como por magia, a vagina da esparvoada criatura, vai dando sobejos sinais de vida, dados os condicionalismos existentes, uma estranha atracção pelo pito da vizinha atinge a minha pechota à medida que ela vai balançando, rebolando-se experiente, levando uma foda atrás da outra.
Zac zac zac zac zac.
Foda-se vizinha…! Você?! Você É fodida…! Vá Mila…!
Ó…! Schiu…! Fode e cala-te anda…! Sou mais que tua mãe…. É…! Sou…! Tás a ver…?! Claro…! “Faz-de-conta que sou tua mãe”…! É faz…! Fode-me bem…! Fode-me bem amor…! Vês?
A carga aberrante das palavras, só faz crescer a emoção da perversão de uma forma inexplicável, a estranheza do começo, dilui-se a cada foda, num misto de fantasia e realidade.
Zac zac zac zac zac.
Ó caralho…! Espera lá jeitoso…! Espera…! Quero-te ver a cara, anda lá jeitoso…! Espera tonto…! Vá assim é melhor…! Claro…! Assim é que é…!
Suspira, rodando sobre si mesmo, fitando-me séria, desembaraçada, cospe na mão, e esfrega-as uma na outra humedecendo as palmas com a saliva
Olha lá? Tas a ver? Parece a pila dum bebé…! Pois…! É assim…! Tás a ver?
Repete, arregaçando a pele da pechota expondo a glande totalmente, passando nela a língua lentamente, enquanto, de olhos pregados em mim, vai engolindo e chupando devagar.
Olha lá jeitoso? Na te esporres! Tás a ouvir? Na te esporres agora…! Vê lá?! Tarã tarã…!
Cantarola entre cada chupadela, erguendo-se ofegante, como uma gata Pendurada no meu pescoço, equilibra-se no tampo da máquina com as pernas abertas, toda arreganhada de frente para mim, face a face contempla-me enquanto afundo de novo na cona dela.
Pronto vizinha…! Vá lá então…!
Pois…! Tás a ver?! Assim é que é…! Assim…! Assim já te vejo a cara…! Bem-vindo à cona da Mila outra vez meu tonto…! Tás a ver?
Estou a ver, estou vizinha…! Você é uma cabrita sabidona…! Abra-lá mais as pernas mulher…! Isso…!
Zac zac zac zac zac.
Vá…! Na tenhas medo…! Vá amor…! Fode homem…! Fode-me amor…! Anda amor…! Isso…! Vês?! És o meu amor agora tás a ver? Assim a foder comigo…! Pois a foder…! Fode-me bem…! Isso caralho…! Vá jeitoso, Fodes-me, tens de casar comigo…! É…! Tens…!
Ó…! Foda-se Mila…! Vizinha você? Vá vá vá vá…! Empine a cona senhora…!
Tás a ver?! Tás a ver? Então a gente tem de foder se não morre estúpida…! Pois…! Assim é que eu gosto de ti jeitoso…! Claro…! Tás a ver? A ires à cona à vizinha?! Vê lá se na é boa vê lá? Diz lá que na gostas? Fode jeitoso…! Fode…! Fode…! Pois…! És o meu namorado?! És não és? Diz lá…! Pois…! Faz-de-conta que sou tua mãe…! É…! Faz…! Claro…! Tua mãe…! É sou…!
Zac zac zac zac zac.
Murmura, vincando as rugas numa expressão irreal, rubra de tesão.
Zac zac zac zac zac zac.
oí…! oí…! oí …! Ai tão bom…! Ooi…! Ooi…! Vai caralho…! Oooi…! Ooooi…!
Olha lá que me venho toda…! Tás a ver?! Pois…! Tô-me a vir toda tonto…! Olha lá?! Tás a ver?! Pois, é assim…! Sabe tão bem…! Claro…! Olha lá que maluqueira? Ó caralhos ta fodam…! Foda-se…! Foda-se…!
Suspira e geme subitamente afogueada, com as coxas a tremer, descontrolada, sacudida por safanões sucessivos.
Ao mesmo tempo, o som de passos na escada parece casar com o socar das nádegas idosas, acompanhando o vaivém compassado das fodas.
Zac zac zac zac zac zac.
But lá vizinha…! Isso faça-se puta…! Oiça…! Oiça com atenção…! Quando os passos na escada atingirem a porta da rua, eu vou-me vir na sua cona…! Quer ver? Espere…! Espere…! Está a ouvir? Calma…! Está quase…! Vá…! Agora…! Agora vizinha…! Agora…! Estou-me a vir…! Estou a esporrar sua velha puta…! Está a ver Mila?! Estou a esporrar na sua cona Mila…! Assim vizinha…!
Ó vai-te foder…! Olha lá ó jeitoso…! Pois…! É…! Tás…! Pois…! Esporra lá tonto…! Esporra tudo…! Tás a ver?! Enche-me a cona…! Vai amor…! Faz de conta que estás a foder a tua mãe…! É…! Faz…! Vê lá?! Vê lá se na gostas?! Claro…! Tás a foder a tua mãe…! Pois é?! Diz lá…! Diz…! Diz…!
Estou…! Estou a foder a minha mãe…! Vizinha…! Estou a esporrar na cona dela…!
Balbucio, entrando no jogo, saboreando a vulva usada cremosa e anelada da esquelética criatura, rebolando-se com carinho na minha pechota como se o fizesse já há uma eternidade.
Isso, tás a ver?! Claro…! É assim…! Pois…! Olha lá?! A esporrares na cona da tua mãe…! Diz lá que na gostas? Diz…! Na te oiço porra…! És o meu namorado ou não?! Esporra lá tonto…! Sou mais que tua mãe…! Pois…!
É…! Vizinha…! Você…! Você…! É mais que minha mãe…! Pois…! Faz-de-conta…! É…! Faz…!
Claro…! Isso…! Isso…! Vês?! Esporra-te todo tonto…! Assim…! Enche a cona à tua mãe jeitoso…! Claro…! À tua namorada…! Vá meu amor…!
Repete ofegante, as suas palavras de incentivo aguçam a fantasia deixando-a Inundada por uma boa esporradela.
A foda extemporânea revela-se no fundo saborosa, continuo dentro dela, balançando vagarosamente enquanto a pechota vai amolecendo, começando a sair à mistura com um fio húmido de esporra, abandonando o buraco num plop viscoso.
De rosto corado, ela, balança os quadris de forma desajeitada e supostamente sensual, dando uma risada nervosa.
Tás a ver homem?! Vê lá?! Soube tão bem…! Ainda me vais deixar prenha…! Olha lá?! há há há há há. Ainda Vamos casar os dois…! É vamos…!
Ironiza numa gargalhada alarve, compondo-se apressada, e extemporânea, beija-me na boca e sai porta fora, os seus passos nos degraus ecoam toc toc toc toc, num restolhar veloz, sumindo com o estrondo da porta da rua.
Entretanto, Abandonadas sobre a cadeira, As cuecas dela, atiçam os sentidos, “o presente”, deixado pela auto-proclamada namorada, aconchega a minha pechota.
Em frente ao espelho as cuecas dela, ajeitadas a preceito, enfiadas no rêgo, vincam as nádegas numa imagem sedutora, e estimulante como uma banana chupada lentamente e depois deglutida pela garganta abaixo, um afrodisíaco para os sentidos, a lingerie da cotrecha, manchada da sua cona idosa, assim colada ao corpo é uma experiência que impõe uma punheta imediata, como uma noiva a esfregar o grêlo, ao mesmo tempo que empurro a pechota de ******** apontada no ânus, seguindo os desejos da vizinha de baixo, sentindo a ponta a entrar, esticando o buraco dura e sedosa, não seguro o gemido cavado que sai dos meus lábios, com ela enfiada até à base preenchendo-me o recto, venho-me incapaz de segurar a vontade, empapando a zona de tecido coçado pelo uso da cona da vizinha, numa mancha viscosa que alastra pegajosa.
O noivado de faz-de-conta com a vizinha é uma aberração e um segredo perverso.
Uma brincadeira que aguça os sentidos de ambos numa noite de núpcias inventada.
Ás voltas na cama dela, a tensão pós-foda, mantém-nos alerta, insistindo em beijos demorados e vagarosos, a esparvoada criatura não despega, insinuando a língua na minha, a repulsa do gosto da sua boca idosa, dilui-se no linguado a cada movimento de língua, a encenação de se fingir de noiva, deixa-a em estado de excitação permanente, um feixe de nervos destrambelhado em ebulição a exigir atenção.
Para a Mila, Representar o papel de noiva aos setenta anos, no dia dos namorados, ali nua, a emparelhar comigo na cama dela, é uma perversão estimulante e estranhamente encorajadora para os seus dias vazios de gaja reformada, errante e sem trambelho.
Encenar a situação clássica de marido e mulher entre lençóis deturpa as evidências absurdas de tal situação.
O cenário dela a chupar-me a pechota, meio desdentada, é um estágio aberrante de emoções fortes, um devaneio potencial de perversão e fantasia, foder a velhota repetidamente ao longo da noite, enfiado na sua toca de coelha velha, dá uma pica espantosamente gostosa, na penumbra, o seu rosto enrugado contorce-se em centenas de emoções, luxúria prazer, dor quando lhe vou ao cu, espetando-a na tripa como diz a gemer, cheia de satisfação, e por fim, ronronando enquanto esporro dentro dela pela enésima vez.
Extenuada, vai relaxando, sucumbindo ao peso da idade. Esgotada a energia e a fogosidade, cheia de dores nas costas, ronrona num queixume ofegante, agarradinha a mim.
Uma sensação de plenitude profunda, trespassa os sentidos ao foder uma criatura geneticamente velha e cheia de experiência, é uma foda quase perfeita, só possível de ser alcançada com gajas acima dos cinquenta, setenta e oitenta, atingindo a glória aos noventa como acontece com a tia Didi, expoente máximo da perfeição, gemendo doce e delirante, comigo dentro da sua passaróca ainda incrivelmente sensual e poderosa aos noventa e muitos, contorcendo-se dengosa a ronronar como uma puta caprichosa e maternal.
A farsa carnavalesca do noivado com a velha Mila, é segredo guardado a sete chaves, que o seu nervoso miudinho, e a inquietação em que vive, põem em risco permanentemente, arrastando-me, para andanças imprevistas na sua companhia.
Mascarado de matrafona, usando as suas cuecas, sinto o roçar da saia plissada nas pernas nuas numa perversão que agrada aos sentidos, apalpado na confusão do Entrudo, de múltiplas maneiras, tais sensações, mantém a minha pechota acesa a pular tesa apertada na renda o tempo todo.
Já te esporraste…? Olha lá…! Tás a ver…? Claro…! Ainda te dão uma foda queres ver?! Claro…! Tás todo jeitoso…! É…! Tás…! Na tenhas cuidado e vais ver…!
Comenta apalpando-me *************** sem ninguém ver, enquanto atracada a mim, finge dançar a menear as ancas no meio da multidão, a ironia das suas palavras, não deixa contudo de fazer sentido, não seria a primeira vez que uma matrafona sentia o gosto de um caralho entre as nádegas no meio daquela confusão, tal hipótese põe em alerta os sentidos, dos apalpanços ao encosto das pechotas, fazendo-me sentir múltiplas erecções no meio daquela desbunda tudo é permitido, brincadeiras de Carnaval, “a brincar ninguém leva a mal”, diz o ditado.
Entre máscaras e rostos pintados, tal folia é coisa que não faz a minha praia.
Mereces uma boa foda chavala?!
Tal absurdo segredado no meu ouvido causa um arrepio repentino.
Não sabes o que perdes chavalo…! Tens um cu apetitoso, o meu é óptimo…!
Insiste, a voz nas minhas costas, pressionando a pechota no meu rabo, fazendo a minha, entesar ainda mais que o roça-roça na barriga da vizinha, sem responder à provocação, sinto a mão dele levantar a saia e imiscuir-se nas minhas nádegas dentro das cuecas, a folia em redor dá cobertura aos seus intentos, chegando-se mais, passa a mão no meu rêgo, instintivamente aperto-me na Mila, esparvoada ela não se apercebe da nada, entretida a coscuvilhar à sua volta. Incitando-me a arrebitar o rabo, o desconhecido encosta a pechota no meu cu todo transpirado, o suor facilita a função, calo o gemido sentindo a cabeçona dura e lustrosa ameaçando furar, foda-se, não me faltava mais nada, só comigo coisas destas.
Cogito, resistindo instintivamente às arremetidas do caralho invasor, as pernas tremem-me arrepiado com o picar incisivo da cabeçona pressionando o ânus.
Mas que caralho?
Schiu…! Cala a chiadeira puto…!
Avisa puxando-me com força, apertando-se, esfrega-se num impulso vigoroso, entre os apertões da multidão, sinto potentes jactos de esporra a alastrar no meu rêgo, escorrendo-me nas pernas numa torrente viscosa ao mesmo tempo que me venho esguichando apertado na Mila.
O instante é embaraçoso, felizmente que a estronça não dá por nada ocupada com a folia.
Não disse que eras um chuchu?!
Segreda o desconhecido sumindo na multidão, deixando-me com o rabo coberto de langonha, todo peganhento ***************, ainda bem que o bestunto da Mila não se apercebeu, cogito.
A aventura com o desconhecido, deu-me vontade de devorar a vizinha, ir-lhe à cona vestido de matrafona dá mais pica, renitente, lá se convence em subir comigo ao quarto da pensão manhosa achada ao acaso, nua sobre a cama o seu corpo magro e deformado acentua a perversão.
Pronto vizinha…! Faz-de-conta que é minha mãe…!
Anda lá ó jeitosa…! Vem dar uma foda na tua mãe…! Claro…!
Diz, segurando na teta meio caída, apertando-a com malícia.
Toma…! Vem chupar, vá mê menino…! Vem mamar amor…!
Prossegue, ao mesmo tempo que afaga o tufo cabeludo de pintelhos grandes e grisalhos, afastando as bordas da rata, mostrando-me o grêlo, sugo-lhe as mamas penduradas, enfiando-lhe os dedos na cona encharcada ao mesmo tempo, sem uma palavra ela baixa-se e lambe-me a pechota enfiando-a na boca chupando vagarosamente.
Assim vou-me vir Mila…!
Vais? Claro…! A mamar sou a maior…!
Com ela de gatas sobre o colchão, Arregaço a saia e aponto a pechota entre as suas coxas ainda algo roliças, sinto-a estremecer, uma violência erótica toma conta dos sentidos, a vontade de foder, parece ter-se, apossado dos dois, calibrada, a cona idosa suga-me suavemente para o seu interior cremoso, a velha Mila, solta um guincho abafado vincando o rosto enrugado, acarício-lhe o púbis desflorando os pintelhos grisalhos, saboreando a vagina babada, com a minha pechota toda enterrada ela sustém a respiração, sacudida por uma foda grande, seguida de outra e mais outra.
Zac zac zac zac.
Montando a estronça num vigor súbito, faço com que ela se venha, ao mesmo tempo que a minha pechota inflamada esporra dentro dela.
Um esgar de cansaço, aflora-lhe a face enrugada, dormitando extenuada vencida pelo rebuliço da farsa carnavalesca.
5年前